Olá, pessoal! Tudo bem? Sou Joel Gracioso.
Estamos aqui, então, dando a nossa continuidade, né, às nossas meditações. Hoje, dando, enfim, continuidade à leitura e à exposição do livro do Joseph Tissu, "A Arte de Aproveitar as Próprias Faltas", eu gostaria de fazer algumas observações a partir do capítulo 3 dessa obra. Mas antes de começar essa exposição, né, pediria, como sempre, que ajudem aí na divulgação do nosso canal, né, que você possa compartilhar esse vídeo, inscrever-se no canal se ainda não se inscreveu, deixar o seu comentário, sua observação.
Isso nos ajuda muito, principalmente, é lógico, né, ver com calma o vídeo, meditar, refletir sobre o que realmente o conteúdo está propondo e, se possível, ler também a obra, né? Porque, com certeza, há muitos detalhes que estão presentes nela que, muitas vezes, eu não entro no vídeo. Ora, no capítulo terceiro, então, tem como título justamente "Não Desanimemos com as Nossas Faltas".
A questão do desânimo, com certeza, é um grande problema, é um grande desafio para todos nós. Ou seja, no capítulo primeiro, o autor procurou mostrar que a gente não tem que ficar surpreendido com as nossas faltas, surpresos em relação às nossas próprias faltas. Como também nós não devemos ficar perturbados com os nossos defeitos e os nossos pecados, né?
Então, essa coisa de ficar surpreendido, né, de ficar perturbado, esses dois pontos são seríssimos. Mas esse terceiro, que é a questão do desânimo, eu acho que é o que a gente acaba sentindo muito mais, né? E o que ele procura mostrar nesse capítulo é que, de fato, o mal muitas vezes procura tirar de nós justamente a questão da virtude da esperança, como que a esperança é fundamental na nossa vida.
Ou seja, por um lado, por vários motivos, o desânimo vai tomando conta da nossa alma e, junto com esse desânimo, muitas vezes nós também vamos perdendo a esperança, né, de ter uma vida melhor, ter uma vida mais ordenada, estar mais próximo da santidade, conseguir estar mais próximo de Deus e não ser escravo dos nossos pecados, dos nossos vícios, dos nossos defeitos, etc. Então, ele coloca, num primeiro momento, que, querendo ou não, a vida cristã, a nossa vida espiritual, ela vai passar por muitas lutas, tempestades, batalhas, né? E, no fundo, a virtude da esperança é fundamental na nossa vida.
Porque, senão, de fato, se nós perdemos essa questão da esperança, nós acabamos mergulhando cada vez mais no desânimo. Evidentemente, o desânimo vai nos levar, né, a desistir totalmente de buscar a Deus, de buscar a verdade, de buscar a santidade, enfim, de buscar a vida eterna, de procurar, né, ser um ser humano realmente melhor, feito à imagem e semelhança de Deus. Ele lembra, né, uma frase de São João Crisóstomo que dizia, né, que de fato nós não podemos nos desesperar e que a nossa salvação tem dois grandes inimigos.
O primeiro grande inimigo é a presunção na inocência e o segundo, o desespero, depois da queda. Mas este último é de longe o mais terrível. Então ele lembra esse trecho, ele cita esse trecho de uma obra de São João Crisóstomo, né, uma homilia sobre a penitência e, de fato, isso é muito sério, né?
Ou seja, se nós formos ver com calma, muitas coisas colocam a nossa salvação em risco. A presunção é uma delas, né? Ou seja, essa coisa de presumir, de achar que você é capaz de uma coisa que você não é, de achar que você é uma coisa que você não é, né, ou que você vai atingir algo por si mesmo, sendo que você não é capaz daquilo.
Então, a presunção é algo muito sério que devemos tomar muito cuidado. Porém, no texto, ele deixa bem claro que o desespero é bem pior. O desespero é pior por quê?
Porque a virtude da esperança, segundo ele, é como uma forte corrente que desce do céu e prende as almas, né, puxando as almas para cima. Portanto, a partir dessa virtude da esperança, nós somos levados a dimensões cada vez mais elevadas, sublimes e profundas. Lembrando que, quando falamos da virtude da esperança, que é uma virtude teologal, essa clareza de que, por mais que tudo que Deus criou seja bom e belo, e principalmente depois dessa marca do pecado na realidade humana e da criação em geral, no fundo, a virtude da esperança nos leva de fato a entender e a viver que, apesar da nossa condição, apesar das nossas misérias, limitações, dificuldades, defeitos, nós podemos sim, né, esperar ter essa paz, essa alegria, né, e essa certeza interior de que Deus é fiel, de que Deus é bondoso, misericordioso, e, portanto, de que um dia tudo isso vai passar.
Mas veja que essa clareza de que eu só posso colocar a minha esperança em Deus. Então, a virtude da esperança não tem nada a ver com pensamento positivo, né? A virtude da esperança não é no sentido de você colocar a sua esperança em homens ou em situações, ou seja lá em que for.
A virtude da esperança, junto com o dom da ciência, vai te ajudando de fato a compreender o que as coisas são, porque elas existem e ao mesmo tempo como elas são limitadas, para alentar o nosso coração, para fazer com que o nosso coração não desista, né, não pare de lutar e de buscar. Ou seja, a virtude da esperança, junto com o dom da ciência, nos leva e desperta dentro de nós essa certeza interior de que vale a pena continuar lutando, tentando, resistindo, caindo, levantando, etc. Por quê?
Porque Deus é fiel, porque Deus é bom, porque Deus termina aquilo que Ele começa. E, principalmente, na medida em que nós vamos não criando barreiras e obstáculos e colaborando com a graça de Deus na nossa vida. Na sequência do texto, né, que a maioria das quedas, né, que a gente acaba tendo muitas vezes, não são reparadas como deveriam ser reparadas, procedem justamente do desânimo; ou seja, conforme eu vou desanimando, eu vou desistindo e não vou lutando mais, não vou tomando os cuidados que eu deveria tomar.
Então, muitas quedas que não são reparadas são provocadas já por um certo tipo de desânimo que adentrou o nosso coração e a nossa alma, né? E ele diz que, em vez do desânimo, tivesse havido um arrependimento confiante. Mas, muitas vezes, a gente não tem nenhum arrependimento profundo e sincero dos nossos pecados e muito menos confiante; ou seja, é se arrepender não no sentido de cair num sentimento de autocondenação, mas é você, de fato, ter essa consciência da sua miséria, se arrepender do que você fez, do que você pensou, do que você falou, né?
Mas, confiante. Confiante no quê? Que Deus é bondoso, misericordioso, paciente, confiante em Deus.
Mas o demônio, o que ele faz? O demônio do desespero procura despertar em nós, semear na nossa alma a mesma coisa que ele fez com Caim; ou seja, essa ideia de que o meu pecado, a minha iniquidade é tão grande, tão grande, né? É grande demais para que eu possa merecer perdão.
Nem Deus é capaz de nos perdoar. E, de fato, a partir disso, a partir desse momento, o demônio vai se aproximando cada vez mais de mim, vai se apoderando da minha vida, ele me dirige, ele me impele, ele me conduz, ele me leva; ou seja, ele, de uma certa forma, vai me oprimindo e conduzindo a minha vida. E por que ele consegue fazer isso e fazer com que eu realmente me renda ao pecado e desista, né?
Porque ele incute em mim duas disposições; ou seja, por um lado, o afastamento de Deus pelo pecado. E, de fato, o pecado nos leva a nos afastar de Deus, né? Então, eu vou me afastando de Deus pelo pecado e começo a achar que realmente não tem jeito.
Eu não tenho como; ou seja, o pecado me afasta de Deus e, já que eu não consigo vencer o pecado, eu não vou conseguir superar esse afastamento de Deus. E, ao mesmo tempo, o receio de Deus pelo desânimo. Então, primeiro, me leva ao pecado, e aí me afasto de Deus; e depois, o receio de me reaproximar de Deus, né?
Porque, no fundo, o desânimo vai tomar conta da minha vida. E como que eu vou me reaproximar? Eu não tenho força.
E vou ter, no receio, também, né? Porque é como que, bom, já que eu feri Deus, é justo que Deus também desista de mim, etc. Então, a grande questão, né, é que muitas coisas podem despertar esse desânimo, que pode se tornar um grande problema na nossa vida.
E ele coloca que, geralmente, as nossas quedas habituais, né, os nossos "pecadinhos" habituais, as nossas faltas habituais, podem, sim, ser um grande instrumento, né, que o diabo pode usar para ir nos atingindo, para fazer com que a gente desista de tudo. E é óbvio que, em todo esse contexto, esse conflito, essa guerra, a guerra vai ser justamente contra a esperança, né? Ou seja, toda ação maligna acaba, em primeiro lugar, tentando tirar essa esperança, porque aí o que acontece?
Esse desânimo vai aumentando, se ampliando e se enraizando cada vez mais. E é óbvio que o resultado é que eu não vou lutar mais, né? Então isso é um grande.
. . isso é um grande problema e, de fato, devemos tomar muito cuidado com isso.
E ele lembra que é por isso que São Francisco de Sales foi o chamado doutor encorajador, né? Porque, apesar dessa clareza; ou seja, que São Francisco de Sales tinha da nossa miséria, das dificuldades, das nossas quedas, né? Como é difícil superar não só os pecados graves, os pecados mortais, mas também os pecados veniais, as nossas pequenas imperfeições, etc.
E tal. E é por isso essa questão dele ser um grande encorajador; ou seja, nesse processo todo, além da virtude da esperança, nós precisamos, de certa forma, buscar a virtude da coragem, né? Se a esperança faz falta, a coragem também faz falta.
E aí ele coloca, né, que não podemos, né? Ele faz referência a padres da época ali do final do século XIX, que lembravam muitas vezes elementos também do pensamento sobre Sales. É que o fato de nós termos quedas, termos faltas, é lógico que tudo isso é chato, mas a grande questão não é simplesmente o fato de ter tido uma queda, ter recaído em um pecado.
A grande questão é quando, junto com isso, vem a perda da coragem, né? A perda da coragem; ou seja, nós não podemos perder a esperança quando caímos, mas também não podemos perder a coragem, e também não podemos perder o firme propósito de nos emendar, de nos corrigir; ou seja, se eu cair, eu preciso levantar com esperança, nessa certeza de que Deus vai me ajudar. Deus vai me dar os meios necessários.
É Deus que me salva. É Ele que vai me dar a graça necessária para que eu, que quero viver os Seus mandamentos, eu que quero buscar a santidade, Ele, de fato, sabe tudo. E, vendo isso, e vendo essa disposição, essa decisão, Ele é que me dá a graça da salvação e, ao mesmo tempo, os meios necessários para que eu consiga chegar até lá, vivendo os Seus mandamentos, fazendo a Sua vontade.
Então, se eu perco a esperança, o desânimo domina. Se eu perco a coragem, eu não me levanto, eu me rendo ao pecado, eu me entrego e não luto mais. E, se eu não tenho firme propósito de corrigir, também não consigo continuar esse processo, né?
E aí, é uma coisa muito interessante nessa parte do texto, porque ele explica. Ele faz uma pergunta, né? Por que é que desanimamos?
Ele diz: "Porque ou exageramos a nossa fraqueza ou porque desconhecemos a misericórdia divina. " É muito interessante isso! Ou a pessoa lembra muito da misericórdia de Deus.
Então, ele diz, em primeiro lugar, que em algumas situações a pessoa não leva muito a sério as fraquezas dela e as possibilidades, realmente, de fazer pecados. Então, como ela desconhece a sua fraqueza ou não leva muito a sério a sua fraqueza, ela acaba levando: "Ah, Deus é misericórdia, Deus é amor, vai dar tudo certo, não sei o quê. " E ela não leva em consideração, como deveria, as suas fraquezas e os seus riscos.
Mas, por outro lado, ele diz também que tem uma outra situação, né? É aquele que, muitas vezes, leva tão a sério, tão exageradamente, as suas limitações, fraquezas e dificuldades, que ele entra em desespero e esquece da misericórdia de Deus. Então, ele diz que é importante essas duas coisas caminharem juntas.
Ou seja, ele diz que o pecador cai, cai porque desconhece a sua fraqueza e porque confia excessivamente na misericórdia divina. Cai, e, depois da queda, esses dois sentimentos muitas vezes renascem, mas em ordem inversa. A consciência da própria fraqueza toma proporções desmedidas e envolve a alma em um manto de tristeza e confusão que a esmaga; e Deus, a quem se ofendia há pouco antes na presunção de um perdão fácil, aparece agora como um juiz inexorável.
A alma culpada tem medo dele e vergonha de si mesma. Então, veja que são dois movimentos, são dois problemas, né? Que ele diz: é possível, é necessário reagir a essas duas grandes tentações.
Ou seja, antes de pecar, você confia demais na misericórdia e não leva a sério a sua fraqueza; depois que você peca, você exagera profundamente na sua fraqueza, e Deus não é mais misericórdia, mas é um juízo inexorável. E aí você fica com medo de se reaproximar dele, né? E aí o desânimo, quando você cai nessas duas, dois erros, duas tentações, o desânimo toma conta da sua alma.
E aí, o que acontece? Você não luta mais. Portanto, nós não podemos esquecer, segundo, né, José Tisô, e citando, né, São Francisco de Sales, que Deus, de fato, ele tem um coração profundo, misericordioso, que sempre está disposto a nos perdoar.
Mas Deus, também, ele é um grande forte, que se oferece constantemente como apoio para que a gente consiga, né, lutar contra determinadas coisas. Então, no fundo, aquela história: Deus, ele está presente tanto no antes quanto no depois, né? Ou seja, ele, antes, quer ser esse braço forte para que a gente não caia no pecado; e, depois, se de fato, infelizmente, cairmos, ele se coloca como esse coração amoroso, disposto a nos perdoar.
Portanto, nós não poderíamos esquecer disso. E essas coisas são necessárias. Por quê?
Porque, de fato, por um lado, ele diz, né, a montanha da perfeição que nós buscamos atingir é muito alta, né? Vai muito além das nossas forças, e, portanto, é natural que a gente às vezes fique um pouco assustado com tudo isso e com receio. Mas, ao mesmo tempo, nós não podemos também, né, se por um lado temos que ter consciência das nossas limitações e essa consciência de que a montanha da perfeição que ele está nos propondo é muito alta.
Então, por um lado, eu não posso esquecer minhas fraquezas, minhas limitações. Mas, por outro lado, eu também, conforme vou caminhando, conforme vou colaborando com a graça, conforme vou crescendo nessa vida de perfeição, eu tenho que tomar muito cuidado também para não cair na arrogância, na presunção. Ou seja, eu tenho que entender que a luta, a vida cristã é uma luta.
A busca pela santidade é uma luta, e que a gente vai ter que recomeçar constantemente. Ou seja, como ele diz, né? O que fizemos até agora é bom, mas o que vamos começar será melhor.
E, quando tivermos concluído, começaremos outra coisa que será melhor ainda, e assim vai, e assim vai. Isso só vai terminar na morte, no momento final. Então, por mais que a gente também avance e melhore e fique de pé, vai vir uma outra luta.
E aquilo que vamos fazer, com certeza, é algo melhor, né? Mas se cairmos, é aquela história: para não cairmos, apoiemo-nos em Deus. Forte abraço!
Se cairmos, reaproximemo-nos desse coração misericordioso, né? E essa clareza, repito, de que a vida humana é uma luta, que a vida espiritual é uma luta, e seja uma luta pequena, uma luta média ou grande. Mas quem vai estar preparado e ser um vencedor perante todas essas lutas?
Aqueles que estiverem preparados para combater. Ou seja, como ele lembra, citando Joseph Mestre: não há batalha perdida, será aquela que se crê perdida. Ou seja, se eu sei que sempre vai existir algum tipo de luta, que a vida cristã e a vida espiritual são lutas constantes, eu só vou perder isso na medida em que eu não tiver preparado para combate ou na medida em que eu já me rendi e desisti de lutar.
Então, aquela luta, aquela batalha que realmente é totalmente perdida é aquela que eu acredito que está perdida, que não tem como vencer. Mas, se eu tenho esperança em Deus, se eu tenho essa coragem, né? Então, o que acontece?
Vou me preparando, vou indo, né? E, portanto, sei que, em Deus, eu sou capaz de muitas coisas. Só com as minhas forças, não; mas, apoiado em Deus, na sua misericórdia, sou capaz de vencer, mesmo caindo muitas vezes, né?
Mesmo que eu caia em pecados graves, ele lembra disso: o fato de cair em pecados graves não significa que isso me impeça necessariamente de eu progredir na minha vida de devoção, na minha vida espiritual. Desde, evidentemente, que eu não. .
. Não queira permanecer nesse pecado grave, desde que eu não acolha ele no meu coração; desde que eu não queira permanecer nele; desde que eu não adormeça no mal. Essa é a grande questão.
Então, mesmo caindo em pecado grave, mesmo às vezes quando eu fico um tempo prolongado nessa situação, né? Se eu realmente me arrependo, se eu renuncio, se eu rejeito isso no meu interior, mesmo com todas as dificuldades, e repito, mesmo que eu fique, às vezes, durante todo um período em pecado mortal, ele lembra como Deus é misericordioso e bondoso. Lógico que ele deixa bem claro que a luta será maior, porque se você fica caindo em pecado grave e fica um tempo grande imerso em pecado grave, isso vai produzir efeitos negativos, né?
Muito mais intensos. Então, para você se libertar disso, com certeza vai ser mais penoso, né? Mas enfim, nesse capítulo ele nos lembra justamente isso, né?
Que deve haver um equilíbrio na nossa vida, pra gente não cair num desânimo, que é um problema muito grande. Ou seja, por um lado, temos que ter sim o santo temor de não cair em pecado, de não cair em faltas, principalmente pecados graves. Mas também, né, as nossas imperfeições.
Então, a gente tem que ter uma consciência; a gente não pode ter um conhecimento, um conceito muito elevado de si mesmo. Então, eu tenho que ter esse temor, esse receio, esse cuidado, não esquecer minha fraqueza. E é lógico que muitas vezes isso desperta em nós ali um receio: "Ai, meu Deus, será que eu vou conseguir?
Ai, meu Deus, como eu sou fraco! " Sim, é bom não esquecer a fraqueza; é bom ter um pouco esse temor. Porém, esse temor, esse receio, né?
E é um pouco essa desconfiança de si mesmo: "Ai, meu Deus, será? " Tá um pouco disso. É bom, mas tudo isso tem que vir acompanhado, né, de uma esperança; ou seja, de uma confiança inabalável em Deus.
Essa certeza de que Deus, o amor dele, é muito maior que os nossos pecados. Então, por um lado, é bom você não esquecer das suas misérias; por um lado, é bom você não ser presunçoso; por um lado, é bom você ter um pouco esse temor, né? Esse receio de cair em faltas e pecados; é evidente, tomar os cuidados devidos.
Mas, ao mesmo tempo, esse temor tem que vir acompanhado de uma confiança e esperança profunda em Deus, porque senão esse temor leva ao desespero, e aí o desânimo toma conta, né? Então, o temor sem esperança leva ao desespero, mas a esperança sem o temor também pode levar a uma presunção de que nada te atinge, que tá tudo certo, né? Não precisam caminhar juntos, temor com confiança, confiança e temor.
Ele coloca que, além disso, nós temos uma grande coisa na nossa vida como católicos, né? Que é a Virgem Maria, né? Maria e a sua intercessão, não só o seu exemplo de vida, mas a sua intercessão também pode ser um grande instrumento para que a gente não caia no desespero, no desânimo, mas nesse equilíbrio de temor, mas, ao mesmo tempo, uma confiança inabalável em Deus, que é amor.
Que essa meditação te ajude, né? Que você possa refletir, ler o texto, né? Que você continue tendo uma santa quaresma.
Que Deus te abençoe! E se você ainda não se inscreveu no canal, se inscreva, deixa aí, né, o seu comentário, compartilhe o vídeo. Um forte abraço, que Deus te abençoe e até um próximo vídeo.
Ciao ciao!