a curva da banheira ou também chamada de curva de taxa de falha é um gráfico que tem a forma ou se assemelha a uma banheira ele é utilizado para representar a probabilidade de um ativo falhar durante toda a sua vida útil nela encontramos a taxa de falha ao longo do tempo e explicando melhor sobre as suas fases de Infância vida útil e desgaste Então nesse vídeo eu vou explicar melhor sobre a curva da banheira e as suas principais características mas antes da gente continuar Já curte se inscreve no nosso canal para você não perder nenhum
vídeo sobre manutenção Geralmente os equipamentos no início da vida útil tem uma elevada taxa de falhas devido aqui a problema de fabricação instalação inadequada componentes defeituosos ou montagem correta com o tempo esses fatores são corrigidos e um equipamento entra no patamar de estabilidade com uma taxa de falhas mais constante as falhas aqui quando ocorrem são aleatórias depois a medida que aumentam as condições de utilização e agressividade do ambiente em que o equipamento se encontra a taxa de falha começa a aumentar devido ao desgaste dos componentes a identificação da curva da taxa de falha de um
componente ou de um ativo ajuda o controle de manutenção principalmente no controle do estado de saúde do equipamento tempo de garantia e confiabilidade na escolha das medidas necessárias para aumentar a disponibilidade do sistema agora a gente vai analisar três pontos do gráfico que são de extrema importância que são a mortalidade infantil a vida útil e o período de desgaste primeiro a mortalidade infantil essa é a fase em que as falhas ocorrem devido aqui é problema de fabricação como falado antes defeitos de instalação erros de concepção montagem correta e componentes inadequados no período de mortalidade infantil
a taxa de falhas é alta porém ela decresce as falhas preliminares são causadas por defeitos aqui congênitos ou fraquezas erros de projeto pesa as defeituosas processo de fabricação inadequados mão de obra desqualificada estocagem inapropriada instalação e própria partida deficiente entre outros a taxa de falhas então diminui com o tempo conforme os reparos dos efeitos eliminam os componentes frágeis ou a medida que são detectados e reparados erros de projeto ou de instalação celito aponta que nesse período a melhor estratégia de manutenção no caso é a corretiva ou seja cabe a manutenção não apenas reparar o equipamento
Mas corrigi-lo para que ainda não se repita depois a gente tem a fase da vida útil onde os ativos entram no nível de estabilidade em que as falhas que ocorrem na fase de mortalidade infantil foram corrigidas e temos uma taxa de falha estável se ocorrer então falhas nessa fase elas são geralmente aleatórias e o número de falhas é muito menor do que na primeira fase as falhas ocorrem Então por causas aleatórias externas ao sistema tais como acidentes liberações excessivas de energia mal uso ou operação inadequada e são de difícil controle falhas aleatórias podem assumir diversas
naturezas tais como sobrecargas aleatórias problemas externos de alimentação elétrica vibração impactos mecânicos bruscas variações de temperatura erros humanos de operação e outras elas podem ser reduzidas projetando equipamentos mais robustos do que exige o meio em que opera o padronizando aqui a operação Fellipe também aponta que nesse período a melhor estratégia de manutenção preditiva ou seja o monitoramento para detectar o início da falha e finalmente o período de desgaste de acordo com as condições do uso e a deterioração do meio ambiente em que se encontra o equipamento Não começa a apresentar um aumento considerável nas proporções
de erros isso acontece em função do desgaste dos componentes essa fase é caracterizada pelo desgaste do componente corrosão fadiga trincas de aceleração mecânica elétrica ou química então para produzir produtos com vida útil mais prolongada deve ser atentar aqui para o projeto utilizando materiais e componentes mais duráveis um plano de inspeção e manutenção que detecta que iniciou então a mortalidade e esse passo a ser prevenida substituindo alguns dos itens o padrão de falha da curva da banheira é um pouco complicado de determinar e existe um conceito antigo que a curva da banheira era aplicada a um
equipamento e não aos seus componentes individuais Esse é um conceito antigo e que atualmente é entendível que cada componente tem a sua própria curva da banheira individual e que o somatório delas gera a curva da banheira do equipamento um ponto importante em que deve ser levado em conta é que a complexidade dos equipamentos vem crescendo nos últimos anos o aumento da tecnologia embarcada e o uso cada vez maior de componentes eletrônicos ao invés de equipamentos com estrutura mecânica comandando os movimentos tem levado aqui a considerável mudança na natureza das falhas algumas das curvas de falhas
podem ser observadas no desenho ao lado a probabilidade condicional de falhas é traçada Contra o Tempo de operação para uma ampla variedade de componentes mecânicos e elétricos então o primeiro modo de falha é a mais famosa curva da banheira que a gente já explicou aqui o segundo modo de falha representa uma taxa de falhas gradual e uma zona de desgaste acentuada o terceiro modo de falha mostra uma taxa levemente cresce porém sem uma zona que definida de desgaste então uma possível causa dessa falha é a fadiga se a gente conhecer então a curva de tensão
pelo número de ciclos de material do componente é possível prever a fadiga para um determinado do nível de tensão o quarto modo de falha mostra uma taxa baixa quando o componente é novo ou recém-saído de uma fabricação seguido aqui de um patamar constante de falha o quinto modo de falha mostra uma saída constante durante toda a vida do componente com leves ou até imperceptíveis quedas da taxa de falha a probabilidade de falha em qualquer período é a mesma o sexto modo de falha inicia uma redução rápida das taxas de falhas seguindo por um período de
taxas constantes é um modo mais interessante Pois é o único que decresce com o tempo e é o mais usual dos modos de falhas a forma dessa última curva indica que a maior probabilidade de falhas ocorre quando o componente é novo ou imediatamente após a resta estudos realizados em aviões civis mostram que 4% dos itens comportam-se de acordo com o primeiro modo de falha 2% com segundo 5% com terceiro 7% com quarto 14% com o quinto e 68% equipamentos de outros ramos da indústria não se comportam necessariamente como os da Aviação Civil porém a medida
que a complexidade dos equipamentos crescem as curvas 5 e 6 se tornam mais predominante portanto identificar Como está o comportamento das falhas nos seus ativos é fundamental Porque por meio disso é possível definir qual é o tipo de manutenção é o mais adequado já que a curva tem Impacto direto na disponibilidade que a máquina terá para produção assim é possível alinhar as expectativas e uma excelente estratégia de otimização do uso do tempo e dos recursos E agora se você quer entender mais sobre algumas das curvas de confiabilidade e como calcular a confiabilidade nas suas máquinas
eu separei aqui do lado dois vídeos para você