Oi pessoal a PCR que é a reação em cadeia da polimerase é um exame bem sensível que detecta um material genético da leishmania que é um protozoário agora veja ter um exame de PCR em mãos que detectou material genético não vai diferenciar se o seu paciente é um paciente infectado quer dizer ele teve contato com protozoário ou se ele é um animal doente clínicamente isso faz toda a diferença é muito diferente a forma como eu vou manejar um paciente infectado versus como eu vou manejar um paciente doente estabelecer um protocolo de terapia individual para esse
paciente né então a gente não utiliza PCR como exame de triagem ele pode ter a sua aplicação boa na clínica por exemplo seu suspeito de um paciente fortemente que ele tem a leishmaniose visceral no caso dos cães e ele não realizou a soro conversão quer dizer quando eu fiz exame sorológicos não havia alto títulos de Antico ou quando eu busquei por exames parasitológicos diretos como a citologia eu não identifiquei formas a mastigotas a PCR pode ser um caminho para esse paciente entende então é entender a necessidade daquele paciente na realização da técnica que é a
PCR né Um Outro fator importante é Qual o material enviar para PCR a gente sabe que o sangue então colher sangue e enviar para PCR para buscar material de leishmania não é uma um material de eleição para esse exame né muitas vezes a gente faz essa busca por PCR utilizando por exemplo a própria medula óssea Então a gente tem que ter esse bom senso de conseguir identificar que ter uma PCR positiva ou detectável não confirma o diagnóstico do seu paciente mas se para que ele é seu paciente esse exame foi necessário a gente vai ter
que associar os resultados que nós fizemos junto com as alterações clínicas desse paciente com os exames de rotina desses pacientes e Aí sim definir se esse paciente é doente e se a gente vai então instituir um protocolo de terapia para esse animal