E aí [Música] E aí [Música] [Aplausos] [Música] o Olá pessoal boa noite a todos vocês já conversamos lá pelo nosso chat atividade né e agora estamos aqui tratando da nossa primeira nosso primeiro encontro da disciplina Educação de Jovens e Adultos então nós teremos aí quatro encontros e nesse nosso primeiro encontro já começa aí eu eu indico a vocês algumas reflexões que farão parte do contexto da nossa aula de hoje e nas próximas aulas daremos sequência vocês de alguma maneira Já pensaram em se tornar professores da Educação de Jovens e Adultos então começa assim a nossa
aula né Porque é importante vocês observarem que esse é um campo de trabalho também que você como futuro Docente pode atuar e a partir de hoje nós iniciamos nossas reflexões nesse sentido também é para aquelas aqueles polos que estão aí o conosco e vão participar da nossa aula de pensando aí não Só através dos 7 mas tem também outras possibilidades Observe que podemos também participar através desse dessa nós temos aí Adriana. Melo estão observando então Aqueles que forem acessar podem acessar nesse endereço que está lá também Participando da nossa tele aula e como eu já
disse o nosso chat é importante a participação de todos vocês isso enriquece Nossa alta e assim então eu convido vocês para observar os objetivos da nossa aula de hoje que está aí também com de dente com esse convite ao estudo então conhecer aspectos ligados a trajetória histórica da Educação Oi jovens e adultos é um dos nossos objetivos também estudar a questão da legislação da Documentação que ampara o trabalho na educação de jovens e adultos assim como temos também a possibilidade de analisar aspectos sociais políticos econômicos e também culturais do que se refere é o currículo
no contexto da Educação de Jovens e Adultos Estamos tratando sobre a educação de jovens e adultos e é muito importante entendermos o conceito de analfabetismo alfabetização e letramento Então Afinal quem é o analfabeto Será que o analfabeto ele tem cultura ele ele possui cultura e quem é essa pessoa alfabetizada Qual a diferença entre alfabetização e letramento então nós que quando tratamos sobre alfabetização nós podemos pensar que alfabetização significa apenas aquisição da aquela técnica né de registrar no papel agora quando tratamos sobre o letramento é a apropriação além dessa técnica também Apropriação dessa leitura dessa escrita
EA maneira como o sujeito é se envolve na prática bom então o letramento ele implica muito mais do que apenas a técnica da escrita né é o letramento permite é que essa prática social seja analisada então o nosso o nosso sujeito aí dessa aprendizagem é ele vai durante essa participação social vai estar envolvido com diferentes emoções sentimentos ou seja são atitudes diferenciadas em relação aquilo que é Proposto nós vamos enfocando durante as nossas as nossas teve aulas por que é importante também observamos que saber escrever saber ler é uma das capacidades mais importantes para Esse
envolvimento para essa integração para essa data e no que se refere à nossa sociedade de maneira Ampla é então dando início ao as nossas reflexões nossos nossos conhecimentos prévios a respeito da Educação de Jovens e Adultos Então é importante nós temos esse conhece é pensarmos aí na questão de quais seriam os aspectos básicos relacionados à história da educação no que se refere à educação de jovens e adultos e também quem é esse aluno da Educação de Jovens e Adultos atualmente então de quem é que nós estamos falando não é verdade porque é importante considerar esse
adolescente esse jovem esse adulto Mas ele vem de onde Porque ele não partes A escola é ao mesmo tempo muitas vezes é aquele que deixou a escola por algum motivo na sua infância na sua adolescência Então hoje nós vamos tratar do primeiro Capítulo da primeira unidade do nosso livro né Eu trouxe aqui na câmera de documentos o nosso livro para você observar a imagem e aí Caso vocês tem algumas dúvidas também né é essa Tarja é identificação aqui da nossa instituição Mas o importante é você ter aí o Reconhecimento né do nosso livro E aí
a observação de Quais quais são os autores do nosso livro então Maria Bethânia platzer né Esse é um dos nossos livros que estão aí no acervo da biblioteca então dando continuidade a essa nossa reflexão vamos ainda pensando a nossa aula de se entendermos parte daquilo que já está lá no início do nosso livro então nós temos lá logo na página 7 do nosso livro é um Texto tratando sobre literatura de cordel ou seja pau-de-arara vocês realizaram a leitura do material Ele conta a história do Agenor dos Limas né então Agenor ele ele deixa a sua
cidade e ele vai para um grande centro na procura de um trabalho algo que o realize como pessoa né como sujeito forem chegando nesse Grande centro que que vai acontecer o que acontece com muitas pessoas na verdade então existisse uma mão de obra qualificada Exige-se uma série de outros requisitos o que infelizmente o Agenor dos Limas não tinha na época e sem contar também a questão do analfabetismo então Agenor não tinha ido para escola aí então o que que acontece com Agenor muito frustrado Decepcionado ele novamente vai para o pau de arara e resolve voltar
para casa e é interessante quando tratamos aqui já temos duas situações importantes para Pensar primeiro literatura de cordel Que bacana principalmente o pessoal do Nordeste né como eles se utilizam desse dessa metodologia para o trabalho inclusive na sala de aula e aí vamos pensar nas questões da regionalidade sul do Brasil como é que é isso né É qual a valorização que o professor dá a esse trabalho em sala de aula ao mesmo tempo nós vamos e também quem é esse Sujeito da Eja e ainda uma terceira Possibilidade que é a professora trabalhando com literatura de
cordel em sala de aula e como é que os alunos é a recebem né a receptividade dos alunos com relação ao texto foi muito bacana e também o outro detalhe importante vocês estão participando no fórum da nossa disciplina e estou muito feliz porque as contribuições estão sendo excelentes Parabéns para vocês pela dinâmica pela participação pela maneira como vocês Estão pensando a literatura de cordel e note que nós não realizamos nenhum uma pré-aula tratando especificamente da literatura de cordel que também não era nosso objetivo eu quero momento nós estamos aqui trabalhando mais com a criatividade de
vocês então parabéns pela participação está excelente durante nossas tele-aulas vou falar se vocês me permitem sobre algumas postagens de vocês claro que todos é impossível mas é importante que Vocês vão até o fórum e observe a participação dos seus colegas que bacana a contribuição que cada um está deixando lá dando sequência então nós nesse primeiro momento falamos aí sobre a maneira como a literatura de cordel e nos está sendo apresentado E aí na sequência nós caminhamos então para nossa primeira situação problema nessa primeira situação problema nós temos lá a professora Lúcia que está e Com
a literatura de cordel em sala de aula em uma sala com pessoas relacionadas aí a educação de jovens e adultos e ela realiza a leitura desse dessa poesia que vimos ali pau-de-arara e é muito interessante que dá-se a impressão de ser algo tão distante mais um dos alunos dessa professora ele se reconhece né como Agenor dos Limas então o que que vai acontecer o José ele vai dizer para a professora que reconhece essa semelhança Com a própria história de vida dele e ele tem emociona com isso então pessoal uma das situações que já deixa aqui
para vocês é no sentido de ter essa sensibilidade para o trabalho com os jovens e adultos nós não e com adolescentes com pessoas já mais maduras nós vamos trabalhar com pessoas da terceira idade e aí cada um tem uma história de vida e é importante darmos vossa essas pessoas e a educação de jovens e adultos permite isso mas nós Como professores também temos que nos preparar para acolher esse aluno na sala de aula Ok então esse também é um dos significados do nosso trabalho muito bem nós estamos falando da professora Lúcia que tem 18 alunos
da educação de jovens e adultos e aí o José reconhece né como é semelhante aquilo tudo aquela passagem de vida as experiências que hoje nos vimos teve aí em seguida então Na proposta da professora ela abre o diálogo sobre as condições sociais e econômicas dos brasileiros destacando a educação no nosso país e quais ações educacionais marcam a história dos da Educação de Jovens e Adultos no Brasil Então esse já é um convite para observamos a historicização da Educação de Jovens e Adultos mas antes vamos pensar no perfil do José uma pessoa simples É analfabeta ingênua
que aceita tudo que as pessoas vão indicando a Ele sem questionamento Ele simplesmente vai aceitando muita situações que ele não consegue Buscar resposta por si mesmo e ele então de legal fanatismo né muitas vezes nós vamos ouvir inclusive é ou ao fatalismo então muitas vezes nós somos ouvir dessas pessoas Deus quis assim não posso fazer nada né então Quem Sou Eu para Mudar o rumo da história o rumo das coisas na minha vida que eu não consigo fazer nada mais que isso e a ponto de se acomodar de uma maneira passiva né muitas vezes eles
se sentem Discriminados envergonhados e humilhados e ao mesmo tempo também podemos tentar uma outra situação ou seja aqui no nosso curso tem pessoas que já participaram da Educação de José adultos concluíram Ensino Fundamental Concluíram o ensino médio e a e aqui participando do curso eu gostaria que vocês a partir de agora aqueles alunos que já passaram pela educação de jovens e adultos e caminha e seu nome qual Polo porque eu tenho certeza que aqui também nós temos alunos da educação de jovens e adultos e não é só que não ter só que bacana isso é
enfrentar desafios Isso é história de vida então e caminho aqui que nós vamos estar [Música] Parabenizando os polos e ao mesmo tempo os colegas de turma né Que bacana e acolher e juntos buscarem Novos Rumos para a vidas só as experiências que vão ficando e a gente também fica muito feliz com esse muito bem dando sequência então nós problematizamos essa nossa primeira situação de acordo com Carvalho AL a ligação de adultos ela surge no Brasil no final do século 19 ainda de uma maneira muito irregular Deficiência então Note que a partir do terceiro Censo Nacional
pessoal Olha só mil e novecentos nós estamos em 2019 então nessa época é existia lá as pessoas com mais de 15 anos de idade Então nesse extenso se revelava que 65 por cento das pessoas no Brasil eram analfabetas e Se nós formos pensar que lá por volta de 1871 nós tínhamos mais de oitenta por Cento do povo brasileiro analfabeto e ainda tínhamos também em 1881 a lei Saraiva que proibiu analfabeto de votar mas como disse é vocês né pessoas passivas submissas trabalhavam na lava muitos trabalhavam na lavoura né E aí para o trabalho agrícola o
discurso da época é que não existe a necessidade de estudar para trabalhar na lavoura Então essas pessoas é justo isso ele entende de uma maneira natural né É tinha lá o trabalho intelectual e trabalho manual Vamos pensar naquela mulher que faz aquele aquela massa de pão que fica uma de E aí ela pega uma bacia coloque um pouco de farinha um pouco de fermento pouquinho de água mistura tudo lá mesmo sendo analfabeta aquele pão fica uma delícia A Sandra ainda naquele forno a lenha né E nós aqui nossa com curso de graduação e tudo mais
pega uma receita vai fazer aquele pão não sai igual gente quê que é isso né mesma coisa o pedreiro existem pedreiro Semi-alfabetizados e eles misturam a massa cimento e fazem é naquela construção o que o que foi pedido para ser feito mesmo sem ser uma mão de obra qualificada por que que eu estou falando dessas pessoas porque não essa analfabeta que faz o pão se transformar em alguém que vai trabalhar lá numa panificadora ou Pedro a trabalhar numa grande Construtora e muitas vezes essas pessoas analfabetas quando consegue uma colocação em um desses lugares é o
Próprio espaço incentivar a volta para a escola então nós não temos na escola só aquelas pessoas que de repente deixaram de frequentar a escola por motivos imagina aquela aquela família que vai para lavoura colher algodão em muitas regiões do Brasil a família toda no tempo da colheita vai para o campo para realizar essa colheita Os filhos vão junto com os pais e aí é culpa da Criança é culpa dos adultos nós não estamos buscando culpados até porque nós Temos que entender esse contexto social contexto econômico na verdade então nós vamos durante as nossas reflexões a
entender a identidade desse alunos da Eja e muitos inclusive estão aqui como Imigrantes eles vêm de outros países e aí na nossa cultura muitas vezes eles estão buscando a educação de jovens e adultos para se alfabetizar também ok bom Dando sequência problematização nós vamos observar que a partir da década de 1930 e posterior 1947 até 1963 várias campanhas de alfabetização vão surgindo no Brasil com qual objetivo aquelas pessoas que estavam lá trabalhando na lavoura por volta de 1940 - 945 é um período de desenvolvimento no Brasil e muitos insatisfeitos com o trabalho na lavoura o
mesmo buscando é uma outra qualificação para o seu trabalho o pensando na questão familiar na questão Econômica eles deixam lavoura E vem para cidade aí então os costumes a cultura tudo diferenciado né E aí então nós vamos observando que que vão existindo Mudança Já está começando a chegar aqui as contribuições Olha só pessoal a professora aqui na sala nós temos a Vanessa a lua gente olha contas a Vanessa a Luane a Sirlei Oxe o Sirlei a Maíra todas as mulheres mulheres que se casaram no atenção gente olha a identidade dos alunos a estes mulheres que
se casaram novinhas tiveram filhos e Depois voltar no para escola fizeram a educação eu estou fazendo graduação em pedagogia Montes Claros Minas Gerais Parabéns pessoal esse aí então provavelmente essas mulheres e ainda tem outra situação em marido deixou voltarem para escola nós vamos falar também sobre violência doméstica Então são várias expectativas que a gente começa a reconstruir a partir da própria experiência de vida que nós Temos que é como a participação de vocês enriquece nossas aulas não disse isso anteriormente já estamos começando a vivenciar aí muito bacana saber que vocês estão aí participantes bom na
sequência então nós estávamos dizendo que lá por volta de mil novos a partir de 1940 1930 né Que nós tínhamos lá uma mão de obra que deve vir para atender esse contexto urbano-industrial E aí A Essência política também lá por volta de 1945 EA preocupação com esse povo que Não vota né aí então ao mesmo tempo o analfabetismo se torna uma vergonha Nacional então o analfabeto era taxado de preguiçoso uma pessoa que não cuidava da própria saúde nem da saúde do da sua família é aquele que só se preocupava com a inchada né uma muringuinha
da água mas chata descalço sem se preocupar muito com a sua aparência pessoal então muito humilhado né sentiu-se envergonhado Diante disso tudo isso aí então suja as campanhas Então observa aí no nosso slides nós temos é a campanha de Educação de adultos que é cê a né A nomenclatura a campanha nacional de educação e a campanha Nacional de erradicação do analfabetismo e vamos observando aí várias campanhas surgindo e quem fazia parte dessas campanhas a como a sociedade começa a se preocupar com a formação desses sujeitos é mas quem é que vai dar aula para esse
povo Se nós se nós tínhamos que pensar lá que a princípio é quem se preocupava com a educação no Brasil nós tivemos os Jesuítas como os primeiros educadores depois dos Jesuítas se vão né Então essas pessoas que vão trabalhar com educação de jovens e adultos não tem capacitação para o desenvolvimento de trabalho ou muitas vezes uma palestra super rápida e a Então já se inicia o trabalho pensando justamente e nessa questão das campanhas né então quem é Que vai trabalhar na campanha o governo que incentivar essas pessoas os movimentos da igreja né que estão aí
juntos é uma organização social de maneira geral e nessa fase Então são criadas mais de 10 mil classes para atender os analfabetos no Brasil será que alcançaram êxito muitas críticas não surgindo justamente pela falta de preparo mas é aí então a preocupação com a formação de professores Observe nosso slides então Quando falamos da formação esses primeiros é alfabetizadores ele recebe um treinamento de forma muito ali gerada e as aulas então eram realizadas em espaços improvisados cedido pela igreja empresa o e particulares pessoal chama atenção de vocês para esse detalhe não servem aí as aulas eram
realizadas onde espaços improvisados cedidos por quem pela igreja empresas e particulares hoje ainda Muitas empresas atendendo os seus funcionários analfabetos no horário do almoço ou em outro horário que seria para Descanso o aluno vai lá estudar e também os passos da igreja e demais espaços improvisados e quanto ao material material didático Será que era compatível com a realidade da época a nossa que aqui nós podemos começar a fazer um parâmetro hoje nós temos Professor quem é o Professor que trabalha na educação de jovens e adultos atualmente Será que ele tem capacitação para atuar na área
E aí também porque que esse aluno deixou a escola em um determinado momento da sua vida não seria por causa do transporte não seria pela falta de escola na sua região Então são situações que continuam a e presentes nós temos o nosso plano nacional de educação e os anteriores também que tinha lá o propósito de em 10 Anos erradicar o analfabetismo do Brasil como é que está a situação nós estamos em 2019 nós ainda não conseguimos erradicar o analfabetismo do Brasil o que será e Então qual o envolvimento político social re conomico com educação de
jovens e adultos então começamos aí a partir da nossa unidade de um tratado sobre isso ainda dando continuidade a essa problematização nós vamos observar que a Partir de 1950 Paulo Freire começa a chamar a atenção para as causas sociais que estão lá atrelados ao analfabetismo Então vamos observando que em 1958 temos uma campanha e e aqui Paulo Freire já começa a se apresentar de uma maneira diferenciada inclusive vários autores várias obras tratando sobre a participação de Paulo Freire na educação de jovens e adultos é sempre importante Lembrar que Paulo Freire não e morreu Essas atividades
sozinho ele participava de um grupo que o auxiliou então Paulo Freire ele participa lá em 1960 é inclusive apresentando o programa de educação popular que vai chamar muito atenção do governo não é verdade e o Plano Nacional de alfabetização nós vamos observar aí Aqui nós temos o golpe militar né e 1.900 o trabalho de Paulo Freire e vai sendo aí muito bem estruturado então nós temos nessa faixa Aqui pensando na questão da historicização nós temos o governo Fernando Henrique é aliás aqui ainda anterior né Nós temos vários governos já preocupados com AL a ação mas
nós temos também críticas contundentes a essas campanhas de alfabetização em durante o governo militar muitos programas de alfabetização são reprimidos pelo governo EA então durante o governo militar surge o Mobral que é Um trabalho que vem sendo apresentado pelo próprio governo e vamos percebendo então que a partir do Mobral essa proposta governamental ela Desconsidera a migração Rural ela também faz além de apresentar muitas críticas ao trabalho realizado por Paulo Freire ela ainda segue e valoriza o modelo industrial e o Mobral apresenta uma orientação o Rio material didático esvaziado de criticidade de problematização que era o
trabalho Sugerido por Paulo Freire na próxima semana a nossa aula será dedicada exclusivamente a compreendermos o trabalho proposto por Paulo Freire é importante que vocês já realizem a leitura do material trair se inteirando né da possibilidades que Paulo Freire sugere quando pensa na educação de jovens e adultos aí chegamos bem mais próximos nessa historicização que Estamos apresentando a vocês aqui relacionada as campanhas que foram Existindo ao longo desse cenário político e ao mesmo tempo a maneira como a educação de jovens e adultos é acolhida pela sociedade pela Elite né três a elite E também pelas
questões políticas que estão envolvidos será que é interessante todo brasileiro além de Alfabetizado também ser letrado ou seja conseguir analisar desvelar aquilo que está por trás do que a mídia nos apresenta isso é totalmente Né Vamos imaginar lá em 1950/1960 então dando continuidade Observe no nosso slides 1985 já é bem recente né pessoal e 1985 o Mobral ainda utilizava lá recursos elevadíssimos se formos pensar na questão financeira E aí então é com essa atuação discreta no momento em que o governo estava lá em crise o Mobral o instinto e vai se criar a fundação educar
aqui bem mais próximo a nós já nós temos o programa de alfabetização solidária durante o governo de Fernando Henrique Cardoso depois em 1999 nós temos um plano nacional de alfabetização e cidadania e depois durante o governo Lula o programa Brasil Alfabetizado bom então nós várias campanhas pensando É principalmente na erradicação Não é nem minimização é erradicação do analfabetismo no Brasil todos os governos apresentam algumas campanhas mas assim onde esse aluno é atendido mudou muito a maneira de se valorizar o trabalho realizado pelo professor na educação de jovens e adultos e essa formação do professor contribui
para que esse aluno permaneça na escola porque se você for observar aí na sua região é o aluno efetiva matrícula Mas ele não é motivado para continuar E aí muitas vezes ele acaba desistindo novamente porque desistir novamente então assim como existe a efetivação da matrícula tem que ser valorizada a permanência do aluno na escola até a conclusão até ele alcançar êxito naquilo que ele busca na escola É assim nós temos o aluno com necessidade educativa especial nós temos aquela mãe que de repente não enquanto adolescente né que nós vimos aí É a mãe deixou a
escola ou até no interior a sua gravidez precoce Então são várias situações que não estamos aqui também para criticar porque nós como professores nós vamos acolher o Adolescente em conflito com a lei muitas vezes o adolescente é com envolvimento com drogas ilícitas ele deixa a escola por diferentes situações até envolvimento lá com Conselho Tutelar Cras desiste de tudo E daí um belo dia ele volta que bacana mas nós professores Também Como já disse a vocês temos que ter um preparo também no sentido de aqui a vida desse que deixou a escola tem uma das situações
bem interessante é eu não sei fazer a escola justamente para isso né para atender aquele aluno que não sabe fazer agora muitas vezes o próprio Professor coloca toda a responsabilidade de uma reprovação não para aquele aluno que não sabe fazer e o aluno desiste de estudar por ser reprovado Ou até antes da Reprova quando ele vê que as notas não estão boas ele já desisti da escola então pessoal nós estamos aí buscando a identidade desse aluno e olha só quantas possibilidades nós temos muito bem diante desse quadro Vamos pensar na resolução da nossa situação problema
desde tudo Agenor das Limas dos Limas que nós vimos lá é no nosso na a temperatura de cordel que não trabalhar com a literatura de cordel em sala de aula porque a literatura de cordel ela Sugere reflexão sugere indagações sobre muitas questões relacionadas à educação no Brasil ela ela está lá indicando condições oportunidades tanto na vida social no trabalho para os jovens e adultos Ainda não escolarizados mas que a escola desgraça possibilidade e existe também é ações públicas que vão mijar a conquista da Eja porém percebemos ainda muito pouco valorizada de maneira geral e como
eu Disse a vocês eu já estou lá observando o nosso fórum a participação e com a literatura de cordel olha só o que que o Rafael da Silva Bezerra Ele é lá de Querência no Mato Grosso não vou ler tudo que ele postou lá mas olha só essa partezinha como chama atenção a sala de aula pode ser um ninho de passarinho que protege o adolescente das ventanias que destrói a sua juventude que bacana isso né diferente e aí ele também no texto dele está dito assim os erros são Lições de vida que quando não corrigidos
destrói os sonhos esperanças e fé Então muitos alunos da Eja Quando pensamos naquele adolescente que deixa o ensino médio por diferentes situações Envolvendo família contextos a questões econômicas sem a muitas vezes ele deixa a escola para o trabalho para ajudar em casa mas ele não tem uma mão de obra qualificada então aí esse ninho de passarinho aqui é muito bacana para essa relação não é Verdade nós pensarmos que a escola acolhe ao mesmo tempo ele vai vivenciar tantas coisas interessantes no que se refere aos seus objetivos né e ele volta para a sociedade para prática
social por envolvimento com o trabalho novas perspectivas de vida muito bacana isso pensando na nossa segunda situação problema e nós vamos nós temos aí a possibilidade de observar uma outra Situação de sala de aula então do foco aqui é a Mariana a Mariana tem 54 anos e ela lá no no nosso material de apoio está colocado o que ela busca ansiosamente uma vaga em um centro de educação infantil para sua neta com três anos mas será que No Brasil existe escola para todos gente tem uma legislação lá que contempla isso a Constituição de 1988 LDB
93 94/96 documentos recentes na verdade se formos pensar na contextualização histórica então a Mariana fala muito de uma van a sua neta no centro de educação infantil que desde 1996 instalar na nossa LDB e até anterior à Constituição de 1988 mas só que nós temos também esse cenário legislativo envolvendo obrigações do Estado obrigações do município Obrigação inclusive do governo federal e principalmente em propiciar uma vida digna à população só que existe uma grande distância entre aquilo que é colocado como intenção que está lá na lei e o comprimento a efetividade disso que está pôs Como
lê aí isso envolve os desafios que ainda se mostram distante dessa realidade então nós temos esse o acidente desigualdades se formos dizer existe escola para todos Porque então grandes filas no início do ano letivo em muitas regiões do Brasil sem contar depredação das escolas e tantas outras situações que podemos acompanhar pelo mundo midiático aí na sequência problematizando ainda esse nosso problema nós começamos a entender então os desafios da Educação de Jovens e Adultos Nossa que nós temos aqui a declaração universal dos direitos do homem de 1948 e lá nossa temos um Conceito de cidadania que
vai se referir a condição adquirida por cada sujeito que deve conseguir exercitar seus direitos que estão lá assegurados por lei e 2 há 14 o Instituto Brasileiro de geografia e estatística ou seja o IBGE ainda divulga que 8,3 por cento dos brasileiros com mais de 15 anos são analfabetos então Note que existe a criação de programas visando à superação dos Índices de analfabetismo existem professores mas nós Ainda temos aí 8,3 por cento de brasileiros analfabetos acima de 15 anos Então essas pessoas teriam que voltar para escola é participar do ensino fundamental do ensino médio para
pensar posteriormente no naquilo que estamos realizando aqui hoje ou seja uma graduação e ainda não é buscando contextualizar o conceito de analfabetismo Note que o que é que consideramos analfabetismo uma pessoa que não sabe ler nem escrever um bilhete simples no idioma que conhece então essa distância entre as intenções que estão lá promulgada na lei e o seu real comprimento apresenta-se em vários documentos e note que além dessa apresentação nós temos por exemplo a resolução do Conselho Nacional de Educação que a do ano 2000 que lá já orienta inclusive as Diretrizes curriculares para a educação
de jovens e adultos no Brasil é e quando falamos de diretrizes curriculares para a educação de jovens e adultos se eu tenho aqui outra pergunta aqui da próxima aula vamos tratar com mais especificidade será que o mesmo trabalho realizado pelo professor nos anos iniciais do Ensino Fundamental deve ser realizado em sala de aula com jovens e adultos O ou existe ela deveria existir aí uma metodologia diferenciada para tratar com o aluno da Educação de Jovens e Adultos o professor deveria acolher esse aluno adulto de maneira diferenciada daquele aluno lá dos anos iniciais do Ensino Fundamental
o quê que vocês acham disso mesma metodologia para criança e para adulto O que que tem nesse contexto de diferente vamos começar até assar sobre isso ok muito bem Ainda temos também que pensar Se temos as diretrizes curriculares da Educação de Jovens e Adultos Será que o mesmo conteúdo trabalhado no ensino fundamental no ensino médio regular deve ser o mesmo para educação de jovens e adultos bom e muita gente fala que não não é verdade será que se fosse diferente as nossas acadêmicas estariam aí hoje no curso participando conosco então nós o mesmo conteúdo trabalhado
no Ensino fundamental no ensino médio conteúdo básico ele é trabalhado na educação de jovens e adultos apenas a metodologia diferenciada para esse trabalho Ok continuando nós vamos observando aí fundamentado na questão da legislação né primeiro nós vamos observar na LDB 93 94/96 no seu artigo 37 que a educação de jovens e adultos será destinada Para Todas aquelas pessoas que não tiveram acesso ou continuidade nos Estudos e no ensino fundamental quanto no ensino médico aqui é importante é nós registrarmos a que a seguinte questão o aluno que deixa escolas em concluir o ensino fundamental apenas a
partir dos 15 anos que ele pode efetivar matrícula para conclusão do ensino fundamental na educação de jovens e adultos Ok e fala conclusão do ensino médio apenas com 18 anos o aluno vai efetivar sua matrícula para conclusão do Ensino médio Porque delimitada essa faixa etária é houve um tempo em que muitos alunos do ensino médio deixavam a escola pensando em parando um pouco com os estudos matriculando-se depois no ensino médio da Educação os produtos para conclusão do curso Então agora nós temos 15 anos é a base para essa matrícula no ensino fundamental 18 anos para
o ensino médio Ok e temos Também pensando na legislação o proeja que a educação profissional atrelada a educação de jovens e adultos então o aluno ao mesmo tempo que ele concluí o ensino fundamental eo ensino médio também Aí existe a possibilidade de se aluno participar de um curso de educação profissional e nós temos o enseja que é uma uma avaliação Para conclusão tanto do ensino fundamental quanto do ensino médio na Qual o aluno participa e lá nos anos 70 essa prova a viciada né hoje nós temos aí grandes possibilidades voltando aqui então para o nosso
slide nós podemos observar aqui parágrafo primeiro os sistemas de ensino assegurarão gratuitamente aos jovens e adultos que não puderam efetuar os estudos numa idade regular a oportunidade agora considerando as características desse alunos seus interesses suas condições de Vida de trabalho mediante cursos e exames então Note que na conferência mundial de educação para todos já se reconhece inclusive o analfabetismo Aliás o alfabetismo funcional que aquele que participa ao mesmo tempo permanece durante o período da escola desenvolvendo as atividades mas sem a cidade e aí para ele é importante realizar a leitura por exemplo se ele vai
andar de ônibus Né importante ele saber para onde vai que horas são em várias outras possibilidades Mas o importante mesmo é essa questão de acesso permanência e êxito até a conclusão daquilo que vem proposto para o trabalho na escola na sequência nós vamos observando aí quantas metas temos no nosso plano de Educação na verdade Plano Nacional de Educação e é um documento recente é de 2014 nesse documento se apresenta os direitos sociais Relacionados à questão Educacional a qualidade do ensino ele vai falar também do respeito a uma essa a saúde a qualidade dessas a alimentação
trabalho moradia transporte lazer segurança porque estão implícitas lá na meta oito na meta 9 na meta 10 promoção humana científica tecnológica aqui nós perguntamos né Será que em todas as regiões do Brasil nós temos acesso às tecnologias aí na sua região Será que a maioria dos Alunos já tem acesso a tecnologia porque se formos pensar nesse aluno analfabeto até eu me considero uma pessoa alfabetizada tecnologica mente e você como é que está as envolvido com as tecnologias é importante também a continuidade nessa caminhada pessoal participando aqui aluna Vanderleia foi da E aí olha que legal
foi minha aluna da ESA e agora minha aluna na faculdade Polo de Linhares lá no Espírito Santo Parabéns Pessoal aí em muito bacana estou dizendo para vocês vocês enriquece também é valorizando esse aluno que está aí participando ele tem toda uma história de vida que nas nossas próximas aulas vamos poder também é participar dessa dessa grande mudança na verdade uma grande mudança na vida e muitas vezes essas pessoas pensam assim ah mas a faculdade é uma é algo assim tão difícil até de ser sonhado pior é possível assim como você está aqui imagina você Trabalhando
na e já e convencendo as pessoas que estão lá a participarem a virem para faculdade não é algo impossível o impossível é Basta apenas saber enfrentar desafios a enfrentar o desafio não é fácil né sabendo de tudo isso mas é aí que a Vitória realmente se realiza na verdade pessoal dando sequência nós estamos aí problematizando essas questões relacionadas à legislação então a educação de jovens e adultos ela passa a Ser integrada pela secretaria de educação continuada E aí nós temos alfabetização diversidade e inclusão temos também o programa nacional de integração da educação profissional que é
o proeja que vai estar relacionado com a eja a resolução que vai estabelecer as diretrizes Como já tamos então esses são considerados avanços da educação de jovens e adultos e a atual função da Educação de Jovens e Adultos está justamente no atendimento a classe trabalhadora a questão envolvendo aí esse compromisso com a formação humana Olha lá professora os alunos do Polo 2 de Arinos ressaltam que é necessário um acolhimento legal que bacana que já estamos pensando aí da mesma maneira uma metodologia mais dinâmica respeitando o características realidade cultura de cada grupo Sem falar que hoje
temos Acesso à tecnologia o pessoal se estamos falando da identidade do aluno da Eja se pensarmos nesse contexto social Nossa como aquela pessoa fala errado é uma questão cultural não é verdade então mesmo no ensino regular o próprio professor de língua portuguesa dizendo que seu seu aluno fala errado Será que seria esse o termo a ser utilizado pelo Professor para essa reflexão e aí o respeito à individualidade dessa criança lá no ensino regular porque muitas vezes Essa criança deixa a escola justamente pelo preconceito pela discriminação do próprio professor em sala de aula e aí que
bacana que vocês estão com essa visão de que o professor que vai atuar na educação de jovens e adultos tem que ter um acolhimento diferente humano na verdade que bacana que já estamos todos caminhando estamos iniciando esse caminho o resolvendo Então nossa situação problema de número dois existem avanços Mas existe muito ainda caminhada é verdade então historicamente o analfabetismo ele se tornou a expressão da pobreza EA Então como já dissemos existe aí uma estrutura social injusta o sujeito não reconhece os seus direitos como cidadão e ao mesmo tempo ele não sabe como lutar como reivindicar
seus direitos segundo Gadotti ser ingênua combater o analfabetismo Sem enfrentar as suas causas Mas qual seria a causa do analfabetismo Será que a culpa é do aluno que não vem para frequentar a escola e muitos dessa sociedade elitizada e coloca a culpa no aluno né nessa pessoa que deixou a escola para ir trabalhar e uma mão de obra não capacitadas e muitos alunos do ensino médio acham que recebendo 200 300 reais por mês eles estão auxiliando a família Ainda sobra um troco para passear no final de Semana mas se a gente for pensar para o
momento é válido é válido Acho que nem para o momento é válido Mas vamos pensar no contexto de que daqui a pouco e se adolescente pensa em formar uma família é eu trabalho com ensino médio eu sou pedagoga em um colégio da rede estadual aqui na minha região e nós observamos 18 isso o alunos do período matutino quer passar para o noturno porque conseguiu um emprego só que aí em várias situações a primeira dela Como se relacionar com o patrão tantas outras nessa fase de adaptação até porque receber um salário é mais bacana Então vou
parar de estudar só vou trabalhar aí depois de um certo tempo ele vai perceber muitas vezes se arrepende e volta para escola e aí é o nosso aluno da Educação de Jovens e Adultos então pensando nessa resolução de problemas nós vamos observando aí a questão histórica do analfabetismo e ao mesmo Tempo Quais as possibilidades que a escola nos dá hoje de atender esse aluno de acolher esse aluno e a formação a capacitação do professor para Desenvolver atividades em sala de aula que sejam se os aplicativos para esse aluno adulto ou da 3ª Idade algo que
começamos a falar também vamos pensar numa sala heterogênea no real sentido da palavra por isso a importância de formação do professor na mesma sala de aula nós temos Adolescentes meninas e meninos adolescentes adultos da terceira idade e necessidade especial também porque não ai muito difícil trabalhar nesse contexto pessoal Nós aprendemos muito também por mais que estudamos quando nós estamos abertos a aquilo que se apresenta como experiência de vida ou dentro das possibilidades que a escola nos dados nós estamos aprendendo o tempo todo os alunos em ciências de vida dos nossos alunos Que bacana Hoje eu
atendi um adolescente que estava passando mal com dor de estômago então a mãe é disponibilizou de alguma maneira essa criança para uma outra família cuidar perdeu o contato com a mãe com os irmãos não tinha pai até 12 anos estava sem nenhum documento a mãe que adotou essa criança e morreu com câncer então ele já não tinha mãe veio para essa outra mãe a mãe Teve câncer a mãe adotiva teve câncer faleceu o pai faleceu no acidente de trânsito e ele foi morar com os irmãos a irmã casada o esposo batia nela e aí teve
uma discussão entre eles e ele foi morar sozinho com 14 anos ele foi morar sozinho em uma casa depois de um certo tempo ele vai morar com outro irmão e hoje hoje ele está bem né mas assim quando você ouvir essa história de um menino de 16 para 17 anos Olha que história de vida eu na minha Idade não passei pela metade do que esse aluno nosso já passou está ali convivendo a mente conosco então experiência para essa colhida como vocês mesmos externos é muito importante só que esse aluno está nesse sendo regular Ok dando
continuidade nós vamos lá para nossa terceira situação problema objetos que remetem à infância A Patrícia ela tem 28 anos e nós estamos aí tratando da literatura de cordel a escola do filho da Patrícia Não trabalha literatura de cordel em sala de aula e aí vem a questão né lá na nossa página 48 do livro que vai começar a falar sobre o contexto do currículo quais conhecimentos são de fatos valorizados pela escola por quê que nem toda escola é todos os conteúdos são importantes Então por e aqui a literatura de cordel é pouco conhecida em algumas
regiões do Brasil porque não se trabalha a literatura de cordel em sala de aula e aí então A grande questão É sobre a proposta curricular O projeto político pedagógico da escola estão a envolvido A proposta curricular os professores contribui para elaboração do projeto pedagógico da escola e para a proposta curricular E por que não valorizar é porque não valorizar isso que nós estamos tratando aqui ou seja a literatura de cordel no currículo Observe o nosso slide então o conceito de currículo ele pode Ser compreendido como a porção da cultura os seus conteúdos e práticas e
são considerados de relevância num dado momento histórico então no espaço escolar esses conteúdos históricos eles vão se transformando ensino-aprendizagem e temos também um processo avaliativo e o currículo é ele muitas vezes está permeado por contradições tensões por quê Porque atrelado a proposta curricular nós vamos ter aí a Função social da escola que é contribuir para a formação do sujeito Mas qual a intenção então muitas vezes nós vamos observar que determinados conteúdos nem sempre são valorizados pela escola querem um conteúdo questionada no momento educação sexual deve ou não ser tratada no contexto escolar vamos pensando e
para as nossas próximas aulas Ok continuando sacristán sugere interpretar o currículo Como algo que se constrói no cruzamento das influências relacionadas aí as atividades diferenciadas e também a inter-relacionadas porque o professor pode trabalhar de maneira interdisciplinar e a proposta curricular e vai ajudar a organizar o plano de trabalho docente vai ajudar a organizar o tempo né o espaço o material didático quando fala Em tempo por exemplo se tem uma enchente EA criança não vai para a escola o adulto não vai para a escola como é que a escola resolve isso e a enchente é algo
de momento mas se a gente for pensar naquela O que leva os filhos para a colheita então a escolha Cabe à escola isso está na lei cada escola organizaram um calendário diferenciado de acordo com as necessidades dos alunos Então o a proposta curricular não é um documento Bear a mente técnico e existe Contextualização histórica as forças sociais os fenômenos que estão lá inter-relacionados voltando ao nosso slide nós temos que entender que o currículo ele em sua prática ele pode expressar a função socializadora e cultural o que o currículo ele reagrupam uma série de subir sistemas
entre os quais estão aí a prática pedagógica aí o currículo se apresenta dessa maneira então o currículo pré e tu é aquele que nos é apresentado pelas de CNC Então ele tem um caráter obrigatório o currículo apresentado pelos professores ele está lá como proposta pedagógica como o livro didático existe o currículo que é moldado pelo professor em sala de aula que está envolvido com a prática realizada pelo professor em sala de aula então será que a metodologia utilizada pelo professor ela acaba influenciando no sucesso ou no fracasso do aluno quais seria então é a Valorização
aí das manifestações de linguagem como nós já falamos e tantas outras situações observadas Nesse contexto então se nós temos o currículo para ele o currículo apresentado pelos professores como o plano de trabalho docente mas depois ele fecha a porta da sala e lá ele desenvolve outra prática nós vamos além Observe no quadro então nós temos o currículo em Ação o que seria isso currículo em Ação é aquilo que sustenta a ação pedagógica na Prática e aquele currículo realizado pelo professor ele produz um efeito muito complexo porque envolve cognitivo envolve o Moral afetivo e temos aí
o currículo avaliado que aquele que impõe critérios tanto para o ensino quanto aprendizagem e ele oportuniza atividades que podem estar condizente ou não com a realidade a flexibilidade no que se refere ao planejamento as atividades a serem realizadas em sala De aula e voltamos então para a solução do nosso problema relacionado à questão da legislação então nós temos a resolução do Conselho Nacional de Educação que sugere diretrizes curriculares nacionais para a educação de jovens e adultos nós temos também o parecer 11 anos 2000 que trata sobre o Conselho Nacional de Educação e aí quando falamos
quando tratamos Sobre aquelas forças que estão lá é Envolvendo as discussões relacionadas ao currículo que é uma questão histórica também e pensamos nessa identidade do aluno quantos conteúdos são importantes para o trabalho com a educação de jovens e adultos relacionados a diva Boa tarde porque é importante entender a diversidade Nesse contexto que estamos vivenciando lá na educação de jovens e adultos contexto social cultural Familiar político econômico e como tratar doença e sala de aula com faixa etária diferenciada diferentes visões de mundo porque nós temos o adolescente a pessoa mais madura a pessoa da terceira idade
e nesse ambiente cabe ao professor a buscar maneira de tornar esse ambiente harmonioso E mais uma vez Então é a gente recorta aquelas situações em que Respeitar é a história de vida e não tratar isso de forma alienada ou alienante então continuando problematizando agora a nossa situação de número 3 A educação pautada na cultura dominante ela tende a receber um valor diferenciado em detrimento do que consta na lei Então pessoal será que está sendo valorizada a atitude ética e política que se encontra em volta lá nos discursos preconceituoso de classe de Religião e tantos outros
que nós podemos observar tô pensando no currículo o currículo afeta a vida das pessoas existem necessidades básicas para se viver de maneira harmoniosa então é sugerido a escola a necessidade de inserção de determinados conteúdos escolares que tratem sobre essa diversidade e note que embora exista conteúdos que já estão definidos pelo currículo Como o professor pode conhecer a realidade de seus alunos e oportunizar um currículo multicultural Então temos que pensar em inclusive em estratégias Quando falamos a vocês sobre diferentes contextos diferentes conteúdos que podem ser desenvolvidos em sala de aula não e no ensino regular o
professor diz ai mas a minha matéria a minha disciplina é matemática O que é que Matemática tem a ver com violência Doméstica será que ainda precisa trabalhar sobre violência doméstica no espaço escolar então o que que você acha o pessoal vamos começar a pensar sobre isso é importante trabalhar violência doméstica no contexto da sala de aula Vamos pensar numa outra situação educação ambiental Como é o relacionamento o nosso relacionamento no primeiro momento como cidadão como professor e aí nessa Relação de sala de aula como tratar sobre educação ambiental será que é necessário se nós estamos
falando da criticidade que está lá indicada no projeto político pedagógico como é que nós podemos tratar com o nome no ambiente da sala de aula sobre aquilo que aconteceu em Brumadinho qualquer pessoa vai pensar como é que nós colocamos algo que a gente sabe que vai desabar nós colocamos mais acima e Daí construímos nossa casa embaixo para ficar esperando desabamento então A análise das situações né que nós vamos observando a partir da nossa realidade se estamos lá pensando que de repente deve ser construir uma usina hidrelétrica E aí depois tem aquela enchente Por que abrisse
as comportas Deus quis assim será que foi Deus mesmo é um fenômeno natural então nós temos também que estiver aos nossos alunos a essa Reflexão sobre a realidade que nós vivenciamos então quando vamos pensar o tocando novas situações nós temos que pensar também nessa contribuição de você enquanto acadêmico pode favorecer nesse momento E também temos que pensar que nós estamos aqui refletindo sobre a nossa formação como futuro professor da educação de jovens e adultos e aí Resumindo o contexto da nossa aula de hoje nós temos uma cápsula que vai Apresentar essa toda essa situação e
depois nós voltamos para observar mos o nosso tempo ainda de cinco minutos então estamos aí quase fechando né que só se não der para votar já deixo aqui o meu abraço a todos vocês vamos ao nosso resumo da aula e ainda hoje guarda alfabetismo é um problema que atinge mais de 10 milhões de brasileiros entre os grupos que concentram os maiores índices de Analfabetismo e analfabetismo funcional estamos que trabalham em serviços domésticos na construção civil e no setor Rural 16 anos e meio já trabalhar olhava de creme não tá 5 horas da manhã comecei a
pegar mais idade comecei a trabalhar como doméstica para tomar o ônibus era difícil porque se você falasse o nome do ônibus não sabia ler aí eu operei não pude mais trabalhar aí eu fiquei com síndrome do pânico e fiquei com depressão se eu me lembro até Hoje a primeira letra que eu consegui ler eu achei que foi um instrumento musical quando eu aprendi ler o nome daquele instrumento a primeira palavra peguei aprender ler erradicar o analfabetismo do solo nacional é uma tarefa que muitos governos Já tentaram cumprir fazendo uma análise histórica a partir da metade
do século passado tivemos uma série de campanhas nesse sentido de o centro de 47 a 1963 tivemos a campanha de Educação De adolescentes e adultos a campanha nacional de educação Rural EA campanha Nacional de erradicação do analfabetismo um pouco mais tarde durante a ditadura militar foi criado o Mobral movimento brasileiro de alfabetização e após a redemocratização novos planos surgiram timidamente nos governos de Collor e FHC quando Lula assumiu o poder o Brasil já tinha uma longa trajetória na EJA o que o levou a criar o programa Brasil Alfabetizado se analisarmos a definição De cidadania vamos
encontrar que se trata da condição de um indivíduo de exercitar seus direitos assegurados por lei e a educação é um direito do cidadão brasileiro na Constituição de 88 Existem várias promulgações referentes à educação com destaque para a busca da erradicação do analfabetismo e para universalização do atendimento escolar o artigo 208 por exemplo pontua que é dever do Estado garantir a educação O que é obrigatória e gratuita assegurando A gratuidade Inclusive a quem não teve acesso na idade própria dos 4 aos 17 anos o que contempla público da Educação de Jovens e Adultos um importante Marco
para esse público foi a criação do Plano Nacional de Educação em 2014 entre as 20 metas e estratégias apresentadas pelo pne é como estão novas políticas que atuam no sentido de erradicar o analfabetismo e reforçar a educação de jovens e adultos no Brasil o promoção está previsto já desde a consulta 88 Depois nós temos LBB e ali já está previsto a construção de planos nacionais de educação para preparar período de dez anos o que teve talvez de diferente nos últimos anos é uma consulta mais participativa existe lá na meta 8 ainda né A questão da
elevação da escolaridade média da população que implica diretamente na educação de jovens e adultos efetivamente precisando Rei os programas de alfabetização para pensar lá meta 9 Você como é que está você municípios conseguem avançar de verdade para levar ampliar matrículas no no campo da alfabetização nas metas da ele 11 a gente tem esse objetivo de elevação das matrículas particular mas a educação profissional mas existe uma dificuldade muito grande com relação à rede instalada criação de um currículo Educacional nunca influenciada apenas pelos aspectos técnicos segundo rosto irri - a Cristã o currículo está Organizado em função
de um projeto cultural e sempre há uma filosofia curricular que o em base no que diz respeito à estrutura curricular a preocupação em elaborar um currículo multicultural também se aplica a educação de jovens e adultos independente da faixa etária dos alunos a escola deve prezar sempre pelo pluralismo cultural discutindo questões sociais políticas e econômicas e se apresentando como Palco para debate e Para a conscientização acerca dessas que é a história da educação de jovens e adultos é marcada por muita luta e determinação na perspectiva de Paulo Freire a educação tem o objetivo de concientizar o
educando acerca da realidade que o rodeia da sua situação de um primeiro buscando a emancipação EA transformação social Não importa se estamos diante de um aluno de 10 20 ou 40 anos eu quero continuar quero fazer o meu ensino médio quero fazer faculdade Quero ser professora de matemática eu tenho orgulho de mim sabe tem orgulho porque a gente tem que ter eu tenho orgulho de conquistar o que eu conquistei eu ainda vou conquistar né E aí [Música] E aí [Música] E aí [Música] E aí E aí [Música] E aí E aí [Música]