[Música] Senhoras e senhores, a Itacupe Nacional, o conceito de desenvolvimento dos municípios ao vago de Utaipu. Através do convento Liga Ecológica em parceria com o município Jiretan, apresenta o espaço do norte com o espetáculo Juliana e Romão. Cos de preparação.
[Música] [Música] [Música] [Música] [Música] [Aplausos] [Música] Ah, o nosso planeta, nossa terra, nossa casa, pero de tantas nascentes quant toda área. É sim uma linda orada de muitas matas, flores e animais. Uma terra generosa que oferece ao homem frutos, legumes e cereais.
[Aplausos] [Música] [Aplausos] [Música] [Música] Ah. [Música] [Música] [Música] [Música] [Música] [Música] [Música] [Música] Nossa paisagem já não é a mesma diante de tanta evolução. Ouir é preciso, mas desta forma não.
Cada vez produzimos lixo e descartamos de qualquer jeito, invadindo a natureza sem amor e sem respeito. O homem consome o mundo e descarta mais ainda. Tanto o mundo aa sugando a própria vida.
É lixo fora do lugar, é um homem fora da ração. É um bicho sem ter onde morar, é lixo em meio a cor e saúde. [Música] Tem gente que vive para fazer o bicho, se comportando o arquío.
Tem gente que sobrevi através do bicho vivendo pior do que o bicho. O homem ainda vem jeito. O mundo tem solução.
É uma questão de respeito, compromisso e educação. [Música] [Música] [Música] Mas para tudo nesta vida existe uma solução. É preciso olhar para o nosso nicho com mais atenção, repensar nossas atitudes.
O mundo ainda tem jeito. em sua casa reciclável e rejeito. Por isso quero uma história lhes contar, onde uma cidade e seu povo aprenderam a separar.
Movidos pela vontade de encontrar uma solução, salvar o nosso planeta embalados por uma paixão. Mas como poderia dar certo? sem nenhuma combinação, uma jovem rica e educada, um catador de papelão.
Ninguém manda no destino, muito menos no coração. Por isso lhes apresento a história de Juliana e Romão. Um caso de separação de um ar de um menina doce, educada, sensível às causas do plano.
Sua mãe, Ton Eugênio, é uma senhora difícil, prepotente, arrogante, não entende que seus maus hábitos pode causar doenças e males para todos a sua volta. Juliana sempre tenta ajudar sua mãe a entender o que fazer para que todos juntos possamos trabalhar para o mundo melhor para todos. Juliana, Juliana, Juliana, minha filha, vamos, tenho muita coisa para comar, nada do que tem nesta casa presta.
Vão trocar as jarras, vão trocar os tapetes, vão trocar as cortinas, até o sofá vai por isso. >> Mas mãe, o sofá como é um ano passado. >> Eu não te perguntei nada, minha vida.
Você não entende. É uma missão de atualizar os móveis da casa. O sofá que nós temos já inventaram novo.
Isso significa que o nosso sofá está velho. Vamos, vamos que eu ainda preciso passar no mercado. >> Que bom, mãe.
Tô precisando comprar algumas coisas mesmo. Só um pouquinho que eu coloco minha sacola retornada. Juliana, lei mais um passo.
Você quer me fartar? Sentinha das senhoras ricas e bem arrumadas. O que eu fiz para merecer isso?
Juliana, minha você, uma menina linda, à espera de um pretendente andando por aí com uma sacolinha retornável. El >> mãe, para de drama. Olha, a senhora também precisava ter a sua, pois quem vai no mercado todos os dias, ele chega com muitas sacolas, como se não passasse paraas embalagens.
Não fusta pensar um pouquinho no planeta. >> Menina ingrata. Quantas vezes eu vou ter que dizer que não é uma sacolinha ou outra que eu trago no mercado e faz isso com o mundo.
Mas você gosta, né, Juliano? Você gosta de jogar toda a roupa no mundo nas minhas costas. É isso que você gosta?
Tudo que acontece no mundo não vai culpa minha. Mas mãe, temos que começar a fazer alguma coisa. Se mudarmos nossa atitude, tudo muda.
Nós vamos repassando, começando a film casa, depois para dona Sara, nossa vizinha, seu João, até a gente conseguir que o baile inteiro faça isso, a cidade, o nosso país, enfim, todo mundo. >> A Sara, aquela lá não cuida nem do seu quintal. O seu João só serve para levar o cachorro para fazer cocô na grama dos outros.
E esse jogo é muito melhor do que nós. >> Não é questão de ser melhor que o outro, mãe. E sim melhor para o mundo.
>> Para o mundo. Eu quero mostrar para todo mundo mesmo que eu sou muito melhor. A melhor casa, o melhor carro, a melhor pilha, as melhores unhas.
Vamosana chega de compress. Vamos. E eu ainda preciso marcar meu manico.
Olha aqui o me de cí. Ah, vamos, vamos, vamos, vamos. >> Ah, mamãe, quer saber?
Eu desisto. Não vou mais no mercado, não. Vou dar uma volta.
Tchau. >> Juliana. Juliana, não saia assim.
Juliana, respeita a sua mãe. Juliana, você precisar de um banho de shopping. Sim.
Vamos, vamos, vamos. A mãe compra tudo que você quiser. Que que você é um celular novo, filha?
A mamãe tá é cadê-la. Juliana aqui. Juliana [Música] >> do outro lado da cidade, Bibi Romon, um jovem trabalhador ajuda seu pai incansavelmente na luta diária pela sobrevivência de seu família.
Seu pai, o seu Joquinho, cada um dirige popular da cidade. Homem forte, líder, responsável, mas que não consegue ver outra possibilidade para o seu crescimento profissional. Seu sonho é ganhar mais, extrair a informalidade do seu negócio.
>> Meu Deus, que aconteceu, pai? O senhor tá cada dia pior. Se eu chegar cansado, machucado, tá cada dia mais doente?
Também não seria diferente, já que a gente viu no meio de todo esse lixo. Eu não aguento mais isso. Isso não é vida para ninguém.
>> E como é que eu vou trazer dinheiro pra casa, hein, Rão? É melhor do que fazer coisa errada, não é não? Claro, né?
Vai, conheça o senhor, sei o quando é trabalhador. Eu sou aguento mais viveira assim. Todo esse lixo espalhado só atrai bicho e doenças.
Eu tenho vergonha disso tudo. Mas vem cá, deixa eu ver essa mão aí. >> Deixa a minha mão para lá, ó.
Vamos fazer janta que você tem que ir pra aula ainda, hein? Vamos tá machucado. >> Deixa mão.
>> Vem aqui. Deixa eu passar para passar uma que >> Oi, tudo bem? A [Música] gente [Música] [Música] เ [Música] [Aplausos] [Música] [Aplausos] [Música] [Aplausos] [Música] [Aplausos] [Música] [Música] [Aplausos] [Música] Opa, pode pegar.
>> Não, pode pegar você. >> Pera aí. Você também recolhe reciclável?
Não faço isso pra gente ter um melhor para viver. Eu gosto de ver bicho espalhado fora do lugar. >> Ah, que legal.
Antes todo mundo nessa escola pensasse assim, os catadores iriam ter muito menos trabalho. >> Pelo jeito, você conhece algum catador? Você iria levar o salatinho para ele?
>> É, eu conheço. É meu pai e é assim que ele sustenta a nossa família. Mas eu já disse para ele que ele precisa mudar de vida.
Isso não é vida para ninguém. É muito sujo, perigoso. Sem contar que ele chega sempre machucado.
>> Sério? se machucou muito por >> é sabe o que é o meu mesmo seu nome? >> Juliano.
E o seu? >> Romão. Então, Julian, as pessoas não costumam separar o lixo, o orgânico do reciclaro, garrafa quebrada, lâmpada, restos de remédio, semantem, tudo isso pr as pessoas é uma coisa só.
Tudo é lixo. E nós que vivemos na coleta de recicles, temos que correr todos esses >> nós. Por quê?
Você também trabalha com isso? Ué, não posso deixar meu pai sozinho, sabe? Ele chega em casa todos os dias com carrinho cheio de coisas e na maioria das vezes machucado por causa das coisas que as pessoas jogam de qualquer jeito.
Aí eu ajudei ele a separar para vender e assim sustentar nossa família. >> Sabe, Juan, eu tenho um sonho. Esses dias eu vi uma matéria que existe no Brasil uma cidade que não tem mais carinheiros.
>> Carneheiros? Mas o que é isso? >> Carneheiros são pessoas que trabalham como seu pai, que recolhem lixo na rua.
Lá eles se organizaram em uma associação de catadores. A Itaipu, o estado da prefeitura forneceram a estrutura e suporte para eles trabalharem organizados dignamente. Fizeram um trabalho de quificação com os catadores e formação de consumo paciente com a comunidade.
E hoje isso tudo faz parte do programa de coleta sinistra da MC. Meu sonho é que isso aconteça em todas as cidades. >> Então quer dizer que você não tem vergonha do nosso trabalho e da forma de que ganhamos a nossa vida?
Não, Romão, claro que não. Acho muito digno e de extrema importância. O que seria de nossa cidade se não fosse o trabalho do seu pai e de tantos outros?
>> Então me conta mais como funciona essas cooperativas. >> Ah, eu não tenho certeza, mas é mais ou menos assim, ó. [Música] Cara que cantava para >> o cingado quente maus lençóis e nem voz é tão pouco ter a margem de toda a rua sem identificação se [Música] che de fé na cova, semação, sem convicção.
de toda a cantura, a margem de toda cantura. [Música] [Música] Крик Cai adora, [Música] criador, criai a cura, criou, [Música] criai a cura, a dor e a cura. [Música] umado quente em rosóis aóis defada [Música] não tampouco fatura Sinto a Deus em assinatura.
Se esse vai, se vai, a gente de toda cantura. A imagem de toda cantura, a margem de toda cantura. [Música] Um homem de qualidad [Música] [Música] se habitua.
Não habitar. seitua nãoita se voa não habita se aventura [Música] Falou, galera. A mão vai melhorar deixar sim.
Tchau, viu? >> Tchau. [Música] >> Mãe, mãe, conheci um menino da minha escola muito legal.
>> Ah, tá com tempo de sobra, hein, mulher? A invés de ficar catando latinha no interval, fica de papo com menininha na Não acha que está muito nova para namorar não? Você está muito empolgado, hein, mancinho?
Querid pai, ela é muito legal. Ela me explicou como funciona uma cooperativa de catadores. É muito interessante.
>> Mãe, ele trabalha com recues, ajuda a cuidar da nossa cidade. >> Conta com essa viada, hein, Romão. Isso não dá guarita para ninguém.
E você acha que alguém vai trabalhar para que o ganho mais que ele? Algum de >> cruzes Jana. Cantas noites encicláveis.
Você acha que eu te criei para isso? Ah, eu acho que eu vou te mudar de história, Julian. >> Claro que não, né, pai?
Todo mundo ganha igual. É como na forra, todo mundo recebe o mesmo conhecimento. Quem se empenha mais passa de ano, assim é na cooperativa.
Cada um é de acordo com o seu empenho. Se todos trabalham, todos ganham. >> Ai, mãe, por favor.
Eu já sou bem crescidinha e sei que eu estou fazendo. E não vai ser me tirando da escola que vai mudar o que eu fiz. Quanta lorota, hein, Romão.
É isso que tá aqui de fa menininha mimada. Ah, olha aqui, tem todo esse material para descartar. Vem, mas que separado.
Vem, menino. Tá vendo só? É só ter contato com gente sem nível que já fica mal criada.
Quer saber de uma coisa? Delfart vai dormir agora. Chega nessa conversa.
Já se viu, gente? Cada flor de recibes é um fim mesmo, viu? [Música] Gente do céu, mas o que é isso?
Como as pessoas têm coragem de deixar a cidade nesse caos? Parece um verdadeiro chiqueiro. >> Ah, para de reclamar, Romão.
É graças a essas pessoas que nós temos que hoje tirar o nosso sostente. >> Mas, pai, o mundo não pode ficar assim. Olha só em volta.
A cada dia essa cidade fica mais e mais suja. E serão sujeira que deixe em qualquer lugar, existem milhares de doenças que podem prejudicar a saúde, pode levar até a morte. É verdade.
Isso você tem razão. E parece que esse homem quer aprender, né? >> Há tantos e tantos anos é falado sobre isso, pai.
Deixa só a Dy, a Chicungunha, todas essas doenças causadas pela sujeira. >> É, você tem razão. Mas olha aqui, vamos parar com essa conversa piada que não vai nos levar a lugar nenhum.
Vamos trabalhar que a gente ganha mais, viu? Hã? Tá bom, pai.
Mas eu não entendo e não me conformo. Eu gostaria que um dia desses pudesse existir alguém que pudesse cuidar dessa cidade. Talvez o superherói.
[Música] [Aplausos] [Música] A viagem baixo da outra trata sega essa viagem louca louca. Não criar [Música] superherói. Ô meu filho, mas você tá ficando com imaginação fé, hein?
>> É, talvez você tem exagerado um pouco. [Música] >> Ah, com licença. Por acaso a senhora não tem papelão, tinha para ele recolher?
Ah, não. Obrigada, viu? Tá.
Opa. Com licença. Ah, por acaso a senhora não tem papel, nadinha para eu engoler?
Ah, ah, não. Ah, faz o seguinte, amanhã eu passo de se você tiver aí. Pode ser.
Tá. Obrigado. [Música] >> Ai, gente, bonita sofre, né?
Acabei de sair do salão, fiz unha cabelo. Vocês acreditam que venho me aplaudir aqui? em casa.
Ah, não vou abrir na hora de dar o toque de saco, hein? Que que é? Ela com licença, minha senhora.
Por acaso a senhora não tem papel, ladinha, plástico para eu colher? >> Ah, por favor, eu tenho mais o que fazer do que ficar juntando coisas para desoculpável. >> Credo, não precisa ser grossa, é só dizer que não tem.
Eu só vou aqui trabalhando. >> Que grossa é o quê? Eu sou uma pessoa finíssima.
E trabalhando desde quando seu trabalho, meu senhor? >> Olha aqui, a senhora não merece não, mas eu vou explicar. É graças a trabalhadores assim como eu, que a senhora não vive numa cidade infestada de lixo, porque aqui não tem nenhuma separação, envolvimento, destinação, certo?
Mas pessoas como a senhora merece mesmo, ó, é viver assim, enfiada no lixo, tíica toda sua educação. Vejam defendido, até parece que tem educação. Apósto que o menino se ajudar a conhecer na escola é igualzinho esse aí, ó, desse cabalinho.
É isso que ela quer para ela? Cantador de reciclável, gente, que é possível uma coisa péssima. O que a senhora disse?
Menino, escola por acaso está falando meu filho. Eu lá sabia que o senhor tem filho. E se tiver azar o vi?
Eu tenho sim e ele é um bom menino, viu? Estuda na escola todos por melhor. >> Ah, a escola, minha filha, minha sanitinha das senhoras ricas e bem arrumadas.
A minha filha não. >> Ô minha senhora, calma. levantar aqui um pouco.
O senhor tira a mão de mim, ó. E o recado pro senhor é seu filho. Vocês tratam de ficar longe da minha filha.
Ou então os dois vão se comigo. A senhora virou cria em paz. Ele é um menino honnés estudioso.
Ele é um bom menino. De bano. O enferm está cheia.
Ah, seu descabelado. Sua encjada. Ah, seu jeca.
Sou arrogante sua Juliana. Juliana aqui. Juliana agora.
Juliana aqui. Juliana Juliana aqui. Juliana aqui.
Juliana olha aqui. Você trata de se afastar daquele Zé Ning que você conheceu na escola. >> Zé Ninguém?
De quem a senhora tá falando? seu amigo que você conheceu esses dias e veio toda vez me contar. >> Mãe, não acredito que a senhora tá falando do Romão.
Eu vou lá saber o nome daquela praga. Só sei que o pai dele passou aqui pela manhã. Acredita?
Sabe fazendo o que, Juliana? Datando papelão, Juliana, que isso é trabalho de homem decente. >> Decente sim, mãe.
Não acredito, mãe. Que a senhora tomou um trabalhador que cuida da cidade que assim mora aqui e ainda possível para o seuestar. O meu bem-estar.
Esse tipo quando alguém que não trabalha com do meu bem-estar, >> Se o bem-estar? Sim. Se não fosse por eles, essa cidade estaria bem pior.
São trabalhadores honestos, cuidam muito mais do meio ambiente do que a senhora que não tá nem aí. O trabalho dele é digno, honesto e muito importante para todos nós. A senhora tinha que respeitar e colaborar.
Não fica fazendo esse papelão. É de vergonha, meu. >> Vergonha.
Vergonha, né, Juliana? Agora você tem vergonha da sua mãe, porque toda a culpa do mundo você coloca na sua mãe. É isso que a gente passa.
Carrega 9 meses da barriga para aguentar isso. Tudo que acontece no mundo agora pra Juliana, eu coloco uma água para esentar e bronco. E eu fiz o aquecimento global.
É tudo mesmo, né, Juliano? Papelão é o que você tá fazendo, minha filha. Você quer saber o que é papelão?
É o que ele veio pedir aqui. Essa foi boa. E essa Juliana, ó.
Eu não vou me estressar. Eu fiz as minhas unhas hoje no meu salão. Todo maravilhosa e o estresse acaba com a beleza da pessoa.
Juliano, você tem que tomar cuidado, minha filha. Quer saber de uma coisa? Eu vou pro shopping.
Só que eu não vou com você não. Eu vou com a Sara porque a Sara me entende, Juli? Ah, por favor, viu?
Alô, Sara. Oi, querida. Tudo bem?
Então, amiga, vamos pro shopping agora. Ah, eu tô sem fazer nada. Juliana tá falando as negras aqui em casa.
Não sei. Ah, não, não. >> Ah, mãe, você só sabe consumir.
Aí, quer saber, mãe? Eu vou aproveitar para estudar um pouquinho. A política nacional de resíduos sólidos.
É muito importante diminuir a emissão de gases que causam efeito fego. Isso merece a nossa atenção. [Música] >> Romão.
Ô, Romão. Romão, meu filho, cadê você? >> Oi, pai.
Que gritaria é essa? Aconteceu alguma coisa? Aconteceu sim.
Eu conheci aquela mãe da sua amiga lá, mas arrogante. Antigamente parece que tem um reino na marígida. >> Mas por que, pai?
>> Ah, porque eu fui lá mediric. Minha nossa, parecia que eu tava xingando. Ela saiu com 13 pedras na mão.
Me xingou de tudo, de vagabundo para cima. >> Nossa, pai, como enfia pode ser tão diferente. >> É.
Aí, óbvio, filho, você tem que tomar cuidado. Menina muito diferente. O mãe daquela ainda por cima.
Menosa, ela não tem nada a ver com a mãe dela. Mas pai, ela me contou uma história de uma cooperativa de catadores que trabalhou com colega seletiva. Pensa numa coisa boa pra gente.
O senhor iria sair nessa formalidade, teria segurança no trabalho, iria parar de sofrer com esse carrinho nas ruas, sem falar nas condições de trabalho. >> Ah, Romão, para de mudar essa viagem. que é assim mesmo.
Sempre é doido, sempre vai ser, não tem nem como mudar. Ai, tem sim. E procurar e conhecer melhor.
O senhor vem junto comigo? >> Junto na onde? Olha, passa a perder tempo, hein?
>> Se eu conseguir as informações dessa parada aí de cooperativa, saber o convio senhora, quem pode ajudar, o senhor organiza nossos colegas para tentarmos mudar situação? >> Ah, tá bom. Vai lá, se for dar certo, vai dar.
Vai. Então, Sara, como te falou, não sei mais o que eu faço com a Juliana. Juliana se louca esse negócio de proteger a natureza.
Juliana deve ter nascido bicho porque eu nunca vi gostos de Marta igual aquela menina. Até lixo ela para que era acredita lixo da que foi [Música] >> Ah, cara. Eu [Música] [Música] não entendi não.
[Música] artista [Música] [Música] [Música] [Aplausos] [Música] [Música] [Música] [Música] Ai Romão, não quero te desculpe pelo jeito que minha mãe tratou do seu pai. Nem esquenta Juliana. Sei bem como funciona isso.
Sei que você não pensa da mesma forma que sua mãe. Vixe, vamos, temos que entrar [Música] para tear. Aí eu sa >> Boa noite a todos.
Boa noite. >> Hoje vamos ter uma aula diferente. Quero apresentar a vocês o GIA.
Ele é funcionário da prefeitura e agite ambiental. Ele irá falar para vocês sobre como devemos descartar esse resíduos sólidos urbanos e a importância de todos nós fazermos parte disso. Jeemias é com você.
>> Boa noite. >> Boa noite. >> Hoje eu vim aqui para exar com vocês sobre a gestão dos resíduos sólidos urbanos.
Mas antes eu gostaria de saber de vocês o que é lixo e o que não é. Alguém sabe me dizer? >> Olha, eu sei que existem dois tipos, os recicláveis e os não recicláveis.
Isso mesmo. Mas não é só isso. Alguém mais quer contribuir?
>> Bom, tem vários tipos: material orgânico, o tóxico, o contaminante, o retornável e por aí vale. >> Muito roubo. Na verdade, o correto é chamado de resído.
Lixo é só aquilo que não serve para mais nada. Os resípos tem muita utilidade e muito valore. Basta separá-los corretamente.
Isso sim é coleta seletiva. Sec um. Perigosos e regidos.
Separar é importante diminuir dos equipes. Residos não é lixo. É a solução.
Reduzir e reciclar. É nossa obrigação. O bicho bem a ele e não dá para reciclar.
Como o resto de comida que adobo pode irar. Seu é muito fácil. A decomposição é bem rápido.
Único, separe, meu irmão. >> Vamos separar. Vamos separar.
Vamos separar. Ambiente lá. >> Vamos separar.
Vamos separar. Vamos separar. >> Essa facilidade no ar.
Res está na cara. Isso é fácil. Pensou.
Dá para quem aproveitar. D para coisa fazer papel plástico. Pilho e metal são resíduos importantes na gestão ambiental.
Presidente Speci eletron, inclusive seus componentes pirem bateria devemos ser nos pontos de coleta devemos descartar. Olha esse reso não vai qualquer lugar. Muitas peças importantes dá para reaproveitar a logística da regrança em ação.
Quem produz é obrigado para dar suaveix em ação. >> Vamos separar. Vamos separar.
Vamos separar. O ambiente cuidar. >> Vamos separar.
Vamos separar. Vamos separar. >> É, o importante é reciclar.
E por último, então chegamos aos regentes e não aproveitamos e nada pode ser aos aberos sanitários. Ele é levado e o terreno usado depois é recuperado. >> Ô professor, meu pai trabalha com tudo isso aí, com os recicláveis.
>> Olha só que bom. E é por isso que eu tô aqui hoje para tratar exatamente disso. A prefeitura e a Itacumbi Nacional estão preocupadas em sensibilizar as pessoas para fazer a destinação correta desses resíduos e fortalecer o trabalho dos catadores.
>> Como funciona isso, professor? >> O ideal é que todos se unam para fazer isso da melhor maneira possível, para que vocês entendam melhor que funciona mais ou menos assim. Tudo começa em casa, separando princípio e reciclável.
Esse é o papel do cidadão. Em seguida, entra em ação apendentura através da parceria com a Bina Nacional, que impede na criação de programas de colegas de Lentiva e na estruturação das, unidades de valorização de reciclares, oferecendo equipamentos, suporte técnico para a associação ou cooperativo de catadores. Na sequência, os carradores selecionam e separam os resíduos para ter um destino correndo e através da renda deste geram renda para suas famílias.
Por último, as usinas e outros clientes que adivinem esses materiais da associação, reutilizando da melhor forma possível e economizando recursos naturais. Assim acontece a gestão correta dos resíduos sólidos urbanos com uma atitude para contribuir com o mundo melhor para todos. >> Ô professor, o senhor sabe quem vai coordenar isso aqui em nossa cidade?
Bom, o projeto aqui em nossa cidade eu irei coordenar e ajudar a tudo isso começa com a educação ambiental e vocês, sendo o futuro da nossa cidade precisam ajudar? Claro que sim, professor. De que forma?
>> O planeta Terra é um lugar perfeito para se morar. Nele temos tudo que precisamos: água montável, alimentos saudáveis, arbúrio, mas devemos regressar algumas atitudes. Os combustíveis que vamos estão poluindo o nosso ar.
Nossas fontes de arma potago estão se acabando e as mudanças climáticas são consequências de tudo isso. Mas a tem um plan vocês já ouviram falar de ODS. >> O DS?
>> O que é isso, professor? >> Objetivos de desenvolvimento sustentável. Uma plataforma de crescimento responsável serve para promover desenvolvimento social, econômico e ambiental.
São 17 objetivos que devemos alcançar. Se agimos todos juntos, é possível chegar lá. Multive seus amigos, é preciso acreditar.
É um benefício para todos. Vamos lá. [Música] Erradicação da pobreza.
Dois, erradicação da fam. Não dá para viver em nenhum onde muitos expandam riquezas e outros nem menos. TR saúde de qualidade.
Qu educação de qualidade é ter acesso a esses serviços, mostrando igualdade. Isso é direito de donos sem distinção. Por isso, valor de saúde e educação.
Cinco. Igualdade de gênero chega de preconceito, seja homem ou mulher, é questão de respeito. Água limpa e com dignidade, sem desperdício e com responsabilidade.
Sete energia lipa e acessível sem dissoluí a lungeza. Acredite, isso é possível e ecológico com certeza. Oi.
Emprego antigo e crescimento econômico levanta a igualdade, fortalecendo a economia do país, gerando prosperidade. Nove. Indústria, inovação e infraestrutura.
Conhecimento tecnologia e fatilidade. Reuniando lado a largo. 10.
Redução das desigualdades direito a de forma igual. VZ oportunidade independente da classe social. 11.
Cidade e comunidades sustentáveis. 12. Consumo e produções responsáveis.
Separar esse craft e utilizar. Agradecer a nossa gal e a nossa espécie conservar. >> 13.
Combate as alterações primáticas. 14. Vida imaginário.
15. Vida sobre a terra, cuidar de toda a nossa natureza. Hoje em reserva nunca é 17.
Paz, justiça e instituições fortes. 17 parceria e pron das meras. Que incrível.
Cada um fazendo a sua parte. Só assim será possível. Para isso é preciso atitude, é preciso ação.
Oar, isso sim é evolução. [Música] Força não [Música] da vida. Só uma vez a força mais uma vez [Música] no chão para fazer [Música] Por isso precisamos da ajuda de todos.
É o nosso planeiro por favor. Nossa, adorei mãe. >> Ô professor, o senhor pode falar com meu pai, eu acho que ele vai ter interesse nesse projeto.
>> E professor, quando o senhor vai fazer uma palestra de novo, preciso levar a minha mãe. Ela não sabe o que é o subconsciente. >> Claro, pode marcar.
[Música] Alô Sara. Oi querida. Tudo bem?
Acabei de receber o comunicado que vai ter uma ação comunitária no ba. Você tá sabendo? Ah, então eu vou.
Só que eu tô aqui super preocupada. Primeiro disci Juliana, você sabe, né? E mãe, quando vi a filha me tirando nessas coisas de ficar preocupada.
É, Juliana agora tá com essa de ajudar aquele agente ambiental nesse projeto novo. Isso que agora a responsabilidade de organizar a comunidade. Uhum.
>> Para você ver. Só que eu tô aqui em Nigo nem dormir direito. Eu não sei mais o que fazer.
Tô hiper preocupada. É uma coisa muito séria. Que roupa que eu vou num evento desse?
Eu tava pensando assim um casaco de velho. Que que você acha? Não, não é politicamente correr, né?
É, né? Eu pensei assim também, eu vou com algo básico verde mesmo, né? Sempre que para combinar e tudo mais.
Aham. Então tá, vamos ver meia hora e nos encontramos lá, querida. >> Muito bem.
Muito bem. Quem está de acordo com a criação e a proposta do sacruto levanta a mão. >> Ah, que legal.
Então, a partir dessa semana já estamos acertados com prefeitura para iniciar a coleta seletiva em nossa cidade. E se tudo der certo, nós iremos aprovear carrinhos e juntos teremos uma vida melhor. >> Boa noite, como vai?
Se >> o >> ô Juliana, vamos começar logo, minha filha. A novela vai começar e se eu perder a minha novela, Juliana. Bem, primeiramente obrigada por todos vocês estarem a dia.
Hoje nós vamos apresentar uma proposta para vocês para melhorar a nossa cidade. Quem é que separa os resíduos? Gente, gente, gente, chega parou.
Que isso? Eu não separo nem os lixos diretos de resistas. Por quê?
Então, dona Sara, exatamente isso. Precisamos todos nós passamos à nossa marcha para ajudar a prefeitura e melhorar a vida de todos nós, contribuir para o bem-estar do nosso meio ambiente, consequentemente de nossa cidade. >> Isso mesma, né, minha filha?
Por exemplo, lá em casa eu já estou separando. Eu tenho quear. Não é difícil, é só voltar separados o azul, por exemplo, já com três anos.
Isso mesmo, como a minha mãe falou, mas precisamos ir além disso. Temos quear no me comprando se pode ser descartado no ficho ou se temos que devolver para quem vendeu para dar um destino correto. Será implantado em nossa cidade um projeto que passa principalmente pela responsabilidade do cidadão como nós.
Separar o e destiná-lo corretamente é uma questão de sobrevivência do planeta. Quando separamos e colocamos um dia ser para um caminão da coleta dos car, garantimos que esses resíduos ao seu destino correr e seja claro, tirando um menos desgaste ao planeta que já sofre tanto. Outro ponto positivo é a certeza de estar ajudando famílias inteiras a sobreviverem dignamente com a cola através da Retina.
A partir dessa semana teremos uma associação de reciclagem. Teremos um caminhão de goletas seletiva recolhido reciclável que passará uma vez por semana. >> Ué, mas investigou um quem vai passar vai parar cheir não fica tranquilo.
Esses são obrigão para o ato sanentário continuará passando normal dentro do cronograma da semana. O caminhão da doleta seletiva será exclusivo reciclável que irá descarregar na associação para triagem com material. Os catadores não precisarão mais sair de porta em corta, mas teremos que fazer bem feito a nossa parte.
Separar os exíos em casa certinho. >> Ah, sim. >> Agora eu entendi.
>> Ai, cheguei na minha filha. Igualzinha te ensinou. Ah, que ponto você se preocupa com o plan da Juliana.
Eu também fico muito preocupada. >> E assim a cidade amanhece na expectativa de uma nova realidade. Hoje é dia do caminhão da coleta seletiva passar.
>> Do trabalho pela div nova história. Verás que todos varão a sua página? Eu morri.
>> Mas se o caminhão não ir, como iremos alimentar filhos. Esse negócio ficar esperando todos não vai ser certo, né? >> E se a população não separar os?
E pior ainda, se eles não colocar para fora? Ou pior ainda se eles não lembrarem do dia. Ah, não, isso não tá certo não.
Rão morreu. >> Mas a prefeitura não compri o combinado e o caminhão vi fazer colerna. Nossa, >> calma, calma, pessoal.
Precisamos de nervia, não podemos ser bem. Temos que arrependo a nossa parte. >> Juliana, cara, dê esse caminhão que não chega, Juliana, cara, todo mundo me olhando já.
Se esse caminhão não chegar, Juliana, quem vai pro L é você. [Música] Ainda este caminão chegou. [Música] [Música] [Música] [Música] [Música] [Música] Ah.
[Música] [Música] [Música] Só volta uma coisa para a história terminar feliz. Um pedido de casamento. >> Que pedido de casamento?
Quê? Vocês estão achando que seria val? Tem que acabar com casamento.
Não acaba em seguida. Cada um vai pra sua casa. Segue seu rouver feliz para sempre.
Vamos gente, acabou. Cada um pr sua casa. Vamos, vamos, vamos, vamos.
>> E vai ter casamento sim. É besta. [Música] Oh.
[Música] [Música] [Aplausos] [Música] [Música] [Música] Pap. [Música] E a você, meu amigo Cazzulo, não se esqueça, sozinho chegamos mais rápido, mas juntos iremos mais longe. Faça parte da associação ou cooperativa e não se esqueçam, segurança em primeiro lugar, que a você cidadão, comunidade dona de casa.
Não se esqueça, sepá-lo, não custa nada, a natureza agradece. Isso acabará com a evolução, irá ajudar muitas famílias. E não se esqueça, valorize o profissional do trabalho com a reciclagem.
>> E a vocês? >> Eu deixo uma pergunta. Onde você deixa o seu lixo?
>> Lá hora. >> Ah, resposta não existe fora dentro do mundo que vivemos. >> Por isso, consume menos se consiste.
Mais. Nossa, como eu mudei, como eu evoluí. Ai, que orgulho de mim.
>> E assim viveram todos felizes para sempre. [Música] Esse ganhou um espetáculo de Juliana e Romão. Um caso de separação.