Oi bonitas e bonitos, tudo bom com vocês? Gente, chegamos ao fim da nossa Semana Misteriosa, hoje é o último caso da semana. .
. Eu fiz tudo com muito carinho, espero que vocês tenham gostado dos casos que eu escolhi para vocês. Então, me contem aqui nos comentários se vocês gostaram, se vocês já querem outra Semana Misteriosa.
. . Já sabem!
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E é isso, gente! Bora começar o caso de hoje. Dorothea Helen Gray nasceu em 9 de janeiro de 1929, em Redlands, Califórnia.
Filha de Trudy Mae Yates e Jesse James Gray, ambos eram alcoólatras e catadores de algodão. Durante a infância, ela sofreu abusos de seus pais e em algumas ocasiões ela precisou sair e pedir comida para ter o que comer. Seu pai faleceu quando ela tinha 4 anos e, dois anos depois, sua mãe sofreu um acidente de moto e também acabou falecendo.
Então, ela foi enviada pra um orfanato e algum tempo depois alguns parentes que moravam em Fresno, também na Califórnia, conseguiram ir buscá-la para ir morar com eles. Quando ela tinha 16 anos, ela se casou pela primeira vez, em 1945, com o Fred McFaul, que era um soldado que tinha acabado de voltar do Pacific Theater. Então, entre os anos de 1946 e 1948, a Dorothea engravidou duas vezes e deu à luz a duas meninas.
Uma delas acabou sendo mandada para morar com alguns parentes, enquanto a outra foi enviada para adoção. Em 1948, ela teve outra gravidez, mas dessa vez sofreu um aborto espontâneo. No final desse mesmo ano, seu marido a deixou.
Então, ela começou a mentir para todo mundo, dizendo que ele tinha morrido de um ataque cardíaco, porque o fato de ter sido abandonada foi muito humilhante para ela, então ela não queria que as pessoas soubessem. Nessa época, ela estava sozinha e desesperada por dinheiro. Então, ela foi presa porque começou a tentar falsificar cheques.
A sentença foi de um ano de prisão, mas depois de seis meses cumpridos, ela ficou em liberdade condicional. Pouco tempo depois de ela ter sido solta, ela acabou se envolvendo com um homem, e logo no início ela ficou grávida e deu à luz a mais uma menina, que ela também mandou para adoção. E em 1952, ela se casou pela segunda vez com um homem chamado Axel Johanson.
Esse casamento durou 14 anos, mas era repleto de violência, ela sofreu bastante. . .
Mas, de alguma forma, isso a deixou ainda mais forte. Em 1960, ela foi presa novamente, dessa vez porque haviam boatos de que ela estava administrando um bordel. Então, ela teve que ficar 90 dias presa.
Depois de solta, ela continuou se envolvendo e cometendo pequenos delitos que com o tempo foram ficando cada vez maiores. Essas atividades ilegais diminuíram bastante quando ela conseguiu um emprego como técnica de enfermagem. Então, ela cuidava de pessoas idosas e deficientes em suas casas.
Dorothea e Johanson se divorciaram em 1966. Logo, ela se casou novamente com um rapaz que era 19 anos mais jovem que ela. Na época, ele tinha por volta de 37 anos e se chamava Roberto Puente e eles se casaram no México.
Então, ela adotou o sobrenome dele pelo qual ela ficou conhecida mais tarde. Ele a traiu várias vezes durante o casamento, que durou apenas dois anos. E logo depois de se separar do Roberto, ela se assumiu uma casa de repouso que era como uma pensão, localizada na 2100 F Street em Sacramento, Califórnia.
A casa tinha três andares e 16 quartos. Ela alugou o segundo andar da casa e oferecia serviços voltados para ajuda e conforto de pessoas carentes ou desabrigadas que moravam na região. Então, ela parecia administrar o local super bem, então logo as pessoas começaram a chegar para morar lá, era como uma pensão.
. . E aí, ela sempre abria as portas do local em datas comemorativas, tipo Natal, Páscoa.
. . E ela convidava todo mundo para ir lá, pessoas de rua, pessoas que estivessem passando por algum tipo de necessidade, e ela também convidava assistentes sociais.
Então, ela foi conseguindo ganhar uma fama legal com o trabalho que ela estava fazendo. Dos inquilinos da Dorothea, nem todo mundo a adorava. Tinham alguns que diziam que sempre que chegava correspondência com o dinheiro deles, ela pegava esse dinheiro para ela, ela lia a correspondência antes de entregar a eles.
. . Enquanto outros a amavam, diziam que ela era super gentil e generosa e ela sempre cozinhava para eles refeições muito boas.
Então, a maioria estava feliz em morar lá. Em 1976, ela se casa pela terceira vez com um homem chamado Pedro Montalvo. Ele era mentiroso, abusivo e também era alcóolatra.
Então, ela dizia que era impossível controlar o marido, e ela acabava voltando 100% da sua atenção para os inquilinos da pensão, tentando fazer com que eles tivessem uma estadia muito boa. Então, ela focava nisso. Em poucos meses, esse casamento também acabou.
Então, a Dorothea começou a buscar consolo indo em bares, buscando por companhia masculina. Ela gostava de homens mais velhos, e que de preferência tivessem algum tipo de ganho mensal, da prefeitura ou aposentadoria, alguma coisa nesse sentido. Então, ela bolou tipo uma estratégia para conhecer esses homens.
Então, ela sempre ia muito bem vestida, muito elegante, muito educada, carinhosa. . .
E aí, ela dava um jeito de conseguir a confiança desses homens, pegava o cheque que eles recebiam mensalmente e ela descontava esses cheques, falsificava a assinatura deles, descontava e pegava o dinheiro para ela. Então, ela fez isso com vários homens. E aí, descobriram o que ela estava fazendo e ela recebeu 34 acusações de fraude, só que a pena dela era em liberdade condicional.
Então, ela continuou com a pensão, continuou fazendo as mesmas coisas. E foi exatamente nessa época que algumas coisas estranhas e bem misteriosas começaram a acontecer na pensão. Em 1982, uma mulher chamada Ruth Monroe, ela tinha 61 anos, ficou sabendo que existia essa pensão e resolveu se mudar para lá e ela ficou surpresa ao ver que a Dorothea cuidava muito bem dos inquilinos.
Só que 17 dias depois, ela faleceu por overdose de codeína e tylenol. Quando os policiais chegaram para perguntar o que tinha acontecido, para conversar com a Dorothea, ela disse que a Ruth estava muito triste, muito deprimida porque o marido dela estava em estado terminal. Então, eles acreditaram que ela havia realmente tomado todos aqueles remédios por conta própria e que ela não queria mais viver.
Poucas semanas depois, os policiais tiveram que voltar para a casa de repouso, porque dessa vez um homem chamado Malcolm Mackenzie, de 74 anos, tinha feito uma acusação contra a Dorothea. Ele contou que a conheceu em um bar chamado Zebra Club. Aí ele disse que os dois começaram a conversar, e ele a convidou para ir até o seu apartamento, os dois foram e ele disse que quando chegou lá, ele começou a se sentir muito tonto.
Então, ele ficou sentado, ele não conseguia mexer o corpo, mas ele conseguia ver tudo o que estava acontecendo. Ele disse que ela começou a mexer em tudo pelo apartamento, abrir gavetas e procurar por itens de valor. Segundo ele, ela furtou dinheiro, uma coleção que ele tinha de centavos raros e também um anel de diamante que ele usava, que segundo ele, ela roubou esse anel, tirou da mão dele à força.
No total, foram três acusações de roubo no dia 18 de agosto de 1982 e a pena dela foi de 5 anos. Só que o juiz da época, que era o Roger Warren, decidiu ignorar todas as outras acusações que ela tinha recebido antes. Então, ele só considerou aquelas três de roubo, porque se ele tivesse considerado todas, que foram várias até aquele momento ela com certeza pegaria uma pena muito maior que 5 anos.
E a Dorothea não se importava em ficar presa, ela até conversava bastante com as outras detentas, ela ficava se gabando das coisas que ela tinha feito. . .
E também contava algumas histórias grandiosas. Então, na verdade, durante sua vida toda ela mentiu muito sobre várias coisas. Então, muitas coisas são um pouco incertas.
Inclusive nessa prisão, ela levou uma surra porque ela quebrou uma regra de convivência que era subentendida. Ela contou para um guarda que tinha sido responsável por um ataque que aconteceu a uma companheira da prisão. Então, por conta dessa surra, ela precisou ser transferida e ela estava sob custódia de proteção.
Enquanto ela estava nessa nova prisão, ela recebeu uma carta que mudaria todo o rumo de sua vida. A carta tinha sido enviada por um homem chamado Everson Gillmouth. Ele tinha 77 anos e ele sempre mandava cartas para as detentas.
Era um costume que ele tinha e sempre mandava para várias. E aí, os dois começaram a trocar cartas toda semana e a se conhecer, e a Dorothea viu ali uma oportunidade de mudar a sua vida, porque ela acabou descobrindo que o Everson tinha uma certa quantia em dinheiro e ele era muito respeitado na comunidade. Então era exatamente o que ela queria.
Por outro lado, ele ficou extremamente obcecado por ela. Ela cumpriu 3 anos de sua pena, e no dia que ela foi solta, ele estava lá na frente esperando por ela, em sua picape Ford 1980 vermelha. .
. Então, ele estava lá esperando. Além dele, um velho amigo também tinha ido buscá-la, que foi o Ricardo Odorica, ele era dono de uma pensão na rua 1426 F.
Então, lá ela alugou um quarto por apenas US$200 por mês, e enquanto isso o relacionamento dela com o Everson foi evoluindo, tornando-se amoroso. . .
E eles começaram a fazer planos para se casar. . .
E ele decidiu abrir uma conta conjunta para eles no banco. E logo depois disso, ela ofereceu ao Ricardo pagar U$600 por mês para alugar toda a casa. Ela tinha esse sonho de administrar sua própria pensão em uma casa que fosse toda dela.
Então, finalmente, tinha se tornado realidade. Em 1985, era novembro, a Dorothea contratou um homem chamado Ismael Flores para fazer algumas instalações de painéis de madeira lá na casa. E ela fez um acordo com ele, de que ele faria o serviço e pagaria mais US$800 a ela, porque ele ficaria com a picape Ford 1980 vermelha que não era dela, era do Everson.
Mas ela vendeu para ele, dizendo que era de um namorado que morava em Los Angeles e que ela não precisava mais do carro. Então, para o Ismael aquilo parecia ótimo, um ótimo negócio sair de lá com um carro. Então, quando ela pediu que ele fizesse mais um favor para ela, ele ficou super feliz em ajudar.
Ela pediu para que ele construísse uma caixa de madeira que tivesse 1,80m de comprimento por 90cm de largura e 60cm de altura. Ela disse que seria para armazenar alguns itens e guardar livros. Então, ele fez essa caixa para ela, e no dia seguinte ele voltou na pensão e viu que ela tinha colocado a caixa no segundo andar.
E a caixa estava fechada, totalmente lacrada, E estava muito pesada. Ela pediu a ele um último favor, que seria transportar essa caixa para um depósito e ele disse que tudo bem, que iria ajudá-la. .
. Ele pediu ajuda de um vizinho da Dorothea, os dois pegaram caixa e colocaram na picape e ela disse que queria ir junto. Então, eles foram rumo a esse depósito.
. . Só que ela mudou de ideia do nada e fez ele parar o carro na Garden Highway, no condado de Sutter, e pediu para ele despejar aquela caixa enorme no rio.
E aí, ele a questionou um pouco sobre essa decisão repentina. Ela disse que era simplesmente porque tinha muito lixo ali dentro, coisas que ela não queria, que ela não iria usar e que seriam despejadas de qualquer forma. Então, ele falou que tudo bem.
Ele despejou a caixa no rio e os dois voltaram para a casa dela, tomaram algumas cervejas e foi isso. Isso tinha acontecido em novembro. E em 1° de janeiro de 1986, dois pescadores estavam lá no rio pescando quando eles viram a caixa, que era enorme e ela estava metade submersa e metade para fora do rio.
E eles acharam muito estranho, porque era muito grande e decidiram chamar a polícia. Chegando lá, os investigadores pegaram a caixa e abriram. E dentro, eles encontraram um corpo que estava em estado avançado de decomposição, e era o corpo do Everson.
Só que estava em um estado tão avançado que estava irreconhecível. Então, eles não conseguiram saber quem era. A única coisa que eles conseguiram ver é que era um homem idoso, que estava só de cueca e que seu corpo estava enrolado em um lençol branco.
E a única coisa que ele tinha de diferente, que o distinguia de alguma forma era que ele estava usando um relógio no pulso esquerdo. E aí, como eles não faziam ideia de quem era, ele acabou entrando na lista de homicídios não solucionados. Mas a pensão do Everson continuou caindo na conta conjunta deles.
Então, a Dorothea sempre sacava o dinheiro, continuou sacando o dinheiro por muitos meses. . .
E quando os familiares ligavam para perguntar por ele, porque ele não tinha dado mais notícias, ela respondia que ele estava muito doente e só por conta disso ele não ligava para eles. Em 1986, a Dorothea decidiu ir conversar com uma assistente social chamada Peggy Nickerson, para oferecer a possibilidade de estadia para idosos com renda fixa. Então, naquele momento ela não tinha muitas pessoas hospedadas na pensão e ela foi oferecer essa possibilidade, e a Peggy adorou.
Ela disse que a Dorothea era o melhor que o sistema poderia oferecer naquele momento e ela acabou mandando 19 idosos para a pensão. Só que aí, quando alguns deles começaram a desaparecer, ela achou um pouco esquisito. Mas a casa de repouso era enorme e tinha muito espaço ainda.
Então, durante esses dois anos, cerca de 40 outros novos inquilinos foram morar lá. A sua maioria era de viciados em drogas e alcóolatras. .
. E ela já estava tendo um lucro muito bom nessa época, mas ela queria mais, queria mais dinheiro. .
. Então, ela decidiu que voltaria a frequentar bares atrás de homens que tivessem benefícios ou algum tipo de renda. Enquanto isso, todo mês quando as correspondências chegavam, ela abria todas as correspondências primeiro e ela pegava quase todo o dinheiro dos inquilinos para ela, dava uma pequena quantia para eles, porque como eles eram alcóolatras ou viciados em drogas, eles gastavam praticamente tudo nisso.
E, muitas vezes, eles acabavam até sendo presos e ficavam 30 dias na cadeia. E nesses 30 dias quando chegava mais correspondência deles com o dinheiro deles, ela pegava também. E essa pensão da Dorothea não se encaixava na definição do Estado da Califórnia de instalação de cuidados comunitários.
Então, essa definição exige que exista algum tipo de supervisão médica e uma licença que era especial do departamento de serviços sociais. Ela continuava aceitando idosos e tinha certa popularidade com os assistentes sociais locais, porque ela era a pessoa que aceitava os casos considerados mais difíceis, como, por exemplo, inquilinos abusivos e dependentes químicos. Enquanto isso, alguns vizinhos começaram a perceber que muitas coisas misteriosas aconteciam naquela pensão.
Eles repararam que tinha um homem que era conhecido apenas pelo nome de Chefe, que era um sem-teto alcóolatra que a Dorothea meio que adotou, e o colocou como seu "faz-tudo". Então, ela começou a fazer algumas mudanças incomuns pela casa. Ela mandou esse homem cavar um buraco no porão e também carregar terra e lixo em um carrinho de mão pela casa.
Mais tarde, a garagem do quintal foi demolida seguida de mais escavações, e depois outra laje, tipo um pátio de concreto foi construído no lugar. Não muito tempo depois, esse homem chamado de Chefe, desapareceu sem deixar vestígios. Nos meses seguintes aconteceram alguns outros desaparecimentos.
Uma senhora de 77 anos chamada Betty Palmer foi para sua consulta no médico no dia 19 de agosto de 1986, só que ela nunca mais voltou. Então, semanas depois, os documentos dela estavam com a Dorothea, que estava usando os documentos. Ela trocou a foto da Betty e colocou uma foto dela, e ela estava usando o documento falsificado para conseguir pegar o dinheiro que a Betty recebia mensalmente.
Em fevereiro de 1987, outra hóspede, a Leona Carpenter, de 78 anos, tinha acabado de receber alta do hospital. Então, ela foi mandada para ser cuidada pela Dorothea na pensão. E nessa época, a pensão já estava muito cheia, lotada, não tinha mais quartos sobrando.
. . Então, ela arrumou um sofá para a Leona ficar durante alguns dias até que ela conseguisse liberar um quarto para ela.
E poucas semanas depois disso, ela simplesmente desapareceu. Outro hóspede, em julho do mesmo ano, chamado James Gallop, de 62 anos, ele tinha ficado internado no hospital para tirar um tumor no cérebro. .
. E quando ele saiu, recebeu alta, ele também foi para a pensão ficar lá hospedado e ele desapareceu. Já em outubro do mesmo ano, outra hóspede chamada Vera Martin, de 65 anos, também se mudou para a pensão e, pouco tempo depois, desapareceu, nunca mais foi vista.
Em fevereiro do ano seguinte, em 1988, outro hóspede, o "Bert" Montoya desapareceu. E nessa época, a Dorothea já estava conseguindo pegar o dinheiro que ele recebia por mês e sacar esse dinheiro. .
. E quando perguntavam por ele, ela dizia que ele tinha ido para o México visitar a família. Mas até antes do desaparecimento dele, ela já estava levantando algumas suspeitas.
Um inspetor do departamento de serviços sociais chegou na casa, porque ele tinha recebido algumas queixas de que ela estava administrando ilegalmente, uma instalação de assistência médica. E mesmo ela já tendo sido condenada em momentos anteriores por ter utilizado indevidamente os benefícios dos clientes, o inspetor foi enganado por ela e ela não recebeu nenhuma punição. Um relatório de campo foi feito posteriormente, elaborado pelo mesmo fiscal que declarou que essas denúncias contra ela eram infundadas.
Em maio de 1988, os vizinhos começaram a notar um cheiro muito forte vindo do quintal da Dorothea, além de muitas moscas também. . .
Então, quando foram perguntar para ela de onde estava vindo esse cheiro, ela dizia que era de uma aplicação de emulsão de peixe que ela estava fazendo no jardim. A Dorothea continuou roubando as pessoas por um bom tempo, até que aquela mesma assistente social, a Peggy, que já tinha mandado várias pessoas para morar lá na casa, começou a suspeitar da Dorothea quando ela tentou visitar algumas pessoas e ela sempre dizia que essas pessoas tinham se mudado. Então, no começo a Peggy viu problemas nisso, não achou tão estranho, porque normalmente essas pessoas não permaneciam muito tempo num lugar só.
Mas, por precaução, ela decidiu parar de enviar as pessoas para morarem lá. Finalmente, no dia 7 de novembro de 1988, a polícia estava investigando o desaparecimento de um dos inquilinos do local, que era o Bert. Como eu disse, ele desapareceu em fevereiro daquele ano.
Ele tinha deficiência mental, além de ser esquizofrênico. . .
A aparência dele era bem desleixada, usava roupas surradas, e as pessoas costumavam achar que ele era um alcóolatra, só que na verdade ele nem bebia. Então, ele acabou morando em vários lugares, e em um desses lugares, uma mulher chamada Judy Moise gostou muito dele e viu que ele era muito gentil, e ela percebeu que ele não era alcóolatra, não era dependente químico. .
. Então, ela decidiu ajudar esse homem. Começou a procurar por um lugar bom para ele poder morar, até que outros funcionários comentaram com ela da existência da pensão da Dorothea, que era uma senhora viúva muito gentil, que já tinha experiência em cuidados com os sem-teto.
Então, a Judy decidiu visitar o local. Ela foi lá no dia 1° de fevereiro, conheceu a Dorothea e a achou super legal, simpática. .
. Ela achou a casa toda muito organizada, muito limpa. .
. E a Dorothea disse que o Bert poderia se mudar para lá imediatamente, que tinha lugar para ele, que ela cuidaria dele. .
. Então, dois dias depois ele foi morar lá. Em algumas semanas, a Judy voltou para visitar o Bert e viu que ele estava muito bem, que ele não estava mais andando com roupas sujas e surradas, ele sempre estava com roupas limpas, ele também tinha voltado a tomar seus remédios que faziam com que ele conseguisse conversar com muito mais lucidez.
. . Então, ele parecia ótimo, a melhora dele era bem visível.
E nesse momento, ele ainda não tinha conseguido pegar o cheque dele da Previdência. Então, os gastos com ele foram todos pagos pela própria Dorothea. Então, elas levaram o Bert para ser avaliado pelos médicos, que disseram que ele tinha psicose e que essa doença não o deixava participar da sociedade de forma efetiva.
Então, ele precisava de alguém que cuidasse dele, que fosse responsável por ele e pelo dinheiro que ele ganhava todo mês. Então, elas decidiram colocar a Dorothea como essa pessoa responsável e entraram com o pedido. Pouco tempo depois esse pedido foi aprovado e a Dorothea ficou responsável por ele.
Então, ela recebia um valor mensal que era de US$637 para cuidar dele. E até aí tudo bem. Ela tinha 60 anos na época, a Dorothea, e aí ele desapareceu.
Então, a Judy não acreditou nessa história de que ele tinha se mudado, ela falou que não era uma coisa comum dele se mudar assim do nada sem avisar. . .
E que muito menos ele estaria no México visitando a família. Então, ela não acreditou em nada. No dia 7 de novembro, a Judy fez uma denúncia dizendo que o Bert estava desaparecido e denunciou a Dorothea.
Então, os policiais decidiram ir até o local. Chegando lá, eles disseram que queriam dar uma olhada na casa. .
. Então, enquanto eles olhavam a casa, que era bem grande, um dos inquilinos foi até um dos policiais e disse que a Dorothea tinha pedido para ele mentir, caso eles fizessem algumas perguntas. Eles também perceberam que nesse dia que o solo da propriedade estava mexido em alguns lugares.
Então, eles voltaram no dia 11, só que dessa vez com um mandado de busca. Nos dias seguintes, um total de sete corpos foram encontrados na propriedade, incluindo o do Bert e o da Betty Palmer, que também estava desaparecida. Quando eles encontraram o corpo dela, ela estava sem a cabeça, mãos e pernas.
Ao mesmo tempo, a polícia iniciou uma investigação sobre o desaparecimento de outros inquilinos, como o Everson Gillmouth e a Ruth Monroe. O Everson eles já tinham encontrado o corpo lá no rio. Então, posteriormente, ele foi identificado a partir de suas radiografias hospitalares.
Mas a causa da morte não foi determinada. Então, eles fizeram um exame nos sete corpos encontrados, que acabou revelando grandes concentrações do medicamento Flurazepam, ou Dalmane, como é conhecido comercialmente. Depois, a polícia encontrou dezenas de receitas para esse remédio entre os papéis pessoais da Dorothea.
À medida que a investigação ia avançando, os detetives descobriram que ela tinha descontado mais de 60 cheques de benefícios de pessoas que já estavam falecidas. As estimativas da polícia revelaram mais tarde que a renda ilegal obtida por ela chegava a US$5. 000 por mês.
Agora, eles tinham evidências suficientes e um forte motivo no local. Então, a polícia tomou todas as medidas para prender a Dorothea por assassinato. Só que até eles chegarem nesse ponto de realmente ver que ela era a culpada para fazer a prisão, ela ainda não era considerada suspeita do caso.
Então, ela estava livre para sair da casa e voltar a hora que ela quisesse. Então, teve um dia que ela simplesmente saiu para comprar café num hotel que ficava próximo E ela nunca mais voltou, ela desapareceu. Foi em algum momento entre o dia 11 e o dia 14 que ela desapareceu.
E quando os investigadores decidiram fazer a prisão eles nem sabiam onde ela estava. Os detetives ficaram super constrangidos por terem deixado ela escapar assim tão fácil. Então, eles fizeram um pedido de ajuda para o FBI para conseguir localizá-la.
Então, eles foram em vários locais, como aeroportos, estações de ônibus, estações ferroviárias. . .
Foram em vários locais para tentar descobrir para onde ela tinha ido, mas não encontraram nada. Nisso, eles descobriram que ela tinha feito uma reserva de um voo para Los Angeles usando seu próprio nome e tudo. .
. Só que ela só fez a reserva e nunca chegou a embarcar, então foi meio que uma pista falsa que ela deixou para os investigadores. Nesse momento, eles acreditavam que ela tinha ido para outro local que não fosse Los Angeles.
Então, eles descartaram essa possibilidade, porque eles achavam que ela tinha feito de propósito, então eles pensaram que ela estava em outro local. Mais tarde, eles descobriram que não, o que foi outro constrangimento para eles. Enquanto isso, a investigação continuava, porque eles acreditavam que na verdade ela tinha assassinado muito mais que sete pessoas.
Isso porque o caso já estava na mídia, já estava na TV, nos jornais, então todo mundo sabia sobre o caso. . .
E muitas famílias começaram a ligar para a polícia, dizendo que eles tinham parentes que foram enviados à casa de repouso da Dorothea e que depois eles nunca mais tiveram notícias. Então, por conta de todas essas ligações, a investigação foi seguindo, porque eles achavam que muito mais pessoas tinham sido assassinadas por ela. Enquanto isso, a Dorothea estava hospedada no quarto 31 do hotel Royal Viking, no centro de Los Angeles, que era o local que eles tinham descartado.
E aí, ela se hospedou usando o nome de Dorothea Johanson. Então, ela foi muito discreta, lá ela só saía para comer, ela passava o dia todo no quarto vendo TV. .
. Ela ficou vários dias trancada no quarto, até que ela começou a ficar inquieta, ela queria sair, queria fazer alguma coisa. Então, ela vestiu suas melhores roupas, pegou um táxi e foi para o bar mais próximo que tinha do hotel.
Chegando no bar, ela pareceu extremamente deslocada, porque ela estava super bem vestida e era um bar bem decadente. . .
Mas ela chamou a atenção de um homem, que parecia super triste e solitário, o nome dele era Charles, e eles começaram a conversar e ela se apresentou como Donna Johanson. Os dois começaram a conversar, até que a Dorothea reclamou que o salto do sapato dela estava muito gasto, porque ela ficava andando pela cidade. .
. Então, ele se ofereceu para levá-la para arrumar em uma oficina que ficava do outro lado da rua. Então, ele a levou, arrumou o sapato dela.
. . E eles continuaram a conversar e ela começou a perguntar sobre a situação financeira do Charles e ele explicou que ele recebia um auxílio doença por uma condição que ele tinha.
E aí, ela disse que tinham vários formulários que ele poderia preencher, que quando fossem entregues, ele ganharia muito mais do que ele estava recebendo naquele momento. . .
Ele ficou bem interessado quando ela começou a explicar, só que ao mesmo tempo, ele começou a se perguntar como ela sabia de todas essas coisas. Eles continuaram conversando e bebendo no bar, até que a Dorothea deu a ideia de eles passarem o dia de Ação de Graças juntos, para eles jantarem juntos. .
. A oferta parecia muito atraente naquele momento para o Charles, só que ela começou a falar sem parar sobre os dois, que eles deveriam ficar juntos. .
. Começou a falar para eles morarem juntos, sendo que eles tinham acabado de se conhecer. .
. E aí, ele achou meio esquisito e resolveu meio que despistá-la, falou que no dia seguinte eles iriam se encontrar e que ele a levaria para fazer compras. Então, ela voltou para o hotel e ele foi para a casa dele.
Ao chegar em casa, ele não conseguia relaxar, porque por algum motivo ele sentia que aquela mulher tinha alguma coisa, ele não sabia dizer o quê. . .
Mas ele sentia que tinha alguma coisa estranha sobre a Dorothea que ele não sabia o que era. Então, ele decidiu ligar a TV para se distrair, aí começou a passar o jornal, e começaram a falar sobre a Dorothea, só que não tinha foto dela. Então, eles só foram falando sobre o caso e tal, e ele tinha ouvido a mesma notícia pela manhã.
Então, aí ele percebeu que provavelmente aquela mulher era ela, que se encaixava completamente nas características da Dorothea. Ele já tinha ouvido pela manhã e foi aí que ele ligou os pontos e passou a tarde toda provavelmente com aquela assassina que estava sendo procurada. Só que aí ele não tinha 100% de certeza e decidiu ligar para o jornal, que era a CBS, ao invés de ligar para a polícia.
Ele conversou com o editor da edição, e explicou a história de que conheceu essa mulher no bar, explicou tudo. . .
E o editor pensou: "Nossa, acho que eu tenho um furo de reportagem nas minhas mãos. Eu vou encontrar essa assassina. " Ele decidiu chamar o Charles para ir para lá porque ele tinha algumas fotos.
Então, ele mostraria as fotos para ele para ele ter certeza de que realmente aquela mulher era a Dorothea. Chegando lá, ele viu as fotos e no primeiro momento ficou meio em dúvida, até que ele acabou dizendo que tinha quase certeza de que aquela mulher realmente era a Dorothea que eles estavam procurando. .
. Então, o editor liga para a polícia, eles combinam de ir todos no mesmo horário para o hotel. .
. Então, chegam os detetives da polícia, e uma equipe enorme da CBS para filmar e fotografar tudo. E aí, eles vão até o hotel.
Eles batem na porta por volta das 22:20h, a Dorothea não tinha nem ideia do que estava por vir. Então, ela abre a porta e é surpreendida por muitas câmeras, fotógrafos e policiais. .
. E eles pedem uma identificação. Àquela altura, ela viu que não tinha para onde fugir, então ela entregou a sua carteira de motorista que tinha seu nome completo e também o endereço que era da casa de repouso que ela administrava.
Ela foi presa em 17 de novembro de 1988 e eles colocaram-na em um avião para levá-la de volta para Sacramento. Junto com ela, foram as equipes de TV e ela acabou admitindo para um repórter no caminho que ela descontava os cheques realmente desses inquilinos dela, mas ela disse que ela nunca tinha matado ninguém e que ela costumava ser uma boa pessoa. Ela foi presa na cadeia do condado de Sacramento, e lá na casa dela, os detetives encontraram um envelope com muito dinheiro escondido.
Naquela mesma manhã, ela foi levada ao tribunal para se encontrar com seus dois advogados, que foram nomeados pelo próprio tribunal. Eram eles: Peter Vlautin e Kevin Clymo. A Dorothea foi processada sem fiança por uma acusação de assassinato que era do Bert Montoya.
. . E enquanto ela estava presa, a polícia continuava um longo e cansativo processo de identificação dos restos mortais e processamento de todas as provas encontradas.
Então, após meses de preparação, a acusação estava pronta e as audiências pré-julgamento começaram apenas no dia 25 de abril de 1990. A mídia e o público foram até o tribunal de Sacramento para conseguir participar de um dos julgamentos mais intrigantes da história do Estado. Diante da juíza, a equipe de acusação apresentou o caso deles com a intenção de retratar a Dorothea como uma assassina gananciosa, manipuladora, que tinha sangue frio, cujo único objetivo era realmente roubar os benefícios de seus clientes.
A defesa rebateu com a afirmação de que o julgamento havia se tornado um evento midiático, e que isso se tornava uma ameaça ao direito da Dorothea de ter um julgamento justo. Então, eles fizeram um pedido de mudança de local. O pedido foi aceito e foi transferido para o condado de Monterrey, também na Califórnia.
A partir dali a juíza decidiu que o julgamento continuaria, porque estava sendo justo sim, e que a presença da mídia não iria interferir nos direitos da acusada. O julgamento aconteceu em outubro de 1992, e só foi encerrado depois de um ano. O promotor do caso, John O'Mara, chamou 130 testemunhas.
A argumentação da acusação foi a de que a Dorothea drogava seus inquilinos, utilizando pílulas para dormir para que eles desmaiassem e em seguida os sufocava. E além disso, ela teria contratado presidiários para cavarem buracos no seu quintal, onde posteriormente ela colocaria os corpos. Já a sua defesa utilizou uma imagem, que é comumente utilizada na Psicologia, que pode ser vista de diferentes formas, dependendo de quem a observa, para finalizar o argumento dizendo para as pessoas terem em mente que as coisas nem sempre são o que parecem.
Eles alegaram também que as mortes teriam acontecido por causas naturais. Eles chamaram várias testemunhas na tentativa de mostrar que a Dorothea tinha um lado que era generoso, atencioso. .
. E as testemunhas realmente alegaram isso, disseram que ela era uma boa pessoa, que ela tinha ajudado eles. .
. Além disso, uma série de psicólogos passaram incontáveis horas entrevistando a Dorothea em sua cela. Eles deram evidências sobre toda a infância conturbada e falta de amor e compreensão que ela teve, e eles acreditavam que isso teria contribuído para os seus níveis óbvios de estresse, e que isso por sua vez afetou o seu julgamento.
A acusação rebateu e continuou insistindo que a Dorothea era motivada por apenas uma coisa: que era a ganância. No argumento final, ele disse que as vítimas eram seres humanos, que não tinham muitos bens materiais, apenas seus cheques de Previdência que foram todos levados pela acusada, assim como suas vidas. A defesa continuou abordando questões da infância da Dorothea, destacando que houveram muitos aspectos traumáticos que mais tarde afetaram sua vida.
Eles fizeram isso para que os jurados conseguissem enxergar o caso da perspectiva da Dorothea. A apelação da parte da defesa era que ela não fosse submetida à pena de morte, e sim a uma prisão sem liberdade condicional. Em 19 de junho de 1980, a juíza deu sua decisão.
Dorothea Puente seria julgada por nove acusações de assassinato. Foram muitos anos de atraso, aconteceram várias coisas, até que em 15 de julho de 1993, depois de ouvir 153 testemunhas, depois de ler mais de 3. 500 páginas de provas, o júri retirou-se para considerar seu veredito.
No dia 26 de agosto, o júri finalmente chegou a um veredito. Então, diante de um tribunal lotado, o escrivão leu os vereditos. Dorothea foi culpada pelo crime de homicídio em 2° grau de Leona Carpenter, culpada pelo crime de homicídio de 1° grau de Dorothy Miller, culpada pelo crime de homicídio em 1° grau de Ben Fink.
. . Então, ela foi considerada culpada pela morte de alguns dos inquilinos desaparecidos, mas nem todos, inclusive seis deles por algum motivo, eles anularam da questão.
Então, foi tirado de todo o julgamento, inclusive o do Bert Motoya. Ela foi condenada à prisão perpétua sem liberdade condicional, e quando ela ouviu a sentença dela, ela pareceu muito animada e feliz. Então, ela virou para os advogados e disse: "Eu não matei ninguém.
" Ela foi levada para o Centro de Mulheres da Califórnia, então ela ia cumprir a pena lá. . .
E durante todos os anos seguintes, ela continuou alegando que era inocente e que todas as pessoas que desapareceram, que foram enterradas pela casa, tinham morrido de causas naturais. Em 1998, ela começou a trocar cartas com um homem chamado Shane Bugbee. E eu não consegui encontrar exatamente o que ele era, se ele era jornalista ou alguma coisa assim, mas eles começaram a se corresponder.
. . Por muito tempo, ela começou a enviar receitas para ele.
Então, ela colocava todos os ingredientes, como faz a receita, e aí ele juntou tudo em um livro chamado "Cooking with a Serial Killer", que na tradução é "Cozinhando com uma Serial Killer", o que eu achei bizarro. Para vocês terem noção, esse livro tem 50 receitas e também tem uma entrevista gigante que ela deu. .
. E também tem umas artes, tipo fotos e ilustrações de artes que ela fez lá na prisão. .
. Até 2006, ela participou de muitos trabalhos e atividades na prisão. Ela ajudava a limpar a prisão, cortava o cabelo das detentas, ela também participava de paisagismo, eram atividades que eles ofereciam e ela participou de várias.
Ela faleceu aos 82 anos, no dia 27 de março de 2011. na prisão de causas naturais. E quando o caso ficou muito conhecido, quando descobriram tudo o que ela tinha feito, muitas pessoas apareceram para contar coisas sobre ela.
Como eu disse para vocês, ela mentia muito, ela inventava muita coisa. Então, as informações divergem muito. Eu tentei juntar tudo da melhor forma possível, para trazer para vocês e é possível que uma ou outra coisinha não esteja 100% certa por conta disso.
Mas foi um caso que me chamou muito a atenção, eu queria muito trazer para vocês. Então, eu decidi trazer no último dia da Semana Misteriosa. E eu achei esse caso muito doido, quero muito saber o que vocês acharam, gente.
. . Ela passava essa imagem de vovó, de uma senhorinha muito fofa, que tratava todo mundo bem, que queria ajudar as pessoas, tinha essa causa de repouso.
. . Quando na verdade ela roubou muitas pessoas, muitas mesmo.
. . Ela falsificava assinaturas, roubava dinheiro de todo mundo, matou várias pessoas e quando descobriram, todo mundo ficou em choque com a informação.
E no fim das contas, ela até lançou o livro de receitas. Então, essa história é muito doida. Eu preciso saber a opinião de vocês.
Então, deixem aqui nos comentários para mim. Não esquece do like, se você gostou do vídeo, se você gostou dessa Semana Misteriosa. .
. Espero que vocês tenham gostado muito. .
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. . E é isso, gente!
Eu vejo vocês no próximo vídeo.