Oi e aí pessoal tudo bem com vocês hoje nosso tema de Ecologia de populações e comunidades e interações ecológicas se você é do ensino médio e tá nesse vídeo aqui eu tenho um vídeo especial para você e que você pode acessar clicando aqui no card ele é um vídeo que trazer esse conteúdo mas muito mais simplificado lá para o ensino médio agora se você está graduação pode ficar por aqui mesmo Vem aprender Bio comigo vamos começar a nossa aula de hoje falando de uma pergunta que a resposta é muito óbvia algum organismo vivo isolado é
claro que não os organismos tem relações intra e interespecíficas ou seja se relacionam com outros organismos da sua própria espécie e entre específica ou também com organismos de outras espécies no caso relações interespecíficas além dessa classificação as interações ecológicas podem ser classificadas em dois grupos as relações harmônicas e as relações desarmônicas as relações harmônicas são aquelas que podem trazer vantagens para todos nós temos envolvidos na interação ecológica ou se positiva para pelo menos uma das partes mas o mais importante é que nenhum dos organismos envolvidos pode sair prejudicado as relações desarmônicas por outro lado são
aquelas que trazem desvantagem para pelo menos uma das partes envolvidas na interação mas também pode trazer desvantagens para todas as partes envolvidas aqui nessas duas imagens a gente pode observar dois exemplos um dessa borboleta que tá pegando néctar ali na flor trazendo benefícios para ela própria mas também pode trazer benefícios para a planta Caso haja polinização e o outro exemplo aqui dessa aranha se alimentando dessa vez por motivos óbvios uma das espécies é beneficiada no caso Aranha mas a outra é totalmente prejudicada Por que morre no caso a vespa quando a gente leva em consideração
Então essas duas classificações entre as relações harmônicas e desarmônicas e as relações inter e intra específicas a gente pode montar essa tabela de classificação aqui vamos começar então falar um pouquinho das relações interespecíficas nesse caso aqui e considerando que elas envolvem duas espécies diferentes e aqui a gente observa por meio de sinais matemáticos se elas trazem benefícios no caso sinal positivo ou se elas trazem prejuízo no caso o sinal negativo alguns tipos então de interações interespecíficas são as interações consumidor-recurso que podem ser por exemplo predador-presa herbívoro planta parasitos perder nesse caso obviamente uma das espécies
é beneficiada EA outra espécie é prejudicada então uma atenção positivo e a outra sinal negativo outro tipo de relação interespecífica é a competição e como a gente pode ver esse pelo sinais causa prejuízo para todos os envolvidos temos também o mutualismo tem um tipo de relação ecológica que causa benefícios para todas as espécies envolvidos e por fim nessa tabela aí das relações interespecíficas a gente tem três relações ecológicas que são consideradas neutras para uma das partes são elas o comensalismo que positivo para uma parte em neutro para outra o inquilinismo é uma forma positiva para
uma parte em outra para outra e o homem salismo que negativo para uma parte e neutro para outra por outro lado aqui na tabela abaixo a gente tem as relações intraespecíficas as interações entre indivíduos da mesma espécie a gente tem como exemplos a sociedade e positiva traz benefícios para todos os envolvidos a colônia que da mesma maneira traz benefícios para os envolvidos a competição que também pode ser lá interespecífica ele da mesma maneira traz prejuízo para todos os envolvidos e interações consumidor-recurso entre indivíduos da mesma espécie que são classificadas como canibalismo que são positivas para
o indivíduo e negativa para aquele que morre é consumida agora a gente vai falar em detalhe um pouquinho sobre cada uma dessas interações ecológicas vão comigo a gente vai começar pelas relações interespecíficas como eu já falei para vocês existem várias dessas relações interespecíficas que são classificadas como interações consumidor-recurso essas interações elas são as mais fundamentais e elas incluem por exemplo as relações entre predador-presa herbívoro planta e parasito-hospedeiro a gente considerar essas duas imagens aqui a gente consegue observar duas interações consumidor-recurso no caso aqui uma herbívoro planta nessa larva de inseto se alimentando de uma planta
e também parasita-hospedeiro no caso aqui esse inseto se alimentando do sangue provavelmente de um ser humano uma questão muito importante é que todos os organismos que não são fotossintetizantes Ou seja que não são autótrofos né eles precisam necessariamente se alimentar de outros organismos para sobreviver e todos os organismos correm o risco de serem alimento de outros organismos então todos os organismos estão envolvidos em interações consumidor-recurso por esse motivo as interações consumidor-recurso organizam as comunidades biológicas em redes alimentares conforme gente consegue ver essa imagem aqui e nunca viu essa imagem lá no ensino médio que mostra
o fluxo de energia nos ecossistemas mas quando a gente olha em as redes alimentares na vida real elas são um pouquinho mais complexas como a gente pode ver nessa imagem aqui nesses quadradinhos a gente tem alguns números que indicam então espécies diferentes cada uma dessas linhas indica para mim uma relação consumidor-recurso essas interações consumidor-recurso são importantíssimas para poder estabelecer a estrutura das Comunidades de forma geral quanto maior o número de interações entre as espécies maior a resistência e resiliência de uma comunidade biológica mas quando a gente observa essas interações aqui alimentares Nem todas elas são
iguais os consumidores mesmo podem ser classificados em diferentes categorias dependendo da maneira como ele se alimentam Então os consumidores podem ser predadores parasitas parasitoides herbívoros e detritívoros vamos olhar detalhes alguns exemplos desses tipos de consumidores aqui a gente tem o clássico Predador ele captura indivíduos da população de presa removendo esses indivíduos e consomem para ganhar energia e pintar só própria sobrevivência e reprodução nesse sentido O Predador ele mata o outro organismo para poder se alimentar por outro lado nós temos os parasitas eles consomem parte de uma presa viva que recebe o nome de hospedeiro geralmente
esse anexando no corpo desses indivíduos como por exemplo de carrapatos aí nessa cobra ou invadindo o seu corpo como por exemplo as de ar diz que vivem no interior do intestino de vários organismos ele se alimentam de tecido sangue ou alimento parcialmente digerido desses os poderes de maneira geral parasita não removem indivíduos da população dos pt porque eles dependem do hospedeiro para se alimentar e sobreviver então gente consegue observar aqui esses indivíduos que estão enterrando nada mais estão fazendo do que dispersando disseminando parasitas que estão neles levaram hospedeiro a morte é impedir que outros parasitas
consigam atingir outros hospedeiros misturando um pouquinho dos dois a gente tem os parasitoides nesse caso a AIDS consomem também tecidos dos pedreiros vivos assim como ocorre com parasita mas ao longo do tempo eles levam hospedeiro inevitavelmente a morte a gente tem aqui dois exemplos esse primeiro exemplo aí é de uma vespa ela bota os seus ovos dentro de outros insetos incluindo adultos ou larvas esses ovos eclodem e começam a comer o outro inseto de dentro para fora eles usam essa energia então do corpo de outro inseto para poder sofrer a metamorfose e se tornar um
adulto Só que nesse processo eles levam esse inseto que tá parasitado necessariamente a sua morte outras em porque de um fungo que parasita formigas os microsporos desse fungo contamina uma formiga ao longo do tempo esse fungo começa a se alimentar de partes internas dessa formiga mas que não são vitais para ela mas chega um ponto que essa formiga começa a ficar com um comportamento completamente diferente das outras formigas até que chega um dia em que esse fungo induz a for me a subir em uma árvore algum vegetal Muito alto isso porque esse fundo está numa
fase do desenvolvimento pronto para emitir o seu corpo de frutificação que poder produzir os seus Stories assim a formiga sob o local mais alto que ela consegue e acaba morrendo e o corpo de frutificação aparece essas formigas são chamadas de formigas zumbis porque acabam fazendo aquilo que o parasita quer que elas façam os consumidores também podem ser herbívoros e no caso dos herbívoros eles podem comer plantas inteiras como é o caso de pequeno-almoço Sapiens aí que se alimentando de feijões e portanto está comendo o embrião inteiro nesse caso ele é considerado um Predador porque está
causando a morte dos indivíduos ou ainda os herbívoros podem comer parte dos vegetais e nesse caso se assemelha mais aos parasitas porque acabam se alimentando de parte do seu recurso sem causar sua morte é o caso aqui está observando aí por exemplo da girafa que vai arrancar Ramos da planta mas sem matar por fim ainda os O que é classificados como detritívoros Nesse caso eles consomem material orgânico morto então por exemplo serrapilheira fezes ou mesmo carcaças de animais como a gente consegue ver aí nessa imagem nesse caso esses consumidores não tem nenhum efeito direto sobre
as populações do recurso essa relação dos defectivos é considerada pelos autores como uma relação com mensal porque beneficia aquele organismo que está se alimentando Mas ela é neutra por aqueles indivíduos que estão servindo como recurso já que aqueles indivíduos já estavam mortos essa tabelinha que permite a gente tem uma noção sobre o grau de interação entre os organismos dessa relação ecológica de consumidor recurso e também é a probabilidade de morte do recurso ou seja da espécie que está sendo consumida Olha lá no caso de herbívoros que também são chamadas de passadores que consome apenas parte
dos indivíduos existe uma proximidade baixa entre os indivíduos Ou seja a interação entre eles não é muito forte e além disso a probabilidade de morte da espécie que tá a vida também considerada Baixa porque são consumidas apenas partes por outro lado a probabilidade de que aumenta quando a gente vai para o lado dos predadores fica de maneira geral não tem uma interação muito alta com as suas presas mas levam os indivíduos a morte agora Vamos considerar aquelas relações consumidor recurso que tem uma grande proximidade entre os indivíduos ou seja uma interação muito grande geralmente uma
interação muito específica Esse é o caso dos parasitas tá geralmente eles têm uma especificidade com relação aos pd mas os parasitas geralmente não levam os seus hospedeiros a morte por isso é classificada aqui com uma probabilidade baixa de morte da espécie a ser consumida muito diferente do caso dos parasitoides que tem uma alta especificidade ou seja eles apresentam uma interação muito grande com a espécie a ser consumida e eles levam necessariamente à morte então existe uma alta probabilidade de morte da espécie que está sendo consumida vamos entender então um pouquinho melhor sobre quais são os
tipos de predadores como eles agem um pouquinho sobre os herbívoros a casa de jantar parasitas e parasitoides e o mesmo grupo e vou chamar apenas de parasitas tá primeiro grupo que a gente vai ver então exatamente o grupo do parasitismo essa relação ecológica uma relação desarmônica causando o benefício para uma das espécies e prejuízo para as outras a gente pode observar que os parasitas podem ser de dois tipos principais eles podem ser ectoparasitas quando eles ficam sobre o corpo dos organismos em dois gente tem aqui o mosquito né se alimentando do sangue do ser humano
ou também de endoparasitas quando eles ficam dentro do corpo dos organismos e dentro do corpo pode ser uma gente tá vendo a esses crustáceos dentro da boca de um peixe mas também pode ser realmente mais dentro do corpo considerando até alguns organismos que ficam dentro de células os parasitas podem ter diferentes graus de fidelidade com relação a interação de parasitismo então alguns parasitas são parasitas obrigatórios O que significa que o creme se alimentarem se reproduzirem eles conseguem somente fazer isso considerando a presença de um e por outro lado a gente tem parasitas facultativos O que
significa que eles apresentam meios alternativos de alimentação e reprodução que independem do hospedeiro alguns parasitas são tão dependentes de hospedeiros ele se torna monogenéticos o que significa que eles são capazes de parasitar apenas uma espécie outros ainda tem uma certa flexibilidade com relação ao hospedeiro e são chamados de digenéticos porque eles podem parasitar duas ou mais espécies de hospedeiros diferentes alguns exemplos de parasitas monogenéticos são vírus que são específicos de cada espécie agora um exemplo de parasita de genético por exemplo são carrapatos que podem parasitar diferentes espécies ou seja não são espécie específicos vamos entrar
um pouquinho mais em detalhes com relação à predação essa também é uma relação desarmônica que é positiva para os organismos que estão consumindo ou seja para os consumidores mas é negativa para aqueles organismos que são as presas Ou seja que estão os recursos uma vez que Oi gente nesse caso as presas morrem os predadores podem ser classificados de acordo com o número de itens que eles consomem eles podem ser considerados monofagicos ou ligou fagicos no caso de espécies que se alimentam de um ou de poucos itens alimentares Então são espécies especialistas Ou eles podem ser
polifagico se alimentando de vários itens alimentares nesse caso são espécies generalistas os predadores monofagicos onicofagico são beneficiadas em situações em que sua presa encontra-se em grande abundância de maneira geral por serem especialistas o tempo de manipulação da presa em relação ao tempo de procura é considerado um longo porque de maneira geral ele tem que procurar muito mais o seu recurso para conseguir se alimentar uma característica peculiar desse tipo de predador é que eles tendem a diminuir a competição com outras espécies porque eles têm um nicho um diferencial por outro lado no caso dos predadores polifagico
que são generalizadas o tempo de manipulação da presa com relação ao tempo de pro eu curto porque eles conseguem encontrar muito mais recursos porque esse recurso é variado algumas características peculiares aí que eles têm uma dieta balanceada evitando por exemplo a concentração de substâncias nocivas que podem estar presentes em uma empresa específica da mesma maneira a herbivoria funciona muito parecida com a predação a principal diferença é que na herbivoria no ocorre a morte do Vegetal que está sendo consumido ela também é uma relação desarmônica que traz benefícios para o consumidor no caso herbívoro e prejuízos
para aquele organismo que está sendo consumido no caso uma planta mas os herbívoros também podem ser considerado generalistas ou especialistas nesse caso aqui a gente tem que ser vídeo que representam uma espécie generalista se alimentando de vários itens vegetais e do outro lado e que a gente tem um panda é considerado uma espécie especialista porque se alimenta de um alimento específico que o broto de bambu as interações consumidor-recurso tem algumas peculiaridades com relação a sua evolução a dinâmica e nas interações consumidor-recurso reflete respostas evolutivas multas ou seja os organismos recursos tem tanto táticas para evitar
serem consumidos assim como os consumidores têm para caçar esse processo é chamado de coevolução nesse caso duas ou mais espécies afetam a evolução uma da outra reciprocamente vamos dar aqui um exemplo para ficar mais claro eu tenho aqui duas situações uma delas é um exemplo de coevolução e a outra não nesse primeiro exemplo a gente tem o surgimento de uma substância tóxica em uma planta e de forma paralela o surgimento de um mecanismo de desintoxicação em organismos herbívoros a outra situação é a seguinte o desenvolvimento de músculos e dentes fortes com capacidade de quebrar ossos
e hienas E aí qual é o exemplo de coevolução O primeiro exemplo aqui é um exemplo de coevolução porque o desenvolvimento foi recíproco das duas características bom então a planta começou a produzir uma substância tóxica e ao mesmo tempo isso serviu com uma pressão seletiva para seleção de organismos que conseguiu se desintoxicar no caso das hienas não é um caso de coevolução porque as presas que são consumidas por essas hienas não desenvolveram ossos mais fortes em decorrência dos dentes e músculos das hienas então necessariamente para ser uma coevolução necessariamente eu tenho que ter uma característica
e eu tenho que ter uma resposta correspondente àquela característica dessa maneira as espécies evoluem reciprocamente porque uma serve de pressão seletiva para outra por exemplo olha lá seleção natural e parasitismo a seleção natural favorece mecanismos de defesa nos hospedeiros temos lá por exemplo nosso sistema imunológico que reconhece e destrói invasores mas ao mesmo tempo que acontece isso a seleção natural também favorece mecanismos que permitem com que os parasitas superem as defesas do hospedeiro Olha aí dois e e a gente tem aqui essas Vespas que parasitam pulgões ao longo do tempo evolutivo alguns fogões se tornaram
imunes às vistas mas isso serviu como a pressão seletiva para seleção de vespas que eram capazes de farejar para o gol e que eram imunes da mesma maneira acontece como tripanossoma cruzi causador da doença de chagas esse parasita aqui consegue driblar nosso sistema imunológico e quanto a gente está produzindo anticorpos para ele ele consegue modificar as glicoproteínas da sua membrana impedindo com que os anticorpos produzidos reconheçam e isso faz com que a gente não consiga combater esse protozoário um detalhe muito importante também com relação a seleção natural e o parasitismo é a que a seleção
natural moda a virulência dos parasitas ou seja quanto mais alta virulência de um parasita a tendência de que elimine o hospedeiro é muito grande assim os parasitas com uma alta virulência acabam sendo ele me a população porque acabam eliminando o seu hospedeiro que é sua fonte de recurso assim ao longo do tempo evolutivo aqueles parasitas que tem uma virulência intermediária Ou seja que consegue extrair seu recurso do hospedeiro sem matá-lo foram sendo selecionados quando a gente considera coevolução relacionada à predação a gente tem um tema muito famoso que é chamado corrida armamentista nesse caso são
selecionados os predadores cada vez mais perigosas digamos assim porque eles ampliam sua capacidade de velocidade de força precisão adaptações morfológicas relacionadas à predação e ao mesmo tempo as populações das presas estão sendo selecionadas estratégias melhores de defesa como por exemplo a capacidade de fuga e camuflagem nesses casos aqui abaixo a gente consegue observar então por exemplo o caso de um felino correndo atrás de um antílope da mesma maneira e se referir não teve ao longo do seu processo evolutivo sendo selecionadas as características que aumentassem a sua velocidade o estilo que também interessa as características selecionadas
mas por pressões seletivas do próprio Predador assim uma espécie acaba influenciando que vai acontecer na outra mas E no caso da herbivoria as plantas não podem se esconder e nem fugir como é que ela fazem então para escapar dos seus consumidores uma das estratégias utilizadas tem a ver com a alocação da energia nas diferentes partes do Vegetal isso porque a qualidade nutricional EA digestibilidade das plantas é crítica para os herbívoros ou seja herbívoro começar a se alimentar de um vegetal ele tem que ser possível que ser digerido e tem que trazer algum benefício nutricional assim
uma estratégia dos vegetais ao longo da evolução foi alocar baixo valor nutricional na maioria dos tecidos como por exemplo nas cores algumas exceções são sementes frutos e Raízes que são as estruturas que os vegetais guardam maior valor nutricional e energético isso porque as a guarda um embrião que precisa da energia para poder se desenvolver as raízes guardam muita energia porque ficam escondidas embaixo da terra praticamente inacessíveis aos herbívoros e os frutos em sua maioria têm muita energia exatamente para atrair de herbívoros já que nesse caso os herbívoros se alimentam do fruto mas acabam despertando a
semente assim os herbívoros acabam selecionando as partes com maior conteúdo nutricional Além disso os herbívoros também tentam selecionar as partes são mais fáceis de serem digeridas como por exemplo as folhas novas porque as folhas mais antigas têm uma alta deposição de celulose o que faz com que ela seja mais difíceis de serem consumidas o que acaba também sendo uma estratégia das plantas para poder se proteger ao mesmo tempo que os herbívoros tentam usar essas estratégias para poder se alimentar dos vegetais eles ainda tem outras estratégias de defesa Como por exemplo o desenvolvimento de estruturas defensivas
no caso de espinhos como a gente e aqui a Cássia de pelos e dificultam também a degustação do Vegetal tormento que essa película Branca em cima da folha que consegue proteger as folhas jovens que ser ingeridas pelos herbívoros além de coberturas muito duras no caso das sementes e resinas pegajosa se tudo isso dificulta com que os vegetais sejam consumidos pelos herbívoros Além disso tem algumas outras estratégias um pouco mais elaborado as plantas também são capazes de produzir substâncias químicas de defesa algumas dessas substâncias constituem o que a gente chama de defesa constitutiva Nesse caso a
substância são mantidas em Altos níveis nos tecidos das plantas o tempo todo como por exemplo os taninos e compostos nitrogenados como por exemplo a nicotina é o caso do tomate por exemplo que tem altas concentrações e fazem contas herbívoros não queiram se alimentar de suas folhas protegendo então essa parte que é importantíssimo para esse vegetal fazer a fotossíntese Além disso tem substâncias químicas que permitem uma defesa induzida nesse caso as substâncias são produzidas Apenas quando ocorrem danos pelos herbívoros na própria planta ou em plantas próximas então aqui a gente tem o exemplo novamente das Acácias
as Acácias São consumidas pela girafas Quando a girafa começa a retirar as folhas das Acácias para poder consumir atacasse as começam a liberar um hormônio chamado etileno o etileno faz com que as folhas comecem a produzir uma substância é tóxica para Giraffas mas essa estratégia não ajuda somente o vegetal e que está sendo consumido a emissão do etileno que é um gás alcança as plantas vizinhas E essas plantas de ao começam a produzir a substância tóxica assim se a girafa for se alimentar de outras sua casa as próximas daquela que ela tava se alimentando ela
também vai ser intoxicada esse é um mecanismo de defesa muito importante dos vegetais assim a girafa acaba tendo que caminhar algumas centenas de mim eu encontrar uma outra caixa que ainda não foi avisada as interações consumidor-recurso podem servir como base para o desenvolvimento de outras duas interações interespecíficas a competição e o mutualismo vamos ver um pouquinho sobre essas outras duas interações a competição é qualquer uso ou defesa de um recurso por um indivíduo e isso reduz a disponibilidade desse recurso para outros indivíduos e também para ele próprio assim a competição interespecífica é uma relação entre
indivíduos diferentes que acaba prejudicando todos os envolvidos aqui nessas imagens a gente pode ver dois exemplos de competições interespecíficas de primeiro caso aqui as hienas disputando um alimento com o leão e desse outro lado vegetais que por meio das suas raízes competem por água e nutrientes a competição ocorre quando existe a sobreposição de nicho olha aqui essa imagem esses dois círculos verdes contam e representa o lixo fundamental de duas espécies a espécie a Ea espécie B reparem que existe uma grande sobreposição entre esses dois nichos fundamentais isso façam que as espécies acabem não desempenhando o
seu nicho fundamental mas acabem desempenhando aquele que a gente chama de início realizar que é efetivamente o nicho que ela vai desempenhar Na natureza o nicho realizado o nicho efetivo ainda assim Pode guardar uma certa sobreposição que a gente consegue observar aí nessa imagem onde esses dois nichos realizados se sobrepõe a onde ocorre a existência da competição por conta de ser uma relação negativa para os envolvidos a competição pode regular As populações das espécies envolvidas nesse tipo de interação ecológica a relação consumidor-recurso ainda pode desencadear no mutualismo que é um tipo de relação harmônica causando
benefícios para todos os envolvidos nesse caso o mutualismo que pode ser obrigatório ou facultativo no o alismo obrigatório ele recebe também o nome de simbiose e nesse caso os indivíduos vivem em íntima Associação com meu exemplo aqui do like que associação entre o fundo e uma alga por ser uma relação obrigatória o fundo e a alga não conseguem viver isoladamente somente juntos e essa relação traz benefício para ambas as partes os fungo contribuindo com o local úmido para que a água possa se desenvolver EA água contribuindo com a energia da fotossíntese por outro lado mutualismo
também pode ser facultativo e nesse caso ele pode receber o nome de protocooperação nesse caso de mutualismo facultativo por não ser uma relação obrigatória as espécies podem viver uma sem a outra por isso as espécies nesse tipo de interação ecológica são associadas de forma frágil e podem interagir com outras espécies que é o caso aqui desse morcego e essa planta ao se alimentar do fruto o morcego acaba levando a semente para outros lugares então é daquele vegetal isso traz benefícios para o morcego porque ele se alimenta consegue energia ao mesmo tempo traz benefícios para o
vegetal que tem as suas sementes dispersas a uma distância é muito maior do que poderiam ser mas o morcego se alimenta de outros frutos também e esse fruto desse vegetal também serve de alimento para outros animais assim essa interação entre essas duas espécies não é obrigatória e eles podem fazer esse tipo de relação ecológica com outras espécies o que é mais importante é que no mutualismo geralmente um organismo Ele é especializado e um comportamento ou fisiologicamente para executar uma função que falta no outro o mutualismo pode ser classificada em três tipos principais mutualismo trófico mutualismo
defensivo e mutualismo dispersivo vamos alguns exemplos o mutualismo trófico é aquele no qual parceiro são especializados de forma complementar para obter energia e nutrientes o que a gente pode ver aqui por exemplo nesse caso de mutualismo obrigatório no qual protozoário se ele pode ver nessa imagem ficam dentro do intestino dos cupins os cupins se beneficiam por que esses protozoários conseguem digerir a celulose essências protozoários os cupins não consegue digerir esse material ao mesmo tempo os protozoários se beneficiam por ter ali um ambiente estável no qual eles podem viver e se reproduzir nesse caso os protozoários
e os cupins não podem viver de forma isolada ele se beneficiar trocar alimento agora vamos para o motor ismo defensivo nesse caso as espécies recebem alimento ou proteção de seus parceiros em troca de defesa contra consumidores ou competidores é o que a gente consegue ver aqui por exemplo no bodião-limpador que limpa a superfície da pele do outro peixe de pequenos parasitas e ganho em troca Então esse alimento aqui do lado a gente tem um outro exemplo que novamente é da Acácia o que tem uma relação ecológica de mutualismo defensivo com o pseudônimo que é um
gênero de formiga as formigas colonizam as bases dos Espinhos das Acácias como a gente consegue ver aqui nessa imagem assim a estrutura da Cássia vai servir como ninho para as formigas assumidas e contrapartida oferecem defesa contra herbívoros para aquela Cássia por fim a gente tem um mutualismo dispersivo no qual animais transportam Polly entre flores ou despertam as sementes em troca de Néctar ou 1 fruta nutritiva geralmente o que acontece é que o transporte de pólen é especializado ou seja envolvem espécies específicas uma espécie animal geralmente polinizam uma espécie específica de vegetal como exemplo aí da
Mariposa da Ilka que é a única espécie que consegue pegar o Pole e dispersar entre as diferentes suas isso é essencial no caso do mutualismo dispersivo de pólen Por que as plantas precisam que o polinizador carregue o pólen necessariamente para ou é da mesma espécie Então se a gente tiver uma espécie de polinizador que visita a plantas de diferentes espécies isso diminui a probabilidade de polinização que maneira geral então plantas e polinizadores tendem a ter uma relação mais restrita e alguns casos podem existir até mutualismo obrigatório por outro lado o transporte de sementes não é
muito especializado geralmente um animal de espécies sementes de várias plantas e uma mesma planta tem sua semente e transportadas por várias espécies animais como a gente pode ver aqui novamente o morcego se alimentando de frutos os morcegos estão entre os mais importantes dispersores de sementes todas as relações interespecíficas que a gente viu até agora podem ser positivas para ambas as partes positiva para uma parte negativa para outra ou ainda negativa para ambas as partes mas agora a gente vai falar de algumas relações com uma característica de neutralidade ou seja para algumas espécies não trazem nenhum
benefício e nem em alguns exemplos são comensalismo inquilinismo e amensalismo de maneira geral elas são relações importantes para as espécies mas elas não são alvos de muitos estudos ecológicos porque não existe uma dinâmica mutua entre as populações envolvidas vamos lá o primeiro exemplo então é o comensalismo Ele é positivo para um dos envolvidos e é neutro conforme simbolizado aí pelo número zero para outra espécie nesse caso apenas um dos organismos envolvidos se beneficia e não causa prejuízo para o outro geralmente envolve uma relação alimentar é o caso aqui que a gente consegue ver nos tubarões
e das câmeras as remuneração esses peixes com as a cabeça achatada como a morfologia muito específica para fixação no corpo de outros animais como por exemplo nos tubarões Mas elas também podem se fixar em outros animais como por exemplo tartarugas raias e baleias de forma geral a semana se associam a outros animais para os restos alimentares então elas têm um benefício com essa relação mas elas não prejudicam outros organismos porque elas não vão tirar o alimento dele Ela simplesmente aproveita o resto que eles não iriam comer outro exemplo de relação neutra é o inquilinismo no
inquilinismo organismo obtém proteção ou melhor chance de luminosidade por exemplo ao se associar a um outro organismo mas ele não causa prejuízo esse outro organismo Então a gente tem aqui por exemplo plantas epífitas que ficam sobre troncos de outras árvores vejam bem não é um caso de parasitismo tá essas plantas não estão utilizando nem água nem nutrientes da outra planta apenas estão sobre as outras plantas para poder captar mais luz EA que a gente tem por exemplo os cliques que ficam também sobre os caules das plantas alguns autores consideram esses exemplos aqui como comensalismo não
considerando então comensalismo como uma relação alimentar por fim a nossa última relação interespecífica é o Há ah e também chamada de antibiose nesse caso uma espécie é prejudicada mas a outra não tem nenhum benefício pelo menos não direto nos casos de amensalismo ou antibiose a gente tem uma espécie inibindo o crescimento de outra e geralmente isso envolve a liberação de alguma substância química vamos alguns exemplos aqui a gente tem o fungo pênis fino que produz uma substância que impede o crescimento de bactérias próximos a Emily a gente tem aqui alguns vegetais então eles vão crescer
e ter copas muito altas e vão acabar impedindo a luz de chegar no solo da floresta e só acaba impedindo com que outras espécies se desenvolvam lá e por fim aqui no caso das Marés vermelhas né a proliferação excessiva das algas faz com que se forme uma camada ali que impede a entrada por exemplo de luz e isso acaba prejudicando outros organismos daquele ecossistema causando Inclusive a sua morte mas essa sal e são beneficiadas pela morte desses outros organismos então o mentalismo não necessariamente traz benefício para os organismos mas em todos esses casos existe prejuízo
para uma das espécies e não conseguem Então se desenvolver agora nós vamos ver as relações intraespecíficas que são aquelas que envolvem organismos da mesma espécie O primeiro exemplo é a sociedade nesse caso existe o benefício para todos os envolvidos os organismos que vivem em sociedade vive organizados em grupos e geralmente existe um grau elevado de hierarquia mas uma característica muito relevante é que existe a divisão de trabalho e toda essa organização acaba aumentando a taxa de sobrevivência dos indivíduos e é por isso que é considerada uma relação benéfica para todos aqui a gente tem dois
exemplos muito clássicos de sociedade no mundo animal que são as formigas e são os cupins essa imagem aí a gente consegue ver por exemplo as formigas que são chamadas de formigas pote-de-mel essa formiga é uma espécie de mel dentro do abdômen delas elas ficam a parada dentro do Formigueiro a função dela dentro dessa sociedade é guardar esse alimento nutritivo não é o caso da nossa sociedade mas em várias sociedades essa diferença na divisão de trabalho tem a ver com diferenças morfológicas entre os indivíduos envolvidos como a gente consegue observar aqui nas formigas que têm diferentes
formas dependendo da função que elas dizem pé aqui embaixo a gente tem outro exemplo de sociedade que são os cupins e aí a gente consegue observar uma rainha cuja função na sociedade é botar ovos então a divisão de trabalho é uma característica das sociedades e assim como essas duas sociedades que ele acabou de ver também ocorrem na sociedade humana apesar de trazer benefícios a todos os envolvidos a retirada de um membro da sociedade não causa a sua morte imediata ou seja existe uma certa independência dos indivíduos envolvidos nessa relação ecológica O que é muito diferente
do que acontece na colom e a colônia também é uma relação entre a esqueci fica ou seja entre indivíduos da mesma espécie é uma relação harmônica beneficiando todos os envolvidos os organismos nesse caso estão ligados morfologicamente formando um conjunto coeso muitas vezes parecendo um único organismo que é o que a gente consegue observar aqui nesse exemplo da caravela a caravela é um utilitário e aparenta ser para gente um único indivíduo mas na verdade ali a gente tem vários indivíduos especializados em diferentes funções um dos indivíduos por exemplo forma essa bolsa flutuante que é uma estrutura
que permite a flutuação da colônia por outro lado a gente tem esses filamentos que na verdade são diferentes indivíduos alguns deles são especializados na alimentação enquanto outros são especializadas na reprodução do outro lado a gente consegue observar um coral aqui também parece ser um único organismo mas na verdade cada uma daquelas pontinhas ali são diferentes indivíduos o baterista comum de todos esses indivíduos é que por eles serem morfologicamente ligados a retirada de um indivíduo da colônia causa a sua morte é possível também existir relações de consumidor recurso envolvendo indivíduos de uma mesma espécie nesse caso
a gente chama de canibalismo então o indivíduo vai se alimentar necessariamente de outro de uma espécie igual a sua nesse caso também a gente tem uma relação desarmônica porque beneficia que organismo que se alimenta o consumidor mas prejudica a presa que acaba morrendo um exemplo clássico de canibalismo é o que acontece com os louva-a-deus esses insetos são caracterizadas pela fêmea se alimentarem dos machos logo após ou Mesmo durante a reprodução esse tipo de relação ecológica É muito raro na natureza Porque como a gente viu a relação de consumidor recurso pode resultar na retirada de indivíduos
da população prejudicando a para ser selecionado evolutivamente o canibalismo deve trazer benefícios maiores que sobre e a retirada desse indivíduo da população nesse caso específico as fêmeas conseguem energia para prover o desenvolvimento dos ovos por fim a última relação intraespecífica é a competição e da mesma maneira que a competição interespecífica é negativa para todos os envolvidos da mesma maneira que a gente viu lá a competição é qualquer uso ou defesa de um recurso por um indivíduo que reduz a disponibilidade daquele recurso para outros indivíduos e também para si próprio Nesse caso a gente está vendo
aqui dois exemplos de competição intra-específica ou seja entre indivíduos da mesma espécie como é o caso aqui por exemplo desse abutre que está tentando competir por alimento com outros da mesma espécie ou por exemplo esse mamífero aqui do lado que usa os seus chips para poder competir por fêmeas já que a gente já sabe que parceiros reprodutivos também podem ser considerados como recursos da mesma maneira a competição intra-específica vai ocorrer quando existir a sobreposição do lixo e considerando é da mesma espécie necessariamente a competição intra-específica vai ser maior entre indivíduos da mesma espécie do que
entre indivíduos de espécies diferentes porque a sobreposição de nicho vai ser muito maior entre os indivíduos da mesma espécie as relações ecológicas não são fixas ao longo do tempo evolutivo todas elas surgem a partir de relações de neutralizar Ou seja a partir de relações que não trazem benefício para mim uma das espécies Geralmente as relações de amensalismo e comensalismo são relações intermediárias tem que uma espécie passa a ser prejudicada EA outra se mantém neutra ou que uma espécie passa a ser beneficiado e para outra continua uma relação neutro a partir dessas relações parecidas com homens
alismo e comensalismo podem surgir novas interações ecológicas por exemplo a partir de uma mensalista pode começar surgir uma competição uma predação ou mesmo parasitismo ainda a partir de comensalismo podem surgir relações de parasitismo protocooperação e mutualismo ainda essa semana em casa aqui pode mudar de uma para outra longo do tempo evolutivo por exemplo relações ecológicas parasitismo podem se tornar relações de mutualismo casos espécies passem a depender muito uma das outras a mesma coisa acontece com as relações de protocooperação que inicialmente o podem ser relações não obrigatórias Mas podem se tornar obrigatórias ao longo do tempo
evolutivo isso é muito importante de entender porque as relações ecológicas Elas Não Param de evoluir elas estão surgindo e se modificando ao longo do tempo outra coisa que eu gostaria que você pensasse no final dessa aula é que nós como seres humanos não somos seres isolados assim nós também desempenham as relações ecológicas com outros seres vivos e também entre nós Veja aí se você consegue pensar algumas relações ecológicas envolvendo seres humanos até mais se você quer saber ainda mais assista os nossos outros vídeos e se inscreva no canal E aí