bota embaixo aonde aqui PR ninguém olhar também né aquix també eu comprei uma eu comprei uma que ela é a [Música] melhorando me da Eu tranquei a academia era para por Du semanas mes Av você começa fazend no último você bota uma mais depois euo Mas sabe qu você acaba você não trabalha direito final que era para você realmente trab exatamente aí é melhor você começar com o que você você trabalo forma adequada e no final tentar eu ao passa de diz que você faz a só tem é [Aplausos] vai esse eu brincando não sua
GO [Aplausos] [Música] V aproveitar fazer é [Música] f eu não sei ah Ana Carolina Andressa presente presente presente Gab presente eu vou pass você que tá euia conversar com a senhora pois é você mandou né É só corrigir já vai só Jam Jana [Música] Car presente Letícia Lorena Luana você natlia e vitó presente gente vamos continuar PR gente [Música] finalizar dessa aula tem um caso para discutir aí a gente não ir para hospital bom a gente falou das intervenções relacionadas a tratamento dos fatores de risco a tratamento nutricional né que é um ponto importantíssimo independente
ou não se o paciente teve um evento Agudo ele tem eh o diagnóstico de doença arterial coronariana é importante a gente focar na identificação e no controle eh dessas comorbidades tá eh Então esse é um ponto muito voltado paraa prevenção que é extremamente relevante e é o que a gente vai mais fazer mas a gente precisa também ver aqui o que que a gente faz naquele contexto que o paciente teve o evento chegou no hospital e vai precisar da intervenção então aqui a gente precisa pensar na nossa intervenção como nutricionista tem dois momentos no tratamento
ambulatorial para aquele paciente ou pós evento agudo que a gente vai tratar ele o paciente tá em casa e a gente vai fazer o acompanhamento ambulatorial e o tratamento hospitalar naquele momento que o paciente chegou no hospital com o infarto teve o atendimento e como deve fazer o que que a gente deve fazer como a gente deve eh orientar tá um ponto que a gente vai eu vou sempre repetir isso porque é uma condição Fundamental e que vai est presente em qualquer situação em qualquer qu comorbidade qualquer patologia qualquer momento eh se o paciente está
hospitalizado a condição primordial para que a dieta seja liberada ou não é a estabilidade hemodinâmica então a gente sempre vai precisar garantir que esse paciente esteja estável para começar dieta a gente vai ver os critérios que são indicativos dessa estabilidade lá em pacientes críticos tá então que é uma condição muito particular de doenças críticas de excesso metabólico mas é importante aqui a gente já começar a pensar nisso então Eh o paciente primeiro como a gente tinha falado antes ele vai receber analgesia ele vai ser receber terapia antiplaquetária anti trombolítica ele vai receber as medidas de
reperfusão Então tudo isso precisa ser feito a estabilidade hemodinâmica existem alguns critérios que a gente eh alguns protocolos né que estão relacionados com saturação de oxigênio frequência cardíaca frequência respiratória a gente não vai entrar em detalhes nisso aqui mas eu quero que vocês já gravem na mente de vocês que a estabilidade hemodinâmica é uma condição primordial para começar a dieta em geral pacientes que tiveram um infarto que chegam no hospital e são atendidos não demora muitas horas para que ele alcance essa estabilidade É claro que vai vai depender muito de cada caso tem alguns pacientes
que são admitidos com infarto que vão pra enfermaria e vão ser acompanhados vão ter alta rápido condições muito limitadas e tal já outros pacientes vão para o UTI vão ter um tempo de permanência hospitalar prolongada Então vai depender muito de cada situação Tá mas em qualquer situação a estabilidade hemodinâmica precisa est garantido eh em casos mais leves a gente pode já começar nas primeiras 6 12 horas dependendo de cada caso e em casos mais graves demora mais tá mas primeira coisa que tem que fazer garantir que o paciente tá estável eh e como a gente
tinha falado por mais que a gente não pode começar sem essa estabilidade a gente não pode demorar muito também porque esses esse esses essas primeiras horas ou esses primeiros dias que a que a terapia nutricional não é feita de forma adequado também pode contribuir de forma negativa pro caso desse paciente eh Então a gente vai começar o mais precoce possível mas garantindo sempre essa estabilidade a via oral é a preferencial não existe nenhuma justificativa que a gente possa considerar já para começar uma dieta interal naquele paciente exceto se o paciente tiver tido um infarto grave
tiver para o UTI e tiver em coma ou alguma coisa assim mas fora isso a dieta oral é a via preferencial tá a gente não tem indicação por nenhuma condição de evitar a via oral nessa condição é claro que após a gente determinar que a via oral é a preferencial a gente precisa investigar se ela é suficiente porque muitas vezes ela é preferencial mas ela não é suficiente para garantir as necessidades nutricionais aí a gente pode pensar em uma suplementação ou então uma dieta interal mas na maioria dos casos se a gente for pensar em
um caso limitado de doença arterial coronariana é tranquilo geralmente a gente não tem muito problema relacionado a isso eh as orientações Então são relativas ao fracionamento é importante fracionar mais essa dieta para evitar sobrecarga cardíaca né Lembrar que no período pós-prandial a gente vai ter uma demanda aumentada de fluxo sanguíneo pro intestino então quando a gente oferta refeções muito volumosas com uma quantidade de gordura muito grande eh ou eh alimentos que requerem uma digestão muito difícil isso pode causar um certo desconforto e aumentar a demanda metabólica Então a gente vai pensar em um fracionamento eh
de quatro a seis refeições por dia eh para evitar essa sobrecarga cardíaca evitar também temperaturas extremas né para promover ali o maior conforto possível na refeição naquele momento e evitar eh aumento de demanda aumento de metabolismo tá então tentar eh oferecer locais calmos paraa realização dessas refeições na medida do possível né Pando com paciente hospitalizado eh refeições fracionadas e com a temperatura eh evitar extremo de temperatura muitas vezes a gente vai precisar também adaptar a consistência da dieta porque muitas vezes são pacientes idosos que tem alguma questão eh relacionada a uma a a mastigação ou
a própria disfagia Então a gente vai precisar também verificar isso evitar refeições eh de consistente de alimentos muito duros muito secos quebradiços porque isso também vai vai causar um desconforto maior e vai aumentar a demanda ali para aquela refeição em relação a a composição ela vai ser direcionada para as comorbidades que o paciente tem então geralmente a gente vai precisar investigar né lembrando né Vocês não sei se você já viram isso se não viram vão ver geralmente em cada hospital tem um manual de dietas hospitalar são dietas padronizadas né cardápios mais padronizados para cada comorbidade
então dieta para diabético dieta para hipertenso porque aí a gente já vai ter aqueles alimentos ali aquela composição aquele cardápio voltado para cada necessidade Então a gente vai verificar Quais as comorbidades que o paciente possui para fazer a prescrição então aqui geralmente seria uma dieta para diabético hipossódica com uma consistência normal evitando extremo de de aliás evitando alimentos de difíci mastigação adaptado al de acordo com a situação daquele paciente e evitar extremos de temperatura em relação às fibras eh é importante a gente lembrar que esse paciente nesses primeiros momentos né esses primeiros dias aí após
o evento geralmente eles estão mais restritos ao leito justamente para evitar essa demanda cardíaca então a atividade física acaba sendo também restrita nesse nesse primeiro momento então geralmente são pacientes que tem uma constipação muito grande né a constipação é um problema D do hospital por conta da dieta por conta do consumo de água por conta eh do exercício físico que é muito limitado muitas vezes pacientes são restritos ao ao leito Então a gente vai precisar aí ajustar a quantidade de fibras e muitas vezes incluir alimentos laxativos na dieta na composição aí do cardápio eh incluir
alimentos laxativos para ajudar nessa questão da constipação que também né pode contribuir pro desconforto e paraa piora Geral do quadro do paciente em relação à ingestão hídrica eh ela é normal entre cerca de 30 ml por kg por dia cerca de 1500 eh mas também é muito variável de acordo com a temperatura do do ambiente né e com o grau de restrição ao leito daquele paciente geralmente são pacientes que estão restritos ao leito então não tem muito muita questão relacionada à atividade física por isso que a injeção acaba sendo um pouco menor não é preciso
restringir líquido exceto se o paciente tiver uma insuficiência cardíaca grave e houver a indicação para isso porque também nem todo o paciente com insuficiência cardíaca vai precisar restringir líquidos somente se ele tiver né a recomendação para isso a gente vai ver isso em em uma outra aula mas em geral a gente não tem justificativa para restringir líquidos tá eh e tomar cuidado pro oposto né para evitar a desidratação desses pacientes e como eu falei a recomendação de macro e micronutrientes ela deve ser realizada de acordo com cada caso Clínico pontos que eh a gente precisa
tomar muito cuidado nesse momento e de hospitalização fazer os ajustes na na no cardápio na dieta né de acordo com as preferências ali com as características porque geralmente são pacientes que perdem peso muito rápido né nesse nesses nesses primeiros dias primeiras semanas eh que eles permanecem hospitalizados eles acabam perdendo peso muito rápido e a perda de peso após esses eventos Agudos também vai est relacionada a uma pior resposta a uma pior recuperação tá lembrar sempre que a gente perde músculo a gente perde músculo do corpo todo inclusive músculo cardíaco então tomar bastante cuidado pode ser
necessário fazer o uso de algum suplemento para atender à necessidades nutricionais eh e atentar pras comodidades que o paciente possui e já fazer as primeiras orientações em relação ao procedimento ambulatorial tá eh a gente vai precisar pensar que esse paciente após o evento ele vai para casa e ele vai precisar ser acompanhado a nível ambulatorial de novo então que é aquelas intervenções que a gente tinha falado antes a nível de prevenção aqui a gente vai tá falando em uma prevenção secundária e uma prevenção terciária caso ele já tenha tido o evento tá então a gente
vai tentar eh Minimizar esses fatores de risco para evitar eventos subsequentes eh uma uma literatura que a gente tem relacionada a doenças cardiovasculares de uma forma geral é a alimentação cardioprotetora vocês já ouviram falar é o padrão dietético que ele Visa eh porque a gente tem a dieta n a gente tem a dieta do Mediterrâneo a gente tem a dieta vegetariana e todos esses são padrões dietéticos que estão Associados à melhor saúde cardiovascular de uma forma geral mas há muita discussão assim até que ponto isso é viável para todo mundo porque a gente sabe que
são padrões dietéticos caros né a gente tem na dieta mediterrânea consumo de oleaginosos de azeite extra vir e alimentos que são de de peixe de água fria de salmão de atum sardinha Sardinha é mais barata né mas enfim são padrões dietéticos que não foram baseados na nossa população e que geralmente tem um valor mais alto então foi desenvolvido eh essa esse padrão dietético que é chamado de alimentação cardioprotetora visando a inclusão de alimentos que tenham esse benefício na saúde cardiovascular e que contribuam para evitar né infarto AVC e outros eventos cardiovasculares é um padrão dietético
que é baseado também na separação de grupos alimentares e eles são organizados aí de de acordo com as cores da bandeira para ficar uma coisa bem didática assim para que seja acessível e realmente voltada pro padrão dietético da nossa população eh e ele tá em sintonia com as recomendações do guia alimentar né O que é extremamente relevante a falem guia saiu não sei se vocês acompanharam mas saiu depois que a gente finalizou o dia um deve ter um mes um pouco mais lembra que quando a gente viu a gente teve de hipertensão e teve de
obesidade aqueles aqueles Como é que chama são protocolos para aplicação do guia alimentar em situações específicas lembra que a gente tinha visto para hipertensão E se eu não me engano para perda de peso mas no âmbito coletivo que era um documento bem grande não sei se espero que vocês tenham lido né que eram protocolos e sugestões de atividades de grupos de intervenções para eh cada situação específica cada comorbidade sempre baseado no guia alimentar e sempre pensando em abordagens coletivas chama instrutivo de abordagem do guia alimentar pra população brasileira aí tem de hipertensão e tem de
obesidade a gente viu o coletivo depois que terminou dia com um eles lançaram o manejo individual que é um documento tá muito legal eu acho que vale a pena depois eu vou colocar no siga eu acho que vale muito a pena vocês eh conhecerem porque é o que a gente mais vai fazer né quem for trabalhar com Clínica não vai fugir de perda de peso e é um documento que tá muito legal e ao contrário do outro ele tá muito voltado no atendimento individual ele até fala um pouco da importância da da abordagem coletiva mas
ele tá focado mais em em orientações aí tem protocolos tem ferramentas fala do eh modelo TR teórico fala de terapia cognitiva comportamental fala de várias coisas que a gente pode fazer a nível ambulatorial pensando em perda de peso eu achei esse muito bom é um documento bacana acho que vale todo mundo vale a pena todo mundo conhecer depois eu coloco lá e esse documento aqui também né é uma proposta que também tá baseada no guia eh e os alimentos eles são divididos em cores Então os alimentos do grupo Verde devem ser consumidos em maior quantidade
e maior frequência do grupo amarelo eh quantidades moderadas e do grupo azul em menor quantidade tá eh Então ela é baseada em alimentos eh que são típicos da nossa região aliás típicos do Brasil né a gente tem várias regiões com culturas alimentares muito diferentes e o o documento também aborda isso para valorizar a cultura regional a gastronomia Regional e que é Possível sim a gente valorizar esses alimentos ter uma alimentação balanceado com custo baixo e valorizando a nossa cultura que a gente não precisa ficar pensando em padrões dietéticos assim que são de outra futuro de
outro país de outro local coisas que não são acessíveis pra grande maioria da população pra gente pensar em proteção cardiovascular eh um outro preceito é prescrição dietética facilitada então também separação de alimentos em grupos de uma forma bem didática para que a gente consiga trabalhar com todo o tipo de público com essas intervenções eh os alimentos Então são divididos em em cores né o verde são alimentos ricos em vitaminas minerais fibras E antioxidantes então inclui verduras frutas legumes leguminosas leite e e iogurte sem gordura então sempre preferimos desnatados ou semid desnatados aí pensando no controle
da hipercolesterolemia os alimentos do grupo eh Amarelo também ricos em vitaminas minerais Mas tem uma quantidade maior de calorias por isso que deve ser consumido de forma moderada além de sal e gorduras Então são alimentos são grupos de alimentos que vão dar energia que são importantes mas a gente tem que controlar a quantidade né pães cereais macarrão tubérculos pic cosidos farinhas oleaginosas óleos vegetais e mé goiabada doce de abóbora focada gelé de frutas e leite integral que também deve ser consumido de forma moderada né dando preferência ao leite sem sem gordura ou desnatado e o
grupo Azul eh alimentos como carnes Queijos brancos e amarelos ovos manteiga doses caseiros leite condensado e creme de leite que devem ser consumidos de forma esporádica né Aliás não esporádica melhor dizer em menor quantidade pode ser consumido diariamente mas em menores quantidades eh pela quantidade maior de sal de gordura e de calorias e o grupo vermelho seria aqueles alimentos que não devem ser consumidos né então a gente muitas vezes a gente trabalha eh de uma forma geral com evitar eh ou diminuir né melhor dizendo diminuir alimentos e ultraprocessados aqui a gente já tá falando de
um de um paciente que já teve um evento que tem uma doença cardiovascular que no caso aqui tem uma doença arterial coronariano já teve um evento Agudo então a gente precisa ser um pouco mais enfático nessas recomendações eh para realmente no sentido de evitar mesmo de excluir esses alimentos eh da rotina né então alimentos prontos congelados né lasanha pizza hambúrguers prontos aqueles alimentos industrializados que são práticos mas que nutricionalmente são péssimos né Ainda mais nessa situação alimentos prontos desidratados alimentos em pó todos alimentos Ultra processados né embutidos doces industrializados dando preferência sempre a doce de
fruta sem adição de Açúcar que também mesmo assim mesmo sendo doce de fruta eu consumia em quantidades moderadas biscoitos e salgadinhos de pacote e refrigerantes então trabalhar para evitar para excluir realmente esses alimentos então a gente percebe que eh São recomendações bem Gerais e e o documento tá muito muito legal vou ver se eu consigo abrir ele aqui para mostrar para vocês e o exemplo de cardápio que eles trazem fot Dea eh Quero mostrar o exemplo de cardápio para vocês ah 16 eles eles recomendam que a orientação do prfo nós acabei de falar de vocês
eu tava sentindo falta de TR pess Oi que a gente deve orientar a a construção do prato com messag composto por alimentos ves né E aqui uma parte maior que seria o consumo moderado amarelo e uma menor parte eh menos de 1/4 aí do azul então a gente aí tem exemplos visuais muito práticos né como a gente pode fazer a construção desses desses cardápios eh tanto de e uma um exercício de almoço o exercício de café da manhã né o caso mamão Doo verde o leite desse natado também o café em pequena quantidade al junto
com leite duas patinhas de pão caseiro e peij Minas então a gente pode trabalhar com essas orientações que e aqui exemplos de lantes né que podem ser eh incluídos é claro que aí a gente vai sempre considerar a situação do paciente o contexto mas temos opções aí assim o o objetivo desse documento é mostrar que a gente tem opção eh para todo mundo que a gente não precisa ficar preso em um cardápio baseado na dieta do Mediterrâneo por exemplo que é um um um dietético comprovadamente eh associado a à proteção cardiovascular mas que a gente
sabe que tem alguns alimentos que aí Realmente são mais difíceis existem vários trabalhos vários estudos com essa alimentação cardioprotetora e que mostra assim que ela é efetiva eh para reduzir eventos cardiovasculares Tá além da dieta das da dieta vegetariana e da dieta do Mediterrâneo que a gente já viu aí as características e para finalizar é importante a gente sempre pensar tanto para doença arterial coronariana mas para doenças cardiovasculares de uma forma geral que o nutricionista ele vai atuar em todos os níveis de intervenção aí que são possíveis né então a na prevenção primária eh para
aqueles pacientes que não são portadores da doença então evitar os fatores de risco excesso de peso diabetes e hipertensão tabagismo etilismo sedentarismo tudo isso a prevenção secundária é aquela pessoa que já tem a doença mas não sabe ou não tem a sintomatologia então aquele paciente que tem a doença aterosclerótica mas que ainda não teve um AVC ainda não teve um infarto eh nesse ponto também a gente vai reforçar essas orientações muito voltadas para controle dessas comorbidades e a prevenção terciária né naquela população que já teve as manifestações que no caso é um paciente que já
teve um um AVC já teve um infarto e a gente precisa evitar que novos eventos aconteçam e ao mesmo tempo Minimizar as consequências ali daquele evento tá então a gente tem que pensar que tanto no nível hospitalar quanto no nível ambulatorial aí o nutricionista vai ter uma intervenção importante certo eh E para finalizar a gente vai discutir um caso aqui eu eu ia até imprimir ali pr pra gente separar em grupo e discutir mas eu não consegui imprimir e também não ia nem dar tempo fazer assim vamos fazer junto então pra gente pensar eu falar
outra coisa Ah tá quem tá matriculado em prática seis precisa levar tanto hoje hoje você ela com Ana né tanto hoje quanto amanhã tem que levar uma foto TR por4 não esqueça Mas Ela avisou vocês não avisou não eu avisei vocês não avisei Ox Avisei sim avisei quem é meu aluno Ah seu aluno avisei não avisei Vocês já estão com as fot e quem não tá professora eu não tenho não profess só em casa então Pois é então providencia para trazer na outra Depois eu vou ver qualquer coisa você TR deixa no colegiado e porque
a gente vai pegar essas fotos vai entregar para fazer o crach não é aquele mesmo crach tá você mais não el tem n já venceu já nem eu tá repreendido nem tenho mais gra eu vou combinar com Ana para não atrasar qualquer coisa Vocês deixam no colegiado e eu entrego pra Cris mas hoje à tarde quem é da turma dela ela vai dar as orientações tá só tô dando essa possibilidade mas vou conversar com ela antes e quem é meu aluno aí leva amanhã pra gente atrasar tá [Música] eh Então vamos discutir aqui um caso
Clínico pra gente pensar na intervenção eh possível aqui paciente jsn de 58 anos então é um adulto ainda mas ali já tá né quase um idoso eh do sexo masculino ele tem diagnóstico de hipertensão arterial sistêmica há 5 anos Lembrando que a hipertensão arterial sistêmica é um dos principais fatores de risco cardiovasculares né Eh Então nesse caso seria importante a gente investigar Como é o controle dessa hipertensão se ele faz se ele toma medicamento se ele toma de forma adequada e se esse medicamento tá sendo suficiente para controlar e os hábitos dele relacionados a alimentação
que vão influenciar aí o controle da pressão ele também tem histórico de tabagismo moderado que é um Outro fator de risco né então dois fatores de risco aí super relevantes e todo profissional de saúde deve orientar né sobre a importância de acess sal do tabagismo e aém da prática de atividade física não orientar atividade física mas orientar a busca de um profissional adequado para indicar o tipo frequência ess e gra quanto profess 30 histórico de tav moderado 10 cigos por dia h mais de 20 anos Pois é moderado moderado comparado com qu né ele apresenta
na emergência do hospital com dorá intensa e prolongada descrita como a sensação de aperto no peo cerca de 40 minutos então a característica da Síndrome Coronariana Aguda é uma dor que não para é uma angina instável que não cessa eh diferente da cardiopatia isquêmica crônica que ele tem aquela dor mas cessa com reporto né então que é uma dor contínua que tá mais indicativa de uma Síndrome Coronariana Aguda ele relata que a dor irradia-se para o braço esquerdo e pescoço e vem acompanhada de náuseas e sudor profunda que também é uma característica mais relacionada à
angina instável jsm também se queija de falta de ar e uma sensação de malestar generalizado eh ele teve o início do desconforto há 40 minutos e procurou Hospital eh a pressão naquele momento tava 16 por10 super alta frequência cardíaca 110 frequência respiratória 24 IMP eh por minuto oximetria de curso 92 aos cuta cardíaca indic sofos audíveis em focos mitral e tricuspid com terceira bola presente alterações cardíacas eh e auta pulmonar indicando murmúrio picular diminuído bilateralmente eh esse paciente considerando a história Clínica dele né as as características e as manifestações clínicas né foi levantado a suspeita
de Síndrome Coronariana Aguda e foi encaminhado para fazer os exames complementares que seria o eletrocardiograma que mostrou uma alteração específica característica de infarto eh e aumento de troponina célica e de creatinoquinase Mb a troponina célica e a creatinoquinase São exames que são feitos exames sanguíneos que são indicativos de infarto porque são eh proteínas que são liberadas né quando ocorre uma isquemia cardíaca e as células entram em necrose Então essas células liberam o conteúdo delas ali e entre elas a gente consegue verificar a troponina e a creatinoquinase Mb a creatinoquinase é uma proteína que tá presente
em todas as células musculares eh a creatinoquinase Mb que é específica de células musculares cardíacas então por isso que esse é um exame específico de para avaliação do infarto tá então Foi confirmado pelo eletrocardiograma e pelos exames de sang então diante do quadro clínico e dos achados do eletrocardiograma e dos exames laboratoriais o paciente jsm é diagnosticado com imparo agudo do mioco com super desnivelamento do segmento SP que é uma alteração que é vista no eletrocardiograma eh em relação à conduta médica o paciente é imediatamente encaminhado para o unidade Deia intensiva coronariana onde é iniciado
o tratamento com oxigênio nitroglicerina sublingual aspirina o antiplaquetário e o anticoagulante ele é monitorado nesse momento aqui a dieta Tá suspensa ele é monitorado continuamente para detecção de arritmias cardíacas e é submetido a avaliação hemodinâmica Para possível intervenção coronariana percutânea que é a angioplastia coronariana que a intervenção ali que é feita para restaurar o fluxo sanguíneo para aquela área que foi submetida a isquemia eh Além disso é iniciada terapia para controle da hipertensão que naquele momento ele tava né com pico hipertensivo e dores torácicas eh nesse momento enquanto ele tá com dor enquanto ele tá
instável enquanto está sendo investigado as arias e né ainda em fase de acompanhamento e risco eminente de o paciente a mantigo em observação rigorosa com monitoração contínua dos sinais vitais e ecocardiograma e é acompanhado por uma equipe multidisciplinar aí a primeira pergunta é quando aí pensa que o paciente chegou passou por tudo isso tá lá na GF né na Unidade Coronariana e foi encaminhado pro nutricionista gente como nutricionista chegou a fazer a avaliação dele eh como seria a nossa conduta e como a gente atuaria nesse momento para avaliar se a dieta pode ser iniciada ou
não garantir que Ele alcançou a estabilidade termodinâmica aor ausência de dor também né enquanto ele tá lá com a angina a gente não vai ofertar dieta para ele que mais que você falou [Música] não estabilidade saber se isso então supondo que a gente tá acompanhando esse paciente a gente sempre em contato com a equipe tá a gente dentro do hospital em qualquer lugar né mas dentro do hospital principalmente a gente é uma equipe multidisciplinar que prisa precisa conversar que precisa interagir para determinar ali a melhor conduta para aquele paciente então eh no caso ali da
liberação da dieta eh a equipe médica precisa dar o aval porque ela que vai garantir essa estabilidade hemodinâmica e vai fazer essas intervenções tá e o nutricionista vai ser responsável pela prescrição nutricional com como a gente faria quais os os os os critérios como vocês fariam para estabelecer essa prescrição aqui pode falar norment quando a gente táa no hm eh a professora indicou que se tivesse a presencia ao fono né tivesse a presença do fono a gente verificava a deção caso não tivesse teria ser a gente mesmo como professionista verificar se o paciente consegi engolir
se continuava com essa dieta eh vi oral ou se passava para outro tipo de aplicação qual seria o TPO se seria bran isso que vocês estão falando é extremamente importante mas principalmente pro AVC a gente vai falar muito disso dessa questão da disfagia e da atuação do fono nesse caso porque uma das principais sequelas do AVC que acontece mais de 80% eh após um evento é a disfagia e nesse caso realmente a gente tem que garantir isso vamos pensar que não teve um AVC que ele teve só um infarto e que ele não tem que
ele não tem nenhum histórico de de disfagia nem de alteração vamos vamos vamos pensar assim tá então a gente poderia pensar em uma dieta via oral e pra gente saber as características da dieta Qual a prescrição que a gente poderia colocar lá né como é que a gente vai saber de acordo com as comorbidades deles exatamente Então a gente tem a padronização você chegaram a ver quem já fez as práticas aí a o manual de dietas que a gente tem aí as características e baseado nesse manual de dietas a gente faz a prescrição aí inicialmente
vai aquela dieta a gente vai iniciar direta somente né o alcance da estabilização hemodinâmica bom como vocês fariam a avaliação nutricional desse paciente pensamos que ele tá lá na unidade de na Unidade Coronariana tá lá deitado com o oxigênio fazendo lá o controle o acompanhamento lá dos batimentos cardíacos ele tá com aqu equipamentos ele não pode levantar como é que vocês fariam uma avaliação nutricional deler avalia você avia é mas tem também é vamos por par a gente tá falando de avaliação a gente tá falando que a gente tá lá para fazer avaliação nutricional e
a nrs é um instrumento de triagem que ela deve ser feita antes inclusive da avariação é uma medida que é uma que é um instrumento aplicado e para todo mundo que chega todo mundo que é hospitalizar deve passar pela avaliação pela triagem nutricional paraa identificação desse risco Mas vamos vamos supor que todo Isso deve ser feito mas vamos supor que ele foi paraa uco que é a Unidade Coronariana e todo mundo ali vai ser submetido a uma avaliação nutricional completa como a gente vai fazer isso Eh aí ela falou sobre altura do joelho Como que
você falou altura do joelho o peso e o peso exatamente a gente não vai conseguir fazer a aferição do peso dele então a gente vai ter que fazer as medidas estimadas e o peso informado a gente pode fazer a altura do joelho ou a gente pode fazer a altura recumbente também e investigar sobre o peso tá eh e fazer as medidas de peso estimado eh quando ele não consegue deambular quais outras medidas que a gente consegue fazer circunferência do braço é uma medida que a gente pode fazer com o paciente e deitado sem problemas que
é fácil que é prático a gente tem referências é barato não precisa de equipamento então assim acb é uma medida muito importante que mais da a da panturilha também por mais que ele ele tem 58 anos né mas ainda assim a gente tem a recomendação de fazer a circunferência da panturilha E mesmo quando a gente não tem medidas para comparação a gente compara a evolução dele a evolução daquelas também vai indicar do pescoço também é risco cias medida do pescoço é uma medida de risco cardiovascular não é tão usual que a gente faça e para
o paciente deitado é um pouco mais difícil a gente não consegue fazer força de pressão Palmar a gente pode fazer também o problema é a posição né para isso ele ele teria que ficar sentadinho então provavelmente a gente não ia conseguir fazer e esse já dá para poder fazer a o musculado todo fic legar Então a gente vai precisar fazer isso é a medida feita com a adipômetro e o outro é com o dinamômetro a força funcionalidade né então a gente pode fazer isso então aqui tá uma avaliação nutricional hipotética né Vamos sup que ele
tem 90 kg a altura 1,60 Vamos pensar que esse é um peso referido habitual 1,60 ou IMC 35.2 avaliação o exame físico pode ser feito né pode não deve ser feito ele tava com abdomen aumentado com Distribuição Central de gordura não foi não tem uma medida de circunferência Mas isso foi investigado no exame físico e é um paciente que tá com IMC de 35.2 então aí a gente já percebe também né um Outro fator de risco importante aí para essas eh alterações eh a avaliação bioquímica também vai ser extremamente necessária pra gente avaliar esses pacientes
né então falou paciente pensou em contexto de doenças cardiovasculares a gente precisa considerar avaliação dos exames bioquímicos porque isso vai ser importantíssimo pra gente direcionar as nossas intervenções Então vamos ver como é que tá a Glicemia de jejum dele tava 220 elevada bem bem bem al a hemoglobina glicada tava 9.5 tipo super elevada E então a gente percebe que ele teve préviamente né ao evento um controle glicêmico ruim que é um ponto que a gente deve colocar aí como primordial né pra gente intervir o colesterol total de 250 e o LDL 160 os dois também
elevados o HDL reduzido decer também elevado de 32 por D L E ainda indicou uma microalbuminúria 150 MG por l então indicando aí um comprometimento da função renal eh que é também né uma uma uma sequência muito comum aí desses fatores de risco conjuntos vamos falar disso também já falou então é ainda tem mais um ponto que é um paciente que ainda tem comprometimento da função renal embora nesse caso não tenha informações adicionais a gente já sabe que ele tem essas alterações da avaliação do consumo alimentar ele relatou ter uma dieta irregular em casa e
comendo principalmente alimentos processados e fast food devido à conveniência de sua rotina de trabalho agitada Então aí é um outro ponto que a gente vai começar a trabalhar sobre isso mesmo durante a hospitalização mas que já indica a necessidade aí de um encaminhamento pro acompanhamento Arial para poder adequar essas questões selecionadas ao consumo alimentar habitual frequentemente recorre a refeições rápidas durante o expediente como pizz sanduíches e refrigerantes relata consumir grandes quantidades de salgadinhos doces e bebidas açucaradas em casa e raramente come frutas vegetais ou alimentos integrais em sua dieta ap agora apareceu então a gente
percebe aí também né vári vários erros alimentares vários problemas nutricionais que a gente vai precisar atuar a gente não vai prescrever uma dieta para quando ele tiver em casa enquanto ele esver hospitalizado a gente não vai fazer isso e o foco ali dentro da intervenção hospitalar não é mudar os hábitos dele quando ele tiver em casa mas a gente vai sim já começar a conversar com ele Principalmente quando a gente eh tiver ali conversando sobre o Card dele sobre a aceitação a gente já vai passar algumas orientações relacionadas a isso tá então a gente já
precisa começar a preparar esse paciente para cós alta que eh o início aí né de uma nova etapa para eh prevenir novamente esses eventos foi realizado avaliação metabólica pela fórmula da iom para indivíduos com excesso de peso com o alcance de 26,7 calorias por kg e a fórmula de bolso para perda de peso recomenda entre 15 e 20 é um paciente hospitalizado Então por mais que a gente precise né o paciente com obesidade por mais que ele precise perder peso a perda de peso no contexto hospitalar ela deve ser muito cautelosa não é que a
gente não vá recomendar a gente vai recomendar a gente vi que que é um paciente de alto risco cardiovascular mas essa perda essa perda de peso ela precisa ser controlada eh lenta e minimizar a perda de massa muscular nesse caso aqui considerando eh a fórmula que foi o valor que foi encontrado pela fórmula e a recomendação de fórmula de bolso Qual o valor que vocês escolheriam e partiriam para pra recomendação por 26 é o que a gente achou pela fórmula considerando a necessidade dele então 26 seria ele Man gradativamente isso seria um um pensamento assim
a gente pensar que 26 é o que a gente achou que ele manteria o peso a gente precisa fazer com que esse paciente perc peso gradativamente Só que nesse contexto tem que ser controlado mas a gente também não vai dar uma uma dieta hipercalórica para ele se a gente pensa em fatir de 25 e diminuindo gradativamente é um ponto de partida interessante pensando em calorias e sempre sempre a gente vai pensar sempre não sempre que a gente tiver um contexto de perda de peso dentro do hospital a gente tem que minimizar a perda de massa
muscular E para isso a gente tem que pensar em uma dieta hiperproteica nesse caso el tem uma microin que é um dos critérios lá que a gente avalia pra doença renal o que que a gente poderia fazer nesse caso Pensa aí quais assim você precisa decidir se você vai dar uma dieta hiperproteica ou normoproteica para ele se ele não tivesse nenhum problema renal a gente poderia pensar em uma hiperproteica ali para minimizar a perda de peso mas ele tem o como que vocês fariam o que que vocês investigaram para definir para determinar se vai ser
hiper se vai ser Mas ele já tem um problema renal n ele tem uma micro minú ali uma medida isolada a gente a gente precisa fazer o quê investigar o quê nitrogênio nitrogênio po ele tem a doença M só pela microalbuminúria sozinho assim a gente já não pode falar que tem doença remal a gente precisa investigar o quê urina a função renal Como qual qual que é o qual que é a medida ali que a gente usa na nitrogen esqueci moç também mas como é que a gente qual que é o critério que a gente
usa para diagnosticar e para classificar a doença renal Como assim n é ureia exame bioquímico classificar doença renal falar doença renal estágio 1 2 3 4 5 a gente classifica em cinco estágios essa classificação é baseada em no fund da a gente classifica em cinco ainda eu tô dando a dica que a partir de C Aliás o estágio c é indicativo de tratamento dial não foi só até pancreatite doença [Música] renal taa de filtração fisiologia fisi paciente com já doença cardiovascular com fatores de risco e com indicativo de alteração da função renal então a gente
precisaria investigar a função renal a partir da taxa de infiltração glomerular para determinar se esse paciente tem algum comprometimento de fato Ou não tá eh a gente precisa ser cauteloso nesse sentido para não prescrever uma dieta hiperproteica e acabar piorando a a função renal tá então assim assim eu eu tô trazendo a a polêmica porque é difícil mesmo muitas vezes a gente vai ficar eh diante de dilemas assim o que que eu faço eu priorizo a proteína para minimizar a perda de massa muscular Mas a função renal tá comprometido então a gente precisa ir sempre
né pensando ali eh O que que é melhor para aquele paciente em Minimizar os danos mesmo tendo condições ali que são complicadas primeira a você já tá com dor de cabeça mas professora professora tá acabando comidade e as indicava a gente priorizar o que tá pior aí por exemplo se o paciente mesmo tendo problema renal mas ele tá desido chegou com des muito alta aí você vai ter que alertar ter mesmo que isso atrapalhação mas o problema renal não é mais problemático porque assim se ele tiver algum problema grave disparou tudo porque depende da da
situação Dea deixa eu pegar um exemplo deixa eu pegar um exemplo aqui gente um paciente que tem um paciente oncológico que já tem uma necessidade maior que vai passar para uma cirurgia ele vai ser submetido a uma cirurgia e ele tem desnutrição e ele tem problema renal então tem câncer desnutrição e doença renal e vai passar por uma cirurgia se você oferta uma quantidade baixa de proteína você pode piorar a desnutrição dele e ele vai passar por uma cirurgia ele vai precisar de um aporte maior paraa recuperação se você e eh aumenta a proteína você
piora a função renal nesse caso é um caso tipo assim ele precisa passar pela cirurgia ele tem uma doença que vai requerer uma intervenção cirúrgica então ele precisa passar por isso não é uma opção não tem como você contornar isso então você vai dar uma dieta com uma uma quantidade maior de proteína e pode recomendar para esse paciente de acordo com os exames que ele tiver uma hemodiálise mesmo que seja eh por um tempo porque aí você oferta a proteína mas aí vai ter a a função renal sendo substituída de outra forma você entendeu porque
nesse caso ele tem que fazer a cirurgia ele não problema sério nosin ali no momento já era tudo n mas eu entendi mas é muito nesse sentido mesmo ver o que que é menos pior ali na na situação sa e nesse caso aqui a gente é um caso bem mais tranquilo né do que esse que eu acabei de dar o exemplo mas que a gente precisaria investigar melhor a função renal para determinar a quantidade de proteína o diagnóstico nutricional dele foi paciente com diagnóstico de obesidade hoje de acordo com IC distribuição de gordura corporal indicativo
de risco cardiovascular aumentado diabetes micor descompensado e des epidemia