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Nós vamos abrir a Palavra de Deus no livro de Apocalipse, capítulo 2, versos 8 a 11. Os nossos irmãos queridos, só uma troca de microfone. E aí, por favor, o versículo 2,8 a 11 que está escrito: "Ao anjo da igreja em Esmirna, escreve: estas coisas diz o Primeiro e o Último, aquele que esteve morto e tornou a viver.
Eu conheço a tua tribulação e a tua pobreza, mas tu és rico. E a blasfêmia dos que a si mesmos se declaram judeus e não são, sendo antes sinagoga de Satanás. Não temas as coisas que tens de sofrer.
Eis que o Diabo está para lançar em prisão alguns dentre vós, para serdes postos à prova, e tereis tribulação de dez dias. Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida. E quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas: Ao Vencedor de nenhum modo sofrerá dano da segunda morte.
" E eu quero pensar com você sobre o tema "Sê fiel até a morte", tá bom? Todos nós sabemos que no primeiro século foi dominado pelo chamado Império Romano, com Júlio César, César Augusto, Tibério César, Calígula, Cláudio, Nero, Vespasiano e Tito Flávio Domiciano, Galba. Esses foram os imperadores que governaram até o final do primeiro século e dominaram o mundo da época.
A perseguição à igreja cristã começa no ano 64. Até então, a perseguição à igreja era muito mais racial, uma perseguição dos judeus aos cristãos, do que pelas mãos do Império Romano. Mas isso muda em 64, quando então Roma é incendiada e a acusação deste grave crime é colocada na conta dos crentes.
E então começam a ser queimados vivos, crucificados. E agora, depois do suicídio de Nero, no ano 68, e depois da invasão de Jerusalém, no ano 70, e da inauguração do Coliseu romano, um anfiteatro da morte, no ano 70, assume o governo de Roma o Imperador Domiciano, que foi chamado de Nero redivivo, porque se imaginava que o próprio Nero tivesse ressuscitado e voltado em tamanha fúria. E a maneira implacável como esse imperador perseguiu a igreja cristã foi terrível.
Esse imperador assumiu o governo em 81 e, entre 96 e 98, deportou o apóstolo João, que era pastor em Éfeso, para uma colônia penal na ilha vulcânica do Mar Egeu, a ilha de Patmos. E é curioso que, quando você nota que foi este Imperador que mandou João para lá, não é a leitura que a Bíblia faz, não. A leitura que a Bíblia faz está no capítulo 1 de Apocalipse, versículo 9: "Achei-me na ilha chamada Patmos, por causa da palavra de Deus e do testemunho de Jesus.
" E eu acho isso fantástico, porque os homens pensam que estão no controle; os governantes pensam que estão no controle, mas quando eles acham que estão no controle, eles estão apenas cumprindo um projeto de Deus. Por exemplo, Deus usou César Augusto para que Miqueias 5:2 fosse cumprido e ordenou fazer um recenseamento do império todo, para que uma coisa pudesse acontecer: precisamente, que José e Maria saíssem de Nazaré, lá no norte da Galiléia, para a Judeia, para que Jesus nascesse em Belém, porque estava escrito que ele nasceria em Belém. Deus também usou Herodes, o Grande, para que se cumprisse Oséias 11:1: "Do Egito chamei o meu filho.
" Herodes queria matar Jesus, e José foi orientado a fugir para o Egito com o menino, para que a profecia fosse cumprida. Quem está no controle do mundo? Deus, que dirige a história.
Deus, que enviou Domiciano para deportar João e encerrou João nessa ilha vulcânica, nessa colônia penal, onde ele deveria morrer na solidão. A essas alturas, todos os apóstolos já estavam mortos, todos pelo viés do martírio. Porém, o que estava se cumprindo não era o decreto de Domiciano; o que estava se cumprindo era o propósito de Deus, porque foi para lá por causa da palavra de Deus e do testemunho de Jesus.
Bom, e quando João está nessa ilha, ele escuta uma voz atrás dele dizendo: "O que vês, escreve em livro e manda às sete igrejas: Éfeso, Esmirna, Pérgamo, Tiatira, Sardes, Filadélfia e Laodiceia. " Dessas sete igrejas, irmãos, a igreja que vamos considerar hoje era a mais sofrida. Era uma igreja sofredora, perseguida, pobre, caluniada, aprisionada, e talvez uma igreja que tem muito a dizer para nós no Brasil e no mundo, neste ano de pandemia, de tanta dor, de tanto sofrimento, de tantas mortes, de tantas lágrimas, de tanto desemprego, de tanto sofrimento, seja físico, seja emocional, de tanta ordem.
E a pergunta é: por que Jesus usa as expressões que usou nesta carta à Igreja de Esmirna? Eu chamo a sua atenção para quatro coisas muito interessantes. Primeiro, nós vemos que é uma igreja pobre e numa cidade rica.
Esmirna, irmãos, naquela época, era rival de Éfeso. A capital, Esmirna, era a cidade mais bela da Ásia. Menor, Esmirna era considerada o ornamento, a coroa, a flor da Ásia.
Em Esmirna, tinha o principal porto da Ásia. O monte Pagos, que era o monte mais famoso e mais bonito daquela cidade, era coberto. .
. De templos bordejados de casas famosas. Aquele monte estava rodeado de torres empinadas aos céus; ali ficavam templos dedicados a Cibele, a Zeus, Apolo, Afrodite e Esculápio.
E nessa cidade tão bela, nessa cidade tão rica, Jesus contrata uma igreja pobre, mas não era pobre porque as pessoas tinham condições financeiras ruins; não eram pobres, primeiro porque muito Zinho, certamente da classe de escravos, mas eram pobres porque os seus bens eram confiscados. Eram pobres porque, além dos bens confiscados, muitos crentes seriam lançados nas prisões. Eram pobres porque muitos crentes estavam sendo mortos pela sua fidelidade a Cristo.
E de todas as sete cidades da Ásia Menor, essa é a única que sobreviveu até hoje: é a cidade de Esmirna, que tem hoje mais de 255 mil habitantes na região, hoje da Turquia asiática. A segunda coisa que eu chamo a atenção de vocês, à guisa de introdução, é uma igreja que enfrenta a morte numa cidade que havia morrido e ressuscitado. É a cidade de Esmirna, que foi criada, foi fundada como uma colônia grega no ano mil antes de Cristo, e ela viveu no auge da sua prosperidade por quatrocentos anos.
No ano 600 antes de Cristo, essa cidade foi completamente destruída pelos lírios e ela ficou em destroços por 400 anos, até o ano 200, quando Lisímaco reconstrói a cidade e transforma-a em uma das mais belas da Ásia e nas mais bonitas e imponentes cidades do mundo da época. Quando Jesus fala para essa igreja: "Eu sou aquele que esteve morto", olhem comigo no verso de número 8, "que esteve morto e tornou a viver". Os smirneanos sabiam o que isso significava, a linguagem.
O terceiro ponto: é uma igreja fiel a Cristo na cidade mais fiel a Roma. Bom, Jesus usou a expressão: "Você é fiel até a morte". Essa igreja entende essa linguagem porque, de todas as cidades orientais, nenhuma delas foi mais fiel a Roma do que a cidade de Esmirna.
Muito antes, Roma serviu sem hora do mundo; Esmirna já era fiel a Roma, a ponto de Cícero ter dito que Esmirna era a aliada mais antiga e mais fiel a Roma. E no ano 195 antes de Cristo, Esmirna foi a primeira cidade do mundo a construir um templo a Deus, que era Roma. E nesta cidade, fiel a Roma, Jesus diz para a igreja: "É fiel até à morte e dar-te-ei a coroa da vida".
Mas em quarto lugar, outra coisa interessante, e eu fecho aqui a minha introdução: é uma igreja vitoriosa na cidade dos jogos atléticos. "Ao vencedor, eu lhe darei e não passará pela segunda morte". A cidade de Esmirna tinha um grande estádio olímpico, como que o estádio dos jogos atléticos, e pessoas do mundo inteiro ali competiam nas variadas modalidades daqueles jogos para receber o que?
Uma coroa de louro perecível. Para esta igreja, Jesus diz: "Eu te darei a coroa da vida". Jesus era aquele pregador que conhecia a geografia, a história, e usava todos esses recursos para trazer aplicações de verdades espirituais.
Pois bem, amados, eu gostaria de pegar o tema "fiel até a morte" e perguntar para vocês: como nós podemos ser, hoje, uma igreja fiel até a morte? Darei para vocês alguns princípios. Primeiro, tendo uma visão desromantizada da vida.
Isso fez muito mal à igreja brasileira, e ao surgimento e à divulgação de uma teologia que trouxe para os crentes a ideia de que, se você é crente, você não tem problemas. Se você é crente, nem doente você fica. Se você é crente, precisa ser rico, porque se você não é rico, então você está em pecado ou você não tem fé.
Deus ama você! E essa ideia romântica de uma confissão positiva, de uma teologia ufanista e triunfalista, mas não verdadeira nem bíblica, gera frustração. Aí chega uma pandemia, e o cara que acreditava nisso é contaminado, vai para o hospital, entubado, e a vida ceifada.
O camarada, de uma posição social e econômica estável, de repente, perde o emprego, a empresa quebra. Só em Campinas, eu fui terça-feira, passei em um restaurante que frequento muito para almoçar, que é bem rápido, e quando chego lá, uma placa na porta: "Encerramos nossas atividades". Só em Campinas, mais de 400 restaurantes fecharam suas atividades.
E aí a pessoa tem essa expectativa, é de uma criança que não tem base nas Escrituras: romantismo da vida. E quero chamar sua atenção para o fato de que, na hora em que a igreja passa pela tribulação, irmãos, luta, dor, angústia, sofrimento. .
. parece que tem uma hora em que o nevoeiro é denso. Isso aconteceu com Jesus, por exemplo.
Jesus, no Getsêmani, foi lá com um grupo armado e prenderam Jesus. Por que prenderam Jesus? Porque Ele era mais forte?
Jesus não tinha resistência? Jesus tinha capacidade? Não!
Jesus alerta: "Eu tive aí, vocês nunca me prenderam". Sabe por quê? "Tesouro, prendendo agora, está lá escrito em Lucas 22:53: 'Porém, porque esta é a vossa hora; esta é a hora do poder das trevas'".
E aí, quando Jesus se colocou diante de Pôncio Pilatos, disse: "Você tem poder sobre mim, o que você não entende, respondo, vem de cima". E chega uma hora em que você parece olhar e parece que o mal está prevalecendo. A crise estava atormentando, destruindo vidas.
Se você não pode ter uma visão romantizada da vida, Jesus nunca prometeu que você não teria problemas, que eu não teria problemas, que nós não passaríamos por aflições. Olhem comigo, por gentileza, neste ponto aqui, porque a vida não podia ser romantizada para aqueles irmãos. Versículo 9: "Eu conheço a tua tribulação".
E eu conheço a sua tribulação. Irmãos, é tão importante e confortador para mim e para você o fato de que o seu sofrimento, a sua dor, seu choro, a sua lágrima, suas noites sem dormir, suas angústias, as suas aflições, seus medos, seus temores, são conhecidos por Jesus. Ele sabe o que você tá passando, Ele sabe a luta que você tá vivendo, sabe a angústia que está na sua alma e traz eu conheço a tua tribulação.
O filme está diferente, é isso que eu sei que você tá vivendo, e a igreja não está passando por esse drama, irmãos, em que Jesus está com ela, sabendo que está passando com ela. Para vocês terem uma ideia dessa questão da tribulação, acho que é conhecimento de todos que um dos discípulos de João, e talvez tenha sido um dos destinatários desta carta, tenha recebido esta carta de Jesus, te amar, você Policarpo, e Policarpo, no dia vinte e três de fevereiro do ano 155, portanto, uns 60 anos depois, significa que ele foi batizado com 86. Bom, então ele era um adolescente na época e ele foi preso.
As autoridades romanas disseram para ele: “Se você não negar a Jesus e não blasfemar contra o nome de Jesus, nós atormentaremos você com as feras. ” E firmemente, ele respondeu: “Se você não negar Jesus, se você não falar que César é o senhor, nós queimaremos você numa pira. ” E depois de tantas ameaças, ele respondeu: “A 86 anos eu sirvo a Jesus; Ele nunca me fez mal, Ele me segurou, me abençoou e me salvou.
Ele me protegeu e eu quero dizer para vocês que o fogo com que vocês me ameaçam capturar é apenas um grave tempo, mas o fogo do juízo é para sempre. Eu estou pronto a morrer pelo Senhor; se você estiver queimar, passe logo. Bendito seja Deus!
É porque mesmo que a igreja passe por tribulação e passa, o Senhor Jesus conhece o que estamos vivendo. ” Ah, mas não tem comigo. Em segundo lugar, irmãos, Jesus diz assim: “Eu conheço a tua tribulação e a tua pobreza.
” E aqui é tão precioso para nós, porque a avaliação que isso faz é tão diferente da nossa. E a igreja que se dizia rica, Jesus, você é pobre. Oi, Mauricéia, e a igreja que dizia que estava viva, hoje, “Você está morta.
” E a igreja que era fraca, Jesus disse: “Não, eu coloquei a gente; fosse uma porta aberta. ” E a igreja que é pobre, Jesus disse: “Não, você é pobre, mas você é pobre tinha dos homens. Aos olhos dos homens você é pobre financeiramente, mas você é rica, rica espiritualmente, rica diante de Deus, rica no céu.
” Em outras palavras, o pastor e Voltem sempre têm dito isso aqui: não existe igreja pobre se ela é fiel a Jesus. Ela pode ter um tempo de chão batido, uma tapera coberta de sapé; se ela serve a Jesus, ela pode ser pobre na terra, mas é rica diante de Deus do céu. Ela pode ser pobre aos olhos dos homens, mas ela é rica diante de Deus.
E o que importa, irmão José, é sermos ricos diante de Deus, Ele sabe disso e Ele sabe. Diz assim, em terceiro lugar, nós temos aí a questão da difamação. Veja comigo no verso 9: “E a blasfêmia do que a si mesmos se declaram judeus e não são, sendo antes sinagoga de Satanás.
” Eu chamo a sua atenção para esse fato, porque os cristãos estão sendo acusados e caluniados; e quem está por trás dessa calúnia aqui eram judeus. E se você notar, o próprio Paulo, até a sua segunda prisão, quem estava por trás de todas as perseguições que ele sofreu não era Roma, não era o império romano, não eram as autoridades romanas; eram seus irmãos, seus compatriotas, eram judeus. É isso; eu estou aqui da Pisídia, isso em Icônio, isso em Listra.
E aí, Filipe, vem essa Mônica em Beréia, em Corinto, e Éfeso. Até quando ele estava preso, da primeira prisão em Roma, os judeus estavam perseguindo a ele. Se a Igreja de Esmirna está sendo caluniada, ela está sendo acusada, e aqueles que se diziam os verdadeiros representantes de Deus, a sinagoga, Paulo, o autor, o seu próprio Jesus Cristo, disse que a sinagoga de Satanás está usando essa crença para atacar os cristãos, para crucificar os cristãos, para agravar ainda mais o sofrimento dos cristãos.
E eu presto atenção nisso. Eu estou vivendo uma época, irmãos, em que há uma cristofobia no mundo todo. Se você é um cristão, hoje, fiel a Cristo, parece que você é um problema; parece que você é uma ameaça.
As pessoas não suportam os nossos valores, os nossos princípios, não suportam aquilo que você crê como verdade, Deus sobre vida, sobre família, sobre casamento, sobre criação de filhos, sobre dinheiro, sobre visão de reino, sobre visão de mundo. Mas tem mais. E olha aí, é a questão da prisão.
Versículo 10: “Não temas as coisas que tens de sofrer. Eis que o Diabo está para lançar em prisão alguns dentre vós, para serdes postos à prova; e tereis tribulação de dez dias. ” Ou seja, irmãos, nós não somos místicos, mas nós não somos também racionalistas.
E nós não somos daqueles que tudo que acontece de ruim atribui ao diabo. E essa teologia é muito ruim. O pneu do carro furou, no trânsito, é o diabo.
Se você dá uma topada na perna e arranca a cabeça do dedo, é o diabo. É uma dor de cabeça que uma aspirina resolve, é o diabo. Não, essa teologia não é boa, porque essa teologia leva as pessoas a pensar que o problema delas é sempre o diabo.
Há pouco tempo, uma mulher entrou no gabinete pastoral do pastor, eu ouvi aqui, chorando: “Meu pai porque ele tá com demônio do adultério. ” É só tem. .
. Um problema. Filha, vou orar pelo seu pai, mas adultério é obra da carne.
O Dakar, que é o seu pai, precisa de arrependimento e não de libertação, que o seu cara está pensando em libertação. Ele é uma vítima e não é culpado. E agora, entendamos isso.
O Diabo se associa com homens maus; é uma parceria no reduto das Trevas para tormentar a Igreja, para perseguir a Igreja, para fazer da Igreja um povo sofrido neste mundo. Mas o Senhor Jesus expressa que ele não tenha medo. Não tenha medo, irmãos!
Talvez os dias piorem, a perseguição chegue mesmo, as lutas aumentem, mas Jesus traz para sua Igreja, minha Igreja, não tenha medo do que você vai sofrer! Não tenha medo, eu estou com você. Eu estou no controle, eu sei o que estou fazendo.
Eu vou transformar isso, não para destruir você, mas para provar você e para aprovar você. Bendito seja Deus, a Igreja, comigo, irmãos! O que precisamos da crosta?
Fazer qualquer sacrifício para honrar ao Senhor. Eu peço a sua atenção, porque está escrito aí no versículo de número 10, parte B: quando Jesus diz "Sê fiel até a morte, e dar-te-ei a coroa da vida". Está falando: "Sê fiel até a morte" em consequência de que?
Aqueles irmãos eram pobres, eram caluniados, e tinham os seus bens esfoliados. Estavam sendo jogados na prisão, e o Diabo, por trás, era um dos acusadores, difamadores. E aí Jesus disse: "Você é fiel até a morte, e dar-te-ei a coroa da vida".
Porque, veja bem, eu entendo esse versículo assim: você vai ser fiel até o último dia da sua vida. Se você não deu uma escapada, não deu errado na trajetória, no finalzinho, você vai ser salvo. Agora, se não fosse bem, agora você não pode ter certeza ainda.
Agora você fica na corda bamba. Mas se, no apagar das luzes, na hora de fechar os olhos, você for fiel até aquele momento, aí você está salvo. Vou escrever, dizemos, e você pode ter certeza da sua salvação agora.
E agora, quem crê tem a vida eterna. As escrituras de João: "Eu vos escrevi para que saibais que tendes a vida eterna". E as minhas ovelhas, eu as conheço; ele usa a condição eterna, e ninguém as arrebatará das minhas mãos.
Oi, meu amor, você é minha vida. Nem anjos nem principados podem nos separar do amor de Deus que está em Cristo Jesus, nosso Senhor. Quando Jesus diz "Sê fiel até a morte", ele está dizendo o seguinte: e se você precisar, num dado momento, se você for colocado no paredão do fuzilamento ou na prisão, ou enfrentar o martírio, e alguém chegar para você como chegou para Policarpo: "Você nega Jesus, ou eu jogo você às feras?
", ou "Você nega Jesus, ou eu te boto numa pilha para arder vivo? ". Se você precisar, está pronto a dar a sua vida, a morrer pela sua fé e não negar a Jesus.
E talvez alguém pergunte: "Pastor, será que eu vou ter força numa hora dessas? Hum, será que eu vou aguentar, e se for preciso? ".
Será que eu teria coragem? É muito importante entender isso, irmão: aquelas pessoas não eram diferentes de você e de mim. Se você é de Deus, se você nasceu de novo, se o Espírito Santo habita em você, se o seu nome está escrito no livro da vida, diz a escritura que nenhum, nem o Diabo, nenhuma criatura, nem o mundo, nem nada pode arrancar uma ovelha dos braços de Jesus.
Você quer uma confirmação? Fala aí! Apocalipse, capítulo 13: todas as nações, todos os povos, todas as línguas vão adorar o anticristo.
É certo! Aqueles que têm o selo de Deus. E se você é de Deus, o próprio Deus lhe dará a coragem, o próprio Deus lhe dará a independência, o próprio Deus te dará força; é o próprio Deus que, mesmo diante da morte, colocou um cântico de vitória nos seus lábios.
Por isso Jesus alerta a Igreja: não tenha medo do que você terá que sofrer; não tenha medo, não tenha medo. Em outras palavras, irmão, não negocie sua fé e não negocie seus princípios. E talvez isso custe o seu namoro; talvez isso lhe custe alguns amigos; talvez isso custe o seu emprego; talvez ele custe alguns lucros deste mundo.
Mas, em nome de Jesus, sê fiel até a morte, e disse Jesus: "Dar-te-ei a coroa da vida". Ah, mas eu quero concluir contigo. Estou pensando outra coisa, e para mim é preciosa do texto saber que Jesus está no controle de todos os detalhes da nossa vida.
Você pode ver o verso de número 9 comigo, só a primeira parte: "Eu conheço a tua tribulação". E agora, versículo 10, parte inicial: "Não temas as coisas que tens de sofrer". A primeira coisa que é muito importante você entender aqui é que Jesus conhece e ele sabe o que está acontecendo.
E ele está no controle; ele tem as rédeas da sua vida nas suas poderosas mãos. E ele sabe, literalmente, detalhadamente, meticulosamente tudo que está acontecendo com você. Coisas que você não sabe, coisas que você não dissera.
Ele sabe, ele conhece. E eu não sei o que vai estar acontecendo no futuro; eu não sei, não sei dizer para mim. Atitude… eu não sei, você também não.
É, mas o que importa para nós é que Jesus já está lá no futuro. E ele que está lá no futuro está dizendo para você: "Não temas as coisas que tens de sofrer". Olá, seja doença, seja desemprego, se você já é caluniado, seja a perseguição, olá, seja prisão, seja martírio.
Eu não sei, não importa, Jesus está dizendo para você hoje, para o meu coração, hoje: acalma o seu coração. Coração, sempre sentem medo. Você não precisa ter medo; eu estou lá, eu estou no controle, eu sei o que está acontecendo.
Eu tenho rumos e os destinos da sua vida nas minhas mãos. E aí, ah, eu queria que você percebesse. Descobri uma coisa com isso: não temas as coisas que tens de sofrer.
Eis que o Diabo está para lançar, em prisões, alguns dentre vós, membros da igreja, para serem postos à prova. E sabe disso: o Diabo tenta, Deus prova, e às vezes Deus permite que a própria tentação do Diabo seja a prova. É porque a prova tem um propósito: aprovar você.
E o Senhor, muitas vezes, não nos tira da circunstância carrancuda e não nos livra da fornalha; às vezes Ele nos livra na fornalha. É, mas o fogo da prova não destrói você, purifica você. E o fogo da prova só queima seus arranjos, mas livra você, e você não sai da prova derrotado; você sai da prova aprovado.
E agora, o que esse texto está mostrando para nós é o que representa lá no Livro de Jó: o Diabo tem limitação de poder, de tempo e de raio de ação. E aqui, ele usa uma linguagem figurada: dez dias, que é um tempo limitado. E é como se Deus desse a Satanás a ordem: você pode tocar no que ele tem, mas não pode tocar na vida dele.
Ou seja, Satanás só pode agir dentro da permissão de Deus e nos limites de Deus. É só até aqui, e nem um centímetro a mais. Quem tem controle é Deus, quem domina é Deus, quem dirige é Deus.
Até o Diabo, preste atenção nisso, está a serviço de Deus. Ele não pode mover uma palha se Deus não permitir. E a soberania do nosso Deus é plena, e é por isso que todo joelho se dobra.
Não se dobra, não se dobra, é o que está escrito lá: todo joelho se dobra no céu, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor para glória de Deus Pai. Oi, oi, irmãos amados, é glorioso para a igreja, mesmo no sofrimento, mesmo na pandemia, mesmo na crise, mesmo na dor, mesmo no luto, mesmo nas lágrimas, entender que o nosso Senhor reina, e que Ele está no trono, e que Ele dirige a história, e dirige a nossa vida, e dirige a igreja. Está dizendo para você nesta noite: você não precisa ter medo das coisas que você terá que sofrer.
E preste bem atenção, e aí Ele vai se apresentar para a igreja como eterno, em 58: eu sou o primeiro, eu sou o último. Aqui está dizendo: eu estou lá no passado mais remoto, eu estou lá no futuro mais distante. E aí, Ele é vitorioso.
É o que está escrito: "Esteve morto e tornou a viver"; a morte não tem poder sobre Ele. E o pastor Valdecir Guarapuava, a ciência é de Deus, mas ela tem limites. É, mas o dono da ciência não tem limitação, e Ele é o todo-poderoso Deus que venceu a morte.
Lá no adoramos, oh Cristo que esteve vivo, está morto; nós adoramos hoje o Cristo que esteve morto e está vivo pelos séculos dos séculos. Mas em terceiro lugar, irmãos, Ele é o galardoador, porque Ele está prometendo a você: "Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida". E, oh irmãos, Grace estava enfrentando Marte.
Ju que o Senhor Jesus Cristo diz assim para a igreja: "Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas. O Vencedor, de nenhum modo, sofrerá dano da segunda morte". Isso está de acordo com o teu próprio Jesus, que disse em outra ocasião: "Eu não tenho de ter medo daqueles que matam o corpo; você tem que ter medo daquele que pode lançar tanto o corpo quanto a alma no inferno".
E se você for fiel até a morte, e aí que os homens tirem a nossa vida, não sofreremos a segunda morte e a condenação eterna. E em outras palavras, irmãos, na vida vencemos; na morte, vencemos ainda mais. E a igreja de Deus é vencedora.
Por isso, o Céu, Senhor que a salvou, que a protege e a consola e que dá esperança, está dizendo para você e para mim hoje: para você que nos assiste, sê fiel até a morte. Disse Jesus, e dar-te-ei a coroa da vida. Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas.
Amém. G1. E aí.