Você já percebeu como algumas pessoas parecem capazes de largar qualquer vício, qualquer hábito destrutivo, enquanto outras passam a vida inteira presas nas mesmas correntes, elas tentam parar de fumar, param por [música] três dias e voltam. Prometem nunca mais beber, duram uma semana. Juram que vão emagrecer, começam dietas radicais que terminam [música] em pizza e culpa.
E o pior de tudo não é o fracasso em si, é o momento em que você olha no espelho e pensa: "Eu sou fraco, eu não consigo. Eu sempre vou ser assim. Mas e se eu te dissesse que o problema nunca foi você?
E se o problema fosse o método que todos te ensinaram? Esse método mentiroso que promete transformação radical em 21 dias? E se existisse um sistema milenar testado em mosteiros japoneses, usado por monges que transcenderam vícios [música] que destruiriam homens comuns?
Um sistema tão simples que você vai achar que estou brincando até o momento em que ele funcionar. No Japão antigo, quando um homem chegava ao templo desesperado, consumido por um vício que estava matando sua alma, os monges não ofereciam sermões motivacionais, não prometiam cura rápida. >> [música] >> Eles apresentavam um caminho que combinava cinco filosofias antigas: Iquigai, Caizen, Haraibu, Wabsab e Gambaru.
E esse caminho tinha uma regra sagrada. Você não tenta mudar tudo de uma vez. Você muda algo tão microscópico [música] que sua mente nem percebe que está sendo reprogramada.
Antes de revelar exatamente como esse sistema funciona, eu te convido a se inscrever no canal, [música] deixar seu like no vídeo e me contar nos comentários qual é o hábito que você mais quer mudar na sua vida. Obesidade, procrastinação, álcool, [música] cigarro, vícios digitais. Eu leio cada comentário e fico genuinamente feliz quando alguém me conta que aplicou o que ensinamos aqui e viu mudanças reais.
Aliás, a ideia deste vídeo veio justamente de um comentário onde um inscrito pediu ajuda para superar a obesidade. Então, preparei [música] este conteúdo focando nessa batalha. Mas tudo o que você vai aprender aqui [música] pode ser aplicado a qualquer vício, qualquer hábito destrutivo que esteja roubando sua vida.
Agora, de volta ao vídeo. Christopher tinha 40 anos e pesava 142 kg. Ele não era [música] um homem mau.
Trabalhava como gerente de estoque num depósito há 15 anos. Acordava às 5 da manhã, chegava em casa às 7 da noite. Dois filhos, uma esposa, [música] contas para pagar.
O típico homem de classe média baixa que sustenta a família [música] e esquece que tem um corpo. Sua dieta era qualquer coisa que houvesse tempo de comer. Café da manhã no carro, almoço na mesa do escritório, jantar assistindo TV, porque estava exausto demais para sentar à mesa com a família.
Fins de semana eram pizza, cerveja e sofá. Ele merecia. Afinal, trabalhava feito um condenado.
O corpo começou a dar os primeiros sinais de que algo estava errado, mas ele ignorou. Subir escadas era sufocante. Amarrar os sapatos virou um desafio de engenharia.
Tinha que sentar, prender a respiração, forçar a barriga. Os filhos pediam para brincar de pega a pega e ele inventava [música] desculpas. A esposa sugeria uma caminhada no parque, mas ele estava cansado demais.
Mas sabe o que doía mais? Não eram os [música] números na balança, era o olhar da filha de 7 anos quando ela parou de pedir para ele brincar. Ela tinha aprendido que o pai dela não brincava e Christopher [música] via aquilo, sentia aquilo e não fazia nada porque ele já havia tentado mudar antes.
Três vezes entrou na academia, durou dois meses e parou. Fez dieta low carb por [música] três semanas e desistiu. Foi correr de manhã por c dias e abandonou.
Ele havia chegado naquele lugar perigoso onde a maioria das pessoas morre sem morrer. A aceitação da derrota. É assim que eu sou.
[música] Sempre fui gordo. É genética. Meu metabolismo é lento.
Não tenho tempo. Até o dia em que o corpo disse chega. Era um sábado de manhã.
Christopher estava no quintal com o filho de 9 anos. Na verdade, ele não estava brincando. Estava sentado numa cadeira de plástico, assistindo o menino jogar bola sozinho.
O filho chutou a bola longe, caiu no canteiro de flores do vizinho. Pai, você pega para mim? Christopher levantou, caminhou até o canteiro, abaixou para pegar a bola e não conseguiu levantar.
Não porque estava com dor ou machucado. Ele simplesmente não tinha força nas pernas [música] para erguer o próprio peso do corpo. Ficou de quatro no canteiro do vizinho, suando, tentando [música] se levantar.
Enquanto o filho de 9 anos assistia em silêncio. O vizinho teve que ajudá-lo a ficar em pé. Aquela noite, Christopher sentou na beirada da cama e chorou.
Chorou porque tinha 40 anos e precisou de ajuda para levantar. Chorou porque o filho viu aquilo. Chorou porque percebeu que estava construindo uma memória na mente daquela criança.
Meu pai era fraco. A esposa [música] entrou no quarto, não disse nada, apenas o abraçou e então disse: "Você precisa de ajuda, Chris, [música] de verdade. " No domingo de manhã, ele ligou para o único amigo que havia emagrecido e mantido o peso, um cara chamado Marcos, que tinha perdido 30 kg e parecia diferente, não só mais magro, mais inteiro.
Marcos, eu preciso de ajuda. Você foi ao médico, tomou algum [música] remédio, como você fez? Marcos fez uma pausa.
Eu fui a um médico, sim, mas não o tipo de médico que você está pensando. Ele não me deu remédio, [música] ele me deu uma filosofia. Filosofia não me faz perder peso, [música] Marcos.
Crais, você está errado. Marcos respondeu. Na terça-feira seguinte, Christopher estava sentado numa sala de consulta minimalista que não parecia consultório médico, sem pôsteres de anatomia, sem cheiro de hospital, apenas uma mesa de madeira, duas cadeiras [música] e uma janela enorme com vista para o jardim.
Dr Kage Yamamoto entrou cerca de 65 anos, magro, postura ereta, movimentos calmos. Não parecia médico, parecia mais um monge. Christopher, me conte o que trouxe você aqui.
Chris contou tudo. O peso, o cansaço, os filhos, a vergonha, o canteiro de flores. Quando [música] terminou, esperava ouvir sobre dieta, exercícios, exames de sangue.
Dr Yamamoto não ligou o computador, [música] não tirou nenhuma receita, simplesmente disse: "Me diga uma coisa, quantas vezes você tentou emagrecer? " "Tês, quatro, talvez? " E quanto tempo durou cada tentativa?
Dois meses, no máximo, geralmente algumas semanas. Dr Yamamoto acenou com a cabeça. Você sabe por [música] falhou?
Christopher começou a lista que todo mundo fala: falta de tempo, genética, [música] metabolismo. O doutor levantou a mão interrompendo: "Não, você falhou porque tentou ganhar uma guerra de 40 anos numa batalha de 2 meses. Seu corpo levou 40 anos para chegar nesse peso.
Sua mente levou 40 anos para construir esses hábitos. E você acha que pode desfazer isso em semanas? " Silêncio, Christopher, vou fazer uma proposta.
Vou pedir que você faça uma mudança hoje. Uma mudança tão [música] pequena que você vai achar que estou brincando com você. Tão pequena que vai parecer inútil.
Você aceita? Chris estava desesperado. Aceito qualquer coisa.
Ótimo. A partir de hoje, todo dia, quando acordar, antes de fazer qualquer outra coisa, você vai beber um copo de água. Só isso.
Um copo de água. Um copo de água todo [música] dia durante duas semanas. Nada mais.
Você pode continuar comendo pizza, bebendo cerveja, assistindo TV. Apenas adicione esse copo [música] de água pela manhã. Doutor, com todo o respeito, eu preciso perder uns 50 kg.
Um copo de água não vai fazer isso. Você está certo. Um copo de água não vai fazer você perder 50 kg.
Dr Yamamoto se inclinou para a frente, mas vai fazer algo muito mais importante. Vai provar para você [música] que você consegue manter uma promessa consigo mesmo. E essa prova é a [música] única coisa que você realmente precisa agora.
Christopher saiu do consultório [música] confuso. Pagou 200 numa consulta para ser mandado beber água. Estava até irritado, [música] mas algo que Dr Yamamoto disse continuava martelando na cabeça.
Uma promessa consigo mesmo. Quantas promessas ele havia quebrado? Quantas segundas-feiras ele jurou que ia mudar só para desistir na quarta?
[música] Se ele não conseguia confiar em si mesmo, como poderia mudar? Aquela noite encheu um copo com água e deixou na mesa de cabeceira. Na manhã seguinte, quando o despertador tocou às 5 da manhã, ele viu o copo, bebeu simples assim.
Dia 2, mesma coisa. Dia 3 também. No dia 7, algo diferente aconteceu.
Ele acordou antes do despertador e a primeira coisa que pensou foi: "Cadê meu copo de água? " O cérebro dele começou a esperar por aquilo. No 14º dia, voltou ao consultório.
Dr Yamamoto [música] perguntou: "Você bebeu água todo dia? Como se sente? " Sinceramente, meio bobo.
Não perdi peso nenhum, mas sei lá. Eu fiz, eu fiz algo por duas semanas inteiras. O doutor sorriu.
Você acabou de aprender o primeiro princípio da filosofia japonesa que vai mudar sua vida. Chama-se Kaaizen, melhoria contínua através de mudanças microscópicas. Você não tentou escalar a montanha de uma vez, apenas deu um passo e depois outro e depois outro.
Mas, doutor, um copo de água não é sobre o copo de água, Christopher. É sobre provar para o seu cérebro que mudança é possível, que você não é o tipo de pessoa que desiste. Agora me diga, está pronto para o próximo passo?
Qual é? Continue bebendo água pela manhã. Mas agora adicione mais uma coisa.
Coloque metade da comida que você normalmente colocaria no prato. Apenas metade. Você pode repetir se ainda estiver com fome depois de 20 minutos, mas primeiro metade.
Christopher ficou em silêncio. Isso também parecia pequeno demais, mas ele havia bebido água por 14 dias seguidos. Havia provado algo para si mesmo.
OK, vou fazer. Ótimo, conversamos novamente em três semanas. O que Dr Yamamoto não explicou naquele momento, mas que Christopher descobriria gradualmente, era que ele não estava apenas mudando hábitos, estava sendo introduzido a um sistema filosófico completo que os japoneses usam há séculos.
Kaisen [música] era apenas a porta de entrada. Melhoria contínua de 1% por dia. A ideia de que você não precisa ser perfeito [música] amanhã, só precisa ser 1% melhor que hoje.
E se você melhorar 1% por dia durante um ano, não melhora 365%. Melhora 3. 778%.
[música] É matemática exponencial. Um dos segredos por trás da introdução desses pequenos hábitos é que eles são hábitos angulares. Keystone habits.
São hábitos que [música] quando implementados disparam uma cascata de mudanças positivas em outras áreas da vida. Eles agem como uma alavanca ou o primeiro dominó. Ao focar em melhorar apenas aquele hábito central, você começa a ter pequenas vitórias que quase automaticamente facilitam e impulsionam a criação de outros bons hábitos.
Mas existiam outras filosofias em ação ali que Christopher ainda não conhecia. A primeira semana com metade da comida no prato foi brutal. [música] Ele terminava de comer e ficava só olhando para o fogão querendo mais.
O cérebro dele gritava: [música] "Você ainda está com fome? Coma mais! " Mas então ele lembrava das palavras de Dr Yamamoto.
Espere 20 [música] minutos. Se ainda estiver com fome, coma mais. Sabe quantas vezes em três semanas ele voltou para comer mais depois de 20 [música] minutos?
Duas vezes. Duas. Porque o corpo dele não estava com fome, estava apenas mimado.
Dr Yamamoto estava ensinando sobre Rara Hatibu, sem mencionar o nome ainda. É o princípio de Oknawaua de comer até estar 80% satisfeito. A ideia é que seu estômago leva 20 minutos para sinalizar ao cérebro que está satisfeito.
Se você enche o prato e come rápido, passa desse ponto e só percebe quando está com [música] dor de barriga. Na consulta seguinte, Christopher havia perdido 3 kg. Não é sobre o peso, Dr Yamamoto disse.
É sobre a direção. Você está indo na direção certa [música] pela primeira vez em 40 anos. Seu corpo está se movendo para onde você quer que ele vá.
Eu me sinto diferente, Christopher admitiu. Não só mais leve. Me sinto no controle.
Porque você está agora. É o próximo passo. Você vai adicionar movimento, mas não do jeito que está pensando, sem academia ainda.
[música] Você vai caminhar da sua porta até a caixa de correio e voltar. Todo dia de manhã, depois da água, antes de entrar no carro para o trabalho. Christopher riu.
Doutor, a caixa de correio fica a 20 m da minha porta. [música] Isso não é exercício. Não é sobre exercício.
É sobre criar o hábito de movimento. Seu corpo esqueceu que foi feito para se mover. Você vai lembrá-lo gentilmente, 20 met hoje.
Semana que vem, talvez você queira ir até a esquina, mas hoje só até a caixa de correio. Christopher fez o que o doutor mandou. Água pela manhã, metade da comida, caminhada até a caixa de correio.
No terceiro dia da caminhada, a filha de 7 anos o viu saindo. Pai, posso ir com você? Eles caminharam juntos até a caixa de correio.
Ela segurou a mão dele, falou um pouco sobre [música] a escola, sobre a melhor amiga, coisas que ela nunca contava, porque o pai estava [música] sempre cansado demais para conversar. Quando voltaram, ela perguntou: "A gente pode fazer isso todo dia? " Na semana seguinte, Christopher começou a ir até a esquina, não porque o doutor mandou, mas porque a filha queria.
E pela primeira vez em anos, ele [música] conseguia. Sem falta de ar, sem dor nas costas, ele conseguia. No fim do segundo mês, ele havia perdido [música] 8 kg.
Mas a mudança real não estava na balança, estava no espelho, não corpo que via, mas nos olhos. Havia uma luz ali que não [música] estava antes. Durante a consulta, Dr Yamamoto perguntou: "Chistofer, me diga uma coisa.
Por que você está fazendo tudo isso? Para perder peso? " Não, porque você realmente está fazendo isso?
Qual a razão de fundo? Christopher pensou pela primeira vez. Pensou de verdade.
Eu quero. Quero ver meus filhos crescerem. Quero levar minha filha ao altar um dia.
Quero ter tempo [música] de qualidade com minha esposa. Quero me sentir digno de mim mesmo. Dr Yamamoto assentiu.
Esse é o seu ikigai, sua razão de viver. Os japoneses acreditam que todo mundo tem um ikigai, um propósito. Seu ikigai [música] não é perder peso, é estar presente para sua família.
O peso é apenas o obstáculo entre você e seu [música] propósito. Aquilo mudou tudo, porque agora, quando Christopher não queria acordar cedo, ele não pensava em água ou dieta. Pensava na filha, segurando sua mão.
Quando queria encher o prato, não pensava em calorias, pensava em levá-la ao altar. Propósito não é motivação. Motivação [música] passa.
Propósito é combustível que nunca acaba. Três meses depois, [música] Christopher havia perdido 14 kg. As roupas começavam a ficar largas.
Colegas de trabalho perguntavam o que ele estava fazendo. Só alguns ajustes pequenos [música] ele respondia. Mas então veio o dia de ação de graças.
Você sabe como é. [música] Uma mesa cheia de comida, peru, purê de batatas. Torta de abóbora, torta de [música] nozes.
A família toda reunida, todos se servindo de pratos enormes e Christopher tentando colocar metade no prato. A mãe perguntou: "Só isso? Você está doente?
" O cunhado: "Cara, é dia de ação de graças. Esquece a dieta por um dia. Pressão social é assassina silenciosa de mudança.
Todo mundo quer que você volte a ser quem era, porque sua transformação deixa eles desconfortáveis sobre quem eles são. Christopher cedeu, encheu o prato, comeu até não poder mais. Sentiu aquela sensação horrível de estar cheio demais, de ter falhado.
Naquela noite, olhou no espelho e pensou: "Merda, quebrei a sequência. Vou desistir como sempre faço. Na manhã seguinte, não queria beber água, não queria caminhar.
O padrão antigo de já que falhei, não adianta mais, estava [música] voltando. Mas então lembrou de algo que Dr Yamamoto havia dito e que ele não tinha entendido na época. Você vai falhar e quando isso acontecer, você vai descobrir se realmente mudou.
>> [música] >> pegou o celular e mandou mensagem para o doutor. Doutor, comi demais ontem. Estraguei tudo.
Não sei se consigo continuar. A resposta veio em dois minutos. Venha ao consultório hoje à tarde.
Christopher sentou na cadeira de sempre, [música] esperando bronca ou discurso motivacional. Dr Yamamoto entrou, sentou e disse: "Me conte o que aconteceu. " Chris explicou tudo.
Ação de graças, a pressão, a falha. a vontade de desistir. E você bebeu água hoje de manhã?
Bebi e caminhou? Caminhei. Então você não falhou, você tropeçou.
Existe uma enorme diferença entre tropeçar e cair. Quando você tropeça, perde o equilíbrio por um segundo. Quando você cai, para de se mover completamente.
O doutor se inclinou para a frente. Christopher, vou te ensinar sobre o Absabi. É uma filosofia japonesa que celebra a imperfeição, a ideia de que nada é permanente, nada é perfeito e nada é [música] completo.
E que essa imperfeição é onde existe a verdadeira beleza. Você comeu de mais um dia e daí? [música] Isso não apaga 14 kg perdidos.
Não apaga 3 meses de acordar cedo e beber água, não apaga as caminhadas com sua filha. Um dia imperfeito não destrói uma jornada perfeita. Christopher sentiu algo quebrando dentro dele.
Não ele quebrando, a expectativa de perfeição [música] se despedaçando. Mas e se eu comer demais de novo? Você vai múltiplas vezes?
E toda vez que isso acontecer, você vai acordar no dia seguinte e beber [música] água. Porque prática não é sobre nunca falhar, é sobre sempre voltar. Isso mudou tudo para Christopher, porque pela primeira vez na vida, ele não estava tentando ser perfeito, estava tentando ser consistente.
E consistência aceita imperfeição. Perfeição rejeita realidade. Agora, Dr Yamamoto continuou.
Vou te ensinar sobre Gambaru, perseverança, a capacidade de suportar mesmo quando é difícil. Você mostrou o Gambaru hoje. Comeu demais ontem.
Não queria continuar hoje, mas bebeu água e caminhou mesmo assim. Isso é [música] gambar. Suportar o desconforto, porque você sabe que é temporário.
Nos meses seguintes, Christopher recaiu várias vezes. No Natal comeu demais. No aniversário do filho, [música] comeu bolo demais.
Num fim de semana estressante, voltou para pizza e cerveja, mas toda vez [música] que tropeçava, ele voltava. Água pela manhã, metade no prato, caminhada. [música] E algo aconteceu.
As quedas começaram a ficar menores, menos [música] frequentes, porque cada vez que ele voltava, o cérebro dele aprendia: "Ah, a gente não desiste mais. A gente só continua. " No sexto mês, ele havia [música] perdido 23 kg.
Mas a transformação real não era no peso. Foi o momento em que ele desceu para brincar de Lego com o filho e depois levantou sozinho, sem esforço, sem pensar. Foi a noite em que a esposa sugeriu uma caminhada depois do jantar e ele disse sim, sem hesitar.
Foi o sábado em que a filha pediu para brincar de [música] pega a pega e ele correu atrás dela pelo quintal, rindo, suando, cheio de vida. A esposa a assistiu da janela da cozinha e sorriu porque o homem com quem ela havia se casado estava voltando. Não o corpo, a essência.
No nono mês, Christopher havia perdido 35 kg. Não estava mais só caminhando até a esquina. Estava caminhando 30 minutos todo dia.
Não estava mais colocando metade no prato por disciplina. estava fazendo porque o corpo dele não queria mais aquilo tudo, mas algo mais profundo havia mudado. Ele havia se tornado uma pessoa diferente.
Durante a consulta daquele mês, Dr Yamamoto perguntou: "Christopher, quando foi a última vez que você pensou em desistir? " Chris fez uma pausa. Quando foi?
Semana passada, mês passado, ele não conseguia lembrar. Não sei, faz tempo. Sabe por quê?
Porque você parou de tentar mudar e começou a viver diferente. Não é mais sobre esforço, é sobre identidade. Você não é mais um cara gordo tentando emagrecer.
Você é um cara que cuida de si mesmo. Essa é a diferença entre mudança temporária e transformação permanente. O doutor puxou um papel e desenhou cinco círculos conectados.
Tudo o que te ensinei nesses ve meses pode ser resumido nessas cinco filosofias. Ikigai. Você descobriu seu propósito.
Não é sobre perder peso, é sobre estar lá para sua família. [música] Kaisen, você melhorou 1% por dia. Água, comida, movimento, mudanças pequenas que acumularam.
Haratibu você aprendeu moderação. Comer até 80%, não até 120%. O Abab, você aceitou imperfeição, tropeçou muitas vezes e sempre voltou.
Gambaru, você aguentou? Nos dias difíceis, não desistiu, apenas fez o mínimo para manter momentum. Christopher olhou para o papel.
Aquelas cinco palavras explicavam toda a transformação [música] dele. Doutor, posso levar isso? Pode, mas quero que entenda uma coisa.
Isso não é um sistema de perda de peso, é um sistema de vida. Você pode aplicar isso a qualquer coisa que quiser mudar. Carreira, relacionamentos, finanças, qualquer coisa.
[música] No 12º mês, Christopher foi fazer um exame de sangue de rotina. Não fazia há anos porque tinha medo do que ia descobrir. O médico do centro de saúde entrou com os resultados e ficou olhando o papel com cara confusa.
Christopher, você começou algum tratamento novo? Por quê? Seu colesterol caiu.
Sua pressão está normal pela primeira vez em anos. Sua glicose está ótima. O que você está fazendo?
Christopher riu [música] bebendo água de manhã. O médico não entendeu a piada, mas Chris entendeu porque não havia acontecido por causa da água. Havia acontecido por causa de 365 dias, [música] fazendo escolhas pequenas e melhores.
Um copo de água não muda seu colesterol. Mais 365 copos de água, mais 365 pratos com metade da comida, mais 365 caminhadas criam um corpo completamente diferente. Ele foi para casa naquele dia, tirou a camisa e ficou de pé na frente do espelho.
Pela primeira vez em 20 anos, olhou para o [música] próprio corpo sem vergonha. Não tinha tanquinho, ainda tinha pele solta em alguns lugares, ainda tinha uns 15 kg para perder [música] para chegar no peso ideal. Mas sabe o que ele viu?
Viu um homem que havia mantido uma promessa consigo mesmo todo dia durante um ano inteiro. No 18º mês, Christopher havia perdido 52 kg, pesava 90 kg. Não era o homem mais magro do mundo, mas estava saudável, forte, presente.
A filha completou 9 anos. Fizeram uma festa no parque. As crianças estavam correndo, brincando de pega a pega.
E pela primeira vez Christopher correu atrás delas. [música] Um dos pais na festa perguntou: "Cara, como você perdeu todo esse peso? " O Christopher considerou falar sobre filosofias japonesas, [música] sobre Kaisen e Kigai, Harachibu, mas decidiu não complicar.
Um passo de cada vez, literalmente. Naquela noite, depois da festa, estava deitado na cama com a esposa. [música] Ela disse: "Sabe o que eu mais amo na sua transformação?
O quê? Não é que você perdeu peso, é que você voltou. O homem com quem me casei, o pai que nossos filhos merecem.
Você estava aqui fisicamente, mas não estava presente. [música] Agora está. Christopher segurou a mão dela.
Quase desisti tantas vezes, mas não [música] desistiu. Não, não desisti. Uma pesquisadora da Universidade de Stanford, [música] que estuda a formação de hábitos, descobriu que a maioria das mudanças falha não porque as pessoas são fracas, mas porque tentam mudar rápido demais.
O cérebro humano é programado para resistir a mudanças drásticas, [música] porque interpreta como ameaça. Mas quando você introduz mudanças microscópicas, menos de 1% de diferença por dia, o cérebro não dispara os alarmes de resistência. Você essencialmente hackeia seu próprio sistema nervoso.
Outro estudo sobre longevidade em Okinaua revelou que as populações que vivem mais tempo no mundo não seguem dietas [música] radicais, seguem princípios simples: moderação ao comer, movimento constante, um propósito claro na vida, aceitação da imperfeição [música] e perseverança diante das dificuldades. Essas cinco características [música] aparecem consistentemente em todas as zonas azuis do mundo. Um neurocientista da Universidade [música] de Londres, que estuda autodisciplina explica: "Força de vontade é um recurso limitado.
Ela se esgota ao longo do dia. Mas quando você transforma comportamentos em identidade, quando você para de tentar fazer e começa a ser alguém que faz, você não precisa mais de força de vontade. O comportamento se torna automático porque é parte de quem [música] você é.
Mas aqui está a parte que ninguém te conta sobre transformação real. Christopher não parou nos 52 [música] kg perdidos porque o sistema que ele aprendeu não era sobre perder peso, era sobre construir uma vida. No segundo ano, ele aplicou Kaisen na carreira, uma pequena melhoria [música] por dia no trabalho.
Foi promovido a gerente regional porque começou a aplicar os mesmos princípios. No terceiro ano, aplicou ao relacionamento. Descobriu que o propósito dele com a esposa não era apenas estar casado, era construir uma parceria onde ambos crescessem juntos.
Começaram a fazer caminhadas noturnas juntos, ter conversas reais, planejar o futuro. A filha tem 12 anos agora. Outro dia ela disse: "Pai, você lembra quando não conseguia brincar comigo?
" "Lembro. Eu também. Mas sabe o que eu mais lembro?
O dia em que você começou a caminhar comigo até a caixa de correio, foi quando eu soube que você ia ficar bem. Havia sido da família toda. Porque quando você muda, você dá permissão para todos ao seu redor mudarem também.
O filho, que agora tem 14, começou a acordar cedo para se exercitar [música] sem ninguém mandar, porque viu o pai fazendo. A esposa começou a meditar porque viu que mudança é possível. Transformação não é contagiosa, é permissiva.
Ela concede permissão. Do anos depois daquela primeira consulta, Christopher pesava 88 [música] kg, mantinha a perda de peso, ainda bebia água toda manhã, ainda caminhava todo dia, ainda comia [música] até estar 80% satisfeito, porque é quem ele é. Mas a parte mais louca, ele treina outras pessoas.
Agora, pessoas do trabalho vem a transformação dele [música] e perguntam: "Como você fez isso? " E sabe o que ele diz? Deixa eu te perguntar uma coisa.
Qual a menor mudança que você pode fazer hoje? As pessoas sempre respondem com algo como: "Ah, posso começar a ir na academia? " Não, menor que isso.
Muito menor. Tipo o quê? Tipo beber um copo de água pela manhã.
[música] A pessoa ri. Só isso? Só isso por duas semanas.
Depois conversamos de novo. Nove em cada 10 pessoas não voltam para conversar com ele porque ainda estão procurando a solução mágica. a dieta de 21 dias, a transformação relâmpago, a pílula milagrosa.
Mas aquela décima pessoa, aquela pessoa volta em duas semanas e diz: "Eu bebi água todo dia e você estava certo. Eu me sinto diferente. " E Christopher sabe que essa pessoa entendeu.
Essa pessoa vai conseguir. Dr Yamamoto se aposentou. Durante a última consulta, ele disse a Christopher: "Sabe, você nunca precisou de mim, né?
Como assim? Tudo o que te ensinei já estava dentro de você. Eu só te dei permissão para ir devagar, para ser [música] imperfeito para continuar mesmo quando era difícil.
Mas a força sempre foi sua. Doutor, eu literalmente não conseguia levantar de uma posição agachada há anos. Fisicamente não.
Mas mentalmente você levantou de uma posição agachada todo o santo dia da sua vida. Todo dia que [música] acordou, foi trabalhar, sustentou sua família, aguentou o cansaço, a frustração, a vergonha. Você sempre teve gambar, só não sabia que tinha.
Aquilo quebrou, Christopher. Então, tudo que eu precisava era saber? Não.
Você precisava de um sistema que respeitasse quem você era. Um sistema que não exigia que você virasse um superherói da noite pro dia. Um sistema que aceitasse sua humanidade, sua imperfeição, seu cansaço e usasse tudo isso para fomentar transformação, não contra ela.
As filosofias japonesas que te ensinei [música] não são sobre ser perfeito, são sobre ser humano e continuar sendo humano todo dia sem parar. Christopher abraçou o Dr Yamamoto naquele dia com um sentimento de imensa gratidão, porque aquele homem não havia salvado [música] a vida dele, havia devolvido ela. Tem uma foto na parede da sala de Christopher, ele com 142 kg, [música] sentado numa cadeira de plástico no quintal, assistindo os filhos brincarem, não participando, apenas assistindo.
E ao lado daquela foto tem outra. Ele com 88 kg no chão, brincando de Lego com o filho, a filha pulando nas suas costas, rindo. A esposa tirou aquela segunda foto sem ele saber e quando ele viu, perguntou: "Por que você tirou essa foto?
" Ela respondeu: "Porque esse é o momento que eu estava esperando há 10 anos, o momento em que você voltou. Mas sabe qual é a parte mais importante dessa [música] história toda? Não é que Christopher perdeu 52 kg.
Não é que ele reverteu diabetes tipo 2. Não é que foi promovido no trabalho. É que a filha dele, que agora tem 12 anos, recentemente disse para a amiga na escola: "Meu pai é a pessoa mais disciplinada que eu conheço.
Porque ela cresceu assistindo ele beber água todo [música] dia, assistindo ele caminhar todo dia, assistindo ele tropeçar, cair, levantar e continuar". Ela cresceu vendo que transformação não é sobre motivação, é sobre identidade. E quando ela tiver 20, 30, 40 anos [música] e a vida ficar difícil, ela vai lembrar.
Vai lembrar que o pai dela provou que mudança é possível. Uma pequena escolha de cada vez, um dia de cada vez, para sempre. Esse é o legado real.
Não o corpo transformado, mas a prova viva de que você pode ser quem você quer ser. Só precisa da paciência para construir essa pessoa um tijolo de cada vez. Agora, deixa eu te perguntar uma coisa.
Você chegou até aqui no vídeo, isso significa que você está procurando algo. Talvez seja perder peso como Christopher. Talvez seja outro vício.
Talvez seja só aquela sensação de que você não está vivendo a vida que deveria estar vivendo. Você pode estar pensando: "Isso não funciona para mim. Minha situação é diferente, mais difícil, mais complicada.
[música] Você está certo. Sua situação é diferente, mas o sistema é o mesmo. Porque não importa qual é o seu vício, seu mau hábito ou a vida que você quer mudar, o problema nunca é falta de informação.
Você sabe que precisa comer melhor. Você sabe que precisa se exercitar. Você sabe que precisa dormir mais, beber menos álcool, estar mais presente.
Você sabe tudo isso. O problema não é saber, é fazer. E você não consegue fazer porque está tentando fazer tudo de uma vez.
Está tentando se tornar uma pessoa diferente amanhã. Está tentando ganhar uma guerra de 20 anos numa batalha de 21 dias. E [música] toda vez que tenta, você falha.
E toda vez que falha, você prova para si mesmo que não consegue. E então isso vira sua identidade. Eu sou uma pessoa que não consegue.
Eu sou uma pessoa sem disciplina. Eu sou uma pessoa fraca. Mas você não é.
Você só está usando o sistema errado. O sistema que apresentei aqui não é sobre mudança rápida, é sobre mudança permanente. Você não precisa de 30 dias de transformação.
Você precisa de 30 anos de consistência. E consistência só acontece quando é simples o suficiente para nos sustentar através dos dias ruins. Então, deixa eu te dar o mesmo desafio que Dr Yamamoto deu para Christopher.
Escolha uma mudança a menor possível. Tão pequena que você vai se sentir um idiota fazendo. Tão pequena que parece que não vai fazer diferença nenhuma.
[música] Um copo de água pela manhã. Cinco flexões antes de dormir, um minuto de meditação, uma página de um livro, qualquer coisa, [música] mas tem que ser tão pequena que você não pode usar desculpa para não fazer. E faça isso por duas semanas.
Não tente adicionar mais nada. Não tente acelerar. Apenas faça essa única coisinha todo santo dia por 14 dias.
E quando você chegar no dia 14, você terá provado algo para [música] si mesmo. Não que você consegue perder peso ou parar de fumar ou mudar sua vida, mas que você consegue manter uma promessa consigo mesmo. E essa prova é a única coisa que você realmente precisa.
Porque quando você sabe que consegue manter uma pequena promessa, você sabe que consegue manter qualquer promessa. [música] Aí você adiciona outra pequena mudança e depois outra. e depois outra.
E antes que [música] você perceba, você é uma pessoa diferente. Não porque tentou mudar, mas porque construiu uma nova identidade, uma escolha microscópica [música] de cada vez. Christopher levou do anos.
Talvez você leve três, não importa, porque o tempo vai passar de qualquer jeito. A questão é: 5 anos, você vai estar no mesmo lugar, olhando no espelho com vergonha? Ou vai estar olhando no espelho e vendo alguém que cumpriu toda a promessa que fez para si mesmo?
E que Gai te [música] dá propósito, Caien te dá método, Hara Hatibu te dá moderação, absabi te dá compaixão, Gambaru te dá força. Você não precisa de todos de uma vez. Só precisa começar com uma coisa hoje.
E quando você tropeçar, porque você vai, você não desiste. Você apenas levanta de novo. Porque prática não é sobre nunca cair, é sobre sempre levantar.
Se você gostou desse conteúdo, se ele te ajudou de alguma forma, eu te convido a comentar aqui embaixo qual a menor mudança que [música] você vai fazer começando hoje. Não me conte seu plano completo de transformação. Apenas me conte a menor, a que você vai fazer amanhã de manhã.
Porque quando você escreve publicamente, acabou de fazer sua declaração, transformou uma ideia em compromisso. E compromisso público é onde a mudança começa. Vou fazer um esforço para ler todo o comentário e daqui a duas semanas vou voltar aqui para ver quem seguiu em frente, quem bebeu a água, quem fez as flexões, quem deu o primeiro passo microscópico rumo a se tornar a pessoa que quer ser.
Você não precisa ser perfeito, só precisa começar. Se você assistiu até aqui, muito obrigado pela [música] sua atenção e pelo seu tempo. Isso significa que você está verdadeiramente comprometido com sua transformação.
Nos vemos no próximo vídeo. E lembre-se, seja presente. Caminhe com honra, siga o caminho.
Diga- o.