seja bem-vindo e seja bem-vinda neste nosso novo encontro hoje aqui com a Cida Muniz na verdade a Cida é Cida Aparecida Vitalina munes Vitalina Vitalina Esse é o nome completo da Cida então para quem não sabe ainda mas a maioria das pessoas já sabem né que aqui principalmente de Sorocaba a Sid foi aluna lá da escola municipal Dr Getúlio Vargas em que ano mais ou menos Sida vocês foi a minha aluna lá Olha eu tô com 67 é 57 eu tinha 15 anos Roberto Então não fazer a conta ali 1985 Ah é mais menos tirar
tirar aí 70 tá mais ou menos 85 é mais ou menos 85 porque você acabou participando do festival de teatro né então eu acho que é lá por 86 87 ISO você foi aluna minha 86 87 São foram três anos que foram os três anos do colegial né exatamente curso redator auxiliar que era o curso que formava os jornalistas nãoé porque naquela época eh aqui em Sorocaba ainda não tinha a faculdade de jornalismo né na fase inicial né Depois que surgiu a faculdade depois então a SIDA logicamente então é jornalista radialista e depois do curso
redator auxiliar cursou jornalismo na Uniso de 2000 a 2003 depois ela fez pós-graduação MD em marketing pelo Senac de Sorocaba em 20141 e foi repórter política de comportamento e cidade e editor no jornal e Panema de 2001 a 2009 repórter de política comportamento polícia e cidade Editora na Jovem Pan Sorocaba 2005 a 2009 secretário de comunicação na Câmara Municipal de Sorocaba 2009 a 12 assessora de comunicação do Renato Amari 201112 assessora de imprensa na Prefeitura Municipal de Sorocaba em 2020 jornalista na rádio Jovem Pan Sorocaba 2021 a 2024 assessora de imprensa da Santa Casa de
Misericórdia 2023 e 24 ela atualmente está aposentada mas pronta para novos desafios é só convidar Ô Roberto eh você citou aí várias coisas tem uma passagem que para mim é muito importante foi no Diário sorocab exatamente sobre isso que eu ia dizer ainda porque você tem uma história importantíssima lá né porque você teve momentos maravilhosos e momentos muito tristes também lá no jornal diário de Sorocaba então e eu Nós vamos começar Sim vamos tentar fazer uma cronologia Ou você quer falar já do diário de Sorocaba Eu acho que vale a pena não eu queria fazer
uma cronologia assim tá então começa dizendo onde você nasceu Como foi a sua formação Inicial Eu nasci em Sorocaba né nasci em casa na na vila estudei durante 8 anos na escola Francisco eu fraso Monteiro né no ali na Barcelona e prestei que na época tinha né vestibulinho vestibulinho e passei para cursar o curso de de redator auxiliar né no Getúlio que foi vamos dizer assim na época que eu comemorei como se eu tivesse passado na USP porque realmente era o curso que realmente eu queria e te conheci lá no Getúlio sim eu acho que
vamos dizer assim de pessoal de jornalismo da minha da minha época eu acho que eu sou a única que fiz o curso de teatro com tive aula de teatro com você e você me apresentou Cora Coralina a nossa nossa prova né Aham né da daquele naquele ano foi eh falar um um um poema da Cora Coralina que eu não conheci Aliás o Getúlio foi uma grande porta porque eu não conhecia muita coisa não conhecia uma biblioteca S primeira biblioteca que eu conheci Foi a do Getúlio e você me indicou um livro aen Frank né não
foi o primeiro livro que eu li né Eh o primeiro livro que eu li foi Lucila Machado de Assis certo mas você me apresentou o teatro e você xingou muito a gente porque nós éramos da turma de redator e a turma de redator sempre preparava uma peça pro festival do Getúlio Vargas né que era histórico aqui na cidade e você Cutucou a gente a gente fez uma peça que na verdade eu não consigo nem lembrar o nome mas abriu as portas daí para eu conhecer o Marcelo marra e a Elisete Martins ambos estavam tipo no
segundo terceiro ano do curso de redator e eles preparavam a peça moto contínua moto contínua e daí me convidaram para participar dessa peça então foram muitos desafios porque Outro dia eu revirando coisa velha né porque velho revira coisa velha né Eh eu achei as minhas redações meu Deus tinha uma professora chamado Mônica ela pedia 60 redações por mês pelo amor cada uma pior que a outra que eu escrevia né porque tinha que escrever mas escrevendo que a gente aprende né E você pegava muito no meu pé na questão de sotaque Sorocabano é Sorocabano tem sotaque
mesmo mas a gente ter sotaque é uma co coisa a gente falar feio é outra né então você pegava muito no meu pé nessa época sei seim olha coisa que eu nem sabia hein nem sabia disso tudo né Então aí você eh eh além de fazer participar do festival de teatro do Getúlio Vargas você também foi pro Sesi né Ah isso foi bem depois bem depois foi bem depois quando a gente eh saí do Getúlio eu fui fazer história na faf né sim eh que é para quem não sabe era o onde nasceu também a
a niso né aiso E aquele ano né que eu comecei na faf eu a Érica o Marcelo e a Elisete já estudavam na faf também eh o Getúlio abriu pra gente fazer para ex alunos participarem do festival então a gente se inscreveu com a peça feedback né então nós trabalhamos lá apresentamos a peça lá não fomos e contemplados né mas a peça teve outras apresentações né como no César e Sorocaba e posteriormente a isso eu fui fazer uma peça com o mantovano mantov Roberto Carlos Roberto mantovan que foi muito interessante Porque o roberto era um
doido um gêmeo aham lá eu conheci também durante essa peça aí a nanaia de Simas que também essa mulher é continua aí Nativa muito criativa só depois disso é que eu resol Recebi um convite né da Edmeia Pereira para fazer uma peça chamada blum ela não tinha diálogo isso me deixou bastante interessada e uma coisa também é que a Mia né ela sempre teve uma coisa muito rígida quanto a horário que você fazer como fazer e é diferente de Às vezes você trabalhar com outros diretores que deixam o ator mais até mais à vontade mas
sem aquela marcação mais rígida uma coisa mais Eh você ter realmente trabalhar como se você fosse um profissional né tendo horário para ensaiar horário para sair então foram várias peças com a meia e com o gan né Gai que escrevia o nir Xavier né que normalmente fazia iluminação ele que também trabalhava no teatro do ses ele que era o administrador lá do teatro então foram anos de aprendizado um aprendizado não é só teatral Roberto por exemplo voltando no Moto Contínuo eu tinha 15 anos o que que eu conhecia de regime militar e o Moto Contínuo
era baseado exatamente nisso né no regime militar o sofrimento daquele Pedro pedreiro né sim do do Chico Buarque que constrói a igreja constrói a casa mas não pode entrar certo então realmente foi é tudo um grande aprendizado seja passando tá aí de de conhecer alguns eh autores diretores e conhecer história então foi tudo sempre um grande aprendizado a gente tinha que estudar muito para compor aquele personagem né Certo entendi e a motoa então vocês fizeram apresentação no Getúlio durante o festival de teatro e depois vocês fizeram também no teatro no Teatro ses né é eu
acho que teve uma apresentação também se não me falha a memória no tmtv dentro de um festival que aconteci não parece viu mas aconteciam festivais de música e de teatro em Sorocaba festival tropeiro festival tropeiro exatamente então é bem PROVAB mesmo que vocês tenham apresentado lá também muito bom eh e dentro de do do festival O que que você lembra do festival uma rivalidade imensa ah é muita rivalidade até ah por exemplo a gente tinha que marcar o horário uhum para ensaiar né porque a maioria a gente só tinha horário para ensaiar finais de semana
né todo mundo estudava poucos trabalhavam mas a maioria estudava então era uma rivalidade a masé né professora masé tão querida né ela dirigiu o Pequeno Príncipe uhum né que depois aí que eu fui fazer saber ainda tinha o padre Flávio atuava no pequeno príncipe né coisas que eu nem nem lembrava né mas daí fui saber mas a Mazé defendia aquela peça que parecia uma adolescente tendo essa briga né e a gente tinha muita briga por horário da gente chegar para ensaiar tá lá outro grupo ensaiando Então você tinha essa rivalidade era como se fosse o
jogo de futebol Sim era uma rivalidade assim idiota né E que muitos professores às vezes ajudavam né a ter essa rivalidade por exemplo você dirigiu a zebra né a gente não se conformava de você que era nosso professor lá tá dirigindo a zebra como que podia isso era tipo uma traição entendeu então o clima era de de disputa mesmo sei uma parte saudável outra parte nem tanto né Aham É então por isso que o o melhor seria dentro do teatro na escola ter mostra teatral em vez de festival que o festival é porque o festival
ele acaba gerando muita competição e já mostra é vocês vão mostrar as peças que vocês elizar não tem classificação Ah mas acontece que a a o estímulo seria outro as pessoas não se dedicariam tanto até porque amostra normalmente teria um professor responsável dentro daquela disciplina acontece ali não você aluno tinha que se virar preparar seu figurino seu cenário seu horário para para ensaiar para decorar o texto então vira uma coisa muito mais pessoal do aluno do que do professor e numa amostra eu considero que é muito mais o professor ali dando um respaldo pro aluno
Entendi então essa a sua visão Da mostra Com certeza bom agora conte é um pouquinho do que você lembra do do feedback mesmo foi também uma peça né que muito preconceito é porque eram duas mulheres né homossexuais né certo então o homossexualismo aí há mais de 30 anos atrás era algo muito forte muito preconceito muito mais que a hoje então a peça os atores no caso eu e a Érica sofreu os preconceitos sim relato mas tinha preconceito na questão e nosso também né tud aquilo de não poder ter aquele contato físico não poder e por
est dentro da escola certo Quer dizer a escola também colocava os limites né para isso acontecer certo por exemplo ah chegamos a cogitar um beijo esse beijo nunca ocorreu quando era o final que ia ser o beijo apagou a luz e encerrou ali certo então você tinha não precisava alguém te censurar você se censurar né que é dentro do preconceito existente até hoje mas na época muito mais até porque nós éramos adolescentes né interpretando uma questão pesada que é o o homossexualismo não que o homossexualismo seja pesado mas como as pessoas encaram isso então e
logo após a apresentação que vocês fizeram da pea né o feedback e Vocês acabaram sendo convidados para reapresentar no Teatro do Sesi vocês fizeram apresentação no Sesi dia 21 22 27 28 e 29 de Novembro de 1987 eu tive um branco nessa apresentação é um branco no SESI no ses certo mas um branco daqueles que você até você conseguir achar onde você tá é muito difícil só que tava com a Érica em cena e ela foi puxando né ela foi puxando puxando até que eu me achei mas são tudo experiências porque depois eu tive mil
brancos e sempre dei um jeito que ninguém percebia só o diretor e o os artistas que estão com você no palco né entendi muito bem e antes né ã você durante na escola mesmo de da quinta a oitava você não chegou a ter atividade teatral não não nada o máximo que a gente fazia lá era cantar o hino nacional só is não tinha nada disso e onde que era a escola era na Barcelona Francisco eufrasio monti Francisco efr entendi daí só no Getúlio que você foi ter esse contato e você lia bem antes ou não
chegou a ler bastante ou não li bastante por conta própria ou escola indicava os dois os dois os dois a minha irmã também incentivar Então ela como ela tava já ela fez secretariado no Aquiles Então tinha que comprar muitos livros e normalmente depois ela lê eu lia certo que eles era uma escola municipal tal com Túlio né consideradas ambas duas ótimas escolas na época e lá os professores realmente também exigiam bastante a leitura muito bem o que é que você acha que auxiliou ou não na sua profissão Essas atividades aí te atrais na escola Ah
muito quando quando eu meu primeiro emprego mesmo foi na Rádio Vanguarda né e eu não falava então daí fui fazer a entrevista com a dona Meire pavlov né t ela fala ah não vai dar aí entrou um não dava entre o outro não foi entre o outro não foi ela resolveu me chamar apesar da timidez então foram as duas coisas você tem que encarar sua timidez pro trabalho e você ter um respaldo de você tá lá falando para um monte de gente se eu falo para um monte de gente por que que eu não posso
falar para uma duas pessoas e de Tom mal algumas atitudes mesmo depois né quando eu fui fazer história eh ah gente falar assim ah eu quero ser o último apresentar o trabalho eu já queria ser a primeira para apresentar me livrar e Tá bem então me fez perder esse medo de de falar em público me fez ter mais postura né mas realmente a tentar vencer a a timidez que a timidez era muito grande e você se tornou uma grande radialista né conta um pouco dessa sua experiência com radialista lá na Vanguarda no no na Vanguarda
né não vamos começar pela Vanguarda eu trabalhei com senhor Salomão pavil Sim e ele ele era uma pessoa muito doida Então por exempo chegava exigente mas por exemplo chegava lá ele tava falando no no ar ele chamava ó Tôa Cinda vem aqui falando não sei o quê me enfiava de vez em quando no no microfone né mas o microfone foi fazer parte da minha vida mesmo depois foi realmente na rádio Panema né que era que é Ráo Panema Jovem Pan Panema Jovem Pan e daí eu fui mesmo pra rua né com microfone e tal e
eu comecei a fazer polícia e todo mundo fala né polícia é o que ensino jornalista você tem que ter um jogo cintura então e a lá anotava tudo pegava o comecinho do celular né ligava pra emissora e dava o boletinho ali né e fui achando o meu estilo porque é sério É mas às vezes dá para você brincar um pouco né então você tinha que ter esse Jogo de Cintura aí de saber o sério e o brincar né aí foi de uma época para outra eu gostava muito política eu tinha feito cobertura política no Diário
de Sorocaba né da Câmara Municipal comecei quando ela era ainda na na Rua Brigadeiro Tobias né onde é a Fundec hoje então os diário ficava na Rua da Penha eu descia a pé e ia fazer a cobertura no começo era a noite as sessões da câmara depois passaram a ser durante o dia primeira vez que eu fui numa sessão eu escrevi o que equivalente a uma página de jornal standar daí o José Benedito de Almeida Gomes né meu grande Professor mestre lá no diá de Sorocaba falou não Cida Tá bom mas você tem que enxugar
tem que começar enxugar en porque ele não podia falar que tava mal porque se eu tivesse escrito pouco eu era preguiçosa eu não fui lá escrev tudo que tinha que escrever e o que não precisava né aí fo ser também vai encontrando o Tom né Ah isso importa isso não importa isso importa isso não importa e vai aprimorando aí quando eu cheguei na no jornal Ipanema Né tava se precisando alguém paraa rádio para daí sim cobrir pela rádio a a câmara municipal né as sessões da câmara aí eu comecei a fazer os dois eu cobria
pro jornal com uma linguagem e cobria pra rádio com outra linguagem essa altura do campeonato eu já tava solta fazia de boa com tranquilidade é e no no Diário de Sorocaba você eu percebo né que você sempre teve uma gratidão muito grande por eles né E você vivenciou também um momento muito triste lá dentro né então Eh você fala desse momento triste que foi a morte do seu vitro e da Dona Teresa num acidente automobilístico foi muito muito triste Walter de Luca também foi meu professor aqui na Uniso e meu chefe lá né filho né
da Dona Teresa e do seu Vitor ele chorava copiosamente Maurício de Luca um grande amigo né hoje um grande amigo também sofrendo aquela tragédia Mas como dizem né não pode parar não então Aquele dia o julinos o Júlio cés J Gonçalves o João Negrão e o Fernando Negrão foram até a redação do do diário e ficaram tomando conta da parte que seria da da Morte né do casal né a gente recebendo na época era fax recebendo Fax com condolências todo mundo com mandando condol não já tinha e meio já mas todo mundo mandando as condolências
tal tal e eu fiquei com a parte do fechamento do jornal com as notícias Então você pegava o jornal a metade dele da primeira capa era a morte embaixo era notícias vamos dizer normais né então foi um momento muito triste e eu tenho realmente um grande carinho pelo diário Sorocaba que o meu TCC em jornalismo feito junto com o Wellington kermes né Eh recortes de um diário que na época retratou os 45 anos do jornal Diário de Sorocaba então a gente teve acesso a todas as eram todas as edições eram encadernadas né para guardar né
hoje em dia você não precisa você guarda digitalmente né mas a elas eram encadernadas então o o Walter e o Maurício né emprestavam esses cadernos pra gente levar para casa uma coisa que não aconteceria né com outras pessoas mas eu tinha a minha histórico diário e o errington também foi o primeiro jornal que o errington trabalhou como fotógrafo foi o diário então nós escrevemos o o livro né que era uma parte dele era em cima dos Recordes né do do diário O que foi notícia nesses 45 anos a gente foliou todos os jornais a outra
parte era a questão família né Como que o seu Vítor a dona Teresa vieram parar em Sorocaba os filhos que tiveram a família que tiveram a ligação que eles continuavam com a o estado do Paraná e a outra foram entrevistas com pessoas jornalistas que passaram pelo diário e são muitos muitos muitos e muitos fizeram aí sucesso eh expandiram trabalharam em outros jornais Então foi uma pesquisa aí que durou do anos né que foi muito gratificante e por isso que tem esse carinho também pelo pelo jornal certo e suas metas atuais dentro da profissão Ah não
ten muita não viu Roberto eh eu peguei aí um jovem uhum de uma turma chamava da eh do Micke e vai fazer aí excursões aí até pelo por Belo Horizonte o Paraná e eu assistia determinadas coisas né assim ai do Plato né e eu tinha um pouco de preconceito quanto a isso mas é eu acho que a gente passa e acaba perdendo porque o espetáculo ele é dublado só que você vê o trabalho dos atores do corpo de B do iluminador do operador de som você vê um grande espetáculo aí você fala assim ah eu
valorizo aquele cara que dubla o Mickey no Brasil né no desenho Mas por que que eu não vou valorizar aquele que tá no espetáculo vestido com uma roupa pesada que você sua um monte e tá lá dançando e não sei o que interpretando então é um espetáculo diria que muito profissional né Eh e isso vai ser um um uma coisa boa para mim conhecer outros lugares outras pessoas Tais participando de um espetáculo profissional eu vou ser do Staff né uma outra coisa que eu fiz pouquíssimo né na minha vida então esse é um projeto aí
que vai começar agora dia 5 de Abril na cidade de Franca Olha só entendo como é que vai continuar morando aqui com certeza com certeza entendi difícil é morei 5 anos em Boituva adorava peitu mas Sorocaba não sei né Nasci Aqui é difícil né é difícil a gente sair né Eu acho eu acho que não precisa bebeu água daqui não quer é bebeu água do Rio Sorocaba se não morreu não sai mais então e conta para mim também da turminha toda lá do curso redator você permaneceu em contato com alguém Ah tem a Lúcia Bertone
que a gente se fala aí por rede social né do pai dela era oberton Júnior tem a Eliane iga que tá morando na Alemanha tem o Marcos catel que a gente chamava de Padre ele mora em Tatuí mas se você entrar no Facebook dele eu acho que ele já conheceu junto com a esposa dele o mundo inteiro ele corre muito teve uma vez aí precisava trocar pneu de carro ele tem empresa lá fui para para Tatuí lá trocar com ele tem o Elias o Miguel que a gente se fala tem se tem na rede social
também que eles tinham um jornal de condomínio não sei se tem ainda porque depois aí da da covid né ficou tudo um pouco mais difícil aham tem o Décio acho que apelido dele é Décio cabelo que ele que escreveu o birbo jornaleiro não foi não é o odécio Alves Martins acho que é isso que participou do quar teatro com Biriba o jornaleiro nossa aí eu não lembrava dis que era o William que fazia isso exatamente éo tá vendo Então muito legal Cida para pensa agora alguma coisa que você não falou ainda nessa Nossa bate-papo aqui
e que você gostaria de falar Olha o teatro é uma coisa muito boa se ele te faz bem às vezes acontece algumas cois coisas da gente ver algumas pessoas aí que vão fazer teatro E no fim elas se sentem meio frustradas né porque as pessoas exigem exigem uma interpretação Exige uma atuação e nem sempre é aquilo que você pode dar você dá o que você tem então faça teatro mas não se cobre é igual considero jogar futebol jogar vôlei mesmo paraa pessoa profissional se ela não tiver se divertindo é melhor parar ótimo Sida então então
muito obrigado Cida por pela sua presença tá uma gratidão enorme por tudo aquilo que você fez né dentro da Imprensa Sorocabana né o a sua a sua presença na rádio é inesquecível tá e tudo né que você tem feito você perce com amor fale co então né a gente tem um grupo de jornalistas aí no no WhatsApp e outro dia a gente no bate papo colocaram lá a sua entrevista com o Pedro Coba Pedro que é jornalista também né fez químico se eu não me engano mas virou e auxiliar do laboratório de análises químicas não
tinha muitas opções naquela época né Mas resolveu ser pobre virar jornalista né então e uma entrevista dele porque ele fez parte aí do grupo do Zezinho do esperando Godô isso e foi uma enxurrada de elogios pro professor Roberto samor Porque quem é das turma antiga né fez redator que é jornalista fez redator teve a aula com Roberto Samuel Então você é um ícone aí pr É sim pro jornalista aí da da agora Velha Guarda né ai ai era uma delícia da aula para vocês lá e foi muito interessante porque naquela época eh fazendo Essas atividades
dentro da escola né ah um dia Dr Pedroso chegou para mim e ele que propôs ele chegou falou para mim escuta você não quer colocar arte dramática dentro do currículo não dentro da matriz curricular do curso de redator auxiliar eu falei o quê ele falou é eu falei não acredito o senhor está propondo essa esse componente ele falou sim pode pô falei tá bom então o que você precisa daí que eu saí né Nós saímos atrás do da parte de iluminação a sonoplastia fomos em São Paulo eu fui atrás do Roberto Gil né para me
ajudar daí trazer algum material bom então começo dessa atividade dentro do do anfiteatro né era um auditório na verdade não tinha nem luminação você lembra quando o auditório caiu lembro Opa cer que que você tem falar eu estava eu a éc a gente tava ensaiando feedback no pátio lá no auditório eliz Marcelo aí a gente ouvi um estrondo vindo do fundo isso e aquilo vinha estranho foi aquele aí a Érica pulou do palco e eu fiquei lá que nem tonta a Érica pula daí eu pulei saí correndo e aquele negócio caiu tudo aí nós saímos
né aí Elizete o Marcelo tinha um orelhão na frente aí ligar para você que tinha caído o teatro sim aí vocês lá tudo preocupado com a gente e a gente tava no depois tomando uma cerveja resolveram facilmente a situação exatamente da melhor maneira é E daí que o festival aconteceu lá no Sesi né o Nil Xavier foi muito simpático né ele sempre ajudava e vinha também no corpo dos jurados e ele cedeu o Sesi na naquela época para o Festival acontecer lá porque o festival ia começar nos dias seguintes né E aí a coisa complicou
porque que caiu o pátio inteiro Graças a Deus que era um feriado né Um pouquinho antes vocês estavam sentados no pátio todas as carteiras do salão estavam no pátio e vocês estavam ensaiando na verdade ali e aí o Zezinho tava no palco né lá dentro do auditório e daí avisou que eles estavam saindo já era o momento de vocês entrarem aí foi logo que vocês entraram caiu o pátio graças a Deus vocês tinham entrado no auditório vocês tinham saído do pátio que o madeiramento estava todo envergado né ele cedeu que eram telhas pesadas Tava preparando
uma chuva né E aí caiu tudo e aí demoraram anos e anos para resolver aquilo de lá né infelizmente foi uma briga junto à prefeitura para poder resolver isso tudo mas enfim graças a Deus deu tudo certo né amém Cida querida muito obrigado viu Eu que agradeço obrigado e a vocês que estão nos acompanhando Muito obrigado pela presença conosco e estejam presentes nos nossos próximos encontros sempre ouvindo essas histórias muito significativas muito obrigado Sida Obrigado amém