Oi, gente, boa tarde. Boa tarde. Bom, meu nome é Henrique, ele é o Celso. >> Então, vocês vão participar do que a gente chama de pesquisa qualitativa, tá? Não sei se quem captou vocês explicou o que que era. Na verdade, um grande bate-papo nós vamos ter, tá? eh sobre a vida de vocês aqui, sobre a cidade de Campos, sobre as pessoas que moram aqui, tá? Eh, muita gente escuta falar sobre pesquisa. Nunca nunca ninguém nunca me entrevistou. Não acredito nessas coisas aí porque nunca ninguém me entrevistou. Na verdade, vocês estão participando de um negócio que
é mais difícil ainda ser entrevistado, que é esse tipo de pesquisa. Aquela pesquisa chama-se pesquisa quantitativa. Normalmente ser abordado na rua. Aí o entrevistador faz uma série de perguntas para vocês, simples, diretas, né? Vocês vão dizendo as respostas e aí no final daquele tudo sai um resultado, sai um número, sai uma quantificação. Por isso que o nome é quantitativa. Então, por exemplo, eh, deixa eu só esperar terminar a letra do celular. botar, >> é só colocar aqui o bem. >> Então, por exemplo, eh, quando alguém é bordado na rua, ah, você prefere, qual a sua
cor preferida? Dizer azul, amarelo, verde. No final, o que que vai acontecer? vai ser feito um uma compilação. Vamos dizer, ó, tantos por centam de azul, tantos por cde, tantos por gostam de amarelo. Então, quantifica, na verdade, né, a opinião das pessoas. Aqui não, aqui a gente vai sair tentar entender o por que você gosta de azul, o por que você gosta de verde, o por que você gosta de amarelo. Na verdade, a gente não quer quantificar, a gente quer qualificar. Então, por isso que é a pesquisa qualitativa, tá? A gente aqui não tem a
eh a a a intenção de quantificar coisas. A gente quer simplesmente entender, entender por que vocês têm as opiniões de vocês, o que que faz vocês terem aquelas opiniões, qual é qual é o processo de formação eh do pensamento que vocês têm sobre algo específico. Então, por isso que eu falo, não tem resposta errada aqui. Todas as respostas são certas. Por quê? Porque exprime a opinião de vocês e é opinião. Então não tem, ah, poxa, minha resposta é diferente de quase todos os outros. Tudo bem, maravilha. Só quero entender porque que você pensa assim e
quero entender porque que os outros pensam daquele jeito. Esse é o processo aqui, a gente conversar e eu vou fazer perguntas e vou fazer perguntas em cima das perguntas para poder entender o por que vocês tiveram essas opiniões, tá? Então não se acanem. Se as opiniões de vocês forem divergentes entre si, não tem problema nenhum. Nenhum. Eh, nós temos microfones aqui para captação, tá? E a gente pede para tentar não falarem ao mesmo tempo, tá? Embora às vezes tem debate, é interessante também, mas a gente vai tentando moderar isso. E tem aqui uma câmera, tá?
Eu sempre mostro que às vezes a gente não mostra. Aí a pessoa no meio da pesquisa olha, viu que tem uma câmera, aí se assusta, quer se esconder, aí não dá mais uma palavra, o resto da cara, a gente avisa tem aqui >> para exatamente para para quê? Para facilitar a gente na hora depois de trabalhar as informações pra gente não perder nada. Essa é a verdade. A gente grava o áudio e o vídeo para não perder nada. Antigamente que não tinha esses recursos, ficava uma pessoa sentadinha aqui tentando anotar tudo que todo mundo falava.
Óbvio que era muito precário. Hoje em dia a gente tem a tecnologia para nos ajudar, então a gente ganha muito com isso. Mas fiquem tranquilos, áudio e vídeo de vocês é totalmente sigiloso. Fica na empresa, não sai da empresa por nada. Só quando a gente mandou pro fantástico. Tô brincando. Tô brincando. Fica só com a gente. Nem nem outros setores da empresa tem acesso a isso. Só quem trabalha na compilação. Terminou a compilação, tudo é deletado, apagado, tá? Então, o sigilo é garantido, tá? A a a imagem de vocês é resguardada, para não ficar tranquilos,
tá bom? >> OK. >> Então, vamos começar. Eu só normalmente faço uma uma listinha de nomes, embora eu vá perguntar sempre de forma genérica, a não ser que eu acho que alguém teve uma uma fala interessante, eu queira saber mais, aí eu pergunto especificamente para alguém, mas de uma forma geral genérica, mas é bom saber o nome de vocês só primeiro. >> Luciano. >> Luciano. >> Genenilson. >> Genenilson. Maria Eduarda. >> Maria Eduarda. >> Márcio. >> Márcio. >> Thaago. >> Ana Cristiana. >> Ana Cristina. >> Isso. >> Alexandro. >> Alexandro. >> Gil >> Gil. Gente,
vamos começar. Como é que é? Como é que é viver em campos? >> Campos praticamente é uma cidade que não tem nada, né? Não tem emprego, não tem saúde, >> tem nada, >> não tem ônibus direito para nós andar. >> Lazer >> não tem. >> Não tem. É verdade. >> Tulis. turístico para nós que a gente tem que sair para ir para arrael do cabo verdade mais >> em resumo que se falar >> é área de saúde mesmo, né? Transporte que a gente não tem. É verdade. >> Saúde porcaria. >> Verdade. >> Para fazer um
anos dependo, na maioria provavelmente de transporte, né? É bem precário mesmo, principalmente o fim de semana. >> Ah, eu que trabalhei de provador de você o que que é. Você tirar tudo da linha, só fica um lá de volta >> fora o meio ambiente também. >> Muito >> sujeira em praça que deveria ser uma praça pública para as pessoas saudáveis e etc, entendeu? Deveria ser um ponto de famílias que está no local, mas tem pessoas tem indíguos. Aquele sistema social que acolha é uma cidade que vem bem, mas investe mal. >> É, mas o que
acontece? esse pessoal de morador de rua, as outras cidades como que para aqueles cantos lá eles botam eles dentro da van, né? Eles jogam tudo debaixo da ponte aqui de rosinha porque a assistência Brasil passou até isso no jornal. >> Isso >> é eles botam botam eles lá. Teve uns daqui que foi falar em Vitória, Espírito Santo. >> Tá em Vitória. Falou que ia arrumar emprego e jogar ele de lá, né? E a cidade de C só tá recebendo, só tá recebendo, ninguém faz nada e fica aí, ó, um matando o outro na rodoviária, né?
Aqueleador >> a rodoviária. Então >> todo dia briga >> e a noite esquece ali. Ninguém para ali. Tem uns caixas de para tirar dinheiro. Ninguém vai ali à noite. Paulo Roderto Silve. >> A principal do centro. >> Policiamento ali. Esquece também. Noite >> é só tem durante o dia só ouvir coisa ruim. Tem coisa boa morar em campos. A gente é, eu gosto porque a minha família mora aqui. Eu gosto, eu gosto. Só para a gente tentar abrir o outro lado. Tem coisa boa? >> Eu não gosto. >> Eu tô fazendo um curso aí para
meter o pé. >> O lado melhorzinho de na Pelinca. Aqui é Pelinca que é um lugar mais balanceado. >> Mas por que assim? Que que que que é diferente? >> Questão de segurança. >> Segurança, policiamento, né? E só gente que tem não vai deixar deus do arar igual os outros param. É, então eles investem mais aqui. >> É, vai Santa Rosa, papel dourado, >> os bairros largado. >> É, >> tem por iso mesmo. >> Nó temha são os lugares que tem muita rua assim que não dá para andar direito. >> Por conta de buraco, por
conta de muitas coisas. Sim, >> porque lá tem muito loteamento recente, mas não tem não tem casamento, não tem não tem investimento. >> São >> de infraestrutura. >> É, >> mas são novos. >> Então, já >> há muito tempo e sempre foi assim, não são? São novas, são novas, >> muito tempo são assim. >> Muito tempo são assim. >> Tem ruim que nem calçada ainda. >> Os ba estão fazendo agora parece que tão tá melhor, >> tá? tão asfaltad. É, as casinhas, quando eles vão inaugurar a casinha já tá tudo asfaltado, tudo bonitinho e os
antigos tão >> precário. >> Mas vocês acham que que aqui por ser um bairro teoricamente, sei lá, mais nobre, alguma coisa tipo, é mais é mais bem tratado? É isso? >> Não, porque quando chove a que enche éca. >> Ah, quando chove que enche. >> Aham. >> [ __ ] o bairro todo de campo, né? Cidade inteira >> virou uma >> ponte de rosinha desceu. Você nem para todo mundo porque não tem como passar. >> É verdade. >> Muita água. >> Começou chovendo. Você eles já >> acesso de Guarus pro centro já fecha já >>
essa ponte rosinha. Porque chega ali aquele bolsão d'água ali. >> Cidade tem estrutura. Não >> tem nenhum. >> Isso há anos não é >> de agora não. >> De agora não. Entendeu? >> A cidade cortada para um rio também. >> Isso aí. >> Você vê agora aquela ponte também tá parada, né? que até na época na passou na televisão, até deu o depoimento de fazer, botar uma balsa, né, para o pessoal de Guaressar. Geralmente o pessoal faz isso. Mas se vocês, vamos, supor, você falou que não é não é de agora, já tem tempo. Eh,
vocês conseguem identificar assim se tá melhorando, se as coisas estão melhorando de alguma forma ou >> vocês não conseguem identificar melhora nenhuma de nada, >> de nada. Pode melhorar agora com esse época de de eleição aí que eu digo assim do Sim. 5 se anos para cá melhor >> existe um maquiamento para mim na minha visão, um maquiamento. Eles maqueiam muito. É muito tijolinho, é muita pracinha e cara que é só ferro. Eles dizem que é muito caro. Se você ir lá no portal da transparência, você vai ver que é muito caro as coisas que
eles compram e não é aquilo. >> Uma coisa que fizeram em Guaruz, que foi na época praça legal, >> eh, colocaram terminais de ônibus no ponto aquel metal, tudo estrutura bacana, só que ao mesmo tempo tiraram 50% do dos ônibus de rotação. >> Minha rua, por exemplo, não existe mais ônibus. Era a minha infância passava todo dia. Todo dia agora não existe. Ou e BR ou na principal que é uns 300 m. >> Mas esse problema de transporte vocês identificam qual é o problema? É a falta de ônibus, é a qualidade, é tudo >> falta,
qualidade, >> qualidade ônibus uma carroça, né? >> É questão de tempo. Você sai do serviço para pegar um ônibus para chegar a casa, você leva mais de 1 hora e meia. Gente, o primeiro anjo era 5 horas onde eu moro. O primeiro onde é 5:40. >> Ontes era 5 horas. Hoje em dia é 5:40. >> O ônibus rodava até meia-noite antigamente, lembra? >> Tá mais queou não quero pagar e a justiça vai só tem no zone e vai diminuindo pagar nós. >> Aí a gente fica mec lotada carrinho de lotação. Só que a fiscalização fica
em cima também. Nem ônibus e masar van. Tem van também uma carroça, né? Como aconteceu um acidente aí, né? Que matou duas pessoas, >> mas é oficial não é oficial, >> mas não tá com também é uma sujeira doida. >> Não vai demoram repassar. O amigo meu tem van. Eles demoram repasse repassar o dinheiro da van também. Tem dinheiro. Eles tem que pagar também. Demora. Coisa bem complicada. Se fosse, se fosse analisar, por exemplo, eh, essa, essa questão do movimento pendular que vocês estão dizendo em relação ao deslocamento para trabalho e afins relacionado a ônibus,
não tem só a ver com o governo atual. Isso daí é refletido hoje em dia, mas vem corroborando com os governos anteriores. >> Uhum. Bastante tempo, né? Mas agora não. >> E para ressarci o que já havia acontecido leva tempo. Sim. >> Não tem. >> Sim. >> Não podemos só apontar o dedo pro governo atual sem antes olhar o que não >> é até por isso que eu perguntei se vocês t noção, né? conseguem perceber melhorias ou piores durante alguns tempos de de tempos para cá ou de alguns para poder pro dizer assim: "Não, a
cidade é com todos os problemas tem uma evolução daqui ou não ela tá piorando, entendeu? Quero ter essa noção nenhuma, porque >> não de ônibus, são da cidade de uma forma geral". >> Sim. Prefeito, sai prefeita e a cidade continua. Eles faz uma maquiagem, maquiagem, mas o problema é o mesmo. >> Bota o asfalto, mas não ajeita o o negócio da da das dos >> gorto. Aí bota o tijolinho, mas não ajeita a saúde. Ajeitou o HG, mas não tem médico. É maquiagem. Ajeitou o E não isso é problema sim da gestão de agora, entendeu?
Não é só gestão de anteriores, porque se você pegar a política geral, você vai perceber que a maioria dos políticos eh veio direto só a família Garotinho, família Garotinho, família Garotinho, família. E a política em Campos, o Campos, a cidade de Campos tá assim, na minha visão de ver, tem uma grande influência da família Garotinho, entendeu? Isso é minha visão. Ninguém discordar, pode discordar também foi uma porcaria >> que tá aquele ali que mais empobreceu a cidade foi ele. Não fez nada, não fez nada, não fez nada, não fez nada. Isso vai se refletindo. Esse
saneamento do centro, eu não sei qual foi o político que ajeitou, mas ninguém quer ali parar para mexer, porque é obra de milhões, obra cara, ninguém para e mexe. Entendeu? Esse negócio você falou da família Garotinho. Eh, só tem só tem eles, não tem outros polí na cidade? Não tem, não tem oposição, não tem nada. Mas eles ganham direto. Eu acho que é 8 anos, porque eu não tô com celular, não dá para Mas o que prevalece são eles. >> São eles. V ganhar de novo. >> Um período de qu anos que teve um prefeito
que a gente achou que fosse melhorar, >> mas foi pior. Pior, >> foi pior, >> foi pior. >> Mas prática que ele ganha porque ele dá casinha, cartão guita cai, então vai beneficiando e o povo vai ficando parado e a cidade não anda, tá parada. Sei que Macaé para lá tá tudo evoluindo, tá parada, >> mas de certo modo ele tá ajudando a população, né, com esses recursos. E o e e aqui em campo você precisa de quê? Indústria para nós trabalhar. >> Que é trabalho, não quer dinheiro. Projeto social tem, existe, ajuda muita gente
que Mas quem precisa também que tem um um serviço que precisa de uma ajuda, você consegue. >> Isso é culpa também do crescimento urbano desordernado. >> Aí quando entra aqui é como é que fala? Eh, eh, a gente quando trabalha na prefeitura >> RPA, >> RPA, você entra daqui a pouco três meses, dois meses, você sai fora. >> Inglês ver isso aí dá por >> Mas não tem, mas tem informação porque muito é em relação >> Mas é isso que está, é, o problema é esse. Eles eles dão o cheque, eles dão o gás, eles
dão as coisas. Eu não tenho nenhum benefício de governo, só tô eh frase que eles dão tudo isso. Eh, aquela frase eu acho que de Júlio César, dá o pão e feste pro povo que nunca se revoltarão. Ninguém quer estudar, ninguém quer um trabalho, ninguém quer fazer uma medicina, ninguém quer fazer uma advocacia, ninguém tem estudo. A a maioria dessa da das famílias em geral são famílias que são abastecidas por recursos do governo que vão votar nesses caras para estarem que quem ganha mais é eles, não é por emendas eles vão só ganhando e estabelecendo
o poder. >> Hoje, por exemplo, é difícil você, >> mas aí você não pode culpar o governo disso, né? >> Não culpou ninguém não. Política em sifí falou, você falou é a falta da intenção de mobilidade de algumas pessoas. de quererem ficar nessa situação, >> que o governo teoricamente >> teoricamente beneficia as pessoas para elas melhorarem, né, para saírem da da da situação de maior miserabilidade para que elas tenham condições de poder estudar, de poder evoluir, né? Isso >> é complicado porque muita gente aí não quer trabalhar de carteira assinada para não perder o benefício.
>> Porque tenho tantos filhos, eu recebo praticamente o salário mínimo. >> Pô, mas é uma miséria, né? Mas é o pensamento trabalhando para pensar em ficar estagnado nisso para receber auxílio >> é triste, né? É difícil. >> Mas muitos pensam assim. Eu conheço uma menina que ela recebe quase R$ 2.000 por causa de filho, >> fora por causa do tanto de filho, fora eh cheques e e n fins e benefícios. Então uma pessoa dessa não quer fazer uma faculdade, não quer trabalhar, não quer fazer nada, >> quer fazer filho, >> quer fazer filho. >> Aí
quando o governo cortar e entrar um governo bom, corpo isso aí vai fazer como? >> Mas essa conta não fecha, né? Proporcional justamente pela quantidade de filhos. Se você pegar e dividir por cada filho a renda, não vai dar uma quantidade de dinheiro que sirva para alimentar cada um. para >> comprar o básico. >> É, mas para ele é é muito >> né? >> É isso. >> Agora a gente para fora. >> Qual é o qual é o nome do do prefeito atual? >> Atual hoje é Frederico. Era Frederico, não é Frederico. >> Hoje é
Frederico. >> Vocês sabem o partido do Frederico? Alguém sabe assim? Só pouco, PR, não sei quem tá junto com Paulo >> Federico é é um é um prefeito presente assim, vocês vocês vocês vem, >> cara, ele tá recente porque o o o Vadimir Vadim saiu para correr. >> Ah, ele então na verdade ele é o vice e assumiu era Vladimir. >> Vladimir, tá? >> Vladimir. Então era era um prefeito >> prefeito, >> tá? Então ele era presente assim, é, é uma pessoa presente na cidade, anda é povão. >> É povão, populista. >> Onde que tá
abraça Deus que dali é ele e Arnaldo Vian? >> É porque tem político que não abraça ninguém, depende de cada um, né? Tem político que até usava a usava casaco, >> até cumprir o dinheiro de soldava até com casaco comprido para não chegar muito perto das pessoas, pessoas não tocarem ele, ele usava casaco. >> É, daqui a pouco vou lembrar quem é. Poucos anos atrás, um político que que usava o casaco, um sol de 40, ele usando um casaco fechado até aqui para ele não não term carro na é na lama. Ele empurra >> quem?
>> Vladimir >> carro na lama. >> Eu vi lá em Lago de cima >> mesmo farol jogava água farol. Então é, o não é mais prefeito não, >> não. >> Eh, mas ele como prefeito era uma pessoa popular, tinha tinha acesso à pessoas, as, aliás, as pessoas tinham acesso a ele. >> E como ele recebia um outro? Vocês criticam, né, o governo dele como todo mundo tem que criticar até crítica construtiva é normal de ser feita. Como ele recebia isso? Aí tanto faz, tanto que leva brincadeira. >> Muitas vezes ele é pra rede social explicar
do jeito dele. >> Ah, ele utiliza as redes sociais. ficava do jeito dele. Aí muita gente acreditava não. Aí quando decorrer tempo a gente via que era só para acalmar os â >> Mas mas explicava de alguma forma. Tinha tinha tinha retorno de alguma forma acreditando ou não, mas tinha retorno. >> Deixava assim desdear não. Sempre tava mentira ou não, mas se explicava. >> Se explicava. >> E é um e era um governo, pelo menos que eu tô entendendo aqui, até porque eu não sabe o nome antes, é um governo popular. Então, >> sim, com
certeza. >> Ele é >> trabalhar com assistência. pras pessoas. Aí eu vou pegar agora, vou vou pegar essa vou pegar uma pontinha que vocês deixaram solta. Aí vocês falaram que aqui é o bairro mais >> pelinca. >> Pelinca, né? Que é um bairro mais >> mais nobre. >> Mais nobre. >> É. Eh, ele se dá bem aqui. Sei. >> Na realidade ele fica mais no na Isabel, né? Que é o foco dele é para lá. Eu pergun >> porque teoricamente pelo pela característica estão dizendo, ele parece é povão, é povão, [ __ ] empurra carro
na lama e não sei quê. >> É, >> é um prefeito que também atende o lado, entre aspas mais >> eu acho que atende mais na Pinco, acho que atende mais. Acredito que ele tenha mais contato com a grande massa, que são os >> comerciantes >> menos, como que eu posso dizer, os menos favorecidos financeiramente, justamente com essa questão de assegurar mais voto e fazer com que ele prossiga na na eleição, prossiga se reelegendo e sucessivamente assim. >> Então você acha que ele naturalmente ele não é assim, ele é mais ele é forçado para isso?
Não, eu acredito que ele seja assim, mas ele usa esse jeito dele como forma de >> Isso é um facilitador então para ele, na verdade não é que ele não seja >> isso, é só utiliza como benefit benefici beneficiei >> não é não é não é aquele não é aquele force a barra >> não, não. Mas por exemplo, você não vai ver ele fazendo o que ele faz em farol, como disseram de jogar água aqui na pilinca. Simou para lá para lá, >> mas é mais não é nem por ele, mas ela pelo perfil do
local da população. >> Tá. Esse governo ele tá saindo, ele saiu para entrar já para entrar. >> Esse é o segundo. Então esse é o é o segundo mandato dele. >> Do Vladimir. Sim. >> Do Vladimir. É. Vocês identificam que o qual foi o mandato melhorzinho? O primeiro ou esse segundo? >> O primeiro. >> Primeiro foi bom. É, >> foi o primeiro >> também bagunçado. >> E o primeiro ele tinha, não sei se vocês vão saber disso, uma pergunta. Vocês, vocês identificam que ele tinha a câmara dos vereadores era melhor para ele ou agora era
é melhor para ele? No primeiro mandato os vereadores eram mais próximos dele ou ou nesse agora? Primeiro, >> eu acho que sim, porque agora batendo com força, >> não consegue aprovar quase nada. >> É, vai p >> tá tendo dificuldade na hora. >> Saiu fora, saiu fora para fazer outra outra candidatura porque não dá para ele mais não. >> Consegue não, porque ele manipulava bem. >> E quem era o adversário dele? >> Madline. Delegada Madline. >> Delegada. >> Isso. >> Veio mais gente também. G foi que mais bateu de frente com ele. Aí >> é
igual quando teve a eleição entre >> esse aqui. Quem é que você falou? Qual o nome que você falou? Esse esse >> bacelar >> baceláel. >> Bacelá não é esse cara do coisa? >> É >> que tá no Cláudio Castro aí. Não sei quem é. É >> da família Mafioso. >> É da é daqui de Campos. >> Família ferial. E era e é e é era adversário assim garotinho né? Bataram ela e ele só por trás. >> Então ele teoricamente esse esse Barcelar era um cara que tinha poderes aí, né? A gente tá vendo até
aí, né? Era o pai, agora é o filho. Poder agora tá em Bangu. >> Então assim, pro Vladimir, tô falando de jeito de questão de política, né? Até >> mas no começo Vladimir também e Barcelona era junto depois. >> Vadimir era junto com seu bacela. >> Era a família Garutinha Bacela. >> Então o irmão porque o outro batia de frente. >> É isso. >> O outro ele batia de frente. Vai fechar. >> No começo ele ela usou a família para conseguir bastante coisa. aqui para para campus por conta de governo estado, governo do estado, >>
entendeu? Mas as famílias sempre foram de >> desunião mesmo. >> Até o HG mesmo. >> Mas depois brigaram >> o Vladimir e o e o e o brigar >> sempre brigam. >> É aquela richa política tava assim agora. >> Então na política então pro Vladimir não foi ruim. Ele tá afastado. O Barcelona tá afastado. Afastado. >> Ah. >> Não é ruim. Foi bom. Foi bom. Correto. Tá descansando um adversário do jogo, entre aspas. >> Sim. Para ele é melhor. Sim. >> E a outra é a delegada, não é isso? >> É. A delegada já voltou.
>> Ela voltou para uma delegacia. Tô trabalhando de volta. >> Por qu ela tava onde antes? Ela tava na leste com eles. Ela tava no tava no >> ela veio como prefeito. >> Ela veio como candidato a prefeitura de campo. Depois ela foi para leste, ela perdeu. Ela foi leste daquelo. Vou ela para l >> aí. Acabou. Acabou. >> Acabou. >> Acabou o posto. Acabou tudo. >> É, entendi. Gente, qual é a área da prefeitura que vocês identificam que tem maior dificuldade? assim, isso aqui para mim é é a área que mais falta fazer, que
no saúde, né? Saúde saúde, >> saúde é >> o que falta posto de saúde, falta, >> falta médico, falta remédio, >> remédio, falta muito, >> pode investir em geral na saúde, em áreas, enfim, porque não tem como a saúde agora também precária, porque eles, você vai marcar um médico, aí você tem que passar pelo núcleo para poder marcar um exame. O médico passa uma bateria de exames para você >> do postinho, é consultada, você aí te dá os encaminhamentos, você tem que marcar no tal núcleo >> que faz aquele tipo de >> muito muito muito
tempo. Sabe como que eu faço? Colocar alguma coisa do núcleo, eu vou lá e deixo marcado, né? Eu volto lá, sabe o que eu faço? telefone começa gritando rapidinho. Chama marcado estratégia, deixando minhas coisas ali. Então com telefone eu acabei de que eu só ganho as coisas no grito. >> É bem complicado. >> Falou em fiscal do povo, meu filho, você esquece que é rapidinho de cata dela de uma marca para você rapidinho que teve lá semana passada. >> Mas então vocês acham que saúde é a área mais precá? É a saúde. >> E se
vocês fossem identificar uma área que vocês acham que que funciona razoavelmente bem, o que que seria? Difícil. Eu tô pensando pergunta. Não tem porque a gente precisa é de transporte. A >> a área que funciona bem aqui para eles é cotação de de impostos. Eu acho que fica muito legal pro política. Arrecadação de impostos. Não tem evento, não tem, não tem e área de lazer, não tem nada disso. >> Área de lazer que resta pra população. Mas >> fora, >> mas isso é particular. >> É, >> não tô falando >> áreas praças. >> Tem várias
praças quebradinha que eles botaram um monte de ferrinho lá pros outros car. Não tem uma tapagem. Eles botaram a praça no meio do do do bar. Não tem uma tamp nada. Tapa nem as quadrinas que eles botaram as quadras lá estão acabando porque não tem. Bota uma tapagem. Acho que ficou caro para botar um um tetozinho lá para deixar tudo bonitinho na sombra. E >> como que a gente sentar numa praquç a gente não pode assim >> bater na prefeitura porque segurança é estado, né? Prefeitura até pode ajudar, mas também tem que passar pela Câmara,
aprovar guarda municipal sendo guarda atuante. São outros processo também é tudo quebrado. >> Mas isso daí é de incentivo da própria população, >> população também, né, que no no preser marginalização, >> mas a terra já diz, né? Terra doinho de campos. Mas você >> vocês identificam que a a gestão do Vladimir, que foi, né, a primeira e a segunda, juntar, vamos juntar as duas em relação à anterior, ela foi melhor, pior ou igual? >> A primeira foi melhor para mim, eu acho que foi melhor, né? >> É comparado ao prefeito antes dele. Qual é o
nome do prefeito antes dele? Prefeito foi Rafael de acabouade, acabou com Eu não gosto de fazer garotinho não. Vou falar com você nunca comparação que Rafael >> eu toquei muito >> porque na época ele foi a esperança nossa foi >> foi esperança nossa mas >> acabou com a cidade >> acabou com a cidade foi tudo pior >> só foi nada só >> só pessoal veio pegar dinheiro, né? No bolso dele >> sumiu. >> Mas era da cidade, lembra? da cidade >> era da oposição. >> Ele era da oposição >> e veio se reeleger ainda. Não
fez, não botou uma bandeirinha, botou de >> tudo no bolso. Ele botou, ele tentou ser reegir. >> Agora o prefeito B Arnaldo Viana, né? Eu gostava de Arnaldo. É, são 500. >> Então, mas pelo menos vocês identificam que o governo de Vladimir foi melhor do que de desse primeiro >> desse anterior. E esse e esse novo prefeito que que tá no lugar de Vladimir, vocês acham que tem a tendência a melhorar? próximo. >> Acho que não. >> Você acha por ser provavelmente sucessor a ele, né, que agora substitu o seu lugar, cara. F com as
mesmas ideias políticas e seguir o mesmo direcionamento que ele passar. >> É porque tem um lugar que muda, >> ele podia tentar fazer o nome dele igual Michel Temer. Michel Temer depois que assumiu da Dilma, fez muita coisa boa. Outro critica, mas Michel Temer segurou contras. >> Até porque ele não tem muito perfil político, entendeu? Ele não tem muito perfil político, >> não. >> Não, >> ele foi mais como um amuletazinho. Então vem cá você. >> Ele não era não era popular, não era >> ele, ele era da indústria da Fijã. Entendi. >> Eh, vamos
passar passar uma folhinha para vocês só apontarem simples, marcarem um xizinho só. Obrigado. Valeu. >> Pode fazer vários X ou >> Ah, não. Só ter que escolher um rabista e coloca um só lá. Escolhe um só. >> Não precisa pôr o nome não. Melhor esse aqui que impacta tudo. Esses últimos anos seria quantos? >> Ah, eu tô falando uns 10 anos para cá. uma geração, né? Uma geração inteira. >> A mulher tá riscando tudo. >> Não, mas ela tem razão. >> Mas tudo aqui é problema na cidade. >> Mas esse último aí eu falo tudo.
É. É, porque disso aqui, >> disso aqui que corresponde isso aqui, né? >> Isso, isso aí >> um mau uso. >> Já já terminaram. Então vou nós vamos passar um videozinho agora para vocês que aí a gente vai falar sobre esse vídeo, algumas coisas sobre esse vídeo, discutir debater e falar sobre esse. Vocês conseguem aqui? Ah, vai ficar aqui. Acho que eu vou abrir aqui. Deu problema. Deu probleminha ali. Então vou ter que botar aqui mesmo. >> Só tira essa da frente. >> É o homem. Bota ouvido do homem do >> deu o povo me
deu essa oportunidade. Eu lembro que quando assumi a prefeit eu sempre tive o sonho de ser prefeito. >> Um pouquinho para cá. >> Saiu saiu. >> Ela chegou um pouquinho para cá. >> Aqui não tá dando para ver. >> Eu sempre tive o sonho de ser prefeito de campos em 2020 sobre as bênçãos de Deus. O povo me deu essa oportunidade. Eu lembro que quando assumi a prefeitura, nem salário a prefeitura pagava aos funcionários, não tinha rede de proteção social nenhuma, não tinha obra de infraestrutura acontecendo e a gente conseguiu dar a volta por cima.
Fiz um bom trabalho, o povo me reelegeu com a maior votação que um prefeito já teve. >> Tá dando vídeo para conseguir retornar. Eu sempre tive história porque por mais que a gente queira realizar, queira fazer mais, a prefeitura sozinha não consegue fazer por dificuldade financeira, dificuldade orçamentária, nunca tem dinheiro para fazer tudo. Se não tiver apoio estadual e apoio federal, a cidade de campo sozinha não consegue realizar aquilo que é necessário, que é preciso e que o povo também precisa. Então eu tô me colocando como candidato a deputado federal. O meu vice-prefeito Frederico agora
é o prefeito, vai dar continuidade a tudo aquilo que a gente começou. Por óbvio, ele é diferente de mim, é uma pessoa diferente, mas ele vai dar continuidade àquilo que a gente começou. E eu, se o povo assim entender, vou ser deputado federal para ajudar campos de uma maneira diferente, conseguindo mais recurso, destravando projetos importantes em Brasília para que Campos possa crescer, possa avançar e possa fazer aquilo que a população espera. Não se trata de deixar a cidade ou de não viver a cidade, até porque eu vou continuar morando em campos. Se trata agora de
ajudar a cidade de uma outra forma para fazer aquilo que a prefeitura não consegue fazer sozinho. >> Esse é o Vladimir. >> É esse >> vai botar desvidir. >> Não, não. Pode, pode volar. >> Esse é o Vladimir. Então ele ali tá foi quando ele anunciou então que ele sairia para isso >> concorrer a a deputado federal. Eh, primeira coisa, vocês t deputado federal de Campos? >> Tem algum que é deputado federal? Vocês sabem de alguém que é deputado federal que é aqui de Campos agora? >> Esqueci o nome dele. Tem um esqueci o nome
dele. >> Tem, >> eu esqueci o nome dele. >> Bom, se tem, vocês não lembram nem do nome, né? >> Eu sei que é um Z, mas também de Campão do Rio, de MIT que tá junto com Eduardo Pais, Jane, Johnny Reis. Então, teoricamente, se o Vladimir for eleito, vai ser o deputado >> é >> de Campos. Eh, vocês acham que ele tem chance de ser eleito? >> Sim, >> sim, >> tem. >> Ah, tem. >> E é importante ter um deputado que seja da cidade, >> sim, >> para poder trazer recurso mesmo, essas emendas
todas. Como é que Câmara já teve deputados assim? Não teve, já teve deputado federal Bangu. Thaago R. >> Qual que é J? que eu trabalhei com ele. >> É da, é da é do grupo que foi, >> é, >> ele é deputado federal, é >> estadual. >> Ah, estadual, tá? >> Que também ajuda a trazer recurso do governo do estado. Sim. Paulo federal. >> Paulo Fajó. >> Hã? >> Paulo Feijó. >> Paulo Feijó. >> Mas lá para trás, né? >> Isso. Mas agora então se for Vladimir é o é o é o >> ajuda, não
ajuda? Se você identificar, principalmente que foi o ex-prefeito que sabe onde precisa, >> onde precisa, >> onde precisa entrar, né? Ver pr UF, né? >> Tem o Bruno da né? Acho que é é federal. >> Bruno da também, eu acho. >> Federal. >> É isso que tava tentando lembrar. Ele também. >> Ele também vai. >> Foi bem votado aqui também. Campos. >> É bem votado, >> sim. Muito >> Carla Machado São José Barra. >> Isso. E vocês acham que Vladimir vai ter votos mais? É, óbvio que você vai ter mais voto em campos, mas você
acha que ele faz voto também >> nas cidades próximas? >> Faz, >> faz. >> Aí tem relação boa >> no entorno >> é político, nada. Calor humano é com ele mesmo, entendeu? Ele consegue >> por quant os pais já foram governadores também do estado? Ele mesmo >> tem como não >> atrapalha ser você você da família garotinho ou ajuda? >> Acho que ele ajuda >> porque ele não é igual o pai nem a mãe. Ele é totalmente diferente >> porque ele o pai queria entrar para se meter. Ele não deixou. >> É esperando. >> Eu
ouviu falar. Eu ouvi falar uma história dela. É verdade mesmo. Foi verdade isso? Teve um teve um você falou. Eu acho que o povo foi quando o Rosinha veio também. Ela veio, mas quem governou foi o garotinho. Um filho foi diferente. Ele tipo assim, opou, >> deix fazer a mesma coisa. >> Ele queria fazer a mesma coisa. >> Então teve isso mesmo. >> Tem o pai rasgou do filho. Até falar que teve gente do do da trabalhando de política na rua. Aí ele falou não tinha ninguém, tava todo mundo trabalhando. >> Então Vladimir é um
cara que tem personalidade. >> É >> é forte. Então, nesse quesito, ser da família Garotinho foi bom para ele que ajudou. É, >> mas também foi bom se mostrar diferente do >> Sim, porque a mãe, o pai queria governar, ele não deixou, quer dizer, o povo viu que ele é diferente dos pais dele, né? Isso fortalece ele sim tanto tanto em Campos quanto também na região. >> A saída dele, vocês acham que de alguma forma enfraquece politicamente a prefeitura ou não muda muito mesmo com o Frederico de muita coisa, né? O que ele vai fazer
até a próxima, >> até a próxima campanha >> para muito projeto, porque eles são influentes. Eles são influentes. Eh, quando o Rafael Diniz ele assumiu, ele não teve muito recurso, não teve muita emenda, não teve muito, não deu para chegar, entendeu? Foi o que ele tava falando no vídeo aí. Sozinho não dá, mas dá, dá, dá, se quiser dá para fazer, mas às vezes tem muita, muito gasto, muita coisa. Eles tributam aba arregatam, captam muito recurso. Aí na hora de chegar para pagar todos os contribuintes, pagar tudo é para chegar dinheiro para investir nos projetos,
não tem como, porque família Garotinho tem influência. Quando eles estão no poder, consegue deputado federal, essas coisas, entendeu? Amigos, entrar. Você vê o Rodrigo Barcelá ajudou ele, não tinha muito por causa do que influência poder, cara. Então vou ajudar ele que lá na frente ele vai ficar me devendo, entendeu? >> Ele ganhou também. >> Exatamente. >> Uma mão lava outra. Os cara não se não se beij. O Rodrigo Barcelá então é era o era o >> deputado federal. >> É era o deputado, mas que era rivalizava ali. >> Isso. >> Era quem discutava com ele
ajudou >> a política aqui na cidade, digamos assim. Era o rival dele último do do V. Rivalizando. Isso, exatamente. >> Tá. >> Não foi ele diretamente >> hoje. Quem seria esse rival? Tem algum rival ali na altura para brigar ali com ele? >> Ah, não tem não. >> Rodrigo. Rodrigo, esqueci o nome do homem, tá vindo aí como deputado federal por Campos. Vai vir Dani Cunha pelo PL e vai vir Rodrigo. Ah, esqueci o sobrenome, mas é daqui da cidade. >> Ele é esqueci o sobrenome dele. Dan Cunha e esse Rodrigo como federal. >> Não
é tão forte, né? Nem lembrar nem lembrar o Tu lembra? >> Não é tão forte assim. Não é um rival. É, pode ser é de um outro campo político, digamos assim, não é? Não é, não é um um rival que você olha logo e fala: "Pô, como era o Barcelona?" >> É, >> eu fos mesmo por que a Thago Rangel e bacelar. É que eu falei, daqui a pouco só vai soltar eles quando trabalho de São >> que são fortes. São fortes. Thaago Rangel trabalhei com ele, fiz um bicho >> e lavar dinha gente >>
envolvimento Ah, também tava com essa galera aí, >> não sei que joia tava tava tudo mesmo. >> É pó. É isso aí. >> Mas quer dizer, os fortes membro que se voltasse a ser LG estão presos. Aí só para quem? Vladimir aí ganha. É um candidato forte para federal que não também passa bate de >> só eu que tomar capa de novo. Não >> é segura. Vai, vai devagar, vai devagar >> monte de X. Vai lá. >> É um só, né? >> Essas pesquisas são independentes ou tem alguma vinculação política? Ué, a gente não sabe
quem contrata a gente, mas tu tem tu tem dúvida que eu tô, >> tu tem alguma, tu tem alguma dúvida, >> rapaz? >> É que a gente não a gente não pode saber até para não pender para um lado nem pro outro, entendeu? Não, mas eles são eles são muito inteligentes. Claro, >> são muito inteligentes. >> Situação, oposição, quem não é contra, nem a favor, todo mundo quer saber informação. político, eh, empresário, quem investe, investidor, todo mundo precisa de informação. Ra, vocês acham que o Vladimir conseguiu explicar bem essa saída dele da prefeitura? >> Sim,
>> sim. >> Não ficaram com dúvida assim do que que o que que era conseguiu explicar por que que tava saindo? >> Sim. >> Tá. Porque às vezes muita gente não entende, né? assim. Ah, pô, tá desistindo de ser prefeito. Não, não, mas esse é o vídeo dele sem bem bem ele bem direto. B >> usa e e usa bem assim, né? Não, também não fica inventando demais, não rodeia muito. É realmente é o cara bem direto. Eh, e se a gente imaginar realmente se ele não sai, que que ia ficar? Ele ia ficar até
o final da da coisa como prefeito. >> Sim. >> Aí ia ficar dois anos sem nada. dois anos sem mandato nenhum. Aí no outro ele não podia vir prefeito de um >> é não pode. >> Aí ele tem que ser vereador. >> Eu nunca fui vereador, acho. Eu nunca fui >> imagina imagina você ser duas vezes prefeito direto, né? Aí voltar para ser vereador >> aí que a câmera pega força. >> É, acho que ele é tão forte que ele falou deputado, n foi vereador. >> Ele foi deputado primeiro, não foi? Foi, >> já foi,
>> foi deputado, depois vice prefeito, candidato a prefeito. >> Mas eu creio que ele se não for deputado, ele vai trazer bastante coisa para campos, né? Porque a prefeitura depende dos deputados. >> Se ele falar que não assinar, que não vai mandar nada para cá, Campus fica do Aráf. E é um processo também, se a gente analisar, um processo também é uma escadinha, né? >> Sim. >> É. E para ele também são futuro, né? Botar candidato dele >> como federal, entendeu? >> Renovar o eleitoridade, >> não é? É é uma construção futuro que aí, >>
entendeu? Vocês imaginam, olha só, o pai já foi governador, a mãe já foi governadora, >> a irmã >> é natural que ele ser >> possa seguir o caminho, né? Principalmente quem já foi prefeito duas vezes. Se for deputado, vai ser deputado. Já foi deputado. Vocês enxergam ele possibilidade dele se candidatar a governador? Ele veio. >> Ele vem, ele vem com certeza. Pode, óbvio, não é agora que agora ele é candidato a deputado, mas na frente vocês enxergam a possibilidade dele >> com dois mandatos federal, um governador. Sim, >> a mandém foi, Carissa também foi, não
foi, ela também foi >> deputado estadual. >> Estadual. >> Estadual. É. >> E como é que tá ela aqui na cidade? Nunca viu? Ela é presente não. Assim que nem ele já até uns tempos para atrás eles dois se pegaram. >> Ah, não. Ela acho que ela mora no Rio porque o filho dela fez toda a novela, né? >> Não sei, eu não conheço. Ela >> fez fez novela. >> Eu achei, eu achava que ela fosse presente aberto igual a ele aqui. Ela só não foi prefeita, mas ela tava sempre na cidade. Não é, não
é presente >> não. >> Não, >> não influencia na campanha dele também. nem >> de voto, nem para bem, nem para mal. Não, >> acho que ela não foi nem eh eh reeleita. >> Não foi, >> não foi não. >> Não. >> Será que desistiu da política? >> Se ela teve filho tem. >> Mas então hoje em Campos ela não é uma candidata que possa dizer uma pessoa não é ah vai arrebentar de volta. Tem um sobrenome sem influência. É, >> entendi. >> Agora, agora de meio Camposo. >> E aí imagina Campos de Novo tem
o governador que >> é muito difícil acontecer, você sabe disso, né? Tem uma cidade >> querendo ou não, Campos é uma cidade grande? É um cidade grande, mas é um cidade do interior. Dificilmente uma cap um um um governador não é o da capital do estado. É muito difícil se você olhar, se você pegar aí, né, no de uma forma geral, a maioria dos governadores dos estados foram o prefeito da capital ou tinha vida na capital ou era deputado oriundo da capital. Você tem alguém governador que saiu do interior é difícil, não é fácil. Campo
já teve dois >> com quatro mandatos ainda poder ter um candidato que querendo ou não, se ele fizer um bom mandato de deputado federal, ele já teoricamente tem uma aprovação de ter sido duas vezes prefeito em Campos. É verdade, >> né? Se fizer um bom mandato de deputado federal, pode ser um nome bem bem impossível para vir como candidato a para governador e campos de governador de novo. Governador povão. >> Governador povão. >> Passar uma folhinha. No caso veria um outro vídeo, né, que vocês iam passar desse vídeo aí. Não, aqui mesmo. >> Tá os
vídeos aqui. Ah, os vídeos já assistir vídeo. O vídeo então. Vocês pensando assim, a turma já falei já, que que podia poderia atrapalhar a candidatura do Vladimir, embora seja isso aqui, eu já percebi que você acha aqui. Maia falou: "Você acha que ele vai ganhar, né?" Eu perguntei para vocês se falar: "Acho que ele vai ganhar, acho que ele vai entrar." O que que vocês acham que pode atrapalhar? >> Satisfação populacional e um candidato opositor que seja mesmo nível que ele >> e tem não tem >> no momento. >> Nesse momento não tem >> não.
>> Mas até >> alguma denúncia de corrupção. >> Denúncia de corrupção foi o que mais tem bobo alegre faz aquele palhaço assim de >> Mas não tem nada assim. Não, >> com peso nesse momento. Peso com peso não, >> né? Não, eu entendi o que ele falou. Uma denúncia de corrupção pode atrapalhar, mas >> nesse momento não tem nada na no gatilho dizendo assim: "Ah, não, ele tá envolvido no caso X ou Y, isso pode atrapalhar." >> CPI do tijolinho. Pronto. CPI do tijolinho. Onde que ele arrumou tanto tijolo para botar na cidade todinha? Pronto.
É muito tijolo. >> É muito, mas tem noção, cara. Precisa de tijolo. >> É muito tijolo, cara. É muito tijolo. Você peit do tijolinho. Pronto. >> Vereador já muita época. Meu Deus. >> Quem precisa de tijolo tá adorando e não tem outro candidato também para disputar, né? >> Você tem muito provoco. V >> é vi de fora. E aí de fora não tem ideia entrar. É aqui não, >> aqui só ele mesmo. >> Não vai ter uma entrada que possa bater de frente. >> Vou até brigo. Eh, se vocês fossem o Vladimir aqui, o que
que vocês falariam para as pessoas eh em relação à aquilo que ele não conseguiu fazer ainda como prefeito? E o que que ele poderia fazer como deputado? Qual seria a linha que que vocês na hora de falar por que que vocês o que que ele poderia fazer hoje como deputado e por que ele não conseguiu fazer como prefeito >> ou uma área prioritária? >> Mas seria difícil porque ele recebeu o recurso de saúde e ainda a saúde dá ruim. Não tem, eu não conseguiria falar alguma coisa pro povo sabendo disso, que ele recebeu o recurso.
>> O que os >> o recurso da saúde >> recebeu do barcelar, por isso que ele ele fez o o a reforma no HGG e fez a reforma no eh >> então, mas ele usou recurso, então >> não usou com estética? >> Não, ele usou, mas tem coisa que nem tudo depende de fazer as coisas, né? Ele pode receber um dinheiro mais. Ah, vou jogar GG fez. Mas tem dinheiro que no grupo antes de você, por exemplo, que eu penso é o seguinte, ele se preocupou muito na no visual, >> mas o equipamento que se
foi gasto com com visual poderia ter investido em médico. Já precisa levar 3 horas é para fazer um um eco um elétrga, eu fui lá, eu fazia um tempo que eu não fui, mas eu tava com eu fui lá no g. Aí você primeiro você vai pegar uma senha da senha você vai ser chamado para você ser atendido. Depois que você vai ser atendido, você vai para um outro lugar para esperar mais um pouco. Esperando, esperando, esperando, esperando. >> Vai passar, >> tem gente que passa na tua frente. Aí você vai falar com o médico
para depois o médico falar o que você tem. Foi lá, foi atendido, você não tem nem encostou, não fez nada. Ah, você tá com isso, aqui, isso aqui, tomou injeção e tá bom. Ou senão você espera tantas horas para ir num outro lugar para fazer uma coisa para depois voltar pro hospital que você tá. Teve um grupo antes de vocês aqui falou que também campos tem um problema que que é difícil resolver da saúde que muita gente vem de outros municípios para se tratar aqui. É isso. Tem isso. >> E aqui também sai daqui para
para lá. Importante pr vitória. >> Tem porque o tipo o Ferreira Machado mesmo, questão de trauma grave vem gente de de da região, não é só os cancistas. Isso tudo vende tudo qualquer lugar referência >> quanto sai eh sai gente daqui outro lugar como vem gente de outros lugares. >> Então vocês iriam na linha do que ele que ele precisa >> ele precisa ter um discurso pra área de saúde. >> Área de saúde. É, se você for um médico daqui a 15 dias você faz um exame daqui um mês, dois meses você vai tomar um
exame. O exame não vale mais você tem que fazer outro. Quando sai em 2000, >> é, >> teria que ser funcional, área de saúde principal base, >> um plano de de, sei lá, educacional, de profissionalizar os jovens. Tinha tanta coisa aí. >> Acho que o único hospital que eu acho que eu vejo que faz muita coisa também é o que é uma escola, né? >> Mas também tá tranquilo porque praticamente é o único de cologia em campos, porque o Beda não aceita mais. >> O que que não aceita? É paciente oncológico. >> Não, >> não,
porque aura cortou o convênio com medo. >> Mas eles são atendidos aonde agora? >> Mas não aim, >> no caso não atende os novos novos casos, né? >> Você que que que cortou eu convindo? >> E o porto também ele comprou uma parte do bedo. >> É porque eu sei que no Beda é tende, mas sei, mas eu conheço pacientes antigos, eu não sei da hora, ó. Venho para >> tiver sendo atendido. >> Eu vou de lá. Tem que reclamar de lá. Não tá um hospital bom que poderia ter. Sim, era o Ferreira Machal Santa
Casa né, principalmente. Respondeu pergunta aqui, ó. P. Então vocês passem para encerrar aqui uma visão geral, acho válida essa saída dele da prefeitura para poder disputar o governo ou para poder disputar o cargo de deputado federal? >> Vai ajudar muito com certeza. >> Vai ajudar, vai ajudar a cidade >> sim, com certeza. Esperamos. Sim. >> Se ele não saíse, prejudicaria muito ele. É >> muito ele. Vai poder vir como prefeito. >> É. >> Uhum. O maior beneficiado nisso tá sendo ele próprio. >> Nesse momento. Ele com a visão de que a cidade vai ter um
representante ativo, entre aspas, né? que que ele é um pelo vocês falaram é uma pessoa ativa, não é daquele cara que não >> apartado, escondido, não >> isso é bom, né? Como alguém também pode ser cobrado, né? Quem tá na rua pode ser cobrado, né? Quem tá desaparecido em casa, castelado, ninguém não tem como chegar, né? Pelo menos vocês dizem que vem na rua participando das coisas, é cobrado de alguma forma. >> Gente, queria agradecer a participação de vocês, tá? Foi muito bom. Obrigado. >> Eh, torcer para que >> torcer para que Campos continue aí.