e quantos artistas pretos tem início a cera não existe artista negro sabe não existe competência não existe idade vigência ou existe racismo que não é conheci enquanto tá bom e quando eu entrei na USP e eu fiquei lá nove anos no departamento de arte durante pelo menos 76 anos desse período eu era o único negro e as matérias ela se referiu a universo que subia qualquer O que é plástico de Negritude para você estudar história da arte universal né Entra no caso gráficos era estudar a história da arte europeia Nós estudamos uma tabela de cores
a partir daquilo que a Bauhaus é de ter medo né É [Aplausos] [Música] e a uma produção afrodiaspórica para brasileira dentro do campo da arte contemporânea que está discutindo história está discutindo opressões estruturais as interacção essa tecnologia o conhecimento as categorias esses conceitos de pensadores ocidentais dão conta de pensar numa produção de Jamie e Brianna ou dão conta de olhar para uma produção de Rubem Valentim e [Música] E aí [Aplausos] E aí [Música] [Música] é a a pintura Fascinação ela é terrível ela mostra uma garotinha negra de pés descalços a gente sabe Pé Descalço é
distintivo do sujeito escravizadas e ela tá no ambiente burguês e tem uma cadeira Onde está colocado uma boneca uma boneca de porcelana ricamente vestida para e essa garotinha olha para essa boneca com um olhar que o autor chamou de fascinada nada naquela garota de nossa Fascinação sabe na o Paulo Epa mate que a gente esse menino negro que essa menina negra tem quando entra no museu e pensa o quê e as pessoas aqui retratados são na sua maioria breve como lugar que que eu tô fazendo aqui e é claro que impacta né e experiências que
eu tive atendendo estudantes afrodescendentes e periféricos ao apresentar a obra trabalhar com obras de artistas africanos ou afrodiaspóricas que traziam também um outro tipo de perspectiva estética era nítido que quando eles sacavam o que que era obra que o objeto era aquele quem era o produtor daquele objeto ou produtores aquele objeto o quanto você percebia o quanto que modificavam o seu corpo daquelas crianças adolescentes se identificavam né passem a produção de identificação acontecia a [Música] Me explique o pai se e na medida em que a gente ocupa a gente vai esforçando os cuidadores a repensar
o a disposição das obras a repensar é fundamental é que esses artistas tenham as pessoas mas é fundamental que existe pessoas terão políticas para aquisição de obra e não é é adquirir guardar na reserva técnica e que falar que fez o seu papel É isso aí Bi essas sabe é fazer com que o público se confronte com a realidade que elas trazem um a valorizar populações negras no Brasil no mundo né E aí populações africanas é valorizar a sua produção de saber é valorizar suas narrativas suas estéticas né E por que isso é humanizar né
fez a cada alça grande luta é por uma esquema se passam e humanização de nossos corpos né do nosso ser é humanizar EA formalização só é possível humanizar o sujeito e tudo aquilo que ele produz a é aquele nosso nosso antepassado desgraçado ele não se deixou coisas ficar ele não se deixou bestializar sabe Ele criou um sistema de ideias o sistema de arte e foi capaz de dizer Central né ele ele sabiam aquilo que não achou e nós não Deixaremos você não vai nos deixar morrer nas permaneceremos um