Al, seja mais uma vez muito bem-vindo à aula da neurociência efetiva. E hoje nós vamos mergulhar nessa ideia do que é emoção. O que é uma emoção?
Será que é fácil desenvolver essa ideia? Será que é fácil explicar? Normalmente eu gosto de explicar uma coisa começando por aquilo que ela não é.
É mais fácil às vezes. Então, emoção não é um pensamento. Já começa anotando isso.
Emoção não é algo que você escolhe. Isso é um erro muito comum, tá? Emoção não cria, ou melhor, pensamento não cria emoção, como a gente vê nos seminários por aí.
Isso não acontece. Emoção não é um defeito. Emoção não é algo que você simplesmente carrega.
Não existem emoções no cérebro humano. É, eu sei que é confuso, mas vai ficar mais claro. Não existem emoções no corpo humano.
Eu sei que é confuso. Emoções não deixam você doente também. Isso também é outro mito popular repetido, é uma superstição, na verdade.
É da mesma maneira que minha mãe acredita que botar vassoura transaporte, faz a visita ir embora. Hum. É uma superstição.
Emoções são realmente difíceis de ser entendidas, porque a nossa sociedade tem que desenvolver uma espécie de fobia em relação às emoções. A nossa cultura desenvolver uma espécie de rejeição pela emoção. E você vai entender melhor nessa aula aqui comigo hoje, tá?
Emoção, você pode inicialmente, coloca essa definição, por gentileza, no seu caderno. Emoção você pode inicialmente entender como uma conversa. Olha que interessante.
Anotou? Anota assim, conversa. Eu vou explicar melhor.
Pensa assim, ó. Em passarinho. Tem um passarinho numa árvore, tem um passarinho numa outra árvore.
Um canta algo, outro canta B e o outro canta C. E eles têm essa comunicação. Um cachorro aqui late, o outro cachorro lá late e o terceiro late.
A emoção é um dialeto humano próprio. Eu dei essa definição numa formação presencial, os alunos ficaram malucos. Mas entenda isso.
A emoção é uma espécie de um dialeto próprio associado não apenas ao mamífero humano, mas a outros mamíferos, inclusive alguns outros animais não mamíferos também. e que é rápida a compreensão pelo outro lado, pela outra pessoa. Veja, talvez se entrar um japonês aqui que não fala português e eu não falo japonês, e essa pessoa falar uma palavra para mim, eu não vou entender.
Se eu falar, olha, não entendo você, ela também não vai me entender. Mas se essa essa pessoa entra aqui arregalada e e respirando rápido, o meu corpo na hora reage. Tu já deve ter percebido isso.
Às vezes alguém passa acelerado perto de você, você sente o seu corpo acelerar também. Por quê? O cérebro humano é evolutivamente, ele é adaptado a reagir a respostas emocionais da mesma maneira que um passarinho é adaptado a reagir ao canto de outro pássaro.
Talvez o passarinho não reaja ao latido do cachorro. Talvez o cachorro não reaja ao cantar do passarinho, mas o cachorro reage ao latido de outro cachorro, o passarinho reage a outro canto de passarinho. As emoções, o cérebro humano é naturalmente adaptado a reagir à emoção de outras pessoas.
É por isso que se você chega perto de uma pessoa muito triste, tá ali cabes baixa e chorando, é difícil você se sentir alegre, mesmo que tu queira alegrar aquela pessoa, mas você vai perceber que o seu corpo inteiro se adapta para isso. Não tem nada a ver com energia, por favor, tá? É que existem no cérebro humano áreas específicas para reagir ao comportamento humano.
A gente vai falar isso em outras aulas. o sistema parietal, córtex paretal, como o corpo reage, como o cérebro reage, sistema de visão, você vai aprender muita coisa da neurociência para ajudar você entender melhor isso, tá? Mas o corpo humano inteiro reage aos estímulos que são apresentados por outros mamíferos, outros humanos, outros animais.
E a emoção faz parte desse dialeto. Então, se eu apareço assim com, me assustei, eu estou aqui com o corpo mexido, arregalado, isso vai fazer você parar tudo e olhar para mim e querer olhar um ambiente para saber o que é que está acontecendo. Mesmo que seja uma brincadeira, você vê um ator maravilhoso chorando porque aconteceu alguma coisa, você começa a lacrimejar e chorar junto com ele, mesmo sabendo que o ator é pago, que ele não tá sentindo aquilo e que nada daquela coisa ruim no filme aconteceu.
Não aconteceu aquela desgraça na vida real, é só uma encenação. Mas você chora junto porque o cérebro humano é desenvolvido, adaptado ao longo de muitos milhares de anos para repetir o que o grupo está mostrando e não necessariamente falado. Por isso que dizem que a nossa linguagem corporal tem mais peso do que a linguagem falada, que é a linguagem verbal.
Então, entenda que a a emoção é uma espécie de linguagem que nós temos, uma linguagem rápida, acessível a todos humanos e que é rapidamente interpretada. Mas calma, não confunder isso com a emoção universal. A gente vai chegar mais tarde, a gente vai falar sobre isso mais tarde.
Aqui tem uma imagem muito linda que eu adoro. Essa imagem que mostra mais de 30 tipos de expressões faciais que representariam emoções humanas. Eu acho maravilhoso esse quadro e eu fico me perguntando quanto tempo ele levou para entender e para ficar observando as pessoas, cada uma delas com o tipo de expressão.
Tem um monte de expressão aqui que eu nunca vi. Que que você consegue ver aí? Que tipo de expressão é essa?
É que tipo de expressão é que nojo, raiva, desgosto? Não sei. É importante nós começarmos a entender que a emoção não necessariamente é o nome que a gente tá acostumado a dar.
Porque o nome que a gente tá acostumado a dar tem mais a influência da cultura do que a resposta corporal em si que a gente tá dando. É por isso que tem pessoas que dizem que estão sentindo culpadas quando na verdade elas podem na verdade estar tristes, mas elas não sabem disso. E é claro, somente nomear uma emoção não muda a emoção.
Há esse mito comum entre as pessoas de que se eu dou um nome a minha emoção, vou mudar a minha emoção. Não, não é bem assim. O que existe, na verdade é que o fato de você parar de pensar numa emoção alivia o peso daquela emoção.
Mas isso simplesmente é dessensibilização. Você para de focar nela, foca em outra coisa. Isso é o suficiente para você não dar mais ênfase a ao estímulo que desencadeava aquela emoção.
Dá um exemplo. Seu pai brigou com você, você fica triste. Ao invés de ficar pensando naquilo, você tenta pensar de outra maneira no que aconteceu, no que está acontecendo.
Aí você para de nomear a tristeza e diz: "Não, eu estou apenas pesado". Aí você diz: "Não, mudou a tristeza". Não é que mudou a tristeza.
Você simplesmente parou de pensar no estímulo e agora você tá pensando em outra coisa. E, portanto, o estímulo não desencadeia mais uma resposta corporal específica. Apenas isso.
Você apenas tirou o foco do problema, tá bom? Então, nomear não é o segredo para você melhorar as coisas. Entendendo essa ideia de que emoções são multifacetadas, são comunicações.
E de novo, lembra que eu falei que emoção é um processo rápido de comunicação, um telefone sem fio? Entendendo que a emoção influencia o comportamento, as decisões e até mesmo a maneira como nosso corpo se expressa no mundo, fica mais fácil entender. Agora uma outra forma de ver a a emoção.
Emoção, como o próprio nome da tela diz, é uma adaptação. Se emoção é uma resposta a um estímulo e essa resposta faz o meu corpo reagir, significa que eu estou me adaptando ao estímulo ambiental. E da mesma maneira que eu percebo essa coisa, se eu, por exemplo, estou com raiva, estou querendo bater em alguém, se eu estou querendo lutar contra o animal, essa resposta corporal inteira faz as pessoas à minha volta se adaptarem a isso que eu estou dando.
Então, se eu pareço estar violento, com a cara fechada, com os punhos cerrados, as pessoas à minha volta também vão se armar para se proteger. Então elas estão se adaptando ao estímulo ambiental. Emoção, então é um dialeto, uma comunicação rápida, inata, muito rápida, que não é tristeza, é essa outra, isso é outra coisa, tá?
Mas é emoção, é um processo rápido de comunicação que faz com que eu e as pessoas envolvidas naquele ambiente se adaptem a estímulos específicos. Eu vou pedir agora que você preste muita atenção nesse vídeo maravilhoso que eu vou passar para você, que é o vídeo de um carro assim altamente evoluído, não sei como é que eu posso dizer, moderno, muito moderno. É um carro com inteligência artificial, que é capaz de fazer coisas incríveis.
E eu acredito que no futuro, você vai ver esse vídeo e você vai refletir comigo. No futuro os nossos netos vão olhar pra gente da mesma maneira que a gente olha assim para trás e diz: "Nossa, a nossa bisavó lavava roupa no rio como que era difícil". Os nossos netos vão olhar pra gente e vão dizer: "Nossa, eles dirigiam carros, eles pilotavam carro.
Como assim? Eles pegavam o volante e saíam? Como?
O que que fazia um carro funcionar? " Eu acredito que daqui uns 50 anos, 100 anos assim, nossa, difícil, acho que 50 anos, dirigir será só um luxo. A mesma assim, ninguém, ninguém te impede de ir lá lavar uma fronha num rio da cidade, sei lá, sei lá, no Riacho.
Ninguém vai te impedir se tu quiser fazer isso. Mas vai ser estranho. Eu acho que dirigir no futuro vai ser tipo um luxo que as pessoas, o que que esse maluco tá fazendo aí ligando o carro sozinho, porque a tecnologia vai evoluir para isso.
Só que mais do que entender essa evolução tecnológica com inteligência artificial, que é propósito, a neurociência cognitiva foi a base para desenvolver a a inteligência artificial, tá? Entenda que com esse vídeo eu quero que você comece a entender o que é uma emoção. Por o vídeo do carro você vai perceber que é um processo de um algoritmo desenvolvido por alguém que determina o que o carro vai ter que fazer quando há um estímulo X.
Só que o carro não precisa tomar consciência disso. O carro não precisa saber que tem que freiar pro ciclista porque é o certo, porque é um pai de família. Ele não precisa saber disso.
Ele só precisa que tem que parar quando aparece um obstáculo à frente. Ponto. Emoções.
Você vai começar a entender que são respostas de adaptação ao ambiente para que o seu corpo faça algo com base num algoritmo desenvolvido por alguém mais velho. Papai, tipo mamãe, tipo professorzinho, tipo a novela. que a mamãe assistia com você, tipo os filmes, os filmes da Xuxa, para quem é mais velho.
Quem viu o filme da Xuxa se escreve aqui embaixo, o Thundercat se escreve aqui embaixo. Se você não sabe disso, você é novo, não vai pesquisar no Google quem era essas coisas. Mas enfim, tudo isso vai influenciar a maneira de você reagir ao mundo.
Isto é, esta emoção que os livros dizem que é sua emoção. Na verdade, é um fruto da interação. Lembra da palavra que eu pedi para tua notar antes?
é o fruto da interação entre um veículo disponível, altamente evoluído, altamente competente. E este veículo altamente competente, altamente desenvolvido, precisa das orientações de alguém. E quando você fica com raiva, quando alguém fala X do político A, essa raiva não é sua.
Quando você defende político, quando você defende time de futebol, quando você defende religião, quando você defende uma cidade, isso não é sua coisa, isso é desenvolvimento seu. veículo pronto, um veículo disponível, um veículo capaz. Uma bicicleta sem essa inteligência artificial não vai conseguir fazer isso.
Um cachorro não vai conseguir ter a resposta que você tem, porque o cérebro dele não é capaz. Aquela bicicleta não é capaz como um veículo, como esse veículo que eu vou te mostrar. É necessário um veículo, um substrato genético.
Lembra que eu falei na aula anterior? É necessário um substrato genético para isso. É necessário um substrato, uma arquitetura neurofisiológica disponível para isso.
E você, humano tem isso. Então, esse substrato, esse veículo avançado com algoritmo interagindo, desenvolvido por pessoas, vai fazer você ter uma reação específica quando há um estímulo. Então, quando alguém fala A, você tem uma resposta.
Quando ou trem fala B, você tem outra resposta. E uma outra pessoa do lado tem respostas diferentes ouvindo A ou B. E por quê?
Porque é um algoritmo desenvolvido com pessoas em um veículo próprio para isso. Assista o vídeo que eu vou disponibilizar para você e você já vai observar que existe uma tarefinha para você fazer também, tá? Eu vou passar o vídeo daqui a pouco.
Acabando o vídeo, você vai na sua, no seu material complementar e você vai fazer esta tarefa desse vídeo aqui, dessa página aqui. Você tem uma página, seu material complementar com algumas perguntas para você fazer. Faça essas perguntas na sua velocidade, do seu jeito.
Não, não é vestibular, não precisa estar certa. É para abrir a sua cabeça paraas aulas seguintes. Assista o vídeo que eu vou passar para você daqui alguns segundos.
Veja o material complementar nesta página que eu tô mostrando para você aí. e responda as perguntas assim que você ver o filme o ou vídeo. Assim que assistir o vídeo e fazer as perguntas, você e responder as perguntas, tu pode colocá-las aqui na base dos comentários, compartilhar com seus colegas para eles analisarem, para eles discutirem com você.
Fique à vontade para complementar e conversar com as pessoas à sua volta, para você tá aprendendo e ajudar outras pessoas também a desenvolver uma visão mais aprofundada. Veja o vídeo, assja o vídeo, responda as perguntas. Bota nos comentários, marca a gente lá no Instagram e eu vejo você na próxima aula também.
Tchauzão. Absolutely. prod leading behav adon techology what youy quickly is normal vehic take jaguara ipace for example been equipped with elegant array of sensors and softwar through that's correct driver is a combination of custom design hardware and software that is responsible for performing the entire act of driving that was James he's an engineering lead on the perception team at I asked him to break down the technology for us a bit more.
The WMO driver handles the task of driving in three basic steps. Sense, solve, and go. It's the way we describe the highly complex process of acquiring information, processing it, and moving through the world safely.
So, what goes into all that sensing? The sensors that the WMO driver uses are incredibly powerful using a combination of lighter, cameras, and radar. It can see up to three football fields in any direction and can detect sirens from emergency vehicles, which allows the Wo driver to visual the world around it in milliseconds to a high degree of accuracy.
Ok, sense makes sense but what do you do with all that data? Good question. The system calculates the predicted future behavior for each relevant agent in the scene.
Then with a strong foundation derived from artificial intelligence and machine learning algorms, the driver crunches all that data and calculates a safe route while responding in real time to the evolving traffic environment. If I understand correctly, this means the driver continues to learn as it goes, is trained and tested on scenarios that never seen before and canate safe and comfortable driving behaviors from haardous and uncomfortable ones. Yes.
Well done. I thank you. The final step in the sense solve go methodology is perhaps the most straightforward go.
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