o sobrado vamo lá tudo em particular livrinho jamais fomos modernos considerado um dos Marcos um momento muito importante em algo que se convencionou chamar de a pirata ou ontológica outro o Marco nessa discussão é onde eu falo brasileiro Eduardo viveiro de Castro e em 1998 ele preferiu a sede letters na universidade quebre que foram muito significativas para preparar essa ideia da Virada ontológico o que que ele dizia lá essas coisas estão todas publicadas e fácil acesso do ponto de vista da filosofia e do modo como a filosofia começou a se irradiar para Ciências Sociais a
ruptura cartesiana com a Escolástica praticamente eliminou a disputa e a reflexão no campo da odontologia que a ser considerado o mundo a coisa em si Condomínio das Heart says é só só cientista no seu sentido mais positivo e natural eu queria desvendaram a reflexão das humanidades da filosofia começou a se deslocar para o plano das representações ou seja as múltiplas representações esse mundo que a princípio só poderia ser a marcável pela ciências duras isso então de um lado simplificou a questão teológica não no sentido ela deixar de ser complexa mas ela será operada A princípio
apenas pelos cientistas das ciências puras e por outro lado como ficou muito epistemológico que aparece um múltiplas representações do mundo e elas tinham que ser num certo sentido de cifradas catalogadas pelas Ciências Sociais é mais ou menos o seguinte existe um mundo único e silencioso e uniforme que ele vai ser representado de múltiplas formas em diversas sociedades e nesse sentido então com congelamento das questões odontológicas por exemplo se levarmos em consideração o debate entre realismo e nominalismo da idade média e uma complexificação gigantesca da dimensão epistemológica simplificando Então existe apenas um mundo Odontologia portanto que
no entanto é representado de diversas formas uma natureza múltiplas culturas essa fórmula é no entanto longe de constituir uma postura cosmopolita ela nunca passou e aqui eu começa a caminhar no terreno comum entre viveiro de Castro latour ela nunca passou de uma espécie de artimanha dos modernos todos podem ter uma cultura peculiar Isto é a sua própria representação do mundo ou daquele mundo que está lá fora mas somente os métodos científicos desenvolvidos no ocidente pelas ciências duras podem elucidar a textura as leis os elementos corporifica eu tava com ele efetivamente isso ou seja somente os
métodos desenvolvidos pela ciência ocidental podem dar conta rigorosamente daquelas zona exterior o mundo natural e portanto você pode representar o de mil formas mas só um acesso a coisa em cima e é pela via da ciência dura desenvolvida pelo acidente aqui agora eu vou tomar carona no livro muito interessante que tem vários autores o nome dele é bastante sugestivo fiquem felizes ou seja pensando através das coisas pelas coisas né em Inglês fica perfeita é perfeita essa ambiguidade que é constitutiva do que os autores querem dizer em tradução desse livro que existe né a tarefa dos
cientistas sociais desde esse corte cartesiano moderno é esse realmente epistemológico ou seja catar lagar com o e as várias formações sistêmicas do conhecimento sobre o mundo que por definição é externa elas é externo a essas representações nesse sentido a matéria é um diferencial enquanto a mente a cultura pode ser representada de diversas formas ou nos termos do La Tour a natureza é transcedental já a cultura ela é alto engenbrada enquanto elementos e representação isso sempre prendeu a discussão na disputa entre o monismo e dualismo ou em a polias né que ficam mais ou menos dizendo
segundo universo é composto por meio de algum matéria devemos falar de representação a realidade cultura ou natureza significado ou pois há uma separação entre essas dimensões e a questão é que quando você enquadra o debate nesse tipo de raciocínio circular nessas a polias É e aqui eu tô oi Sandro pula-pula né esses dualismos acabou sendo muito poderosa liberadores até porque ver toda crítica odontológico aos modernos por exemplo de uma cosmovisão ameríndia é deslocada imediatamente por esses mesmos modernos para o plano da Represa como esse na verdade se tratasse de posições epistemologicamente diferente isso é artefatos
metais distintos que existem apenas no plano do pensamento mesmo quando essas cosmovisões insistem que ele está falando de último o nosso sentido nesse sentido número então a Rigor se a gente permanecer nessa separação do ponto de vista sempre dentro dos modernos a própria ideia de múltiplas ontologias é o oxímoro essa é a palavra utilizada de novo aquele emprego pensando através das coisas pelas coisas né ou seja Quase que o sinal de Patologia social ou em renderização capturadas em uma recomposição para apurada do mundo incoerente que é uma falha digamos assim da percepção dos não moderno
e aí toda crítica da odontologia fundante da modernidade não é uma crítica ontológica mais uma crítica epistemológica confusa ou seja coisa de uma mente e Nádia confunde as múltiplas representações do mundo como se fossem efetivamente múltiplos mesmo que a gente entra no terreno minado terreno muito digamos assim e regular Qual é a ideia a gente quiser de fato levar a sério as relações de alteridade ou seja o modo como percebemos o outro e o modo como essa percepção revela muito sobre nós Olá você que o limite e parar de reduzir o discurso do outro como
se eles fossem meras perspectivas culturais nas crenças ou seja meras visões distorcidas do mundo mas também pensá-las comer um se ações de muitos ou de naturezas mesmo diferente nisso aqui é o terreno onde o gato gosta de se situar Na verdade tem uma cultura só uma cultura geral e múltiplas naturezas Essa é a essência da ideia da virada Odontológica insistir então que talvez visita só uma uma cultura geral múltiplos naturezas múltiplos ao invés do multiculturalismo o multinaturalismo é polêmico é propositadamente problema mais faz a gente pensar em uma série de questões muito significativas e muda
mesmo eixo da discussão eu retorno o dinheiro de carro o que que é o viveiros vai insiste isola essa virada Odontológica ela tem pelo menos três grandes estímulos três grandes impulsos o primeiro entender chamada pós-modernidade envolveu a crise de representação ou do sistema de representação que desestabilizou a cisão sujeito-objeto nesse sentido quando você na verdade começa a questionar a ideia do natural e do artificial sujeito-objeto você na verdade complica todos os dualismos que pareceu ser muito simples né da modernidade natureza cultura e suas coisas linguagem realidade essa linguística essas coisas começam a ser tensionadas né
à medida que o século 20 avança em parte do gol da virada cibernética também mas eu não quero entrar nesse tema aqui o segundo impulso vem da multiplicação dos estudos etnográficos sobre a ciência EA tecnologia Ou seja quando os e começaram a invadir o campo da técnica e da discussão técnica para politiza lo para mostrar os seus conteúdos civilizacionais isso politizou as práticas científicas um ponto e no outro complicou muito a distinção entre ciência e não-ciência o que começou a bagunçar a relação ao acidente o resto e o terceiro ponto e aqui é uma zona
de coincidência Direta com a discussão do Bruno latour é o imbricamento entre catástrofe ecológica crise econômica e vai aparecer naquela célebre formulação o problema é o do mundo o fim do capitalismo parece que é mais fácil acabar o mundo e que acabar com o capitalismo e o que que essa catástrofe vai evidência e aqui um terreno lá a noção daquela natureza percebida como um ambiente externo e nerd uma inesgotável fonte de recurso em Muriaé papel geológico do homem começou a desaparecer e você soube essas três coisas começa a surgir um terreno fértil para virada odontológica
na medida que você vai entende a noção de que a modernidade a Vanguarda da humanidade e que sempre jogou todo o resto na vala comum da pré-modernidade aquele passado presumidamente arcaico estável igual os modernos e o progressivamente se diferenciando pelo progresso e aqui agora eu ensino terreno discutido pelo gênio quatro desde então uma história unitária deixou de ser possível porque ela perde essa centralidade acidente perna suas entrada tá isso além de descortinar pluralidade de mundos de sou eu aquela linearidade do tempo que era a marca da modernidade eu vou encerrar esse vídeo aqui porque é
importante também desenvolvesse vai ser feito no outro vídeo curto o conjunto de discussões que as pessoas gostam de chamar de e traz a por exemplo a tensão entre os positivistas relativistas culturais Esse vai ser o tema do próximo