The Post a guerra secreta, dirigido por Steven Spielberg protagonizado por Tom Hanks, Meryl Streep e no elenco temos o Saul do Better Call Saul e do breaking bad Jesse Plemos Sarah Paulson, enfim muita gente é um filme de elenco forte forte e de história forte também. O The Post conta a história do Washingtons Post,o jornal Washington post tentando denunciar o presidente Nixon com relação a alguns relatórios que davam conta do fracasso americano lá na guerra do vietnã, é no começo da década de 70, então o mundo queria um do. .
. praticamente os Estados Unidos queriam o fim da dessa guerra contra o vietnã mas não conseguiam ir à frente porque os Estados Unidos estavam, principalmente com seus presidentes, estavam mancomunando as informações estavam escondendo as informações e impedindo a imprensa de noticiar de ir à frente. Nesse episódio o New York Times, por exemplo foi proibido de falar sobre o assunto e aí a história do Washington Post no meio dessa confusão inteira rapaz a gente teve o.
. . anos recentes o spotlight que mostra muito bem o trabalho da redação e eu pensei que aquilo dali seria o auge de algo relacionado à jornal, à redação, ao dia a dia de um repórter ,de uma redação em si não é esse filme aqui vai muito além do que o spotlight consegue mostrar todos os mínimos aspectos de um jornal desde o lado financeiro até lado do editorial até a parte do repórter e da investigação de tudo é um filme que condensa perfeitamente um dia a dia de uma redação principalmente de uma redação mais tradicional, ele vai até na impressora até na impressora, na construção das chapas de impressão ele vai, que não tem mais hoje porque é digital.
Além da direção de steven spielberg, que não precisa provar mais nada a ninguém e falar qualquer coisa sobre ele é chover no molhado tem o Kamisnky, né o fotógrafo, que também não precisa mostrar mais nada a ninguém e eu gosto porque o Spielberg é muito mais parecido com o Spielberg lá do Munique de 2005 e trabalha a sua história com muita calma, ao que também que também dá pra ver no Ponte de espiões, no recente também com Tom Hanks a fotografia inspiradíssima, por todo o tempo ele sustenta uma câmera de cima pra baixo, né que é o tal do plongée tentando deixar principalmente a personagem da Meryl Streep num foco confuso ou seja, justamente como ela, a personagem dela vivia ela que é a dona do jornal, a dona toda do jornal ela não conseguia ter voz em algo que ela de fato é a dona então por mais que você soubesse que ela estava ali naquela cena naquela sala e naquela cena de fato ela não conseguia ter voz após né alguns acontecimentos que não vêm ao caso comentar apesar de ser a historia real, a câmera desce, ela sai lá de cima, ela desce direitinho entrega e aí sim contra-polngée, são dois contra plongée que eu destaco você vai perceber que é quando: um eles recebem lá um envelope. . .
o envelope não, eles recebem umas caixas, um contra- plongée que lembra inclusive com o de Tarantino e mais à frente quando os jornais são distribuídos pelo personagem do Tom Hanks e a gente tem um contra plongée que define poder, ou seja agora aquele pessoal ali está empoderado, detém o poder sobre a situação que é algo muito discutido no filme o filme tenta discutir: um, o poder da imprensa perante a política sobretudo perante uma política complicadíssima que foi a do Nixon dois: a liberdade de imprensa em si que é o pouco, é o mínimo que se pode esperar desse tipo de filme coisa que acontece lá no spotlight também e 3 é a relação financeira uma relação muito difícil muito complicada de se lidar que é a relação do comercial e do editorial. Eu vivo em jornal já são 11 anos aí trabalhando com uma empresa que tem um jornal ,. .
. é esse debate editorial e comercial é constante e o filme mostrou isso perfeitamente bem eu gosto como o filme vai ganhando força os personagens vão entrando e quanto e eles não vão esquecendo os personagens, entra um repórter, entra outra outra, entra outros todos que vão entrando vão ganhando força na trama e vão ganhando cada um seu momento a esposa do personagem do tom hanks, que é vivido pela fantástica sarah poulson fantástica a Sarah Poulson, até ela tem o seu momento por mais que ela seja um personagem terciário na trama e ela quem se comunica com a gente é quem mostra o quão é difícil para uma mulher que está em meio a vários homens, principalmente naquela época, tomar uma decisão e tomar certas complicadíssimas decisões seja comercial ou editorial a fotografia do Kamisnky ainda, não posso deixar de falar foca muito nos óculos, principalmente nos jogos da personagem de meryl streep para tentar fazer essa relação eaí de que quem vê de fato é o olho ou osóculos como se os óculos fossem a apresentação do comercial, né algo que está à frente da verdade e o olho é a busca pela, por essa verdade em si será que dá pra conviver com os dois olho e óculos?