O que que você queria ser? Raymond Carrassel. A pergunta Raymond é o que você queria ser.
Responde Rond. Veterinário. Veterinário.
Quando você entrou nesse mercado, o que que você queria ser? Vamos lá, cara. Que que você queria ser?
Um profissional de verdade, um estrategista que cria campanhas que vendem de verdade e transformam negócios? Ou você queria ser só o carinha que sobe anúncios? Porque eu duvido disso.
E sabe o que mais me assusta? Não é a quantidade de gente usando o termo gestor de tráfego. É a quantidade de gente que aceitou esse nome.
Gente que começou com sonho de trabalhar com criação de anúncios online, de entender o jogo da influência e de transformar negócios de verdade com isso. E hoje passa o dia subindo campanha com artezinha genérica, se matando para entregar ruas, usando uma oferta que nem acredita. Você virou Raymond.
Só que o balcão da loja de conveniência é o gerenciador de anúncios. Sabe o que que é mais insano? Esse cargo que tem gente que defende aí com tanto orgulho nem existe.
Abre aí agora o site de certificações da meta. Pode ir. Vou deixar o link aqui no comentário fixado.
Pesquisa lá. Gestor de tráfego ou tráfego pago. Achou?
Não, né? É porque não existe o termo verdadeiro é mídia paga, profissional de mídia, analista de mídia, estrategista de anúncios, gestor de tráfego. Isso foi inventado aqui no Brasil e popularizado para quem queria só vender cursinho pra grande massa.
E se você for mais um desses que vai comentar que, ah, mas isso aí é só um título, um nome, não faz diferença nenhuma. Presta atenção nisso aqui antes de comentar para não passar vergonha depois. A definição de mídia no dicionário, na comunicação, é todo suporte de difusão da informação que constitui um meio intermediário de expressão capaz de transmitir mensagens.
E na publicidade é atividade profissional que trata do planejamento de mídia e providencia a veiculação das mensagens publicitárias nos meios de comunicação selecionados. Que mais? Vou destrinchar isso tudo aqui para você.
No dicionário, tráfego significa movimentação de veículos, produtos ou pessoas. Logo, tráfego na internet é apenas a movimentação das pessoas para lá e para cá online. E o dicionário diz que gestão é ação de gerir, de administrar, de governar ou de dirigir.
Agora junta gestão de tráfego. Será que seu único trabalho é só administrar e controlar quem vai para cá e para lá na internet? Parece até que você tá trabalhando na marginal, controlando o fluxo de veículos.
Uma grande rodovia online, onde você controla o fluxo de ids e fatias de público que vem e vão. Tudo que você faz é tirar as pessoas de um anúncio e levá-las para uma página de vendas, um site, uma loja e todo o seu trabalho de estudar público, entender as pessoas e entender o que elas querem e precisam. e toda a dedicação para entender o negócio do cliente, o produto dele, o mercado para conseguir desenvolver uma boa oferta e toda a tua capacidade de desenvolver mensagens e anúncios que chamam a atenção, despertam uma emoção e ativam uma ação.
E o reconhecimento de marca, o funil, a estratégia, é só gestão de tráfego. Percebe agora que esse título te reduz a um mero operador? E é por isso que mesmo sendo bom, você não cresce, o cliente não te escuta, não te leva a sério.
O time criativo quando existe, não te respeita e o mercado te paga mal. Porque se você aceita ser chamado de gestor de tráfego e visto como cara que tem a simples função de apertar os botões para subir o anúncio, eles vão te tratar como um mero operador digital. E com toda essa evolução que a gente tá vendo nas inteligências artificiais paraa entrega dos anúncios e tudo que ainda tá por vir no futuro, o gestor nesse jogo virou simplesmente o cara que aperta os botões para subir o anúncio.
Mas nada, não tem como ser valorizado assim. Esse título foi uma prisão sem grade, uma cela sem tranca. Só que você ficou lá dentro porque era confortável, porque todo mundo tava usando, porque te fizeram acreditar que era certo.
Mas isso te custou algo, te custou visão de negócio, te custou a chance de construir um negócio do qual você não precisasse fugir depois. Afinal, até os maiores gurus da gestão de tráfego tão tentando se reposicionar, mudando a narrativa e o foco daquilo que eles mesmos criaram, tentando salvar um barco que já afundou. Raymond queria ser um veterinário e você queria ser um profissional de anúncios, mas hoje tá no balcão trocando CTR por criativo ruim, suando para manter cliente de R, quem sabe de R$ 800 por mês.
Então, precisa estudar mais. Estudar mais ou prefere morrer? Não, por favor.
Prefere morrer aqui de joelhos nos fundos de uma loja de conveniência? Não, não, não. A pergunta que o Tyler fez pro Raymond, eu faço agora para você.
O que você queria ser? Comunidades, eventos, lives que viram aulas de horas infinitas. Você comprou cursos, mentorias, entrou achando que ia aprender a dominar o jogo, mas no fundo só aprendeu a subir campanhas de forma robótica.
te ensinar a pilotar uma máquina que hoje tá sendo pilotada pelas inteligências artificiais. E o pior de tudo, nunca te ensinaram a pensar. E aí, de repente tudo muda e você não tem mais resultado.
Então, o que precisa fazer? Comprar outro curso, renova a comunidade por mais um ano, só que continuam te ensinando a operar. Nunca como enxergar.
Você vira uma sequência de play em videoaula, copola de estratégias que nunca funcionam num ciclo infinito de promessas e fórmulas mágicas. Parabéns, você virou o Raymond no digital, trabalha no balcão do gerenciador esperando alguém que vai te dizer o que fazer ou esperando o cliente reclamar dos seus anúncios que não estão dando resultado para ele, mesmo você se esforçando tanto. Será que isso é justo?
Era isso mesmo que você queria? E agora senta aí e se prepara porque essa parte vai doer. Isso não foi acidente, isso foi estratégia.
Os mesmos que popularizaram esses rótulos limitantes e até pejorativos do ponto de vista profissional, são aqueles que ganham dinheiro te mantendo assim. Você acha que eles querem que você seja um profissional completo? Claro que não, porque esse não precisa comprar 20 cursos.
O profissional de verdade que conhece fundamentos não é escravo de comunidade e não precisa comprar um novo curso toda vez que a ferramenta atualiza. Eles querem que você se sinta incompleto para continuar comprando e dependendo, aprendendo num ciclo infinito, sem nunca conseguir aplicar. E sem perceber, você tá imerso em lives de 2 horas refém da próxima dica, do próximo hack.
E aí você falha, a culpa é sua. Você não aplicou direito, faltou consistência. te vender uma ilusão, mas o conteúdo deles nunca foi feito para você performar, foi feito para reter.
Te transformaram num cliente eterno e ainda te fazem agradecer por isso. E assim você fez como o narrador do clube da luta, o Jack, frequentando os grupos de apoio, fingindo ter alguma doença só para se sentir parte de algo. E aí você ficou preso num jogo de pertencimento, achando que tá no meio de dezenas de milhares de pessoas, ia te levar para algum lugar diferente.
E o teu investimento de tempo, de dinheiro, virou um crachá, um símbolo, uma prova social. Mas e a transformação real? Essa você que lute.
Você não é seu emprego, não é o que tem na carteira, não é seu uniforme. Você é a merda do mundo que faz tudo para chamar atenção. Você não nasceu para operar botão.
Não é roas de campanha ruim. Não é um panfleteiro digital. Não é um rótulo desvalorizado.
Você é a do cara que transforma negócios com seus anúncios. Mas vai ver que sou eu que tô maluco e o mundo é dos apertadores de botão mesmo. Mas talvez ainda dê tempo de assumir o seu lugar, de ser quem você sempre deveria ter sido.
O mercado não precisa mais de um mero executor, precisa de um profissional que entenda a ciência da publicidade, a psicologia da atenção, de despertar desejo através de uma narrativa e de conectar pessoas e negócios. Profissionais assim não negociam preço, eles definem valor. Você precisa destruir esse rótulo de gestor de tráfego, literalmente riscar da bill, apagado o LinkedIn, corrigir quando alguém falar, porque cada vez que você assume esse título, você tá assinando um contrato com o medíocre, tá se autorreduzindo a uma simples peça no tabuleiro quando nasceu para ser quem domina o jogo.
Mas eu não tenho todas as respostas para você. Muitas delas você vai ter que encontrar sozinho. Eu encontrei o meu caminho, um caminho fora da caixa, fora do sistema.
E não, eu não vou te vender nada aqui. Se quiser, você procura meus links, estão por aí, mas saiba que você não tá sozinho. Eu também acreditei nessa farça por muito tempo, mas quando você acorda, nunca mais dorme do mesmo jeito.
E é por isso que eu tô aqui, não para tentar te vender a saída, mas para te mostrar que ela existe. E quer saber a real? Ao invés de gastar quase R$ 2.
000 comprando curso ou treinamento, vai lá e estuda os treinamentos gratuitos da meta e aprende o que ainda resta da parte técnica na fonte oficial e pega toda essa tua grana e investe nos melhores livros sobre comportamento humano, publicidade, psicologia de consumo, copywriting, persuasão, narrativa e devora eles e aplica tudo que você aprender. Essa é a base da transformação real. Aí eu tenho absoluta certeza que você vai ser um profissional muito melhor do que todos lá fora.
Agora pode até me criticar aqui nos comentários se você quiser, mas faz isso que eu te falei e daqui um ano você volta aqui para me agradecer. Eu acabei de implodir essa ilusão para você. E agora, toda vez que você ouvir gestor de tráfego, você vai lembrar desse vídeo.
E se sorrir, é porque finalmente você acordou. É, mas deixa eu falar, Marla. Olha, olha para mim.
Eu tôém de verdade. Confia em mim, tudo vai ficar bem. [Música] for me [Música] some you Thank you.