o Olá se você não me conhece sou Professor Doutor Victor Hugo Alves okazaki e na aula de hoje nós vamos trabalhar com as teorias de processamento de informação ou com abordagem de processamento de informação que pensar ao teoria de por cima informação horário próxima informação ela é uma teoria que tenta explicar como nós regulamos o movimento humano e essa vai ser basicamente a nossa questão principal se ao findar das aula você conseguir responder essa pergunta como nosso controlámos o movimento humano a partir da abordagem para cima de informação eu na minha função aquele professor já
vou ficar plenamente satisfeita Mas vamos perceber que algo não tão simples e respondido mesmo dentro dessa abordagem é uma complexidade grande para o entendimento desse paradigma Mas é uma abordagem muito interessante do ponto de vista de algumas teorias que nos auxiliam também entender processos não só de regulação do movimento Mas também de aprendizagem como efeito da interferência contextual nós vamos deixar essa parte de aprendizagem na para frente para outros vídeo os módulos dos conteúdos eu nesse momento vamos focar como o nosso controlámos o movimento humano eu posso tentar responder essa pergunta de como nosso controlámos
o movimento humano a partir de pelo menos duas abordagens hoje eu vou dizer assim que nós temos duas principais correntes e nível de graduação ou trabalho basicamente com essas duas correntes ou abordagens e teorias cognitivas que alguns autores preferem chamar que é justamente essa abordagem de processamento de informação mas há uma concorrente muito forte tem ganhado um um grande número de seguidores digamos assim um grande número de pesquisadores sempre queria trabalhar na outra corrente que abordar a gente sistemas dinâmicos alguns autores chamam de teorias estéticas Mas como eu falei no Livro de pós-graduação A gente
trabalha com mais outras teorias explicativas também então entre aí o conexionismo que nós trabalhamos com uma lógica de neurônios redes artificiais eu penso também reservar as artificiais eu posso pensar também que ele e se ao pensar numa lógica um pouco mais estrutural junto com um viés mais matemático estatístico para tentar entender como as redes neurais trabalham para o aprendizado para o controle do movimento e eu posso ter também uma abordagem que ela é mais leva mais em consideração a questão do ambiente que são as teorias ecológicas na verdade sistemas dinâmicos ela já vaca bastante essas
teorias ecológicas e processamento de informação ela com o tempo a parte desse aspecto também do ambiente não tão bem com a própria teoria não também como sistemas dinâmicos mas cada uma tem uma característica particular aqui para nós vamos colocar nesse momento primeiro nas teorias cognitivas e então eu vou mostrar e as características principais do próximo de informação e que a gente vai tá falando de um controle mais hierárquico a gente vai estar falando de conceitos relacionados a problemas motores esquemas motores ou esquemas recordação Mas vamos pensar em uma memória que ela é mais centralizada em
o sujeito indivíduo ele é o principal ator é ele que influencia o ambiente já no outro vídeo no próximo vídeo que eu vou gravar eu vou falar sobre essas teorias sistêmicas ou nessas teorias ecológicas e dinâmicas que a sua junção resultou na abordagem na teoria de sistemas dinâmicos aí nós vamos ver uma abordagem bem diferente não eu não falo mais um controle hierárquico como nós vamos ver agora mas eu vou tá falando posteriormente no controle ter a arca e que eu vou entrar em conceitos de auto-organização estás a tratores um conceito de memória bem diferenciado
e que a lógica de uma memória distribuída e ambiente sujeito eles interagem de uma maneira que eu não eu não coloco pesos diferença entre em outro diferente apartamento de informação que o sujeito e interage com dente de autor principal vamos começar entendendo em a estratégia que utilizei é uma ordem mais cronológica para que a gente possa entender como essa teoria foi construída os autores que vão propondo e modificando as suas teorias Até que a gente tenha uma primeira possibilidade de resposta para entender como o nosso controlámos o movimento humano Então vamos lá eu posso partir
de um princípio bem simples de organização eu posso pensar que olha o cérebro ele é um organizador central do movimento Então eu tenho as informações guardadas ali e que ele vai enviar comandos motores para os meus músculos e os meus músculos simplesmente vamos empenhar aqueles comandos e na medida em que eu realizo esses movimentos eu Gero respostas e a partir dessas respostas eu tenho outro sistema não mais uma sistema excretor mas o meu sistema sensorial a minha a referência ela vai estar alimentando mais uma vez o meu cérebro com informações do que está acontecendo no
ambiente do que está acontecendo é só um movimento e a partir daí eu posso começar a pensar em como nós regulamos esse movimento humano a primeira pessoa a tentar explicar a forma com que nós encontramos movimento humano foi Adams anão Ceres uma proposta bem interessante é muito parecida com a informação que eu expliquei no slide anterior a ideia que eu tenho processador central um centro de controle e que na medida em que eu vou processando as informações nesse regulador Central Envia essas informações de neuronios eferentes para o meu sistema efetor eu realiza a contração muscular
a partir dali e o consigo interagir com o meio gerar respostas e o coelho informações agora via aferente via neurônios aferentes ou seja essa fundo da minha ferência do meu sistema sensorial e eu utilizo novamente essas informações Esse é um exemplo de utilização de feedback tem uma grande importância que a vamos traz a justamente mostrar o quanto o feedback importante nesse processo de regulação o tomate O que é feedback nós podemos entender como feedback todo qualquer informação sensorial que é utilizada para regulação do movimento Então essas informações sensoriais nesse feedback fica esse feedback filho lado
inglês vendo alimentar back do retorno para trás voltar algumas pessoas têm traduzido como retroalimentação na você alimenta o sistema com alguma informação novamente então a ideia que eu Feche esse circuito por isso que o aluno chamou isso de teoria do circuito fechado e teoria do circuito aberto aí deve quando eu consigo realizar um certo movimento e as informação ela é em há tempo hábil para que essa informação ela retorne para alimentar o meu sistema Então eu tenho uma regulação do movimento que está sendo feita basicamente por meio do uso feedback eu nesse momento estou me
movimentando Estou colhendo informações eu uso essas informações para ele Corrigindo o meu movimento e assim eu vou seguir uma estratégia de controle em que o feedback e torna-se o o pau durante esse processo de regulação do movimento mas não aspecto mais importante do que mostrar o uso do feedback sempre por Adams é mostrar aqui olha o movimento ele pode ser feito também na ausência do feedback sensorial que a justamente o que está expresso nesse slide aqui em que eu tenho também servidor Central ele vai processar as informações nós vamos utilizar essas informações para estabelecer o
nosso plano de ação aquilo que a gente quer realizar de repente eu mando esses comandos lá para o sistema efetor tão os músculos vão contrair e vão realizar aquele padrão de movimento que eu desejo só que em algumas situações Então apesar de informação sensorial a nossa frente estar ali presente nosso sensorial tá colhendo essas informações ao tempo todo eu não tenho tempo hábil para corrigir o movimento quando eu tenho essa situação eu falo que eu tenho controle Via circuito aberto e pare ali no esse caminho do desenho que eu coloquei para vocês que você não
fecha esse circuito por e são a nós não temos tempo hábil de retomar essa informação e realizar a correção a partir daí a gente começa a entender os processos bem interessante são primeiro eu posso utilizar o feedback algo muito simples eu vou realizando o movimento ou colhendo informações e vou corrigindo mas reparem que eu tenho uma situação na qual eu vou ter que estabelecer antes aquilo que eu quero fazer manda os comandos para os músculos eu não vou ter a possibilidade de corrigir os movimentos nisso Adams ele conseguiu demonstrar que olha eu consigo comprovar a
existência dessa situação na qual realiza o movimento sem necessariamente eu ter a presença do feedback não posso realizar ter dado sustentação pelo menos a partir de três fontes diferentes dão primeiro em capacidade e correção de movimento de curta duração você já devem ter reparado que a movimentos os quais quando iniciados ainda que acontece uma perturbação alguma coisa diferente ali no meio do caminho quando e esse ou esse movimento você não consegue mais freá-lo eu coloquei algumas imagens ali como exemplos vai realizar um saque no voleibol na medida em que você já começou a realizar o
balanço para frente do seu braço para contactar a bola vocês não consegue mais frear o movimento se você simplesmente soltou aquela Flash ali nascer tarefinha do desenho que eu coloquei ao lado de arco e flecha você Soltou o seu dedo você não consegue voltar mais para segurar Flash Então você faz o resto muito rápido a mesma coisa no balanço no saque de tênis e outro exemplo talvez você que mais fácil para nós aqui no Brasil Você tá jogando bola de repente você recebeu aquela bola está só você e o goleiro você arma aquele balança para
trás faz o seu contra o movimento para realizar o chute de repente no que você vai soltar a bola vem aquele zagueiro por trás só dar aquele toque na bola você não consegue você precisa até percebe que a pessoa ver e tocando a bola Mas como você já iniciou o balanço para frente para tentar realizar o chute a mente não toca na bola porque ela foi desviada e você passa né gente brinca que você passa ali chutando vento e olha que interessante o fato de você às vezes não contactar a bola faz até que você
disse estabiliza e caia né bola um objeto assim tão leve a 450 G 650 G uma bola de futebol de campo aproximadamente mas simplesmente o fato de você não fosse conta para a bola você acaba até caindo estabilizando o seu movimento Então nesse exemplo você precisa até percebeu que o zagueiro está chegando deu o toque na bola Mas você já está realizando o balanço do chute você simplesmente não consegue mais esfriar esse movimento então a gente percebe que esse Essa é uma das formas a gente mostrar que existe o controle Via circuito aberto então nós
temos uma incapacidade de correção de movimento de curta duração você já programou esse movimento você não consegue reprogramar ele porque ele é muito rápido então a informação de feedback está ali mas você não tem tempo hábil para utilizar esse feedback uma a oração é o controle motor na ausência de feedback sensorial aquilo que a gente vai chamar de desaferentação que pode ser estrutural ou funcional e o outro os movimentos eles podem ser estruturados antes de seu início aquilo que a gente vai chamar de uma pré-programação eu estabeleço o meu plano de ação antes do início
do movimento eu vamos ver agora esses outros dois exemplos aqui que eu estava comentando tá então o primeiro deles é essa questão de você pré programar um movimento Olha que interessante tá esse experimento esse experimento foi feito assim a tarefa era uma tarefa simplesmente de extensão de cotovelo a pessoa que realizar o movimento de extensão de cotovelo o mais rápido possível só que nessa tarefa era feita da seguinte forma a pessoa segurava o a manopla e ela tinha que mover essa manopla alavanca no comando do avaliador o mais rápido possível para frente realizando várias vezes
essa extenção várias vezes essa extenção só que numa determinada situação sem que o avaliado soubesse o eu apertar um botão e Simplesmente travava a pessoa tentava realizar um movimento e aquela tentativa era bloqueado tem o que que nós temos aqui olha que que bacana os gráficos para exemplificar isso aqui nós temos um gráfico que mostra justamente uma tentativa na situação normal que essa linha mais escura e uma tentativa na linha na posição bloqueada que essa linha mais clara e o que que são esses dados que que tá sendo mostrado aqui isso aqui é uma análise
eletromiográfica que tem uma análise eletromiográfica colocam-se pequenos eletrodos na musculatura agonista que no caso quem faz a extensão do cotovelo nosso tríceps Então você coloca ali alguns eletrodos na porção do tríceps e a gente coloca também na musculatura antagonista na musculatura do bíceps e pede para pessoa realizar esses movimentos e você analisa ativação elétrica do músculo Esse é um dado muito interessante para a gente saber que músculos estão ativos que músculos estão oi Sandro a intensidade que esses músculos vão está contraindo e nesse caso como a movimento rápido movimento balístico movimento de potência é comum
a gente encontrar um padrão com eles aqui que é o que a gente chama de um padrão trifásico você tem primeiro uma ativação muito forte da musculatura agonista depois reparem né que a musculatura antagonista de musculatura flexora ela tem um tipo de ativação e na sequência você tem outro berço de ativação que é da musculatura agonista Então esse perfil agonista antagonista agonista cria esse padrão trifásico que o nosso Amamos de realização do movimento Você pode me perguntar mas é porque nós temos a musculatura antagonista no meio da contração realizando uma certa ação eu não devia
ter simplesmente a ação da contração agonista na verdade esse mecanismo de proteção que o nosso músculo tem-se apenas a musculatura agonista realizasse essa ativação Possivelmente a gente é sobrecarregar muito o som do cotovelo nesse processo de frenagem no movimento Então esse é um padrão que ela comum é o que nós chamamos de co-contração tá ao realmente essa contração ela é modificada ela pode ser diminuída em função de Treinamento Existem algumas patologias em que essa como ficou contração ela mais evidenciada mas vamos deixar isso para um outro momento parece-me cá e conversar aqui eu quero mostrar
o seguinte quando eu olho para esse padrão trifásico da condução normal em que aconteceu movimento Ele é bem característico a gente verificar ele agonista antagonista e agonista e olha que interessante mesmo numa situação em que o movimento não ocorreu simplesmente braço foi bloqueado lá pela manopla que foi travada pelo experimentador Eu também observo um padrão trifásico Então eu tenho o berço de ativação agonista tendo antagonize tenho novamente do agonista e que vai ser uma pequena diferença ali das dessas desenhos esses dessas montanhas desses Picos acontece assim isso é normal a fotografia eletromiografia um dado muito
variado a muita variabilidade nos próprios dados eletromiografia ainda que fossem tentativas muito parecidas toda a questão de da situação que acontece movimento a gente já tem um certo grau de variabilidade mas o padrão de movimento de ativação é o mesmo não reparem lembre que eu estou falando de uma situação na qual o movimento não ocorreu o movimento ele foi bloqueado então experimentador apertou um botão não aconteceu o movimento mas o padrão de ativação foi exatamente o mesmo do que aquele verificado na situação que movimento ocorreu que nós podemos tirar de conclusão aqui então o que
esses avaliadores que ele mostrar é que olha ainda que o corpo não realize o movimento Eu tenho simplesmente um sinal que enviado de cima para baixo aqui entra justamente nos aspectos muito característicos dessa abordagem do processamento de informação que é a forma de organização hierárquica nós temos alguém quer é importante que vai delegar que vai processar as informações e nós temos alguém que é menos importante que na verdade é subordinado vai simplesmente desempenhar aquelas ações Então nesse experimento a gente consegue verificar esse uma maneira bem clara simplesmente nós temos os níveis superiores de controle que
vão elaborar vão estabelecer o que é para ser feito e o comando enviado de cima para baixo. O sistema vetorh deve simplesmente desempenhar reparem que quem estava lá em cima esses níveis superiores para sua informação se que levem em consideração Como está o nosso sistema efetor a ideia que é tudo organizado no meu central e Esse comando é enviado para baixo para ser desempenhado isso é o que é demonstrado nesse experimento uma outra forma da gente demonstrar que olha nossa podemos controlar o movimento na ausência de feedback sensorial é aquilo que a gente chama de
desaferentação desafio enfrentar desaferentaçao aferência não se informação sensorial então e retirar a informação sensorial eu posso eliminar a retirar essa informação sensorial de duas formas tá de uma maneira transitório que a gente mude funcionar ou de uma maneira definitiva não sei quem já teve a experiência vezes passar por um processo cirúrgico em que você tem que anestesiar alguma região do seu corpo você já deve ter vivenciado essa situação Eu por exemplo fiz já extração de alguns lentes tive que os aparelhos durante muito tempo já retirei Sisu E durante aquele processo você simplesmente anestesia parte da
boca é feita a extração dos dentes e você não sente nada daquela região né aliás eu lembro de algumas dessas situações e que eu fiz a retirada de alguns lentes e quando eu ia comer eu acabava até mastigando parte da da boca né parte dos lábios podia ter machucando Ou seja você consegue movimentar sempre de beck você não sente nada mas você consegue movimentar obviamente não da mesma maneira como você tivesse feedback então a ideia Ah tá bom uma outra forma muito comum da gente demonstrar a nossa alimentação funcional talvez você já deve ter vivenciado
também é aquele que a gente chama de poucos ia quando você faz uma restrição vascular então eu tenho um hábito não muito bom de dormir por exemplo sobre o meu braço né então quando você dorme sobre seu braço se você ficar muito tempo com a perna cruzada sentado você acaba fazendo uma constrição dos vasos sanguíneos que acabou por não alimentar muito bem a gente Diminui um pouquinho esse fluxo de sangue que vai para musculatura isso causa aquela sensação de formigamento que a gente vi várias vezes em que eu acordo com meu braço né ele fica
meio mole parece que ele fica meio solto você movimento você não tem muito bem aquela informação sensorial essa restrição vascular ela causa também essa situação tá então é uma forma um exemplo de desaferentação funcional ainda que você não tem essa informação sensorial você receber por exemplo anestesia na mão no seu eu não senti a informação mas ainda que ela não esteja presente e você consegue realizar o movimento essa ideia e nós temos casos de desaferentação estrutural e tem algumas situações vou até depois comentar alguns experimentos feitos com modelos animais em que você retire essa informação
à frente e após essa infecção desses neurônios aferentes ou sistema efetuará ainda pode estar funcionando realizando os movimentos Obviamente você não tem mais a possibilidade de uso do feedback a qualidade do movimento ela é comprometida não é exatamente igual esse movimento Mas é possível realizar movimento sem o feedback sensorial então com base nesses três aspectos levantados Mas conseguimos entender que olha nós conseguimos realizar movimentos na ausência de feedback sensorial O magma ele passa algumas informações que dependendo dos tipos de habilidades motoras nós temos algumas características em que o feedback a não ser maior e uma
importância menor então ele destaca ali habilidades finas de controle do lado de força e habilidade de longa duração o feedback ele tem uma importância maior tem mais dependência dos o feedback para desempenhar dessas habilidades e já para habilidades mais globais cíclicas locomotor as habilidades com forte componente na É verdade de curta duração feedback a ter uma importância um pouquinho menor novamente a questão diretrizes bem Gerais a gente conseguiria pensar em várias situações que poderiam ser sessão para isso que Magnum nos coloco tudo bem mas bom eu expliquei para vocês que o controle do movimento ele
pode ocorrer com base no que tiver sensorial ou sem esse feedback sensorial a partir dali a gente tem que entender como é que esse fluxo do processamento de informação como é que você puder processado como a gente vai utilizar essa informação de feedback como é que a gente lidar com essas informações para conseguir regular e controlar o movimento humano e esse modelo bem simplificado para a gente tentar entender essas etapas ou os outros colocam como estágios e processamento de informação da lógica que o ambiente ele vai me alimentar com as diferentes naturezas de informações sensoriais
então nós captamos essas informações então nós temos aquele aprender estágio é chamado de identificação deste me esse estímulo é captada por receptores específicos ele já é interpretado ou seja se transforma em percepção e na sequência a gente seleciona a resposta então eu tomo a minha decisão do que eu quero realizar em função das informações que meio ambiente me trás na sequência eu vou programar essa resposta e se programar a resposta eu já saio um livro simplesmente daquilo que eu quero fazer e eu já tô transformando essa minha intenção no movimento Isso é o que a
gente vai tá chamando de programação de movimento que depois a gente vai associar vai remeter a lógica do conceito mais importante que nós temos aqui que é o de programa noturno nós vamos deixar um pouco mais elaborado e sistema tá então o Teixeira eu já começa a deixar esse tema mais interessante porque ele começa a colocar outros exemplos em que ele aumenta o nível de análise e a gente a começa entender modelos por exemplo atencionais Associados a essa estrutura de processamento de informação da nós temos o que que mudou de slide anterior para esse primeiro
aspecto nós temos ali os níveis atencionais não tem um nível pré-convencional tem um nível atencional e tem um nível subir atencional o que que esse nível pré atencional esse nível pré-convencional ele é um nível em que as informações estão sendo processados ali mas você não está percebendo essas informações Olha que interessante vou dar um exemplo para vocês o nosso sistema sensorial ele tá capitando basicamente uma quantidade de em contável talvez infinita de informações a gente não consegue pode ficar quantas informações no sistema sensorial está captando nesse exato momento mas você não percebe isso é um
nível pré atencional eu vou dar um exemplo para você até eu falar você não estava percebendo a sola do seu pé em contato com o chão ou com calçado você está utilizando a medida em que eu falei isso você automaticamente direção a sua atenção para os seus pés e você começou a perceber o contato do seu pé ou com o chão ou com esse calçado você está utilizando então repare que essa era uma informação que estava sendo processada no nível pré-convencional mas que o seu foco de atenção ele não estava direcionado para a sola do
seu pé Então esse é um exemplo eu costumo comparar a esse nível pré atencional com aquela memória virtual que nós temos um computador então quando você liga o computador Ele carrega vários softwares Ele carrega todo o sistema operacional e muita informação às vezes um software que você nem está utilizando no seu computador está sendo processada no segundo nível então você não vê mas tem alguns pacotes de software que você vai instalando no e ele vai deixando seu computador mais lento porque na verdade Toda vez que você liga o seu computador ele é pré carrega alguns
aplicativos alguns softwares para que quando você clica nesse software e abra rapidamente e trabalhe rápido então é por isso que quanto mais tempo você tem um computador mas só fez você vai instalando ele vai ficando mais lento tanto para carregar o sistema operacional até para trabalhar porque na verdade isso tudo vai consumindo memória de trabalho memória virtual do seu computador então eu faço essa associação entre esse nível pré-convencional com essa memória virtual com nós temos em um computador nesse nível pré-convencional é o nível que vai funcionar basicamente não sistema sensorial sistema sensorial está colhendo essas
várias informações eu colhi essas informações do ambiente isso depois é mandado para o nível atencional aí Aqui já é diferente você está com a sua atenção direcionada para algumas informações então quando eu falei do exemplo de sentir a sola do seu pé em contato com o calçado o consolo é que a gente está falando de aço do seu direcionamento Voluntário da atenção você percebe aquilo você está interpretando aquela informação você direcionou para que ela com sensorial a sua atenção posteriormente eu vou para viver o sub atencional e que acontece a coordenação do Movimento em termos
explicação e vou subir tencionar muito parecido com analogia que eu fiz na memória virtual entre algo está sendo processado num nível também em que ele não é totalmente voluntário no sentido de você perceber e como se encontrou aquelas informações aquelas informações são processadas também no nível secundário mas ocorre um certo grau de atenção também por processar dessas informações e acontece a coordenação que que essa coordenação eu tô transformando Aquela minha intenção que eu quero fazer em uma linguagem que a minha musculatura possa entender é que eu tô falando uma linguagem eletroquímica os meus músculos trabalham
socialmente com impulsos nervosos e enviá-los por meio de neurônios efetores tão isso está ocorrendo esse grau de de processamento de informação está ocorrendo nesse nível subir atencional que é chamada de coordenação e posteriormente passou para esse estágio de coordenação Então essa informação está indo para os meus músculos os meus músculos Daí vão desempenhar essa ação de acordo com aquilo que ele estabelecida de acordo com as informações que o ambiente alimentou meu sistema e por aí vai nós vamos deixar esse fluxograma entender esses estágios e para sua informação um pouquinho mais interessante é tão o Teixeira
ele monta esse outro sistema que ele é bem bacana não muda muito do slide anterior basicamente o que tem de mudança é apenas os Loops de feedback então eu tenho Lar informação ambiental essa informação é colhida no nível subpref Nacional lacuna no sistema sensorial a alta no nível pré-convencional cole as informações a essa informação vai para um nível atencional que a percepção a percepção e interpretação das minhas informações sensoriais então o interpreta entendo cada com sensorial aí o programa esse movimento eu vou tá escolhendo programa motor que eu quero para realização aí eu faço essa
informação daquilo que eu quero fazer para o nível de coordenação em que isso tudo é organizado em termos desses comandos para que a musculatura possa realizar o movimento e isso é feito no nível subir atencional e na sequência enviada para o meu sistema muscular desempenhar as ações e daí o meu sistema muscular ele vai fornecer um feedback para alimentar novamente no sistema sensorial naquele Loop é muito grande vou tomar para esse nível atencional pelo meio da minha percepção passa pela programação e coordenação e o fecha esse look grande o diferente dessa desse slides para o
slide anterior é que eu tenho um pequeno núcleo um pequeno circuito que é feito ali que é do nível subir atencional do meu estágio de coordenação e daí vai para o meu sistema muscular e dali direto do meu sistema muscular eu já alimento novamente no sistema sensorial o Schmidt ele chama esse circuitos de R1 e R2 são reflexos mais rápidos assim colocar os Tá o que que essa informação que às vezes já consegue corrigir o movimento mas uma maneira muito rápida que nem passa por um nível atencional um exemplo aqui é o reflexo de fuso
quando você tem alguns pré-estiramento da musculatura você já tem na verdade uma correção eo nível medular em que o sistema vai fazendo uso nesses pequenos reflexos difusos para auxiliar na correção do movimento vou dar um exemplo e para vocês lá no finalzinho dessa aula de processamento de informação Tá bom mas eu quero destacar aqui é todo esse caminho do processamento de informação Então esse é o professor uma final que a gente vai ficar para ilustrar todo esse percurso que a informação vai vai percorrer e os estágios diferentes estágios em níveis atencionais que essa informação vai
passar tem o coelho informação pelo ambiente Isso vai ser interpretado analisado percebido lá no nível atencional Daí depois passa para o livro de programação Vou estabelecer aquilo que eu quero fazer selecionar o programa motor Depois envia essa informação para o nível subir atencionais que eu vou coordenar organizar aquelas informações transcrever para uma linguagem que musculatura consiga interpretar e utilizar e na sequência um dos músculos vão estar realizando aquele movimento e deu retro alimento meu sistema por meio de feedback nesse look grande que eu passo novamente para nível perceptivo e pelo pequeno em que eu passo
por níveis mais diretos ali Sul bom então essa ideia é seu esquema Central que nós temos para esse fluxograma a partir dali a gente poderia se perguntar tá tranquilo eu tenho a possibilidade de controlar o movimento analisando esse fluxograma por meio de feedback em que eu vou alimentando o sistema corrigindo ele esteja nesse loop grande atencional no look pequeno em que alguns reflexos o me auxiliando diretamente nessa correção mas aí eu me perguntar mas como é que movimento pode ser controlados sem feedback porque para e pensa necessariamente se eu vou realizar um movimento e eu
tenho feedback tudo bem Toda vez que eu vou errando eu consigo corrigir o meu plano de ação e consigo ir alternando esse movimento então entendeu o controle do movimento a partir do uso que tiver que algo relativamente simples é até o que o pessoal da robótica tem muito utilizado para criar esses robôs que tem uma certa Independência em termos de movimento é mas quando eu penso uma forma de controle sem o feedback sensorial aí a coisa fica mais complicada porque se eu vou realizar um movimento sem o feedback sensorial eu tenho que necessariamente parte do
pressuposto de que alguma estrutura do movimento ela Já exista antes da sua realização Então tem que pensar que alguma informação que armazenada relacionada às características do movimento para que eu possa desempenhar o senão não tem como realizar um feedback sem não tem como realizar o movimento sem o feedback sensorial necessariamente Eu precisaria ter esse feedback para poder realizar o movimento mas como eu mostrei pra vocês a gente consegue realizar o movimento sempre de Betty sensorial então há uns Faltou um certo como sempre ficamos certo Guetta e uma lacuna para gente pensar de que eu só
conseguiria realizar o controle do movimento humano sem o feedback sensorial se eu tiver uma estrutura que armazene esse movimento nisso e vem um cara chamado Kylie em 1968 que traz a proposta para tentar sanar essa lacuna esse GAP Zinho que nós temos aí antes e depois essa explicação e dessa proposta do Adams então o que que vi nos traz que ele faz seguinte Olha nossa para que a gente consiga realizar o movimento humano na ausência de feedback sensorial necessariamente eu preciso ter uma representação central do movimento e nem se surgisse conceito muito importante é o
conceito de programa motor que que é programa motor série de comandos motores gerados no nível superior de controle que permitem a realização de ações motoras coordenadas na completa ausência de feedback sensorial são a ideia de acordo com Kimi é que nós conseguimos armazenar vários comandos motores tão consigo especificar todos os detalhes do movimento da contração muscular daquele que eu quero realizar esse isso tudo a fazer nada no nível superior de controle não possa estabelecer tá lá no meu corte aqui no motor é por exemplo e esses comandos por si só eles seriam capazes de permitir
a realização das ações motoras coordenadas sem o feedback sensorial então consigo pensar naqueles três exemplos que eu falei de movimentos rápidos movimentos para programar a luz em situações a fermentação tudo isso eu consigo justificar por meio da existência dos programas motores tá Então esse foi o primeiro passo para a gente fechar essa lacuna e Teoricamente somente com esse conceito de programa motor aquele fluxograma anterior que mostrei nós conseguimos tem uma resposta assim razoável para tentar explicar como movimento humano é controlado eu poderia explicar tudo aquele fluxograma da utilização dos feedbacks os estádios associar aquele estágio
programação esse conceito de primeiro motor e Teoricamente eu teria a primeira possibilidade de e para pergunta inicial da nossa aula como nós compramos um movimento humano mas perto dessa década aqui de 60 mas efetivamente década de 70 e mais forte na década de 80 vários pesquisadores começaram a questionar essa proposta colocada porque ele será que essa lógica de programa motor estabelecida porque ele efetivamente consegue explicar tudo a regulação do movimento humano Será que não tá faltando nada será que ela não tem limitações não vão parar para pensar ele tá colocando que olha nós armazenamos todas
essas informações sensoriais por meio de comandos então todos os comandos todos os detalhes do movimento necessariamente armazenados centralmente é isso que ele tá colocando e daí esses autores olharam para essa definição pensaram bastante e começaram a questionar e apareceram alguns problemas tá então da pergunta que eu coloco Será que essa proposta já eu não postei alguma limitação Será que a gente efetivamente conseguiria armazenar todos esses comandos todos esses detalhes do músculo Será que não tá faltando alguma coisa mais aí o Será que ela consegue contemplar todas as situações por exemplo variações relacionadas ao ambiente um
ambiente não é um grande o modelador da regulação do movimento Será que a gente conseguir entender por exemplo aspectos de assimetria de desempenho aprendizagem Então os autores de outras abordagens obviamente não estavam tentando derrubar essa abordagem essa teoria para procurar sua então eles questionaram muito muito muito essa primeira proposta do Chile nisso a gente poder levantar pelo menos cinco grandes problemas alguns autores não trabalhar em três alguns autores em quatro eu trago uma proposta com cinco problemas que eu vejo dessa abordagem é o primeiro deles é a questão da complexidade o seu estabeleço o que
todas as informações elas são armazenadas lá no programa motor por exemplo um movimento que eu faço uma ação que eu faço a tem que armazenar todos esses detalhes eu tenho que lembrar que a uma especificação individual de um sistema excretor com inúmeros componentes ou seja o nosso corpo não é um sistema simples são muitos elementos para serem controlados a complexidade era muito grande pensa que quando você se movimenta por gente só realizar alguns movimentos ali com as mãos com os dedos quantos grupos musculares não estão sendo controlados Esse controle é um controle simples como a
tomada e interruptor que você liga e desliga ele na verdade um sistema de controle que você tem diferentes graus de contração muscular que você pode realizar o time entre as ações a coordenação ínterim tra músculo Inter segmentos ela é muito variada então é muito complexo dizer que a gente consegue armazenar todos os detalhes dessa regulação e de movimento o autor um talvez não é alvo tão fácil da gente entender outro aspecto capacidade de memória Então como é que a gente conseguiu registrar todos os detalhes do movimento lembra e nem faça uma analogia com o computador
quanto mais informação você tem para ser armazenada Então você fala que ele vai armazenar todos os detalhes do movimento tudo que cada músculo tem que fazer o time em todos os detalhezinhos então é muito informação Teoricamente a quantidade de memória ter que ser basicamente infinita pense que para cada variação de ação Teoricamente você teria um programa motor novo então se eu perguntar para vocês quantas ações motoras um ser humano é capaz de fazer a gente não consegue nem quantificar isso com Teoricamente você precisa ter memória infinita para armazenar armazenar todas as suas possibilidades de movimento
então entre um outro problema muito sério que é relacionado à capacidade de memória e na sequência aparece um outro problema que é variabilidade condicionada ao contexto que que essa tal de variabilidade condicionado ao contexto relação variável entre comandos motores e movimentos produzidos Eu gosto de brincar com os alunos de graduação que eu faço uma pequena aposta com ele sem aula quando a gente a inflação presencial e eu brinco com eles a seguinte maneira Olha eu consigo usar fio eles é inseguro só para tirar um pouquinho sabe mas por exemplo ficar essa situação da validade relação
ao contexto que eu consigo por exemplo realizar uma extensão de cotovelo a invés de contrair a musculatura do tríceps que Teoricamente seria responsável pela realização contraindo a musculatura do bíceps você consegue pensar aí olha o desafio que eu tô passando eu consigo realizar uma extensão de cotovelo Se eu colocar Coloca eletrodo de eletromiografia como eu mostrei naquele experimento anterior na musculatura do bíceps e tríceps e eu a extensão de cotovelo ativando apenas o bíceps e não ativando o tríceps consegue visualizar isso lembrando né o tríceps e repuxo esse nosso Sinho que nós temos aqui que
é o olécrano para que você a gente faz uma alavanca que puxa a gente diminui essa extenção para realizar diminuir esse comprimento do músculo para realizar esse extensão o bíceps ele faz o processo contrário que me ajeitar aqui na webcam e faz o processo contrário para puxar essa o nosso braço aproximarem-se nosso braços para realizar a flexão não soube simples né na verdade bíceps braquial e braquioradial vão trabalhar nesse processo de flexão do cotovelo Mas e aí como é que eu consigo como é que você faz uma extensão de cotovelo com bíceps bom é só
você parar para pensar dependendo na verdade do grau de angulação em que eu estiver do meu cotovelo que me ajeitar com a web estou apanhando aqui deixa eu ver se eu consigo me ver é que tá bom se eu simplesmente estiver com 90 graus por exemplo de angulação do meu ombro Se eu ativar musculatura do tríceps eu vou realizar a extensão de cotovelo agora se eu tiver uma posição diferente eu tiver com 10 graus de flexão do meu ombro na verdade eu não preciso fazer uma contração de tríceps para que eu faço a extenção a
própria ação da gravidade já vai levar um abraço para baixo na verdade eu estou com traindo aqui para frear o movimento articulação flexora então se eu simplesmente deixar meu braço ver caindo na verdade eu não tô com traindo tríceps eu estou contraindo a musculatura flexora Então esse é um exemplo para mostrar que se eu pensar apenas nos comandos motores Teoricamente associaria sempre a extensão do cotovelo a ação do meu tríceps mas eu estou mostrando para vocês que quando e externas atuam e no nosso corpo no movimento na verdade a gente pode ter diferentes padrões de
contração muscular para a realização de um mesmo movimento eu acabei de dizer para ficar para você esqueceu simplesmente mudar a angulação do meu ombro eu posso fazer uso da ação da força da gravidade e utilizar um outro comando motor para realizar um movimento de extensão de cotovelo que é diferente daquele que tradicionalmente a gente falaria né o contrário três simples e fácil extensão de cotovelo então a ideia que é que dependendo do contexto dependendo da variabilidade ou seja das diferentes situações que contexto coloca sobre nosso corpo eu vou ter que realizar um diferente padrão de
contração muscular para gerar um certo movimento Ou seja eu preciso necessariamente levar em condição as variações relacionadas ao contexto para explicar o controle motor não posso simplesmente falar que algo é enviado de cima para baixo em termos um comando a desconsiderar o contexto no qual aquele sistema está inserido Então esse é um problema relação a levar habilidade condicionada ao contexto ainda olha que interessante tem um outro ponto ali aprendizagem de novos movimentos nunca antes realizados eu falei para vocês que para eu realizar o movimento na ausência de feedback sensorial eu necessariamente preciso de uma estrutura
pré-estabelecida certo senão não conseguiria realizar esse movimento Mas se eu tenho uma estrutura pré-estabelecida então Teoricamente informação já está armazenada eu só vou reproduzir aquilo que eu já tenho em termos de repertório Então como é que eu consigo pensar que Nós aprendemos e como ocorre a aprendizagem então Teoricamente dentro dessa perspectiva de Kylie aprendizagem não ocorre porque a gente só reproduz aquilo que a gente já faz aquilo que a gente já tem armazenado então aqui entre um outro por uma sério aquele conceito anterior do que ele não consegue dar margem para a gente tentar explicar
o processo de aprendizagem muturu processo de fazer com que novos programas motores eles emergiam surjam sejam criados para a gente explicar aprendizagem de movimento então é que a gente tem um outro problema que nessa primeira concepção de programa motor a gente não consegue entender um outro aspecto é relacionado a preferência lateral então lembrem que vocês são destros ou canhotos não é o pênis Assim vocês se denominam na verdade quem estuda lateralidade sabe que é muito mais complexo que simplesmente Destro ou Canhoto mas fazer uma brincadeira Zinho aqui com vocês eu tenho sem nos membros você
tem da sua família aí na sua casa não sei quantos vocês são mas nós temos em torno de dez porcento da população canhota tá então se vocês estão em cinco aí na sua casa é muito provável que eu sinto sejam destas talvez tenha no máximo um Canhoto aí no meio da sua família você pegar numa sala de aula com 30 pessoas a gente vai encontrar no máximo uns três canhotos entre dois três canhotos algumas salas Talvez uma exceção quatro canhotos essa é mais ou menos a proporção que a gente vai comprar ingressos e canhoso pensando
apenas na manualidade mão que você escreve na verdade de preferência lateral definida em diferentes dimensões ela se manifesta de diferentes formas mas é que é um aspecto que é muito interessante eu quero chamar atenção a uma certa preferência por um dos lados Então porque que você é destro Por que que você é Canhoto porque essa proporção é diferenciada essa mania que não sabe oratória fica bastante nós temos bons trabalhos produzidos sobre isso em outro a aula só para falar de preferência lateral mas nesse momento eu quero chamar atenção para o seguinte Teoricamente se nós temos
programas motorista armazenados centralmente você não deveria nem ter preferência lateral você deveria ser bom e conseguir realizar tudo com os dois lados você não teria preferência por escolha por um dos lados e você não teria assimetria de desempenho seu desempenho Certamente ele ser igual entre os dois lados Então essa é uma abordagem que não consegue dar conta para explicar essa característica normal nós já conhecemos todos apresentamos que a ter uma preferência uma escolha por utilizar mais um dos lados do corpo e por ter o melhor desempenho normalmente um desses lados tá então aqui a gente
fica numa situação que a gente não consegue dar conta desse problema é bom visto esta primeira parte nós nos entendemos então mais ou menos o que essa abordagem de processamento de informação nos entendemos o fluxo em que essa informação ela vai percorrer para que a gente chega até um estágio de programação daí nós entendemos como esse controle é realizado por meio do feedback para mim daquele grande loop do pequeno loop de processamento de informação e na sequência nós vemos a proposta de programa motor para tentar fechar e siga pezinho que nós temos de como nós
transcrevemos a nossa intenção para comandos musculares e nós vemos a primeira definição de problema motor mas essa definição apresenta esses problemas que o de complexidade capacidade de memória variabilidade condicionado ao contexto aprendizagem e preferência lateral é um Essa foi a nossa primeira parte então com processamento de informações vamos dar uma pequena recapturado nós entendemos que a informação se olhava da captada no nível pré-convencional posteriormente essa informação ela vai passar por me ver a tencionar que nós percebemos ela Nós escolhemos o programa motor aqui nessa fase de programação juntamente com esquema de recordação enviamos esses comandos
a nossa intenção para que ela seja transcrita por uma linguagem que a musculatura entenda isso vai ocorrer no nível subir atencional que é que esse estágio de coordenação e posteriormente esses comandos são enviados para o músculo músculo realiza então o movimento nisso aos interagimos com o meio e não podemos fechar esse circuito de feedback maior passando novamente para esse nível EA tensional ou nós temos aqueles reflexos mais rápidos Amei difuso fechando esse circuito que o time de coloca como R1 r-2 em que nós temos do nível muscular já aferir-se auxiliando na regulação do movimento por
meio da coordenação bom então aqui nós conseguimos ver brevemente essa primeira parte da nossa aula de hoje na primeira aula de processamento de informações nós iremos a teoria do circuito fechado de circuito aberto de Adão entendemos a lógica do fluxo de processamento de informação entendemos também o conceito inicial de programa motor e já apresentamos pelo menos cinco limitações que esse conceito tem para a próxima aula parte 2 a nossa saúde para sua informação a gente vai tentar resolver cinco problemas entender os novos conceitos que der aparece Então os conceitos do programa motor generalizado da teoria
do esquema e entender também as variáveis que são armazenadas nessas estruturas com essa foi a nossa aula de hoje eu espero que essa aula possa ter contribuído de alguma maneira para sua formação nós tendamos a primeira parte de processamento de informação para segunda aula usaremos quantidade para tentar fechar essa abordagem que Deus te abençoe muito obrigado até o próximo vídeo