carece um tanto e aí é muito importante o vídeo do Jones nesse sentido mas carece um tanto do estudo estético quando a gente vai falar de de Marxismo e tudo mais tá gente até pelos vícios interpretativos do Marxismo que é importante no âmbito social acabam carregando um certo problema estético quando a gente vai analisar isso na percepção da arte em si enfim aqui no vídeo do Jones a intenção dele não é explicitamente essa então assim não é exatamente um problema do vídeo do Jones mas eu acho que poderia dar um pouquinho mais de atenção no
que é estética de fato para tentar construir o que é uma estética como Ministro brasileiro do que precisamos para construir essa estética política brasileira Então apesar do vídeo do Jonas não é sobre o que é estética e por isso não é um problema no vídeo dele eu acho que poderia aprofundar um pouquinho mais aqui sobre o que é estética para ele sim a gente poder entrar no que é uma estética constituída brasileira bom o que é estética então a estética ela nada mais é do que a ciência da percepção tá gente é Ciência da percepção
Ou seja é a ciência que irá estudar a maneira como percebemos as coisas no mundo e é claro que as coisas percebidas no mundo como o Jonas Band de outra forma elas são carregadas de historicidade São carregadas de contradições são carregadas de política Então essas percepções elas são moldadas por nossos Encontros com o mundo e o mundo pelo qual estamos inseridos portanto carrega consigo um sistema produtivo e social pelo qual estamos inseridos certo o que por consequência irá modificar alterar a nossa percepção sobre as coisas e consequentemente sobre a arte é uma estética ela é
a ciência da percepção só que existem vários ramos da estética e um desses chamamos de estética é o contextualista nós temos os contextualistas nós temos os essencialistas os especialistas Vão buscar justamente uma certa essência do que é arte né o contextualista por outro lado ele vai buscar o contexto da arte naquele tempo naquele momento específico O que é arte responder uma pergunta sobre o que é arte o que é gosto o que é belo Não dá para ser feito pelo menos é o meu ver como um contextualista nesse sentido de maneira essencial ou natural ou
seja são percepções ou termos que são perenes na história sabe e portanto o belo Lara de Aristóteles é completamente distinto do Belo do capitalismo industrial é a concepção de Belo no capitalismo industrial certo no mesmo modo a estética O que que a gente estuda na estética sobre essa concepção do que é do que é a estética como uma ciência da percepção ora muito se falou E aí muito disso vem da contextualização da do que a estética grega que a estética é o estudo do Belo mas não mas não a estética não é o estudo do
Belo aliás Aristóteles Platão os gregos eles nunca usaram a palavra estética a gente transforma boa parte desses pensadores em pensamentos estéticos já na modernidade já no século 18 saca que é quando vai surgir pela primeira vez a palavra estética então o uso da palavra estética para estritamente falar sobre o belo não é algo contextualizado no século 20 século 21 saca O que que a gente estuda também na estética a gente estuda a teoria do Belo de fato e hétero da teoria do Belo a gente pode citar Kant nesse sentido que é ele dizendo que o
belo ele se Explicita como algo que nos faz sentir bem Ou seja quando nós somos postos frente ao Belo aquilo mesmo que não nós não tenhamos a consciência dos motivos e das causas nos sentimos bem com aquilo nos faz sentir bem Se a gente fosse citar um outro autor conservador meio problemático nesse sentido os frutos ele vai nos fazer uma diferença meio preconceituosa até de certa forma entre o Belo para um conservador na arte clássica e na arte moderna quando ele vai falar justamente quando a gente entra em contato com Belo a gente tem essa
sensação de beleza essa sensação de sentir-se bem enquanto na arte moderna em razão da sua funcionalidade e portanto um certo grau de design aí né que a gente falou agora pouco a gente passa por ela e nem sente muito sobre aquilo que a gente está passando e portanto a gente não tem um contato explícito com um belo entretanto mais uma vez a estética não é o estudo só do Belo apesar de muitos conservadores irem para esse lado a estética é também o estudo da teoria da arte a estética é também o estudo da teoria do
gosto por exemplo E aí vem muito do que a gente vem estudando bastante e que eu venho comunicando com vocês muito tempo já há muito tempo lá no Instagram e tudo mais Tik Tok também todas as redes que eu tô comunicando com vocês no Twitter enfim quando a gente vê e percebe portanto que dentro da estética há um campo onde a gente estuda teoria do gosto é porque aí tem coisa Aí tem coisa E aí cai por terra toda aquela ideia toda aquela ideia de que a gente não pode cair nesse lugar principalmente para você
galera o Tik Tok por favor a gente não pode cair nesse lugar de gosto é que nem bunda sabe cada um tem o seu não não é assim que funciona não é assim que funciona há um campo dentro dos estudos estéticos que trata da teoria do gosto portanto dentro da Concepção na teoria do gosto há muito pensamento não adianta chegar assim de cada um tem o seu e relativizar a teoria do gosto como nada sabe E por que que eu digo isso por muito tempo nós nós estamos conversando todas as redes em que vocês me
acompanham que por exemplo na concepção da teoria do gosto contemporânea no capitalismo industrial e no capitalismo financeiro estamos inseridos sobre maede onde a indústria onde a indústria da cultura funciona sobre um projeto de padronização do gosto percebe como isso tá intrínseco a ideia da teoria do gosto de um estudo estético então quando o a dor no yorkheimer que vão ser os principais teóricos sobre essa Perspectiva da padronização do gosto estão falando sobre isso eles estão falando sobre estética eles estão falando sobre estética com a questão aqui sabe qual é a questão então quando a dor
Caim eles estão lá falando sobre o projeto da indústria cultura de padronizar o gosto e portanto criar demandas e vender para o público como autêntico e o público sente que o seu gosto é autêntico nós estamos falando de estética nós estamos falando de estética portanto estética imbuída de contexto histórico porque aquilo faz parte de um momento histórico específico que nos faz pensar a teoria do gosto dessa forma nos faz pensar a teoria do rosto dessa forma incluída de história de contexto histórico de processo histórico E aí enfim quando a gente tem essa percepção portanto e
a gente começa a estudar essas questões da teoria do gosto por exemplo a gente vai entendendo como funciona o projeto de formação do gosto dentro de um sistema capitalista porque ora é qual é o capitalismo ele funciona sobre um projeto de acumulação infinita de quebra de barreira de acumulação e portanto acumular para facilitar o acúmulo eu crio um gosto e vendo ele como autêntico estudar a teoria do gosto no contexto do capitalismo demanda dessa historicidade saca Então como criar uma estética comunista brasileira sem que pensemos o contexto capitalista onde estamos inseridos E aí Quem que
tá grande questão aqui que tá grande questão porque assim como o Jones citou aqui pra gente nós ainda não concluímos a nossa revolução ou ao menos não é iniciamos no sentido de já estarmos pelo menos numa experiência socialista se não estamos nela a nossa percepção estética no hoje inseridos que estamos Ainda num contexto capitalista a nossa percepção estética de uma de uma estética comunista brasileira deve ser contextualizada por nossas percepções dentro de um sistema capitalista percepções Afinal estética é o estudo das percepções no caso o estudo das percepções contextualizadas no capitalismo beleza