Então podem deitar de costas, deixar a sua tela e começando a a reconhecer o chão como um dos grandes parceiros dessa semana. Na proposta de revelar o corpo, o chão é um dos grandes parceiros. Em qualquer posição que você estiver, o chão é sempre um grande parceiro de revelação.
Revelar o corpo. O chão revela o seu corpo. Por exemplo, agora que você tá deitada, reconhece as áreas de contato com o chão.
Ela certamente te revela o chão, né? tapetinho, tatame, a madeira, o tipo de chão que você tá deitado. E esse contato com o chão revela o teu corpo.
Então, reconhece como que o seu calcanhar se revela no contato com o chão. Você não precisa fazer nada, não precisa apertar ele, não precisa girar, não precisa rolar, não precisa nada. você só reconhece o contato do pé no chão.
E aí você pode ver que logo depois do calcanhar, se você for subir um pouquinho a perna para chegar na batata da perna ou na pantorrilha, eh, deve ter um espacinho entre a pantorrilha e o calcanhar, um espacinho que não tá encostando no chão. Dá para você perceber esse espaço? E é muito interessante isso, porque você tá sentindo o calcanhar.
O chão tá revelando o teu calcanhar para você, o chão tá revelando a batata da perna para você. E esse espaço entre a batata da perna e o chão ou entre a batata da pé e o calcanhar, né? Tem um espaço que não toca no chão, mas você consegue perceber ele como, né, como você percebe esse espaço e aí leva sua atenção pro joelho.
Às vezes a sua perna tá girada, o os pés apontando pro lado, o joelho apontando pro lado e o joelho toca no chão. Às vezes a parte de trás do joelho de algumas pessoas pode tocar o chão, mas frequentemente a parte de trás do joelho não toca. Compara sua perna direita, seu joelho direito com seu joelho esquerdo.
Pode às vezes um deles encostar no chão e o outro não. E tá lindo. E leva sua atenção pro joelho, pra coxa.
Vai subindo em direção ao quadril, ao glúteo, nádega até a lombar. Entre o joelho e a lombar. Quantas regiões você sente encostar no chão entre o joelho e a lombar?
Então é, pode ser que o seu joelho não esteja encostando e às vezes nem a coxa inteira você não percebe, parece que não encosta e aí você sente lá alguma coisa atrás do quadril encostando e aí a lombar volta a criar um arco que não encosta. Então, entre o arco lombar e o espaço atrás do joelho, quanta área de contato você sente na perna direita, na perna esquerda? E aí vai subindo a partir da lombar, reconhece o o arco lombar, né, tamanho dessa curva.
E vê quanto acima do arco lombar, que regiões das suas costas você sente, que áreas você sente que tocam no chão. E claro, não é apenas a área, não é só assim, tá encostando e não está encostando, tem outras qualidades, né? Às vezes encostar pode estar fofinho.
Às vezes encostar no chão pode estar duro, pode estar dolorido, pode ser prazeroso. Ah, tá encostando no chão. Pode ser neutro e pode ser prazeroso e pode ser dolorido.
Além de você perceber a área que encosta no chão, tem alguma qualidade essa área? Às vezes fala: "Ah, tá encostando ou não tá encostando? " Mas é meio indiferente para mim.
E outras vezes fala: "Não, isso aqui é gostoso". Como é que é você perceber as áreas de contato que qualidades t? E aí então observa os ombros também, parte de trás dos ombros, a parte da frente dos ombros, onde os ombros vão se transformando nessa grande área do peito e os ombros pro centro, onde vai se transformando ali no na garganta, no pescoço.
Se você pensar na parte da frente, se você pensar na parte de trás, a a nuca, né, a cervical. E observa todo o seu braço, do ombro até as mãos. Isso.
Tem vezes que a sua mão tá voltada pro teto, tem vezes que ela tá voltada pro chão, tem vezes que ela tá apoiada na barriga. E lá, em algum lugar de você, tem a sua cabeça tocando o chão. Em algum lugar de você existe o contato com a cabeça e o chão.
Às vezes dá impressão que até pelo nossas língua, né, pelo modo da gente usar as palavras, parece que a cabeça tá encostando o chão e não você. Mas as duas coisas são verdade. Você está encostando no chão com a sua cabeça.
Você está encostando no chão com todo o seu corpo, ainda que às vezes seja só algumas regiões que encostam. vai reconhecendo essas regiões, quais são aquelas que encostam nesse nessa abertura de prática, nessa abertura de semana e quais regiões que não encostam. Sabe qual a importância disso?
muitas, mas uma delas, isso é um primeiro indicador para você de como está o seu grau de alívio ou o seu grau de eh esforço, um esforço latente de fundo, que às vezes você nem sabe que tá lá. E esse contato com o chão, ele te revela um grau de esforço às vezes silencioso, escondido, no fundo, você não percebe e o chão te ajuda a perceber isso. Então, repara bem nas áreas de de encosto com chão, quantas dessas áreas são neutras, prazerosas no contato com o chão ou até ruinzinhas.
E isso tá revelando para você o seu grau de alívio e o grau de esforço ou tensionamento. e e guarda essa essa impressão geral de você, do corpo como um todo, nesse qualidade de contato. E depois a gente vai voltar para essa imagem que você tá agora colecionando, gravando para você.
E devagarzinho pode dobrar os joelhos, apoiar os dois pés no chão. E observa também agora que você mudou a posição dos pés, como que tá a sua boca? Você percebe que os lábios estão bem juntinhos, quase que apertados, ou que eles estão entreabertos, passam um arzinho entre os lábios.
Mesma coisa com os dentes. Você sente que eles estão triscando um no outro, que eles estão se apertando ou que tem um espaço entre os dentes. Observe essa essa relação entre os dentes de cima e de baixo e as relações entre os lábios.
Então você tá, de certa forma revelando o seu corpo para você mesmo, observando essas qualidades. Ah, se você leva sua atenção agora pro seu abdômen, pra sua barriga, às vezes a gente nem percebe que a barriga tá lá. Mas se você leva sua atenção, o que que você reconhece ali?
uma presença solta à vontade ou um abdômen contraído. E tudo bem, eu fico dando essas sugestões e pode ser que para você não perceba nada, nada, não, não vem nada na sua percepção, tá ótimo, são só sugestões. E mas aproveitando, caso você esteja percebendo a sua barriga, o seu abdômen, se ele tá mais contraído, mais solto e sei lá, às vezes a gente nem sabe reconhecer o se ele tá contraído.
Eu percebo que a barriga tá ali, mas não sei se ela tá contraída ou solta. Ótimo. Só vai reconhecendo, revelando o que você percebe agora do do seu corpo, da sua barriga, para depois a gente ir desenvolvendo e conversando sobre essa habilidade de reconhecer o grau de alívio e o grau de esforço, grau de tensionamento, né?
Abdômen, na barriga, né? E no peito. Parece que seu peito você sente ele aberto, hum, muito solto.
Como é que é sentir um peito solto ou um peito liberado ou eh não liberado, fechado? Às vezes dói, mas às vezes ele nem sei se ele tá liberado ou se ele tá apertado. Não sei como é que se percebe isso.
Como é que você pode avaliar isso na sua percepção? e aproxima. Desliza o seu pé direito na direção do pé esquerdo e volta pra posição onde ele tá.
Desliza pelo chão, Z e volta. Aí você, aí se você perceber que logo de início seus pés já estão quase juntos, os joelhos estão dobrados, né? Dobra os dois joelhos, após os dois pés no chão, isso.
E aí você vai, desliza o pé direito na direção do pé esquerdo e volta. Agora pode ser que você já esteja com os joelhos bem juntinhos de início, então você afasta eles um pouquinho e deixa eles afastados a assim de um jeito agradável, nada exagerado. E aí você vai desliza o pé direito na direção do esquerdo e volta e só vai e volta.
Agora isso aí tem tantos jeitos de fazer. Você vai achando um jeito de fazer isso ficar mais suave, mais simples, mais leve. Como é que você pode fazer essa esse deslizar ser leve?
Às vezes, se você levanta muito o pé assim, ele vai raspando e você está fazendo um esforço que quase é pesado. Às vezes você desliza deixando o pé no chão e ele fica menos pesado. Às vezes o chão não desliza.
Tá tudo ótimo. Vai reconhecendo como que é agora. E observa também que a virilha do lado direito ela fecha, né?
Percebe a virilha do lado esquerdo lá, tá nessa posição inicial e ela fica e a do lado direito fecha e volta a abrir. Fecha e volta a abrir. Percebe o pé deslizando na ida e percebe ele deslizando na volta também.
Percebe a volta com tanta atenção assim de curtição quanto na ida. Se você tá aí percebendo o quanto que ele desliza, o quanto que vai dando trum trum, eh, depende do chão, né? Ele vai dando saltozinhos ou você vai levando pelo ar, percebe se dá para deixar no chão, tanto na volta como na ida.
E você vai percebendo a virilha, fechando e a virilha abrindo. E que mais você observa além do pé e da virilha? O que mais que outra sensação acontece em você?
Pode ser alguma sensação na lombar, no abdômen, no açoalho pélvico, no sacro ou na barriga ou no peito, ou às vezes você percebe que você aperta a boca para fazer isso ou que você prende a respiração. Que que sensações você percebe em você como um todo? Enquanto você tá deslizando o pé para lá e voltando pra posição inicial.
Isso. E pode parar um pouquinho. Estica as pernas, solta e observa como é soltar as pernas e só ficar deitado um instante.
Às vezes ocorrem algumas coisas curiosas do tipo a perna que você mexeu às vezes fica mais comprida, mais larga, mais pesada, mais leve, afunda no chão. É, e às vezes acontece algumas outras sensações assim como alterações no peso, não diretamente na perna, mas às vezes no peito do lado direito, às vezes lá atrás no ombro, na cabeça, em qualquer lugar. Durante essa semana, você vai cultivar essa habilidade de mover uma região e observar corpo como um todo.
Então, novamente, dobra os dois joelhos, após os dois pés no chão. É isso. Foi aquela posição de para começar suave, agradável.
E agora desliza o pé esquerdo na direção do direito. Só desliza e volta a abrir a a deslizar paraa posição inicial, né? Quando você o pé tá aproximando do outro, a virilha vai fechando agora do lado esquerdo.
Quando o pé e você não precisa olhar, não precisa olhar. Fecha os olhos, não olha pra tela. Fecha os olhos e sente a tua impressão no seu na sua perna, porque o que os outros estão fazendo para você não faz diferença.
O que faz diferença é você perceber como que o seu pé esquerdo desliza no chão indo na direção do outro pé. Como que a sua virilha esquerda agora fecha e como que abre. Dependendo de onde o outro pé está, quando você tá deslizando, às vezes a virilha fecha totalmente, às vezes ela fecha só um pouquinho, ela abre muito.
Você vai fazendo qualquer ajuste que você quiser. Não é um exercício aqui. A brincadeira é você reconhecer e ir fazendo adaptações do jeito que você quiser, a qualquer momento.
Se cansar, você para a qualquer momento. E a ideia é você perceber a fluência que tem para essa perna deslizar, como que essa virilha abre e fecha. E se você percebe alguma participação em alguma outra região, sabe?
Às vezes a gente fecha a mão para mover a perna. Às vezes a gente contrai o açoalho pélvico, a barriga, a boca, os olhos. Às vezes a gente contrai a a testa, o rosto.
Então, percebe que vai, a proposta é você buscar a maior suavidade possível para mover a perna esquerda. E à medida que você vai descobrindo, você que vai ter que descobrir um jeito cada vez mais fácil de deslizar o pé assim, você pode fazer um tamanho menor de movimento, você pode fazer o que você quiser, desde que você vai encontrando jeitos de fazer eles ser mais fácil. À medida que você vai encontrando, buscando, explorando modos de fazer mais fácil, você vai observando também se o seu rosto tá solto, se a boca tá solta, se os lábios estão apertando ao entreabertos, se a sua barriga tá, você vai reparando como que tá a participação, a sensação de todo o seu corpo.
Ah, mas não dá para sentir todo o corpo. É, você vai para uma parte por vez. Deixa ver a lombar.
Quando você tá indo com o pé deslizando, fechando e abrindo, a lombar mexe de algum jeito. Isso. que devagarzinho pode parar, esticar as duas pernas, fazer uma pausa e observar se algo mudou no seu contato com o chão.
Observa o comprimento das pernas, as duas começando lá no calcanhar e você vai subindo. Lembra que você fez esse percurso alguns minutos atrás? Você vai fazendo ele agora, passa pela batata da perna, joelhos, coxa, tal, vai chegando ali perto da virilha, da do quadril, a parte de trás, né?
Glúteo, sacro e tal. E você vai ver, existe uma forma de um V. Se as pernas estão assim um pouquinho abertas, elas fazem tipo um V.
Os pés estão mais distantes um do outro e aí você vai levando a sua tensão pelas pernas e as pernas vão criando, elas vão afunilando, né? chega na virilha e aí imagina um prolongamento das pernas para dentro além da onde começa o quadril, como se a as pernas fossem se encontrar na altura do umbigo, mais ou menos não umbigo lá em cima, né? entre o umbigo e a lombar.
Mas nessa aí, no meio entre o umbigo e a lombar, essa região seria um prolongamento onde as pernas se tocam e criam um tipo de um vértice, a ponta de um V. Imagina a letra V. E aí você pensa esse vértice ali mais ou menos no meio da barriga do abdômen.
E desse vértice dessa região bifurcam as duas pernas e você vai com a sua imaginação percorrendo a coxa, joelho, batata da perna, calcanhar, planta dos pés. E de novo, das plantas do pé, você vai afunilando pelo V, que as duas pernas vão desenhando, até chegar nesse ponto de origem, essa região interna lá do abdômen, que vamos chamar de de o vértice do V. E aí você consegue visualizar essa forma de um V, um formato, uma imagem e imaginar essa essa forma da letra V com as sensações da presença da sua perna.
E mais uma vez dobra os dois joelhos, após os dois pés no chão. E agora faz algumas vezes com o pé direito e algumas vezes com o pé esquerdo. Quer dizer, desliza o pé direito na direção do pé esquerdo e daí desliza o pé direito abrindo de novo.
Um vai umas três vezes e depois faz umas três vezes com a outra perna. Jum, jum. E você pode fazer isso de um jeito que o joelho tá ficando sempre apontando pro teto, então a canela, né, do pé até o joelho tá ficando reto.
Ou você pode fazer de um jeito que você inclina. Você pode inclinar o joelho pro lado enquanto o pé desliza. Aí você inclina o joelho pro outro lado, né?
Por exemplo, você pode levar o joelho direito na direção da perna esquerda e isso vai fazendo o pé e se aproximando do outro pé. Aí quando o pé toca no outro pé, aí o joelho vai voltar, o joelho abre, ele se inclina para abrir. Então você vai fazendo tipo um um balezinho de joelho, canela e pé.
O joelho se inclina para um lado, o joelho se inclina pro outro. E ao se inclinar, o pé vai deslizando e se aproximando do outra perna. Jum.
Desliza umas três vezes com a perna direita, desliza umas três vezes com a perna esquerda e vai comparando. Olha como é que esse deslizar agora, abrindo também o joelho e e levando o joelho também na direção assim inclinada na direção da outra perna que acontece na virilha, que acontece na lombar. Tem um lado da lombar que ou o lado do quadril que levanta ou que rola um pouquinho.
Não, não levanta que sai do chão, né? que rola um pouquinho só e alguma coisa acontece naquela região dentro do seu abdômen, onde tá o vértice do V, aquela região ela se move, tipo, se o umbigo se move, que acontece ali? E pode parar um pouquinho, estica as duas pernas, solta tudo e observa a presença das pernas e a forma deste V.
que sai lá da planta dos pés, vai percorrendo todo a a sua sensação das pernas, se passa ali pela virilha, passa ali pelo sacro, passa pelo baixo ventre e ali, mais ou menos atrás do umbigo, as pernas se juntam nesse vértice, nessa região de origem de onde as que se bifurca nas duas as pernas, criando o desenho de um V. Imagina esse V. Dá para sentir a presença dele inteiro como uma forma assim, junto com as sensações da perna e numa única, num único gesto de atenção, você percebe toda essa presença do centro da do abdômen até a extremidade das pernas.
Enquanto você tá sentindo essa o que é o que se apresenta para você, né? Tô só dando essas sugestões. Observa como os seus braços estão tocando no chão.
Depois de fazer esses movimentos com a perna, os braços ficaram mais eh esquecidos, invisíveis, assim, sumidos, ou eles estão mais presentes? Eles ficaram mais pesados no chão ou mais ausentes do chão? Os braços.
os braços que eh se você acompanhar a partir dos dedos, né, das mãos e for subindo, chega ali no ombro, eles se transformam no peito, eles se transformam no pescoço. Hum. Dobra os dois joelhos mais uma vez.
Apoia os dois pés no chão. Agora dobra os dois cotovelos, deixando os braços apontando pro teto. Os as mãos, os antebraços apontando pros tetos, pro teto, enquanto os cotovelos estão apoiando ao lado do seu tronco.
Isso. E agora inclina, mantém o ponto do contato do cotovelo, inclina os antebraços com a mão, né? Os dois de uma vez só paraa esquerda e depois paraa direita.
Os dois vão junto paraa esquerda e os dois vão juntos paraa direita. Isso. E aí você faz, faz uma curvinha, sabe?
Como como se fosse um vento que balança assim, eh, algo parecido com com o movimento que as pernas faziam. Você desliza, você faz um desenho no ar com as mãos de o balançarem pra direita e depois virem e balançarem pra esquerda. Sente as suas mãos.
fazendo um desenho no ar. Isso. Elas podem fazer um desenho que vai bem reto assim pra direita e pra esquerda.
Ou às vezes ela podem descer um pouquinho, né? Uma vai mais na direção da barriga, vai mais na direção um pouquinho mais pro alto, solto. As duas vão juntas pra direita e junto pra esquerda.
Como um balezinho assim, um patins de mão no ar. para você vai vai balançando as duas mãos, patinando no ar, as duas pra direita, as duas pra esquerda e observa o que acontece nos ombros. Os ombros mexem.
Talvez você pode sentir nas costas, talvez você pode sentir no peito. Isso. Talvez você pode sentir quando as duas mãos e e antebraços se inclinam para um lado, o peito lá parece, pode ser que o centro dele também faça uma micro movimentação para esse lado.
Deixa a cabeça ir junto com as mãos. Quer dizer, quando as mãos se inclinam, os braços se inclinam, o antebraço, né, se inclina pra direita, deixa a cabeça rolar pra direita. Vamos.
Quando as duas mã ou os dois antebraços rolam, se inclinam pra esquerda, a cabeça rola pra esquerda. Respiração solta, a boca entreaberta, se possível. Solta a mandíbula, solta o rosto e isso.
E as duas mãos vão fazendo esse tipo de um deslizar no vento e a cabeça rola na mesma direção. Isso. E você percebe que algo no peito lá dentro pode mexer mimamente na direção para onde os braços e a cabeça estão indo.
Isso. Ótimo. Pode parar um pouquinho, baixar os braços.
baixar as pernas, fazer um instantezinho de silêncio, só para reconhecer como que o peso do seu corpo se espalha agora no chão. Que corpo que o seu chão revela agora? E novamente leva sua atenção para aquela letra V, o desenho do V que bifurca a partir do centro do abdômen.
homem e percorre as duas pernas até chegar na planta do pé. Como é que tá a presença dessa imagem da ideia de um V nas sensações da perna e do abdômen? E novamente dobra os dois joelhos após os dois pés no chão e faz aquele mesmo movimento que você fez agora a pouquinho de uma vez com cada perna você eh inclina o joelho pro lado, aproxima um pé do outro pé, depois inclina, abre o joelho e afasta o pé do outro pé.
Um joelho por vezes inclinando o joelho direito na direção da perna esquerda. E aí chega uma hora que o joelho vai e aponta pro outro lado e o pé aproxima do outro pé. Você fica inclinando e fazendo uma dancinha com a perna semelhante ao que você fazia com o braço.
Isso. Faz algumas vezes com essa perna, depois faz para essa perna e faz algumas vezes com a esquerda. pode ajustar o tamanho, eh, você pode ir fazendo um pouquinho maior, um pouquinho menor, aquilo que for gostoso, suave, que você sente que a E se a sua cabeça tem tendência de mexer, ela fica paradinha no centro.
E você sente a virilha abrindo, a virilha fechando. Você sente talvez alguma coisa na lombar, lá no abdômen, lá no peito, lá na barriga, lá no pescoço, onde você sente. Deixa a cabeça mexer se quiser.
Brinca com um lado, brinca com uma perna, brinca com a outra e vai isso. que às vezes você pode, quase que elas começam a se mexer meio que juntas, uma vai, depois a outra vai atrás. Depois, quer dizer, quando uma perna tá inclinando pro lado de fora, chega uma hora que a outra começa a inclinar pro lado de dentro e daí essa que tá inclinando pro lado de dentro começa a ir pro lado de fora e chama a outra.
Então, uma perna vai e a outra vai atrás e começa a fazer um um balezinho que uma vai antes, a outra vai atrás. E e você vai fazendo de um jeito que for mais, você pode escorregar o pé, você pode fazer do jeito que você achar mais fácil e gostoso perceber se a pelv mexe, se barriga mexe, do jeito que por mais isso. E ótimo.
E pode ir parando, pode abaixar as pernas, soltar tudo, abaixar os braços. simplesmente solta. Observa a presença do V que brota da do centro do abdômen, se prolonga pelas pernas.
Quem sabe o centro do peito, de onde brotam, como que raízes que se prolongam pelo braço. Sinto a maneira como os braços estão soltos no chão, como as pernas estão soltas no chão, o seu tronco, a sua cabeça, o seu contato geral com o chão, parece que ele aumentou, que ele diminuiu, as áreas de contato parecem ter, lembra? Não é só uma questão de tamanho, né?
Às vezes o contato ele é neutro, às vezes ele é mais gostoso, às vezes ele é desagradável. como é que como é que tá essa sensação das áreas de contato e o e o e uma percepção de de do agradável desse contato ou do neutro ou do chato até? O que que mudou em relação ao início?
Você sente que agora em você, depois de fazer tantos movimentos, eh, aumentou um esforço latente ou pelo contrário, parece que soltou, aliviou algum tipo de esforço, liberou alguma atitude que tava ali em algum lugar e vum e você tá mais aliviada, liberada, solto no chão. no tempo, em você mesmo, no mundo. O que que tá diferente entre agora, como o chão está revelando o seu corpo agora e como o chão revelava o seu corpo no início?
Observa por uns alguns minutos aí, pelo menos cinco, não mais do que 10. E f se quiser e puder, fica assim deitada aí mesmo. Se quiser, senta, se quiser, fica em pé.
Mas não faz nada, não mexe com o computador. Fica assim um momento de pausa, reconhecendo a qualidade que você tá agora e daqui a pouco eu chamo todo mundo pra gente conversar.