[música] [música] Prepare-se para ouvir um extraordinário testemunho da missionária Adélia Lisboa, esposa do pastor Célso Lisboa da Assembleia de Deus Ataquara, filiada ao ministério do Campinho Rio de Janeiro, capital, cujo presidente é o pastor Manassés Lind de Brito. [música] Você vai conhecer uma história emocionante que vai mudar a sua vida. Trata-se de um depoimento real narrado por quem viveu um verdadeiro drama longe de Deus.
[música] Milhares de vidas têm sido alcançadas, abençoadas e transformadas através desse maravilhoso testemunho. E com você não vai ser diferente. [música] Pulsa com atenção.
Se possível, reúna a sua família, seus parentes, [música] vizinhos, amigos, quem você puder, [música] para ouvir o que Deus tem a dizer na instrumentalidade de sua serva. Ouçamos [música] os perigos de quem se desvia dos caminhos do Senhor. O meu nome é Adélia Lisboa.
Desejo compartilhar com vocês o que aconteceu em minha vida no início dos anos 80. [música] Sou de uma família tradicional em Macapá, Amapá, família Colares, de origem católica praticante. Onde havia uma festa religiosa, lá estávamos todos nós.
[música] Eu ainda não conhecia Jesus. E aos 15 anos, em plena adolescência, fiz um casamento contra o gosto dos meus pais e fora da vontade de Deus. Como o Senhor já tinha um plano em minha vida, mais tarde cheguei a conhecê-lo de verdade.
Aceitei a Jesus como meu Salvador pessoal. Comecei a me integrar na igreja. [música] Tive experiências profundas com o Senhor e tudo aquilo foi me dando um grande respaldo espiritual.
Até então, eu tinha uma vida muito envolvida com a sociedade local. [música] Tendo inclusive chegado a ser miss daquele estado, miss verão e rainha das flores. [música] Mas agora eu havia mudado de vida.
O evangelho de Jesus era algo novo e muito mais especial para mim. A vida velha já não me interessava mais. [música] Quando tudo parecia bem, surgiu então uma surpreendente proposta.
O Egito estava me convidando a voltar. [música] Era um desfile de modas no círculo militar, o tradicional baile das 10 mulheres mais elegantes do estado. [música] Fiquei dividida entre aceitar ou não.
Eu não estava tão segura em Cristo o quanto imaginava. Procurei me aconselhar com o meu pastor, que me pediu que orasse e vigiasse mais, para resistir as tentações. Porém nada disso eu fiz.
Não obedeci suas recomendações e lá estava eu, voltando aos braços do mundo. [música] Aquela minha decisão era tudo que Satanás queria [música] para comandar todo um processo de destruição na minha vida. A Bíblia diz em Romanos, no capítulo 6 e versículo 23, [música] que o salário do pecado é a morte.
Nessa época eu já era mãe de minhas duas primeiras filhas, Lília e Liliane. Tudo estava indo aparentemente bem. [música] Quando fiquei grávida outra vez, era tudo que eu não queria.
Cheguei a pensar em não ter o filho. Ali Deus estava trabalhando em minha vida [música] de maneira silenciosa. Aliás, ele age de muitas maneiras, às vezes falando, [música] dizendo e às vezes sem nada dizer.
Um certo pensador afirmou que o silêncio de Deus é também uma maneira de Deus falar conosco. Passaram-se os meses e fui ter a criança. [música] O parto foi normal e aproveitei para fazer uma cirurgia de laqueadura das trompas.
[música] As consequências de quem se afasta de Deus. [música] A anestesia foi aplicada de forma excessiva, [música] tendo atingido a minha medula ósea. Com isso, eu fiquei paralítica, vítima de um erro médico.
Todos os meus sonhos estavam indo por água baixa [música] e eu comecei a entender ali o real valor da vida. Fiquei sozinha, sem amigos, sem ninguém. O sucesso de antes havia se transformado em tristeza.
[música] Eu estava num leito de um hospital, rodeada de médicos e alguns poucos amigos que se esforçavam em me dizer que nada daquilo era verdade. [música] A criança nasceu, era um filho homem, como eu tanto queria, [música] mas em seguida sofri um derrame e no entender dos médicos, o meu estado era muito grave. [música] Fui transferida às pressas de Macapar para Belém, para um dos melhores hospitais neurológicos daquela capital.
[música] Eu estava entre a vida e a morte, com a vida por um fio, dependendo de um milagre de Deus, de quem eu havia me afastado. Fiquei sob observação por vários dias. Fui submetida a diversos exames, [música] sessões de fisioterapia, massagens e exercícios [música] sem que eu reagisse de forma positiva.
Os resultados eram desanimadores. Eu não sentia o meu corpo, nem quando eu era submetida a choques térmicos. Colocavam água quente em minhas pernas e logo em seguida jogavam água gelada.
A equipe médica não entendia por eu não reagia a esse tipo de tratamento. Eu estava à beira da morte, esquecida de todos, mas Deus não havia se esquecido de mim em nenhum momento. [música] O estado de coma profundo e a morte.
[música] Eu tinha pés, mas não andava. Tinha mãos, mas não conseguia me alimentar com elas. [música] Era incapaz de sustentar uma colher vazia e dependia dos outros para tudo.
[música] Fazia as necessidades fisiológicas onde estivesse. Era uma situação dramática para mim. [música] Aquilo me angustiava, fazia-me sentir inútil, infeliz, um ser vegetativo.
Mal conseguia falar em [música] consequência do derrame. O meu rosto ficou deformado e o meu corpo completamente irreconhecível. [música] Fui para o CTI.
Ali eu já não falava mais, não conseguia me movimentar. Entretanto, eu ouvia tudo que os médicos conversavam entre eles. Ouvia e entendia muito bem.
Deus não permitiu que eu perdesse a consciência. Num determinado momento, foi como se todos fossem se distanciando de mim. Fui ficando sozinha e ouvi quando um dos médicos disse claramente: [música] "Ela está morta, não há mais o que fazer.
" Comecei a entrar em pânico. Percebi que ia morrer mesmo, pois todos me davam como morta. Mas eu sabia que estava viva.
Mesmo sem poder provar isso para ninguém, senti na própria pele que tudo aquilo era uma espécie de cobrança de Deus na minha [música] vida. Eu estava como zonas no ventre do grande peixe, indiferente a qualquer tipo de quebrantamento. Eu sofria, mas não cedia a vontade de Deus.
Eu sei que você que me ouve pode estar vivendo exatamente isso, rejeitando [música] a oportunidade que Deus está te dando. Se é este o seu caso, faço votos que você não tenha que passar pelo que passei para entender o propósito de Deus em sua vida. Eu havia planejado tudo para minha vida, menos uma situação como aquela.
Eu queria viver, mas a morte estava me matando aos poucos e eu já não tinha nada o que fazer por mim. [música] Quando o silêncio de Deus fala mais alto, para os médicos, eu estava morta. Aquele foi o pior momento do meu sofrimento.
Eu precisava fazer alguma coisa por mim mesma. Clinicamente eu estava morta, mas Deus não permitiu que a minha alma se retirasse de mim. Hoje eu entendo assim, naquele momento pensei, bem que Deus podia dar um sinal a esses médicos que eu estou viva.
E aí comecei a falar com o Senhor e foi exatamente ali que todo o novo horizonte começou se abrir em minha direção. Eu pedi a Deus que mostrasse aos médicos um sinal, que eu ainda estava viva, pois eu não queria morrer naquele momento por algumas razões. Primeira, eu era muito jovem ainda e tinha toda uma vida pela frente.
Segunda, eu tinha três filhos para criar que dependiam de mim, do meu amor, da minha presença com eles. Terceira, [música] eu não estava preparada para me encontrar com o Senhor. Dos três motivos que apresentei a Deus, acho que só o terceiro foi o mais importante.
[música] Foi passando em minha mente toda a minha vida como um filme. [música] Lembrei dos tempos da igreja, das experiências que eu havia tido com o Senhor, dos momentos de intensa comunhão com Deus. E eu disse: [música] "Meu Deus, a tua palavra diz em lamentações de Jeremias, no capítulo 3 e versículo 22, que [música] as misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos, porque as suas misericórdias não têm fim, [música] mas a morte está me destruindo.
" Eu orava e ouvia o silêncio de Deus como resposta. [música] O voto a Deus, o choro do defunto e o milagre. Aquele silêncio era tudo o que Deus estava querendo que eu experimentasse.
Se ele me tivesse dito alguma coisa, talvez não falasse tanto quanto seu silêncio me falou. [música] Comecei a abrir o coração ao Senhor. Havia [música] todo um clima de reconciliação entre eu e Deus.
Ninguém me ouvia, [música] mas o Senhor falava comigo e eu falava com ele em [música] espírito. E eu disse-lhe mais: "Senhor". Está escrito no Salmo 23 e versículo 4, que ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte, eu não deveria temer, porque tu estás comigo [música] e eu estou nesse estado.
Precisamos o teu socorro. Mostra, Senhor, um sinal a esses médicos. Concluí aquela oração, fazendo um voto a Deus assim: "Senhor, se tu me tirares dessa situação e se eu não morrer, eu vou te servir e testemunhar do teu amor por toda a minha vida".
Eu estava temendo [música] que me mandasse viva para o neprotério e me sepultasse em seguida. Naquele momento, [música] todos os aparelhos já haviam sido desligados do meu corpo. Havia um clima de tristeza geral, mas de repente aconteceu ali o inesperado, algo que a medicina não conseguiu explicar.
Deus mostrou aos médicos o sinal que tanto eu estava lhe pedindo. Ouvi quando um deles falou bem alto: "Em 30 anos de medicina, eu nunca vi o que estou vendo. Eu nunca vi isto, o que é isto?
" E perguntaram a ele o que era que ele estava dizendo. E ele disse: [música] "Eu nunca tinha visto um defunto chorar. Vejam, vejam.
E houve um grande alvoroço naquele hospital. [música] O chefe da equipe médica disse entusiasmado: "Vamos, depressa, liga os aparelhos, corram, vamos massageá-la, faça alguma coisa. " E eu dizia comigo mesma, ainda sem falar: "Isso mesmo, doutor.
Ligue logo esses aparelhos. " Ao mesmo tempo em que já agradecia a Deus por ter respondido à minha oração silenciosa, colocando lágrimas em meus olhos como um sinal de vida. [música] Fui submetida à sessão de choque para ser reanimada.
E assim eu voltei à vida para a glória do Senhor. Acordei, vi todo aquele movimento e comecei a chorar, pois sabia que um grande milagre Deus havia realizado em mim. [música] O médico veio a mim e disse: "Eu não sei quem você é, nem qual a sua crença, mas você deve ser uma pessoa muito especial, porque nós sentimos que alguém entrou aqui e fez com que olhássemos para você e víssemos lágrimas em seu rosto.
" Você estava morta e reviveu. Com a minha voz embargada e ainda muito debilitada, respondi que Deus havia entrado ali para me devolver a vida. [música] Acho que eles não entenderam bem meus argumentos, [música] pois o homem natural não conhece as coisas do Espírito [música] de Deus, porque para eles são loucura, como está escrito na primeira epístola do apóstolo Paulo aos Coríntios, no capítulo 2 e versículo 14.
[música] Saí do CTI, mas não podia receber visitas. visto que o meu quadro ainda era muito delicado, só os familiares mais próximos podiam me visitar. [música] A experiência que eu havia tido com Deus não contei a ninguém, até porque não iria o entender.
Aos poucos fui me recuperando [música] e esquecendo tudo o que havia dito a Deus naquela oração angustiada. [música] O voto não cumprido e as [música] consequências desta atitude. Esqueci o voto que havia feito ao Senhor.
Para mim, tudo aquilo já fazia parte do passado. No livro de Eclesiastes, no capítulo 5 e versículo 5, está escrito que é melhor não votar do que votar e não pagar o seu voto a Deus. Eu estava decidida a não cumprir nada do que havia prometido ao Senhor.
[música] E tudo parecia que ia bem, mas Deus revelou o meu estado a um pastor em Belém. Ele não me conhecia, nunca tinha me visto, não sabia o meu nome, mas Deus revelou tudo de mim para ele. Foi difícil o seu acesso até onde eu estava, pois o seu nome não constava da lista dos familiares autorizados a me visitar.
Na recepção do hospital, ele se identificou como alguém que teria uma mensagem de Deus para mim. [música] Ninguém entendeu nada, mas finalmente, depois de muito insistir, ele entrou. Eu estava deitada e de repente me entra aquele homem desconhecido, alto, vestindo palitó, gravata e uma imensa bíblia na mão.
Olhar sério, mas deu uma aparência agradável que transmitia [música] paz. Eu fingi que estava dormindo, então pensei, bom, é um pastor, lá vem os crentes de novo. Ora, quem mandou este homem entrar aqui?
Ainda bem que ele não sabe de nada daquilo que eu disse a Deus no CP. Eu me referia ao voto que havia feito ao Senhor. A presença daquele homem ali já começava a me deixar inquieta.
Hoje eu entendo o porquê de toda aquela inquietação. Satanás não queria que eu tivesse um real encontro com Deus. Eu comecei a pensar que ainda era muito jovem e o que eu mais queria era viver.
[música] Desfrutar a vida me divertir. Voltar para Jesus não passava pela minha cabeça naquele momento e talvez nunca. [música] A enferdeira entrou no quarto e disse a ele que eu estava dormindo e não deveria ser acordada por recomendação médica.
Ao que ele respondeu: "Ah, muito bem, [música] deixe a dormir. Eu tenho todo o tempo do mundo, eu [música] espero. " Aí eu pensei, é, agora complicou.
Esse homem vai ficar aqui para me encher a paciência. Era só o que me faltava sobre si. [música] E ele disse mais: "Até meia-noite é dia.
Eu só estou aqui para fazer a vontade do meu Senhor. Quando [música] eu vi que ele não desistia mesmo, resolvi abrir os olhos. E ele me olhou e disse: "Não se preocupe, menina.
Descanse mais um pouco. Eu não tenho pressa. E eu lhe disse aborrecida, mas eu tenho.
Fale logo o que o Senhor tem para me dizer. E ele, calmo, sem perder o controle, disse: "Olha, jovem, o Senhor Deus te ama muito. Ele me falou sobre você de uma maneira muito especial.
Aquelas palavras foram desarmando o meu espírito e balançando o meu coração. Fui sendo quebrantada a cada palavra que eu ouvia daquele homem cheio do poder de Deus. Ele foi contando toda a minha história, mesmo sem me conhecer.
E isso me deixou muito impressionada. Ao final, ele me perguntou se eu queria voltar para Jesus e eu lhe respondi que [música] não. Agora não, quem sabe depois.
Ele insistiu por mais duas vezes e eu rejeitei [música] friamente. Então ele disse: "Bom, como você não quer, eu vou embora, mas antes eu quero orar por você. [música] Quando Deus fala e o homem não atende a sua voz.
[música] Prestei atenção em sua oração e ele disse repetidas vezes: "Senhor, abençoa ela e suas duas filhinhas". Aquela oração já estava me incomodando, pois eu tinha duas meninas e um menino recém-nascido. Terminada a oração, ele se despediu de mim e disse: [música] "Bom, estou indo.
Que Deus te dê outras oportunidades. Felicidade para você e suas duas filhas. " E eu lhe disse: "Pastor, eu tenho três filhos, duas meninas e um menino.
E ele tornou a me perguntar: "Você quer voltar para Jesus hoje? " E eu lhe disse: "Não, hoje não". E ele me disse: "Antes de sair, dentro de oito dias você entenderá este mistério.
" E se foi. [música] Fiquei muito impressionada com ele. Naquele mesmo dia, os médicos me perguntaram se eu estava pronta para viajar.
Pensei que fosse ser transferida para um outro hospital, mas ele se referiu à minha volta para casa, pois o convívio da família, segundo eles, poderia ajudar no processo da minha recuperação. [música] Havia alguma coisa no ar que ninguém me explicava. Na verdade, eu estava recebendo alta para morrer em casa, pois os médicos achavam que eu não teria mais de 48 horas de vida [música] e dessa forma estariam se livrando de possíveis complicações futuras.
[música] Deus havia me livrado da morte para me dar mais uma oportunidade de me arrepender da minha rebeldia. [música] Entretanto, o meu quadro continuava muito complicado. Não havia mais esperança para mim.
Eu não teria como ter uma vida normal pelas sequelas que a doença havia deixado. Voltei para Macapar numa cadeira de rodas. Foi um processo doloroso em minha chegada.
Os meus pais me receberam com um caloroso abraço e agradecer a Deus por minha volta. Aquela cena me marcou profundamente. Comecei a receber visitas de parentes, amigos e irmãos da igreja.
No segundo dia, numa dessas visitas, alguém foi ao berço do menino e voltou apreensivo, dizendo: [música] "O seu filho é tão diferente, nem se parece com ninguém da sua família, nem na cor". Ninguém entendeu direito aquela expressão. E quando for ao berço, o meu filho estava todo roxo.
[música] Havia tido uma parada cardíaca [música] e foi hospitalizado entre a vida e a morte. Fui levada ao hospital, me sentaram ao seu lado e ele abriu os olhos como quem quisesse me dizer alguma coisa. [música] me olhava falando com os olhos coisas que a sua boca não conseguia pronunciar.
Foi algo indescritível. Deus me falava através do meu filho e eu não queria entender. [música] Um fato que marcou decisivamente a sua volta.
[música] Os dias iam passando e eu não havia morrido como previam os médicos. [música] Mas ao amanhecer do oitavo dia, recebi a notícia que o meu filho havia falecido. Foi a gota d'água.
Entrei em desespero [música] e logo lembrei de duas coisas. Primeira, [música] das palavras daquele pastor no hospital. Você quer voltar para Jesus hoje?
Não quer? Felicidade para você e suas duas filhas. Dentro de oito dias você entenderá este mistério.
[música] Segunda, do olhar inocente do meu filho, como a me dizer: "Mamãe, volta para Jesus e dessa forma eu não vou morrer. Volta, mamãe. A minha vida só depende de você.
" [música] Fui tomada de um grande sentimento de culpa. Vi que Deus me tinha dado a oportunidade de escolha, mas eu tinha jogado fora a minha chance. Eu chorava compulsivamente, mas era tarde demais.
Eu acabara de perder um filho. Continuava doente, paralítica, e, o pior, longe de Deus. Com uma doença espiritual que me consumia lentamente.
Trouxero o corpo do meu filho para a casa dos meus pais. Era uma grande casa de fazenda. Eu olhava para ele e só chorava.
Desejei colocar o meu filho em meu colo com as minhas próprias mãos, mas isso só foi possível com a ajuda de terceiros. [música] Apareceu um fotógrafo que fez questão de documentar essa cena. Eu não queria, mas ele disse [música] que com o tempo eu iria entender e me falou mais.
Deus me revela que você vai voltar a andar e testemunhar do seu amor em muitos lugares e países. Esta foto será a prova do grande milagre de Deus em sua vida. No dia seguinte, o meu filho seria sepultado e eu sabia que aquele momento iria ser muito difícil para mim, como de fato foi [música] o tão esperado momento da reconciliação com Deus.
Todos se preparavam para o sepultamento do meu filho, [música] mas eu não podia ir. Todos concordavam que eu não tinha condições de ir e eu não fui. No exato momento da saída do corpo do meu filho para o cemitério, ali naquele duro e triste momento, eu tive um real encontro [música] com Deus e disse ao Senhor: "Meu Deus, finalmente eu me rendo aos teus pés.
Eu me rendo, [música] Senhor. Imediatamente os meus braços que não se moviam começaram a se movimentar. Senti o meu corpo em mim.
O milagre de Deus estava acontecendo em minha vida. Eu estava me movimentando. Houve um grande mover do Espírito de Deus entre os presentes.
Confirmando o que a Bíblia diz na epístola aos Hebreus, no capítulo 13 e versículo 8, [música] que Jesus Cristo é o mesmo ontem, hoje e eternamente. [música] Pedi ao Senhor que me devolvesse o gozo da salvação através de um renovo espiritual e fui imediatamente renovada pelo [música] Senhor. E houve até quem dissesse: "Coitada, doente, acaba de perder o filho [música] e ainda por cima me enqueceu de Mascura era outra.
Apesar de toda a tristeza, eu estava feliz por estar de volta aos braços de Deus. [música] Eu estava como quem não havia perdido nada, já que a minha fé no Senhor começava a renascer outra vez em meu [música] coração. Mulher, não chores.
Fiquei sozinha por um momento e ouvi uma voz celestial que falava comigo. Entendi que era a voz de Deus confortando o meu coração. [música] O Senhor me dizia para que eu não chorasse e eu pensava que ele iria ressuscitar o meu filho.
E fiquei naquela expectativa esperando as pessoas voltarem do cemitério, trazendo meu filho vivo. Mas não era essa a vontade de Deus. Agora eu havia testemunhado o milagre na minha vida e queria que Deus o estendesse ao meu filho também.
Mas esse não era o seu propósito. Todos chegaram do cemitério sem o meu filho, e eu comecei a indagar ao Senhor porque ele não ressuscitara o meu filho. Neste momento, recebi a visita do meu antigo pastor Otoniel Alves de Alencar, que já dorme no Senhor, com outros irmãos.
Eles dirigiram uma oração ao Senhor por mim. E Deus, usando uma de suas servas em profecia, me falou assim: [música] "Mulher, quando hoje cedo eu me revelei a ti e te disse: "Não chores, tu pensavas que eu fosse ressuscitar o teu filho. Grande foi a tua decepção.
Mas eis que eu te digo, não chores. Estou te devolvendo a tua saúde [música] para que caminhos lugares onde nem imaginas para testemunhar do que eu fiz em tua vida. Tu vais atravessar as fronteiras e ali farás a minha obra de maneira espantosa.
Te farei conhecida entre os meus. Serás [música] conhecida como a minha ovelha marcada e no tempo certo te darei um outro fruto. Vou te restabelecer completamente para que todos saibam que eu sou o Senhor que falo contigo.
Pois [música] operando eu, quem pedirá? [música] A glória de Deus invadiu todo aquele lugar. Comecei a crer em tudo o que Deus estava me dizendo e a tomar posse da vitória pela fé.
Deus me restaurou completamente e me deu um novo e feliz casamento. Viemos morar na cidade do Rio de Janeiro, onde temos feito a obra de Deus, atendendo a convites de muitos lugares para testemunhar das suas grandezas na minha vida. O Senhor realizou em mim um outro milagre, restaurou as minhas trompas e como prova disso eu fiquei grávida outra vez.
Deus nos deu a Letícia em cumprimento de suas promessas. Hoje tem um casamento e uma família feliz servindo ao Senhor. [música] A volta ao hospital em Belém e o reencontro com os médicos.
[música] Totalmente restabelecida, resolvi voltar ao hospital em Belém. Os médicos se admiraram quando me viram. Ficaram muito emocionados comigo.
Chegaram a dizer que a minha vida era um verdadeiro milagre. [música] Conversei com o médico, a quem Deus mostrou a lágrima em meu rosto, quando para todos eu já estava morta. E ele disse: "Não, não, como isto foi acontecer?
[música] Você não morreu? " E eu disse-lhe: "Sou eu mesma, doutor. " O senhor disse naquela ocasião que nunca tinha visto um morto chorar.
Agora o Senhor está me vendo falar, andar, viver. E ele me perguntou: "O que foi isso? Algum pajé de alguma tribo te curou?
" E eu respondi: [música] Jesus, o médico dos médicos, o Senhor dos senhores, o Rei dos Reis, o leão da tribo de Judá, o filho do Deus vivo me curou e falei do amor de Deus para eles que me ouviram [música] atentamente. Uma palavra de esperança ao seu coração. Gostaria de deixar uma palavra da parte de Deus ao seu coração.
Você é alguém muito importante para [música] Deus. Você não pode nem deve continuar indiferente aos seus apelos. A experiência que eu vivi você pode estar vivendo ou quem sabe conhece alguém assim.
É difícil e perigoso o caminho de quem se afasta de Deus. A exemplo de mim, isso poderá ter um alto preço a ser pago. Não vale a pena trocar Jesus pelos prazeres deste mundo.
Jesus é melhor e tem muito mais a nos oferecer. [música] Nesses últimos dias, Deus tem pressa em realizar em nós todos os seus propósitos. Então, não fuja do Senhor, não saia dos seus caminhos, não rejeite a chamada de Deus em sua vida, pois o que ele tem a realizar com você ninguém mais poderá fazer.
[música] A sua tarefa é sua, somente sua. Ele pode até convocar outro diante da sua renúncia, [música] mas o seu trabalho só você poderá fazer. [música] Pense nisso e deixe Deus cuidar de você, da sua vida, dos seus projetos, como ele e só ele sabe.
Deixe Deus assumiu o controle da sua vida. Com certeza ele [música] tem sempre o melhor para todos nós.