Bom, gente, eu acho que esse é um dos vídeos mais difíceis para mim. Eh, já tem algum tempo que eu tenho muita facilidade de produzir vídeos na internet, mas eu confesso para vocês que esse é o primeiro vídeo que me assusta. Eu fiquei enrolando a manhã inteira para gravar esse vídeo e eu queria muito trazer ele nessa lua cheia em escorpião. E aí criei um cenário Improvisado aqui no atelier que tá com eco ainda, como vocês podem ver, não tá pronto. Eh, e eu também não queria mais enrolar e queria compartilhar com vocês esse momento
que eu tô vivendo na minha vida. e que é bastante desafiador, ao mesmo tempo que é libertador. Peguei o microfone, é porque eu acho que o áudio vai ficar melhor para vocês e eu já adianto que eu acho que Esse é um vídeo que vai ficar bem longo. Como vocês sabem, como uma boa exploradora que sou, eu gosto de viver o autoconhecimento na prática e eu também gosto de ensinar na prática. É por isso que eu compartilho tanto da minha vida, dos meus experimentos com os arquétipos, dos pensamentos que vieram, das ações, dos movimentos, porque
eu acho que fica mais fácil pra pessoa entender o que eu quero falar e também conseguir, de repente ver alguma Situação que a pessoa esteja passando, que é parecida com aquilo e gerar essa identificação para que seja mais didático o conteúdo para vocês. E o que eu vou dividir com vocês agora, como eu já disse, não é confortável, mas é parte do meu processo de autoconhecimento e talvez uma das partes mais importantes do meu processo de autoconhecimento. Eu comecei a praticar o autoconhecimento em 2016, que foi no mesmo ano que eu comecei no YouTube, que
Eu criei o meu primeiro canal no YouTube. Eu tinha passado ali pelo processo de separação. Eu acho que quando a gente sai de um relacionamento, a gente já precisa automaticamente passar por esse processo para entender quem a gente é depois daquele relacionamento, o que que ficou, o que que é nosso, o que que é do outro que precisa ser devolvido para que a gente possa seguir em frente com a nossa verdade. Então, eu tinha passado ali por Um divórcio, tinha quebrado um negócio e também já tinha que me autoconhecer para entender porque aquele negócio quebrou,
aonde foi que eu errei, para que no próximo negócio eu não viesse quebrar novamente, para que no próximo relacionamento eu não viesse repetir os mesmos padrões daquele relacionamento anterior e poder criar um relacionamento diferente. Só que de lá para cá eu criei um padrão de toda vez que eu sinto que eu estou Passando por um processo de mudança e mudanças são naturais, né? A gente vem mudando depois, né? A gente passa pelas fases da criança, depois se torna adolescente, o adolescente tem outros gostos, outra vontade de se vestir, já não quer a blusa da moranguinho,
da Galinha Pintadinha, né? já quer outras roupas, muda os gostos, já não quer brincar de boneca, quer sair. E essa mudança, eu nunca parei para prestar atenção que ela continua, ela não para Quando a gente chega na fase adulta. Então eu sempre achei que, ok, é natural a gente mudar e a os próprios pais já esperam que a gente mude criança para adolescente, que saia da adolescência e vá pra fase adulta. eh, e talvez da fase adulta só lá na velhice que a gente vai para uma próxima fase e que as pessoas entendem. Mas o
fato é que na fase adulta a gente passa por muitas mudanças, a gente continua mudando, eh, porque não faz Sentido a gente estudar tanto, a gente ler livro, a gente comprar curso para continuar a mesma pessoa. Então, desde que eu comecei a praticar o autoconhecimento, que eu comecei a querer cuidar da minha vida, que eu comecei a querer me tornar uma pessoa mais próspera, sair daquela versão da Daniela, que não tinha dinheiro para comprar pão, que vivia de doação de comida, eh depois do divórcio, né, fui morar num porão com as minhas Duas filhas eh
pequenas, passando muita dificuldade. Eu queria construir uma realidade próspera. E eu comecei no autoconhecimento com esse intuito. E nesse caminho eu fui mudando, eu fui mudando os meus gostos. Eu fui entendendo que muitas coisas que eu escolhi, como emprego de carteira assinada, eh, faculdade, não combinavam com quem eu sou na minha essência e que eram coisas que eu aprendi de outras pessoas, porque era assim que as coisas Funcionavam. E aí eu fui me despedindo de coisas que não eram eu, tentando entender o que era eu. E em cada momento que eu ia mudando, eu começava
a me sentir desconfortável naquele lugar que eu estava. Então, a primeiro desconforto que eu senti não foi na internet, foi no meu grupo de amigas, que eram minhas amigas há mais de 20 anos. a gente vivia juntas desde os meus, sei lá, 14 anos eu Vivia naquele grupo e eu tava ali por volta dos meus 34 anos, quando eu comecei a me sentir desconfortável naquele grupo que eu fazia parte, porque à medida que eu ia praticando o autoconhecimento, eu ia percebendo assim, cara, eu não gosto mais de falar sobre isso. Nossa, isso que a gente
ria no grupo que era tão engraçado, não era mais engraçado para mim. Aquele rolê de sair, beber, curtir, começou a ficar sem Graça. E eu comecei a ver que eu não me encaixava. Eu comecei a ver que eu me sentia a estranha do rolê num lugar que era muito confortável para mim. E eu me lembro que eu comecei a estudar sobre ego, expansão da consciência, despertar da consciência, ler livros sobre isso e tal, fazer rouponopono. E quando a gente se encontrava, eu falava sobre o que eu comecei a consumir, porque antes eu só consumia conteúdo
da vida das outras Pessoas. Então, eu ficava no Facebook eh, buscando saber quem foi no pagode, quem ficou com quem, quem traiu quem, quem pagou pensão, quem não pagou, eh, quem foi com a roupa tal, com o sapato tal. Era isso que eu alimentava a minha alma, a minha essência, a vida das pessoas, para poder compartilhar, falar no grupo e tal. Só que naquele momento que eu comecei a praticar o autoconhecimento, eu comecei a me alimentar de outras coisas. Então, quando eu chegava no encontro com as minhas amigas, o que eu tinha para falar? Se
eu não sabia mais quem tinha ficado com quem, porque eu não tava mais antenada, eh, porque informação também é alimento. E eu só tinha para falar dos das coisas que eu estudava, o roponopono, os arquétipos, o ego e tudo era novo para mim. E eu tava tão fascinada por tudo aquilo que eu tava descobrindo. Eu tava tão entusiasmada que não era sacrifício não ir pro pagode Para ficar assistindo vídeos. E quanto mais vídeos eu assistia sobre crença limitante e a gente cria nossa realidade e lei da atração e não sei o que mais eu queria
assistir, porque eu queria mudar a minha realidade, eu não queria mais depender das minhas amigas essas da época que me ajudaram bastante na época eu não queria mais ficar contando moeda. Eu, putz, eu quero ser rica, eu quero ser próspera, eu quero poder dar o que minhas filhas querem, eu quero poder ir Numa loja e comprar porque eu gosto e não porque tá barato ou porque tá na promoção. Eu quero ir no restaurante comer sem me preocupar, ao invés de estar sempre pedindo uma coxinha, uma laranjinha, que era o que dava para comer. E eu
não era um sacrifício estudar autoconhecimento, não era um sacrifício passar horas no YouTube consumindo conteúdo gratuito, até porque eu nem tinha dinheiro nessa época de pagar pelo curso de alguém, nem livro eu Não tinha dinheiro para comprar. E toda vez que eu ia nesses encontros, essas minhas amigas sabiam que eu tava passando por uma situação ruim e elas eh sempre foram muito dispostas a pagar e por aí vai. E aí eu me lembro de um encontro que eu cheguei lá e eu tô contando tudo isso para vocês porque eu precisei entender aonde esse padrão começou
de fugir de quem eu sou e mudar o ambiente. Eu me lembro que eu fui num Encontro que a gente sempre fazia e a gente estava numa mesa assim e cada um começou a falar sobre a o que tava falando e eu tudo que a pessoa falava eu já associava ao rolê da crença limitante, do ego, porque daí eu já começava a ler as coisas de um outro ângulo, de uma visão mais terapêutica e total de autoconhecimento. E eu me lembro que uma se levantou e falou: "Ai, lá vem ela com esse papo de ego,
esse papo chato de não sei o Quê". Ali eu vi que talvez eu estivesse incomodando ali. Foi a primeira assim o primeiro desconforto de, sabe, água e óleo que não se mistura. Parece que aquele ambiente, aquelas pessoas do qual eu me sentia tão amada e tão acolhida, eh, já não estavam mais gostando de mim na minha nova versão, no meu novo jeito de ser. E eu não tinha outras amigas. E eu vou me emocionar Porque eu acho que uma das coisas mais difíceis para mim no começo do autoconhecimento foi aprender a ser só. Porque desde
os meus 13, 14 anos, eu sempre tive muitas amigas de frequentar a casa delas. E as minhas amigas eram a família que eu não tinha em casa, assim em termos de pai e mãe, né? Porque em termos de vó e tio nunca faltou atenção e por aí vai. E quando eu senti aquele desconforto de que aquilo que eu estava gostando muito Naquele momento não era bem-vindo lá, pela primeira vez eu senti uma sensação de desencaixe muito grande e que me fez cada vez menos querer estar lá. Eu já estava mais distante, eu já estava recusando
alguns convites, mas eu ainda tentava, porque, poxa, a gente se conhece tanto tempo, uma sabe tanta coisa uma da outra. Eh, eu acho que isso pode dar certo. E aquilo que eu via antes como normal começou a me incomodar muito, porque eu Comecei a me sentir desrespeitada por essa nova versão que tava nascendo na minha vida. E aí eu me lembro que eu fui num outro encontro e nesse encontro tinha uma das meninas que tava na dieta e ela levou a marmita dela e uma das meninas do grupo se sentiu incomodada por ela levar a
marmita dela. Ela: "Ah, eu não acho isso certo eh trazer a comida porque em algum momento tu vai furar a dieta. Então por que não fura dieta aqui com a gente?" Tipo assim, claro que ninguém falava para ninguém uma na frente da outra, era sempre escondido. E isso que era normal, porque eu também falava pelas costas, eu comecei a a me incomodar. Eu não queria mais ser a pessoa que falava pelas costas, eu não queria, né? Eu começava a ver como errado aquilo que antes era normal para mim. E aí naquele dia eu comecei a
interpretar aquela situação de um jeito diferente. Falei: "Cara, eu na minha Cabeça, né? Fiquei refletindo assim: "Nossa, não, as pessoas não precisam comer o que todo mundo tá comendo. Eu acho que mais importante do que a fulana que levou a marmita ou a ou a gente que tá comendo aquilo que a gente se reuniu para comprar juntas e fazer, eh esse não é o ponto principal. Para mim, o ponto principal era a gente tá ali juntas". Tanto que elas falavam quando eu ia, eu nem levava meu celular, porque eu gostava de ficar conversando, Era para
est junto ali 100% presente. E por que que a comida incomoda? A escolha do que a outra vai comer incomoda, sendo que a gente tá ali para est junta, para conversar e por aí vai. E ali eu comecei a sentir também mais um desconforto. E aí chegou um momento que eu não tava mais confortável com as conversas do grupo do WhatsApp e tinha ainda aqueles assuntos, né? Ah, soube que fulano não sei o quê. Ah, o fulano Viu o acidente, o crime, eu não sei o quê. E eu comecei ali a entender que a gente
cria a nossa realidade, né? que aquilo que a gente bota para dentro da nossa cabeça, aquilo que a gente escolhe consumir, assistir, tudo isso vira uma assinatura vibracional e vai refletir o nosso campo do lado de fora. E eu queria, eu estava sedenta por criar uma nova realidade, né? Eu não queria mais viver aquela vergonha da falta, da escassez e por aí vai. E eh naquele grupo, cada vez que vinha mensagem, eu ia participando menos, eu ia eh não respondendo, visualizava, não respondia e tal. Só que eu ainda com o meu livre- arbítrio estava fazendo
parte daquele grupo e foi quando eu decidi sair do grupo do WhatsApp que eu já estava ali há um tempo. Falei, né, deixam um testão que eu eh agradecia o tempo que a gente tava ali juntos, mas que não fazia mais sentido o grupo e que eu tava saindo. Eu me lembro que eu Chorei muito naquele dia. Eu chorei muito, muito, muito, muito, muito, muito, mas ao mesmo tempo eu me sentia em paz. Então, era como se eu tivesse vivendo um luto daquelas pessoas que eu amava estar e que fizeram parte por 20 anos da
minha vida, duas décadas. Eu não sou essa pessoa que as pessoas saem rápido da minha vida como parece. Aquilo que eu amo e que faz parte da minha vida vai ficar na minha vida por muito tempo. A minha terapeuta é a minha terapeuta há 8 anos. Então eu eu não sou essa pessoa que eu pareço que tudo é passageiro, rápido, descartável, não. E ali eu comecei a ver que, por mais que eu quisesse continuar naquele grupo, ou eu ficaria no grupo tentando ser alguém que eu não era mais para que essa imagem eh agradasse e
eu fosse aceita ali, ou eu assumia quem eu era e vivia o desconforto que as pessoas sentiam. Quando eu falava daquilo que eu estudava. Então, eu não consegui sustentar, continuar indo nos encontros e falar das coisas que eu estava estudando. E aí o que que eu fiz? Eu escolhi me retirar. Foi a primeira vez que eu fugi de quem eu sou, que eu não interpretava dessa forma, porque hoje eu eu acho que ambientes que a gente não cabe mais, a gente tem que sair, a gente tem que se retirar, mas vocês vão entender sobre Isso
na internet. E aí eu peguei e parei, né? Parei de alimentar, parei de sair. Elas começaram a sair já, né? Não perdiam mais tempo me convidando, porque na maior parte das vezes eu nunca queria ir. Eh, e ali eu comecei um processo bem solitário e quanto mais eu caminhava nessa jornada do autoconhecimento, mais eu ia mudando. E aí eu tive canais, né? Tive o primeiro Canal, Autoestima da Mulher, depois eu tive ali o papo feminino, aonde eu falava de papo calcinha e no fundo eu acho que eu ainda falava para aquela menina que queria que
tivesse alguém para falar de menstruação. É como se cada conteúdo que eu criasse, ele fosse suprindo algumas necessidades do meu ser, do meu coração. Aí quando chegou no assunto do papo feminino, eu fiquei dois anos naquele canal. Foi um canal que chegou a mais de 400.000 pessoas, quase Meio milhão de inscritos naquele canal. E eu já tava aí há mais de 2 anos praticando autoconhecimento. Eu comecei a sentir vontade de compartilhar o meu processo de autoconhecimento, compartilhar como que eu fazia roupa no pondo, como que eu liberava minhas crenças limitantes. Ali eu já tava ganhando
dinheiro com o YouTube significativo, já podia escolher, eh, já tinha um pouco mais de liberdade, já tinha quitado a minha Dívida de R$ 50.000, R$ 1.000, já tinha limpado meu nome, então eu já tava melhor, né, financeiramente falando, já tava investindo dinheiro. E eu comecei, né, a ver que esse rolê do autoconhecimento, da gente parar para se enxergar, pra gente olhar os nossos comportamentos, pra gente olhar o que a gente tá consumindo, sobre o que a gente tá falando, sobre quem a gente tá ouvindo, que fazer essas mudanças de fato, isso tinha mudado a minha
vida, Né? Quando eu mudei o meu foco de atenção sobre o que eu consumia e sobre as minhas escolhas, de onde eu ia, o que que eu ouvia, com quem eu andava, isso de fato mudou. Só que eu não tinha fruto suficiente pro meu grupo ver que eu de fato tava bem, porque eu eh tinha feito o que eu eu tinha chego num momento assim, paguei tudo, tô leve, mas não tinha frutos ainda. Eu ainda não frequentava os restaurantes que eu queria, eu ainda não tinha dinheiro para Ir para hotel, eu ainda não tinha realizado
meu sonho de morar em Balário Cambori, eu não tinha ainda realizado, né? Eu tinha, chego num lugar assim, consigo respirar, tenho dinheiro guardado, tô com as contas pagas e tal. E foi quando eu criei a Conecta, que foi o meu projeto para falar de autoconhecimento. E na minha cabeça era como se assim, para eu falar de espiritualidade, para eu falar de autoconhecimento, para eu falar de lei Da atração, de hábitos financeiros, isso não combina com assuntos femininos. Isso não combina falar de sexualidade, de menstruação, de autoestima. Isso é muito meu julgamento naquela época. Isso é
muito vazio, isso é muito raso. Eh, as pessoas aqui não vão te ouvir, não vão te levar a sério, porque você tá falando desses assuntos aqui. Então, se as pessoas descobrirem que você fala de, eh, dessas coisas aqui, eh, você não vai ser levado a sério, não combina. Então, O que que eu fazia? Excluí o papo feminino e comecei o espaço se conecta do zero. Por quê? E também, tipo, você falar e se essas pessoas aqui vê você falando dessa papo de ego, espiritualidade, roupa noopono, elas vão te excluir, te rejeitar e debochar de você
igual as tuas amigas lá, que foi a primeira vez que eu me apresentei como alguém que gostava desses assuntos. Eu ouvi, né, risada, deboche, eu tava Incomodando, eu era chata no rolê, então eu me retirei para que no papo feminino eu não fosse de novo a chata do rolê, ao invés de eu me apresentar pra minha audiência do papo feminino e dizer: "Gente, eu mudei, não é que eu não me não me conecto com esses assuntos, mas eu gosto também de outras coisas. Eu não eu não tinha essa clareza. Então, para que eu não fosse
rejeitada aqui, eu saio desse grupo, eu saio desse ambiente e me Apresento aqui num novo fragmento de Daniela. E aí eu vou, crio se conecta, falo de autoconhecimento, física quântica e tudo mais. Ali eu comecei a vender, ali eu comecei a fazer muito mais dinheiro do que eu fazia só como criadora de conteúdo. Eh, ali os meus ganhos começaram a expandir significativamente. Foi um grande salto na minha vida em 2018. Eh, só que eu tive uma decepção no marketing e como eu comecei a fazer Dinheiro com vendas, eu comecei a querer também falar sobre disso,
sobre isso. E as pessoas começaram a me pedir, Dani, como você faz YouTube? E foi onde nasceu a Empreendedoras da Criação, que foi o curso onde eu contava os meus bastidores e por aí vai. E aí para falar de negócio era como também se não combinasse ser terapeuta teta healing, eh falar de rouponopono, falar de espiritualidade, falar de lei da atração, de concreção da realidade. Por quê? Porque eu não vou Ser ouvida. Junto com esse projeto também de autoconhecimento, quando eu encerrei, eu também decidi ouvir antes uma voz minha da blogueira. Então, antes de falar
de empreendedorismo, é verdade, eu saí da Seconecta, que falava de espiritualidade, por aí vai, e criei um canal que se chamava Dani Daniela. Esse canal chegou a mais de 40.000 pessoas também. A Se conecta também passou de 40.000 pessoas. O Dani Daniela também chegou a mais de 40.000 pessoas. E eu Vou até pedir pro meu marido, acho que eu tenho o print desse canal, esse canal foi hackeado. Eu tenho o print desse canal. Eh, mas ele foi hackeado antes de eu desistir dele. Eu comecei a dar dica de cabelo, porque eu alisava o cabelo e
eu tinha essa sede, essa vontade de ser blogueira, que hoje eu descobri e que era uma vontade de ser ouvida, porque na minha infância eu não me sentia ouvida e eu me sentia muito burra. Eu já falei, Acho que sobre isso aqui, né? Então, desde a quarta série, eu sou, eu era uma criança que não passava de ano direto, então eu fiquei em recuperação na quarta série, na quinta série, na sexta série, eu sempre ficava em segunda época e eu só passava lá no ficava na escola até o último minuto assim e eu nunca nunca
tive essa essa habilidade eh essa inteligência escolar que eu nem sei como Pronuncia. Eu nunca fui a criança, eu nunca fui a número um da minha sala. Eh, e eu me sentia burra por isso, sabe? Eh, enfim, eu não tinha esse arquétipo do sábio, esses essa essa esse conhecimento da escola que eu não sei o nome, e era como se eu fosse menos, eu me sentia menos por conta disso também. Então, eu nunca me achava suficiente. Quem sou eu, né? Eu sempre passo de Arrasto no ensino médio também, sempre passando de arrasto. Fiquei em em
segunda, eh, independência, reprovei matemática no primeiro ano do ensino médio. Sempre tinha que me esforçar muito para aprender essas coisas eh exatas. E aí com isso eu desenvolvi uma ferida ali, né, de tipo também não me sentir suficiente. Então a blogueira ela vem de um lugar de alguém que queria ser ouvida por ser quem é, não porque eu sei muito Bem matemática ou biologia ou geografia ou história. Será que alguém pode gostar de mim ou me amar sendo só quem eu sou, falando do meu jeito? Então eu sinto que a raiz da necessidade da blogeragem,
além da pessoa comum, que sou, que tenho muito forte, o arquétipo da pessoa comum, vinha também de um desejo de ser ouvida, de ser amada, de tipo, cara, você é suficiente só falando dissessas coisas que não necessariamente tem um conceito técnico e por aí vai. E Foi desse lugar também, dessa minha jornada com a escola. que me fez nunca me sentir suficiente como terapeuta, como mentora. Eu me posiciono, mas eu sempre corro. Eu vou lá como mentora, ai, mas eu vou lá como terapeuta, porque no fundo é como se eu nunca me sentisse suficiente. Beleza?
Fui pro lado blogueira da vida. E aí foi uma época que eu usava muito as minhas roupas coloridas que vem da minha essência de Criadora. Então, eu já contei para vocês que dentro dos arquétipos de essência de UNG é como se fosse uma mesa, que aí foi outro conflito também, porque todo o curso que eu fazia falava de tríade de arquétipo. Até tentei me caber nessa tríade, mas eu vi que é uma mesa, tem quatro estruturas, quatro pés. E eu tenho muito forte o arquétipo da pessoa comum, que é gente, como a gente que gosta
de falar sentando no chão, que sabe a simplicidade em pessoa, que gosta De de coisa simples, de conhecimento simples, de pessoa que fala simples. Eu nunca vou pra gente muito técnica, com fala difícil. Eu passo longe dessas pessoas. Eh, eu tenho a criadora, a criadora que gosta de artesanato e tal, a exploradora que gosta de movimento, de viajar, de falar sobre muita coisa, de aprender sobre muita coisa e a Maga, que depois eu vou falar dela também. E aí, nesse rolê, nesse canal Dani e Daniela, eu me vestia com as minhas blusas do Mickey, com
as minhas blusas do Simpson. O meu jeito assim que eu me vestia sem parar muito para pensar, natural, sem correção de ninguém e sem interferência externa, era as roupas ali do do Mickey, do Simpson. Eu gostava muito eh dessas roupas muito coloridas, assim, isso era da minha essência. Só que como Dani e Daniela, eu não conseguia fazer tanto dinheiro assim. E ali aquele canal era um reflexo ainda de que ser Daniela não era suficiente, Porque a nossa vida do lado de fora, ela é do mesmo tamanho que a gente é do lado de dentro. A
gente não vai viver do lado de fora algo que a gente não acredita. E se por um acaso você manifestar algo do lado de fora maior do que a tua crença, em algum momento você vai perder aquilo porque no fundo você não acredita merecer. Então tudo aquilo que a gente não se sente suficiente, se a gente não é suficiente, a gente é o quê? Uma fraude, uma Mentira. Então, por mais que eu tivesse 40.000 pessoas naquele canal, eu ganhava obviamente no AdSense e tal, mas eu nunca conseguia ganhar como quando eu ganhava, por exemplo, na
Conecta, que era um canal nichado, de autoconhecimento, estruturado, com produto, tudo pensado, eu ganhava mais dinheiro lá. E aí, tá, mas eu, como eu já não tinha dívida, já tava investindo, tinha Dinheiro guardado, ali, eu aluguei meu primeiro apartamento no meu nome. Isso foi uma conquista muito grande para mim, porque eu vivia no SPC, vivia no Serasa. Eu sempre tinha que procurar a casa para alugar eh de alguém conhecido que não que fosse direto com o proprietário, não podia ser pela imobiliária, porque eu nunca tinha condição de, em termos de, como é que fala, de
cadastro mesmo, né? Nunca tinha o perfil para alugar um apartamento pela imobiliária. E naquele Período eu tinha já dinheiro para dar de calção. Eu aluguei no meu nome, aluguei pela imobiliária, só escolhi o apartamento que eu queria e pude me mudar. Então já tava melhor, né? E quanto melhor você tá, mais livre você tá para ser quem você é, porque você tem o dinheiro ali para meio que, né, se sustentar e por aí vai. Só que eu não conseguia. Eu me lembro que ali eu lancei o clube das patroas era R$ 17 e eu me
lembro de um dia abrir a o clube Num final de semana e ninguém aparecer e eu falei: "Cara, ninguém nem valoriza o meu tempo aqui, ninguém valoriza o meu conhecimento". Eu me lembro que um dia tava só eu e a Elise também. A Elise Campos, nossa, é uma seguidora de muito tempo. E eu lembro de algumas pessoas que fazem parte da minha vida, que eu nem sei se considero seguidora, né, pessoas e tal. Eu tinha incômodo com a palavra seguidoras. Quem sou eu para ter seguidoras? Não, não tenho seguidoras. Então tinha muita dificuldade porque de
fato eu não me sentia suficiente. E é claro que tudo isso vem de feridas, de abandono de mãe, de pai, de rejeição, de muitas questões que eu tava trabalhando, mas eu ainda não me sentia suficiente. E se eu não me sentia suficiente para mim, as pessoas também não vão acreditar que eu sou suficiente, né? Então eu vendia produtos muito baratinhos e tal, eu falei: "Cara, não dá, né? Eu preciso, eu preciso para realizar meus sonhos, eu Preciso demais. Eu ainda não estava morando em Balário Camboril. Eu tinha ainda o sonho de morar em São Paulo
e eu disse preciso de algo novo. Aí eu comecei a consumir conteúdos de posicionamento, aprender sobre posicionamento da internet e ah, eu excluí o canal se conecta porque como assim? Agora eu falo de cabelo, agora eu falo de cronograma capilar, agora eu falo dos meus cuidados com o cabelo e não é profundo o suficiente. Então as Pessoas de lá não vão me entender falando de cabelo e me vestindo com essas roupas toda colorida e sendo essa pessoa. Então era como se sempre para que uma parte minha pudesse existir, eu tinha que matar a parte profunda
pra parte rasa poder existir. E era sempre esse movimento. No papo feminino, a parte rasa levantava. Aí nasceu a parte profunda no autoconhecimento. Vamos matar a parte rasa para ser profunda. Aí no no autoconhecimento a parte profunda. Aí nasceu a Dani e Daniela mais rasa. Não, vamos matar essa profunda aqui pra gente não ser rejeitada em nenhum ambiente. Vamos começar a sair desses ambientes. E eu comecei a sair dos ambientes. Claro que eu não tinha essa consciência que eu tenho hoje, obviamente. Beleza? Eh, comecei a ouvir sobre posicionamento de marca e foi quando eu comecei
a aprender sobre os arquétipos de Ung, os arquétipos de personalidade, até então os arquétipos De símbolo. Eu já fazia uso de tudo. O gafanhoto me ajudou a me mudar para essa casa, para esse apartamento. Aí eu mudei tudo, mudei relacionamento, mudei um monte de coisa na minha vida, sempre ativando os arquétipos para conseguir melhorar de vida, sempre. Então, os arquétipos de símbolo, cavalo, gafanhoto, imperador, que depois entrou na minha vida também, eh, já fazia uso desses arquétipos. Então, desde se conecta no Dani Daniela e tal. Aí veio Um conteúdo de posicionamento dizendo que eu não
podia ser vulnerável, que eu não podia. E aí ali eu além de eu ser criadora, que eu usava essas roupas mais coloridas e tal, eu era muito pessoa comum. Eu era muito gente como a gente acordava cabelo arrevirado, ah, vamos fazer hidratação e não sei quê. E hoje eu vou fazer escova, gente. Olha esse cabelo como tá, menina. Olha essa raiz, tá uma dureza só. E aí eu falava com as meninas e contava tudo, as minhas Pitangas. Aí botei trança, meu cabelo caiu, aquele vídeo, nossa, viralizou, que a desgraça viraliza, né? E aí eu me
mostrava extremamente vulnerável. E aí eu comecei a ouvir que eu não podia ser muito vulnerável, porque senão eu ia perder o respeito. Ali eu comecei a aprender sobre os arquétipos e que o arquétipo da pessoa comum é um arquétipo que não vende, é um arquétipo que as pessoas não respeitam, é um arquétipo que as pessoas não valorizam, que eu não Podia ser a pessoa comum, que eu tinha que passar autoridade, que eu precisava passar credibilidade para conseguir vender. E aí eu matei a minha pessoa comum no Dani Daniela. Aí eu ocutei o canal e comecei
a me posicionar foi quando eu fui pro caminho da governante. Aí eu joguei fora todas as minhas roupas coloridas, todas as minhas camisas diferentonas que eu me lembro que as seguidoras da época elas de Dani faz um vídeo contandoonde você Compra suas camisetas e onde você compra suas roupas e tal. Eu nunca fiz esse vídeo, mas assim era diferente, tanto que tinha seguidora que pedia para eu fazer vídeo sobre essas blusas, enfim. E aí tudo bem, se eu preciso vender, porque eu sempre tive esse sonho e tal e eu queria muito morar em Balário Cambori,
eu queria muito, eu ainda não frequentava restaurantes chiques nessa época, mas já ia pro cinema, já ia pra praia na terça-feira, quarta-feira, né? Já conseguia alugar o guarda-sol e tal, já tinha dinheiro investido, já tava melhor ali, né? Aí eu matei a pessoa comum, né? Matei a pessoa comum para ser a governante. Comecei a comprar blazer. Aí tanto eu já tava tão melhor assim que eu eu me lembro de ter uns blazer assim num valor um pouco mais alto. E e nessa época eu fiz a troca de guarda das crianças e enfim e aí fui
para São Paulo. Eh, comecei a falar de empreendedorismo, foi quando as pessoas Começaram: "Dane, todo canal que você muda, você cresce rápido, ensina como é que você faz, como você trabalha". E eu de fato já tinha resultado na internet, mas eu nunca me via como autoridade de trabalho na internet. E naquela época eu tava com o arquádtipo do tubarão. Eu me lembro que eu ativei o tubarão para ter um pouco de coragem para poder ir para São Paulo sozinha, porque eu não conhecia ninguém em São Paulo, cidade grande, por aí vai. E o tubarão é
um Arquétipo de autoridade que quando você traz essa frequência do tubarão, ele vai te mostrar no que você é muito boa e que talvez você não esteja vendo. Eu nunca pensei em criar um canal de marketing digital e nem criar curso de marketing digital, mas as pessoas começaram a me pedir, Dani, eu quero aprender YouTube contigo. Dani, eu quero saber como você faz internet, porque todo canal que eu vou atrás de ti, te buscar onde tu tá, É, tu já foi lá e cresceu, tu já foi lá, evoluiu, melhorou, cresceu de novo e eu quero
aprender contigo. Falei: "Cara, nunca pensei em ensinar sobre isso." E como eu tava nessa transição tentando passar credibilidade, autoridade, ser governante e fico linda de terno. Adorei me vestir bem, botar salto e tal, mas não sou eu, né? Eu amo o movimento, a liberdade, o conforto e tal. E eu lancei o Empreendedoras da Criação e eu me lembro que pela primeira vez eu consegui Vender um curso de R$ 1.000 na internet. E eu digo, caraca, olha o salto que eu consegui dar mudando meu guarda-roupa, falando de empreendedorismo, né? Como é mais leve ganhar dinheiro aqui
e do que lá na Seconect até, que era onde eu tava no meu lado muito maga, falando de rouponopon e por aí vai. E aí eu fui por esse caminho, criei empreendedoras da criação, comecei a fazer o café com as empreendedoras, live no YouTube, morei em São Paulo e por aí Vai. Aí mudei de novo, né? Aí saí de São Paulo, fui morar no hostel, tive a experiência do hostel, fui para Balneário, disse: "Acho que agora eu já tô pronta para morar em Balneário e eu acho que eu tô pronta já para viver essa cidade
aqui e eu acho que eu já tenho condição financeira para morar aqui. Morei em hotel em Balneário. Eu levei minhas filhas para hotel em Balneário. Ali eu já tinha realmente dado um grande salto eh financeiro na Minha vida e já tinha muito mais liberdade de realizar muita coisa assim, já comprava blazer de R$ 600, R$ 700, eh não precisava mais olhar para preço assim, eu já tava bem. Ai aí ali eu fui pro meu lado exploradora, o lado que morou em Hostel, o lado que andava, vivia com uma mala para lá e para cá e
por aí vai. E aí era como se também não encaixasse a empresária, empreendedora dentro do arquétipo da exploradora, Porque para ser exploradora era como se eu não pudesse ser governante. E aí o fato de eu ir morar na praia, porque em São Paulo ainda cabia os blazer e tal, eu fui embora em novembro, se eu não me engano, e novembro já era calor. E aí eu comecei a sentir saudade de andar de chinelo, de andar de short, de andar. Eu me lembro que eu comprei um macacãozinho de malha na Yukon e eu amava aquele macacãozinho
laranja e eu adorava acordar no rosto, eu fazer minha Comidinha, ia de chinelo. Final do dia eu caminhava na praia, ficava lá, me conectava com a lua e todo dia eu saía para caminhar, final do dia na praia e saía, botava meu chinelinho, ia para gravar, a minha pessoa comum gritando, né? E ali eu passei para outro conflito de novo de coisa. E nessa época eu já tinha o arquétipo na prática também, porque o canal de empreendedora nunca nasceu. Essa coisa empresária, coisa nunca teve de fato, né? Eu misturava as Coisas, mas só empreendedora não.
E na época de São Paulo eu já tinha o arquétipo na prática. Tanto que não arquétipo, na prática, se vocês olharem, eu tenho uma oscilação enorme de identidade. Então, tem horas que eu tô muito mais colorida, que é o meu lado criadora que fica toda hora querendo vi. Eu tenho o meu lado empresária, governante com blazer, unha de gel compridona, que não tem nada a ver comigo, mas tipo, já que tem que ser Assim, vamos ser assim. Eh, e o meu lado maga querendo nascer falando de arquétipos. Porque, gente, se tem uma ferramenta que eu
nunca dei tempo, foi arquétipo. Eu já dei tempo de roupa noopono, eu já dei um tempo de teta healing e tal, né? Constelação familiar eu faço com, mas arquétipos eu uso diretão, 7 anos. Sempre que eu tenho um objetivo, eu vou lá, reorganizo todos meus arquétipos e eles estão sempre ali me ajudando a desenvolver habilidades Que eu preciso para chegar onde eu quero chegar. E aí eu pensei, cara, eu preciso falar de arquétipos. Não tem como eu não ter um canal de arquétipos. Por quê? Porque eu sou a pessoa dos arquétipos. Eu sou a pessoa
que eu uso isso o tempo todo. E aí eu fui falar de arquétipos. E o conteúdo de arquétipos é um conteúdo que alimenta o meu lado maga, que nutre o meu lado maga e por aí vai. E aí, OK, dois anos ali, canal de arquétipo e tal. Aí já tava trabalhando essa energia feminina. E nesse período que eu morava de rosto, eu encontrei e reencontrei o Alex, que foi meu marido há 14 anos atrás. Foi num dia, inclusive saindo sozinha, me levei para tomar uma cerveja e a gente se reencontrou. Eu tava trabalhando muito forte
a energia feminina, tava tentando ser a sedutora, me conectar com o arquétipo do amante, ser a gostosona, coisa que eu nunca vou ser não desse lugar de roupa colada e Vestido curto. Mas eu ainda tava fugindo de mim porque eu não me achava suficiente. Então eu ficava tentando me conectar com arquétipos que não eram da minha essência, como a governante, o arquétipo da amante, né? Eu queria ser aquela mulher magnética, aquela mulher, sabe, que usa o decote, que, enfim, que eu não cancerei. Ainda bem que tá tudo bem, né? Cada um com as suas potências
e com a sua possibilidade. Mas de fato resolveu, porque o trabalho dessa Energia feminina fez com que a gente se reencontrasse e aí a gente casou e por aí vai. E eu ainda tava no arquétipo e eu já eu me lembro que eu tava com com a árvore para criar raízes, enfim. E aí todo o caminho, né, casada e e vivendo arquétipo, mas eu comecei a criar conteúdo no Daniela Cândido, enquanto eu tinha o arquétipo que alimentava o meu lado maga. No canal de arquétipo eu tirava cartas, eh eu fazia o quadro lá. Nesse período
eu Criei também a Semana com Tarot, que era o canal aonde o meu lado Maga aflorava, eh, de signos, tinha leitura de signo. Eu excluía o canal de tarô, dava um mês, ai meu Deus, eu preciso fazer leitura de tarô, preciso fazer leitura de tarot, porque a essência ela grita, né? E Yung inclusive diz que quando a gente chega nos 40 anos não tem muito para onde correr. A essência ela vai gritar, ela vai espernear, ela vai pular. e que geralmente quando chega nos 40 anos as Pessoas elas têm um grande marco, né, é um
grande marco na vida delas, porque é quando elas começam a viver de fato a essência. Eu tô com 42, vou fazer, aliás, 42, então com 41 talvez seja esse momento da minha essência, né? Pular e se integrar. E aí eu criei o Semana com Tarô, excluí, criei de novo, porque eu amo tarô, né? É uma coisa que é fácil para mim fazer ler cartas, né? e usar arquétipos, entender de arquétipo, Sombra de arquétipo, qual arquétipo usar para cada coisa, porque eu vivo isso muito. Só que daí eu comecei a sentir falta de falar de outras
coisas, era como se o canal do tarô, não sei. E aí eu criei o Daniela Cândido, que é esse canal aqui, há um ano e pouco mais ou menos, né? Eh, e no Daniela Cândido, tanto que quando eu crio um canal, eu nunca divulgo no outro canal que eu tenho um canal novo, é outro público, eu quero Falar para outra gente que vai se conectar com a minha nova versão. E no Daniel Arcânido era um grito da pessoa comum espermeando assim do tipo: "Garota, você gosta de andar de chinelo? Você gosta de falar, misturaros simples
e e o singular com o plural?" Cara, você gosta de falar sentada no chão. Quando eu fiz um tour pela minha casa, as pessoas diziam: "Caraca, sua casa é linda. Você tem tanto lugar que você poderia gravar e você não grava. Você Grava às vezes numa parede simples com sofá. simples, porque eu também gosto da simplicidade. E aí a gente decidiu, né, ir embora para Balneário e tal, negociamos o apartamento, fomos para lá, o arquétipo ainda tava ativo, eu fui para Balneário e em Balneário eu tava vivendo o estilo de vida que eu gostava, de
andar de chinelo, de ir nos restaurantes que eu gostava, de ir pra praia. E as pessoas começaram a me criticar dizendo que a minha vida era Simples demais para quem tinha dinheiro, que eu era uma pessoa que eu tinha dinheiro e vivia uma vida de pobre. E eu dizia: "Caraca, que loucura, né? Porque eu me achava minha vida tão rica, porque eu tinha liberdade de ir pra praia na terça, na quarta. E para mim a riqueza era aquela ali, né? E em aqui, aqui não, eu não tô em Balneário e porque eu eu a gente
vai voltar, né? A gente pretende voltar. E em Balneário, eh, eu tava me despedindo da Governante. Então, se vocês pegarem esse canal aqui, eu pego um saco preto e eu faço um grande distralho no meu guarda-roupa e eu jogo fora ali, né? Jogo fora não, né? Eu doei pra moça que limpava lá o nosso apartamento os blazer colorido que eu tinha, blazer laranja, a criadora, né? Blazer verde, blazer bege preto, calça de alfaiataria. Eu doei todas as minhas roupas que me deixavam apertada, estruturada, porque ali eu já tava aprendendo sobre arquétipos. Aliás, Eu já tava
desde São Paulo, mas eu fiz um curso que pela primeira vez eu me vi, eu me reconheci no arquétipo da exploradora, que eu não conseguia me reconhecer porque eu fiquei muito tempo exercendo a maternidade e eu não me via aventureira, exploradora, porque eu tava ali o tempo todo cuidando das minhas filhas. Então eu digo: "Cara, eu não tenho nada a ver aventureira, eu não sou aventureira. Eu tô sempre em casa vendo Frozen, assistindo Harry Potter e sabe, Tipo, mas na verdade era por ca minha rotina e por 7 anos eu tinha sido mãe em tempo
integral, então eu fazia muita coisa com minhas filhas. Então era por isso que eu também não me via exploradora. E quando eu me reconheci e pela primeira vez eu tinha comprado um curso que dizia assim: "Você pode fazer dinheiro em qualquer arquétipo que a tua tua essência". Eh, e claro, né? Cada arquétipo tem a sua limitação. Então, a Caneta Bic é um arquétipo da pessoa comum, é uma marca que usa o arquétipo da pessoa comum, que nunca vai ser vendida ali por como uma Moblan que é R$ 7.000, R$ 5.000. Então, cada arquétipo tem que
ter ali o seu posicionamento alinhado com o seu arquétipo e tal, mas eu ouvi que dava para ser eu mesma, que dava para ser exploradora. E a exploradora é essa Dani, que gosta de explorar vários conteúdos, vários universos, lugares e e por aí vai, que Eu não tava conseguindo ser no arquétipo. Explorar aquele universo de arquétipos não é suficiente para uma exploradora. Eh, e ser tão estruturada, engessada, não era o lugar gostoso também da pessoa comum. Então, quando nasceu Daniela Cândido, foi por um grito dessa exploradora de querer falar sobre muitas coisas e um grito
também da pessoa comum de querer, cara, eu gosto de usar camiseta, eu Gosto de usar chinelo, eu gosto de, eu não sou uma pessoa culta que vou falar os sos singulares, os verbo, tudo certinho. Então, foi um grito de liberdade desses dois arquétipos. Só que era como se a Daniela no estereótipo da blogueira que faz vídeo de comprinhas, que é muito superficial e raso, que mostra o que compra, que foi chamada de fútil de todo jeito, de toda forma, não pudesse ser a terapeuta de Arquétipos, não pudesse ser a que lê cartas, como assim, já
pensou se uma marca vê que eu tenho um canal de arquétipos ou uma marca vê que eu tenho um canal de tarô e que eu leio tarô. Era como se eu ainda botasse o que? A voz do outro acima da minha. E aí eu fui lá, encerrei o meu canal de arquétipos, vendi o canal de tarô, o último que recitou, que eu monetizei em 21 dias, porque eu acho que tudo que a gente, toda vez que a gente se conecta Com a nossa verdade, a verdade para mim é a frequência mais elevada do universo, vai
fluir bem, vai vender bem, porque é leve carregar a verdade, né? É leve ser só quem a gente é. E é por isso que eu tô tão cansada de recomeçar. E aí eu percebi que com o nascimento do da Daniela Cândida, eu tinha acolhido a, como eu disse, a exploradora. Eu tinha acolhido a pessoa comum, eu tinha colhido também a criadora de alguma Forma que tava um pouco machucada, porque a criadora, ela é sempre uma empreendedora também que tava machucada por conta da minha falência da confeitaria. E a maga também tava capenga, porque parece que
os assuntos de arquétipo aqui não combinava, parece que falar de tarô aqui não combinava. E ali eu comecei a ver que só a exploradora não preenchia a minha Essência. Era como se sempre faltasse um pedaço de mim do tipo, cara, essa maga tá aqui. E como eu nunca fiz muito dinheiro no arquétipo do mago, eu fiz dinheiro, mudei minha vida, eu paguei minhas contas, eu comecei a investir. Quando eu me mudei, eu tinha dinheiro e tudo foi na Secone, onde eu tava muito conectada com o arquétipo do mago, com autoconhecimento e por aí vai, né?
Mas de fato assim eu fiz muito mais dinheiro ensinando as pessoas a Trabalhar com internet, YouTube, por aí vai. E isso sempre ficava na minha cabeça do tipo assim, cara, você não, você vai passar perrengue eh trabalhando com terapia holística, porque a terapia holística tem um monte de crenças, né, de graça dar, de graça receber e que as pessoas não valorizam. E você, e é, e eu ouvia também nos cursos de marketing que terapia holística, autoconhecimento, é difícil de vender, porque não é palpável. Você não consegue dizer pra Pessoa qual é o benefício dela se
autoconhecer, qual é. E as pessoas não querem se autoconhecer. Eu não queria, eu só fui me autoconhecer porque eu ouvi que eu precisava disso para melhorar minha vida financeira. O meu objetivo era melhorar minha vida financeira. E já que tem que se autoconhecer, tem que saber crença, tem que analisar comportamento, vamos fazer isso então. Tá? Mas dizer que eu queria me conhecer e me iluminar, eu não Queria. Então todos os cursos que eu fiz de marketing digital, eu ouvia essa narrativa de que vender autoconhecimento é difícil, de que é difícil ganhar dinheiro com terapias holísticas
e por aí vai. E eu, por um tempo, eu até acreditei, assim como eu acreditei que eu precisava ser outra, né, outra coisa, governante, amante, que é mais fácil vender na amante magnética, na governante, do que na pessoa comum. Tanto que eu lutei contra essa pessoa Comum muito, eh, tentando fazer faculdade, tentando um monte de coisa que não era, não tinha nada a ver comigo. E aí ali aqui nesse canal eu tava vendendo na pessoa comum. Muitas seguidoras minha que vinham de outro lugar falaram: "Compraram mentoria de R$ 4.000, eu andando de camiseta e falando
do meu jeito, dizendo: "Agora parece que você tá mais acessível. Eu te sigo desde lá de trás e antes parecia que você era Muito distante assim e agora eu me senti confortável para fazer mentoria contigo e eu vi que cada vez que eu abria a minha mentoria de YouTube eu fechava no mesmo dia. Eu falei: "Caraca, e eu tô no arquétipo da pessoa comum, caraca, eu tô no arquétipo da exploradora, não tô lixada. Eu tô falando de tudo aqui. Eu tô fazendo vídeo de receita, eu tô fazendo vlog, eu tô falando de canal de YouTube,
eu tô falando de autoconhecimento, eu tô falando da minha Relação com com as minhas filhas, eu tô fal e e tá dando certo, eu não tô eu tô conseguindo vender, eu tô conseguindo fechar minha agenda de mentoria, eu abria a consultoria de arquétipos, fechava rápido também lá no começo, né, lá no outro canal. E eu dizia: "Nossa, dá para vender na pessoa comum, dá para vender na exploradora". E aí esse canal aqui, para minha surpresa, Foi o canal que eu mais fiz dinheiro até do que nos canais inchado. Ah, quando eu fui para São Paulo,
eu tive o canal Chique no Brás também. Quando eu fiz consultoria de imagem, estilo, porque eu queria ser governante, eu fui fazer porque tudo que eu escolho fazer, eu me dedico muito para aprender o que eu vou fazer. Aí eu fiz consultoria de imagem estilo porque eu queria me vestir bem, queria ser elegante, fiz vídeo de elegante, como parecer rica, como se Parecer com cara de rica, porque daí eu vou com tudo, né? Escorpiana intensa, excluí também esse canal. Beleza? Só que a maga, ela continua aqui gritando, querendo existir do jeito profundo. Aí é como
se a Daniela, que faz vídeo de comprinhas, que faz vlog e tal, não pudesse existir no mesmo lugar da Maga. E foi quando eu comecei a cogitar, criar um novo negócio chamado alma da criação, porque Eu não queria eh mais falar com pessoas que queriam dinheiro por dinheiro, monetização por monetização. É, com o a integração da pessoa comum, da criadora é e da exploradora, eu comecei a tipo, cara, nem todo mundo quer lancha, jet ski, BMW. Tem pessoas que só querem eh ter a liberdade de trabalhar em casa, lendo cartas ou fazendo os seus artesanatos
e vivendo bem, né? Eh, e assim, ó, viver com menos não quer dizer Viver com falta e dinheiro contadinho. Isso aí, gente, não é de Deus não. Mas nem todo mundo quer ser milionário. Nem todo mundo quer essa corrida dos ratos, do marketing digital, de fazer seis em sete. Nem todo mundo. Eu quero milhões não por conta dos milhões na conta, por conta que eu me realizo servindo. Então, eu quero ter imóveis, mas não para dizer: "Ah, eu tenho 10 apartamentos, não, porque eu quero servir, eu amo decoração. Eu quero servir as pessoas Que vão
tirar férias. em uma casa confortável. E e isso é empreender, isso é meu lado criadora. A minha criadora, ela cria, ela inventa moda, ela cria negócio, ela cria ideia. E eu amo isso. Isso também sou eu. Eu amo criar negócios. Eu amo criar negócios. E aí eu tava criando o negócio alma da criação, zero de novo. Por quê? Porque no fundo eu acreditava que a maga aqui Ia ser o mesma rejeição que eu senti das minhas velhas amigas. Eh, a mesma resistência das velhas amigas e melhor não, né? Ai, chega lá, começar a falar de
eh lei da atração, de cocreção da Eu até tentei fazer uns conteúdos aqui, mas gente, do jeito que eu gosto mesmo assim, cara, eu eu sinto falta do escolho uma pedra, eu sinto falta do mensagem da semana, eu sinto falta de algumas coisas que eu sou na essência também, sabe? Eu sinto Saudade, eu quero falar de banhos energéticos, eu quero falar de o que que eu faço quando eu tô carregada energeticamente falando. E era como se essa linguagem não combinasse com esse projeto aqui. E aí eu me peguei mais uma vez criando um projeto do
zero. E eu estava muito cansada, muito cansada. E ao mesmo tempo sentindo muita falta, porque a nossa alma, a gente veio aqui para expressar nossa alma e a gente corre dela e a gente corre e a gente Corre e eu corri. Eu corri tanto, eu corri porque eu não tinha superado um desconforto que eu vivi no início do meu processo de autoconhecimento e que quando eu me senti desconfortável por ser eu mesma, o que que eu fiz? Eu me retirei. Junto com isso vem uma uma crença, né, e um aprendizado de infância, porque a minha
avó sempre me ensinou a não incomodar. A gente não pode ser a criança que Incomoda. E quando o que vai incomodar é ser quem a gente é, que que a gente faz? Se a gente aprendeu que não pode incomodar, a gente deixa de ser quem a gente é ou a gente incomoda? Junto com isso, tem os incomodados que se retirem, né? Mas para não incomodar, eu sempre preferi me retirar. Sempre. Eu sempre escolhi sair para não causar desconforto em quem tava me Ouvindo. Nossa, vai ser muito desconfortável para aquela pessoa me ver falar de assunto
raso aqui. Vai ser muito desconfortável para aquela pessoa me ver tirar carta aqui. Assim como eu recebo crítica. Agora tem gente que não quer que eu fale dinheiro, de negócio, de empreendedorismo. E aí eu comecei a perceber que, garota, ou você assume quem você é e quando você fizer isso, você vai Incomodar. Ou você cria um conflito do lado de fora, ou você vai viver eternamente pulando de galho em galho com esse conflito do lado de dentro, fugindo de ambientes e lugares para poder ser você mesma. E quando eu me deparei com essa fuga de
ambientes por não querer sustentar, por não querer causar desconforto. Eh, e essa máa, né, que eu Venho, putz, eu já contei para vocês, né, de de ter jogado lá na minha adolescência meus tarô, minhas bruxas, meus cristal fora, porque uma irmã do meu pai falava que aquilo não era de Deus. Depois eu casei, aí o fulano lá não gostava dos meus livros de yoga e dizia que aquilo não era de Deus. Eu fui lá, joguei meus livros de yoga fora. A minha maga, eu nego ela desde a minha adolescência. Desde a minha adolescência, quando eu
comecei a ler Carta, que eu nem sei porque nem tinha curso digital naquela época, porque eu tenho 41 anos. Então, pensa eu há 30 anos atrás, quase eh, enfim, quase 30 anos, com 16 anos. Como você sabe? Gente, eu fiz curso de tarô, obviamente, mas eu tenho contato com cartas, eu tenho, eu fazia banhos com ervas da natureza e eu, e aquilo ali quando me falavam que, que aquilo ali não era de Deus, como não se as folhas foram feitas por Deus, os benefícios do da hortelã, Do do enfim, do manjericão, do, né, de tudo
veio de Deus, do cristal veio de Deus. Como assim não é de Deus? Se foi Deus que fez, mas eu não tinha, eu não queria, não, não vou sustentar isso aqui, não vou criar conflito, não. É melhor eu abrir mão para não criar conflito, não debater, não discutir. Vamos pro lugar de paz, vamos jogar fora, vamos renunciar a quem a gente é. E aí eu fui fazendo isso, cara. E eu continuo fazendo isso até Hoje. Até hoje eu não deixo a minha maga ser quem ela pode ser. Eu não vivo o potencial pleno de ser
inteira. Sabe uma mesa que tem quatro pés. Então essa loucura que eu vivo de começo aqui, saio aqui, vou lá é nada mais do que a minha alma querendo existir dentro de uma pessoa comum que t que ama um Netflix e um uma casa tipo quietinha. A minha exploradora que também ama viajar, a minha criadora que adora criar negócio e a minha maga. Eu Não consigo existir sem abrir as cartas, sem me conectar com a minha essência, sem meditar, sem tomar um banho de sal grosso quando eu sinto que a minha energia não tá boa.
Mas não dá, sabe, para ficar correndo disso. E e pela primeira vez eu eu decidi ficar. Eu decidi encontrar coragem para ficar e ser Inteira como eu consigo ser com o meu marido. Meu marido conhece todos os meus lados e eu me sinto confortável. Ele não diz: "Olha, isso aqui tem jogar fora. Olha, isso aqui não, ó, essa roupa aí a gente não tem. Ele me aceita do jeito que eu sou, assim como eu aceito ele do jeito que ele é. Só que quando eu não encontro essa aceitação, eu saio. E eu sei que não
só não é só eu que saio. Eu sei que muita gente vai embora do país porque não Consegue ser quem é no ambiente em que foi formado pro assumir quem é pro pai, pra mãe. Sabe aquela coisa quando, por exemplo, eu, né, quando eu comecei a fumar, porque eu fugia das minhas dores, então eu fui me ancorando em vícios, eu tinha medo de dizer pra minha avó que eu fumava. Porque, né, tipo, ah, isso aqui é quem eu sou agora, mas como que assume quem eu sou agora, né, nesse ambiente aqui que não faz o
que eu escolhi Fazer? Aí faz o escondido. E aí quando a gente faz o escondido, a gente reprime, né? Aí no fundo as pessoas sabem que você é aquilo, mas você não faz na frente assim, tipo, de todo mundo. Então no fundo, as pessoas sabem que eu sou maga, que eu gosto de terapia holística, tarô, velas, incensa, tudo isso, mas eu nunca vivo isso na minha potência máxima. Por quê? Porque eu nego, porque eu reprimo, porque eu não acredito que é possível Prosperar nesse lugar. Então, o que que eu faço? Não, não, não vou ser
outra coisa, mas não vou ser isso aqui, não. Eu vou negando a minha essência, né? E aí, ã, eu nessa período, né, de lua cheia e de uma de um sol em Touro, que vem falando dos nossos valores, aquilo que verdadeiramente importa para nós. Não que as pessoas acham do que deve ser importante para nós, mas do que tem valor. Arquétipo de Touro vem falando de Valores, aquilo que é valoroso, né? Tanto que quando a gente se conecta com Afrodite, que é a regente de Vênus e Touro, a gente tende a se conectar com aquilo
que é prazeroso, para aquilo que é leve pra gente. E gente, como é leve tirar cartas para mim, como é leve falar de arquétipos. Eu tava com saudade de falar de arquétipos, porque eu sempre tô alinhando os meus arquétipos de acordo com os meus objetivos, geralmente financeiros, né? Ou quando eu tô Trabalhando feminino também, né? tava trabalhando, alinhava os arquétipos com isso. Eh, e eu sinto saudade, só que eu não quero só falar de arquétipos, eu quero poder dividir o dia que eu acordo, tomo café e tenho um vlog. E quando eu escolher viajar, eu
quero poder compartilhar as minhas criações e os meus negócios, porque eu amo criar negócios e múltiplas fontes de Renda. Eu quero ser inteira. E eu cansei de fugir e de não conseguir mesmo, de não ter coragem, porque é um ato de coragem você chegar na sua casa ou em qualquer lugar e dizer: "Tudo bem que você não gosta, mas assim, eu sou assim e você tem que minimamente me respeitar". E aí, sabe o que que é um outro ponto que eu percebi? Cara, eu saía da minha casa porque o YouTube é minha casa. Eu não
tomava posse dos meus canais. Não era eu que Tinha que sair por ter mudado. Eram as pessoas que estavam incomodadas comigo que tinham que sair. Só que para não criar conflito, porque eu aprendi que eu não posso incomodar, eu saía e precisei lidar com esse conflito gigante dentro de mim durante esses 9 anos. Ah, difícil. né? Mas como uma boa praticante de Autoconhecimento que sou e que leva os meus processos muito a sério e os meus padrões e tô sempre analisando comportamentos e eu acho que eu antes não tava pronta para sustentar isso, até porque
eu acho que nesse ciclo de 9 anos eu aprendi muita coisa. Não me arrependo. Eh, eu já acolhi tudo isso. Foi muito importante porque eu criei muita habilidade com o YouTube. Eu criei muita habilidade em desenvolver produtos, eu criei muita habilidade de Comunicação, porque foram mais de 3.000, né, vídeos criados. Eu criei milhares de vídeos na internet em cada projeto desse que eu que eu fui, que eu me expressei. Só que também foi bom porque em cada projeto eu expressei o meu lado raso, meu lado profundo, o meu lado criador e agora eu posso integrar
ao invés de ficar excluindo e viver fragmentada, né? Porque de fato eu vivi fragmentada. E talvez só agora eu vá conhecer o meu verdadeiro potencial, o potencial da Minha alma. Só agora a minha mesa, eu parei de arrancar os pés da minha mesa. Bota maga, bota pessoa comum, tira exploradora. Aí bota exploradora, tira maga, era como se a minha mesa tivesse sempre capenga, assim, sabe? E eu vejo hoje que as grandes personalidades fazem isso lindamente, que eu não consegui fazer. E isso é tão natural na vida das pessoas, né? Se a gente pegar aquela Patrícia
Ramos, ela começou no YouTube Como a filha do pastor, fazendo vídeos da igreja e ela traía obviamente um público cristão. À medida que ela ia mudando, ela começou a receber hater daquele público, mas ela não deixou de ser Patrícia Ramos. Ela peitou, matou no peito e disse: "Olha, eu realmente gosto agora de usar roupa assim, assim, assim, assim. Isso aqui é quem eu sou?" Claro, ela encontrou uma nova tribo, mas ela falou numa entrevista: "Eu evito postar conteúdo na igreja e tal, porque é como Se a Patrícia, que malha e tal, não pudesse ser cristã,
não pudesse amar Jesus e essas coisas tod. Então ela evita esse lado na mídia ali, né, pras pessoas, mas é como se eu tivesse que ser inteira, sabe? assim como Anita agora, né, que falou: "Não, não é porque agora eu faço constelação e comalina e coisa erada que eu vou parar de de rebolar e tal". Eu sou essa aqui Também. Não é sobre você escolher um lado, é sobre você ser inteira, né? Você se permitir ser. E e é natural que as pessoas num processo de autoconhecimento, elas vão integrando e conhecendo fragmentos delas para acolher
tudo isso que são elas, para que elas possam se expressar com mais autenticidade possível. Aquela Priscila Alcânra também, né, que cantava gospel e aí depois ela decidiu ser Priscila. Ela não foi, ela não criou o Instagram do zero, não. Ela se reposicionou exatamente onde ela tava e disse pro mundo: "Gente, agora eu sou essa aqui, ó. Quem não gostar que saia. algo que eu nunca tive coragem de fazer, porque eu sempre escolhi sair, sempre escolhi fugir, sempre desisti, tipo, ah, não vou me explicar não, isso aqui eu saía da minha casa, do meu negócio, eu
me sentia desconfortável no meu ambiente que eu Criei, com conteúdo que eu criei. Então, tá, eu vou sair porque se eu falar quem eu sou aqui, as pessoas não vão gostar. Isso não é um problema meu. Se as pessoas não gostar do meu lado maga, se alguma marca, né, tipo, porque eu tinha essa coisa de querer fazer negócio com marca, porque eu acho que eu precisava da validação de fazer alguma coisa com uma marca grande para que eu tivesse valor. E é como se eu tivesse encontrado Meu próprio valor. É, eu não, eu não preciso,
não quero fazer negócio com quem eu não posso ser inteira. Eu não quero trocar, eu não quero me relacionar com quem eu não posso ser inteira. E é como se eu tivesse assumindo e tomando posse com propriedade, né, da minha casa, de quem eu sou, do meu lugar, do que eu construí. e tivesse decidido, cara, daqui paraa Frente é isso aqui. Minha casa, minhas regras, meu canal, minhas regras, minha vida, minhas regras. E quem não puder aceitar e quem não puder respeitar, que saia, porque eu não vou mais sair. Eu não vou mais sair. Eu
não vou mais sair. Então, eu precisava vir aqui dizer para vocês que como maga, eu sou uma excelente Líder e eu sou uma ótima professora também desses assuntos místicos e holísticos. E eu não vou mais fugir da mentora, da professora, da especialista, da pessoa comum, da empreendedora. Amo empreender, amo criar negócios, eh, e amo, né, esse misticismo. Amo também viajar, conhecer restaurantes, lugares, assim como eu também amo fazer um café quentinho e ficar em casa, que é muito típico de Pessoa comum. Eu não sou só essa exploradora. Eu não serviria bem para viver viajando, como
esses canais de viagem que viajam há 10 anos e tão cara, não, eu preciso de um pouco do meu lugar quietinho, sabe? E era por isso que eu tinha esse desencaixe no autoconhecimento, porque, ok, eu sou exploradora, mas eu não sou só exploradora porque eu não tenho, não dou conta mais de viver viajando, sabe? E como que queria negócios viajando o Tempo todo? E aí eu comecei a entender que eu precisava criar a minha base e que eu era como uma mesa e eu precisava de uma estrutura de entender quais são os meus pés e
os pilares que me sustentam. E hoje eu me sinto bem para falar sobre isso. E eu vou falar mais sobre isso, porque essa maga, ela é bem-vinda na minha vida e não tem ninguém que vai fazer ela sair da minha vida mais. Eu não vou botar mais nada num saco de lixo E jogar fora. Eh, eu não vou jogar mais nenhum livro de espiritualidade, arquétipos fora. E eu não vou mais abrir mão do negócios que eu amo criar. Ainda que as pessoas achem isso uma confusão, eu acho isso inteligentíssimo, não colocar todos os ovos numa
cesta e ter vários negócios, eu vou continuar criando cursos online, porque eu sou uma ótima criadora e eu me aproprio disso e vou continuar ensinando tudo que eu sei, porque eu sou uma pessoa que me dedico Muito, estudo muito tudo que eu faço e eu sou suficiente, né? O que eu sei é suficiente. O que eu sei ajuda pessoas e pode ajudar quem tá começando agora. Isso não é prepotência, arrogância, que a minha pessoa comum no mundo tem medo, no fundo tem medo, né, de se sentir prepotente, arrogante. Não, eu só tô ocupando o meu
lugar, o meu lugar. E eu estou me sentindo confortável no meu lugar pela primeira vez na vida. Caraca, é muito louco isso, né? Eu acho que Esses anos valeu só por isso, meu Deus. Então, esse conteúdo é para dizer para vocês que eu não vou sair e que quem não se conectar, não gostar, não se sentir confortável, fica à vontade, né, para escolher uma nova tribo, um novo lugar, porque esse lugar aqui foi eu que construí e eu vou tomar posse desse lugar. E já dizia o ditado, né? Eh, os incomodados que se retirem. E
por muito Tempo eu aprendi a não incomodar. E se ser eu incomoda, se preciso incomodar para ser quem eu sou, tá tudo bem. E o problema de quem se incomoda de fato não é meu. Gente, eu só quero existir. Eu só quero ser inteira. Eu quero ser única. Eu quero abraçar a minha potência máxima. Eu quero abraçar a minha unicidade. Eu quero falar de assuntos que conectam com a minha essência, com a minha alma, com a minha verdade. Eh, eu quero ser Inteira e eu vou fazer isso aqui, tá? Então eu agradeço muito vocês por
toda a paciência que vocês tiveram com aquela Dani que tentou fugir de si mesma por muito tempo, que não teve coragem de se assumir, de sair do armário, que negou muitas partes de si mesma porque teve medo da reprovação, teve medo do desconforto, né, de tipo, lá vem você com esse assunto de novo, OK, vou me retirar. Não, eu não vou me retirar porque eu vou falar desse Assunto e de muitos outros assuntos relacionados à aquilo que eu acredito. Eu vou falar assim do despertar da consciência, de tarô, de astrologia, eu vou falar de arquétipos,
eu vou falar de negócios, eu vou falar, eu vou fazer vlog de viagens, eu vou compartilhar o meu dia a dia, eu vou me permitir expressar a versão mais inteira e mais autêntica de mim. Então eu, pela primeira vez eu percebo que eu estou quebrando um padrão de fuga De 9 anos. Mas o mais importante desse vídeo é vocês entenderem por que a gente foge, porque no fundo a gente acredita que algum dos nossos quatro arquétipos, os nossos quatro pilares não são suficientes. E a gente nega, seja porque você é uma governante e você ouviu
que você é muito soberba e aí você encolhe essa sua governante porque as pessoas comuns talvez se sintam incomodadas com a autoridade que a governante tem e aí é Um problema delas, não é seu. Eh, ou talvez porque você é meia bruxa, meia magra, e as pessoas se incomodam isso por conta das crenças religiosas que elas têm. Por algum motivo, geralmente é pelo desconforto do outro, a gente anula quem a gente é. E isso eu fiz nos últimos 9 anos lindamente. Mas, né, nunca é tarde para voltar para casa, nunca é tarde pra gente resgatar
os nossos cacos, pegar os Nossos fragmentos de alma e trazer para perto. E a nossa potência não estar em ser isso ou aquilo, a nossa potência estar em ser inteira, que é quem vocês vão ver daqui paraa frente. alguém que escolheu ficar inteira. Chega de se despedaçar para não causar conflito do lado de fora. Chega se de se despedaçar para que as outras pessoas fiquem confortáveis. Não, não dá mais pra gente se curvar, né? Não dá. Não dá, porque eu nunca vou caber numa Caixa só. Eu nunca vou caber. É. E nunca vou me sentir
inteira se eu não trazer para perto esse meu lado espiritual. místico, holístico, profundo, apaixonado pelos ciclos e amante da natureza. É isso, é isso. O problema não tá em criar conteúdo ou empreender. Eu achei até que o conflito tava nesse lugar, mas o conflito tava sobre os meus fragmentos ou os meus pedaços que estavam lá gritando e vibrando ainda. Sabe aquele Bicho que corta uma parte a cabeça e a cabeça continua andando e o rabo também? Era como se a minha maga ficasse andando lá e eu tinha que ir lá para ser maga e lá
para Não, gente, chega, tá? Chega. É isso, esse foi o vídeo de hoje. Eu acho que o vídeo mais difícil e mais sensato que eu já criei até aqui, acho que o vídeo mais maduro também e mais adulto, aonde pela primeira vez eu não sinto medo de ser quem eu sou e vergonha, né? E enfim, que esse meu ano um, né, que começa agora, esse novo ciclo, vamos ver o que que vamos construir nessa versão dos quatro pilares alinhados. E é isso, tá bom? Agradeço muito vocês pela paciência, por todas as pessoas que acolheram todos
os fragmentos da minha alma, porque eu sei que tem seguidor aqui, eh, que me acompanha, nossa, desde lá de trás do papo feminino E foi pro Secone e foi pro Chiquino, Brás e foi pro Semana com Tarot e foi. Gente, vocês não precisam mais ficar me caçando na internet para tentar saber onde que Daniela tá, porque tem seguidora que dizia: "Meu Deus, aí tu exclui um canal e lá ia eu atrás para saber onde é que tu tava. Eu não vou sair mais da minha casa para que as pessoas se sintam confortáveis, tá? Essa é
a minha casa, esse é o meu lar, esse é o meu lugar e é aqui que vocês vão me Encontrar, tá bom? Então é isso, a gente se vê em breve. Ai eu nem tô acreditando que esse momento chegou. Meu Deus! Meu Deus. A gente se vê em breve nos próximos vídeos.