[Música] o ódio tem que no mínimo momento também conversar com o seu oposto para fazer alguma coisa no meio e aí eu sempre brinco seu sutil não teria medo de atender hitler no meu consultório talvez com certo mal estar não é mais uma curiosidade interessante também né ele é muito bom ainda mais infeliz olha agora com todo respeito essa mulher que eu vou dizer que profundo respeito por ano eu estou no meio de uma alegoria por favor eu teria medo de atender madre teresa de calcutá porque o posto poderia vir com muita força começa agora
quem somos nós o programa para quem tem prazer em conhecer uma parceria é o dourado fm e casa do saber a apresentação celso loducca boa noite você está no quem somos nós uma conversa para quem tem prazer em conhecer toda segunda a gente fala sobre a natureza humana com alguém que pode nos trazer um olhar interessante você pode ouvir todas as conversas que já foram ao a nesses mais de dois anos de programa no podcast ainda no território eldorado casa do saber ou direto no quem somos nós ponto com.br hoje a gente começa uma série
que é uma das mazelas do nosso país e do nosso tempo a violência vamos tentar compreender o porquê de sermos tão violentos e o que fazer para se possível superar isso ea nossa primeira conversa é com o psicanalista o elson barbato boa noite wells mano edição os obrigado pelo convite de outra grandeza de sentar aqui em quem é você meu amigo pergunta é o nosso de aula né como psicanalista como homem eu prezo algo que que inclusive me fez escolher a carreira de psicanalista eu gosto da contradição e pensa que a gente vive numa sociedade
atual onde a gente está suportando muito pouco as contradições os impasses e dessa forma não interessa eu me interessei muito cedo profissionalmente como homem também pelas questões mais dialéticas né isso quer dizer o que é que as consistência sempre me incomodaram né as verdades absolutas sempre incomodaram nesse sentido fez motorismo da criança eu venho de uma família que idealizou um pouquinho as religiões por exemplo eu sempre gosto de contar isso que até faz parte do evento os atores analítica de certa forma acho que foi um certo privilégio embora na infância na adolescência reclamasse um pouco
mas depois foi ganhando um contorno muito interessante né a pouca gente entende isso né venho de uma tradição católica onde todos eram ateus conseguiu até não é então isso ficou muito marcado no meu livro é o catolicismo como território não como com revejam não é compreendo perfeitamente e que me fez por um longo tempo não conseguia assimilar muito essa questão não é porque na verdade em geral as pessoas tentassem onde católico onde eu tenho esse ou né eu nunca entendi direito e que eu defendo como uma possibilidade muito binária muito maniqueísta e muito pobre né
não se trata do homem eu acho que eu aprendi de alguma forma na tradição da minha família de itália mesmo muito forte de uma tradição católica muito foto que cabia um pouco do dialética então autorizado como ética é isso como visão de como o olhar não acho que olha vou dizer o amor pra se muitos o catolicismo na minha família entrou como algo lúdico todas as grandes datas católicas e principalmente a sexta feira santa penso muito na sexta feira santa sempre foi muito esperado e ao mesmo tempo não regularizada mas ao mesmo tempo a gente
riu bambu não é exatamente aquilo que há a tradição dizia que deveria ser muito mais amanhã onde família em torno do assunto é isso então eu tenho lembranças muito fortes e ao mesmo tempo a ter uma família que prezava alguns rituais início principalmente da sexta feira são também e ao mesmo tempo real muito deles né isso me fez entender uma coisa depois alguns anos isso é você que no final se está respondendo assim à pergunta quem é você nem fritar afinal a gente está um pouco mas isso é você é o cara que preza coisas
mas não leva nada exatamente a sério eu gosto de suas questões é mais ou menos isso - poderíamos a gente poderá enfim nem minimamente não raras nível do que a gente está fazendo aqui nós não estamos fazendo a sua operadora e aqui tá certo por enquanto é que 50 mas que foi algo marcante na minha vida ainda é né e sempre me incomodou a sua questão de algumas opiniões muito claros muitos santos né muito assertivas e aí encontrei nas camadas aos 17 anos né fazendo ou lendo fazendo lendo fazendo lendo promoção de contingência da minha
vida né encontrei especificamente a campo onde essa questão começou a se presentifica de uma forma um pouco mais formalizada na então eu comecei lacan aos 17 anos entendendo muito pouco agrada mas algumas frases e um ganhando relevo por exemplo essa que até hoje marca a minha clínica heac depois eu fui formalizando fundamentando que é nenhuma afirmativa está baseado em si mesmo toda afirmativa está baseada no seu contrário acho que o mundo está paranóico segundo está paranóico acreditar se reunindo em torno das identidades não torno das diferenças porque você não é assim ea não deixe de
tempo tentar definir minimamente o situado minimamente o que eu tô falando de uma posição paranóica que talvez não seja a posição que a gente escuta no sentido usual da língua mais uma sociedade que em geral não está suportando muito pouco às contingências o acaso um inesperado e imprevisível e que quando foi diferente não existe uma onda desejo quase universal de certezas de seguranças a c e e mas não existe um sistema de pontuação não faltar viana que ocorre em concerto soma então ok então existe as pessoas querem ter uma certeza ou nos relacionamentos seja o
que for mas aonde que a onde que as pessoas com tranquilidade roubo tratam a incerteza nos que nós o fundo mais poéticos e ela falasse isso aqui vai falar o velho quando começava aí a via ser papa de velho ham que falar senão não ganha se a gente começa a ficar velho começa a chapa mas era mais legal antes entrou falando meu pai achava mais legal também a parte dele a vida dele do que a minha as músicas da época veja o que a minha e eu tenho às vezes essa sensação mas aí vem um
sininho e faepa isso quer dizer que estou ficando velho nós já falamos de tudo o que o texto é um minuto né o que eu estou percebendo inclusive na colina que nós estamos um pouco mais isso fernando nenhuma relação com saudosismo em bogotá na minha clínica que já tem alguns anos eu já percebo essa diferença eu acho que nós estamos perdendo um instrumento mais simbólico que o ser humano sempre que ser sujeito dá certeza estão as religiões para provar isso é uma mentira pelo amor de deus né a origem das religiões como o sistema belíssimos
banco né eu estou fazendo uma crítica isso todo mundo disse ansioso com um sistema simbólico absolutamente eficaz com eficácia simbólica comprovada nós sabemos nos impõe no entanto quando falo da posição para o nome atual eu falo de uma posição depressa de resolução de algumas coisas né que faz com que a gente encontra soluções mais precárias soluções discursivas marcadas e aí não é novo que vou dizer mas clinicamente eu vejo isso quase todo dia no consultório nós estamos autorizando um narcisismo desenfreado do nazismo constitucional mas nós estamos autorizando narcisismo natureza diante disso né nós temos uma
questão que é bom diante de qualquer ataque nas executivo eu vou reagir a gente tem visto isso observa o tempo inteiro de uma forma muito mais contundente eu concordo com você que isso faz parte da concepção humana mas eu acho que a gente já foi um pouco mais poéticos um pouco mais a ou menos disposto a gente com a fã de gelo na exposição disso porque antes e também o fato de existirem os instrumentos tecnológicos hoje que permite a exposição e as pessoas até voluntariamente se colocam se é a expostas será que não é essa
sensação parecida com corrupção agora que está aprendendo parece que a gente é mais coloca dentro mas não é mais corrupto agora né a idéia é saber o que está acontecendo não é uma exposição daquilo que acontecia em medições menores que a gente é mais alguma coisa do que a gente no olho não só a gente mostra mais o alguma diferença tem essa diferença a gente tem que respeitar nossos poderes não tem diferença mesmo problema pergunta se ela não é disposição mesmo é que eu acho que nós não fizemos uma sinonímia atual que tem profunda relação
com a violência uma sinonímia que é gritante de que é sinônimo num momento ou pegar o bandido além de funcionário equivaler não é unânime é uma palavra que tem um sinônimo que tem um sentido e equivale a que vai leva seu nome atual né e inclusive politicamente falando é discordar é igual ao agredir isso é algo que a gente tem que pensar com todo o planeta isso está estampado nos sábados num disco verba discordar me parece é alegoricamente falando virou sinônimo do verbo do dia é humano que eu não goste da sua opinião diferente da
minha perfeito lógico porque a apreciar ea alteridade existe é uma construção nossa compor a unidade a diferença entre nós é outro o outro é ruim né o inferno ea licença a atriz atuou e falamos falamos ou aquisições que sato foi realizada falar de prova mas eu tenho que ter desculpa palavra o pudor não é de fazer de si mesmo mas não estava certo tolerância e de respeito e agora vou usar uma palavra feia céus uma né feia né muito criticado e também aquilo que eu acho que nós temos que ter um pouquinho de culpa ser
a boa culpa simbólica não há culpa imaginária que nos falta rápida que nos faz de votos de alguma coisa faltou um pouco de culpa falta um pouco você não tem o direito de discordar de você de agredir você acha que eu discordo de você porque os homens discordar têm direito a agredir não não e nós estamos misturando então a brincadeira que fiz aqui com a palavra por doha para ocupa-se que são palavras que caesa e ricardo hora que caí fala meia hora diz ok mas acho que falta que me faz pensar numa questão que outro
dia ainda a semana passada é eu dei uma aula aqui na casa do saber falando o tema do amor como sintoma fui mal interpretado uma palestra de num tá dentro de um com sucesso foi a palestra que eu dei e um aluno e perguntava fazer um comentário muito pertinente que não tinha e não tinha lembrado de falar durante a aula sobre isso e ele foi muito pertinente com as mãos dela diz aquilo fez uma metáfora interessante na época qual o setor lembrando que no final não lhes lacão disse que a função paterna no mundo está
em decadência vamos escutar a função paterna comam como o bem maior não é o pai biológico a função mas é a função então como o controle como autoridade e uma autoridade não clássica mas como toda e mais nessas como aquilo que vai dar não tendo a lei do dia a dia né sabe a lei do dia a dia a função paterna dentro dos cânones e com isso eu vou te apresento a lei é ao mesmo tempo tem a função de de sustentá-la 1 você né só porta não está fora do que ele fez muito sentido
isso foi uma disciplina estava no final da aula sozinho dez minutos para escolher afirmou se você me lembrou uma coisa essencial a função paterna em 13 não o pai muita gente vai errado só que eu não tô falando do pai lá não está interessado nela aí biológico uma função paterna talvez tenha sido o nome infeliz que ela atendeu eu acho até que é viu foi o time onde todo mundo diz é a gente faz uma junção que não tem que fazer e acho que não conseguiu com setorizar de outra forma mas uma função paterna em
decadência que me faz inclusive questionado leis básicas leis básicas que existe um pouco o conceito tudo pode né e que serve rezou o ângelus sou eu que dou suporte nem isso e aí o contrato pode aparecer né lógico que esteve sempre na história da humanidade sempre mas abordando o cotidiano está no público né tá no público que pode reverter isso é preocupante e acho que isso é um dos efeitos dessa violência na sigla em alguma forma nós estamos vivenciando que é produzir um efeito muito conservador uma reação a isso é uma reação conservadora dizendo isso
no mundo é no brasil entrasse no mundo mundo tato com um olhar um pouco o show foi em termos político mais para a direita está caminhando nesse sentido né cometeu um engano escolher uma função paterna absolutamente exagerada cabeça é interessante porque foi em decadência aqui é o rearranjo pelo posto e vou criar também um discurso tão violento quanto o filho é esse processo de alguma forma nós estão os amigos não é o fundamentalismo cair no mundo de algum governo e é uma pena porque o fundamentalismo não é uma resposta que já consegue fundamentalismo também uma
forma alimenta com estranhos então ficamos nessa questão né nessa questão absolutamente igual né onde eu me contraponho você mas no fundo estamos na mesma posição [Música] exerço a violência aqui vocês aqui mas exercemos a vendas acho que isso é uma é uma marca que tem aparecido na clínica de uma forma muito muito fóruns é infelizmente essas em alguns discursos que eu tenho que aceitar como analista aceitar não significa concordar colher porque se alguém procura alguém está sofrendo disso também há um certo reconhecimento de um salto são paulo mas existe um certo discurso que diz mais
ou menos assim eu vou fazer agora um resumo um exemplo bem é hora de buscar na lista vamos lavar e vamos lavar cuidar de mim escuta mas não foi muito em causa na alta esse é um discurso que pode liberar o mesmo não pode dizer se está fazendo aqui ok é que é a questão está com ó que a questão está com medo de algum esforço também que acho que veio se precisa também não é de novo também não é novo mas a gente culpar os outros primeiros do que a gente mesmo assumir a responsabilidade
pelas coisas também é muito novo do ser humano nem sempre costumo dizer que a gente adora a voz passiva negócio possível do gramado é a voz passiva eu sou objeto da ação do rabo do outro então eu estou infeliz porque o outro faz isso sim isso é a voz mais usado no mundo desde sempre mas eu insisto infantil neves mas insisto acho que a gente fazer isso com um pouco mais de pudor acho que faz sentido está falando que quando se torna público fica comum agora eu quero voltar para uma coisa assim existe essa idéia
de que o homem é parte determinado pela genética ok parte construído pelas suas experiências e beba de mágoa podemos resumir assim vamos vamos vamos indo é sentar nas ruas segundo o olhar de floyd eu não sei se você concorda integralmente seria legal se falar nós somos essencialmente mouse vamos dizer assim que o bem na verdade é uma construção do ser humano tá ou seja nós o ódio à violência a intolerância no final fazem parte da mais recente segundo freud sim não é isso e que é uma baboseira o meu agora até agora eu tô torcendo
por ela a história de tentar ser civilizado e iriri é uma baboseira porque nós somos essencialmente ruins e maus e que no final se a gente deixar nós somos a barbalho ou seja o que a gente sente a mais está aumentando a violência ou estão né não é verdade isso não é que está aumentando violência não é que somos mais violento se tornou um segundo desse olhar tá que não é o olhar da religião ou não é olhar do ru sou né não olha que a gente era legal de que uma sociedade nos corromper nos
corrompeu que é o oposto não vamos dizer assim vamos colocar floyd erros ou um contra o outro não é segundo freud então é nosso mesmo né não sou essa coisa violenta essa coisa destrutiva é isso e daí que a gente faz com essa desculpa supondo que isso seja uma verdade é uma palavra complicado nessa nossa conversa mas supondo que seja isso nós somos isso eu sou mudar uma coisa eu não diria que fred falou em essência nem falou do verbo ser ele foi o bill é dar uma condição lá né porque os canalhas e ela
vai fundamentar vários contextos importantes que a gente não poderia falar de nenhum essencialistas e não é natureza humana não também natureza mas ele não discute isso é desculpa ignorância ou fraude não chega e fala assim nós somos alguma coisa não fala ano ele fala uma tendência profissional é que você tava dando certo sorriso cruzo afeto primordial e originário o ódio não é muito bonito isso é nosso fantasma é verdade seria mais legal se fosse outra coisa muito bonita dará bom porque então é natural que a gente viva na bárbara e não é partindo daí então
não não na porque olha olha que ainda que bela questão faz fora de campo fred afirma isso premeditadamente você está dizendo impulsões seus destinos que um artigo de 1915 profundamente atual se você souber ler por esse prisma por outro lado subiu dos autorizados em anos num a clínica andó os psicanalistas construíram coisas né pode falar isso nossas e 15 em 1920 um pouquinho 2324 fraude e coloca uma questão interessante mas porque que fundamos a civilização e aí só tem um um artigo do fred que eu sempre cito eu até aqui na casa do saber eu
sou sempre muito repetitivo eu faço essa sugestão porque acho que é uma das obras primas do flagrante que o mal está na cultura acho que deve ser lido com muito ar agrupará tudo bem obsessivamente quando fala do marxismo ele fala do nazismo onde ele fala um pouco do capitalismo da violência constitucional mané aí ele faz uma questão que uma bela questão bom assim eu tenho uma tendência de condição humana para rivalizar para o dia para não aceitar o outro alteridade aí como a rua da hora do voto no entanto eu também faço um pedido o
tempo todo para que outro reconhece eu que originalmente rodeio que além de afastar o mel é preciso da sua aprovação exatamente faça uma demanda de reconhecimento da fraude nesse artigo inclusive o mal está na cultura faz tem uma solução para isso uma solução mais ou menos feliz né que é aí vem toda a questão da religião apesar do amor que é bom como de certa forma né a pureza das duas posições não vai se sustentar não é nenhuma de couro nem o reconhecimento puro em fred de algum jeito mesmo no desempenho o atacante vai dizer
isso eu gosto muito disso ele vai para o marxismo o marxismo no encontro político mas esses elétrons um raciocínio criando a síntese binsa na verdade que o papa pizza é um pouco aqui um pouco ali ter ele vai acabar o terceiro lugar e fazer 3 a 0 acabou em pizza e aí tem uma questão importante que a gente pode até materializar mas tem se materializado num todo dia a dia porque aprendi parece muito abstrato não é isso é materializável né que é um lugar decente será dianética dialeto que tem três tempos né nós temos a
tese a síntese que não é nenhum nem outro mas leva os dois né e aí fraude e dar alguns nomes para o lugar dos índios o que eu gosto né o amor não é a religião a bondade e caridade exemplo que nenhum deles existe como desejo isso como construções humanas então aqui no ar é de olhar existence né então eu faço uma brincadeira sempre aqui já fiz várias vezes em geral as pessoas estão escutando o que eu tô exemplo porque é absolutamente metafórica que eu digo o ódio tem kenny momento também conversar com seu posto
para fazer alguma coisa no meio senão eu sempre brinco celso que eu não teria medo de atender hitler no meu consultório eu receber e talvez com certo mal estar não é mais uma curiosidade interessante também é é de piora ainda mais infeliz de lado e agora com todo respeito essa mulher que eu vou dizer que profundo respeito por ano eu estou no meio de uma alegoria por favor eu teria medo o de madre teresa de calcutá que o posto poderia vir com muita força seus componentes o teste com ela é isso que eu falei no
início da nossa conversa que a dialética me falasse um pouco e não há nenhum demérito nisso aí você coloca uma questão que é como que um ser humano vai sustentar a sua condição não negá la e ao mesmo tempo não praticá lo plano nós temos uma questão humana por excelência o teu ponto de vista então a gente tá a violência aumentando ou não é é assistir incomoda isso ou a gente está praticando mais a gente olhando mais pode ser uma questão prática uma questão ou a revisão constitucional não se falou em tom acho que vou
fazer uma retificação aqui a partir das suas intervenções acho importante não sei se a gente tá olhando mais acho que a gente a explicar o insucesso explicitando mais o que está aí o que sempre esteve aí né aliás se a gente observar todas as grandes metáforas do homem desde então leva todas a adão e eva édipo rei hamlet né os grandes emblemas que nós temos de treinar o santos todos eles falam de uma violência de base que se transformou em outra coisa pois então acho que é aí que tem a questão da função paterna que
eu falava não é o anjo como condição original feito vamos vamos saber lidar com isso mas diz que tem um agente que faça uma certa contradição a isso aqui que nem o terceiro lugar senão nós vamos roupa desculpa a radicalidade de hitler ea radicalidade de madre teresa de calcutá csongrád qualidade preocupados eu prefiro um águia 1 é dialética e outro no ódio como condição humana e toda toda a lógica de oposição à excessiva né toda nossa posição então quem chega ao consultório eu vou fazer um vou fazer uma ficção agora porque eu não posso dizer
publicamente de nada do consultório mas é uma instituição quer dizer quando eu faço uma ficção na desde que estou juntando 50 analisados em um claro e as experiências drogas quer alguém chega no consultório dizendo por exemplo eu sou tão disponível outro que adoecer sob escuta essa frase essa frase diz muito mais do que a gente imagina eu fui tanto por um lado recalque tanto o outro uma verdade humana que o doente porque a priori e se analisando esse candidato analisa ele profundamente autorizado pela sociedade num nicho era bom cardozo é porque você tá aqui e
ao mesmo tempo de visada isso que eu fiz pra ser tão bonzinho gerou um sintoma de mim onde o contrário pode aparecer a qualquer momento porque especialmente a sociedade brasileira é muito violenta você acha nós temos um contexto um contexto cultural e linguístico muito violento desde sempre é geral nós somos autorizando a questões preconceituosas desde sempre é uma sociedade muito dividida daniel da hora isso nós também é maior a identidades adoro dentro dados e aí estou fazendo um contraponto é muito alto das identidades na ordem nós somos iguais somos da mesma tribo então podemos em
tudo bem vamos tomar cerveja juntos conversamos assuntos que gostamos tudo bem mas desde que essa identidade não seja um ponto de fechamento aquilo que é diferente a sociedade brasileira é marcada por diante de dados muito fortes e muito fortes de por tribos muito fortes de lira especialmente marcada em relação aos o eu vou usar a índia sempre com o paralelo porque lá tem castas nada mais magro não é violento né o que não é violento no qual é qual é durango questão que a gente coloca e que de alguma forma alguns analistas são chamados de
preconceituosos brasil hoje não é nenhum preconceito é só uma constatação nós somos em geral por favor em geral um povo com a precariedade lingüística cultural ponto grande só está falando do ponto de vista educacional é reputacional simbólica somos isso não é preconceito não é também a índia não é também né assim porque assim pra mim eu faço esse paralelo porque dá um lugar infinitamente com muito mais gente tão pobre quanto o brasil com diferenças de classe segundo marcantes quanto e aqui a gente tem uma guerra civil é igual à da síria tá certo acontecendo o
tempo inteiro lyon não que lá lá tem outros problemas tá aí o negócio da mulher que realmente é segregada mas só fala sobre aurora violência física de matar terá também acontece lá mas assim é uma desproporção na ajuda mas só talvez só um ponto que a gente pode fazer talvez a questão do acidente dados nesses países não têm uma função que tem no brasil porque a função de identidade no brasil em geral é uma função de proteção como assim e não de familiares da produção eu me protejo contra algo que eu considero muito diferente aniquilador
a função da entidade é que eu acho que nesses países é muito complicado nós temos vários discursos tanto desde sempre que dizem de uma forma mais explícita ou mesmo ou menos explícita do que deveria ser o brasil nós temos três crianças a gente nunca a gente só fala do brasil como uma cultura que poderia ser muito diversa no nível do discurso nunca falou analógico a gente nunca sustentou isso a gente nunca sustento isso efetivamente nós temos toda uma uma cultura identificatória com discurso absolutamente interessante né o discurso da adversidade o discurso do samba não é
o discurso da média do uso das três raças que fundaram o seu país no entanto o que a gente escuta desde sempre em tecnologia sério tá aí pra falar disso que a gente não exerceu isso na história demais países não o contrário a gente escolheu essa segregação e trará seus ninhos isso isso um pouquinho a gente pensa na índia como um país por exemplo é só uma hipótese é que coloca a questão das castas como algo oficial marcado e dito isso tem uma função isso foi dito é brasileiro né não é muito limitado o que
me possibilita lembrar de coisas que eu sempre vi na minha vida e não tem nenhum pudor em dizer isso faz parte da nossa história então venho de uma família italiana profundamente aparentemente e em alguns momentos profundamente aberto mas profundamente fechada né que dizia aceitamos todos né e quando tive uma experiência no família e posso contar isso não tem nenhum problema de alguém da minha família se casar com o negro isso foi um problema só isso [Música] quem somos nós humanos qualquer tentativa de responder isso né vai levar lindamente um limite da linguagem do lado que
nós falamos aqui de áudio áudio é o limite da razão é onde a linguagem não está eu acho que nós somos profundamente para oficiais e não assumimos o paradoxo a questão é que a gente aprender assumiu paradoxo porque é isso faz parte da condição humana o paradoxo é que me faz portanto não está nem muito desse navio nem muito bem esse lado que me parece uma solução capenga mas necessária não é que eu possa reconhecer a que eu possa dizer pra você a moça porque só tá reclamando do seu vizinho né que é chato ter
sido defeito que bateu na mulher notou elogiando seu vizinho mas nós temos uma questão aí né de que isso nos pertence essas atitudes nos pertence nós temos que saber reconhecer seus erros aconteceram ali engendrar menos minimamente uma atuação civilizatória para a tendência de não fazê las a não fazê las como eu consigo abrir mão em uma questão fundamental da ferida leonardo que a diferença produz no meu novo sismo essa série isso é como eu consigo abrir mão de uma solução transferidas que a diferença problemas no meu novo sismo 1900 do constitucional assim como o ódio
né há sempre um óleo então quem somos nós eu adoro essa resposta que não são os seres que criamos condições né pra que possamos de alguma forma com vivemos aqui que a gente criou o amor à arte né a região o pensamento afinal se enganado os planos que são à vista muito interessantes ao seu gosto disso helmes forças na casa do saber para transmitir isso nem sempre é fácil não é fácil tudo isso são artificialidades né nenhum sentido pejorativo da palavra sustentabilidade vem de artes nem faço martin oficial a construção a construção e se de
tudo isso são as especialidades inclusive o amor podemos descansar um pouquinho de nos perguntarmos o que é a verdade o gabão bonita você ouviu quem somos nós uma parceria eldorado fm e casa do saber a apresentação celso loducca [Música]