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Boa noite a todos e todas. Sejam muito bem-vindos e bem-vindas. Eu sou Elizabete Queiroz, supervisora do curso de Gestão de Escolas e hoje estamos aqui com a professora Fernanda Siqueira.
e ela vai falar um pouquinho do currículo dela rapidamente para vocês, porque ela tem algumas características muito importantes pro nosso curso. Ela tem vivências muito bacanas para trazer para vocês. Peço perdão aí pela demora.
Tivemos um problema técnico, né? Estamos hoje também com o Daniel da equipe do Enigim, com a Kina, a nossa intérprete de Libras. Estamos no chat com as tutoras de vocês, Lívia, eh, Maria do Rosário, Vanusa.
Eu não sei se a Natália já chegou, mas deve ter chegado. Aí o Daniel tá colocando a lista de presença, tá bom? E nós vamos então começar essa aula maravilhosa com a Fernanda.
Fernanda, fique à vontade. Seja muito bem-vinda. Muito obrigado pela sua pelo seu aceite aqui de vir falar um pouquinho conosco.
>> Boa noite. Boa noite a todos e a todas, né? É uma alegria estar aqui novamente com vocês, né?
Quero agradecer o convite para participar, né, desse momento tão significativo, né, que é compartilhar, né, compartilhar vivências, conhecimento em torno dessa temática que sabemos o tanto que é desafiador para nós, né, que é a gestão e acessibilidade. Então, primeiramente, né, eu vou me apresentar, quem sou eu, né, qual que é o meu lugar de fala aqui com vocês hoje pode passar, por favor. Bom, eu sou a Fernanda, sou natural de Uberlândia, de Minas Gerais, sou formada em pedagogia, mestre em educação, né, pela Universidade Federal de Uberlândia, com a temática, né, eh, voltado paraa alfabetização de crianças com autismo, né?
Sou professora também na rede municipal aqui da minha cidade, mas atualmente, né, desde 2017 eu estou na gestão de uma escola de educação infantil, né? Eh, eu sou mãe também, né? Eu tenho três filhos.
Eh, dois dos meus filhos têm autismo. Então, eu já estou aí nessa nessa caminhada, né, da acessibilidade, da inclusão. Bom, eu peço licença, né, antes da gente começar de fazer a minha autodescrição, né, eh, visual.
Então, eu tenho a pele branca, cabelo castanho escuro, né, batendo no ombro. Estou vestindo uma blusa preta com uma golinha no pescoço, eh, um brinquinho, eh, ao meu fundo tem uma parede, né, com tom amadeirado. Bom, então a gente vai dar início a esse encontro, né, com muita alegria estar aqui com vocês, né, pra gente conversar um pouquinho, né, de uma forma assim de de roda de conversa, de um diálogo mesmo.
Quero muito a participação de vocês. Então, será uma noite assim de vivências, experiências e diálogo acima de tudo, né? De diálogo, né?
Então, assim que a gente possa refletir juntos em relação ao que eu vou trazer para vocês, em relação à prática de vocês também. Então, para começar, trouxe aqui uma frase eh sobre acessibilidade, né, que é condição para para inclusão acontecer e não é um favor. Então, partindo dessa frase, a gente vai refletir, nós vamos conversar e sempre nós vamos voltar aqui, então, né, no que que essa frase, que que ela vai remeter, né, qual que é que a mensagem que ela traz pra gente.
Então, assim, antes de começar, eh, eu convido para todos vocês, né, pra gente refletir aqui um pouquinho sobre acessibilidade, sobre a inclusão. Então, para vocês participar aqui comigo, pra gente interagir um pouquinho, quero que vocês coloquem aqui no chat eh uma palavra. Vamos, nós vamos resumir em uma palavra.
O que que é acessibilidade em uma palavra e o que que é inclusão em uma palavra? Então, quero que vocês me ajudem nessa pra gente construir alguns conceitos, pra gente ver o que, qual que é o nosso conhecimento prévio em relação a a essas duas terminologias. Vamos lá.
Vou acompanhar com vocês aqui pelo pelo meu pelo chat aqui. Então, acessibilidade que qual que é a primeira palavra, qual que é a primeira ideia? O que que vem na cabeça de vocês, né, assim, a visão que vocês têm?
O que que vocês trazem do contexto de vocês, ó? Empatia, né? Eu vou um direito, né?
é hepatia, direito, isso mesmo. Vamos lá, pessoal, vamos me ajudar nessa nesse levantamento de conhecimento, né, assim, é uma ideia, né, o que na prática de vocês, como que vocês têm que lidar com isso. Então assim, a gente pensa, né, na no acolhimento, né, quando a gente fala assim da inclusão, né, da igualdade, né, da diversidade, do pertencimento, né?
Então são palavras que traz pra gente bem, né, o que que o que que remete e a acessibilidade, né, enquanto o direito, né, como vocês colocaram, o acesso, né, a a equidade, eh, uma possibilidade. É isso mesmo. Então, assim, vocês estão adaptação, né?
Então, tudo que vocês estão trazendo, nós vamos pensando juntos, né? eh, de acordo com tudo que eu vou trazer, que que ele que vai se adequando, né? Então, todas essas palavras são fundamentais pra gente poder tá encaixando aqui na minha fala.
Bom, e quando a gente fala, né, de prática, quando a gente fala, né, do gestor escolar, né, nós que estamos no chão da escola, quem já é gestor ou ou futuros gestores, né? Então assim, eh, a gente pensa muito, né, em como que a gente vai superar essa questão da da acessibilidade, como que nós vamos alcançar a inclusão. Então, a gente são muitos desafios e são muitos caminhos que a gente deve trilhar.
Então, nós vamos conversar bastante sobre isso. Pode passar, por favor, os slides. Então, inclusão e acessibilidade, né?
Então assim, antes de chegar nos nossos desafios, vamos trazer então, né, quando a gente fala inclusão. Então, inclusão é a participação plena, a participação efetiva de todas as pessoas, né? Eh, não só na escola, né?
Ela ela não tá ali limitada a a só o contexto escolar, só a sala de aula, é no transporte, e é no lazer, no nosso trabalho, né, na cultura, em em todos esses espaços que de convivência. Então, a gente traz a inclusão para para tudo, né, para pra sociedade, né, eh, global, né? Então, significa o quê?
Significa garantir esses direitos, eh, garantir as oportunidades, né? é a gente ter aquele sentimento, né, de pertencimento, né? O que que seria eh pertencimento aqui é você se sentir parte desse grupo.
Você é reconhecido, você é valorizado, você sabe que aqui esse é o meu lugar, né? Esse é o meu lugar. E então assim, específico, né?
Hoje a gente vai falar da escola, né? E e a acessibilidade, né? acessibilidade assim de uma maneira bem sucinta, assim, bem claro, é a condição para que a inclusão aconteça.
Então, é o caminho que a gente vai utilizar para eliminar as barreiras, né, aquelas barreiras, né, que são as pedagógicas, as digitais, atitudinais, arquitetônicas. Então, eliminando essas barreiras pra gente tá ali alcançando de fato essa inclusão, né? e o nosso foco aqui que é a prática escolar.
Então, a inclusão e a acessibilidade elas caminham juntas, né? Então, sem acessibilidade a gente não tem uma inclusão real. E sem a inclusão, a a acessibilidade, ela vai perder todo o sentido.
Pode passar, por favor. Por que, né, que a gente fala tanto de acessibilidade, né? Por que que a gente traz tanto essas ideias de acessibilidade?
Então, primeiramente, porque a acessibilidade, acima de tudo, ela é garantido na lei, né? Ela é assegurada por lei. Então, a gente tem várias leis, né?
A BNCC, LDB, o o ECA, né, a Constituição, que vai trazer pra gente, né, dentre outras, né, que em relação à acessibilidade. Então, ela é primeira acima de tudo porque é lei, porque é direito, né? Então assim, é importante a gente lembrar que a inclusão, né, ela vai muito além do aluno estar simplesmente matriculado na escola.
Então a gente tem que garantir o acesso, mas nós temos que garantir a permanência e o sucesso também, né? Então não adianta ele só estar ali ter acesso ao prédio, escola, ele tem que ter acesso ao conhecimento, né? ele tem que tá ali, né, a socialização.
Então vai vai muito além da do simples acesso, né? Ele tem que se ele tem que ser parte do processo eh educativo, né? Ele tem que ser parte, ele tem que se sentir, ele tem que ser pertencente àquele espaço, né, que é a escola.
E esse é exatamente o papel, né, do gestor, dos futuros gestores, né, a gestão para inclusão, acessibilidade, né, ela vai ser a peça chave, né, e é ali na figura do gestor que ele vai transformar, né, essas leis, né, juntamente com a sua equipe, juntamente com as famílias em eh práticas concretas, né? Então vai promover, né, acessibilidade e inclusão de uma forma efetiva ali no contexto escolar. E é isso que a gente vai trazer hoje, que eu vou trazer um pouquinho para vocês, né, da das minhas experiências, né, do que que deu certo, do que que dá errado, quais quais são os nossos maiores desafios.
Então, pode passar, por favor. Então, o papel do gestor escolar, né, para garantir a acessibilidade, ele é central, porque ele vai ser o articulador, ele vai ser o planejador, ele vai ser o facilitador, né, das das políticas inclusivas, é trazer o que que está ali na lei para pro contexto ali do da das práticas educativas. Então, é ele quem vai ser o planejador, quem vai ser ali o articulador, né, o principal.
é ele quem lida com a equipe, que busca recursos, né, que estabelece parcerias, que vai criar condições para que essa inclusão e essa acessibilidade, né, deixe de ser apenas conceitos, que ele passa a ser prática cotidiana, né? Então assim, lembrando, né, reforçando, né, que o papel do gestor, né, ele é estar à frente, né, desses aspectos, né, que é o financeiro, o administrativo e o pedagógico, né, são os nossos desafios. Pode passar.
Então, aqui eu elenquei para vocês algumas atribuições, né, do gestor ali no contexto da escola. são muitas, são inúmeras, né? O gestor, ele ele está à frente de muitas eh de muita de muitos planejamentos, né, de muitas metas, de muitas atribuições.
Então, elenquei só alguns, fiz só um recorte, né, pra gente tá pensando em relação a o nosso ponto aqui, que é acessibilidade, né? Então, tem outras ações, né? Então, assim, ele ainda tem que lidar com tudo isso e mais as outras demandas, né?
que aparece ali no na na rotina, no dia a dia, né? Então ele está ali para articular, para apoiar, para facilitar, né, práticas que são inclusivas no dia a dia. Então vou abordar aqui, né, a questão das parcerias, né, eh buscar sempre ter ali a equipe, né, multidisciplinar, que é o fonodiólogo, os terapeutas, os psicólogos, né, que que para dar suporte para nós, para dar suporte paraos nossos professores, né, como lidar com esses alunos, né, como que a gente vai eh alcançar, né, o que que a o que que é o direito dele, como que a gente vai alcançar esse conhecimento, né?
Então assim, essa parceria com a equipe multidisciplinar é fundamental. Então é importante o gestor ter eles, essa equipe dentro da escola para auxiliar, né, proporcionar momentos ali de roda de conversa, né, eh, buscar apoios assim de com a equipe da saúde, né, com com ONGs, então trazer oficinas para pra equipe, né, para poder auxiliar nas práticas do dia a dia. Então, além disso, né, outra importante que a gente se fala muito, né, que é a formação da equipe, né, a formação continuada, né, eh, é, é, é, é a nossa equipe ali que juntos que nós vamos conseguir, né, então planejar juntamente com os professores, tanto os da sala regular quanto o professor do AE, né, tá buscando ali uma comunicação, né, para que juntos a gente possa dialogar sobre melhores estratégias, melhores metodologias, né, para para auxiliar o processo de ensino e aprendizagem do da dessa dessa criança, né, que chega para nós.
Então, são eh através de de eh oficinas, mini treinamentos, eh formações em loco, né? Então o gestor ele tem que ter esse olhar, né, acerca do pedagógico. Ele não pode ficar ali apenas no no seu ali no administrativo, no financeiro.
Ele tem que também ser direcionado pros aspectos pedagógicos da escola. Então reunir com esses professores, auxiliar, estar sempre ali muito presente, né? Não estar ali olhando só só de cima.
A gente tem que estar ali no no mesmo, como diz Paulo Freire, né? Nós estamos ali junto, né? Não é, não é nada vertical, é tudo horizontal.
Eh, pode passar. Então, é visitar as turmas, né, conhecer o aluno, né, quem é seu aluno, quem quem o que que ele traz, quais são as demandas, as possibilidades, né, eh, valorizar, né, gente, valorizar os professores, né, os profissionais que estão ali sempre eh com práticas, né, o que deu certo, sempre tá trazendo eles, na, ai, que bom, deu certo. Então a gente nós vamos nós vamos continuar ali, né, nessa nessa mesma linha que é algo bacana que vai funcionar.
Então é esse também é o papel, né, do do gestor também, né, reconhecer ali os seus profissionais que estão ali no no dia a dia. Pode passar, por favor, né? A, eh, em relação, né?
E ó, eu não vou ficar muito presa nos slides, não, tá? eu vou lá na frente, eu volto. Então assim, a gente ter que um dos maiores desafios, né, ter ali a família com a gente.
Vocês que já estão na escola sabem o quanto isso é difícil. E é o papel do gestor, né, a participação efetiva, né, dessa família, é ao mesmo tempo que ela é um fator que ela vai facilitar o nosso trabalho, vai dificultar também, né, gente? Então assim, ter a família ali, manter um diálogo, né, acolher essa família em momentos que ela precisa, né, chamar ali para para um para um feedback também, né?
Então nós vamos pensar juntamente em estratégias, né? O que que o que que a família pode contribuir? Então, trazer mesmo a família para aquele contexto, para que juntos a gente possa, né, ter essa trajetória de uma forma mais leve, né, para para não ser tão pesado para nós.
Então, ter a família ali é extremamente importante. Então, assim, ouvir eles, né, ter um olhar e uma escuta para para tudo que eles trazem, né? Então, mapear acessibilidade, né, que é que é a parte física, estrutural da escola, questão das rampas, né, o os espaços ali, essa infraestrutura.
Então, o diretor, é, o gestor, ele tem que estar atento como que tá o espaço da escola. Esse espaço, né, ele ele ele tem alguma acessibilidade? Ele está com tem alguma barreira que a gente precisa, né, tá fazendo essas adequações.
Os banheiros, como que estão os banheiros da escola? eh as sinalizações, né, como que como que está eh eh tá uma uma pessoa, né, no caso, né, que que chega na escola que precisa, né, de de uma acessibilidade, de uma infraestrutura, a escola tem, a escola vai poder atender. Então, todos os nossos planejamentos, é, pensando, né, na parte da da infraestrutura, na parte do pedagógico, né, então a gente não pode esquecer eh dos recursos, né, a gente tem muita os recursos agora, né, os eh comunicação alternativa, né, então assim, os tablets, software, né, da aprendizagem, então a gente coloca como meta, né, quando for fazer alguma eh as compras pra escola, né, então trazer também todas essas necessidades tecnológicas para poder também atender a acessibilidade desse aluno, né?
A gente sabe que que é muito rico, né, os recursos tecnológicos. Eh, e não perder também, né, gente, a nossa equipe, né? Então, reconhecer, né, as práticas boas, práticas inclusivas, né, destacar esses profissionais, né, que que estão que estão ali envolvidos, né, para para eles servirem ali também, né, de exemplo para pro que deu certo, né, pra gente não ficar preso ali, só não que não está dando certo.
Pode passar. Então agora eu quero ouvir de vocês, gente, na escola, porque eu sei que nós nós estamos aqui juntos pensando, né, o quanto é amplo o nosso papel. Quero que vocês me contem um pouquinho qual o maior desafio na vivência de vocês em relação à acessibilidade.
Conta aqui no chat para mim, gente. É a formação, é a formação continuada, são os pais, são estratégias. Que que que vocês me contam em relação ao que vocês vivem?
Me conta um pouquinho pra gente poder interagir. Acessibilidade atitudinal. Uma colega falou: "Sim, eu concordo que também as nossas atitudes, né, a gente precisa repensar, né, algum alguns termos, alguns conceitos, eh, algumas das nossas atitudes, né?
Que mais, gente, traz mais aqui para mim. Vamos, vocês me ajudam. Vocês não me deixa sozinha aqui não.
Formação. Obrigada, Juliana. >> [risadas] >> A Juliana colocou aqui aula excelente.
Que bom, gente, que vocês estão gostando. É, é muito curto, mas eu tô tentando trazer para vocês assim de uma forma simples tudo que eu passo, né, tudo que eu tenho passado, né, com relação à gestão, com relação à acessibilidade. Então vou contar para vocês, são muitos desafios, né?
Vocês que estão aí junto aqui comigo nessa caminhada sabem bem, né? São muitos, muitos. Se eu for falar todos, nós vamos ficar aqui e não vai terminar, vai ficar a noite inteira aqui e a gente não conta, né?
Então, elenquei alguns principais desafios e alguns dos desafios que eu já consegui eh tá superando, né? tá superando essas barreiras que eu consegui ali no dia a dia algum projeto, né, alguma estratégia que deu certo. Então vou falar do meu ponto de vista, né, do meu ponto de vista enquanto gestora, né, nesses anos de caminhada.
Então, como a colega falou, né, a formação, né, a formação e a capacitação da equipe. Então assim, tanto a formação inicial e tanto a formação continuada, a gente sabe que a a formação inicial ela eh eh assim, ela não é tão suficiente ali de imediato paraa gente tá lidando com o dia a dia, porque surgem muitas demandas novas, né? o mundo, a sociedade, ele é tudo acontece muito rápido.
Então a gente tem que tá, né, aprofundando, a gente tem que ir aperfeiçoando, parece tudo muito rápido e muitas coisas novas. Então nós temos, né, que pegar a nossa formação inicial e aperfeiçoando, né, são ali elencando ali, né, teoria e prática, tudo juntinho ali e nós vamos melhorar. Então é muito importante a essa informação e a formação, né?
Todo conhecimento a gente tem que aprimorar sempre em constante. As barreiras atitudinais, né, que vocês falaram aqui também culturais, né, que ela vai, são pontos importantes e que estão presente mesmo sem a gente querer. Às vezes estão ali escondidinho.
a gente mesmo sem querer, a gente tem, né, um um uma ideia equivocada, né, são os preconceitos, alguns estigmas ali no dia a dia, né, sobre as deficiências, sobre a própria a pessoa com deficiência. Então, assim, quando a gente pensa assim, ai o aluno não vai conseguir, ele não vai aprender, né? Então assim, a gente, né, a gente tem esses comentários, né, eh, os valores, né, as normas, as práticas sociais, né, que que dificultam a inclusão, né?
Então, a gente fala assim, a própria falta mesmo de reconhecimento dessa diversidade, né, ela como algo que seja positivo, né, então já é já é uma barreira, né? Então, continuando aqui os desafios, né, as adequações físicas, né, que a gente colocou, que são as estruturas das escolas, né, as tecnológicas, né, o planejamento pedagógico, né, tem que ser inclusivo, tem que olhar para todos, né, esse esse planejamento bem assim flexível, né, ele tem que ir ao encontro das possibilidades desse aluno, né, e a gente não vai pegar o que esse aluno não sabe. Não vou partir ali a do que ele não consegue, eu vou trazer o que ele consegue e a partir disso nós vamos caminhando, né?
Trouxe para vocês, né, só reforçando a importância da parceria Escola Família. Eh, é desafiador também, né? Eh, eu trouxe aqui para vocês, né?
A gente sempre vê, né, esse termo parceria, escola, família. A gente sempre vê que o termo escola aparece primeiro. Vocês já pararam para pensar por que sempre vem escola primeiro?
Por quê? Porque é a escola que vai promover essa parceria. Então, cabe a escola esse primeiro passo, né?
A escola é que é a primeira que vai atuar. Então, por isso que a palavra escola sempre aparece primeiro aqui, né? Então, somos nós, escola, né?
Quem trazemos essas famílias pro nosso contexto, né, escolar. É o papel, né? O papá bem da LDB, né?
falar que os estabelecimentos eles têm esse papel, né, de trazer essa essa família paraa escola e a gestão de recursos, né, sabemos quanto é desafiador lidar com essa verba. Acho que vocês, né, já tiveram até outro outra aula falando em específico, né, sobre essas verbas, como que a gente vai lidar, como que a gente vai trazer essa, como que a gente vai direcionar essa verba. É um desafio também para nós gestores, né, lidar com com tantas outras demandas.
Então, trouxe aqui para vocês todo alguns dos desafios, né? Mas a gente assim, eu vou convidar vocês a trazer toda a nossa energia, tudo de bom que a gente tem, não pros desafios, né? Não para o que é desafiador, mas para pro para como superar, né?
Qual vai ser o caminho para superar esses desafios? É possível superar, né? A gente não pode ficar ali só com lamur e ai é muito desafiador, é difícil, a gente não vai conseguir.
Então hoje nós vamos trazer todos os nossos nossos caminhos agora, como superar esses desafios, né? Porque assim, é nesse movimento que a gente consegue, né? transformar essa gestão, fortalecer essa inclusão e acessibilidade.
Então, são os caminhos, né, e as possibilidades que está aqui para vocês aqui nos slides. Então, o caminho, o principal, gente, é o projeto político pedagógico, que é o nosso PPP. Ele é o principal instrumento que nós temos ali nas nossas mãos, que ele não deve ficar, né, engavetado lá na gaveta lá.
Ele tem que ser planejado em conjunto com todos, né, com todos os segmentos da escola, com a comunidade, com com a comunidade de pais, com a comunidade escolar, com todos. Então, todos têm a responsabilidade nesse PPP. Então, colocar ali no PPP, né, qual que é a nossa são as nossas concepções, que que é a nossa concepção, né, de criança, né, da como que a escola vai trazer a educação especial.
Então, a partir, né, do do que a gente traz ali das nossas ideias, é a hora de paraa prática. Então, se ele foi inscrito por todos, todos têm responsabilidade, né, nessa execução. Então, não é só o gestor, né, e ele é agora um processo que ele é democrático, né, não é, ele não está só nas mãos do diretor, ele está nas mãos de todos nós da escola.
Então, todos somos responsáveis pela inclusão, pela acessibilidade, né? E aí temos também as formações continuadas, eh, ou em loco, que são as que formadas ali na no próprio contexto da escola, né? Eh, partindo, qual o problema da nossa escola, gente?
O que que tá acontecendo que a gente não consegue, né, alcançar essa meta? Por que que a gente tá com tanta dificuldade aqui, né, nessa acessibilidade? é sentar, então é pegar os nossos problemas do nosso contexto e discutir, né?
Eh, e trazer textos, autores bons, discutir com a equipe, qual o caminho, né? O que que faremos juntos para conseguirmos, né? Então, por isso que eu acho muito importante essa formação em loco, porque parte dos nossos problemas, dos nossos desafios, né?
O planejamento colaborativo, né? que é todos envolvidos, coordenação, professores, né, o e, né, os especialistas, famílias, porque o aluno é de todos da escola. O aluno ele não é só do professor, né?
Ele é de todos nós, desde que ele cheia lá no portão, lá na portaria da escola, né? Esse aluno ele é de todos, de todos nós. Então, todos nós temos o o nosso papel ali na formação desse aluno.
A flexibilização curricular, né, que é aquele currículo, né, o currículo acessível, o currículo que é inclusivo, ele não é um currículo fechado, um currículo que está ali prescrito e pronto. É aquilo que está ali pronto. Não, ele é um currículo que ele tem que ser acessível para todos, né, para todos os alunos, com deficiência, sem deficiência.
E o que que a gente vai fazer, né? É nesse currículo que a gente vai respeitar essas individualidades, né, que todos trazemos, né, todos nós temos as nossas individualidades na aprendizagem. Um aprende ouvindo, o outro aprende, né, escrevendo, né, aprende visual, né, eh, principalmente, né, os alunos com autismo, eles são bem visuais.
Então, esse currículo vai englobar, vai englobar todos esses alunos. E não é fácil, né? Nós sabemos que não é fácil ter essa educação inclusiva e nas tecnologias assistivas, né, enquanto ferramentas que vai possibilitar esse aluno, né, de de participar, de aprender, de se comunicar, né, vai superando, né, e garantindo ali, né, gente, a inclusão.
Então, as tecnologias assistivas também é um caminho, é uma possibilidade que está ali, né, na rompendo essas barreiras. E mais uma vez, família, né? Parceria, família, escola.
E aí a gente fica perguntando, né? Nossa, tá, temos aqui todos os caminhos, temos as possibilidades, mas como vocês pensam, né? Deve tá pensando, Fernanda, mas como que faz?
É como que a gente alcança tudo isso? Então, o como, eu vou trazer para vocês, né, bem breve, um pouquinho das minhas práticas, né, boas práticas que que a gente realiza na escola. que deu certo, mas que nós estamos ali, né, melhorando umas, volta atrás em outras.
Então, assim, o como eu vou trazer para vocês situações, vivências que que estamos caminhando para para dar certo. Pode passar então a escuta, né, escuta ativa das famílias, né? Então, a gente tem um espaço lá na escola que são rodas de conversa, em que participam todas as famílias de crianças com deficiência.
Gente, eu sempre falo para vocês, crianças, é porque é o meu contexto. Então, lá na escola é de de 4 meses até 4 anos. Então eu tô trazendo, né, focado ali para pro que eu tô vivendo.
Então a gente tem uma eh esse um encontros que acontecem eh uma vez por mês ou a cada dois meses, né? Então assim, depende da demanda. Então participa um psicólogo, participa um assistente social, que eles também são da rede municipal e todas essas famílias de pessoas, né, de crianças com deficiência.
Então, é um momento que a escola dá voz para essas famílias. Então, eles vão conversar, eh, a gente parte, a gente trabalha temáticas, né, do que que eles querem. Querem saber dos direitos, querem saber de de de inclusão, de de leis.
Então, a gente elenca com eles, né, no início do ano a gente elenca tudo que nós vamos trabalhar fazendo um cronograma. E esse psicólogo e e assistente social, né, juntamente comigo, né, gestora, a gente faz essa mediação. Então, as famílias eles eles vão todos, eles participam.
Então a gente faz ali o momento, né, de de olhar de olhar para eles, né, pr paraas suas dores. Então eles conversam, a gente troca muita informação. Então é o momento de trazer essas famílias pra escola, porque eu não posso trazer a família só para queixas, só para queixas.
Ai seu filho tá assim, assim, a gente não consegue, a escola não tá dando conta. Então, primeiro passo, a gente dá trazê-los paraa escola para depois, né, num segundo passo, ter eles ali, né, juntamente ali para traçar junto com a escola quais as estratégias, o que que você pode fazer para ajudar a escola. E é um momento de muita interação, gente.
Eles amam. Nossa, é assim, até espera dar o momento, já fica cobrando, vamos encontrar de novo. Então é extremamente importante envolver os pais nesses projetos da escola.
Então, foi um projeto que deu certo e que é uma sugestão que fica, que é olhar e escuta, né, e trabalhar, né, a gente trazer também a nossa comunidade buscando eh os centros de saúde, né, para dentro da escola, assistente social, os conselhos municipais, então trazer a saúde, por exemplo, para tirar nossas dúvidas, né, nesses momentos que a gente tem com a equipe ali de conversar, de diálogo, né, o a gente chama que de os dias escolares que é destinado só para para esses momentos. Então, traz, tira as nossas dúvidas, né, em relação a ao que é ali, né, do do do ponto de vista deles. Então, fazer eh essas trocas, né?
Então, ter sempre essas parcerias é muito positivo paraa escola, né? ter eles ali junto pra gente para trazer conceitos para nós, né, da que é da área da saúde, pra gente romper ali, né, com os nossos estigmas, né, com com o nosso préonceito. Então, a gente tem também, né, eh, pode mudar, por favor.
Eh, a gente trabalha também, né, com com as campanhas internas, né, assim, quando é semana da inclusão, do autismo, da pessoa com deficiência, tá mobilizando a comunidade, né, eh, trazer o olhar da comunidade para pontos ali de extremamente importância, reforçando com a comunidade que eles também têm um papel, né, que eles também são importantes ali, que todos são responsáveis, né, então a gente traz muitos os projetos para abranger toda a nossa comunidade. Então assim, mudar a linguagem, né, foi algo assim que a gente passa a orientar melhor a nossa equipe, né, para evitar os termos, né, capacito. Então assim, nas reuniões, nos momentos de reuniões semanais, quinzenais, né?
Eu não sei como que vocês se organizam, dialogar, trazer, né? Vão, hoje nós vamos estudar, então a gente tem que trazer eh textos, vamos conversar um pouquinho sobre isso, né? O que que vocês pensam, vamos ver o que que esse autor vai trazer para nós.
Então, a gente tem que pegar ali uma base teórica muito boa para trazer pra nossa prática, pra gente sair ali do senso comum, né? sair dessa da nossa zona de conforto. Eh, vamos lá, vamos caminhar aqui mais um pouquinho, né?
Só eh, fazendo aqui um parênteses aqui, né? A gente tem que pensar, gente, que atrás desses laudos, que não são poucos, né? E cada vez aumenta, né?
Muito mais o número de laudos que tá chegando nas escolas. Mas vamos pensar que atrás ali daquele laudo, né, daquele papel, existe um indivíduo, né? tem uma criança ali, existe sonhos, né, existe potencialidades, talentos.
Então, e o nosso olhar ali de educadores, né, da escola, é ir além, né, ir além desses rótulos, né, eh, lembrar que tem uma uma criança que a gente vai olhar para ela, a gente não vai olhar, né, para paraa deficiência. a criança ela vem na frente, né? A deficiência ali é ela é uma uma condição ali e que a gente, né, tem que romper, né?
A gente tem que romper com todos esses estigmas, né? Por exemplo, assim, eh, ah, vai chegar um autista na minha sala, né? Vai chegar um autista na escola.
Não, gente, vai chegar uma criança que tem o autismo, né? Então, a gente tem que esses essas até a nossa linguagem, né? se torna ali um desafio.
A gente tem que tá ali, né, policiando mesmo. Por isso é o importante dos estudos, né, por isso que nós estamos todos aqui hoje, né, pra gente conhecer um pouquinho, pra gente conversar um pouquinho, porque é através do conhecimento, é através da do dos, né, de de parar um pouquinho, de refletir que nós vamos conseguir, que já é o primeiro passo que nós vamos dar, né, em relação a essa caminhada que é longa. Então assim, pensar, né, na questão da individualização, né, eh, o progresso do aluno, né, então é o aluno, é ele consigo mesmo, né?
Eh, ali no processo de ensino, aprendizagem, é ele com ele, não é ele comparando com com o colega, né? Ele não, a gente não vai comparar ele com o desenvolvimento do outro, é ele com ele, né, com com que ele foi capaz de avançar, com o que ele ainda pode, né, eh, avançar. Então isso a gente tem ali na escola, a gente tem os portfólios, né, os nossos relatórios individuais.
Eh, a gente trabalha com o Diário de Bordo. Então, o Diário de Bordo é um caderno em cada sala, que é individual uma página para cada para cada aluno. E onde as meninas trazem ali as profissionais, elas trazem o o os avanços, né, os percursos que ess que essa criança ela avançou.
E aí depois, né, esse diário de bordo, ele vai fazendo parte do relatório, ele faz parte do portfólio. Então é são em pequenas frases, palavras, né? Nossa, hoje ele avançou na na na linguagem, hoje ele fez algo que que não tinha feito, né?
Hoje ele ele conseguiu, superou. Então assim, é importante, né, ter esse olhar pro nosso aluno individualizado ali, né? Então eles têm eh as crianças com deficiência, eles têm uma agendinha que a gente anota, né, eh como ele chegou, o que que ele fez, né, não só em relação a cuidados, né, o que comeu, se precisou fazer uma troca, eh a gente coloca tudo, né, o que que foi feito no pedagógico, né, eh, como que ele reagiu naquele momento, né, é uma criança às vezes que é não verbal.
Então, a gente tem essa comunicação diariamente com a família. Então a gente traz uma ferramenta de comunicação, né? Então a gente é extremamente importante e a família acompanha, né?
Eh, os avanços ali no dia a dia. Então tem dia que ele não chegou legal, a gente coloca que hoje ele não estava muito bem, né? E que foi feito isso, né?
Então tudo que fizemos também por ele, né? Gente, aqui eu trouxe as formações em loco também que eu falei para vocês anteriormente, que são aquelas formações que a gente realiza partindo dos nossos, das nossas problematizações, né, partindo ali do que que está difícil para nós, né? Então, porque muitas vezes a gente participa também de outras formações, né, que é umas formações mais gerais, né, assim, com temáticas que a gente que a gente acha importante, mas ter essas em loco, né, essas formações ali vai tratar das nossas demandas, vai tratar da nossa realidade, né, do do que que nós temos que que evoluir, né, o que que a gente tem que alcançar, né, eh, trazer paraas famílias, né, uma devolutiva, né, então reunir ali, fazer a a gente chama de miniórums.
Então a gente senta com professor, né, com os professores do AE e vai trazer tudo pra família o que nós já alcançamos, o que pretendemos alcançar, né? Eh, o que que vocês, famílias, que que vocês podem trazer para nós assim que que pode nos auxiliar, né? O que que vocês fazem em casa que dá certo?
O que que o fonodiólogo faz? que que ele pode fazer se for no ajudar a escola, para ter ali uma eh como que a gente vai eh lidar com essa criança, né? Como que a escola pode, né, pensar em recursos, em técnicas?
Então, a gente tá ali sempre junto, né, assim, eh, alinhando, né, fazendo esse acompanhamento. Bom, gente, trouxe para vocês um pouquinho das ações que que a gente tem realizado lá na escola que dá que deu certo, mas que precisa melhorar também, né? Sabemos assim, eh, que são muitas práticas, né?
São são inúmeras práticas no dia a dia, né? Então assim, tem questão da verba, né, que a gente tem que lidar com tudo isso. Então, além desses desafios, né, também tem outros desafios, né, eh, lidar com com a falta de de pessoal, né, no dia a dia, com a falta de profissionais e e temos que ter o olhar paraa acessibilidade, né, acima de tudo, trazer a acessibilidade ali como a nossa nossa meta, né, como o nosso ponto de partida para que a gente possa acompanhar, né, todas as outras demandas da escola.
Bom, para vocês participar um pouquinho comigo, eu trouxe aqui pra gente finalizar, pra gente refletir tudo que eu trouxe. Eu trouxe um estudo de caso que eu vou fazer a leitura com vocês e vocês vão dialogar aqui comigo aqui, vai interagir aqui no chat. Que que vocês fariam?
Tão pensando em tudo que eu trouxe, em tudo que vocês já vivenciam, em tudo que vocês já têm de estratégias também, né? que com certeza vocês também, quem já está na gestão, já tem esse olhar também, já tem algo que faz, que dá, que deu certo, vocês vão me contar, a gente vai conversar um pouquinho agora. Bom, pode passar então o contexto.
Na escola Estrela do Saber, um aluno com autismo apresenta dificuldades de interação social e sensibilidade a barulhos na sala de aula. A gente sabe que é que é um contexto real que acontece muito, né? Então, alguns colegas eles não compreendem seu comportamento e os professores se sentem inseguros sobre como que vai adequar essas atividades.
Então, a família reclama que a escola não comunica, né, sobre o progresso do filho. Então, a gente tem um desafio. O gestor ele precisa garantir a inclusão plena desse aluno, precisa orientar, né, a equipe pedagógica, né, ele vai adequar esse ambiente, né, para promover essa essa cultura ali de respeito, d essa compreensão, né, dos alunos, dos professores.
Então eu vou perguntar para vocês, você sendo o gestor dessa escola, qual medidas que vocês tomariam para poder apoiar esse aluno, para que essa inclusão dessa dessa desse aluno aconteça ali na escola? Então vocês vão me contar, gestor, futuro gestor, né? algumas intervenções.
Você gestor, você futuro gestor, que que a gente faz para poder incluir esse aluno que tem sensibilidade, né, a a barulhos, né, como que a gente vai poder ajudar esse aluno a de fato estar incluído ali na escola. Vamos lá, gente. Vamos, vamos conversar comigo.
Vocês não me deixa sozinha aqui, não. Me conta. que que nós podemos fazer, quais estratégias, que quais qual caminho, né?
Falamos muito aqui dos dos caminhos, que que a gente pode lembrando que o gestor peça fundamental, né? Ele é o quebra-cabeça ali, o o mentor, o facilitador, que ele vai conduzir toda a sua equipe para poder pensar em caminhos para poder resolver essa situação. Ó, pode passar.
Então, eu trouxe aqui para vocês. Vamos pensar aqui juntos. Primeira coisa, a gente vai adequar esse ambiente para esse aluno, né?
fazer uma adequação. Então, a gente vai criar um espaço mais silencioso, né, ou cantos, né, para para que da que ele possa se eh diminuir um pouco, né, essa sobrecarga sensorial. Então, algum lugarzinho ali da escola, né, um cantinho tranquilo, né, que que essa criança possa, né, a gente se regular, né, a gente fala, tirar, né, um pouquinho ali aquela sobrecarga assessorial, porque a gente sabe que o que que acontece, né, quando esse quando esse aluno ele fica, né, ali eh mais agitado, quando ele não quer ficar em sala, quando ele fica se batendo, né, quando ele fica gritando, correndo de um lado pro outro.
Então é um a sobrecarga que tá, né, assim, o excesso de estímulos que essa criança está ali nesse momento, né, visuais, sonoros, que que gerou um desconforto. Então, a escola tem que lidar, né, com o que fazer nesse momento. Lembra que eu falei, gente, é importante trazer a equipe multidisciplinar para poder nesse momento, né, como que a escola faz.
Então, se a gente já tem ali esse contato, eles podem trazer para nós, né, algumas estratégias, algumas dicas. Então, >> Fernanda, Fernanda, >> pode falar. >> Interromper, infelizmente, é porque a gente já atrasou, né, a culpaamente 10 minutos.
>> Eu quero pedir a Carra se ela pode ficar mais um pouquinho e também eh ao Daniel porque eh para você encerrar, tá bom? Eh, mas você trouxe, tá trazendo, né, tantas boas práticas, tantas informações importantes e são factíveis também para o fundamental, pro médio, né? Então, é muito rico, tá muito rica a sua aula.
Esse estudo aqui com as mais sugestões é muito bacana, mas de fato a gente vai ter no máximo aí mais 5 minutinhos. >> Não, concluo. Eu dá, vai agora eu já vou finalizar, >> tá?
Obrigada. É, e é isso mesmo, gente. Eu, igual eu falei, eu trouxe um pouquinho do meu, que é o infantil, mas vale para todos, para todas as faixa etárias, né?
Para pro ensino básico ali, pro ensino superior. Então, é isso mesmo, gente. Então, pra gente tá só finalizando, né?
Então, a gente vai trazer mesmo essa adequação do ambiente, a gente vai trazer, né, a formação da equipe juntos, né, temos então que pensar, né, então vamos formar, vamos estudar, né, o planejamento pedagógico inclusivo, né, que a gente já falou, né, para adequar as as atividades, né, conforme aos estilos de aprendizagem desse aluno, né, implementando os recursos visuais, né, eh, as tecnologias assistivas, né, ter uma comunicação com essa família e a parceria, né, com a equipe multidisciplinar. Então são é um pouquinho de como que a gente pode lidar, né, com esse caso que eu trouxe para vocês. Bom, então é isso mesmo, né?
Eu já estava já estava finalizando, né? Eu encerro aqui minha fala agradecendo todos vocês que estão aqui, né? eh imensamente que eu possa, né, eh ter trago um pouquinho da minha prática, né, que pode que possa influenciar, né, que pode trazer impactos, né, que vocês pensar um pouquinho sobre isso, né?
Então eu deixo aqui a cada um de vocês, né, e a minha admiração mesmo por todos da educação, né, porque para nós é muito desafiador, né? Deixo um abraço, né, carinhoso a cada um que participou, que a gente possa juntos construir mais e mais, né, as nossas escolas inclusivas, de fato, que a inclusão deixe de ser, né, um paradigma. Não estamos sozinhos, né?
Eh, juntos é um todo, é um conjunto, são as políticas públicas, gestores, professores, famílias, né? Estamos todos aqui, né, nesse caminho, né, coletivo. Então, eu espero, gente, ter contribuído um pouquinho com vocês.
Agradeço o convite novamente. >> Ô, Fernanda, contribuiu muito. Eu tenho certeza que eles devem ter amado a quantidade de boas práticas.
e sugestões todas, como eu disse, factíveis, né, em todas as etapas aí da educação básica. E é isso. Algumas pessoas colocaram, né, que é aos poucos mesmo a gente analisando a situação da escola, a situação que é real, a realidade, né?
E esse é o grande objetivo do nosso curso, né? o nosso curso de gestão de escolas é exatamente eh quer instrumentalizar esses eh gestores ou futuros gestores que estão aqui, né, enquanto professores, os que são professores já podem levar inclusive essas ideias para as reuniões da escola, né? E o primeiro passo é realmente fazer esse levantamento, eh, diagnóstico inicial para saber qual é a situação.
A primeira coisa que você falou, aula perfeita, maravilhosa, amei. Aqui estão agradecendo também. Já o Jeferson tá falando, tá terminando a aula.
Poxa vida. Mas é isso, Fernanda. >> Agradeço mais uma vez estar aqui com vocês.
Eu >> agradeço. Agradeço a você, a Karina. Obrigada também pelo tempinho extra aí, Karina.
A Daniel também, não é? e as nossas tutoras que estão lá na no chat conosco, né, que é a Lívia, a Vanusa, Maria do Rosário, a Natália, tá bom? Eh, e temos mais duas aulas, OK?
Que são ainda da unidade cinco. Estamos na eh caminhando para o término do curso e também são duas aulas muito bacanas, uma vai falar sobre a inteligência emocional do gestor e a outra gestão dos recursos financeiros. Então, assim, vamos encerrar.
com chave de ouro e essa aula hoje foi assim excepcional. Muito obrigada. Boa noite, gente.
>> Obrigada, gente. Boa noite. Até a próxima.
>> Noite. Obrigada.