Como joga a África do Sul? A África do Sul chega essa Copa do Mundo e vai inclusive fazer o jogo de abertura da competição, repetição da abertura da Copa do Mundo de 2010 que foi na África do Sul encarando o México naquela ocasião. Esse confronto vai se repetir como jogo de abertura da Copa do Mundo de 2026.
A África do Sul vem de um trabalho já estabelecido do Hugo Bros no comando, um trabalho que traz uma mescla interessante dos dois times, que são as principais potências do país nos últimos anos. Então o Mamelot Sandalus, que até deixou uma boa impressão na Copa do Mundo de Clubes em 2025, tem boa contribuição no estilo de jogo de saída de bola nas peças, especialmente do meio para trás, os volantes e e defensores, laterais e o goleiro e o Orlando Pirates como uma grande contribuição do ataque da seleção da África do Sul. Eh, é uma seleção que em 2023 deixou uma impressão muito positiva na Copa Africana de Nações, foi até a semifinal com um futebol muito agradável de ver jogar, esse futebol de saída de bola, de construção, eh, e que em 2025 já não conseguiu replicar esse mesmo nível de desempenho.
2526, né? A Copa Africana de Nações foi realizada em dezembro de 25, início de 2026. E a África do Sul, nessa última edição já não conseguiu eh repetir a boa impressão deixada há alguns anos atrás, inclusive o Hugo Bross com algumas decisões que foram bastante questionadas e até por isso ele foi bastante pressionado na reta final ali da competição, mas foi mantido, vai a Copa do Mundo e com algumas escolhas que ainda são questionadas.
Aliás, eu diria que o público sul-africano corneta também, pressiona bastante nesse sentido em relação às decisões, mas é uma África do Sul que tem, de uma maneira geral uma identidade bem definida, ainda que com alguns problemas para resolver, algumas dúvidas que podem fazer o time variar de um jogo pro outro, mas vamos pro campinho pra gente falar então do que tende a ser essa seleção da África do Sul, quase sempre partindo de um 4 2 3 1, 4 2 3 1 que vai dar muita liberdade pros laterais atacarem os corredores. Isso significa que os pontas muitas vezes vão aparecer mais por dentro. É muito peso pros volantes nessa saída de bola próximo dos zagueiros e também pro goleiro.
Então a gente já começa com o Roman Williams, que é um goleiro que tem é um peso muito grande nessa construção. É assim numa meló de Sandowns também. O Roman Williams é um goleiro que fica confortável para sair jogando, é muitas vezes acionado com a bola nos pés.
Então é um time que vamos ver na Copa do Mundo, claro que o nível de exigência tende a ser outro. Tem alguns aspectos que a gente vai falar aqui, por exemplo, ponto de vista físico, será que a África do Sul vai conseguir competir eh contra uma seleção como a Tquia, que é uma seleção de muita capacidade física nos duelos, de uma estatura bem mais alta, não é uma seleção sul-africana forte nesses duelos, é uma seleção sul-africana que ao longo do ciclo teve dificuldades em bola parada, bola aérea defensiva. É, e vamos ver se vai conseguir lidar especialmente com esse adversário, que eu acho que é o que traz esse contraste, fisicamente falando, mais forte.
Mas do ponto de vista de tentar jogar, também tô curioso para ver se vai ser esse tipo de jogo, tentando dominar a posse de bola, tentando ficar com a bola, como a gente viu Mamelot Sandals fazer muitas vezes ao longo dos últimos anos também. Então, teoricamente, um goleiro que gosta de sair com os pés, que é muitas vezes acionado, que é procurado para fazer o time não se livrar da bola, claro que isso sempre pode te aproximar de erros, mas se a estratégia é manutenção da posse de bola, e muitas vezes o jogo da África do Sul passa por isso, né? por segurar a bola para atrair adversário e aí achar uma forma de acelerar, seja numa bola mais longa, seja com passes que possam romper linhas.
Eu vou chegar em alguns jogadores que são bastantes bastante importantes nesse sentido. Então, Ren Williams como o goleiro que participa do jogo com os pés. Linha de quatro, dois laterais uma meló de Sandalus que tendem a ocupar muitos corredores atacando.
Mudal de um lado, Modiba do outro. Mamel [limpando a garganta] de Sandalus tem exatamente essa mesma definição de estrutura de saída de bola. né?
Até por isso eu falei sobre como essa contribuição e saída de bola tem tudo a ver em termos de identidade. Um goleiro que sai jogando com os pés, o Ren Williams, laterais que abrem muito o campo, que se projetam quase como pontas, volantes que baixam, que participam da saída de bola com os zagueiros. Então, quando a gente faz essa definição, a gente tá falando da África do Sul e do Mamelod Sandowns, basicamente.
Então, de um lado mudal, do outro modiba, tendo bastante velocidade e fôlego para essa chegada à linha de fundo, para atacarem bastante os corredores. E isso tende a acontecer nos períodos de maior posse de bola da África do Sul. É claro que numa Copa do Mundo é difícil imaginar que a África do Sul vai ter esse estilo de jogo dominante aos 90 minutos contra qualquer adversário.
Não tende a ser assim. Mas nos momentos em que o time tiver a bola, tiver em fase ofensiva, é muito provável que os laterais assumam esses papéis mais ofensivos, se comportem numa altura maior do campo, mais adiantados. E a gente vai paraa defesa, onde tem algumas questões aí para resolver, porque teoricamente dá pra gente dizer que o Ingesana é o zagueiro titular pelo lado direito e o zagueiro titular pelo lado esquerdo.
Só que o Ingesana passou por uma lesão mais séria em fevereiro e não foi convocado por conta de lesão paraa data FIFA de março. Isso abre um leque de opções aí para ver quem vai jogar na defesa. Obocasi pela esquerda não tem muita questão.
Bocasi é hoje um dos jogadores de maior potencial da África do Sul nesse momento. E a África do Sul não tem tido muitos jogadores chegando nesse mais alto nível quando a gente fala de Europa. Aliás, esse até é um ponto que o próprio Hugo Bross treinador já falou em outros momentos, que faz falta a África do Sul ter mais jogadores experimentando um alto nível na Europa.
Não é a realidade dessa seleção. Por mais que hoje a gente possa falar de uma meló de sandalus que há vários anos vem frequentando a elite da África do ponto de vista de clubes, mas não é a elite ou nem digo a elite, uma segunda ou terceira prateleira da Europa que seria importante a África do Sul ter para tentar chegar mais testada, mais experimentada. E o é hoje o zagueiro de maior projeção, talvez seja quem é mais olhado na África como um cara que pode dar esse salto para chegar a uma liga importante da Europa.
Um zagueiro que eh tem qualidade com a bola nos pés para iniciar jogadas, tem um chute forte de média distância, então em alguns momentos ele pode aparecer à frente para arriscar um chute de fora. É um jogador que num time que quer jogar com a bola nos pés, ele se encaixa, que é esse zagueiro construtor pelo lado esquerdo. É, o próprio Gubrosso falou que ele ainda precisa melhorar na questão do temperamento.
Em alguns momentos, por ser muito agressivo, é, acaba passando um pouco do ponto e aí psicologicamente pode e tomar uma decisão que pode custar caro e tudo, mas é um zagueiro de maior potencial. E aí, como eu falei, do lado dele seria o Inguesana teoricamente, mas o Inguesana sofreu lesão e aí tem que ver qual vai ser essa opção para ali. Na Copa Africana de Nações, quando a África do Sul é eliminada por Camarões, foi num jogo em que o Hugo Bros variou para três zagueiros para lidar com dois atacantes adversários.
Então, tem duas questões que a gente pode tirar daí. Uma, a possibilidade de uma variação para jogar com três zagueiros dependendo do adversário na copa e a outra, quem entrou na Copa Africana foi o CBiz. Será que isso vai significar que o CBIS é alternativa natural para entrar como esse zagueiro na ausência?
Se tivesse ele não se recuperar 100% do Engez. Pode ser o CBiz. Mas tem outras opções.
Eu até coloquei a lista aqui porque tem várias. O Ocon foi utilizado em março, acabou sendo bastante elogiado. Pode ser esse zagueiro pela direita para completar a dupla de zaga com o Ingues aliás, comboaz, se o ingezano não tiver à disposição.
Tem também a alternativa do queana que talvez seja uma das grandes polêmicas da África do Sul, porque é um zagueiro já experiente, que segue rendendo bem no âmbito de clubes, mas que não tem sido chamado por opção técnica do treinador. Então, nessas nesses questionamentos, nessas cornetas, as listas, esse é um nome que constantemente é lembrado. Será que vai entrar na última lista?
Ele não tem sido chamado. Então é um ponto pra gente observar, porque eh ele poderia ser um cara para entrar e virar um titular ao lado do Bocasi, por exemplo, se o Ingana não tivesse recuperado de lesão pra Copa do Mundo, mas aparentemente ele tá fora dos planos, então é um nome que a gente vai ficar de olho quando a lista sair. Lembrando que eu tô gravando esses vídeos antes das listas finais pra Copa do Mundo.
Indo pro meio-coampo, tá aí para mim o jogador que talvez seja o mais importante dessa seleção sul-africana, Teborro Mocoena. Para mim, ele é chave paraa identidade de jogo e pra execução desse plano. Ele é esse motorzinho no sentido de carimbar todas as bolas, de achar esse passe que faz o time progredir.
Ele tende a formar dupla de volantes com o Citoli. Os dois geralmente são os titulares. O Citoli tem um pouco mais de força física, de estatura.
O Mocoan é um pouco mais móvel, mas com muita facilidade para iniciar a saída de bola, seja baixando entre os zagueiros, seja caindo pelo lado do campo, já que como eu falei, os laterais se mandam. Então, em alguns momentos, o volante vai lateralizar, né? Vai abrir um pouquinho pelo lado ali para dar uma opção de passe por ali também.
E o Mocoena tende a ser esse cara, o cara que vai fazer essa posse de bola progredir. Até por isso é um adversário. Os adversários tendem a observar muito Mocoena para uma pressão mais mais definida, para ter uma uma observação mais direta e não deixar com que ele tenha tempo para pensar com a bola no pé, porque ele é o cara que vai achar os passes que tendem a abastecer uma faixa mais adiantada do campo.
Mas geralmente é essa dupla, Mocoena e Citolle. na faixa central com algumas alternativas. O Albas na Copa Africana eh foi usado ora como um segundo volante, uma alternativa podendo vir do banco, ora como um terceiro meio-campista.
Aí você pode ter pequenas variações, abrir mão do 10 para ter um terceiro meio-campista, pode acontecer. E aí o Albas foi usado dessa forma, mas na data FIFA de março teve o retorno do Jayen Adams também, que pode ser um jogador outro, esse motorzinho do ponto de vista aí mais físico, eh, no sentido de ocupação de uma faixa grande de campo. Pode jogar mais adiantado, como esse terceiro jogador do meio-campo, pode jogar na dupla de volantes, então é esse jogador que tem a infiltração, tem a chegada e que por um tempo ficou fora dos planos do treinador, mas que recuperou um bom nível, outro do Mamelot Sandowns e que pode fazer parte dessa rotação pensando na Copa do Mundo.
E aí a gente meio que termina o bloco influência do Mamelod Sandalus. Quando a gente fala de goleiro, linha de quatro, dois volantes, a influência é nítida no meló sandalus. Quando a gente passa para três meias e atacante, a influência é grande do Orlando Pirates.
Eh, não que seja tão evidente essa divisão, mas acho que é legal do ponto de vista de construção dessa identidade, porque existe até a possibilidade da África do Sul ter um quarteto ofensivo do Orlando Pirates. Isso não é o mais provável. Eu vou começar pelo ataque porque uma gopa tende a ser alternativa ao L Foster.
O L Foster joga na Premier League. L F Foster tem uma experiência esse sim, né? Num nível mais alto.
A questão é que ele também nunca se firmou, ele nunca virou um jogador confiável para o nível da Premier League. Atacante do Burnley pode jogar como nove, pode jogar como um ponta, mas na seleção quase sempre ele é o nove, tendo outras alternativas. Uma gopa que eu falei é o U nove do Orlando Pirates.
Tem o Reyers que viveu um momento muito bom. numa meló de sandalus, depois deixou de fazer parte por opção técnica também muito questionada do Hugo Bross, mas que retornou aos planos agora em 2026. Então também pode ser um outro atacante para brigar por espaço ali como nove.
E eu diria que o L Foster é ou vinha sendo claramente o titular, mas como o desempenho dele na seleção é muito criticado, é muito questionado, ele não consegue se impor como nove titular absoluto, essa posição pode chegar a Copa do Mundo um pouco mais aberta. Mas ainda acho que o L F F até pela experiência em Premier League tende a partir na frente. E aí quando a gente olha pra linha dos meias, a gente vai ver características diferentes e disputas um pouco mais abertas.
Eh, o que dá para dizer é que de um lado do ataque vai ser o Apolis. O Apolis é aquele jogador mais elétrico de eh um jogador que seja para um contra-ataque, seja para receber aberto no situação de um contra um, vai botar velocidade, vai gerar aceleração, vai gerar problemas para adversários. Então, mesmo quando o jogo da África do Sul não encaixa esse jogo de tentativa de domínio pela posse de bola, atrair o adversário para acelerar, nem sempre esse jogo encaixa, porque a gente não tá falando de um time tecnicamente de um nível de elite do futebol mundial.
Então, o Apolis tende a ser essa válvula de escape. Ele é o jogador para botar velocidade, para incendiar o jogo, para incomodar defesas adversários em arrancadas. eh num momento de construção mais eh pausada, ele tende a a aparecer um pouco mais por dentro, porque como eu falei, os laterais tendem a ocupar os corredores ofensivos em momentos de posse de bola mais longas, mas em momentos de transições, o Apol vai ser esse cara que pode partir do lado esquerdo para dentro ou do lado direito para atacar profundidade também.
E aí vira essa válvula de escape da África do Sul. Quando o jogo não tiver totalmente controlado do ponto de vista de posse de bola, o Apolis foi ao longo do ciclo o jogador mais inquestionável pelo que ele oferece pra seleção do ponto de vista de e aceleração mesmo, de velocidade, eh ser aquele cara mais elétrico, mais do ataque, que gera uma faísca diferente. Na faixa central do campo tem uma dúvida interessante, porque ela mexe com gerações diferentes.
O 10 teoricamente seria o Zani, é que é um jogador que sofreu lesão grave em 2024 e desde então vem sofrendo com lesões e com dificuldade para ser um jogador regularmente titular no próprio Marmelot Sandus e também na seleção. E até por isso ele pode ser tratado como um 10 vindo do banco para mudar jogos no segundo tempo. A questão é que o Mofokeng também pode ser tratado dessa forma e aí já é totalmente diferente porque o Zani é um veterano vindo de 2 anos de muitas lesões.
O Mofokeng é um garoto e a gente tá falando assim como Bocas tem 20 anos, Mofokeng tem 20 para 21 ali também. Então são jogadores jovens, mas que já assumem um papel importante. Teoricamente, Zan e Mofokeng poderiam jogar juntos, só que o Hugo Bross falou recentemente que ele enxerga o Mofokeng como um 10, função que ele passou a fazer mais frequentemente no Orlando Pirates.
Então isso teoricamente o coloca nessa caixinha do meio à frente dos volantes. Ainda que na seleção da África do Sul você possa até argumentar que a África do Sul possa ter dois ou eventualmente até três camisas 10, porque se os laterais atacam completamente os lados do campo, as pontas, os pontas viram meias. Como eu falei, o Apol vai ser um um deles.
O Apolis é mais um ponta mesmo, mas que pode atuar por dentro nessa dinâmica ofensiva. Então, dá para ter Mofokeng Zani formando essa, completando esse trio de meias com dois meias mais próximos. O Mfookoeng já é um outro perfil, controle de bola no pé, aceleração, mudança de direção.
É aquele jogador que tecnicamente tem um melhor trato com a bola para tentar uma jogada diferente, um drible, para tentar achar um passe diferente. Então ele é tratado como uma grande joia ofensiva hoje da África do Sul. Resta saber qual é o nível de protagonismo que ele vai ter dentro da seleção pra Copa do Mundo, sendo um jogador ainda inexperiente, mas com destaque, com sucesso.
Já foi revelação de campeonato sul-africano nos últimos anos, já virou uma realidade dentro do contexto sul-africano de clubes. Então, Mofeng e One podem brigar por uma posição, mas não vai me surpreender se os dois estiverem juntos em campo. Talvez não desde o início, porque o Mofoquen pode ser visto também como esse garoto que pode vir do banco e incendiar uma partida e aí pode começar com Zoan, enfim.
E a os dois tendem a ter papel importante na seleção, ainda que com minutagens diferentes e talvez brigando por uma mesma vaga inicialmente. A outra ponta aí já tem um pouco mais de disputa, porque pode ser o Moreme para ser esse meia aberto, esse ponta de fato eh pelo lado, pode ser também o Encota, outro garoto que também pode ser esse ponta por esse setor. São algumas das alternativas que a África do Sul tem quando a gente pensa para essa e linha de três.
Mas teoricamente Mofokengsani brigando por uma posição. Moremi em conta ou tem o Rolongan que também é outro jogador que foi pra Medior League Soccer que pode brigar por espaço pelo lado do campo. Eu diria que o o titular absoluto da linha de 3 meias é o Apolis.
E no ataque o L Foster tende a ser o titular sendo questionado. Mas é isso, assim, essa é a forma da equipe da África do Sul jogar quase sempre com dois volantes se alternando, mas sendo importantes nessa tentativa de ter a bola e de construir de trás com os zagueiros e com o próprio goleiro. Laterais ganhando altura e liberdade para ocuparem os corredores mais avançados.
O que significa que os pontas que vão recompor no momento sem bola, fechando essa segunda linha pelo lado, mas no momento com bola, se for uma um ataque mais rápido, mais vertical, eles vão funcionar como pontas, dando velocidade. Se for uma construção um pouco mais lenta, eles podem trabalhar um pouco mais por dentro se o time ocupar o campo de ataque, porque os laterais vão estar por fora. E com o Lio Foster sendo essa alternativa, pelo menos inicial do comando de ataque.
Então, é uma África do Sul que tem alguns desafios aí para tentar executar o modelo de jogo que se propõe a fazer, para tentar lidar com alguns problemas conhecidos, como bola parada, bola aérea defensiva, essa dificuldade na imposição física nos duelos, num grupo que tem um adversário que se notabiliza exatamente por isso, jogo físico, estatura, eh, duelos físicos. Então, vamos ver como a África do Sul vai conseguir se sair dentro da Copa do Mundo. É um time que se consegue executar o seu jogo, pode ser muito agradável de ver.
A gente viu isso em trechos da Copa Africana de Nações de 2023, em trechos numa Meló de Sandals ao longo dos últimos anos, mas eh de um ano para cá essa execução já não teve o mesmo nível dentro da seleção. Vamos ver na hora que mais vale, que é a hora da Copa do Mundo. Espaço tá aberto aí para vocês.
Um abraço para todo mundo e até a próxima. Yeah.