o olá pessoal tudo bem então para nós finalizarmos agora estudo prático da anatomia dos ossos a gente vai estudar para o crânio você já viram a aula do professor paulo em querer descreve todas as estruturas que compõem o crânio o neurocrânio o vi seu clã em macau vária é todos os pontos relevantes e importantes e agora a gente vai fazer a mesma coisa só pra demonstrar na peça anatômica tudo bem é pra ficar mais fácil mais organizado isto de vocês em relação à parte da identificação de cada um dos ossos do neurocranio e viscerocranio a
identificação é suturas que compõem a calvária tudo isso é vocês a gente recomenda que vocês estudem pela aula porque o professor paulo assim como as estruturas que delimitam e compõem a ordem o domingo estão aqui nós começamos estudando para o crânio e já de início nós vamos explorar todas as futuras são relevantes para a gente aqui tanto no roteiro de ossos quando não vou ter um de articulações tudo bem então dando-lhe ciência que uma vista superior do crânio no já observamos essa região aqui tá anterior do crânio que é o pregue uma tudo bem e
posterior holanda todas as estruturas você já viram as aulas tudo bem aqui nós temos o lambida nós temos é a localização aqui que é o brega e vamos começar então falando das suturas do crânio também tanto o roteiro de ossos quanto o roteiro de articulações já mesclando as duas matérias emblema de suturas são articulações fibrosas com pouquíssimo movimento e que se formam mais posteriormente ao longo do desenvolvimento do indivíduo em torno dos dois anos de idade naturalmente como é porque as suturas elas são formadas junto com o crescimento do sistema nervoso central do encéfalo para
que haja a possibilidade de crescimento desse órgão assim como também para o próprio parto né e aí nós teremos as fontanelas que nós mostraremos no finalzinho dessa aula aqui lembrando que essa é a primeira parte da do estudo prático de grande nós teremos um segundo vídeo entre nós vamos explorar um mais cuidado com mais tranquilidade os conteúdos que preenche que passam pelos forames do cranio especialmente ali no assoalho na base do crânio tudo bem então vamos lá no início então é identificando que vocês já viram nós temos essas futuro aqui no nosso plano mediano que
as suturas sagital tudo bem que articula aqui os dois ossos parietais nós temos estrutura e coronal e puro não é ter uma curiosidade anatomy né se lembrarem a posição de onde se colocava as coroas onde são colocadas as coroas a gente tem justamente o posicionamento aqui de sutura coronal tudo bem que fica entre os ossos parietais e o osso frontal nós temos uma vista posterior nós temos as futuras que vocês já viram ali na aula do professor paulo que a sutura lambdóide tudo bem que vai articular os ossos parietais com osso occipital nós teremos também
o pegar uma outra peça para ficar um pouco mais tranquilo já seccionada transversalmente nós teremos aqui esta sutura aqui eu continuasse a continuação da nossa sutura coronal nós vamos ter aqui essa sutura aqui chamada sutura esse calor e tirar uma sutura localizada entre os o osso parietal e o osso temporal nós temos aqui póstero-lateral mente e seu processo mastoide do tempo nós vamos explorar cada um dos do dos componentes do que nós teremos aqui duas suturas aqui entre o processo umas ford ossos do crânio então nós temos aqui a sutura pareto mastóidea certo entre o
osso temporal e processo mascote do perdão entre os pai e tal e o processo mastoide do osso temporal nós teremos a sutura occipitomastóidea aqui lateralmente certo então nós já vemos a vista lateral aqui em relação as suturas ou a aqui nós temos mais exuberante mais evidente e a sutura lambdóide tudo bem ele mesmo que nós vamos comparar o crânio de um recém-nascido logo depois e para que nós possamos finalizar em dentro das suas futuras nós temos ainda mesmo neste grande aqui nós temos ainda a sutura internasal certo que ficará localizada entre os ossos nasais tudo
bem e nós teremos também neste creme mesmo uma vez inferior nós teremos aqui as suturas presença aqui no nosso no nosso palato duro então são as suturas palatina mediana tudo bem que passa no plano mediano e a sutura palatina transversa sutura palatina mediana está aqui articulando os dois processos palatinos da maxila e a sutura palatina transversa e pulando o osso máquina o osso da maxila com os ossos palatinos é a lâmina horizontal do palatino junto com os processos palatinos do da maxila tudo bem apenas a gente frisa então que as culturas são essas essas articulações
fibrosas e também um detalhe aqui curioso quando vocês tiverem estudando os ossos do crânio que vocês vão perceber que alguns ossos do crânio em geral suturas um pouco mais apagado essa certa e da mesma forma com elas demoram para aparecer conforme o tempo vai passando as futuras vão cada vez mais se os ficando então por exemplo esse provavelmente é um crânio de um cadáver de uma pessoa mais velha assim a gente tem uma ossificação maior das futuras então a gente não vê por exemplo a pessoa dura sagital tão exuberante a gente não ver a sutura
coronal centro é porque quando vocês virem uma peça e não tiver nas futuras que elas não estiveram ali presente tudo bem estamos no início agora e seguindo o roteiro de vocês vocês vamos dar início então já vimos a vista superior certo lembrando aqui são pegar para vocês depois estudarem na aula do professor paulo aqui a calvária certo é a calota craniana que compõem o teto certo do crânio nessa vista superior nós observamos aqui de anterior para posterior o osso temporal e os ossos parietais 7 pulando mais uma vez na sutura coronal e sutura sagital também
assim como nesta vista inferior aqui da calota craniana onde nós também nós podemos observar esses sucos demarcação dos vasos sempre que preenchiam aqui o espaço é a o menino gisele com os ossos tudo bem especialmente a dura-máter é especificamente então para gente dar início de fato o estudo do crânio na vista anterior vamos começar então aqui essa vista anterior do crânio já podemos observar né é que nós temos na região do front nós temos o osso frontal tudo bem até mesmo que tá comparação entre os ossos do adulto e do frete nós fazemos posteriormente nós
temos o osso frontal compondo o front assim como o arco superciliar tudo bem então nós temos o arco superciliar aqui e o osso frontal certo e sendo um pouco mais um do mas no sentido caudal nós vamos ter as órbitas tudo bem que vocês devem estudar as alimentações na das órbitas e a gente falar para vocês seguirem é aula do prof ah tá muito boa nesse detalhe mas aqui nós vamos apenas a contar para vocês aqui nessa estrutura então onde eu estou colocando a pinça profundamente aqui nesse sentido póstero-medial para superior tá certo nós temos
o canal óptico todos os conteúdos nós vamos abordar depois nós teremos aqui na porção superior e a porção inferior duas sutura perdão duas fissuras são as fissuras orbitais superior e inferior tudo bem então nós podemos observar nesta vista nesta vista anterior aqui da órbita estas estruturas naturalmente as paredes lateral medial o teto eo assoalho devem ser estudados também tudo bem né do mapa continuidade aqui ao estudo da para esta vista anterior do crânio mas podemos observar seguindo a ordem que está no roteiro a pro m e da fáscia da face perdão e quem forma a
proeminência da face né a chamada massa do rosto é certo qual é o preço de osso aqui que eu gosto do osso zigomático tudo bem então reparem aqui existe o osso zigomático e aqui a maxila tudo bem com a maxila ela vai se articular com osso zigomático do osso zigomático possui três processos importantes aqui e o que são processos processos são projeções então a lógica para se estudar essas projeções processo é bastante simples nós temos três processos do outro zigomáticos estão em direção a três outros ossos tudo bem então nós temos o processo frontal do
osso zigomático e é este daqui e o processo temporal do osso zigomático mais ou menos até este ponto não cima do processo temporal do osso zigomático sejam uma projeção do osso zigomático para para o osso temporal e nós teremos ainda o processo maxilar do osso zigomático portanto a projeção do osso zigomático para a maxila a lógica também vale naturalmente para as projeções e cifras então nós temos aqui por exemplo o processo zigomático do osso frontal e assim por diante nós teremos o processo maxilar pela um processo zigomático da maxila tão projeções de direção a outros
ossos estudamos desta maneira tudo bem nossa vendo aqui mais uma vez então sido mate com os seus processos frontal ou temporal eo maxilar nós podemos então estudar a proeminência da face tá certo continuando aqui tô indo na aula do professor paulo teremos então no nariz esse terno tudo bem e naturalmente vocês poderão com mais aprofundamento mais profundidade perdão mais profundidade um sistema respiratório nariz externo apenas recapitulando então nós observamos já que as abertura em forma de pera chamada abertura piriforme tudo bem aqui nessa nessa porção superior do na existem então nós temos nós temos dois
ossos diferentes na verdade é dois pares de ossos com fundo aqui o tempo do nariz externo então seria o par de ossos nasais tudo bem vou te pegar a outra peça que está mais evidente essas estruturas mas não ser assim tão do nariz externo nós vamos ter os dois ossos nasais que vão se articular por onde pela sutura internasal tá certo nós vamos ter aqui uma projeção duas projeções perdão uma de cada lado projeção a maxila em direção ao osso frontal então aqui nós teremos o processo que processo frontal do osso maxilar que tiramos os
lados afinar as observamos os ossos nasais e os processos frontais das maxilas tudo bem ainda seguindo o roteiro de vocês mas lembramos que nós temos três conchas nasais de cada lado que vocês vão você vai melhorar em outras peças mais sistema respiratório mas aqui vale salientar principalmente aqui a um chá nasal sendo três né concha nasal superior font nasal média consul nasal inferior e aqui vale salientar que a concha nasal inferior tem almoço independente tudo bem até nós podemos observar que eu coloco nasal inferior almoço independente e que se articula com a maxila ao contrário
das conchas nasais média e superior que são as lições do osso etmóide tudo bem nós vamos mostrar depois o o ethmoid com mais detalhes para vocês mas apenas para que você já veja então essas conchas nasais você não uma pequena peça aqui tudo bem de the ethmoid este osso que fica bem evidente aqui certo funcionalmente essa peça mas nós temos aqui então deixa eu pegar essa essa vista aqui nós vemos ali projeções do osso e timóteo que vão formar as conchas nasais perdão projeções projeções das paredes laterais dos e timóteo que conformaram as conchas nasais
superior e médio mas só pra vocês saberem identificar e especialmente a concha nasal as conchas nasais inferiores tudo bem então aqui mais uma vez as conchas nasais inferiores e certo localizadas aqui tudo bem de ambos os lados ainda o que o nariz o nariz escócia parte óssea do osso é formado pelos seguintes perdão do septo nasal ósseo é formado pelos seguintes ossos por meio certo nasal ósseo é mais posterior em relação ao septo nasal cartilaginoso e depois vocês vão estudar com mais detalhes em sistema respiratório mas apenas para vocês identificarem então nós temos já aqui
nessa porção infero posterior o outro chamado poço vou né tudo bem então nós temos aqui não é ouço voomer é osso vômer tudo bem nós temos aqui nessa porção inferior o osso vômer e ainda essa peça bem bacana vou tentar ser bem delicado não sei se vocês conseguem observar a articulação do osso vou no com esta estrutura aqui que eu estou pegando profundamente que formando o septo nasal tão essa estrutura aqui tudo bem que é a lâmina perpendicular do osso etmoide tudo bem e a lâmina perpendicular do city mod se articula posteriormente com o nosso
volume e ambos depois um desenvolvimento do septo nasal completo vão se articular com a cartilagem do septo nasal que tem um formato triangular anterior tudo bem aqui é um estudo do nariz externo entendo as partes ósseas tudo bem do nariz muito bem seguindo portanto aqui nessa peça mesmo seguindo nessa nesse sentido caudal mas podemos observar em na vista anterior agora este outro o osso tudo bem então aqui nós temos o rosto zigomático platinum medialmente ao outro zigomático se articulando e por também no processos aqui nesse sentido nós temos as maxilas certa maxila então um osso
par certo que você já estudaram na aula do professor paulo nós temos as maxilas e o que é importante aqui nós salientarmos em relação as maxilas nós temos o corpo olá tudo bem estamos teremos o corpo da maxila e dentro do corpo da maxila nós teremos o seio maxilar fiquem tranquilos que eu vou mostrar para vocês os seios paranasais depois tudo bem mas por fim da aula mas então nós teremos aqui o corpo da maxila e os processos que são relevantes aqui para vocês entenderem e nessa hora você já entenderam a lógica de desses nomes
destes processos então nós teremos processos projeções né da maxila em relação ao osso zigomático da maxila em relação música frontal e da maxila em relação à aos processos aos alvéolos né que vão ser a articulação com arcada dentária superior todo vamos mostrar aqui para vocês cada uma dessas estruturas nós temos aqui em direção ao osso frontal o processo frontal da maxila em direção osso zigomático o processo zigomático da maxila e aqui nós temos a série de projeções para articulações das gonfosis centro que serão as articulações da maxila com cada um dos dentes formando a arcada
dentária superior nós teríamos aqui os processos alveolares da maxila tudo bem vamos processos alveolares em cada um dos processos alveolares nós temos uma grupos uma articulação dento-alveolar para a inserção dos dentes no maxilar formando então a maxila o local de inserção da arcada dentária superior tudo bem então estamos aqui todos os ossos assim perdão nós temos ainda este pequeno forame que aqui do lado esquerdo fica um pouco mais evidente com forame que está abaixo da órgão forame infra-orbital também então é tendo estudado toda essa vista o anterior aqui do crânio mas passamos ainda voltando um
pouco no roteiro de vocês para vista posterior então vou te mostrar duas peças aqui ao mesmo tempo nós temos uma vista posterior do crânio é que você já conseguem observar não só o que eu não vou ter nós todas as estruturas que compõem essa vista posterior é certo nós podemos observar por exemplo aqui nesta vista posterior ainda uma parte dos ossos parietais tudo bem nós podemos observar aqui aquela aquela região do comentei com vocês que a região da outra lambida tudo bem nós podemos observar que o osso occipital é que vocês pau panda que vão
descendo até chegar aqui onde vocês falcão uma protuberância tudo bem contigo isso aqui é um pouco mais evidência você temos uma protuberância e do osso occipital que a protuberância occipital externa tudo bem é bem tranquilo do lado interno né perdão na vista interna do que nós não temos a providência occipital interna tá certo não quis falar para vocês observarem a protuberância occipital interna para você entender né quem ela pelo menos muitas vezes estruturas recebe inclusive ir os próprios nomes as localizações anatômicas comprando uma estrutura relação a outra tudo bem então dando continuidade aqui apenas três
vezes posso estudar então podemos observar também o que o roteiro de vocês estamos em são os processos mastóides nos processos matou mas todos os tempos os temporais que a gente vai mostrar um pouco melhor na vista lateral mais você já conseguem observar aqui esta face posterior dos processos mastóides de ângulos os lados tudo bem é como se estudo crânio como professor paulo já disse na aula dele a gente pode estudar o plano realmente observando cada uma das fases que compõem ele assim fica fácil de entender topografia de cada uma das estruturas e fica muito mais
muito muito mais lógico inclusive estudar os mecanismos de trauma no crânio pode sofrer tudo bem então aqui eu apenas observando todo no início ao estudo da face lateral do crânio já observamos aqui começando pela lógica também não só falou que está no roteiro mas pela lógica do estudo do crânio então já observamos aqui você já consegue observar ainda o osso frontal vocês conseguem observar as suturas que nós mencionamos anteriormente na casa temos ainda uma parte da sutura coronal observamos aqui essa outra sutura fica sutura escamosa tudo bem e aqui continuando então o estudo pela vista
lateral dura muito bem então aqui nós observamos e o temporal nós temos aqui então o osso parietal e nós temos aqui o osso temporal e o osso temporal vai se articular com o par e tal pela sutura escamosa e recebe assim este nome justamente porque aqui nós estamos observando a parte escamosa do osso temporal tudo bem então aqui nós observamos a parte que esse famosa do osso do osso temporal é um pouco mas anteriormente nós observamos deixa eu ver se até que fica um pouco mais evidente um pouco mais anteriormente mas observamos antes de entrar
com mais detalhe em cada uma dessas outras estruturas aqui é articulado uma porção externa do osso esfenóide que nós vamos poder observar com mais detalhes depois parte para mim somente os esse menor a gente pega o moço ou o solo secado tudo bem nós temos aqui o osso esfenóide particularmente na asa maior do esfenóide asa menor do esfenóide que você tem que estudar também ela só é a vista e estudada nós pegamos o estudo do assoalho da base do crânio tudo bem a vista superior principalmente então na vista superior do duas formas na base do
crânio que nós vamos observar a ásia menor do esfenóide mas aqui já podemos observar aqui as árvores foram se articulando por todos estes ossos aqui presente tudo bem então continuando que nós podemos observar que nós temos este arco aqui que é formado por dois processos e se o arco chamado arco zigomático o arco zigomático ele tem essa articulação aqui esta sutura aqui localização articulando dois processos aqui que já fácil para vocês identificarem o nome desses processos nós em uma projeção do temporal para o osso zigomático e aqui nós temos um processo zigomático do osso temporal
e o rei a recíproca é verdadeira portanto nós temos aqui um processo temporal do osso zigomático anos formando um arco zigomático tudo bem aqui nós temos o arco zigomático da mesma forma como no estudo lá dos membros inferiores com você se lembra lá no quadril do ramo isso que o público tudo bem nós temos dois duas estruturas aqui formando uma única estrutura que o arco zigomático lembrando que todas essas estruturas são delicadas são delicadas para manuseio delicado para exposição inclusive cifratura vez tudo bem então é muito comum é provavelmente o professor paulo explorou com vocês
lá que elas fraturas na face tudo bem então aqui nós já podemos imaginar quais são as possíveis fraturas eu não vou ficar entrando em tempos detalhes nesse ponto porque você já e tiveram aula do professor paulo e vocês podem retomar por olá tudo bem então continuando aqui no sentido posterior nós já estudamos o arco zigomático o processo zigomático do osso temporal na já vimos essa parte escamosa aqui do osso temporal nós vemos este importante processo também do osso temporal que o processo mastoide tudo bem aqui por exemplo é um se insere o músculo verdade onde
tem origem do músculo esternocleidomastóideo vocês vão estudar com mais detalhes em músculos tudo bem nós temos aqui o processo mastoide tá certo e ainda nós temos o poro acústico externo que vai formar aqui ó o que é onde estou inserindo a minha pinça certo o chamado meato acústico externo a melhor forma como existe um fórum meato acústico externo e também do lado com um terno foro e meato acústico interno tudo bem então assim nós podemos estudar todas as estruturas que compõem a face lateral do crânio e só porque nós terminamos nós temos delicado processo aqui
tudo bem que o processo estilóide processo estilóide também do temporal vamos teremos aqui o processo mastoide o processo estilóide e dentro deles eu já adianto nós vamos ver depois na vista inferior teremos o processo o forame estilomastóideo que fica justamente entre essas duas estruturas tudo bem a gente sempre frisa para vocês estudarem com calma cada uma das vezes e entenderem a lógica do crânio como um todo assim cês vão desenvolvendo na própria cabeça uma vista 3d né do crânio enquanto vocês vão dizer estão lendo o livro o texto 12 de tudo bem é muito bem
então pessoal é dando continuidade aí o estudo do crânio é como vocês viram lá na aula do professor paulo nós temos a base do crânio certo e aqui é nós vamos estudar o a sua área da base do crânio em sua vista superior tá certo você já viram as aulas professor paulo mas vamos reforçar agora todas as estruturas mais importantes aqui e também é reforçar a ideia de que vocês estudaram cada um dos forames e os conteúdos que passa por esse foram depois da segunda parte da aula estavam em outro vídeo então agora só relembrando
então o senhor paulo já disse o assoalho da base do crânio é formado né por três fossas ou andares tudo bem e aqui nós temos então a fossa craniana anterior seguida aqui da da fossa craniana média tá certo e passando aqui da parte da parte petrosa do osso temporal mas vamos ter aqui e a fossa craniana posterior tudo bem o andares cranianos e também recebem os mesmos nomes tá certo então como vocês tem um roteiro aí do lado a gente vai seguir o estudo justamente por ele começando então na fossa craniana anterior e já de
início falando quais são os ossos que compõem a fossa craniana anterior tá certo aqui fica bem evidente que nós temos aqui o osso frontal formando esta porção aqui lateral nós temos aqui na na região central no plano mediano nós temos o osso ethmoid nós vamos explorar depois separadamente o o switch mode e o osso esfenóide tá certo e nós temos aqui uma porção do do osso esfenóide em sua asa menor tudo bem muito bem perdão muito bem então agora seguindo as estruturas que vocês devem reconhecer e essa vista superior aqui no último onde nós temos
esta esta crista aqui chamada de crista etmoidal ou crista-galli tudo bem que vou tentar pegar aqui com bastante delicadeza que aqui certo para nós temos aqui a crista etmoidal ou crista galli e aqui nessa região aqui no plano transversal nós temos aqui essa lâmina composta por uma série de forames essa lâmina aqui é chamada de lâmina cribriforme ou lâmina cremosa que possui os forames também chamados de furnas cribriformes ou forames trevosos tudo bem aqui nós temos aqui essa região do osso temporal e perdão do osso frontal e seguindo aqui nós temos aqui o esfenóide e
particularmente em sua asa menor tudo bem seguindo para a fossa craniana média agora nós temos aqui o daniel não mexe então vamos falar quais são os ossos que compõem a fossa craniana média muito simples só observarem aqui não tem que nós temos o osso esfenóide certo e o osso que resta aqui em somente em sua porção escamosa que é o osso temporal tudo bem só nós já reconhecemos os ossos e aqui nós podemos dar início ao estudo de cada uma das estruturas então já no início aqui em continuidade com asa menor do esfenóide nós já
temos aqui o canal óptico tá certo que nós havíamos visto lá na órbita na vista anterior do crânio seguindo que posteriormente logo abaixo aqui e depois nós podemos abordar um pouco melhor uma peça separada a fissura orbital superior tudo bem seguindo aqui nós temos três forames em sequência tudo bem então nós te e o forame redondo tá certo seguido posteriormente pelo forame oval que seguiram também póstero-lateral mente pelo forame espinhoso tudo bem cada um desses forames a gente vai abordar depois vamos vamos retomar a anatomia dos forames especificamente também que nós temos o forame redondo
o forame oval o forame espinhoso a lógica também vale para o outro lado certo seguindo aqui então especificamente um esfenoide a gente diz aqui né que aqui nessa região nós vamos mostrar melhor uma peça separadamente nós temos o corpo do esfenóide mas vamos mostrar inclusive que dentro do corpo do esfenóide é a gente vai demonstrar que existe o seio esfenoidal e mas aqui nessa vista superior nós podemos observar aqui é chamada tela túrcica o sela turca tudo bem depende da tradução aqui nós vamos reconhecer um sela túrcica certo e aqui de importante reconhecimento a chama
da fossa hipofisária ou foz hipofisário onde nós temos alojada que a nossa hipófise certo lá e respiratório a gente vai ver vai reconhecer a relação da fossa hipofisária cumpre ao seio esfenoidal e as possibilidades que existem de cirurgia justamente da hipófise é endonasal tá certa nós vemos aqui é nessa região posterior aqui da sela túrcica nós vamos o dorso da sela tá certo aqui também de importante reconhecimento e seguindo aqui na já vimos na todos os forames e falta para gente reconhecer o canal carótico que será melhor abordado naturalmente na vista inferior mas o canal
carótido é carote o perdão canal carótico é inserido aqui dentro dessa região desta parte petrosa do osso temporal e nós podemos visualizar aqui né o superior do crânio quando nós observamos aqui o forame lacerado tá certo o forame lacerado que que tá até é bem circundado mas em outras peças a gente pode observar realmente um foram bem lá lacerado e aqui é entrando aqui nessa região certo você pegar um outro instrumento aqui a gente consegue observar o canal carótico tudo bem é canal carótico com você por onde vai passar a artéria carótida a um de
nós vamos abordar depois então aqui nós temos entrando aqui o canal perdão o canal carótico tudo bem hoje nós vamos mostrar com mais detalhes tá aqui nós podemos estudar desta forma que o os ossos compõem aqui a fossa craniana média e dando continuidade então a fossa craniana posterior agora para que a gente possa finalizar então de início aqui nós já tínhamos observado eu tinha mostrado para vocês a protuberância a interna tá certo e nela que a gente já conhece aqui um suco tá certo que o suco do seio transverso os seios que a gente fala
o seio transverso e depois eu falo vocês fique mais são seios da dura-máter né por onde ocorre a drenagem venosa do encéfalo vocês vão estudar isso com mais detalhes em sistema nervoso mas aqui vocês podem observar que nós temos o seio transverso o que está presente no osso occipital e indo em direção a lateral nós temos aqui o se o suco do seio sigmoide estão sulco do seio transverso e suco do seio sigmoide tudo bem e a porção final aqui do suco do seio sigmoide é um forame tudo bem é um forame se chama forame
jugular então para que vocês entendam essas marcações ósseas nós vamos ser justamente é este o sentido da drenagem venosa do encéfalo que vai passar do seio transverso da dura-máter para o seio sigmoide e para o forame jugular tá certo onde vai estar é a formação do bulbo jugular e da vejo o grau interna que a gente vai guardar um pouco melhor depois tudo bem então nós temos aqui o osso é occipital é o não havia mencionado aqui o quais são os ossos que compõem mas aqui você já podem observar né o occipital esta porção aqui
do temporal tá certo e seguindo aqui que nos é relevante atualmente esse grande fulano fez o maior forame do crânio e foi chamado por amy magno tá certo quando a gente ele tô falando forame magno continue inclusive com o canal vertebral lá da medula pedal lado da coluna vertebral vocês estudaram estudaram na aula do professor wagner e que vocês vão ter aqui nessa região aqui digamos que na porção não que seria próximo a uma parede anterosuperior aqui do forame magno por assim dizer mas teremos aqui o canal do nervo hipoglosso tudo bem é baixo dele
vai ter os côndilos occipitais que a gente vai guardar numa vista inferior inclusive até mais fácil de se localizar tá certo e aqui usar interessante dizer que existe a fossa do cerebelo e agora a gente vai mostrar justamente um crânio com um século alojado para que vocês vejam como se comporta o encéfalo aqui na vista superior é bem pessoal então para que vocês vejam aqui o encéfalo como nós já havíamos mencionado aqui na justamente é tão didática encéfalo parte da os planos e eixos na primeira aula de anatomia prática agora é só para vocês se
orientar é que nós temos aqui os dois hemisférios cerebrais essa certo do telencéfalo vocês vão estudar lá com mais detalhe em sistema nervoso quando nós começamos a girar aqui e vemos aqui uma vista posterior aqui do encéfalo nós já podemos ver aqui o aparecimento dos lobos occipitais aqui do telencéfalo e também do cerebelo tudo bem só para que a gente possa localizar vocês em relação a essas estruturas toda só pra que vocês possam entender como que o encéfalo se aloja na no crânio tudo bem aqui uma vista inferior tá certo que vocês podem observar aqui
a pena sou o cerebelo tá certo e o tronco encefálico também e agora com esse assistir outro ucrânia que nós podemos ver então é só é retomando aqui nessa fossa craniana posterior nós observamos aqui onde fica a fossa cerebelar tudo bem é na fossa no osso occipital que justamente apenas posicionando aqui o encéfalo certo nós temos o cerebelo aqui como havia de mostrar para vocês apenas é para que vocês entendam que o encéfalo irá se alojar aqui no crânio tudo bem é que você já percebe a diferença de consistência óssea juntamente com essa estrutura quem
vive inclusive é mais amor esse lá tá certo tá que vocês observam justamente quando céfalo alojado no crânio e agora a gente vai estudar com mais detalhes a vista inferior da base do crânio é muito bom pessoal então vamos agora é a continuidade ao estudo da base do crânio só que agora na vista inferior tá certo é um pouco diferente é da ordem do roteiro mais para que vocês entendam a lógica do estudo do creme aqui que a gente está tentando propor pra vocês tudo bem agora no sentido póstero-anterior tudo bem tá aqui é aqui
mais é possivelmente eu já mostrei pra vocês a protuberância occipital externa tá certo aqui nos cabe demonstrar as partes aqui do osso occipital então nós temos aqui a parte de famosa do osso occipital e aqui anteriormente a parte basilar do osso occipital e vai ter vai ter relação aí com a artéria basilar que vai ter importância lá levar a atualização a irrigação arterial do encéfalo tudo bem aqui no só nos cabe reconhecia aqui a parte escamosa e a parte basilar do osso occipital os côndilos né occipitais que vão se village articulação com a vértebra cervical
que o atlas nossas já abordamos isso lá com vocês depois inclusive as vamos mostrar ela na hora de articulações como é articulação atlantoccipital que justamente a articulação que fica entre o atlas e o o osso occipital tudo bem aqui aqui nós observamos o forame magno como nós já vimos mencionados e aqui nós temos o canal do nervo hipoglosso que é justamente o canal por onde passa o nervo hipoglosso tá certo essa mais tranquilo de memorizar muito bem dando continuidade no osso nós temos aqui uma indentação tá certo uma indentação que é justamente a incisura jugular
e para nós sabemos é reconhecer aqui nós temos certo tipo esse primeiro forame importante aqui fora naturalmente o forame magno que é o que o forame jugular tudo bem é bem fácil de viver na peça ao vivo mas para vocês entenderem então que logo após o forame magno nós temos aqui o forame jugular formado justamente pela incisura jugular tudo bem dando continuidade muito simples nós podemos continuar aqui no estudo é quando digo muito simples naturalmente é para tranquilo para tranquilizar todo mundo né e e freeza que é justamente com a repetição e como e atração
por isso que eu sempre digo né descobrir uma orientação para ser estudado seguir o livro-texto livro-texto vai vai seguir nesse caso nós estamos falando um sentido póstero-anterior tudo bem nós temos aqui e já no osso temporal nós observamos aqui o processo mastoide como uma jovem nos mencionados este outro processo que que o processo estilóide tudo bem e entre eles nós observamos um pequeno furami que é um foram entre o processo mastoide e o processo estilóide do osso temporal que é o forame es a mastoide tudo bem então aqui nós temos o forame estilomastóideo e para
que nós possamos finalizar aqui especificamente o estudo do osso temporal agora pessoal a gente tem esta fossa tudo bem de ambos os lados que a fossa mandibular depois nós vamos mostrar que é onde se aloja o côndilo da mandíbula que onde tem a articulação é temporo-mandibular que vocês também vão observando estudar na aula de articulações tá certo nós temos aqui a fossa mandibular e logo anterior aqui ao forame jugular nós podemos observar o canal carótico tudo bem o canal carótico que nós havíamos demonstrado que justamente para que a gente fez e como que funciona o
canal carótico a gente separou aqui uma outra peça do crânio em que a gente pode observar justamente a que relembrando na vista superior né nós temos aqui o canal o que é ser um canal dentro do osso temporal é um canal realmente frente um forame simplesmente um canal com paredes voces por onde passa a artéria carótida interna tudo bem para que vocês vejam aqui então agora no estudo da vista inferior fica mais fácil eu vou mostrar aqui nesta peça primeiro então nós temos aqui o canal carótico tudo bem entrada é do canal carótico por onde
entra a artéria carótida interna nós temos aqui justamente simulando aqui uma uma artéria artéria carótida interna entrando aqui no canal carótico inferior mente lá na cavidade craniana portanto para irrigar encéfalo participar de ligação do encéfalo penetrando que passando por dentro do seio cavernoso nós temos aqui o canal carótico fazendo vocês vejam que o canal carótico é um canal realmente dentro do osso temporal certo entrar e inferiormente o e entrando aqui nessa topografia justamente para medial anteromedialmente formando aqui parte da circulação arterial do encéfalo tudo bem dando continuidade aqui então novamente nós temos forame jugular o
canal carótico tá certo com os processos como nós já vimos mencionado a fossa mandibular continuando aqui a parte basilar do osso occipital indo um pouco mais à frente nós podemos aqui selecionar aqui o osso esfenóide não sei se vocês conseguem observar a que mais o osso esfenóide já se apresenta em formato de uma borboleta mas vamos mostrar um pouco para vocês avistam um pouco melhor apenas do osso esfenóide vocês vão ter aqui então vocês fenótipo no seu corpo tá certo e aqui nós temos os processos né são processos pterigóideos quais são quais são os processos
perigosos nós temos quatro processos pterigóideos são dois processos pterigóides laterais e dois processos pterigóides mediais onde vão ter origem onde vamos inserir os músculos pterigóideos justamente lateral e medial que vão participar da movimentação da mandíbula insular na articulação na parte de estudo de músculos tudo bem continuando aqui nós já havíamos estudado né apenas frisando aqui nós temos este forame aqui que é um forame informar vamos dizer assim num uma forma elipsóide aqui é o forame oval que posteriormente a ele nós vamos ter justamente o forno e espinhoso tudo bem então naturalmente vocês vão estudar a
vista superior ea vista inferior e irem complementando o estudo para que vocês vejam realmente né a formação do canal cariótipo certo a formação do forame espinhoso a formação do forame oval e com e como são as vistas tanto inferior quanto superior é aqui nós plantamos aqui que com um jardim os mencionados né que nós temos a asa maior do esfenóide as a menor do esfenóide sua vista na parte interna realmente na vista superior como nós já vimos anteriormente e dando continuidade apenas nessa região mais anterior nós temos o osso palatino formado aqui nos é mais
interessante falar sobre a lâmina horizontal do osso palatino tudo bem e como nós já havíamos mencionado aqui nós temos o processo palatino do osso maxilar tudo bem nós temos aqui o processo palatino do osso maxila os processos palatinos dos ossos max dos ossos a maxila e nós temos aqui a lâmina horizontal do osso palatino tem nessas duas futuras que nós já mencionamos e nós temos então a sutura palatina mediana é sutura palatina a estes ossos aqui vão formar aqui o palato ósseo certo segurado sustentação para o palato duro lá em gestor lá na formação da
cavidade oral tudo bem dando continuidade aqui é para que vocês entendam a topografia dessas estruturas nós temos aqui como nós havíamos mencionado né o osso vômer tá certo agora nessa vez tem um inferior e nós temos aqui os processos palatinos e mediais e os processos palatinos mediais e o osso vômer delimitam as chamadas com a nas tudo bem as coanas e são espaço sócios naturalmente com ser revestidas por mucosa que vão separar vem vão separar a cavidade nasal da faringe também vocês vão estudar isso com mais detalhes em respiratório tudo bem então assim a gente
a salientar aqui a vista inferior aqui dos processos alveolares da maxila onde bom justamente se certificar os dentes e agora a gente vai passar por um estudo mais aprofundado do das outras estruturas do crânio é bom pessoal eu não continuidade ao estudo da cabeça dos nossos na cabeça tudo bem a gente vai agora falar da mandíbula é a mandíbula se articula com o crânio justamente aqui na fossa mandibular do osso temporal tá certo a gente vai abordar um pouco mais sobre a articulação temporomandibular lá na aula é de articulações vem agora não compete aqui é
estudar somente a mandíbula e em relação a mandíbula é uma dica é dividida em o ouro o processo nós temos aqui o corpo da mandíbula e ramo da mandíbula e entre eles nós temos este ângulo que o ângulo da mandíbula tudo bem já indo aqui para o corpo da mandíbula nesta vista aqui já anterior nós observamos aqui este forame que ao forame mentual de nascimento ao justamente porque esta região anterior da mandíbula nós conhecemos como mento tá certo nós temos aqui o forame é igual é dando continuidade superiormente aqui no corpo nós temos o arco
alveolar onde vai sem seria aqui a arcada dentária inferior tá certo lembrando que arcada dentária superior vai ter relação lá com a maxila tudo bem na vista posterior nós observamos aqui estas pequenas forças são chamadas fossas é fossa digástrica torcer e em ferramente aqui no corpo da mandíbula nós podemos observar esta esses quem aqui que muitas vezes é faltado inclusivo inclusive perdão no indevido em nós mesmos é a espinha mentual mais uma vez lembrando que se chama mentual justamente porque essa região aqui da mandíbula é chamada de mento tá certo continuando aqui a mandíbula por
nós vamos fazer estudo do ramo e no ramo da mandíbula aqui nós temos o processo tudo bem posteriormente que nós temos o processo condilar da mandíbula onde haverá aqui o côndilo da mandíbula que a porção articular é a face articular da articulação temporo-mandibular que nós vamos abordar posteriormente seguindo aqui nós temos a incisura da mandíbula e aqui o processo coronóide da mandíbula acerto na vista a que posterior na versão inferior nós observamos aqui ou forame da mandíbula o forame mandibular que formará aqui foram como demonstrado inclusive na aula do professor paulo no forame mandibular até
o forame mentual vai formar o canal mandibular tudo bem e assim nós podemos dar continuidade aqui especificamente sobre dois ossos positivo duas plantas havíamos abordado anteriormente só relembrando que rapidamente é nossa e vamos aqui né em formato de borboleta ansioso o osso esfenóide tá certo e aqui nós temos o city mod então agora vamos mostrar justamente estes ossos começando aqui com este pequeno e delicado os inclusive é o osso é ethmoid tá certo no osso ethmoid aqui esta vista posterior do owl city mod ea vista é anterior do sítio lógico mas já observamos aqui olha
só a crista etmoidal ou três agrale tá certo com a lâmina cheia de forames pequenos por onde vão passar filamentos llandogo olfatório filamentos do primeiro par de nervos cranianos que a gente vai acordar depois tá certo aqui apenas porque vocês vejam que o ethmoid ele realmente está aqui dentro como se fosse dentro e articulando com o osso frontal tudo bem até agora agora a continuidade e aprofundada aqui enxuto hoje que fica mais claro de ver isso é nós temos este osso aqui em formato de borboleta que o chamado o osso esfenóide né com seus for
anos que nós já abordamos a certo canal óptico que nós já abordamos aqui apenas para mostrar realmente né asa maior do osso esfenóide asa menor fez uma diferença realmente né as a menor do do osso esfenóide asa maior né olha só essa vista como se fosse uma vista lateral aqui da parte externa nós vemos realmente lá que ela estrutura que nós havíamos mostrado que a parte externa da asa maior do esfenóide tá certo e aqui observe né nós temos a sela túrcica como nós havíamos mencionado certo para fossa hipofisária com o dorso da sela e
aqui olha só o corpo realmente demonstrado o corpo do esfenóide e vejo aqui nesta vista anterior nós temos que o corpo de se fosse acontece é bem delicada que o corpo do esfenóide e ele tem um cheio eu sei nem super legal que vocês vão ver mais detalhes depois acertar aqui só mostrando para vocês realmente como é o osso esfenóide é cercado apenas ele né só para demonstrar para vocês rapidamente como são os seios paranasais que não é algo que vocês tem que estudar copo com aprofundamento agora mas apenas para vocês verem né que realmente
lá para vocês lembrarem do viscerocrânio para vocês lembrarem dos seios paranasais né é justamente a função dos ossos pneumaticos para diminuir o peso do crânio para criar uma ressonância vocal para que a gente possa utilizar nossa voz só demonstrando que realmente então o seio frontal no osso frontal tá certo aqui nós observamos aqui no corpo da maxila o seio maxilar e reparem né vejam aqui a relação íntima aqui do seio o tanto com a o assoalho da órbita quanto também vejo aqui em seu assoalho a relação com arcada dentária superior tá certa então quando nós
temos é por exemplo alguma alguma cirurgia de canal especialmente lá no nosso segundo molar não se fosse o nosso antepenúltimo dente considerando o siso o o último dente é o último rolar nós teríamos aqui uma relação importante né é de por exemplo a possibilidade de sinusite podemos abordar um pouco melhor isso lá em sistema respiratória tudo bem apenas de um funcionar que nós temos várias células lá dentro são as células reticulinas tudo bem eu sei experimental mas já mostrava somente 44 locais de estudo dos seios paranasais só para vocês entenderem realmente ver ministro do crânio
como funciona e para que nós possamos finalizar apenas comparando aqui os dois nós esperamos que nós havíamos mencionado pegamos aqui um caranguejo adulto certo mas até pegar o terceiro que pra que vocês vejam realmente né só nós temos aqui um grande adulto tá certo aqui nós observamos um prender com as futuras depois eu pego aqui com cano mais velho apenas para vocês perceberam desaparecimento das futuras e agora como já havia falado e agora para gente que a gente termina comparação com o creme de neonatos das sete aqui é muito importante que vocês prestem atenção nós
temos a formação das futuras os ossos realmente seus ficando a sutura se fechar e onde existe aquelas regiões previamente chamado antes né o brega uma vejam que o brega e lambida acerto nós temos as fontanelas a ser que são regiões hoje não houve ainda a formação de ossos onde é supor que ainda não foram formadas então que nós temos a fonte o posterior fontanela lambdóide é certo e aqui a fontanela o anterior ou fontanela bregmática tudo bem e o professor paulo já mencionou já por parou bastante o os créditos então apenas lembrando aqui que a
fontanela ela serve justamente aqui para aqui é um espaço aqui de cartilagem onde o osso ainda irá se ficar é um outro tipo de ossificação tudo bem onde nós podemos fazer uma função por exemplo um crianças função sanguínea onde nós podemos avaliar nível de desnutrição também certo tudo isso vocês vão abordar depois em pediatria tá certo pessoal apenas aqui para que vocês observa em realmente como é o formato de um crânio de neonato que vocês podem abordar depois que estudar melhor na aula do professor paulo tudo bem então é isso pessoal muito obrigado