[Música] bem-vindos a nossa edição especial do Private talks a última do ano de 2024 e com um olhar atento para o ano que está prestes a iniciar Esse é um especial de entrevistas com especialistas do Banco do Brasil em diferentes assuntos buscando apoiá-los no entendimento do momento atual em que estamos e do que esperamos Para os mercados financeiros e para o agronegócio no ano de 2025 eu sou Julia baulé responsável pela estratégia de investimentos do BB Private e ao meu lado está o Patrick Lopes responsável pela estratégia de assessoria Agro do BB Private também Olá
sejam bem-vindos sejam bem-vindas a essa edição especial do BB Private talks nós traremos aqui diversos conteúdos que acreditamos que poderão trazer insites interessantes para você nossos clientes Vale destacarmos que estamos no dia 18 de dezembro de 2024 É isso mesmo Patrick Vamos começar agora com o nosso primeiro painel falando do cenário econômico e perspectivas para [Música] 2025 muito bem Júlia e o nosso convidado para esse painel é o economista de pesquisas macroeconômicas do Banco do Brasil Ronaldo trogo Ronaldo seja bem-vindo é muito bom a gente te receber aqui Obrigado Patrick é um prazer estar com
vocês nessa gravação eh Como dito eu sou Ronaldo trogo gerente de pesquisas Macroeconômicas do Banco do Brasil E hoje vamos falar um pouquinho aí do que esperamos para ano de 2025 ótimo trogo é um prazer ter você aqui com a gente e é claro que antes da gente saber onde nós estamos indo em termos de cenário econômico a gente também precisa entender no momento atual que a gente tá eh o ano de 2024 reservou algumas surpresas particulares e uma das que eu queria destacar antes de passar a palavra é que lá no início do ano
Existia uma expectativa de um movimento coordenado de corte de juros entre as principais economias do mundo desenvol ido e também aqui no Brasil mas o que a gente acabou observando foi um pouco diferente disso destacando aí a surpresa com o crescimento econômico mais forte e resiliente tanto lá nos Estados Unidos como aqui no Brasil que acabaram eh por marcar diferentes dinâmicas dinâmicas Opostas inclusive né de condução da política monetária Entre esses dois Países que eu quero dizer com isso é que enquanto a gente ainda tem uma expectativa de continuidade de corte de juros lá nos
Estados Unidos aqui no Brasil o banco precisou retomar o ciclo de altas da celic e seguimos aí com expectativas de alta para celic ao longo de 2025 eu vou te dar o o desafio aí de resumir um pouco do que aconteceu no nesse ano e principalmente aí o que que você tem estudado do das perspectivas pro ano que Vem fica à vontade por favor a palavra é toda sua bom é isso aí Júlia o ano de 2024 Realmente foi um ano de muitas surpresas tanto do cenário internacional quanto também do doméstico né algumas tant variáveis
macroeconômicas eh evoluíram de uma maneira eh que não tava antecipado eu acho que dá essa essa contextualização para que tenhamos uma visão mais clara sobre 2025 eh faz muito sentido sim então para começar eh eu vou falar um pouquinho aqui mais focado eh Em Estados Unidos eh China e aí depois vou dar esse mergulho no Brasil para que a gente entenda eh os principais direcionadores do mercado aí que a gente imagina que vai acontecer pro ano de 2025 bom primeiro para Estados Unidos o que que a Gente Tá imaginando o que que a gente tá
estudando né é muito importante entender como é que vai ficar dinâmica de inflação e juros eh potenciais reflexos das eleições eh dos Estados Unidos sobre o mundo e também Uma ideia de dólar globalmente forte quando a gente olha paraa China o que a gente tem de de expectativa é essa relação com os Estados Unidos né como é que vai ficar eh a evolução da economia chinesa nessa segunda era trump Então acho que esse é um ponto que vai ditar o mercado aí ao longo do ano de 2025 E aí também quais serão os desafios pro
crescimento chinês né dado que a China já é uma economia que tá fragilizada né que tá passando Por algumas dificuldades de crescimento Então como vai se comportar a China diante desse dessa nova configuração aí a partir da eleição dos Estados Unidos e aí eu acho que o terceiro ponto aqui para situar o nosso o nosso ouvinte né o nosso espectador é dar um mergulho no Brasil como que as variáveis econômicas brasileiras devem reagir mediante essa nova configuração Global né Eh também sobre eh aspectos relacionados aos deveres de casa do Brasil e também Algumas oportunidades aqui
que a gente pode ter a partir do ano de 2025 diante eh dessa dessa expectativa de um mundo que passou por muitas modificações ao longo de 2024 né então acho que esses principais tópicos aqui até já respondendo a Júlia né são pontos que a gente tem estudado e pontos que alguns a gente consegue ter um pouquinho mais de clareza outros a gente tá eh esperando por um pouco mais de informações para poder calibrar aqui nossas expectativas E modelos bom para começar sobre eh aspectos que direcionaram economia e24 e que devem continuar no ano de 2025
como foi colocado no no começo eh tinha uma grande expectativa sobre ciclo de corte de juros sincronizados né E aí falando principalmente de taxa de juros nos Estados Unidos e também na eh eh na área do Euro o que a gente percebeu eh ao longo do ano de 2024 foi uma mudança muito importante eh do mercado em relação à percepção eh primeiro porque Parecia que daria para cortar juros de maneira mais intensa depois a ideia é que será que vai dar para cortar juros eh no nos Estados Unidos no ano de 2024 E aí o
que a gente viu ali a partir da da segunda metade do ano foi um início né Eh de processo de flexibilização monetária mas que tem acontecido de maneira bastante com medida e aí um ponto muito importante pra gente ficar atento é como que vai acontecer a evolução em inflacionária né porque esse Foi um dos fatores eh junto com a atividade econômica que ditaram um pouquinho ali eh do ritmo do Fed para escolher qual o melhor momento para para começar o corte de juros e também em relação à intensidade então avaliar esses aspectos inflacionários principalmente essa
Barrinha mais verde aí né Eh que trata da da inflação de serviços Como que essa inflação nos Estados Unidos vai se comportar nos próximos trimestres Porque tem uma Discussão muito grande eh depois que começou esse processo de corte de juros de até onde ele vai então a partir eh da eleição dos Estados Unidos e a partir dessa evolução aqui inflacionária eh essa trajetória de taxa de juros que a gente desenha no cenário ela pode ficar eh um pouquinho mais eh comprometida aqui então é um ponto que a gente vai precisar ficar bastante atento eu antecipei
aqui na fala né mas um aspecto muito importante para ditar o ritmo Desse corte de juros ao longo de 2025 vai ser como que a nova política econômica dos Estados Unidos eh vai se colocar então é importante eh colocar aqui para vocês de que eh tinha a expectativa de uma eleição que poderia ser eh republicana ou Democrata mas eh independente do vencedor ali eh Uma expectativa de que o congresso ficasse um pouco mais equilibrado e o que a gente viu no final das contas foi que além de uma vitória muito contundente do Donald trump nós
temos uma evolução aqui uma uma eh decisão das casas que foram na mesma direção né então o trump vai governar tanto com Ampla maioria eh no senado quanto na Câmara E isso tem eh a possibilidade traz a possibilidade para que ele governe de uma maneira eh mais limpa em relação à ideologia né em relação às políticas que ele quer implementar E aí esses pontos principalmente a parte mais à esquerda aqui eh relacionado a impostos a como Que vai ser comércio eh Global né E também imigração são aspectos pra gente ficar atento e que podem impactar
tanto naquela trajetória inflacionária quanto na decisão de política monetária por parte do Fed E aí eh explicando um pouquinho desse contexto aí para Estados Unidos primeiro né nós tivemos uma economia americana que performou muito bem ao longo do ano de 2024 E aí a gente até trouxe aqui no gráfico à direita a composição do mercado de trabalho nos Estados Unidos a questão de eh como que tá a composição né a criação de vagas ali o crescimento da população ocupada entre nativos estrangeiros Então esse ponto que que também é um ponto que pode ser impactado a
partir dessas novas políticas econômicas dos Estados Unidos eh Eles foram pontos que ditaram ali parte do crescimento da economia Americana no ano de 2024 para 2025 eh a nossa expectativa é que a economia continue bastante robusta com Crescimento ao redor de 2% é uma desaceleração em relação ao que a gente vai ver em 2024 mas ainda assim é uma Economia mais resiliente muito em função dessas políticas eh mais protecionistas e que fazem com que os Estados Unidos fiquem eh eh forte nacionalmente né então aqui é um PIB que deve eh continuar resiliente de novo né
é um aspecto para ser levado em consideração quando a gente pensa em trajetória de inflação e também de política monetária Ah expandindo um pouquinho mais aqui essa visão de como que vai desempenhar a economia dos Estados Unidos e essa nova política econômica a partir do ano de 2025 nós trouxemos algumas reflexões aqui de Como que foi a primeira era trump né como que as políticas implementadas trouxeram alguns reflexos a nível global que eu acho que pode ser um ponto que vai ser muito discutido ao longo do ano de 2025 então aqui eh nós temos eh
essa questão de comércio eh Internacional né ela costuma ser um pouco mais afetada com essas políticas de tarifa então aqui ainda não tá claro qual que vai ser a intensidade dessas questões tarifárias mas de todo modo eh fic o alerta aqui em relação ao comércio global e também ao crescimento do PIB Global né que acaba eh com esse comércio mais restrito com essa imposição de tarifas a gente pelo menos lá em 2018 2019 nós tivemos um impacto negativo sobre o crescimento Mundial via esse Comércio eh internacional mais debilitado e aí quando a gente relaciona isso
com a China que foi o meu primeiro ponto eh de reflexão lá atrás né de eh relacionamento da China com os Estados Unidos nos próximos trimestres e próximos anos eh como eu disse a vocês a economia chinesa já tem mostrado algumas fragilidades pro crescimento E aí a nossa expectativa é que pro ano de 2025 eh aquele crescimento que o governo chinês eh procura ao redor de 5% ele vai Ficar ainda mais desafiado então no nosso cenário tem uma inflexão aqui né Tem uma uma desaceleração do crescimento chinês que não deve se aproximar muito daquele 5%
que o governo espera e que o governo vem gerando diversos estímulos para poder alcançar Então acho que boa parte do que deve acontecer com as principais economias eh vai passar por aí né de qual que vai ser a intensidade qual que vai ser a velocidade né de implementação dessas políticas eh Norte-americanas e aí o reflexo diante de outras economias E aí principalmente falando aqui do crescimento da economia chinesa avançando um pouquinho mais na análise aqui tem eh algum acompanhamento de commodities né que nós fazemos aqui em relação a a a principais blocos né então o
que que dá para esperar pro ano que vem primeiro eu vou falar aqui que eh vou falar da direita pra esquerda né vou falar de petróleo né que a nossa expectativa é que o petróleo continue Essa trajetória Cadente aqui é com menos restrições de oferta com essas políticas eh implementadas pelo trump a gente entende que petróleo aqui a trajetória dele é mais para baixo tá então ele deve ser um pouquinho menor em 2025 o preço do que foi eh do que tá sendo né em 2024 mesma coisa para minério de ferro até porque é preço
de minério é muito eh correlacionado ali com a questão do evolução chinesa né então Então se a gente entende que a China vai passar por Algum processo de desaceleração a tendência do minério que a gente tem colocado aqui nas nossas projeções é uma é uma ideia de que seja um pouquinho menor do que tá acontecendo agora eh em 2024 E aí para commodities agrícolas fica um alerta apesar da gente tá com essa curva ligeiramente para cima né entre 24 e 25 mas quando a gente faz algumas atualizações alguns testes aqui eh com os modelos Para
incorporar novas projeções a gente entende que que eh O Desvio aqui se tiver algum seria um pouquinho mais para baixo de repente esses preços aqui né mais relacionados a commodites agrícolas eles andando um pouquinho de lado ou até a depender do volume de produção que for que for eh realizado no ano que vem talvez a gente tenha até uma inclinação aqui um pouquinho para baixo dessas commodites agrícolas Então esse é um vetor que a gente fica um pouco mais atento né a atualização dos modelos tem levado a a a Uma inclinação um pouquinho diferente aqui
dessa trajetória então acho que esse ponto aqui deve continuar sobre avaliação nos próximos dias né próximos meses pra gente calibrar bem direitinho aqui como que vai se comportar essa questão de grandes commodities um fator que eu acho que vale a pena colocar para vocês é que toda essa configuração global que a gente desenhou né de que é uma política eh dos Estados Unidos que é um pouquinho Mais protecionista que tem essa questão de corte de impostos né algumas tarifas comerciais eh esse tipo de política ele traz a ideia de um dólar globalmente forte eu acho
que esse é um conceito que é muito importante para ficar na cabeça que eu trouxe desde lá do do comecinho né Eh na já na na apresentação porque esse conceito de dólar globalmente forte parece que ele veio para ficar E aí eu coloco para vocês Como que foi a trajetória do câmbio nos últimos 12 Meses aqui é a relação real por dólar Então percebam como que a nossa moeda né apresentou desvalorização ao longo de praticamente todo o ano Então esse ano de 2020 24 foi um ano bastante desafiador quando a gente fala de câmbio E
aí essa ideia do dólar globalmente forte eh coloca um desafio eh também pros próximos anos né Então essa essa eh configuração que nós vimos aqui pro ano de 2024 eh o dólar globalmente forte ele deve ficar mantido né E aí pra gente Pensar em grandes apreciações do câmbio né pro ano de 2025 fica um pouco mais complicado um outro ponto que eu queria colocar para vocês que acaba que fica tudo misturado aqui nesse gráfico do câmbio é em relação a fatores domésticos né então Eh Teve sim componentes relacionados ao externo né que que acabaram afetando
aqui a relação entre as moedas mas tem questões domésticas também que foram muito importantes e eu acho que o principal que tá chamando Atenção aí e que deve continuar como vetor eh em 2025 é a questão fiscal do Brasil Então aqui quando a gente pega essa depreciação aqui né o câmbio terminou 2023 a ali próximo de 485 né 484 e a gente tá é caminhando aí para um câmbio acima de r$ 6 no ano de 2024 então tem esses fatores globais né que fizeram muito preço no câmbio eh ao longo do ano mas também tem
fatores domésticos e aí aqui a gente nem tá discutindo muito a questão do do da Sustentação do arcabouo fiscal Aparentemente a preocupação do mercado em relação a a dólar né em relação ao câmbio É tá muito em relação à sustentabilidade do individamento público então esses fatores devem continuar presentes ao longo de 2025 isso também coloca eh uma lupa de como será o câmbio no próximo ano e aí antes de eu discutir eh o patamar do dólar né em relação ao que a gente entende eh que vai ser o câmbio de 2025 eu vou falar um
Pouquinho de como que essa trajetória de 2024 e essa cadeia do câmbio ela afetou a economia brasileira eh ao longo dos trimestres E aí eu deixo para vocês aqui aqui até é registrado né que esse câmbio essa desvalorização cambial ao longo do ano de 2024 ela deixa alguns Rastros na economia que a gente foi percebendo ao longo do caminho e que também vai explicar um pouco das nossas projeções pro próximo ano então falando aqui primeiro eh desse desse caminho que o Câmbio percorre né é muito importante pensar na relação do atacado com varejo então nós
tínhamos projeções aí de mercado de igps que eram bem próximas até de zero no começo do ano de 24 Mas aí o tempo foi passando e agora o que a gente tá percebendo é que os igps devem acabar aí ao redor de 6,5 7% e esse preço ao produtor mais pressionado ele acaba trazendo implicações importantes eh paraa inflação ao consumidor que é o IPCA que é a principal medida que o Banco central acompanha então aqui falando de inflação corrente a gente viu ao longo dos últimos trimestres uma deterioração inflacionária eh que tem diversos fatores que
explicam como eventos climáticos que afetaram eh inflação no domicílio eh serviços né com mercado de trabalho muito apertado e também essa cadeia mais relacionado a ao dólar né que bate muito aqui eh nos preços industriais nos preços monitorados então a inflação Corrente ela já se situa num patamar que é bastante desconfortável pra autoridade monetária E aí quando a gente olha um pouco mais à frente com toda essa configuração que nós conversamos não dá para esperar grandes efeitos desinfla acones pro ano de 2025 então aqui o recado que fica que o cenário inflacionário corrente já está
bastante desafiador e que quando a gente olha para 2025 a gente tem também um desafio grande ali eh enxergado pelo Banco central então a o nosso contexto inflacionário é um contexto de desafios eh quando a gente percebe a movimentação do mercado ao longo do dos trimestres né aqui é uma coleta do boletim focos que projeta né que captura as projeções dos economistas percebam como a expectativa de inflação foi aumentando ao longo das semanas e ao longo dos meses né isso aqui acaba por ser um fator que incomoda muito o banco central também até nas comunicações
recentes o banco central Falou abertamente disso que essas expectativas de inflação desancorar até em horizontes mais longos como 2026 2027 traz muito incômodo pra autoridade monetária e isso é um pouco do de fruto do que a gente tá percebendo tanto da inflação corrente né quanto dessa composição aí de um cenário futuro que tá um pouquinho Pinho mais desafiador tanto vindo lá de fora quanto das discussões domésticas então isso tem impactado aqui sobre as expectativas de Inflação olhando aqui é o gráfico é parecido né mas aqui a gente trocou para falar um pouquinho de Selic expectativas
da taxa de juros os economistas também fizeram eh aumentos consistentes ao longo do período né ao longo do ano de 2024 tanto para celica esperada pro ano do próprio 24 para ser lqu do ano de 2025 e também para ser lqu do ano de 2026 Então o que a gente perce recebeu foi uma deterioração das expectativas também da celic em relação ao que seria Necessário para controlar esses efeitos inflacionários que tão ficando bastante persistentes e aí o que a gente percebe é que por mais que os economistas tenham aumentado as projeções de juros com o
passar do tempo a curva de mercado que é aquela que é precificada eh a mercado né ela foi subindo também e aí o que a gente percebe nas Barrinhas aqui embaixo é que a gente tá observando prêmios de risco muito elevados e em Patamares que não são tão comuns E aí eu trouxe para Vocês aqui eh a região que nós estamos percebendo os prêmios de risco né então percebam que nós estamos no momento nesse finalzinho aqui de 2024 com prêmios de risco que se assemelham ou que estão em região parecida com outros eventos eh bastante
eh desafiadores eh do do passado recente da economia brasileira né então aqui é pra gente ter em mente que esse cenário mais desafiador que vem desde fatores globais quanto fatores domésticos eles estão Aparecendo no mercado em diversos eh momentos em diversas variáveis seja Na expectativa do câmbio seja na expectativa de inflação seja nessa repressif cção eh de juros então aqui é é uma reunião né de fatores eh que explica um pouquinho do tamanho da economia brasileira nesse ano de 2024 e que vai orientar eh O que que a gente vai esperar para 2025 então eu
fiz questão até em relação ao que a Júlia trouxe né de eh o que que tá acontecendo Na economia brasileira em 24 e o que esperar pro ano de 2025 acho que essa contextualização Aqui é do que aconteceu principalmente nesses últimos dois trimestres é muito importante pra gente entender como serão os movimentos ao longo do próximo ano então aqui é um gráfico de CIC que tá recortado eh principalmente porque eu quero explorar essa parte final aqui do 1225 paraa frente nós do banco Banco do Brasil desde o começo do mês já tínhamos Incorporado no cenário
que o cupom subiria 100 pontos na reunião de dezembro E além disso eh a nossa visão diante de todos esses elementos que eu coloquei para vocês que vem desde o câmbio da inflação corrente expectativas de inflação e repressif cção de juros com prêmios de risco em Patamares muito elevados a gente tinha a ideia de que o cupom precisaria atuar de maneira mais forte num período mais curto e aí o nosso cenário foi desenhado para que Tivessem 100 pontos eh base de Selic a mais na reunião de dezembro 100 pontos na reunião de Janeiro e mais
50 pontos na reunião de Março Mas aí o que que eu vou colocar para vocês aqui até em função da data aqui que nós estamos gravando essa semana é uma semana muito importante que teve tanto a divulgação da ata do cupom quanto eh vai ter a divulgação do relatório trimestral de inflação que são documentos fundamentais pra gente capturar de maneira mais Acertada onde essa Celi Vai parar Então aqui eu trouxe para vocês qual era o nosso cenário vigente né Eh o que que a gente já tava esperando pelo cupom e assim esses movimentos mais próximos
foram movimentos muito acertados mas até diante desse desafio do mercado que tá ficando cada vez maior né dessas reações que estão levando variáveis para para regiões que não são tão comuns Aparentemente o COPOM vai subir um Pouquinho mais os juros do que o que a gente esperava anteriormente nós ainda não temos essas variáveis fechadas né provavelmente Quando vocês tiverem acessando esse vídeo esse novo cenário do Banco do Brasil Possivelmente já vai est divulgado né então já fica o convite aqui pro bb.com.br bar analises para vocês irem lá e e e pegarem essas projeções mais atualizadas
do Banco do Brasil mas nesse momento aqui que a gente tá gravando o vídeo é um momento Que a gente tem discutido muito qual vai ser a SELIC terminal E aí eh essa explicação vai depender muito de como que o banco central tá enxergando a inflação mais lá na frente não só pro ano de 2025 mas também a convergência pro ano de 2026 E aí esse ponto aqui que eu já explorei para vocês ele vai ser um ponto que Possivelmente será ajustado né Essas essas passagens aqui principalmente essa de Março e provavelmente teremos algumas Altas
adicionais eh então o primeiro semestre de 2025 como a gente tá fazendo um conteúdo eh do que esperar pro pro ano de 2025 devemos ter praticamente um primeiro semestre inteiro de a de juros justamente para conter ou para reverter aquele processo de deterioração que a gente conversou nas telas anteriores bom voltando com a com a tela do câmbio né que foi uma que eu deixei aqui eh no começo e fiz algumas explicações em relação ao que o câmbio traz na cadeia Né na formação de preços como ele é importante mas aqui eu já nessa nessa
tela agora A ideia é outra é trazer para vocês uma ideia de perspectiva para onde a gente entende que vai o câmbio no ano de 2025 bom até em função do que a gente falou eh sobre a reação da política monetária né a gente entende que o banco central vai até a cimma daquela daquele nível de Selic ali que nós tínhamos no nosso cenário eh eh base a gente entende que essa reação mais ativa da autoridade Monetária vai fazer com que a taxa de de câmbio no ano que vem seja menor do que o que
a gente tá enxergando agora em 2024 então aqui é um ponto bastante importante até em função dessa questão de diferencial de juros né que a Júlia muito bem pontuou lá no comecinho eh Estados Unidos ainda tem uma perspectiva de juros que cai aí ao longo do ano de 2025 e o Brasil deve ter taxa de juros que sobem um pouquinho mais então esse fator pode ser um que contribui aí pra Gente ter eh um câmbio um pouco menor no próximo ano do que o que a gente tá observando agora no finalzinho do ano de 2024
aí vocês podem me perguntar o seguinte Tá bom trogo mas como que essas variáveis impactam na parte mais real da economia né O que que dá para esperar eh de atividade de mercado de trabalho então eu trago primeiro esse indicador aqui que Apesar dele ser um pouquinho confuso as Barrinhas aqui num primeiro olhar mas é um indicador que a gente Gosta muito de olhar ele traz aqui uma visão de juros tanto daqui quanto lá fora traz eh uma visão de risco de moedas de commodities então aqui é uma reunião de indicadores que traz pra gente
um indicador de condições financeiras E aí eu queria deixar eh eh bem bem bem eh gravado para vocês aqui de que esse ano de 2024 ele colheu também um pouco eh de de reflexo do que aconteceu lá no final do ano de 2023 então se nós pegarmos a Barrinha aqui de Condições financeiras lá de outubro de 2023 até o primeiro trimestre de 24 o que a gente percebe foi uma condição financeira que ficou mais próximo ali do zero ou seja condições financeiras menos apertadas Essa é a leitura que dá para fazer desse indicador essa linha
bran ela é a soma de todas as Barrinhas E aí quanto mais distante do zero para cima indica que a gente tem condições financeiras mais apertadas quando a gente tá se aproximando do zero ou indo Pro campo negativo é que as condições financeiras estão mais estimulativa gente percebeu no finalzinho de 23 e no começo de 24 com aquela ideia de corte sincronizado de juros que eh tanto lá fora quanto aqui dentro teria e queda de juros bolsas crescendo né subindo e era uma ideia de uma uma economia que eh era mais construtiva né que dava
mais dinâmica Econômica então o resultado de 2024 também é um pouco de função disso mas Quando a gente avança no tempo agora eh percebam que que a linha Branca tá embicando para cima né e aqui a gente tem dados até Novembro Muito provavelmente quando atualizarmos aqui o Dezembro ele deve ficar até um pouquinho maior do que tá aqui na tela o que indica o quê que temos condições financeiras para 2025 que devem ficar um pouco mais restritivas mais apertadas e isso deve aparecer nas projeções de atividade econômica e aí falando um Pouquinho eh desses pontos
de atividade econômica eh o que a gente viu em 2024 foi um crescimento estupendo né então Eh tivemos a divulgação recente do PIB do terceiro trimestre né em que nossos modelos performaram muito bem capturaram ali o 09 eh e aí para o que a gente espera pro quarto trimestre é um outro crescimento não na intensidade que a gente viu nos primeiros três trimestres mas é suficiente para garantir um crescimento do Brasil é de 3,5 por ou Até um pouquinho mais então aqui a gente vê a atividade econômica Brasileira performando de uma maneira muito consistente no
ano de 2024 também explicada por fatores como política fiscal expansionista mercado de crédito muito aquecido e o desemprego nas mínimas históricas e aí por que que eu trago essas reflexões e coloco esses pontos na tela porque quando a gente junta essa ideia aqui com aquela que eu apresentei lá no indicador de condições Financeiras que deve ficar um um pouco mais restritivo para essas variáveis aqui a gente também tem um entendimento semelhante no ano que vem o de 2025 nós não devemos ter uma política fiscal tão expansionista nós não devemos ter um mercado de crédito tão
aquecido e apesar de um desemprego ainda baixo pros patamares históricos a gente deve ver um desemprego e um mercado de trabalho eh um pouco menos aquecido do que o que a gente experimentou no ano de 2024 Então Tudo isso para trazer para vocês de que eh pro ano de 2025 D essa celic um pouco maior D essa resiliência inflacionária eh e d essa eh condução mais ativa da política monetária por parte do Banco Central A gente entende que a atividade econômica deve ser menor no ano que vem do que foi no ano de 24 E
aí falando separadamente aqui né de alguns setores de como que isso chega na economia né a gente entende que setores mais cíclicos como indústria e serviços devem Apresentar um crescimento menor no próximo ano do que fo nesse ano até porque eh são crescimentos muito robustos né a indústria deve crescer próximo a 3,5 por serviços devem crescer acima de 3,5 por em 24 então aqui são desempenhos muito expressivos e que no ano que vem em virtude dessas condições um pouquinho mais apertadas esses setores devem apresentar um crescimento um pouco menor e aí falando do Agro eh
e aí na verdade falando de setores eh não Tão cíclicos né a gente espera que extrativa e Agro sejam os grandes vetores de crescimento do ano eh que vem por qu o Agro aqui principalmente né que tá na tela ele cresceu 16.3 no ano de 2023 aí o ano de 2024 até por uma questão de base né E também tiveram alguns desafios climáticos ele deve encolher aqui eh 1% e aí eu sempre digo que quando a gente olha esse valor do PIB Agro eh encolhendo um pouquinho no ano de 2024 não dá para entender isso
Como um resultado muito negativo é porque a base do ano anterior é uma base muito grande Então se tivéssemos aqui um resultado de -10 -1 aí a gente podia falar de um PIB Agro Que que foi eh Pior né que foi ruim no ano de 2024 mas não é esse o caso ele deve encolher Muito pouquinho e para 2025 o que a gente entende é um fluxo diferente né é um Agro que volta a crescer acima de 5% E aí eh setores né menos cíclicos né como strati como Agro devem ser setores que Ajudam a
amortecer um pouquinho essa desaceleração da atividade econômica e adiante de tudo isso o nosso número estimado pro PIB do próximo ano é um número ali mais ao redor de 2 2.2% depois de um crescimento de 2024 que foi aí próximo de eh 3,5 por. Então acho que de modo geral Esse é o panorama macroeconômico que a gente tá desenhando eh muito importante ficar atento eh nos desdobramentos né Tem muita coisa acontecendo a gente tá aí no finalzinho De Dezembro mas ainda tem muita coisa acontecendo e coisas que podem eh mudar a estrutura eh das projeções
pro ano de 2025 então aqui fica a nossa visão atual o que a gente tá levando de desvio para algumas variáveis né então sinalizei aqui eh uma alteração de Selic que deve estar disponível já na época que vocês estiverem aí acessando o vídeo e o câmbio também né vai tá lá o número aqui eu trouxe mais a trajetória né Uma expectativa de de valorização da moeda Ao longo de 2025 mas aí de novo é um prazer estar com vocês aqui participar dessa gravação e e Fiquem sempre atentos no bb.com.br bar análises que é um portal
que a gente alimenta com bastante cuidado bastante carinho e que é aberto ao público trogo obrigada por toda a apresentação foi ótimo te ouvir e se eu entendi um pouco do que você falou aí tem muito de uma desaceleração moderada da economia mundial aí prevista pro ano que vem mas eu fico com uma dúvida que Gostaria só de confirmar com você a gente tem os 100 primeiros dias ali de trump como dias relevantes para a gente acompanhar e que podem ter um potencial de impacto aí no cenário que vocês traçaram certo queria te ouvir um
pouquinho nesse sentido entender também se essas políticas protecionistas do governo um movimento talvez mais forte de desglobalização como que isso poderia impactar aqui Brasil ah perfeito Júlia ótima Ótima pergunta em relação a essa a Essa questão temporal realmente os 100 primeiros dias podem ser muito importantes até porque durante a apresentação eu coloquei alguns elementos que eram relacionados a à maioria do governo trump tanto na Câmara quanto no senado então ter essa medida aí dos primeiros 100 dias pode ser fundamental para calibrar o cenário tanto pra gente ver a intensidade quanto a velocidade eh dessa implementação
que pode vir a partir da Dessa nova configuração eh de política econômica dos Estados Unidos então Eh Pode sim eh trazer impactos muito expressivos e aí eu acho que falando de variáveis macroeconômicas pode ser um momento importante pra gente perceber ali eh como que pode ficar questões tarifárias Porque tem uma dúvida muito grande sobre a intensidade dessas questões tarifárias e aí como que isso pode refletir tanto na inflação quanto na condução da política monetária por Parte do Fed que tem ali eh uma uma expectativa de que se vier uma política muito forte do trump da
forma como ele colocou eh durante a campanha eleitoral o Fed pode precisar ser um pouco mais cauteloso do que tá colocado ali no cenário paraa taxa de juros E aí falando sobre globalização né sobre essas questões eh que tratam muito de comércio internacional né Realmente assim o Brasil como um um participante ativo aí né desse mundo globalizado essas Questões tarifárias elas são fundamentais essas questões Eh esses direcionamentos de política econômica tanto do lado eh indireto que a gente pode falar aqui do relacionamento com a China e um PIB global que pode ser mais fraco que
pode impactar o Brasil quanto também questões mais diretas né porque o Brasil tem uma relação comercial é bem direta com os Estados Unidos não é o nosso principal parceiro comercial né que é a China mas é um parceiro muito Representativo muito importante então políticas que trazem eh maior protecionismo ou esse movimento de desglobalização Podem trazer sim eh um viés um pouquinho diferente para Brasil acho que eh o seu entendimento foi perfeito viu é são pontos que a gente vai precisar ficar muito atento eh nesse primeiro momento aí de governo trump rogo você comentou sobre um
crescimento bem significativo pro PIB Agro em relação a esse Setor O que que você Poderia falar para nós sobre riscos e oportunidades aí para 2025 ótimo ótima pergunta Patrick eh como eu falei durante a apresentação ali o PIB Agro ele passou por momentos diferentes entre 23 24 e 25 né na nossa cabeça depois de um PIB Agro no ano de 2024 que sofreu um pouquinho eh por questões climáticas o ano de 25 tende a ser um ano que as coisas dão certo então tem uma produção que tá esperada aí como Record eh tem um um
componente ali de Efeito base que é muito importante né que como 24 a gente deve encolher um pouquinho para 25 isso acaba impulsionando o crescimento e também eh acho que dá para traçar algumas questões relacionadas à culturas né então a gente deve ter eh crescimento bastante robusto das principais culturas E é isso que explica eh esse crescimento bastante forte do PIB Agro no próximo ano adicionalmente falando de oportunidades dá pra gente pensar também na cadeia que O Agro tem né então eh a gente aquele cálculo do PIB nosso ali ele acaba pegando o impacto do
PIB eh direto né O que a gente tá falando sobre o setor Agro diretamente no PIB mas tem toda uma cadeia do Agro que pode ser muito beneficiada ao longo do ano de 2025 principalmente por questões relacionadas a uma grande produtividade e uma grande produção então Eh questões relacionadas a Transportes a esses serviços mais voltados ao Agro podem ser todos eh Setores que que são impulsionados pro próximo ano então acho que o seu pensamento tá correto e é um ano de bastante oportunidades eh para esses setores mais vinculados à cadeia do Agro eh perfeito trogo
queria aproveitar até a pergunta do Patrick sobre o Agro né os nossos clientes eles geralmente questionam bastante a gente em relação a taxa de câmbio e esse movimento de taxa de câmbio pro ano que vem né você comentou de uma possibilidade de uma Menor taxa de câmbio ao longo de 2025 né um viés aí de talvez valorização da nossa moeda em relação ao dólar mas o contexto Global como você também acabou comentando na tua fala é um contexto que o dólar deve permanecer fortalecido no ambiente do ano que vem globalmente falando né quais seriam Então
os fatores internos ou sei lá o que daria o suporte vou colocar dessa forma para que a gente tenha esse viés aí de uma valorização da nossa moeda pro ano que vem perfeito Perfeito e aí eu vou aproveitar também Aquela nossa primeira pergunta que é relacionada aos 100 primeiros dias eh do governo trump então ali pode est um momento muito importante pra gente ver a real força desse dólar Então hoje acaba que eh esse desconhecimento em relação a como serão aplicadas essas novas políticas econômicas eh dá dão a gente um um viés de cautela ali
um conservadorismo então a gente entende que tem um dólar globalmente forte mas Acaba que a força e a intensidade desse dólar ainda é um ponto que fica em aberto Então esse esses primeiros 100 dias Júlia eles são fundamentais também para isso até pra gente calibrar ali de qual é o tamanho desse dólar Qual é o tamanho da força dele e aí falando sobre essa nossa perspectiva de de valorização é primeiro né Deve ser uma valorização muito na margem e outra coisa que acaba favorecendo é é porque o patamar que nós vamos encerrar em 2024 é
um patamar Muito elevado Então apesar da gente est é convivendo aí com dólar com câmbio depreciado ao longo de boa parte de 2024 mas o fato é que este valor acima de R e 6,10 ou até R 6,20 né E que a Gente Tá experimentando aí nesse finalzinho de ano e a gente entende que esse é um movimento de muita tensão localizada que é um stress muito concentrado então parte desses movimentos deve se dissipar naturalmente ao longo do ano de 2025 E aí quando a gente junta e esse ponto com Essa postura mais ativa e
mais atuante do banco central brasileiro a gente entende que eh devemos ter nesse mecanismo um potencial canal de apreciação E aí de novo aquela ideia do diferencial de juros né lá fora a gente entende que as taxas vão continuar caindo um pouquinho e aqui no Brasil eh o que a gente tem de maior dúvida é qual que vai ser o tamanho do aperto monetário Mas como eu coloquei o primeiro semestre deve ser um período de Altas sequenciais na taxa básica de juros aqui no Brasil então acho que esses elementos e são os fundamentos que levam
a gente a esperar eh um câmbio um pouquinho mais valorizado no ano que vem do que nesse ano mas aí de novo né esse começo do governo trump o tamanho do dólar né da força dele eh podem ser vetores que que fazem diferença nessa precificação lá no final Ótimo trogo obrigada pela tua participação aqui com a gente foi ótimo te ouvir mesmo Obrigado a vocês pelo convite pela parceria e contem sempre com o assessoramento econômico do Banco do Brasil é sempre muito bom falar com vocês e tá mais próximo do dos clientes pessoal estamos encerrando
esse painel fique conosco na sequência teremos o bloco de perspectivas de renda fixa e variável uma visão [Música] setorial para esse painel Nós temos dois convidados eles compõem o time de Especialistas do Banco de Investimentos do bebê o BB bi no dia 10 de dezembro eles publicaram material perspectivas 2025 com análises dos mercados de renda variável e renda fixa explorando a visão setorial para ações fundos imobiliários e crédito privado ou seja saindo da Visão macro e olhando mais a fundo para cada classe de ativo isso mesmo Júlia por isso é a importância de ouvi-los nesmo
momento quero então chamar aqui o Victor pena responsável pelo time de Análise de renda variável e de fundos imobiliários do bbbiqnqalei viu né Vamos falar um pouquinho de renda fixa né onde estão as melhores oportunidades e depois você puder falar pra gente também sobre crédito privado olhando para 2025 O que que a gente tem de oportunidade o quais os papéis que vão estar navegando melhor num cenário de juros mais altos e onde que a gente também tem que ter um pouco mais de atenção bom Patrick muito legal acho que É é um ponto super importante
a gente conversar e destacar o que que aconteceu na renda fixa para começar a projetar o futuro né e acho que antes de falar de de perspectiva de oportunidade faz muito sentido a gente fazer um breve contexto né de como foi a renda fixa no decorrer do ano de 2024 de como ela se destacou em relação aos demais classes de ativos e como que o crédito privado dentro da renda fixa foi o grande protagonista eh se a gente for lembrar né lá no começo Do ano grande parte do mercado estimava uma Seli que terminal ali
em média de 8 9% o que acabou não se concretizando E conforme eh os juros passaram a operar em níveis mais altos do que que até então né era esperado a gente começou a observar um fluxo muito intenso né de Capital migrando de outras classes de ativos como multimercado ações fundos imobiliários para renda fixa eh uma das razões que motivou esse movimento por parte do investidor foi de fato as Perspectivas de retorno né quando a gente olha aqui os gráficos dos principais índices calculados pela anbima a gente percebe que mesmo aqueles índices como o rfm
o imab que foram um pouco mais volátil em função da da própria curva de juros né ainda assim eles tiveram desempenhos melhores do que por exemplo e Bovespa e Fix né e olhando especificamente pro desempenho dos índices de debent Z ambima aí a gente a gente percebe que o iddi Né que é o Índice de debent da ambima composto ali pro papéis eh indexados a CDI ele performou muito acima de todos os outros eh considerando não só Néa taxa de juros nominal em real mais elevada mas uma conjuntura de fatores que fez com que chamasse
bastante atenção dos investidores e a demanda fosse muito forte quando a gente avança né Eh um dos um dos motivos pelo qual eh essa esse desempenho né das debentures foi muito forte além da taxa de juros foi Justamente a dinâmica dos spred de crédito né ali no começo do ano por exemplo a gente tinha eh debent e PCA pagando cerca de 110 base points acima da da mtnb E conforme né a a demanda foi aumentando o fluxo foi aumentando a gente viu um fechamento significativo desses Prêmios hoje né atualmente esses esses prêmios né de de
papéis de debos e PCA tem pago algo em torno de PCA mais eh 40 base base points sobre ntnb eh é um fechamento muito relevante e Vale Lembrar também né que muito desse fechamento foi possibilitado porque lá em 2023 a gente teve eventos corporativos que eh de certa forma depreciaram bastante os papéis privados a gente vê os spreads abrindo muito em 23 agora em 24 conforme esses prêmios foram estabilizando conforme esse fechamento foi correndo a gente viu obviamente eh eh uma uma aceleração né Desse desempenho dos papéis privados que foi causada também por uma uma
série de Mudanças né que aconteceram no âmbito regulatório que impulsionaram a demanda junto com o retorno né E aí acho que vale lembrar também né Acho que no comecinho do ano de 24 a gente teve mudanças regulatórias importantes como a tributação dos Fundos exclusivos que passaram a ser eh passaram a ter incidência de com cotas né a gente teve também ali a mudança na maneira de eh na no lastro né na dos papéis incentivados não só do lastro mas para Aqueles papéis como lci LCA por exemplo que teve uma restrição de liquidez os crise e
Crash tiveram uma restrição de laço tudo isso fez com que houvesse uma corrida muito grande por papéis isentos né isso trouxe liquidez bastante significativa no primário secundário consolidando a maturidade dos papéis privados eh no mercado fazendo com que eh essa demanda se fortalecesse em função eh de todo esse movimento que a gente teve regulatório mas em função Também do retorno prospectivo e consequentemente esses expeditos fecharam e e favoreceram ainda mais a classe acho que esse é um ponto importante né E ao mesmo tempo que a compressão dos dos spred ela favoreceu a rentabilidade dos ativos
em função da marcação ao mercado ela também impulsionou as emissões primárias né a gente falou muito aqui do ponto de vista da demanda mas é legal reforçar que do lado da oferta né os emissores também TM Se aproveitado bastante dos baixos níveis de de de prêmio de risco para poder alongar seu prazo médio para poder diminuir custo de endividamento de modo geral tornar os balanços um tanto mais fortalecidos né Acho que eh fechando aqui um pouco do contexto né Foi um ano recorde no volume de emissões primárias somente no acumulado até outubro né a gente
vê ali um um volume de mais de 566 bilhões emissões de renda fixa eh praticamente o dobro do que a Gente observou no mesmo período de 2023 Nesse contexto né os o carrego dos ativos ele foi beneficiado tanto por taxas nominais em reais mais elevados e também por fechamento do do spread que eh favoreceu bastante considerando que boa parte dos papéis privados tem essa composição né de indexador mais spred de crédito e a locação Ela acabou entregando uma uma rentabilidade muito Atrativa com baixa volatilidade fazendo com que o fluxo fosse forte o investidor Se atraísse
cada vez mais pela renda fixa acho que olhando agora paraa frente né Falando de perspectiva quando a gente olha para 2025 Diferentemente do que foi 2024 o espaço para fechamentos adicionais nos spredes de crédito ele é muito pequeno né um dos motivos é porque a gente espera que a demanda ela continue muito forte né considerando todo o contexto de juros né então uma demanda muito forte deve manter esses prêmios ali operando muito próximos da Estabilidade Ah já vista né que agora a gente tem ali né Diferentemente do que a gente tinha no começo de 24
já para 2025 5 a gente esperar ali uma taxa de juros em torno de dois dígitos o que deve continuar fazendo com que o fluxo né Eh se mantenha muito aquecido nesse sentido eh a gente vai ver que 2025 vai exigir também uma cautela né Por parte dos investidores quando a gente fala de um ambiente de maior volatilidade e taxa de juros isso Exige também maior seletividade nas escolhas não tem como fugir muito desse tema a gente vem repetindo ao longo do ano cautela e seletividade são são dois pontos eh imprescindíveis né Principalmente de um
contexto que é muito mais desafiador do ponto de vista né então a gente tem que olhar com cuidado mas ainda assim né existem bons emissores com boa qualidade de crédito ali com com prêmios interessantes acho que um fator que é diferente do que a Gente tinha em 2024 aliás no começo de 2024 é que ali a gente tinha de maneira muito geral os spreads todos muito altos né agora com spreads muito baixos a gente começa a ver uma dispersão né entre setores entre emissores inclusive entre níveis de rating então é a acho que 2025 O
Nosso principal desafio Tent garem passa as boas oportunidades que tem ali no no mercado de crédito privado seja seja no primário seja no secundário eh bom pensando um pouco em estratégia De alocação né no sentido de que Poxa legal a gente tá falando aqui que o 2025 deve trazer boas oportunidades ainda mas de num contexto de Prêmios muito menores mas de taxas de juros mais altas como que a gente tem visto né Essa essa composição ali para uma uma carteira de crédito privado eventualmente o que a gente tem pensado né com esses spreads mais comprimidos
é que a dinâmica do crédito privado ela acaba se correlacionando bastante com a dinâmica Né dos títulos públicos então conforme a gente ter ali eh prêmios de risco maiores nos títulos públicos isso também acaba impactando né a remuneração dos papéis privados e a gente percebe né que por exemplo quando a gente olha ali pros papéis indexados IPCA a gente já vê ali alguns ativos chegando ao pico de PCA mais 7 oferecendo possibilidade de ganho interessantes para quem tá investindo então assim quando a gente olha aqui no slide a gente vê como tem se comportado As
curvas né Principalmente a nessas últimas semanas eh tem sido muito mais eh pressionadas né por vários fatores de risco eh então para 2025 o que a gente tem indicado para os nossos investidores de modo geral é uma recomendação de títulos incentivados né pelo benefício fiscal que se tem né em relação aos papéis não incentivados de emissores que tem um perfil de risco High grade que são aqueles que acho que traduzindo para quem não tá muito ambientado com o termo Né o High grade são aqueles papéis que eles tem maior nível de segurança relativa né Eh
pensando ali nas métricas de crédito nas métricas de liquidez seguindo de modo geral uma estratégia de bastante cautela buscando emissores que tenham ali características mais defensivas e assim um pouquinho mais paraa frente a gente deve explorar um pouco mais Quais são os setores Quais são as empresas mas a ideia geral é é essa assim é Ter uma estratégia que Preze pela qualidade dos ativos e uma característica defensiva para poder surfar bem nesse cenário que que que nós temos aí adiante né Acho que pensando que num ambiente né que a inflação ela pode continuar pressionando os
preços né Nós temos privilegiado nossas indicações de modo geral para carreg de longo prazo os ativos indexados a IPCA especialmente aqueles com vencimentos intermediários E aí quando eu falo intermediários me refiro basicamente ali de 4 a 10 anos Muito por a gente entende que ela tem oferecido prêmios reais em níveis historicamente elevados se a gente for fazer um comparativo aqui dos últimos 10 anos menos de 10% do tempo as taxas operaram no patamar que elas estão operando hoje né a gente tem também ali uma menor volatilidade de observado em relação a prazos mais longos inclusive
até mesmo com taxas maiores né Se a gente for pegar vencimentos maiores do que esse prazo que que eu citei agora a Pouco dando ao investidor a possibilidade de ter uma proteção justamente quantra o risco inflacionário Então a gente tem tido essa digamos assim preferência né para carrego de longo prazo longo prazo em relação aos papéis indexados ao IPCA nessa parte mais intermediária da curva acho que eh falando um pouquinho eh dos papéis isentos né como eu gente tinha colocado é é muito interessante ver que comparativamente aos não isentos o Investidor ele também tem a
o benefício de ter um carrego né numa taxa de juros em patamar alto com o benefício do Imposto de Renda eh como benefício da isenção do Imposto de Renda faz muito sentido para ele né mas acho que a diversificação ela também se faz importante né a gente tá falando aqui de carrego de longo prazo mas por curto prazo a gente também tem enxergado de forma bastante positiva a locação em ativos indexados ao CDI que assim fazem Todo sentido diante da incerteza que a gente tem tido né em relação à expectativa de juros nível Global né
Acho que mantendo no plano doméstico e é importante falar né uma correlação Direta com a celic né Principalmente diante de uma de uma perspectiva que a gente teve mais recentemente de prolongamento do ciclo de aperto monetário então assim eh pro curto prazo a o posicionamento indexado ao CDI pra gente faz todo sentido nessa classe eh e Aí acho que uma pergunta que surge costuma surgir mas poxa os pré-fixados da mesma maneira que a gente tem visto IPCA mais 7 às vezes né se aproximando al do IPCA mais 8 os pré fixados ali a gente já
vê o atra passando ali a casa dos 14% chegando perto de 15 assim eh os ativos pré-fixados nesse patamar acabam apresentando umas oportunidades eh bem significativas de retorno né não tem como a gente desconsiderar como eu falei É muito raro a gente ver esse nível de Precificação mas acho que é importante colocar pro investidor que tá ouvindo que o pré-fixado Nesse contexto que a gente tá vivendo ele também traz um considerável risco no curto prazo né A volatilidade tá muito intensa e qualquer abordagem aqu ela tem que ser observada com muito mais cautela né a
gente tem o é colocado é indicado né no nosso relatório de perspectivas e também nos nossos relatórios periódicos para quem tem interesse para quem entende que faz Sentido ali De acordo com o seu perfil eh optar eh primordialmente ali paraas duranas mais curtas né de 1 a 3 anos que a gente acha que pelo menos permite aproveitar essas taxas de remunerações em Patamares eh elevados ao mesmo tempo que acaba mitigando também um pouquinho a exposição dessa volatilidade intensa que a gente tem visto ali essas oscilações de mercado que TM sido constantes ali no dia a
dia né e para fechar tá pessoal Quando a gente olha aqui acho que a gente falou um pouquinho é de perspectiva em relação aos spreads perspectivas em relação a juros ao tipo de alocação pro indexador mas é legal a gente explorar um pouco mais em relação aos setores as empresas que a gente gosta e aqui na na apresentação a gente até traz né uma comparação do do H versus a a duration de alguns setores os setores que a gente tem acompanhado mais de perto e assim com taxas e de juros Mais elevadas isso também significa
que eleva o custo de tanto de dívida né para pras empresas a despesa financeira acaba sendo um pouquinho mais pressionada quanto de de captação né Principalmente para aquelas empresas que são mais alavancadas e cíclicas eh eu volto a reforçar aqui né que nesse contexto todo a seleção mais apurada de ativos de crédito ela torna-se cada vez mais importante né é imprescindível na composição do portfólio dos investidores E a gente tem priorizado bastante né setores empresas com características resilientes né Acho que essa quando falo características resilientes são empresas que TM pontos em comum quais são eles
né basicamente é uma forte geração de fluxo de caixa uma previsibilidade de receita e um balanço né uma um nível de de de endividamento que a gente entende que é saudá saudável conforme ali a dinâmica do setor a dinâmica da empresa Eh a gente tem observado principalmente essas três características né para poder buscar ali para poder fazer como eu disse lá atrás né garimpar as melhores oportunidades com essas características né tem tem três setores que a gente gosta muito né o setor de energia elétrica o setor de saneamento e transporte logística né no setor de
energia elétrica por exemplo a gente tem ali tanto geração quanto transmissão que tem a previsibilidade muito por serem Setores regulados com contratos de longo prazo reajustados por inflação que acabam trazendo essa esse benefício pro cliente que tá locado tem alguns nomes que a gente gosta mais né em energia a gente gosta bastante de Eletrobras aí Vale destacar né a Eletrobras ela passou por todo um processo de reestruturação recentemente em função da da privatização a gente gosta também de Isa e energia que é a antiga CEP né A Isa trabalha dentro do setor de transmissão Que
eu acho que quando a gente olha energia a gente fala basicamente de três subsegmentos né geração transmissão e Distribuição e transmissão entre os três é aquele que traz maior previsibilidade porque a transmissão da energia ela não depende do consumo né Depende da disponibilidade das Linhas então a empresa ela consegue ter ali uma geração de caixa muito forte com uma previsibilidade muito alta Então são dois nomes que a gente gosta bastante Dentro do do do setor de energia quando eu falo em saneamento a gente também tem dois kes que a gente gosta bastante tem Sabesp tem
COPASA com características muito parecidas né saneamento também é um setor regulado tem ali toda a meta de universalização e a gente percebe que essas empresas elas estão bem eh Preparadas para poder compor os investimentos que são necessários no longo prazo mantendo ali as métricas de de de crédito confortáveis ali para Honrar os seus compromissos juntos aos credores tem transporte logística que a gente gosta e setor de proteínas mas é um setor que eu não citei mais paraa frente a gente pode explorar um pouco mais a gente viu falando muito sobre água no decorrer do ano
né mas o setor de proteínas ele vem muito bem ao longo de de 2024 e particularmente a gente vê ali com bons olhos a BRF que é uma empresa que a gente tem acompanhado de perto também para 2025 acho que Basicamente seria isso pessoal acho que deu para falar um pouquinho de modo geral como que a gente tá enxergando ali a renda fixa o crédito privado e me coloco aqui à disposição de vocês para poder esclarecer Quais que as dúvidas os temas que eventualmente não foram abordados né acho que é um tema muito amplo então
tem muita coisaa que a gente pode que a gente ainda pode explorar fiquem à vontade com certeza com certeza Vivi eu queria só te aproveitar e te Perguntar explorar um pouco mais a tua fala sobre a o os prédios de crédito né que passaram por um processo aí de compressão ao longo de 2024 e 2025 tende a ser um ano de juros ainda elevados né elevando custo de capital para as empresas como vocês têm avaliado a saúde dessas empresas né números de recuperação judicial enfim Qual é a avaliação de vocês para um ano de 2
25 que segue aí com juros altos não legal Júlia é super importante acho que é Importantíssimo aprofundar né Acho que o tema de recuperação judicial por exemplo ficou muito em Pauta a nos últimos meses a gente viu muitas matérias notícias falando sobre acho que do lado positivo né uma boa parte das companhas que a gente acompanha elas robustecer a sua estrutura de capital e o que queo significa na prática pro investidor que tá ouvindo né quando a gente fala em robustecer a estrutura de Capital nada mais é do que o alongamento dos passivos Trocando dívida
mais cara por uma dívida com custo menor sob justamente o ponto de vista do spreed de crédito nesses patamares mais baixos né isso fez com que as métricas de crédito em geral quando a gente olha ali os balanços Elas tiveram uma melhor tanto de crédito quanto de liquidez eh tudo isso né somado também uma melhora que a gente teve do rede soberano do país contribui para que quando a gente olha de uma maneira um pouco mais Ampla né o número De elevações de ratings que é um um digamos assim upgrade né uma melhora dos rites
das companhias das métricas de modo geral eh ele acabou sendo superado e ele acabou superando corrigindo aqui o número de rebaixamentos isso paraas principais agências de rating eh do país do do mundo né quando a gente olha ali eh tudo que foi eh calculado pelas principais agentas de rating a gente percebe que o número de elevações foi muito maior que o número de Rebaixamentos o que só corrobora com o que eu acabei de falar né que as métricas de crédito que os balanços eles ficaram muito mais fortalecidos eh por outro lado né de fato o
número de RJ ele aumentou significativamente esse ano né embora acho que é importante forçar que esse aumento do número de RJ ele contempla situações eh entre setores e Portes de empresa completamente diferentes né Acho que em números consolidados boa parte das recuperações Judiciais ela foi impulsionada por Micro e Pequenas Empresas né enquanto empresas de médio e grande porte que costumam acessar com mais frequência o mercado de capitais elas apresentaram uma quantidade menor de requerimentos comparativamente as pequenas e médias Aliás com as com as Micro e Pequenas Empresas e E além disso a a gente até
tem visto mais recentemente né nos últimos no último trimestre agora de 2024 um declínio no na quantidade de Pedidos isso é um ponto bom mas de certa forma eh ainda existem né dentro de todo esse contexto setores que esperam bastante cautela como eu temi mais cedo especialmente aqueles que estão mais alavancados que são mais cíclicos e cí eh o cíclico aqui nada mais é também do que a sensibilidade justamente essa volatividade de juros de inflação a ao consumo então é são setores que a gente entende setores que tão expostos a essas condições eles são mais
sensíveis exigem De nós muito mais cautela muito mais atenção e aí poderia citar que basicamente três setores que a gente tem olhado com com mais cuidado né o setor de saúde o setor de locadoras de veículos e o setor de varejo eh o setor de saúde acho que eh Vale reforçar aqui também ele vem enfrentando alguns desafios né Eh justamente para buscando retomar a sustabilidade financeira eh principalmente Né desde quando a gente olha ali desde a época da pandemia a Esse setor ele ainda vem enfrentando né um descasamento temporal ali de de demanda por procedimentos
eletivos e também por inflação de custos então é um setor que a gente tem olhado com com bastante cuidado locadoras e varejistas eh são bastante sensíveis como eu já tinha colocado né dinâmica de juros e inflação então a gente fica sempre atento porque são setores que também quando a gente compara na média mais alavancados né n nessa tela que tá aqui Inclusive dá para perceber que quando a gente vê a a relação e de duration a gente percebe que tanto locadoras varejo saúde por uma mesma duration que energia transporte saneamento eles apresentam HS muito mais
altos justamente porque o investidor tem essa percepção também de risco e acaba cobrando mais por essas empresas eh São setores que exigem atenção mas ainda assim como eu falei né a dispersão é muito grande nesse momento de prédios muito baixos e mesmo nesses Setores que inspiram cautela a gente também consegue encontrar boas oportunidades no setor de varejo inclusive eh tem um nome que a gente gosta bastante a gente até vem referendando a gente referendou agora o nosso top pix também vem já alguns meses na nossa na nossa seleção mensal que é o grupo Mateus é
o grupo Mateus Embora esteja inserido dentro do setor varegista é um setor é uma empresa que ela tem uma atuação bastante Regionalizada no norte nordeste o que acaba tendo uma resiliência muito grande com alavancagem muito baixa sim se a gente for comparar a alavancagem do Grupo Mateus com a média do setor eh a gente vê ali com com muitos bons olhos essa companhia muito bom Eviane e você falou muito sobre a demanda né e a oferta hoje de títulos Como que tá o apetite das empresas considerando essa de juros né mais elevada Como que você
vê o mercado pra oferta no ano que vem Não legal Patrick acho que eh se a gente for olhar por exemplo o setor de infraestrutura né até pelo caráter estrutural que ele tem a locação intensiva de Capital falei um pouquinho de alguns setores aqui de infra que que a gente gosta bastante ele demanda fontes de crédito de longo prazo né para poder viabilizar seus projetos de investimento e pensando em 2025 né de alguma maneira ele pode continuar sustentando essa oferta pujante que a Gente tem observado agora em 2024 pensando principalmente né nos projetos que já
estão contratados nas previsões que tem de de investimento aí pros próximos anos aí vou dar um exemplo para vocês né o setor de concessões rodoviárias ele prevê só nos próximos dois anos investimentos ali na ordem de 97 bilhões enquanto que o setor de saneamento né considerando as metas de universalização tem também ali uma necessidade de investimentos anual na Ordem de 90 Bi é bastante coisa as empresas também Elas têm dívidas a a vencer o ano que vem isso pode gerar uma necessidade de reforço de de capital de giro então assim a gente espera né que
que a oferta assim como a demanda se mantém aquecida mas obviamente com custo de captação maior pensando do lado de de juros eh de fato isso pode restringir um pouco né A Oferta total no comparativo com esse ano Mas ainda assim é é difícil a gente conseguir prever né em em Enquanto que essa oferta ela pode ser eh impactada Até mesmo porque também a gente tem bastante aqui ao longo da da do nosso bate-papo que as empresas elas se prepararam bastante para poder eh encarar né esse momento um pouco mais desafiador a gente viu que
diante de juros mais baixos preditos mais baixos Muitas delas fizeram ali todo um um dever de casa e até pouco tempo atrás também a gente tinha juros né na casa de dois dígitos né até ali em meado de 2023 Então assim a gente espera que a oferta continue pujante mas obviamente ela pode ter algum tipo ali de de de de restrição em função desses juros mais altos mas muito difícil prever né Acho que Muito provavelmente a gente deve ter um comportamento parecido com o que a gente teve agora em 204 legal Muito bom temos oportunidades
então né é interessante a gente pensar que 2025 tende a ser novamente um ano da renda fixa né E aí quando a gente observa esses patamares De pré-fixado de inflação são competidores da da preferência do investidor né em relação à própria bolsa porque a relação risco retorno ali ela fica bastante interessante né vctor ao mesmo tempo a gente tem uma bolsa que a princípio a gente fala que tá barata né numa visão dólar ainda barata também então queria ouvir aí do lado da renda variável do Mercado de Ações depois se você puder passar um pouquinho
de fundo imobiliário Quais são as percepções aí Do bbbiqnqalei a gente viu que foi eh inúmeras justificativas que fizeram com que o ibov andasse praticamente lateralizado ao longo do ano em torno ali na média de uns 127 128.000 pontos né E aí eh no início do ano ao mesmo tempo se tem um alento nessa história a gente estimava que a bolsa ia ser marcada por continuidade de expansão dos resultados das companhias a gente tava vendo resultados melhores em geral isso traria Algum suporte pra bolsa e se foi a única uma única uma das poucas coisas
que de fato trouxe suporte pra bolsa foi de fato a expansão de resultados das companhias ao longo do ano tá no nosso pior cenário pro pro para 2024 a gente projetava o ibov ali na casa dos 132.000 pontos mas o o o o cenário ele ficou muito pior ele se deteriorou bastante principalmente de outubro para cá né E aí a gente vai ver o ibov terminar o ano ainda muito mais baixo nesse momento que A gente grava o vídeo eu tava olhando aqui o ibov tá na casa dos 121.000 pontos já então é um patamar
é bem baixo e aí quando a gente olha nesse próximo slide a gente vê o desempenho da bolsa na visão e do estrangeiro né quando ele olha para Brasil e Brasil e México eles estão disputando ali qual que vai ser a pior bolsa do ano quem que vai encerrar pior com ambos os índices ali caindo na casa dos seus 25% né então e aí no acumulado do ano a gente vê também um Volume de saída de estrangeiro muito relevante que superou ali os seus 30 30 B deais O que justifica que de de fato o
investidor estrangeiro não enxerga atratividade na relação risco e retorno pra bolsa Brasil e por isso que ele saiu é daqui de uma com volume bastante expressivo tá só que aí se a gente olhar para 2025 E se a gente tinha a esperança de falar que 2024 vai ser a uma página virada infelizmente não vai ser assim né a gente entende que boa parte e dos Problemas que eh se alastraram ao longo de 24 eles vão ser carregados para 2025 né então a gente tá falando ainda de taxa de juros mais alto pelo Fed de uma
inflação Global mais pressionada com o dólar mais alto também pressionando a inflação a gente tá olhando um pouco para risco político geopolítico que eles pioraram bastante ao longo de 2024 e agora com trump assumindo poder a gente ainda volta a falar de um assunto que a gente falava muito lá em 201920 que é a Questão da Guerra comercial com a China então todos esses são os fatores que eles pesam bastante quando a gente olha pro mercado de equites principalmente do de de países emergentes e aí entrando agora no ambiente doméstico a gente tem discussões em
relação ao arcabouo fiscal Que Tem pesado bastante vão continuar pesando tá para 2025 com o mercado constantemente fazendo aqueles cálculos se a conta fecha então infelizmente isso é um fator ali que deixa a gente menos Otimista com relação à bolsa para 2025 de qualquer forma esse ambiente Global mais inflacionário ele vai levar o Banco Central A continuar elevando a taxa de juros isso deve trazer impacto na bolsa principalmente nas empresas mais alavancadas mas a gente também enxerga que a forte atividade esperada pra economia brasileira em 2025 Talvez num patamar um pouco inferior ao que foi
em 2024 mas ainda assim num patamar relevante ela vai Continuar sustentando patamares positivos de resultados das empresas consequentemente trazendo boas perspectivas de lucro tá só que a gente não pode abandonar um fator principal para as indicações que são justamente olhar as teses de qualidade né então a gente na seleção BB 2025 de ações a gente mirou muito naquelas empresas que T boa geração de caixa que tem baixo índice alavancagem que continuamente vem entregando bons resultados bom entrando Então agora já na seleção percebam que esse gráfico ele justifica um pouquinho do racional das nossas escolhas de
modo que aquelas teses que a gente escolheu Justamente que são as teses de qualidade elas são justamente apresentam a relação risco e retorno e estão na melhor posição ali do gráfico então das 15 empresas adas a gente tem por exemplo um banco e uma de serviços financeiros quatro de utilites três de igras mais suco uma de siderurgia Então são Empresas que elas estão nesse quadrante acima da linha Justamente que são aquelas empresas que elas estão apresentando uma relação risco e retorno mais favorável e apenas três das 15 indicações elas se encontram no quadrante de baixo
que é uma empresa do Agro uma da indústria e uma do consumo então entrando agora nos nomes selecionados né que acho que é o que mais interessa os investidores né então Começando por exemplo por pelo que a Gente chama de hard commodities né e pela siderurgia e mineração acho que esse é um setor que ele sofreu muito em 2024 com a elevada volatilidade do minério de ferro Isso foi uma derivada justamente de uma atividade econômica mais fraca na China que impactou a atividade Siderúrgica e consequentemente a demanda de minério de ferro o mercado ele esperou
bastante a questão da China adotar ou não novos estímulos até vieram alguns mas não no tamanho que o mercado Esperava isso pressionou bastante o setor para 2025 a gente vê os mesmos desafios ali pressionando esse setor né a atividade Siderúrgica ainda patinando e por isso que a gente não indicou nenhuma mineradora pra seleção BB 2025 dentro desse setor eh a nossa escolha foi pro Gerdal porque é uma empresa que a gente entende que ela ela tem adotado boas estratégias ali para contornar as dificuldades que as Siderúrgicas estão passando aqui no Brasil com essa Enxurrada de
Aço importado eh entrando e ela também ela tem plantas nos Estados Unidos que então coloca a companhia bem posicionada para surfar a onda dos estímulos que o governo trump deve fazer no país entrando agora no setor de petróleo e gás a gente fez duas indicações que foram Petro e vibra né Eh Nossa seleção ela buscou eh conciliar bons retornos e Menor alavancagem e aí nes quisito a gente vê a Petrobras como um destaque justamente pelo elevado Crescimento ali de fluxo de caixa livre baixo custo de produção principalmente se a gente considerar que o preço do
petróleo é esperado num patamar inferior ao que foi em 2024 mas como ela tem um custo baixo isso acaba eh tendo um efeito é menos e negativo digamos assim e a companhia ainda tem a perspectiva de continuar pagando elevados níveis de dividendos com relação a vibra acho que a gente procurou eh selecionar a empresa dentro do setor de distribuição que tem A menor alavancagem e dentre as distribuidoras e a vibra ainda ela conta com boas margens e ela tá diversificando em eh investimentos em energias renováveis O que é positivo também partindo agora pro setor sucro
energético acho que a atenção em relação à alavancagem ainda maior e por isso que a gente escolheu só uma companhia que foi a São Martinho que ela acaba sendo uma referência no setor ela tem uma boa produtividade e ela acaba tendo a menor Alavancagem entre as sucro energéticas brasileiras bom entrando agora no setor que vocês gostam bastante que é o Agro né Acho que as perspectivas elas são positivas principalmente por conta da recuperação da produtividade pra próxima safra depois que a gente viu nesse ano alguns eventos climáticos ali impactando só que a gente vê cenários
é diversos paraa soja e para milho então enquanto por exemplo pra soja os estoques estão elevados e a gente vê uma pressão de Preço um pouquinho maior paraa milho a relação ao contrário a gente vê uma relação de é demanda maior que a oferta isso já tem impulsionado os preços e assim a gente espera continuar pro ano que vem eh já na proteína animal a a virada do ciclo PC áo em 2025 deve pesar sobre a rentabilidade ali das empresas de carne bovina justamente por conta da menor oferta isso tem estimulado já o preço da
ara e o preço da rua acaba sendo custo para essas companhias tá só Que no entanto como a carne deve ficar mais cara a gente também entende que deve ocorrer um movimento ali de migração para consumo de proteínas mais baratas aí eu tô falando de aves e suínos por exemplo então a gente selecionou uma empresa que é a BRF que tem exposição justamente nesse segmento e a empresa ainda ela tá no momento bastante bastante favorável atingindo o seu menor patamar de alavancagem histórico Então acho que isso é um fator Muito importante considerando a elevação da
taxa de juros n que vem e aí vocês vejam que eu cito bastante a questão da da da questão da alavancagem como justificativa pra maior parte das nossas indicações né Então esse é um ponto bastante importante que foi fundamental ali na hora da gente fazer as escolhas entrando agora no setor de bancos que é praticamente todo ligado à atividade doméstica a gente enxerga um 2025 ali um um pouquinho menos promissor do que foi Em 2024 Tá e por considerando que os bancos são altamente sensíveis a juros apesar disso favoreceu parte dos spreads a gente pode
esperar também um aumento do custo de captação isso Vai resultar em um repasse de um crédito mais caro Ali pras famílias e pras empresas E aí ressalta de novo a atenção em relação a inadimplencia então a gente vê 2025 como ano em que os bancos vão ser mais seletivos na questão da conção do crédito nesse sentido a gente procurou Trazer uma abordagem mais conservadora e a gente selecionou só o Itaú Unibanco para compor a seleção BB 2025 justamente é o banco que na nossa visão traz um conjunto mais equilibrado ali de crescimento retabilidade mix de
carteira e consistência de resultados em serviços financeiros a escolha foi pro caixa Seguridade que além de mostrar resiliência frente aos eventos climáticos no Rio Grande do Sul que a gente teve ali no primeiro semestre a Empresa também ela vem apresentando records de lucro e de de receita ali com e elas seguem com proje elas segu com projeções positivas à frente também tá já que eu falei de um setor um pouco mais defensivo que é o de bancos Vamos falar agora do setor elétrico então que é um setor bastante defensivo também e aí no setor elétrico
a gente espera um equilíbrio ali entre oferta e demanda de energia is então isso deve trazer ali um maior equilíbrio dos preços no Mercado Livre tá depois dos preços terem atingid as mínimas históricas recentemente então a gente tende que isso pode favorecer por exemplo a precificação das ações das companhias geradoras tá na distribuição tem algumas renovações aí eh a vencer nos próximos anos e talvez a gente entende que as companhias podem eh antecipar isso pro ano que vem isso vai requerer uma chamada de Capital então torna o setor um pouquinho mais arriscado dentro do torna
um segmento Mais arriscado dentro do setor de utilities enquanto na transmissão a gente vê bastante oportunidade de expansão principalmente nas concessões antigas Então nesse cenário de de de maior favorecimento Ali pras geradoras e pras transmissoras a gente selecionou três companhias que foram a lupar a Eletrobras e a energia tá então a gente vê a lupar e Eletrobras se beneficiando desse cenário de geração e a lupar ainda tem uma parte da receita atada da IGPM e Ao dólar dada a expansão internacional que ela fez o que é positivo tá e a eletrobus também porque ela Atua
em vários setores e a is energia por conta do do do cenário pro segmento de transmissão tá com relação ao setor de saneamento a escolha pela COPASA foi justamente na expectativa que ocorra o processo de desestatização eh da companhia ela tem um contrato com o BH que representa quase 30% das suas receitas se a Desestatização a privatização e ocorrer ela consegue antecipar a renovação desse contato que pode destravar valor pra companhia A exemplo que a gente viu com o par dela que foi a sabes por exemplo que subiu bastante ao longo desse ano no setor
de transporte e logística foi Acho que 2024 foi um ano bem negativo a gente vi vê o desempenho das ações ali com forte queda algumas chegaram a cair mais de 80% mas mesmo assim a gente viu os resultados vindo bons né só que o motivo Para essa queda ao nosso ver é justificado porque essas empresas elas são em geral mais intensivas de capital e como a gente viu uma trajetória cendente da taxa de juros isso provavelmente fez o mercado precificar maior agregar mais prêmio de risco nas teses e consequentemente trouxe resultados piores para essas ações
tá E aí dentro desse setor a gente escolheu só uma companhia que foi a Veg justamente porque ela tem exposição Global tem receitas atrelada dólar tem um nível de alavancagem super baixo Então ela ela é a empresa mais bem equilibrada dentro do setor de transportes logísticas finalmente entrando nas teses cíclicas tá eh todo mundo sabe que acho que o varejo ele é altamente dependente da performance da economia então fatores como eh renda desemprego concessão de crédito taxa de juros são fundamental para poder Analisar esse setor para 2025 como eu falei antes né expectativa é de
uma atividade ainda aquecida apesar de um pouco menos em relação a 2024 eh só que a elevação da taxa de jures pode trazer algum Impacto ali na na concessão de juros deixar um pouquinho mais restrito o crédito e deve impactar consumo também então a gente foi bem seletivo na hora de escolher uma empresa desse setor e a gente procurou escolher uma empresa pertence a setor mais resiliente Então Nesse sentido a nossa indicação foi por Grupo Mateus única Companhia do varejo ali na seleção justamente porque a companhia ela mostra um resultado operação ial bastante consistente e
ela tem um nível de endividamento relativamente baixo no setor de construção civil a gente vê dinâmicas diferente PR as companhias que atuam no baixa e no médio e alta renda tá e Dad as condições mais favoráveis ali de programas habitacionais a gente e e a Descorrer inclusive desses programas com a taxa de juros nominal a gente indicou cure direcional que são justamente companhias que ela tem uma estrutura de Capital mais enxuta e tem um baixo nível nível de alavancagem e elas seguem apresentando resultados records atrás de records a cada trimestre que passa por fim Vamos
mudar de assunto então falar um pouquinho de de fundos imobiliários agora que acho que é uma classe que que os investidores gostam Bastante e com Taxa de juros alta eh eh essa classe tem eh sofrido bastante na bolsa nessas últimas semanas né a gente viu uma pressão vendedora nas nas cotas eh nesses últimos dias só que a gente entende que eh a gente não vê grande alívio nessa pressão para o ano de 2025 tá no entanto dada a queda recente nas cotas e a boa gestão de boa parte de de fundos que a gente acompanha
lá a gente eh encontrou oito nomes que de fato devem se favorecer mesmo diante desse Cenário que são nomes ali que são fundos de longa data já listados na bolsa e que eh tem entregado bons resultados tá eh a gente teve preferência Dentro os segmentos de fundos imobiliários pelo segmento de crédito V híbridos então a gente vê por exemplo os segmentos de crédito privado trazendo eh o aumento da inflação e do CD e nos rendimentos distribuídos e os fundos imobiliários os híbridos eles se beneficiando colhendo frutos da própria diversificação nesse Sentido a gente indicou o
rec r11 e o knsc da classe de recebíveis e o trxf e o Gar 11 Dentro os híbridos como eu falei um pouquinho da retomada do Agro a gente gosta bastante desse setor e a gente indicou um fundo da dessa classe que é o ris terrax que é o rztr r11 para compor a seleção BB dado a dinâmica positiva para esse setor por fim para chamada classe de tijolos né a gente entende que a dinâmica é um pouco mais desafiadora dado que essa classe é Geralmente eh composta por Fundos mais alavancados e o aumento da
tauros vai pesar sobre o resultado financeiro Mas de qualquer forma a gente indicou dois fundos sendo um do segmento de shoppings que é o hgbs 11 e o outro do segmento de logística que é o btlg todosos Fundos bem geridos e de longa data já listados na bolsa e aí para fechar as indicações de fundos imobiliários a gente ficou o mérito o mf1 que entrou como representante do Segmento Residencial justamente pela exposição que o fundo tem ao segmento econômico de construção e justamente vai em linha com as nossas indicações das empresas de construção listadas na
bolsa que também estão expostas ao segmento de Construção Bom Juli Patrick eu acho que é isso eu falei bastante nome bastante empresas aqui bastante siglas de fundos imobiliários Espero que tenha ficado Claro mas de qualquer forma Vocês conseguem acompanhar pela apresentação Zinha e não deixa de acessar o relatório ali para poder entender melhor um pouquinho da nossa do nosso racional nas escolhas Vitor é realmente muita informação né o material perspectivas 2025 de vocês acho que tem tudo e mais um pouco né então a gente convida todos os nossos clientes a realmente acessar a material muito
bom por sinal Parabéns pela pela elaboração e ainda pensando em estratégia de alocação mesmo PR os nossos clientes né qual seria de repente A recomendação de vocês para renda variável de um modo geral né considerando que apesar do ambiente para 2025 ainda ser desafiador a gente olhar com um pouco de cautela você comentou dos fundos imobiliários que talvez também não consigam andar tanto em termos de preço porque o cenário ainda é de juros muito altos mas ao mesmo tempo se a gente colocar na balança você acha boas oportunidades em bons preços né além da seleção
BB ali O que mais você Poderia trazer aí para para fechar de orientação de recomendação qual seria a sua palavra final aí pr os nossos clientes legal Júlia acho que acho que uma frase que eu falei que é eh relacionado a teses de qualidade acho que esse é uma frase chave ali pro investidor sempre olhar e fazer boas escolhas mesmo em ambientes voláteis a gente consegue achar boas oportunidades na bolsa né e o que que seriam teses de qualidade né entrando mais a fundo ali No conceito O que que a gente olha a gente olha
empresas que em geral a apresentam boa rentabilidade consistência de resultados né boa geração de caixa elevado retorno aos acionistas e obviamente uma palavra que eu falei muito ao longo desse bate-papo que é baixos níveis de alavancagem tá então uma visão mais Ampla a gente também até pode citar a questão da perenidade do negócio mas em linhas Gerais para quem nos acompanha para quem Segue as nossas recomendações a gente já cobre os principais players da bolsa então podemos dizer que numa seleção indicada por nós a questão da perenidade do negócio tá envolvida nos filtros mesmo assim
tá bom É e aí a gente tem diversas carteiras que o investidor pode acompanhar né Cada um com uma temática diferente acho que isso é importante tem investidores com perfis mais de de comprar buy and Hold né como muito dito no mercado que tem aquele viés de Comprar uma ação de uma empresa e ficar com ela por longa data na carteira e tem investidores que gostam mais de eventualmente olhar uma análise técnica fazer um giro mais rápido então para isso a gente tem tem diversos diversos diversas carteiras temáticas para poder oferecer pros investidores e eu
acho que um ponto importante que eu gostaria de comentar também é que o importante é a diversificar né diversificar para tentar maximizar o retorno e essa Diversificação não seria só comprar ativos qualquer da da bolsa né acho que a seleção BB 2025 ela mostra um pouco disso O que que a gente fez lá para tentar trazer o maior retorno pro pro investidor então a gente procurou por exemplo trazer além do que eu já falei teses de qualidade mas a gente procurou teses de qualidade dentro de setores defensivos setores cíclicos de dentro de setores que T
companhias expostas globalmente dentro de setores que T Companhias exportadoras acho que isso é importante fazer um blend de exposição aos mais diversos setores né pensando ali as melhores escolhas dentro as classes e obviamente sem deixar de olhar os resultados que essas companhas têm entregado Então se ela tem entregado com de resultados acho que isso é muito importante e traz um certo conforto pro investidor poder comprar esses papéis deixar em carteira mesmo diante de ciclos mais difíceis na bolsa como é o Que a gente tá vivendo agora ou seja a gente ainda encontra oportunidades mesmo dentro
desse Senado exatamente Muito bom temos oportunidades aí na renda variável né na renda fixa queria agradecer muito a você Vitor Viviane pela participação agradecemos também sempre essa parceria aí com bbi né que é sempre muito importante para nós obrigado muito obrigado nós estamos encerrando esse painel e fiquem com a gente a gente dá início daqui a pouco no próximo painel Com a visão dos gestores para [Música] 2025 bom pessoal agora nós vamos para mais um painel neste painel teremos quatro convidados muito especiais Sou bastante animado para ouvir as perspectivas de vocês pro ano que vai
se iniciar aqui conosco est nossos gestores de fundos da BB as e da brasilprev sejam todos muito bem-vindos obrigado isso mesmo Patrick nós estamos aqui com o Frederico Monteiro gestor dos fundos de Alocação no exterior pela bbet e o Pedro hber que é o gestor de fundos de crédito privado da casa para completar esse nosso time foram convidados também o Felipe Machado gestor dos Fundos multimercados da brasilprev e o Pedro Aprigio responsável pelos fundos exclusivos da casa meninos muito obrigada pela presença de todos vocês é um prazer ter vocês aqui com a gente é obrigado
pessoal obrigado Júlia Obrigado o time aí eh da upb para fazer O evento né estamos muito animado aqui de participar junto com vocês eh e tem muita coisa para falar e ainda mais participando com um time eh tão especial como esse daí eh obrigado eu sou aqui gestor de fundos shore da da BB asset trabalho aqui na área de offshore há mais de 10 anos eh sempre voltado para offshore para investimentos offshore e atualmente é um mercado que tem acontecido muita coisa bacana né então tô animado aí para Conversar com vocês sobre isso obrigado Júlia
pela introdução Boa tarde a todos aqui é o Pedro robber eh gestor de crédito privado aqui da BB asset e eu tenho um histórico aí de desde 2008 de atuar no mercado de capital tô na bb asset Desde outubro de 23 gerindo aqui com um time de cinco pessoas fundos de crédito privado de toda a natureza dentre eles alguns mais líquidos né como o High que a rede conhece bem fundos de crédito privado crédito privado Plus eh Que é o top aqui é o o alto rendimento e alguns mais estruturados como o nosso BB fiagro
né e o o BB Premium malls que é o fundo imobiliário né junto com a Iguatemi prazer estar aqui com vocês muito feliz de poder contribuir aí pras perspectivas do ano que vem bom Boa tarde pessoal Muito Obrigado aí pelo convite é muito contente de participar eh com esse time também sensacional aí tão só só fera de mercado aí eh bom tô aqui para para falarmos um pouco aí Desse mercado desafiador porém apaixonante Boa tarde pessoal Agradecer o convite feito pela PB pra gente poder estar aqui e discutir um pouco de mercado com esse time
incrível que vocês reuniram eh Vocês são nossos parceiros pessoal da asset que tá unha e carne com a gente aí constantemente então um ambiente bacana pra gente poder discutir perspectivas de um ano que vai ser desafiador mas que a gente vai com certeza trabalhar muito bem legal Meninos eu queria começar a perguntar pro Fred então sobre as oportunidades no cenário Global pro nosso cliente que possuía recursos no exterior o ano de 24 foi maravilhoso porque o cliente ganhou tanto na alocação como também na valorização ali do dólar em relação à nossa moeda se o cliente
investiu em bolsa americana então foram dois anos aí de ganhos bastante expressivos se a gente observar por exemplo em P500 né E como você tem observado 2025 Fred eh Tanto ali pros mercados de renda fixa como de renda variável lá fora como que você tem construído aí as Exposições dos Fundos se você você puder compartilhar um pouco com os nossos clientes obrigada Claro Júlia eh realmente foi foram anos aí espetaculares para para bolsas ao redor do mundo em particular como você mencionou pra bolsa americana né Eh rendimentos aí que a gente vê começando falando de
de outras regiões né a gente viu por exemplo esse ano eh bolsas Asiáticas bolsas europeias performando muito bem eh o dólar se fortale Endo né de uma maneira geral não só contra a nossa moeda mas contra diversas moedas foi um ano de fortalecimento do dólar eh Então realmente foi um ano muito feliz para quem acreditou no que a gente usualmente recomenda que é a diversificação internacional do portfólio né e a gente Nessas horas a gente vê realmente O O Ele interpretar essa diversificação interpretar um papel muito importante eh e ao longo desse ano o que
que o que que a gente viu acontecer lá fora é primeiro cabe destacar que foi um ano que se destacou o excepcionalismo norte--americano né ah a gente viu primeiro que a bolsa americana ela concentra bastante tecnologia por exemplo né então empresas que estão na fronteira do de uma revolução tecnológica que a gente pode Chamar assim né Eh relacionada à Inteligência Artificial e esses outros temas né Eh cidades inteligentes carro autônomo eh inclusive medicamentos etc muitas dessas empresas se concentram eh no mercado americano então quando a gente fala dessa revolução tanto de produtividade quanto de eh
de receita pras empresas eh a gente vê que os Estados Unidos as empresas Americanas estão na frente de Out a gente encontra casos interessantes queis muito interessantes para serem explorados em outras bolsas mas a bolsa americana realmente se destaca eh Nesse quesito para Além disso foi um ano que o a gente viu por exemplo recentemente o que a gente tem falado muito é sobre eleição né a mudança do Poder Executivo lá nos Estados Unidos e o que a gente viu foi uma uma vitória eh bastante bastante impressionante dos Republicanos eh e isso trouxe uma força
ainda maior pro para essa tese do excepcionalismo americano uma vez que muitas das medidas que a gente espera eh que sejam tomadas são no sentido de fortalecer a indústria doméstica eh fortalecer ainda mais a a e câmbio produtividade americana proteção da da da da indústria doméstica eh tarifas então enquanto as tarifas podem impactar negativamente o PIB de outros países a receita de empresas de Outros países é positivo para PR pra indústria americana então a gente viu até não só os índices mais eh comuns como o s&p 500 mas índices mais amplos Como por exemplo o
Russell 2000 eh tiveram anos fantásticos tiveram um ano Fantástico né o o Russell 2000 eh eh rendeu mais do que 15% eh Então não é é para além dessa tese da tecnologia a tese do excepcionalismo americano é para além da da tese da Inovação da da revolução Tecnológica do Case de Inteligência Artificial Então esse ano foi um ano eh é bastante bom para quem investiu nos Estados Unidos e foi um ano que a gente chama de expansão de múltiplos né O que a gente viu foi as empresas Americanas ficando eh em em termos de valuation
ficando algo mais caras Mas como eu disse com razão não eh são empresas que quando você compara comos seus pares são empresas que têm diferenciais competitivos que são muito líquidas então no ambiente de taxa de Juros mais alto são empresas que tendem a se sair bem empresas que TM essa capacidade de geração de caixa e níveis de liquidez bons eh então é é razoável supor que essas empresas trabalham em múlti mais esticados eh pro ano que vem o que que a gente espera eh pelo menos inicialmente a gente espera uma manutenção dessa dessa dessa tese
do excepcionalismo americano eh porém vai ser um ano que a gente Espera que haja um ajuste de múltiplos esse a ajuste de múltiplos eh pode vir através de uma temporada boa de resultados então é um ano 2025 é um ano que eu acho que a gente tem que ficar bem atento eh para resultado dados de empresas para eh confirmar que eh e isso que eu tô falando de diferenciais competitivos de vantagens de produtividade das empresas Americanas de eh proteção da da economia americana isso eventualmente tem que se Traduzir em números né em receita Então vai
ser um ano que eu acho que a gente vai ter que ficar ligado em temporadas de resultados em resultados das empresas superação de expectativas de mercado eh para que o bom mento continue eh não haja frustrações eh E além disso na na é um ano que a gente tá vivendo né essa virada de ano a gente tá vivendo um ajuste monetário lá nos Estados Unidos então também vai ser um tema eh eu tava até comentando com a Júlia que a gente tá gravando esse episódio aqui no momento que acabou de ser decidida aqui a a
a decisão do fonk nos Estados Unidos né eh então bastante oportuno a gente tá falando de mercado internacional eh nesse momento tá tá borbulhando aqui a a a os Sticker zinhos na tela aqui justamente porque o Fed acabou de cortar mais 25 pontos mas eh veio com um discurso com uma uma um Conjunto de projeções econômicas eh um pouco mais com com expectativas de juros um pouco mais altas do que o mercado tinha até até então então esse vai ser outro protagonista eu entendo no no nos próximos meses aí virada do ano ao longo de
2025 vai ser como vai ser feito esse ajuste monetário dos Estados Unidos até onde que vai eh como é que vai ser o combate à inflação o o que que vai ser taxa terminal isso aí a cada momento que essas expectativas mudarem isso vai Provocar necessariamente eh alterações no mercado então também vai ser um protagonista e a gente vai ter que ficar de olho nisso também tá Júlia pelo que entendi a gente tem então também para 2025 a tendência de um dólar forte mas também provavelmente a gente começa a continua vendo ali um aumento do
diferencial de juros entre juros brasileiros e juros americanos né como é que um gestor de fundos aproveita essa situação ali na gestão dos Fundos como é Que como é que ele pode estar utilizando isso com oportunidade como que você vê essa essa questão realmente do diferencial de juros perfeito de fato esse diferencial de juros tá aument and a gente tá aqui no Brasil nesse momento num ciclo de alta ainda de de taxa de juros enquanto lá fora Eh estamos num ciclo de queda Então essa as curvas de juros elas estão se se eh dispersando assim
né tão tão o diferencial tá abrindo Eh eu acho que isso isso isso definitivamente eh eh se transforma em oportunidad para um gestor de portfólio tá então primeira coisa que eu eu costumo comentar com os o os participantes de mercado e com os investidores eh que quando a gente opta por investir no exterior você tem duas vertentes você pode querer virar sócio e aproveitar as oportunidades das empresas eh de outros países norte-americanas etc ou emprestar Dinheiro né através de Renda Fixa de de título de crédito privado etc para para empresas e para governos eh e
ou você pode eh usar a variação cambial ou não é isso é uma opção tá então você pode sim investir no exterior se você eh acreditar na tese e acreditar no assim como a gente acredita no potencial eh positivo dessa diversificação internacional Eh mas você pode querer ou não ter dólar na sua carteira Então quando você Investe através de um fundo rede eh esse diferencial de taxa de juros ele acaba se incorporando na receita do fundo tá então eh através do do Red quando a gente faz o Red e a gente protege a variação cambial
a gente consegue incorporar esse diferencial de taxa de juros na receita do fundo da na no resultado do fundo então o que que isso quer dizer isso quer dizer que quanto maior for esse diferencial de taxa de juros Eh você pode esperar que um fundo redead para reais incorpore esse diferencial de taxa de juros no seu resultado ao longo do ano eh então isso não deve desestimular por si só isso não deve desestimular uma pessoa de investir no exterior e nenhum gestor de portfólio de alocar um uma parte significativa em ativos internacionais eh pelo contrário
eh você pode se você tiver uma visão de que o dólar vai continuar se Fortalecendo e que é uma moeda boa para proteção você pode deixar um percentual Solto No dólar mas senão se você quiser manter essa parte dos seus recursos em reais você opta por um ativo um fundo rado ou um ou faz o Red da sua posição e você vai incorporar esse diferencial de taxa de juros então de fato ele continua crescendo mas ele não é um detrator de performance pelo contrário ele é uma oportunidade para a gente continuar diversificando e de maneira
eficiente Nosso nossos ativos tá prédio eu gosto muito da tua fala Inclusive eu queria aproveitar esse tema e perguntar pro Pedro Aprigio da Brasil preve e sobre esse mesmo tema em termos de apetite do investidor para essa parcela offshore né como Pedro que você tem percebido Exatamente esse apetite do cliente aí dentro dos Fundos exclusivos que vocês fazem a gestão E como que vocês aproveitaram essa par ela nos portfólios de 2024 e pensando agora para 2025 Obrigado pela pergunta é uma ótima pergunta porque a gente percebeu ao longo desse ano eh um um interesse crescente
em classes de ativo offshore eh e acho muito porque eh o investidor foi percebendo que enquanto em algumas janelas os nossos ativos locais aqui patinam eh os ativos lá fora eles estão num ciclo Virtuoso mais consistente já há algum tempo então isso ajudou a gente a mostrar a importância até de ter classes de ativo offshore no portfólio Eh pensando no efeito da descorrer construir um um um portfólio mais balanceado com riscos aí mais bem eh controlados tá e ao longo desse ano a gente trabalhou bastante acho que em dois pontos aqui nos fundos de previdência
da casa eh Especialmente nos fundos exclusivos numa primeira parte do ano a gente trabalhou com foco maior na renda fixa porque ao longo de 2024 a gente viu uma dinâmica bem interessante Então lá no final do ano anterior o Mercado tava com um ciclo de juros hiper otimista E aí começou o ano corrigindo essa expectativa então a gente observou um bom ponto ali para pros clientes entrarem eh com a trejo de perto de 470 480 e esse foi um um componente de alocação que a gente eh Manteve nos portfólios até setembro outubro que foi quando
o mercado viu o Fed de fato começar o ciclo de juros que que o Fred já até citou eh que a gente tá observando agora eh e e ali a gente Começou a reorientar um pouco a a nossa cabeça e com isso os portfólios também pro sentido de mais alocação em bolsa e isso vai ser uma tônica também pro ano de 2025 tá porque principalmente a gente viu que a atividade econômica americana tá muito forte Ela esteve muito forte e provavelmente Continuará muito forte é o banco central lá conseguiu uma engenharia Econômica ess iante ele
conseguiu controlar a inflação e evitar o tal do Hard Landing então a economia Não entrou em recessão a gente viu que a economia continuou pujante mercado de trabalho forte e agora a gente vê novos vetores macro eh no sentido de uma economia interna americana ainda muito forte seja nesses segmentos de empresas mais inovadoras e mas também com uma maior disseminação de crescimento para outros setores então por isso a gente tem essa visão mais positiva no fim do dia É aquela ideia de que o dinheiro e e o capital ele persegue lucro e Crescimento e margens
maiores Então hoje no mundo a gente vê isso de uma maneira muito Cristalina na economia americana Ah então a gente conseguiu aproveitar isso um pouco nesse final de ano mas vai ser Principalmente um mote nas alocações pro ano que vem eh e aí é também um pouco combinado com crédito lá fora né que é um instrumento de renda fixa que também eh tem um pouco de sinergia com essa história né medido em que as empresas é como a gente já conversou Aqui estão em uma posição muito saudável a gente vê elas no nível de individamento
baixo com indicadores eh muito saudáveis então o crédito ele acaba refletindo no spread que aquela empresa paga sobre a taxa eh de mercado cada vez uma dinâmica melhor né então a gente tem uma visão bastante construtiva para manter essa locação lá fora seja por esse efeito de portfólios mais balanceados mas também como provavelmente uma fonte de retorno de Destaque como foi ao longo desse ano e só para finalizar Jú eu acho que é importante pontuar e a gente já falou um pouco disso aqui eh que quando a gente fala de alocação offshore não necessariamente é
a locação nos Estados Unidos a gente tem um mundo de possibilidades de investimento mas hoje a locação nos Estados Unidos seja eh por ações como a gente discutiu ou por algum outro instrumento ela predomina porque a gente vê o crescimento muito forte lá ã E principalmente ela a gente vê algumas outras geografias relevantes para mercados financeiros eh enfrentando um pouco mais de incerteza pro ano que vem então a gente falando de Europa China Japão e os principais emergentes eh sofrendo um pouco com as discussões sobre os efeitos de tarifação ou como eles vão se encaixar
nesse mundo com uma economia americana que se destaca e enfim tem uma dinâmica interna muito mais sólida então por isso que mesmo que A gente fale de offshore a gente precise sempre ter em mente essa perspectiva Global mas é natural que pelo menos com o cenário que a gente trabalha hoje a predominância seja de fato e em alocações nos Estados Unidos H existe risco todo cenário sempre tem riscos e é importante a gente monitorar e trabalhar eles ao longo do ano que vem a gente tem riscos para entender como que essa economia vai se comportar
com uma política macroeconômica e bem forte que A gente tá vendo mas eh em termos de inflação como ela vai se comportar qu sustentável essa dinâmica e também riscos geopolíticos eh quando a gente fala de offshore é importante sempre trazer esse ponto o mundo cada vez mais tencionado mas por hora parecem riscos bem controlados administráveis e que não eh enfim afetam tanto a perspectiva de retorno que a gente tem pra classe no geral muito bom Pedro Inclusive a gente tem dentro do componente de riscos aí os Riscos domésticos e os riscos lá fora né então
o cliente ele idealmente deveria estar exposto nos dois mercados né mas até aproveitando de falar um pouco desses riscos domésticos o que a gente viu recentemente foi uma abertura interessante da das nossas curvas de juros né E aí queria também te perguntar um pouco como que vocês estão alocados ou trabalhando essa na nossa visão oportunidade aqui dentro dos Fundos dos nossos clientes nessa nessa caixinha de Renda fixa doméstica né olhando para pós Claro é Ótima pergunta até porque acho que e o terror de todos os gestores de fundo no Brasil nesses últimos 30 dias com
certeza foi o comportamento dos ativos de renda fixa né é o que tá tirando o sono eh de muita gente como um ponto de atenção principal eh esse movimento de abertura de curva de juros ele foi bem relevante quando a gente pensa do final de Novembro para cá não é algo normal de acompanhar ele traz essas Oportunidades mas a gente precisa pensar também no o cenário e como a gente trabalha essas alocações então é claro se a gente tiver pensando naquela reserva de longo prazo de um cliente se falar de um pré-fixado a 15 e
16% ou uma taxa real entre 7 e 88% é uma baita oportunidade para você enfim construir o seu capital de longo prazo agora em fundos de investimento a gente tem que trabalhar de uma forma um pouco diferente por conta eh da marcação do Ativo e do efeito na cota que a gente acompanha ali dia a dia então para isso a gente mira mais essa construção de cenários eh e aí a gente tá olhando principalmente pro cenário do ano que vem e pensando Poxa o que que pode ser eh um gatilho para que essas taxas entrem
numa dinâmica um pouco diferente eh a gente pensou em dois gatilhos principais o primeiro gatilho seria uma mudança muito forte eh nesse ambiente de aversão a risco que a gente tá vendo Então a gente precisaria de um fato novo Eh que não tá mapeado nas discussões hoje para inverter um pouco essa mão só que que essa probabilidade não é muito grande quando a gente discute hoje é o que a gente chamou aqui de melhora pelo bem eh porque aí tudo caminha muito bem então a gente vai trabalhar Aí talvez mais fortemente um cenário alternativo E
qual é esse cenário alternativo Poxa ah a gente tá falando de um banco central que tá subindo a taxa de juros nesse Momento para um patamar aí de dois dígitos próximo dos 15% e os nossos economistas aqui da casa tem eh e acho que já trouxeram ponto sobre para onde é mais ou menos esse nível mas o Consenso é de que ele é bem restritivo eh então em algum momento a gente acredita que eh com a confiança dos agentes diminuindo por conta da Incerteza e uma taxa de juro muito alta isso vai acabar batendo na
economia então pensando nesse cenário e no efeito da desaceleração Econômica Em algum momento nos próximos trimestres a gente tem uma preferência maior por pré-fixados mais curtos porque aí a gente tá falando mais de ativos que estão ligados a esse período de política monetária Então acho que essa é a nossa principal possibilidade hoje para quem tem um pouco mais de apetite e e para Quem compõe portfólios com um pouco mais de risco e quer eventualmente trabalhar um alongamento e uma parcela de juros mais longa aí a gente pensa com um pouco Mais de carinho nas taxas
reais porque onde a gente vê que tem mais prêmio de fato é é importante sempre mencionar o mundo mudou Então o período lá que a gente viu de tnbs a 3 4% esse mundo via eh o resto do mundo com taxas de juros muito mais baixas principalmente nas economias desenvolvidas é um mundo que a gente não vai ver mais mas ainda assim em termos de juro Real eh Dá para perceber um pouco mais de prêmium nessa classe eh mas de maneira geral seja Aproveitando as oportunidades nos pré-fixados mais curtos que tem a ver muito com
essa história que a gente comentou ou nesse juro Real mais longo é sempre importante mencionar que pelo menos pra boa parte do ano é trabalhar esse tipo de alocação ainda com uma parcela grande em impostos fixados no CDI porque querendo ou não a gente vai ver as lfts num nível de retorno ajustado a risco muito interessante acho que em geral é assim que a gente tem Visto esse começo de ano de 25 pelo menos tá ótimo Pedro até queria aproveitar para ouvir do Pedro halber da bbet se a visão da casa concorda eh parcialmente né
ou totalmente aí com a visão eh da Brasil prev nesse sentido e principalmente perguntar Pedro como é que você viu o impacto dessa abertura da curva de juros para debentures incentivadas né que é a parte é mais do da tua gestão aí legal eh então de fato eu concordo com Pedro né não é só porque Ele é meu chará não mas de fato tem lógica aí a gente tá com uma volatilidade muito alta eh eh Então as pras de curto ali trazem uma uma visibilidade maior longo prazo você tá liado ali com com a inflação
né tá com uma um prêmio muito bom né se olhar as implícitas ali longo prazo tá pagando um prêmio muito bom é um mercado muito volátil e tanto crédito privado quanto o o o risco de mercado eh estão apresentando um alto nível de de Volatilidade cada um com seu motivo mas de modo geral A macroeconomia tá predominando sobre os fundamentos né eh crédito privado particularmente a gente teve uma captação muito forte ano passado eh muito porque as outras estratégias não estavam rendendo tão bem quanto a renda fixa né puxada aí pelo CDI eh e por
outro lado a gente teve também um um um número muito alto de emissores né de emissões então a gente vê que as as companhias de Modo geral estão todas reperfilar alongaram E aí quando você vê uma macroeconomia desfavorável você vê as empresas indo um pouco a sua perspectiva de investimento então você vê de um lado a redução do investimento e por outro lado também a a redução eh das emissões né Eh a gente entende que esse ano vai ser uma redução vai ter uma redução também das emissões né 2025 entendo que as empresas vão menos
ao mercado porque já Estão reperfilar e não tem novos projetos e a gente vai ver também um um efeito retrovisor ali da rentabilidade caindo um pouco Porque de fato a gente teve um fechamento muito forte né das taxas em 2024 motivada por esse volume enorme de recursos que entrou né a renda fixa na renda fixa crédito privado então a gente espera que tenha em 2025 uma correção dos preços né dos spreads e essa correção não acredito que seja uma Correção muito drástica Porque de fato acho que alguém comentou que as empresas estão em Boa Forma
né de modo geral elas estão não não apresenta uma alavancagem muito alta ão duas vezes eh eh duas vezes ebtida né a alavancagem das empresas do ida de modo geral não é uma alavancagem tão alta eh contudo algumas companhias particularmente vão sofrer por conta do aumento da taxa de juros né 14% 15% Eh a a nossas projeções né Eh eh essas empresas vão sofrer aquelas que Estão alavancadas mais que duas vezes bí vão vão sofrer de alguma maneira para conseguir de resultado pagar né as suas obrigações eh então eu vejo que vai ter tanto no
no risco mercado né Eh vai ter volatilidade por conta da falta de visibilidade né da da nossa macroeconomia quanto a gente vai ver a uma alta volatilidade no crédito privado também por conta dessa correção que a gente vai ter no spread e também eh porque algumas empresas que estão um Pouco mais alavancadas elas vão começar a sofrer um pouco mais aí com essa alta taxa de juros com esse Impacto né com esse peso que a as despesas financeiras vão representar agora maior no seu balanço tá agora a boa notícia é que a gente tá bem
eh bem leve né então a gente eh já foi ficando um pouco mais leve no agora no final do ano eh no começo do ano de em janeiro né 2024 a gente fez um esforço muito grande de alocação aproveitou esse fechamento Todo e agora a gente vem ficando um pouco mais leve e esperando um pouco essa abertura de taxas tá a gente entende que é uma abertura leve como eu comentei alguns book buildings já foram nesse sentido né de corrigir uns 10 15 20 bips aí da dos expeditos das taxas a parte de incentivadas a
gente já tá vendo uma abertura um pouquinho maior ali eh Então se o investidor Olha isso direto no ativo né seria investe direto em libos incentivadas ele tem que Apertar os cintos ele tem que se controlar ali porque a ntnb ela ela influencia diretamente na precificação desse ativo ela tá muito volátil e por outro lado o spread do crédito privado também tá igualmente ou até mais volátil tá eh do nosso ponto de vista a gente tem um resultado que tá muito bom no fechamento do ano 12 a gente não completou 12 meses ainda né da
estratégia de incentivadas mas vimos aí com um resultado muito bom batendo aí o CDI com folga e Esperamos que a gente consiga aí eh manter essa trajetória só que com um pouquinho poquinho mais de volatilidade sabe eh então a gente comenta que a a volatilidade a macroeconomia desafiadora Ela traz alguns Alguns impactos que afetam né um pouco o investidor Mas por outro lado são eh oportunidades trazem também consigo oportunidades né no meio desse ruído todo a gente já consegue enxergar boas oportunidades aí de Agregar mais valor aí pro cotista ótimo Pedro até queria aproveitar eh
queria te ouvir exatamente nisso né nesses desafios e oportunidades na gestão dos fundos de crédito privado especificamente aí os fundos de demores incentivadas eh você comentou já um pouco sobre isso eu queria até que você explicasse um pouquinho melhor o termo de estar leve quando você fala sobre gão acho que vale a pena entrar um pouquinho no detalhe sobre isso eh já pensando em Como que vocês vão se posicionar Num caso em que esses spreads abram no ano que vem né que é o cenário que você tá colocando Eh potencialmente aí possível eh outra pergunta
só encaixando é se diante disso eh Talvez as oportunidades estejam em outros tipos de fundos como fundos de renda fixa ativo ou fundos de juros e moedas enfim outros fundos de de renda fixa que não fundos de debentures e incentivados legal essa é uma boa Pergunta eh temos bons desafios aí para para 2025 eh notadamente o nosso desafio para 2025 É de fato a volatilidade né a gente vê o mercado de de crédito privado ainda muito pouco líquido eh então nós BB asset somos uma asset de grande porte né então a maior as da América
Latina a gente tem um grande volume então a gente de fato tem mais eh resiliência né para para aguentar um cenário desses mas assets menores a gente acredita que podem ter alguma dificuldade de liquidez De ter que sair de alguns papéis e essa saída de papéis ali ela não é tão fácil quanto no renda vari isso com certeza vai trazer alguma volatilidade a gente vai ter também algumas empresas anunciando aí eh pedindo de waivers de covance eh e não obstante a maioria delas eh tem uma participação muito pequena no nosso PL eh de fato são
eventos que trazem um pouco de comoção no mercado né um pouco de volatilidade então Eh enfrentado esse Desafio eu eu comento que eh a gente tá leve né E aí com isso eu quero dizer que a gente tá mais eh com maior volume encaixa né E esperando essas novas oportunidades eh como a gente também conseguiu eh nesse ano de 2024 alocar eminentemente em em empresas muito High grade né essas empresas têm sofrido menos né Essa essa volatilidade então a gente espera ser menos impactado e com esse caixa aí disponível Aproveitar essa abertura aí da da
taxa do spread né da do crédito privado eh e continuar mantendo aí um nível interessante de eh de retorno tá não obstante como eu comentei eh eh não é um ano que vai 2025 não vai replicar 2024 vai ser um ano um pouco mais desafiador a gente tem um carrego ainda muito bom nos nossos Fundos então não vejo assim uma mudança drástica mas vai ser um ano um pouquinho mais desafiador eu entendo que o investidor D ele se beneficiaria De de uma estratégia um pouco mais diversificada e de fato como eu falei que tem volatilidade
eh que tem desafios mas tem oportunidade então Eh você vai ter muita oportunidade também ali na parte de risco de mercado juros e moeda câmbio eh é muito é perspicaz ali o investidor eh diversificar um pouco não focar só numa estratégia aí para um ano que tem muita coisa em aberto ainda né Eh vamos dizer muito p com a visibilidade né A Única coisa que a gente tem de de visibilidade é o CD ir subindo né O resto você não consegue ver ainda muito bem para onde que tá indo a economia os empresários um pouco
receosos de investir eh então é muito muito interessante a gente ter aí eh esse grau de diversificação e e de modo geral conseguir aproveitar aí dessa volatilidade que a gente vai enfrentar em 2025 acho que falamos bastante de renda fixa mas a minha pergunta agora Vai pro Felipe da Brasil preve esse cenário de uma renda fixa que deve ainda ganhar mais Procura pelo investidor ainda havia espaço para uma locação em renda variável a exposição nessa classe de ativo ela deve aumentar na tua visão para 2025 e se vocês têm alguma preferência pela renda variável lá
fora ou aqui no Brasil Muito obrigado pela pergunta bom eh é um momento um tanto quanto complexo né que a gente tá vivendo aqui eh como Os Pedros falaram né Eh tanto a questão geopolítica quanto a questão intrínseca das empresas né Eh bom paraa renda variável a gente acha que sim tem espaço até o Fred comentou lá com relação às empresas Americanas né internacional como a gente tá vivendo esse geopolítico complicado né Tem a questão do eh near shoring at a questão do fechamento tarifas assim muita coisa acontecendo ao mesmo mesmo tempo eh questões políticas
e também em algumas Em algumas geografias né você vê a Europa com muitas questões políticas em si você tem praticamente um bloqueio também nos Estados Unidos de um de um acordo lá da da nipple Steel com a US Steel então assim muita coisa acontecendo nas empresas que a gente acha que aqui tá muito difícil aqui realmente tá tá tá difícil a a gente aumentar a exposição a gente não vê muita eh um cenário muito eh prospectivo bom Eh paraa renda variável Brasil até pelos mesmos motivos que o Pedro comentou né do crédito privado Vale também
para equity eh e mas assim a gente tem sim eh um um apetite paraa renda variável eh no exterior né E aí seria uma localização uma geografia mais voltada paraos Estados Unidos Pela questão que o que o Fred comentou colocou muito bem eh e e a gente iria além não só a questão da da Inteligência Artificial que surfou uma Uma ótima onda aí em 2024 mas a gente acha que isso daí vai se espalhar para empresas que dependem muito da economia interna americana que a gente pode ver aí um um trump com tarifa subsidiando um
uma retirada de Imposto de Renda paraa pessoa física para pra pessoa jurídica Então as empresas que dependem muito da economia interna pode se beneficiar bastante então a gente pode ver isso se não só as Meg né como era como foi o trade de 2024 mas Possa diversificar isso possa escorrer para muitas outras empresas aí do dop e também do russ como acho que tem muito espaço aí para crescer muitas empresas crescendo e e não apenas né as empresas financiando via ipos ou enfim muito caixa líquido né as empresas com SPR lá também muito eh apertados
então eh tem um mercado é um mercado muito líquido então a gente vê como com bons olhos essa locação em renda variável eh no exterior tá mais precisamente ali Em Estados Unidos a gente acha que algumas outras geografi em equity né em ações a gente acha que tá um pouco mais complexa se a gente for eh pra Ásia pra Europa tá um cenário meio obscuro Então acho que o cenário mesmo que a Geografia pode se beneficiar bastante ante desse desse momento é realmente novamente os Estados Unidos e as as ações Americanas que além do dólar
muito forte né pode beneficiar bastante e as empresas via economia interna aliás Felipe os fundos De previdência tem uma meta atuarial os e os indexados a IPCA mais 7% contribuem bastante né para essa necessidade correto Esse é um conforto adicional ao cliente que possui o produto bom A pergunta foi muito bem colocada que a pergunta ela fala de meta atuarial se isso dá conforto para cliente no produto isso com certeza dá conforto eh mas o que a gente tem que eh aqui né como como gestor de de de fundo a gente tem que segregar é
a meta Atuarial com a gestão atuarial né Eh então a gente tem a meta atuarial IPCA é mais 6 + 7 + 8 dá tranquilidade realmente pro pro cliente do produto eh mas assim o que a gente vê hoje de celic rodando né de CDI rodando a CDI mais 9 talvez CDI + 9,5 eh nos faz ter essa gestão um pouco mais ativa de assim somente IPCA + 7 pode não ser o o melhor dos momentos Então a nossa gestão aqui balanceia com relação a isso com relação a a a o que agregar De fato
mas é fato que uma coisa você colocou é que sim e acho que o risco vai diminuir muito o apetite a risco vai diminuir muito no nos produtos de previdência porque e fica muito difícil você concorrer né Tá muito difícil você ter alguma classe de ativo que que consiga eh bater isso de forma sustentável ou que seja estrutural então da mesma forma que você colocou eh o IPCA +7 é muito bom mas hoje só no CDI você já roda mais do que isso né Se a gente for ver eh anteriormente e na expectativa de inflação
claro que a inflação ele pode pode preter é um head bom com certeza mas a gente acha que eh É muito risco hoje não precisa tomar tanto risco para você ter um um bom retorno para você bater essa meta atuarial Eu acho que isso daí é contribui bastante para PR gestão e pra nossa expectativa aqui de 2025 né então um risco de minuto e Para complementar eu acho que a gente tem hoje eu acho que o trade do ano que vem realmente se resume a moeda né se resume a dólar contra outras moedas eu acho
que e com relação às tarifas aumento de troca de juros entre entre países até conseguir assimilar essas tarifas dentro do do sistema como um todo né do comércio Global Eu acho que isso daí vai acabar o o o câmbio vai o câmbio dessas desses países vai ter que se acomodar em Algum local então a gente acha que esse trade aí para multimercado é muito é muito beneficia muito né porque multimercado consegue ter essa esse benefício de eh operar em todos os os os mercados então a gente acha que o o trade realmente do ano que
vem vai se resumir as moedas a diferença de juros não somente a diferença de juros mas a diferença de tarifas todas essas questões até o o dólar contra as outras Moedas se se acomodar ótimo Felipe obrigada pela resposta eu vou deixar aberto agora para as contribuições finais de cada um de vocês obrigado a todos aí um excelente participar desse painel uma honra mesmo eh como comentário final eu queria reforçar algo que foi dito aqui no painel que é o seguinte a gente aqui eu sou gestor de de fundos offshore a gente vê um fenômeno acontecendo
que eu acho que é perfeita dá para entender perfeitamente Que é uma diminuição no no alguns resgates que a gente percebe nos fundos Especialmente quando a taxa de juros aqui no Brasil tá mais alta né como é o presente momento então a gente vê uma saída de fluxo dos Fundos offshore Claro o brasileiro eh gosta de investir em renda fixa tem um percentual bastante representativo investido em renda fixa eh E no momento de taxa de juros mais alta ele quer aproveitar isso só que eu queria trazer uma consideração que Conversa com tudo que foi falado
aqui do excepcionalismo Americano dos Estados Unidos tá vivendo um bom momento de bolsas lá fora tá vivendo um bom momento em particular Os Estados Unidos eh o soft Landing americano e etc que é o seguinte se a gente pegar o O Retorno médio do s&p 500 Eh tudo bem Tem anos muito bons Como foram esses esses últimos né Tem anos eh de queda mas se você pegar o retorno médio em 5 anos ele tá em torno de 13% Eh Se você pegar o retorno médio nos últimos 10 anos é 11% se você pegar nos últimos
40 anos é é em torno de 11% também então eh não é um e e e a gente compara isso com um CDI aqui que tá em patamar muito alto mas cabe argumentar que diversificar com uma bolsa de qualidade de empresas de qualidade Eh você tá correndo um risco que é bastante controlado Você tem uma volatilidade mas você tem uma um Histórico bastante favorável ao seu lado de um retorno muito muito sólido E lembrando que é um retorno em dólares em em uma moeda que se valorizou muito o o Real eh o dólar se apreciou
contra o Real esse ano eh 26% até agora então Eh se você investe nisso você esse ganho da valorização do dólar ou como eu falei se você quiser investir de maneira redada você pode também e você vai apurar o diferencial de taxa de juros Então você ter um pedaço da sua carteira que eu Considero que deve ser um pedaço importante dos seus investimentos eh numa bolsa que historicamente nos últimos 40 anos paga mais de 10% ao ano eu acho que é um eh cabe ter um um um protagonismo eh muito importante na formação de um
de um portfólio de longo prazo tá queria deixar esse essa esse pensamento aí pros nossos ouvintes e mais uma vez agradecer e nos colocar aqui eh o nosso eu e o nosso time à disposição de vocês do Nossos clientes nossos investidores aí quando vocês precisarem É sempre um prazer tá bom obrigado queria agradecer aqui o convite né a oportunidade de falar a gente às vezes no dia a dia muito corrido muito puxado fica um pouco distante né né do do investidor final então eu acho legal trazer essa ponte e dizer que a gente tá super
à disposição para pra rede né do banco não ficar ali não não guardar para si nenhuma ansiedade acessar a gente por todos os Meios né e conversar com a gente para tirar qualquer dúvida eh nós temos estratégias aqui de crédito privado para todo tipo de gosto todo nível de pimenta né que você queira ou seja pouca tolerância à volatilidade a gente tem algumas estratégias líquidas aqui que rendem um pouquinho acima do CDI tem as estratégias mais arrojadas para quem gosta aí de aplicar um recurso um pouco mais de longo prazo conseguir uma rentabilidade um pouco
maior Então tem Um cardápio extenso pra gente ficar aqui à disposição para vocês ajudarem aí os investidores a tomarem boas decisões e vamos aí apertar os cintos desejar a todos aí Boas festas né nessa virada do ano e e apertar o cintos aí para 2025 que vai ser de de muitas emoções bom queria agradecer bastante aí o convite né Eh nos colocar também à disposição aqui é uma parceria muito muito boa que a gente tem eh é muito interessante essa essa Aproximação e esse contato que a gente tem eh com a bbet também é muito
muito interessante eh aprendo bastante todo dia com vocês eh bom eh acho que o o Pedro falou Pedro Fred colocaram bastante do que eu queria colocar mas eu acho que é isso para 2025 a gente ter eh apertar o cintos Eu acho que isso daí é a palavra de ordem né e e assim continuar com uma diversificação com certeza né tanto Geográfica quanto em classe de ativo eh e e assim reiterar que acho que a o trade a classe de ativo do ano que vem deve ser moedas mesmo deve ser dólar contra diversas moedas aí
do eh do Globo né até com moedas tanto moedas desenvolvidas quanto moedas emergentes eh bom mas é isso queria desejar também a todos um Boas Festas e um ótimo 2025 não eh gostaria também de agradecer pelo convite participar desse painel incrível Com pessoas tão qualificadas aí que a gente conseguiu puxar um debate muito bom ah e acho que aproveitar o espaço para para lembrar pros nossos investidores pros nossos clientes que a gente tá num período eh opcional na história Às vezes a gente entra em períodos como nesses últimos 5 anos em que muitas coisas acontecem
ao mesmo tempo então pensem em tudo que aconteceu de 2020 para cá então para isso eu acho que algumas coisas são importantes Ah Acho que o primeiro ponto é pensar nessa questão da diversificação que a gente falou bastante aqui então Olhe com carinho para investimentos offshore para classes como crédito para outras oportunidades que a gente tem porque é esse portfólio balanceado que vai ajudar a constituir e uma reserva de longo prazo em cenários tão desafiadores e acho que segunda é mostrar que a gente aqui é dentro da nossa holding a gente produz muita inteligência tem
pessoas Muito gabaritadas muito qualificadas eh que estão aqui à disposição seja na prev na asset no banco para para ajudar a Navegar nesses cenários e identificar as melhores oportunidades Então esse papo acho que já deu um um um bom start nessa nessa nossa jornada de pensar 2025 e acho que esse é o cin pra gente Navegar esse período turbulento que deve continuar turbulento por mais um tempo né então muito obrigado pessoal pela oportunidade pessoal agradecemos Imensamente a participação né de todos vocês muito obrigado pela parceria e pelas ótimas contribuições muito obrigada por compartilhar as análises
de cada um de vocês pro ano que vem a gente encerra agora esse painel fiquem com a gente porque na sequência ainda teremos o bloco de mercado de Agronegócios para o ano de [Música] 2025 agora damos início ao painel Voltado especialmente para o nosso cliente mega produtor com nossas avaliações de cenário e das principais culturas voltando nosso conteúdo para as nossas orientações na gestão da comercialização e estratégias de R É isso mesmo Júlia e para falar hoje sobre esse mercado do negócio o cenário para 2025 nós temos aqui o Caio Paganini né Caio seja bem-vindo
né O Caio é o especialista em Agronegócios do BB Private e vai conversar conosco sobre Esse cenário cai olhando para 2025 O que que você poderia falar para nosso cliente sobre as perspectivas pro mercado de grãos olá Patrick Júlia Obrigado por me receberem Bom primeiramente o mercado de grãos é o que vai puxar o crescimento do PIB do agronegócio do ano que vem as perspectivas atuais né quando a gente mede área plantada com avanço produtividade com avanço maior ainda é do crescimento da ordem de 5% tá do PIB Do agronegócio podendo até passar esse número
a depender dos níveis de produtividade falando especificamente do mercado da soja né a safra esperada gira em torno de 166 milhões de toneladas podendo chegar a números superiores a 170 milhões de toneladas por si só isso já é um ento de 13% no volume em relação ao ano passado para o milho nós temos o mesmo racional um aumento di área mesmo que mais Modesto e o aumento de produtividade né em conjunto esses Fatores vão elevar aí o volume do Milho produzido para 2025 é na ordem de 3,5 por. as notícias são boas porque para além
de uma produção maior né é mais commodity para vender né Essa maior produtividade veio em conjunto com custos menores Então isso é uma boa notícia pro produtor tá isso ajuda aí na composição das margens pro ano que vem quando a gente olha então pros grãos na tendência de preços a gente pode imaginar que 2025 a gente pode Tero uma Certa pressão no preço da soja e eventualmente algum tipo de valorização do Milho Como que você vê a questão dos preços para 2025 certo em relação a preços a gente tem que citar algumas tendências né globais
que estão ocorrendo nesse momento né e a primeira delas eu citaria a eleição do Donald trump nos Estados Unidos bom como primeiras expectativas né o mercado já faz a leitura de um possível aumento né de tarifas no comércio internacional Sobretudo contra a China o primeiro efeito né dessa possível taxação seria uma pressão maior sobre os futuros de Chicago assim que houve a notícia da eleição do trump esse movimento já começou a ocorrer né e a medida em que novas notícias em relação à guerra comercial são divulgadas né a gente vê uma volatilidade maior em Chicago
e como uma segunda leitura desse cenário uma diminuição no ritmo da queda de juros nos Estados Unidos que mantém o dólar Globalmente forte e também constitui né uma dificuldade uma pressão de preços aí para commodities E aí Voltando a falar especificamente da soja e do Milho né isso atinge cada uma de maneiras diferentes para a s né uma taxação Estados Unidos versus China aumenta a demanda externa pela soja brasileira em alguns outros momentos da história a gente viu que isso aumenta os prêmios nos portos brasileiros para esse ano não há uma Expectativa de um aumento
tão significativo nos prêmios justamente porque a safra do Brasil né vai vir um volume extremamente grande né Isso dificulta Esse aumento de prêmios e composição de preços no mercado interno para o Mercado do Milho né vale as mesmas variáveis só que com algumas situações que são atenuantes principalmente AD vindas da demanda interna e da demanda externa internamente temos o setor de Carnes Ainda demandando muito forte a um milho brasileiro E também temos a expansão tá do Parque Industrial do etanol de milho que deve aumentar a demanda pro ano que vem na ordem dos 4 milhões
de toneladas externamente observamos a continuidade da dificuldade de escoamento de produção no Mar negro e alguma dificuldade climática na produção de trigo na Europa n esses fatores também aumentam a demanda pelo milho né e o Brasil está em uma posição muito Confortável em termos de volume tá em termos de competitividade de preço frente a esse cenário perfeito cai a gente vê que no mercado de Grã É um cenário bem complexo né da gente analisar saber se o preço vai subir se vai cair mas e como é que tá o mercado pecuário tem uma boa perspectiva
aí para bovina cultura de corte pro ano que vem sim bom apesar de haver uma perspectiva de menor produção de carne bovina no ano que vem Isso é perfeitamente explicado Né pela pela inversão do ciclo pecuário bom né a redução aí do descarte de fêmeas né e uma maior demanda por classes mais jovens de cria e recria isso tende a fortalecer os preços dessas classes mais jovens primeiramente e depois disso fortalecer mais ainda os preços da arroba do boi isso deve ocorrer né ao longo da passagem aí do primeiro para o segundo semestre de 2025
tá Para os mercados de frango né o Brasil deve continuar a posição de maior Produtor maior exportador né e uma ampliação da capacidade de embarques da carne suína também então o setor de proteínas em geral é um setor que vai contar com margens mais positivos em 2025 C também as perspectivas são muito boas uma boa notícia né a gente não tem como abordar obviamente todas as comodities mas tem como você nos falar um pouquinho sobre o mercado de café parece que ele tá num momento muito bom mercado de café em 2025 continua bom Também para
entendermos o que está ocorrendo no mercado do café né atualmente há a leitura de uma redução expressiva na produção brasileira do café arábica e quando a gente olha os efeitos disso na Bolsa de Nova York Julia e Patrick nós vemos preços nominais a níveis pós deada de 1975 né esse evento foi tão e e é forte né que chegou a mudar a geografia da café e cultura no Brasil à época então a preços nominais hoje nós temos os mesmos Patamares na Bolsa de Nova York que traz um um um preço interno aqui dentro do Brasil
a níveis históricos também né então em que Pese tem termos que considerar né uma safra menor analisar caso a caso cada propriedade né Quais foram as perdas qual qual o potencial produtivo né os preços do café estão extremamente interessantes tá e a níveis historicamente muito altos eu só quero ressaltar tá um fator que tem sido muito importante paraa precificação dessas Commodities irreais que é o câmbio em níveis desvalorizados então a gente falou que isso tem hoje um efeito muito grande na precificação da soja né do milho em menor proporção mas está lá presente tá do
Parque Industrial frigorífico tá ele vai ficar voltado para as exportações no ano que vem durante todo o ano então o câmbio vai ser primordial pra composição desses preços também e do café né cuja base de preços está lá na Bolsa de Nova York Então hoje já aproveitando para falar onde o produtor deve olhar com muita atenção para além de todas as questões de controle de custos né de estratégias de comercialização olhar para movimentos de câmbio que ele vai ser essencial ao longo de 2025 quando a gente fala de composição de Margem né e fazer a
a a a margem média aí de lucratividade da propriedade perfeito cai Posso aproveitar e perguntar caiu em relação a exatamente à gestão do risco de preços Né você comentou um pouco agora do dólar quais outras de repente estratégias de R o cliente poderia começar a olhar com mais atenção se preparando paraa possível volatilidade dos preços ali ao longo de 2025 Júlia eh hoje quando a gente fala de estratégias de R né em um modelo de boas práticas de gestão essas estratégias vão estar contidas dentro de uma política de comercialização é dentro de uma política de
comercialização vão Ser analisados todos os custos né quando foi comprado a que preço foi comprado se era um momento bom de mercado se não era Ou seja é um raio x de toda atividade de comercialização do cliente e aí na hora da venda né a gente conseguir Olhar todos esses fatores de mercado e mostrar né para o o mega produtor a importância de fazer um portfólio de comercialização né utilizando o barter para cobrir custos fazendo vendas no físico antecipadas e também utilizando as Ferramentas financeiras de red né que hoje a nossa mesa tem à disposição
seja elas negociadas na B3 sejam elas negociadas em Chicago sejam elas negociadas em Nova York tá o importante é que dentro de um contexto de um mercado muito volátil hoje a gente fugi um pouco dessa análise estritamente de preço e jogar essa análise focando muito na margem quando eu falei lá no início de política de comercialização dentro de todas as características da propriedade Analisa-se o custo analisa-se o mercado e traça-se uma rota de margem de lucro da atividade que seja factível que seja alinhado com a com a realidade a partir de então nós ajudamos o
cliente a localizar essas oportunidades no mercado seja via Barker seja via travamento de de venda física seja via travamento de de de ré financeiro né nas bolsas do Brasil e do exterior assim ao longo do tempo quando a gente foca em margem deixa de focar um pouco no preço a gente Vê que essa comercialização é feita de modo a evitar né a volatilidade de mercado porque não está sendo comercializado nem a Picos de preço muito altos que podem levar alguma ilusão de preços futuros e nem a Picos de preços muito baixos que comprometem a margem
do Produtor hum ótimo eh Caio até queria de repente pedir pro Patrick complementar acho que o c trouxe bastante de dinâmica de preço eh mas para Além disso quais seriam as outras Recomendações de repente pro produtor rural pensando em planejamento mesmo financeiro pro ano ano que vem perfeito Júlia bom acho que como o Caio falou né pessoal eh É um cenário mais desafiador Júlia pro ano que vem a gente tem aí uma possibilidade aí em que pesa ter boas oportunidades no preço do do do boi gordo no preço do café em outros produtos mas principalmente
para grãos a gente vê uma maior dificuldade em relação aos preços e a margem deve se Estreitar Então essa situação e essa maior volatilidade no mercado também ela deve trazer pro produtor uma necessidade maior de tá olhando justamente pro que o Caio falou né de tá olhando mais para Essa gestão do Risco de preço então trabalhar mais a gestão do Risco preço Isso é uma uma prática uma boa prática de gestão que vai ter que ser intensificada em 2025 e obviamente avançar um pouco mais a gente vê que pode acontecer de ter aí um Estreitamento
de Margem e Isso pode impactar ali o fluxo de caixa do Produtor então o produtor vai precisar olhar um pouquinho mais pra questão justamente da gestão econômico financeira da governança da propriedade da governança da atividade cuidar bastante ali realmente de como que estão os seus indicadores financeiros de alavancagem né então tem esse ano de 2025 vai exigir mais realmente né do eh do produtor de todos aqueles que Trabalham com produtor para que olh um pouco mais para as práticas de gestão né que olh um pouco mais paraas práticas de governança Para justamente causar uma maior
perenidade na atividade né E poder tá propiciando passar essa volatilidade de 2025 em condições seguras lembrando Júlia e Caio né que o Banco do Brasil pode ajudar os nossos clientes e tem toda uma equipe capacitada para apoiá-los nesses desafios aí de gestão e principalmente nas orientações de Comercialização em Red ótimo Patrick muito bom ouvi-los obrigada Caio Obrigado Júlia Agora nós estamos encerrando esse painel sobre Agronegócios fique aí conosco nós vamos conversar no próximo painel sobre recomendações de alocação para 2025 tema [Música] importantíssimo a partir da avaliação dos cenários e a opinião dos especialistas reunimos nesse
painel as oportunidades por classes de ativos e Nossa orientação para locação pensada para o ano de 2025 né Júlia exato Patrick o nosso time construiu com muito cuidado o material diretrizes de alocação e carteiras recomendadas com o link na descrição desse vídeo para vocês além da visão por classe de ativo lá diferentes estratégias de carteiras recomendadas estão disponíveis para apresentar nossa visão eu chamo Richard Ferreira que é o nosso especialista de alocação seja muito bem-vindo Richard Obrigado Júlia Obrigado Patrick eh como Patrick mencionou né Esse aqui é mais um painel que vai resumir um pouquinho
aí de tudo que já foi falado aqui nos painéis anteriores né você já deve ter percebido que a o cenário é bastante complexo né O que dificultou bastante aqui a nossa vida para tentar construir esse cenário aí para 2025 Tá mas eu vou tentar e resumir aqui a as conclusões que a gente chegou e o que que a gente tá recomendando aí para esse próximo Ciclo tá bom eh eu tô com apresentação aqui eu vou começar falando um pouquinho do cenário externo tá eh lá fora que a gente fala um pouquinho primeiro do cenário para
renda fixa quando a gente olha as curvas de juros lá nos Estados Unidos né esse gráfico aqui eh da esquerda né a gente vê aí como que foi o comportamento né do dos juros dos títulos do Tesouro americano né os hes dos treasures eh a gente vê que eh essa linha mais cinza aí essa janela lá do Final do ano passado a gente tinha um cenário mais eh otimista né No que diz respeito ali a Ciclo de corte de juro lá pelo Fed eh de fato o Fed até deu início né a esse ciclo de
corte de juros que o mercado já tava esperando ali eh no meio do ano mas ao longo desse primeiro semestre aí de de 2024 a gente teve ali eh alguns fatores né questões geopolíticas né lá no Oriente Médio Eh toda uma questão ali de inflação que não convergia paraa meta e também até um Medo de uma recessão tudo isso fez com que a curva que as curvas de juro americano elas fechassem abrissem então a gente teve bastante volatilidade aí nessa essas Curvas e agora nesse segundo semestre a gente teve aí e a questão aí da
eleição americana né com a vitória de trump também com os republicanos ali tomando o controle das duas casas no Congresso eh e tudo isso eh elevou ainda mais aí o nível de incerteza do que vai ser a política monetária nos Estados Unidos aí ao longo de 2025 né então Eh o que a gente viu foi um movimento de abertura adicional aí da da dos juros né da de todos os vértices tanto na ponta curta quanto na na na ponta Longa na ponta curta e eh Isso tá muito relacionado até à plataforma ali do trump né
como ele já vem apontando ali na campanha eleitoral ele tem uma um um viés ali de adotar política mais protecionistas né do que diz respeito ali ao comércio internacional eh e Também toda uma política Anti migratória tudo isso vai acabar eh afetando ali a oferta de bens de serviços também a oferta ali de mão deobra no mercado de trabalho então são políticas que tendem né do mercado aí a a elevar a inflação lá nos Estados Unidos e consequentemente o Fed acabaria tendo que agir com a política de juros ali mais restritiva eh um juro um
patamar de juros talvez mais elevado do que aquilo que a gente tem hoje aí no cenário tá eh e quando a Gente olha para esse movimento de abertura na ponta longa Isso tá muito relacionado aí também a questão fiscal o a relação dívida PIB nos Estados Unidos hoje ela tá ali próxima do patamar de 100% e há estimativas aí de que até o final da década isso pode chegar próximo de 130% né então É um cenário eh que traz bastante incerteza quanto a sustentabilidade da dívida americana né então isso acaba sendo refletido também aí nesses
nesses HDs mais longos aí né De 10 de 20 de 30 anos né então Eh levando em consideração também que eh dentro as propostas ali do trump também tá esse H essa questão de corte de impostos né então é uma renúncia de receita e também de G gastos ali de incentivos para setores específicos como de energia defesa Então são fatores aí que tendem a adicionar ainda mais incerteza aí nessa questão da política fiscal americana tá então de certa forma é isso que o mercado tá precificando a Gente ainda tem um cenário bastante volátil né quando
a gente olha ali pro pro mercado de títulos do Tesouro americano né então Eh tudo vai depender de como vai ser esse início de governo trump aí né se ele vai de fato implementar aquilo que ele prometeu e se se for implementar qual vai ser o ritmo né se vai ser mais gradual se vai vai ter vai ser mais rápido então eh a gente tem muita incerteza em relação a isso então a Gente ainda deve ver muita volatilidade aí nesse mercado de treasures tá quando a gente olha para pro mercado de títulos ali corporativos né
das empresas Americanas que Pee as as métricas ali eh estarem eh bem bem positivas né a gente vê empresas com baixo nível de endividamento a gente eh vê a atividade econômica crescendo a gente vê um ciclo né de de corte de juros ainda lá pelo pelo Fed e tudo isso acaba reduzindo né aquele risco de default das empresas né E até por isso h a parte do mercado enxerga ali uma oportunidade bastante interessante dado né que que a gente vê taxas aí historicamente bastante elevadas né bastante atrativas especialmente naquele mercado ali dos títulos rild né
que são aqueles títulos que TM um grau de risco maior né mas quando a gente observa ali aquele componente relacionado ao spread né do do em relação ao tesouro americano eh a gente vê que esse que esse pré ele Tá rodando ali nas mínimas né na mínima histórica 2.6 2,6 pontos percentuais ali acima do do do título do Tesouro americano então é um patamar eh na nossa visão muito baixo né que de certa forma acaba não justificando ali o risco da classe né então Eh de maneira geral mercado de renda fixa lá fora a gente
não vê muitas oportunidades aí para para Tentar aproveitar nesse próximo no ciclo tá eh já em relação à renda variável aí o cenário é um pouco diferente né né Nessa lâmina aqui nesse gráfico da esquerda a gente traz a performance dos principais mercados acionários eh do mundo né de alguns dos principais mercados eh medidos aí pelo pelos índices do msci eh essa esse essa linha verde aí que vocês estão vendo descoladas demais a partir de 2020 de 2020 ali é é o mssa Estados Unidos né a renda variável lá americana n e a gente percebe
aí que que nesses últimos anos eh tem tido uma performance excepcional Né vem subindo consistentemente eh e tudo isso tá atrelado ali De certa forma a uma questão de política monetária né expansionista a gente teve juros ali chegando próximo de 0% ao longo dos últimos anos depois da pandemia a gente também teve um um incentivo fiscal ali que também acabou eh impulsionando a economia atividade econômica impulsionando ali o crescimento eh mais recentemente agora a gente teve também toda a questão eh do desse início do Ciclo de corte de juros do Fed que também acabou de
certa forma ajudando ali eh mas para 2024 Talvez o que que mais impulsionou a bolsa aqui tenha sido talvez aí toda essa essa performance positiva que a gente viu Eh naquelas empresas naquelas gigantes de tecnologia né as bigtechs ali que investem em eh pesquisa de Inteligência Artificial né Então essas empresas elas Puxaram aí os principais índices americanos lá para cima eh e e e de certa forma isso Acabou Contribuindo né Eh a cada trimestre aí que elas apresentam resultados a gente vê elas entregando né superando aquilo que o mercado tava projetando em termos de receita
em termos de lucro e não só isso mas também projetando eh uma elevação dando guesse ainda maior de receita pros eh períodos subsequentes né o que de certa forma também eh contribuiu para para essa performance excepcional tá eh ok a gente vê esse esse essa valorização aí da da bolsa Americana a gente pode se perguntar né Mas será que não é um mercado caro né pra gente tá olhando agora eh nesse gráfico da direita aí a gente traz uma das principais métricas que a gente usa métricas de valuation aí para avaliar eh a a a
performance de renda variável né e a gente nota aí nessa performance comparativa vários mercados a gente vê ali o Brasil eh eh bastante descontado né só para explicar esse gráfico né esse aqui é essa barra cinza ela significa aí O ponto mínimo e máximo da métrica índice preço lucro né Price to earnings que que é a uma métrica importante aqui que a gente usa para para avaliar se a empresa tá cara e quando a gente pega a média aqui eh dos Estados Unidos a gente vê eh a a média essa Barrinha roxa tá ela tá
ali na casa de 19.2 mas hoje o mercado acionário americano essa essa média Histórica de 10 anos tá quando a gente pega o ponto que a gente tá hoje a gente tá ali com um índice preço lucro Na casa de 24.2 o que seria de certa forma o indicativo de que a bolsa americana tá cara né mas quando a gente abre esse índice aqui se a gente tirar fora desse desse componente aqui Todas aquelas empresas que Eu mencionei aquelas Big Tex e que tem um peso relevante aí no no nos nos índices dos Estados Unidos
a gente chega num índice preço lucro que tá mais perto ali da Média né O que acabaria indicando de certa forma que ainda tem espaço pra Valorização eh do do mercado acionário americano né e levando-se em conta aqueles fatores que eu já mencionei né de que atividade econômica por lá tá crescendo é a gente ainda tá diante no ciclo de corte de juros eh a partir do ano que vem o trump Toma Posse né e dentre as promessas de campanha dele tá ali cortar impostos para empresas também reduzir a a regulação Então são todas medidas
aí que de certa forma vão acabar beneficiando Aí as empresas Americanas eh então é é olhar para cada setor ali né alguns setores obviamente vão vão acabar sendo mais beneficiados né Essa questão por exemplo do corte de impostos deve beneficiar aquelas empresas menores né as small Caps e a questão da desregulação pode acabar beneficiando aí o setor financeiro e então São são é uma questão da gente procurar ali dentro da do mercado acionário americano empresas que T métricas de qualidade empresas que Tem métricas e interessantes ali pra gente e poder alocar tá E mesmo essas
bigtech também né a gente e vê esse índice preço lucro dessas bigtec bastante esticado né as empresas tão caras mesmo mas elas são empresas que estão capitalizadas são empresas que estão e entregando resultado entregando E então é importante a gente eh manter alguma locação ali também né antes de passar aqui pro cenário doméstico eu queria só apresentar esse Quadro aqui que é um um comparativo aí da do retorno das principais classes de ativo eh lá de fora né É só para mostrar aí como que tem sido eh o desempenho dessas classes a gente percebe que
ao longo dos últimos anos elas se alternam né mas é importante destacar aí a performance da do mercado acionário americano no ano passado já havia tido um crescimento bastante expressivo né foi e a a classe que mais eh melhor performou né em 2023 o crescimento de 25% e agora em 2024 caminha aí para fechar o ano com retorno acumulado próximo de 30% né então é um crescimento excepcional né E quando a gente olha esse mesmo quadro só que para ativos domésticos né o o é importante é que o CDI nunca decepciona mas nesse ano de
de 2024 o dólar disparado foi o ativo que mais eh rendeu né a gente teve questões externas né que fizeram com que o dólar se fortalecesse mas também tivemos fatores domésticos Aqui de política fiscal de política monetária que acabaram também contribuindo para essa alta da moeda americana domesticamente né então uma alta de quase 20% então Eh importante aqui até curiosidade né quem quem acabou mandando dinheiro para fora lá para investir no s&p 500 acabou ganhando aí muito duas vezes né tanto na valor ação do sp500 quanto na na no na avaliação cambial né então foi
talvez parado aí a melhor o melhor investimento do ano bom Então finalmente a gente entra aqui no cenário doméstico né é importante a gente falar um pouquinho aí do que tá acontecendo né todo esse movimento aí nas curvas de juros né a gente vem acompanhando aí ao longo das últimas semanas eh aqui eu tenho gráficos aqui tanto para curva nominal quanto paraa curva de juros real a gente vê aí uma uma forte abertura né nas duas e essa linha ela que ela representa qual era o cenário no final do ano passado era a Precificação do
do mercado né em relação aos diis eh a gente tinha ainda no no início do ano uma perspectiva de que o COPOM ia continuar eh a dando início dando continuidade né nesse ciclo de corte de juros por aqui eh infelizmente ali no no segundo semestre a gente viu o cenário se deteriorar bastante né as expectativas de inflação elas começaram a se desancorar ali da meta de 3% pro pro horizonte que interessa pro banco central que é o horizonte de 2 anos e Então o banco central acabou tendo que agir interrompeu o ciclo de corte de
juros e começou a a subir juros né e e agora mais recentemente começou a acelerar o passo de altas aí então e a gente agora tá num cenário que a gente não sabe até onde a os juros podem ir aqui eh no Brasil tá e quando a gente olha aqui para PR pra curva de juros real a gente também tá vendo aí um cenário estressado né e de certa forma a gente consegue hoje ver até eh Papéis aí pagando IPCA mais se né ou até mais que isso né que são taxas historicamente bastante eh elevadas
né E mesmo aqui na curva nominal né Eh di aí para para 2 anos próximo de 16% também é algo que a gente não tá acostumado tá então eh São taxas bastante atrativas e que abrem aí uma oportunidade para aquele investidor que tá olhando para um Horizonte mais longo né É óbvio que no olhar mais tático aqui no olhar mais de curto prazo essas curvas elas devem eh Oscilar bastante né Principalmente por conta de todo esse cenário que a gente tá vendo aí de discussão sobre o pacote fiscal lá na Câmara então Eh tudo isso
ainda pode acabar fazendo com que a curva abra ainda mais mas de novo né para quem tá olhando para longo prazo é um um importante um momento legal aí para talvez iniciar uma locação ou para quem já tá locado aumentar a posição né Eh eu trago até como exemplo aqui eu tava olhando agora a pouco ali no no Site do Tesouro né a gente tem lá um papel o pré-fixado que vence ali em janeiro de 2031 né o papel que lá em janeiro de 31 vai te pagar R 1.000 hoje tá sendo negociado aí no
mercado a 434 né então é é um é mais que dobrar o capital num período aí de 6 anos né Eu acho que poucas opções de investimento te dão um retorno garantido desse né então Eh de novo eh só para representar aí como que esse mercado tá Tá bastante atrativo né E quando a gente olha ali Para para crédito privado né a gente acho que a Viviane já apresentou bastante aí no painel de renda fixa né Eh de novo né a gente tá com os spredes aí bastante comprimidos né em relação à ntnb eh a
gente tem aí essa perspectiva de juros mais altos aí pro ano que vem isso deve penalizar ali alguns setores mais cíclicos da economia né então a gente tá com um olhar aqui de mais cautela de mais neutralidade aqui paraa classe de crédito privada tá indo paraa Renda variável doméstica né Eh eu apresentei agora a pouco ali a o comparativo entre o aquela métrica de índice preço lucro do Brasil com outras com outras economias né mais voltada ali pros Estados Unidos a gente viê que o Brasil tá descontado frente a seus pares mas quando a gente
olha historicamente a gente também vê ali um desconto bastante interessante ali do do índice preço Locco que mostra que a nossa bolsa tá bastante barata bastante descontada né e Mas infelizmente a gente não vê nenhum triger nenhum gatilho que faça com que a nossa bolsa suba né a gente tá num cenário aí de J mais alto um custo de oportunidade mais alto aí para que o investidor eh Invista em ativos de risco aqui domesticamente então a gente acaba ficando ainda mais dependente do fluxo estrangeiro e nesses últimos meses aí a gente nota no nesse primeiro
gráfico que o fluxo estrangeiro tem sido negativo muito em função também do que a gente tá Vendo lá fora né o as bolsas Americanas aí eh bolsa americana performando muito bem acaba atraindo muita atenção do investidor lá fora o próprio juros lá nos Estados Unidos no patamar mais alto também acaba enxugando liquidez aí eh do mundo então a gente não tem no no curto prazo aí eh nenhum gatilho que que faça com que a nossa bolsa eh se se recupere né ou volte aí a patamares de preço mais justos é mas eh eh eh também
é uma oportunidade aí em Termos de de desconto tá mas nosso olhar aqui nesse caso é de cautela também eh aqui nesse último slide eu trago aí um um resumo né do que é a nossa locação estratégica para para esse ciclo agora de 2025 tanto na visão offshore quanto na visão aqui doméstica né então importante destacar aí que olhando lá fora a gente eh tá com esse viés Mais Positivo ali para Estados Unidos no no no tático né olhando ali no curto prazo mas para longo prazo a gente tem que Ponderar que talvez a gente
tenha um cenário lá na frente de juros mais alto a a própria expectativa também de que a economia Americana entre num pouso Suave né então a gente teria aí uma desaceleração da atividade econômica o que acabaria também eh IMP and ali na performance dos ativos na bolsa então olhando para longo prazo a gente tá neutro tá a gente tá reduzindo aqui a a a posição em Europa né Acho que o cenário lá tá bastante conturbado né a Gente tem uma atividade econômica que tem apresentado números muito fracos a gente tem toda a questão geopolítica ali
de algumas eh de alguns conflitos ocorrendo ali no entorno da zona do Euro né a gente tem conflito no Oriente Médio conflito entre rúsia e Ucrânia e e o próprio contexto político ali em duas das principais economias da região ali né na França e na Alemanha né Sem falar da da Incerteza eh do que vai ser a política de trump PR a política Comercial de trump pra zona do Euro né então existe aí um receio de imposição de tarifas também e então a gente acaba eh ficando mais mais negativo aqui com relação a a Europa
tá eh passando então pro doméstico aqui aqui como Eu mencionei a gente tá bastante eh positivo para pra renda fixa local né a gente tá over aem Praticamente em todas as classes né pós-fixado pré-fixado e crédito privado nossos portfólios Eles já tem uma Parcela relevante ali em pós fixado então a gente tá elevando peso aí nessa classe mas a gente também não tá deixando de considerar a atratividade aí isso quando a gente olha no num num vias mais de longo prazo numa janela mais longa tá a gente não pode deixar de considerar essas taxas atrativas
aí na renda fixa pré-fixada e indexada a inflação tá então a a gente também tá aumentando a nossa posição aí nessas duas classes mantendo aí eh um viés mais Neutro paraas demais classes tá bom bom acho que basicamente é isso Júlia patrique é um resumo aí do do que a gente tá esperando aí para esse próximo ciclo Obrigada Richard Obrigado Richard Julia e Richard vocês comentaram né da elevação em algumas posições Exposições a classes de ativos né quais seriam as principais alterações aí que vocês estão fazendo realmente nas nossas recomendações de alocação olhando para 2025
quer dizer quais são realmente as Estratégias que vocês estão colocando ali já olhando para esse 2025 quando a gente olha para 2024 o que que o que que diferencia basicamente o ano de 2025 para esse para esse ano agora que nós estamos encerrando posso responder essa Rich perfeito é bom Patrick acho uma ótima Pergunta a gente periodicamente revisa e a locação recomendada entre classes de ativo e não foi diferente agora nessa virada de ano a gente passa a olhar paraas nossas classes de ativo Projetar retornos projetar volatilidades então sentar estudar mesmo eh quais são essas
oportunidades presentes muito numa visão de risco e retorno que é muito importante pro nosso cliente Private então a gente faz esse estudo e de um modo geral Resumindo um pouco do que foi feito nós optamos por aumentar a exposição elevar a exposição em renda fixa de um modo geral eu tô falando da elevação do pós-fixado mas do pré-fixado e da inflação também lembrando a gente Tá falando de um cliente Private que é um cliente com uma visão de longo prazo então eu tô falando de papéis que a gente pode manter aí para carrego de portfólio
até o seu vencimento e em taxas muito interessantes como o Richard trouxe aí a um exemplo da própria ltn do do título pré-fixado do tesouro direto eh hoje aí abaixo de R 500 o pu de compra né então São alternativas por isso a gente aproveitou esse momento para aumentar um pouco as Exposições Nessas nessas três diferentes classes ativo e além destas a gente também elevou um pouco na composição em relação ao ano passado a parcela de investimento no exterior Qual é a razão de fazer isso né Eh as classes que eu comentei antes de renda
fixa estão muito associadas a riscos domésticos a partir do momento que a gente aumenta a exposição nesses riscos domésticos é prudente para o portfólio dos nossos clientes amortecer Essa volatilidade com classes de ativo que sejam de alguma forma Desc correlacionado então a gente traz uma elevação também da classe de investimento offshore eu tô falando tanto em renda fixa como em renda variável para que amorte eventos de cauda eventos de maior risco e o portfólio do cliente olhando nessa visão única caminhe com uma boa um bom balanço de risco retorno eu elevei Renda Fixa aqui elevei
eh offshore que que eu Reduzi né Então e nós ali do time de estratégia de investimentos debatemos muito essa decisão e a gente eh tinha dentro dos nossos portfólios uma locação mais pesada em multimercados uma exposição relevante vou colocar dessa forma a gente reduz Então essa parcela da classe multimercados para abrir espaço para para essas outras dois grupos aí de alocação tá lembrando que esses movimentos né de elevação e redução são Eh ponderados para cada nível de risco das carteiras recomendadas então para carteiras mais arrojadas a gente consegue fazer esse movimento mais e mais maior
né digamos assim para carteiras mais conservadoras de clientes moderados esse ajuste Talvez seja um pouco mais tímido mas também aconteceu acho que de um modo geral São essas as principais alterações que a gente faz olhando para 2025 legal Júlio obrigado e como que vocês fazem esses ajustes de Alocação dependendo das mudanças que vão acontecendo no cenário econômico isso é possível de ser feito de uma maneira dinâmica é possível fazer uma adequação rápida de acordo com as mudanças que forem acontecendo como que é essa dinâmica de de ajustes Sim essa visão que eu apresentei agora é
uma visão estratégica né Como Eu mencionei é uma visão que que tá olhando ali para um Horizonte mais longo né então a a gente faz como a Júlia Mencionou essa eh esse rebalanceamento essa revisão anualmente né então é é uma janela maior ali pra gente fazer mudanças mas óbvio que né pra gente eh a gente precisa de um de uma ferramenta ali que permita a gente fazer essa esse ajuste aí eh de acordo com com a mudança no cenário macroeconômico né então mês a mês a gente se reúne a gente capta a gente consome né
eh o cenário aí De outras áreas do banco e também de parceiros aí com quem a gente conversa Para tentar construir a nossa visão do que vai ser o o mês subsequente né Então a partir disso a gente identifica ali riscos né que e vão permitir que a gente faça ajuste para se proteger ali de uma desvalorização numa classe específica ou também oportunidades né às vezes aparece uma oportunidade aí que a gente vê um um potencial de ganho num determinada classe e a gente pode aumentar a locação a gente tem o estratégico como um mapa
né como um guia Mas a gente pode fazer Pequenos desvios ali né dentro de ranges estabelecidas previamente a gente pode fazer desvios para tentar capturar esses movimentos aí de curto prazo né Então são duas visões né a visão estratégica e a visão tática são abordagens complementares mesmo e aí os nossos clientes conseguem acompanhar isso através dos nossos relatórios doos Nossos Vídeos enfim a gente tá à disposição para comunicar isso da melhor forma possível que bom olhando para 2025 Né E a gente já chegando aqui no final do Da Da nossa dos nossos painéis mas olhando
para 2025 Quais as principais considerações que vocês fariam pro nosso cliente para que ele consiga montar um portfólio bem balanceado em 2025 ótimo Patrick acho que é uma boa pergunta pra gente finalizar todos esses painéis que a gente trouxe agora eh eu eu a gente falou muito sobre diversificação e diversificação de fato é uma regra aí para quem quer construir Portfólios balanceados eh mas isso se aplica a qualquer tipo de de cliente né você cria portfólios diversificados respeitando determinado nível perfil de risco daquele cliente conservador moderado Arrojado agressivo mas isso se aplica a todos os
clientes quando a gente fala do cliente Private ele tem algumas especificidades adicionais que eu acho que vale a gente comentar eh a gente tá falando de clientes com um patrimônio significativo eh São clientes Que conhecem mais do mercado então em geral a gente conversa num nível de eh conversas não só relacionadas a risco Brasil ou classes de ativos domésticas a gente tá falando de oportunidades offshore Então não é tô aqui a fala do Richard é longa porque a gente tem que abordar diferentes mercados diferentes regiões faz parte da do portfólio do cliente é essa parcela
lá fora e são clientes com uma visão de longo prazo eu tô falando de clientes que eh vão Perpetuar esse patrimônio por gerações Então essa visão do Risco retorno custo de oportunidade do alocações acabam sendo extremamente relevantes pra gente pensar a carteira que a gente recomenda e que a gente constrói aqui dentro da nossa equipe partindo disso eh a gente vai paraa outra etapa que é uma etapa que a gente sai dessa visão classe de ativo paraa recomendação ali de produtos de investimento soluções via Fundos via valores Imobiliários enfim Diferentes oportunidades que o cliente tem
o cliente também olha muito aqui paraa eficiência tributária seja na locação direta nos papéis Então você tem renda fixa isenta que o cliente muitas vezes eh acaba eh buscando mas também uma eficiência tributária em termos de sucessão patrimonial de estruturas né que ele possa construir para gerenciar esse patrimônio no longo prazo então tem alguns conceitos aí adicionais no cliente Private que eu diria assim as Carteiras que a gente constrói são carteiras Norte como Richard mesmo colocou são direcionamentos mas quando a gente pensa no cliente específico aí tem uma personalização bem interessante que é cada caso
mesmo olhando pro cliente e ajustando isso a depender da Necessidade daquela família eh última mensagem que eu acho que é importante é deixar claro que apesar de todo o nosso esforço de construir esse vídeo construir esses materiais Eh estudar o cenário estudar os movimentos que estão acontecendo o o mercado vai reservar suas imprevisibilidades Então a gente vai estar diante ao longo de 2025 de mapeamentos de de eventos que não foram mapeados né então a diversificação voltando lá pro começo da minha fala a diversificação a acaba sendo o componente de maior relevância quando a gente pensa
aí nos investimentos eh o portfólio patrimônio líquido desses Nossos clientes Então acho que a mensagem é essa prudência e entender melhor o objetivo de cada um o perfil de risco de cada um e a diversificação de fato seguindo casada aí né Com com as necessidades de liquidez cidades de estruturas offshore e etc perfeito perfeito Muito obrigado Júlio Obrigado Richard sempre bom ouvi-los ótimo e aqui a gente encerra portanto essa edição do Private talks mais longa a última do ano mas com muito conteúdo muito rica no Nosso entendimento eu espero que vocês também aproveitem e contem
conosco aí ao longo do ano que vem Obrigado pessoal tenho certeza que emos aí timos sit para orientá-los contem sempre com o Banco Brasil com a equipe do BB Private [Música]