O mundo está mudando tão rápido hoje que você precisa considerar essas variáveis anteriores mas estar prevendo como vai ser a mudança do consumidor daqui 6 meses, 1 ano. Nós somos pioneiros. A gente está inovando neste mercado a gente já se torna referência nesse sentido.
Então eu conheço, eu sei quais são os gaps, quais são as dificuldades que esse público enfrenta. A gente tinha já experimentado tudo o que existia de melhor no mercado. Mas eu acho que o que importa é o que você tem na sua mente, no seu interior do teu sonho do teu negócio e o que ele está beneficiando na vida de outras pessoas.
Olá, eu sou o José Dornelas e hoje estou aqui no administradores para falarmos de empreendedorismo. Empreendedorismo tem a ver com empreender e a gente fala muito desse termo hoje no Brasil, muita gente quer empreender, mas o que é empreender? Se a gente pensar o que se falava deste tema a alguns anos a maioria das pessoas que buscava empreender pensava em criar um negócio, ganhar dinheiro e ficar muito rico.
Será que é só isso? Ou será que é isso? A gente vem percebendo que essa terminologia ou esse verbo de empreender foi evoluindo ao longo do tempo e hoje a gente diria que as pessoas que empreendem, quando criam o próprio negócio por exemplo, elas estão muito interessadas, não só em construir uma história e em sim, ganhar dinheiro.
Mas também em transformar uma realidade onde eles vivem, melhorar a sociedade, ter um retorno para outras pessoas e não apenas para si. A gente vê muito isso nos empreendedores da nova geração. Os mais jovens que empreendem, não pensam apenas no dinheiro eles pensam o que eles podem fazer para realizar seus sonhos e qual é o retorno que a sociedade vai ter não apenas os próprios empreendedores.
Quão certo é ter uma carreira dentro de uma multinacional? Que quando você tem uma crise, você é cortado e aí. .
O mercado, ele é incerto, então eu preferi fazer a escolha que pelo menos, dentro das incertezas gerassem um retorno maior e que me fizessem saber que todos os dias o que a gente acorda cedo e faz, é para gerar valor além do que recurso financeiro, e sim transformar a vida de mais gente. Então resumindo essa introdução, vocês podem ver na tela, uma definição eu diria mais contemporânea para o ato de empreender. E por que empreender?
Se a gente observar o comportamento do brasileiro a maioria das pessoas no Brasil quando a gente conversa uns com os outros, a gente percebe que todo mundo tem um certo sonho e esse sonho é “Olha, eu quero montar um negócio, eu quero ser o dono do próprio nariz, eu quero transformar a minha ideia em realidade”. E a gente vê pessoas que estão começando sua vida profissional falando disso, pessoas que estão numa atividade profissional já intensa, como funcionário de uma empresa, por exemplo ou na área pública, pessoas que estão se aposentando e falam em montar o próprio negócio, pessoas que eventualmente estão pensando em criar uma franquia ou ser um franqueador, olha uma termologia bastante diferente, a maioria pensa em ser um franqueado e não franqueador. Ou seja, o brasileiro quer empreender.
E se a gente analisar o comportamento do brasileiro, comparando o nosso país com outros países, a gente percebe que aqui, esse sonho essa vontade de colocar suas ideias em prática é muito forte. É muito mais forte que a maioria dos países. Mas o que a gente deveria prestar de atenção para transformar essa nossa ideia, esse nosso sonho, em realidade?
Então eu vou dar algumas dicas. Vou falar de um passo a passo que a gente considera bastante interessante e fundamental, esse passo a passo, para você melhorar sua chance de sucesso. Ou seja, aumentar a probabilidade de dar certo a sua ideia.
Obviamente que não existe uma receita de bolo para empreender. Não existe “faça assim e você vai chegar ao sucesso”. Mas o que a gente vem aprendendo ao longo do tempo é o que as pessoas de sucesso fazem.
O que as pessoas que não atingem o sucesso fazem. A partir do momento que você compara né, esses dois comportamentos, você consegue ter uma trilha para seguir e para aumentar sua própria chance de sucesso. A Hubblefy surgiu de uma ideia, de uma dor real que eu estava vivenciando.
Eu estava em uma empresa que foi adquirida por outra. Eu era o CEO dessa empresa e nós sofremos lá, durante dois anos e meio, quase três anos para fazer essa transição do processo de fusão, integração de equipes etc. Eu sempre fui uma pessoa muito ligada a tecnologia, na minha vida toda trabalhei em organizações grandes, em organizações menores sempre ligado à gestão de tecnologia.
E a gente tinha já experimentado já tudo o que existia de melhor no mercado, mas não encontrei nada que preservasse os conhecimentos vivos dentro da organização, dentro do departamento. Nosso foco é sempre o departamento, para resolver aquele problema e depois pode se expandir para a organização como um todo. Então eu estava em um processo de infusão durante 3 anos, tinha que passar o bastão, eu não ia ficar na empresa adquirida, por condição do negócio e uma preocupação que eu tinha era de deixar, realmente, todas as informações vivas.
E o trabalho foi imenso, enorme. E a partir daí eu comecei a fazer estudos, fui para fora do país, fiquei um período lá, estudando e me aprofundando sobre esse assunto. Criei uma primeira start-up para resolver isso e não deu certo.
Nós fracassamos. Por que? Porque a nossa proposta era de que as pessoas deixassem de usar as ferramentas que elas já estavam habituadas.
E quando em 2017 a gente teve os insights, a ideia com o Hubblefy, a gente preserva tudo o que já existe. O Hubblefy entra como um telescópio, como se fosse um guarda-chuva em cima de tudo aquilo. Você, não necessariamente, pode querer empreender o próprio negócio para ser dono de uma empresa, ganhar dinheiro.
Você pode ser empreendedor, por exemplo, como eu disse há pouco, de uma franquia. Você pode ser empreendedor corporativo, que é aquela pessoa que empreende em uma empresa já estabelecida. Você pode ser empreendedor na área pública, por que não?
Você pode ser um empreendedor social. A diferença do social para os demais, é que o empreendedor social não visa um ganho financeiro para si, ele visa empreender para transformar uma realidade da sociedade em que ele vive. Você pode ser um empreendedor do conhecimento.
Eu diria que cada vez mais esse é o tipo de empreendedor que vai prevalecer na sociedade. O que é o empreendedor do conhecimento? É aquela pessoa que vende um ativo que ela possui.
Aquela pessoa que vende toda a sua experiência numa forma de negócio. Pode ser uma consultoria, pode ser um livro, pode ser uma empresa de varejo, pode ser uma indústria. Ou seja, ele conseguiu, através do seu conhecimento, estruturar um modelo de negócio para transformar aquilo em realidade.
Então se você hoje, pensa em empreender, a pergunta é: Qual é o conhecimento que você tem em determinada área para você utilizar como ativo para transformar esse conhecimento na sua ideia e que depois vai se transformar na grande oportunidade de negócio da sua vida. Eu tenho vasta experiência em recrutamento e seleção. Eu fui business partner de algumas multinacionais, então eu entendo a real necessidade do meu cliente, que é o recrutador, que é o gestor e principalmente o candidato.
Então eu conheço, eu sei quais são os gaps, quais são as dificuldades que esse público enfrenta. Então quando eu tive a ideia da Jobecam, eu já visualizei uma oportunidade de melhoria de processos para ambos os lados. Naturalmente, a gente tem muitas ideias ao longo da vida.
E isso é muito interessante. Conforme o tempo vai passando, essas ideias podem ser internalizadas, você coloca algumas ideias em prática, outras ideias você vai descartar. Isso faz parte do universo do empreendedorismo.
Então se você hoje está cheio de ideias e não sabe como trabalhar essas ideias para tomar a decisão de qual delas você vai escolher para ser a ideia que vai se transformar no negócio e quando isso vai acontecer. Não se desespere, isso é super comum, a maioria das pessoas passa por isso. É óbvio que tem pessoas que têm uma ideia logo no início da vida e já coloca aquela ideia em prática e essa ideia se transforma num negócio, que eventualmente se transforma também num grande sucesso.
E essas pessoas se tornam referências, todo mundo as admira e olha sempre ou lê a respeito dessas histórias de uma maneira “Uau, por que eu não faço isso, por que eu não consegui, por que não tenho eu, essa oportunidade? ”. Na verdade, são poucos que realmente descobrem esse momento do “ahá” muito rapidamente na vida e conseguem transformar isso numa realidade bem sucedida, é a minoria que faz isso.
Mas empreendedorismo se aplica para a maioria. Então como eu posso participar desse cenário sem necessariamente ser o dono de uma grande ideia? Na verdade o que você tem que fazer é observar, é ser curioso, não necessariamente ser o mais criativo.
Mas ser a pessoa que mais está atenta ao seu redor para ver problemas que não são resolvidos e que a gente chama de oportunidades de negócio e que você pode, de alguma maneira, transformar esses problemas em uma empresa que vai resolvê-los de uma maneira que outros vão comprar um serviço ou um produto que você está oferecendo. Então essa curiosidade que pode acontecer na sua vida em vários momentos, não só na fase inicial profissional, mas como a gente falou há pouco também, num pós carreira, por exemplo, na fase da aposentadoria. Ou na fase mais ativa na maioria das pessoas que fica ali depois dos 20 e poucos anos até os 40 anos, muita gente empreende nessa fase da vida.
Estatisticamente a gente observa que o grande contingente de empreendedores é bastante jovem. Você às vezes fica se questionando “Eu não tenho ideia, como é que eu faço? ” Ou eu tenho muita ideia ou não tenho ideia, isso também acontece.
O fato é que para empreender, você não necessariamente tem que ser o dono da ideia. Você pode ser um parceiro, você pode ser um sócio, você pode ser uma pessoa que se junta a outras pessoas, e em conjunto vocês transformam a ideia de um, ou de vários num grande negócio. Pense nisso, ser empreendedor é: Primeiro, ser curioso para identificar boas oportunidades, se juntar a outras pessoas para transformar essas oportunidades em realidade e uma coisa que eu ainda não falei mas que vale a pena pensar bastante, tem que se divertir.
Não imagine o empreendedorismo como uma atividade absurdamente desgastante, que vai só sugar do empreendedor ou da pessoa que está empreendendo e não vai te trazer retorno, a não ser em algum momento, ganhar dinheiro. Tem que ser uma atividade que você realmente curta fazer, que você tenha prazer de acordar de manhã e se envolver com aquilo no seu dia a dia. Se você, eventualmente, se envolveu com o ato de empreender ou se envolveu com outras pessoas, tem uma sociedade e logo no início já não está gostando do que está acontecendo, pare para pensar, reflita e se pergunte: “Será que esse é o caminho que eu quero percorrer?
” Por que eu estou falando isso? Porque empreender é um compromisso de longo prazo. Dificilmente você vai construir um negócio e vai transformá-lo em sucesso em pouco tempo.
Você vai ter que percorrer uma jornada considerável com muitas pessoas ao seu redor e você vai ter muitos desafios. E cada desafio superado é um degrau que você está evoluindo aí nessa ladeira pode ser ou pode ser nessa escada que você está cada vez mais subindo para chegar naquele topo, naquele horizonte que você vislumbrou. Ok, você tem uma ideia, você tem pessoas com você, você está super animado e a pergunta que se faz é: Qual o próximo passo?
Como posso saber, antes de criar um negócio, se esse negócio tem um potencial de dar certo? Isso é o que a gente chama de pensar no empreendedorismo de uma maneira estruturada. Nós chamamos esse passo a passo de Processo Empreendedor, ou seja, o que vem primeiro, o que vem depois e como eu estou pensando nos próximos passos ao longo de alguns meses, ao longo de algum tempo que eu estou estruturando a minha ideia.
Primeiro, como é que eu descarto ideias que não são interessantes? Como é que eu descubro que as ideias não são interessantes? Em que momento eu falo de planejamento?
Historicamente, quando se falava em empreender um negócio, rotulava-se muito que todo empreendedor deveria planejar de uma maneira detalhada o passo a passo desse negócio, antes de colocar a empresa em prática. O que a gente também vem aprendendo ao longo dos anos é que muitos empreendedores na verdade, não planejam de uma maneira tão estruturada assim. E às vezes acabam dando certo em termos de empreendedores bem sucedidos.
A pergunta que fica é: Qual é a decisão que eu vou tomar? Planejo de uma maneira muito estruturada? Não planejo?
Dou a cara pra bater? Assumo riscos? O que eu devo fazer?
O fato é que você pode usar essa ferramenta de planejamento em todos os momentos do seu negócio, não só na fase inicial, apesar de ser a fase onde a maioria conhece o planejamento como algo essencial. Pra que serve o planejamento? A gente tem que perguntar o que é planejar, por que você planeja?
A gente planeja para chegar num determinado objetivo e é aí que eu começo a entender se o planejamento vai fazer parte da minha história quando eu estou começando um negócio ou não. O que é atingir um objetivo? Por exemplo eu posso definir uma meta financeira de faturamento para a minha empresa.
Ou eu posso definir uma quantidade de clientes que eu quero atingir em determinado momento dessa empresa, a partir do momento que eu estou criando o negócio. Eu posso definir o momento em que a empresa vai ter lucratividade, de fato ganhar dinheiro. Ou seja, eu posso ter vários objetivos.
Agora, para chegar nesse objetivo, aí eu começo a entender que eu tenho que planejar o passo a passo, inclusive para ter métricas. Para eu poder mensurar se eu estou seguindo em direção a esse objetivo. Ou pode ser ao contrário, você pode falar o seguinte: “Eu quero montar um negócio, porque eu tenho uma ideia aqui, incrível.
Eu adoro essa ideia, os meus sócios gostam da ideia, nós temos um certo recurso reservado e a gente vai dar a cara pra bater, a gente não está preocupado se a gente vai faturar 1, 10 ou 100. O que nós queremos é colocar a nossa ideia em prática, estamos dispostos a fazer isso, a correr riscos e a gente vai aprender ao longo do tempo. Ou seja, não estamos planejando de maneira formal”.
Porém tem um dado importante nesse processo quando você não planeja de maneira tão estruturada. Você está falando o quanto você está disposto a perder, ou seja o quanto eu estou disposto a perder de tempo, de dinheiro, de relacionamentos eventualmente, ou seja, tudo isso está sendo, de alguma maneira, colocado dentro de um cesto para eu tomar essas decisões. Então você tem dois extremos quando a gente fala em criar um negócio a partir do planejamento.
Ou o planejamento muito bem estruturado e eu vou dar alguns exemplos de quando eu uso esse planejamento. Ou o outro extremo, que é o planejamento, digamos muitos mais de “O quanto eu preciso de recursos? ” e menos de “Onde eu quero chegar?
” em termos de receita, faturamento e crescimento do negócio. Esse planejamento mais bem estruturado, geralmente ele é demandado de negócios que você já tem uma certa história para falar. Por exemplo, você vai criar uma usina hidrelétrica, olha quanto investimento se faz necessário para colocar esse projeto em prática.
Necessariamente eu preciso calcular, identificar, saber o potencial de retorno, saber de fato em que momento ou momentos que esse dinheiro vai ser necessário para transformar essa usina num determinado, transformar essa usina em um negócio real, sabendo que leva anos para você ter esse projeto, essa obra concluída. Ou seja, um planejamento mais bem estruturado é meio que óbvio. O outro exemplo, você tem a ideia de criar um app, por exemplo para facilitar a venda de artesanato.
E você fala “Olha, eu poderia fazer um planejamento super bem estruturado, mas eu tenho um sócio que sabe desenvolver esse app, o nosso investimento vai ser mais tempo, do que qualquer outra coisa, a gente constrói o app, faz um protótipo e coloca esse protótipo no ar. Ou seja, as pessoas começam a baixar o protótipo, a gente começa a perceber se ele funciona ou não, se a gente começa a vender, se dá dinheiro ou não dá dinheiro. ” Aí eu estou fazendo o que o pessoal fala hoje, de uma maneira muito intensa no mundo aí das start-ups, das empresas de tecnologia, é o pivotar, mudar, fazer um mínimo produto viável.
Ou seja, fazer um protótipo que se transforma num produto que é muito mais interessante colocar no mercado para saber o que as pessoas vão achar, como elas vão sentir, a receptividade do produto, se vão usar, se estão dispostas a gastar alguma coisa. Talvez isso leve menos tempo e menos investimento do que criar um planejamento super estruturado para essa start-up. É, eu acho que a marca em uma start-up é algo um pouco sensível, justamente porque ela é uma empresa que tem que ser flexível e disposta a experimentar e disposta a mudar.
Não só o produto, como modelo de negócios e segmentos de clientes. Então você não tem que ter tanto apego à marca, né. Então se você precisar mudar, você vai ter que mudar.
A gente já viu aí com várias empresas, a marca foi mudando né. A Uber, por exemplo começou como UberCab. Mesmo o AirBnB já mudou de marca desde como ele foi fundado.
Então não tem que ter muito apego a essa ideia original da marca, assim como não tem que ter muito apego a quase nada né, produto ou modelo de negócio. Você tem que entregar realmente o valor para os clientes que estão precisando de ajuda. Então eu tenho dois extremos, às vezes eu preciso de um investimento pequeno, do ponto de vista dos sócios envolvidos, das pessoas que estão envolvidas na iniciativa e vale a pena assumir esse risco, não fazer o planejamento mais bem estruturado.
E o outro extremo é “Não tem como eu dar o próximo passo sem um planejamento mais bem estruturado”. Mas não é só aí que eu planejo, imagina que vocês colocaram esse negócio em prática, seja o app, seja a usina, e o negócio começa a andar. Eu começo a ter uma história, eu começo a ter um histórico e a partir desse histórico eu começo a tomar decisões pro meu futuro.
De novo o planejamento se aplica e aí entra o planejamento estratégico, que é algo muito utilizado nas organizações de todos os portes. Que é pensar o futuro, pensar onde queremos chegar e geralmente esse horizonte de tempo aí de 1 ano, 3 anos, 5 anos. E hoje em dia, 5 anos, 3 anos é muito tempo porque muita coisa muda nesse espaço de tempo, ou seja, eu tenho que planejar e já agir.
Tomar decisões, rever o planejamento, é algo muito dinâmico e você tem que estar preparado, como executivo aí, não mais apenas como empreendedor, a tomar decisão com base em dados e esses dados vão te ajudar a ter mais assertividade. Então, planejamento, lembre-se disso, você tem dois extremos possíveis o mais bem estruturado. E o planejamento, digamos, mais simples e que você está pensando muito mais em o quanto vai perder e não necessariamente o quanto vai ganhar.
E ambos são possíveis de utilizar. Eu vou detalhar um pouquinho mais no próximo tópico, como eu uso, tanto um como o outro para eu tomar essa decisão, se eu sigo em frente, se eu paro, se eu revejo, se eu repenso o que eu estava tendo como premissa se eu descarto uma ideia e parto para outra ideia. Claro, uma vez que a pessoa é picada pelo bichinho do empreendedorismo, ela nunca mais se cura né.
E eu precisava empreender né, e aí eu achei o amor pelo RH e a vontade de empreender e juntei e criei a JobeCam.