Olá, pessoal. Eu sou a Tatiane e na minha última live com o título Não é a vida que está contra você, ela está respondendo. Eu comentei sobre uma metáfora que mexeu muito com quem estava ali, a metáfora do aspirador de pó usada pelos Abraham.
Muita gente me pediu para explicar melhor. Então, neste vídeo eu quero fazer exatamente isso. [música] Quero te explicar uma ideia simples, mas simples não quer dizer superficial.
Essa metáfora [música] explica porque tanta gente se cansa, se esforça, trabalha duro e assim mesmo sente que nada anda. O Abraham usa uma imagem muito clara para falar disso, o aspirador de pó. Imagina passar o aspirador na casa inteira, fazendo todos os movimentos certos, percorrendo cada canto.
Você empurra, [música] puxa, se movimenta. Se tiver carpete, até ficam as marcas no chão. Visualmente parece que algo foi feito, mas o aspirador não está ligado na tomada.
A sujeira continua lá. É exatamente isso que acontece quando a gente age sem [música] estar conectado. Existe uma crença muito [música] forte, quase automática, de que é o esforço, o trabalho duro e a [música] insistência que fazem as coisas acontecerem.
E a verdade é que a ação é importante. Nada acontece sem ação. [música] Mas existe uma diferença enorme entre ação forçada e ação [música] inspirada.
Ação inspirada dá energia. Ela te deixa mais vivo, ela não te esgota. Já a ação baseada em luta, controle e ansiedade vai te drenando por dentro.
O que o Zbraham chama de modo receptivo não é ficar parado [música] esperando milagres, é alinhar a energia primeiro. É aquele estado [música] em que você faz as coisas no tempo certo e de repente aparecem sincronicidades, ajudas inesperadas, encontros certos. Não porque você forçou, mas porque você estava conectado.
A maioria das pessoas faz o contrário, percebe que está desalinhada e tenta compensar isso com mais ação, mais esforço, mais horas, mais cobrança. É como passar o aspirador com mais força, sem nunca ligar ele na tomada. >> [música] >> O corpo sente, a mente fica pesada e os resultados não vêm.
E aí vem a frustração. O ponto central dessa metáfora é não é parar de agir, [música] é parar de agir desconectado. Eu vou novamente repetir esse trecho.
O ponto central dessa metáfora é esse. Não é parar de agir, é parar de agir desconectado. [música] Olha que preciosidade, gente.
Quando você se conecta primeiro, quando você se alinha emocionalmente, a ação deixa de ser [música] pesada. Isso aqui é muito importante, pois nós somos seres emocionais e são exatamente as nossas emoções que direcionam as nossas ações, os nossos movimentos dentro dessa experiência incrivelmente maravilhosa na vida humana. Então tudo passa a fluir com muito mais naturalidade, com muito mais facilidade.
O Zbrahan explica que o alinhamento acontece quando você aprende a perceber o seu estado [música] interno. A diferença entre acordar empolgado com o dia e acordar já cansado de algo que nem começou, esse sentimento é o indicador. Como eu comentei, nós somos seres emocionais.
Quando você se sente bem, você está mais próximo da sua fonte, do seu ser interior. Quando você se sente mal, não é castigo, é só um aviso de desalinhamento. Por isso que é super importante observarmos as nossas emoções.
As nossas emoções são nossos direcionadores. Se eu não estou me sentindo bem, naturalmente eu não estou alinhada com a minha fonte original [música] de puro bem-estar. E quando eu me sinto muito bem, mesmo que aconteça alguma situação, algum movimento que não foi agradável para o meu ser, mas imediatamente eu busco ali um pensamento mais interessante e isso vai trazer um resultado diferente, vai fazer com que eu me sinta melhor.
Portanto, é aqui que vem uma parte que costuma incomodar a mente humana. E como incomoda a mente humana, você não chega a algo melhor partindo da insatisfação. [música] Você não vai para um trabalho que ama odiando o trabalho atual.
O próximo passo sempre nasce de um pouco mais de satisfação onde você já está. É contrainttuitivo, mas é assim que o aspirador começa a funcionar. Então, dentro dessa metáfora que o Zbrahan fala, é muito importante apreciarmos tudo.
A nossa vida humana, ela parte do princípio da apreciação. Quanto melhor eu me sinto, melhor vai ser e mais fácil atrair coisas incrivelmente maravilhosas. Você não muda tudo de uma vez, você se alinha um pouco e a partir disso o próximo passo aparece.
Às vezes o impulso é pequeno, organizar algo, pedir ajuda, mudar um detalhe, fazer uma lista do que já funciona. Quando o impulso vem do alinhamento, ele não vem com medo, ele vem com leveza, ele vem com clareza. E isso é muito diferente de pensamentos movidos por ansiedade ou escassez.
A história do aspirador de pó não é sobre espiritualidade abstrata, é sobre eficiência real. Movimento sem energia não limpa nada. Esforço sem alinhamento não constrói.
Trabalho sem conexão cansa e trava. A pergunta que fica não é: [música] será que eu estou fazendo o suficiente? A pergunta é: Eu estou conectado [música] antes de fazer?
Então, mais uma vez, a pergunta que fica não é: será que eu estou fazendo o suficiente? A pergunta é a pergunta mais interessante e mais adequada. Eu estou conectado antes de fazer?
Porque quando você liga o aspirador na tomada, qualquer movimento, mesmo simples, começa a funcionar. E é aí que a vida começa a colaborar de uma maneira diferente. Depois comenta aqui, pessoal, se vocês gostam desse tipo de áudio explicativo para que eu possa trazer mais nesse formato que eu particularmente estou gostando muito.
Um beijo grande, pessoal.