E aí, pessoal! Tudo bem com vocês? Estou aqui hoje para gravar mais uma aula sobre os anglo-saxões. Hoje, nós vamos falar um pouco sobre o século IX. O que aconteceu no século IX na Inglaterra que foi tão importante? Já adianto que foi a invasão dos vikings, que mudou drasticamente o que nós conhecemos da Inglaterra anglo-saxã no século IX e deixou sequelas para os anos subsequentes. Ok? Então, vamos começar a falar sobre os vikings. Para começar, gostaria de falar um pouco sobre os vikings. De fato, nós vamos estudar sobre o rei Alfredo, um rei muito
importante na história da Inglaterra, mas antes, um resumo sobre os vikings. Vejam só que as Crônicas anglo-saxãs, que foram compiladas no século IX durante o reinado do rei Alfredo, continuam sendo atualizadas. Nas crônicas, que foram escritas durante o reinado de Alfredo, dizem sobre a invasão dos vikings. Olha só esse cenário curioso, esse cenário sombrio que eles pintaram: "Neste ano, presságios terríveis apareceram sobre outubro. Eles consistiam de furacões terríveis, luzes de raios e dragões ardentes foram vistos voando no ar. Uma fome terrível se seguiu e, pouco depois disso, em 8 de junho, os saques de pagãos
miseravelmente destruíram a igreja de Deus em Lindisfarne." Eles pintaram um quadro bem sombrio, né? Certinho para falar dos vikings. O interessante é que foi tão sombrio assim. Vamos dar uma olhada nessa invasão, que é a principal parte do século IX, mas não vamos falar só disso, ok? Enfim, a palavra "vikings" é uma palavra que significa "aventureiro do mar" ou "pirata". Basicamente, os vikings eram os invasores noruegueses e dinamarqueses que invadiram muito do noroeste da Europa no século IX. Ou seja, os vikings, noruegueses e dinamarqueses, em sua maioria, invadiram muito do noroeste da Europa durante o
século IX, inclusive a Bretanha, inclusive os reinos ingleses. A Crônica de Aethelweard diz que, em algum ponto entre 786 e 802, os primeiros navios de homens dinamarqueses vieram à terra da Inglaterra. O saque de Lindisfarne foi em 793, quando os vikings atacaram o monastério de Lindisfarne. Lembra que lá no começo a gente falou que era um monastério importante? Em 793, os vikings atacaram o monastério de Lindisfarne, e esse ataque parece ter iniciado um século em que as conquistas e os assentamentos dos vikings alteraram profundamente a história do estado, da igreja e da sociedade inglesa. Agora,
é importante mencionar que, embora eu tenha dito que os vikings chegaram pela primeira vez em 793, ainda está no final do século VIII. O primeiro ataque, sim, foi no século VIII, foi em 793. Porém, esses ataques começaram ainda na década de 790 e não afetaram muito a terra. Olha, em 790, o rei que a gente viu na última aula, Mercia, já estava perto do final do seu reinado, estava quase morrendo, inclusive. Entre 796 e 797, ele ainda estava reinando. O que aconteceu? Enquanto eles estavam treinando na terra, não foi muito afetado pelos vikings até o
ano de 835. Nós ouvimos pouco sobre os vikings nas fontes da Inglaterra até o ano de 835. Já tinham se passado três décadas e cinco anos dentro do século IX. Antes que nós possamos ouvir falar mais dos vikings, a partir daí, a partir de 835, os ataques no sul e no oeste da Inglaterra começaram a ser regularmente registrados. Então, os ataques se intensificaram a partir de 835. Antes disso, eles não davam muito trabalho, mas depois disso começaram a dar mais trabalho. Até que, em 865, ou seja, 30 anos depois, um grande exército vikings invadiu a
Inglaterra. Este exército foi reforçado por um grande exército dinamarquês, e essas forças que vieram para a Inglaterra foram chamadas de "Grande Exército Pagão". Esse grande exército, que invadiu entre 865 e 871, foi o exército dos vikings. Esse exército conquistou Northumbria em 867, ou seja, dois anos depois da invasão, conquistaram Lindisfarne em 869 e a maior parte do reino de Mercia entre 874 e 877. O reino de Essex, que era muito importante na época, escapou por pouco, após batalhas sangrentas em 871. Só que no inverno de 878, Guthrum, quem era Guthrum? Ele era um rei dinamarquês
que surpreendeu o rei Alfredo, e ocupou a terra dos saxões ocidentais, se estabelecendo ali e levando uma grande parte do povo pelo mar, conquistou a maioria dos outros. Ou seja, o reino de Wessex quase caiu em 878. Por que não caiu? Porque esse último rei inglês, Alfredo, escapou, que aparentemente estava mais seguro contra os vikings. Mas por que caiu só em 878? Não foi destruído como os outros, como a gente vai ver que aconteceu. Nós devemos isso a Alfredo. Nós podemos ver que devemos isso a ele, e vamos estudar isso de forma mais aprofundada. Vamos
falar tanto da figura do rei Alfredo, também conhecido em português como Alfredo, o Grande. A partir de agora, vamos ver o que Alfredo fez, ele fugiu para o... Esconderijo, ele escapou. Tá, ele estava ou não sabemos como, mas ele escapou. Fugiu com esconderijo em Somerset e, de acordo com a crônica, olha o que a crônica diz sobre o que o fez. Na sétima semana após a Páscoa, ele cavalgou para Pé de Everton e lá vieram encontrá-lo todo o povo de Somerset, Will to e parte de Render, e eles regozijaram-se ao vê-lo. E então, depois de
uma noite, ele foi daquele acampamento para a lei e depois outra noite para É de entanto, e lá lutou contra todo o exército e colocou em fuga. Ou seja, Alfred, o povo da Inglaterra se reuniu e com o remanescente, a ira da Inglaterra, o povo de Somerset, Beauty e parte de Réptil, de acordo com o que a crônica diz, né? Que eram regiões que ficavam lá em um ex. Vieram de encontro a ele, eles lutaram, formou um exército, lutou o controle na Marquesa e colocou, venceu, colocou os dinamarqueses em fuga. Aparentemente, essa foi uma vitória
decisiva para a Alfa e também para o ex. Depois dessa vitória, o Rego Tron e dinamarquês Button aceitaram ser batizados ao cristianismo e recuaram para R10 em assembleia no ano de 880. Ora, Guto não chegou, em 878, e tomou essas e ele perdeu pra ofender, né? Houve uma batalha, eles. Guto foi derrotado em 880, ele recuou para se reverter e aceitou se batizar ao cristianismo. Aí, ela foi ganhando mais poder, cada vez mais. Em 886, Alfredo capturou Londres e entregou Londres para o genro dele, a interreg, que agora estava governando o que tinha sobrado de
Mércia. Como é o do homem, tá? Alfred, nós vamos falar disso aí com mais detalhes depois. A esses nomes a reter é Alfred e outras mudanças que, ao fim de seis. Mas por enquanto, fica assim. É muito cruel frente isso, é importante isso daí, é bem importante. Eles fizeram um tratado no qual a fronteira entre as esferas de influência dinamarquesa foram fixadas na linha de um outro inscritos, sendo o norte ficando com os vikings e a parte mais sul e oeste ficando com os saxões, ou seja, com o reino de Wessex. Olha só, é esse
mapa para vocês não se perderem. Esse mapa, você está percebendo o que você tem que se ater? Se à tenha essa linha preta que está correndo pelo mapa, ok? Essa é a fronteira do tratado de um outro estúdio, ou seja, tudo que estava norte dessa linha de óleo de outros clientes era influência, a influência dos dinamarqueses, e o que estava sujo, essa linha, assim, essa parte mais sul e mais oeste que vocês estão vendo era a esfera de influência dos saxões. Ou seja, depois que Alfred derrotou o Bolton, eles fizeram esse acordo e esse acordo
é onde essa linha foi estabelecida. Toda a noite era do domínio dos dinamarqueses e tudo isso era domínio dos saxões, do rio do oeste e uma parte do que havia sobrado do reino de Mércia, ok? Então, foi essa linha. Em resumo, esse acordo de um outro street, essa linha, a linha de um outro street, que definiu quais seriam as áreas de influência dinamarquesa e inglesa. Depois que Gustavo foi derrotado e confecções respiração novamente, porque a invasão foi forte, como vocês viram, eles entraram, conquistaram no YouTube e conquistaram a estender a conquistar a maior parte de
Mércia, quase conquistar um ex, até que ficou definido esse tratado. Rock, só que em 1893 e 896, um terceiro grande exército invadiu a terra, só que Alfred, real, foi de Wessex, usou muito bem os 15 anos que ele teve de paz entre uma derrota e uma vitória, e essa invasão pra ter esse tempo pra respirar e, com a ajuda de Haia Fred, ele derrotou esse grande exército. Ou seja, esse grande exército, aí, esse terceiro que invadiu em 1893 e 1896, não ameaçou é sexo, apesar de a oferta ter salvado o SFC parte de Mércia. Os
reinos da cultura Mércia estão em grande desapareceram pra sempre, e então, a partir de Alfred, a partir de Alfa e de seus descendentes, nós já podemos falar em reino da Inglaterra. Esquece? Bom, não esquece porque eles continuarão existindo, mas não mais como reinos independentes. Se nós ainda tínhamos a região de Aracatuba e região imersa, a região distingue de Kent, enfim, todas essas ainda continuarão existindo, mas não como reinos. Inclusive o Sr. ainda continua existindo, mas não como reino, embora os primeiros reis da Inglaterra com esse nome, Inglaterra propriamente dita, vieram da linhagem da dinastia de
Wessex, vieram da linhagem de Alfred e seus ancestrais. Que a gente vai falar um pouco deles, você tá os nomes deles pra vocês, tá? Então, a partir de Alfred, isso a gente vai falar um pouco mais na próxima aula, nós já podemos falar em reino da Inglaterra e não mais em vários reinos que abrigavam por 2 a 1. Só que a gente tende, na hora de falar dos vikings, a gente fala, costuma falar, focalizar a parte destrutiva deles. Não foi bem assim. Por mais que eles causaram dano, podemos fazer assim dizer, colocar dessa forma, transformar
as suas espadas em aradas, estabeleceram na terra. Eles não apenas destruíram, tá? É até 800 e 865, por exemplo, eles não afetaram seriamente o ritmo de vida na Inglaterra. Eles eram simples invasores, não vieram para se estabelecer. A partir de 865, a história foi diferente, mas nós vamos citar algumas coisas que vamos tentar desmistificar um pouco esse caráter destrutivo dos vídeos. Que, só que uma coisa importante, e eu vou citar, e a gente vai seguir falando disso logo após uma obsessão com os vikings, pode nos fazer esquecer que haviam coisas positivas a serem ditas sobre
a ética, a sociedade e a cultura em inglês nas primeiras metade da primeira metade do século. Os links só... Invadiram seriamente em 865. Antes disso, os Anglo-Saxões estavam bem estabelecidos; ainda a terra era totalmente deles. Tá, só que a gente já vai falar um pouco desse período pré-865 mais tarde. Por agora, eu gostaria de focar um pouquinho mais na figura de Alfred. A gente vai dar uma parada e, no final, a gente volta a falar sobre a oferta de novo, tá, em outro contexto? A gente volta a falar dele, Alfred. Olha só: é importante a
gente traçar um pouquinho a ancestralidade de Alfred, tá, pra gente ver que as coisas estavam estáveis. Um ex, vou falar disso mais tarde também, ainda hoje. Mas veja só: quem foi o avô dele? Exatamente, o avô de Alfred foi o rei Aethelwulf de Wessex, reino entre 800 e 839. Depois de Aethelwulf, seu filho assumiu o trono: Aethelbald, reinou de 839 a 855. Depois de Aethelbald, os quatro filhos dele sucederam o trono um após o outro. Tá, você percebe uma certa estabilidade no nosso esquema político, nesse reino, nessa época, bem mais que nos outros anos. Vocês
lembram da extrema instabilidade que nós estudamos na última vez, na última aula? Só que vou falar disso um pouco mais tarde, ainda hoje. O importante foi que Aethelred, o reino, e depois de Aethelwulf, Aethelberht, seu filho mais velho, reinou de 855 a 860; Aethelbert, o segundo filho, reinou de 860 a 866; Aethelred, o terceiro filho, reinou de 866 a 871; e Alfred, reinou de 871 a 899. Ok, então essa é toda a linha que nós temos dos reis, a mais importante, até chegarmos a Alfred. Ele era o mais jovem de quatro irmãos, filho de Aethelwulf,
neto de Aethelbert. A influência das crônicas mostra Alfred como um verdadeiro herói inglês, porque ele liderou os ingleses numa resistência de sucesso. Nós vimos que o povo foi às unificações, foi em seu favor: ele derrotou os vikings e os que tiveram que fazer um acordo com ele. No caso, era da marca que ele fez um acordo com eles. Só que essa influência das crônicas não deve nos enganar, porque a gente pode ser tentado a pensar que todos os ingleses viam Alfred como seu líder natural contra o inimigo estrangeiro forte que invadiu ali. E a gente
tem que ver que, na verdade, não era bem assim. No século IX, para começar, a primeira lealdade de um homem era a quem o homem deveria ser, ao seu senhor, não era necessariamente para o seu país. Hoje, num contexto moderno, a gente pode pensar assim: "se o meu inimigo invadiu, então eu tenho que defender o meu país". Mas não era assim que se pensava na época. A primeira abordagem de um homem era para os direitos, para as tradições, para a família, e para o seu senhor, não para o seu país; para o seu senhor, que
não necessariamente representava um país. Ok, a Inglaterra não existia no período. A Inglaterra ainda não existia, o que eu já citei algumas vezes. Existiam vários reinos que abrigavam um povo. Esse comércio do túnel existe, aí vai. Só que a Inglaterra, em si, não existia. Alfred, dentro desse contexto, não ia poder esperar a solidariedade inglesa; ele teve que construí-la. Ele teve que construir isso aí. Ele nem sempre teve sucesso nessa questão, então temos que ter cuidado pra não mistificar muito Alfred, porque as coisas não são bem assim. Vejam só: lembra que na última aula eu falei
que os relatos sobre ele vêm de quem? Vêm dos seus inimigos. A maioria dos relatos sobre eles vêm dos seus inimigos. E a gente tende a pensar que eles foram muito cruéis por causa desses relatos dos inimigos. Se prova. E pra quem, novo, nós temos esse problema de ter mais relatos vindos dos inimigos. Para Alfred, o problema é oposto: a maioria dos relatos que nós temos vêm dos seus aliados, vêm da própria Wessex. Então, isso causa o mesmo problema, só que no sentido oposto. Se, por um lado, os inimigos tendem a focar no lado ruim,
no caso de Alfred, os amigos, ou seja, os compatriotas, o povo de Wessex, tendem a focar o lado bom dele. Então a gente pode ter alguns relatos aí que são um pouco exagerados sobre o que é uma diferença. Então, é necessário ter um pouco de cuidado na hora de analisar isso. Tá, enfim, vamos falar um pouco sobre Alfred de novo mais tarde. Cabe essa nota antes: a gente fala por ele que eu vou falar agora, como estava a terra antes do grande exército. Vou citar brevemente o que deve acontecer nos reinos. Primeiramente, os reinos do
Reino da Mercia. Nós não temos muitas informações sobre o Reino da Mercia. A gente sabe que Mercia foi um reino muito rico e poderoso no século VII, ou seja, nos anos 600, só que perdeu essa supremacia. Por exemplo, o rei Offa, que reinou de 794, foi decapitado. Profa, nós vimos na última aula que temporariamente a dinastia de Offa desapareceu. Offa matou o rei de Kent em 794, decapitou o seu rei. Só que, quando Offa morreu, teve uma rebelião liderada por Ealdred e que aconteceu depois da morte de Offa, e Ealdred, um homem de Spalding, liderou
uma rebelião contra Mercia, recuperou a independência com os reis da Mercia, Edward e, é de novo. Ou seja, após a rebelião de Edward, a Mercia recupera a independência e teve três reis: Eadric, Eadred e, é de novo. Só que quando os vikings chegaram... E conquistaram a estreia em 689. Edson foi ok, então essas são basicamente as informações que nós temos sobre setembro. Recuperou a independência até que os que chegaram e mataram seu filho em 689. Sobre outubro, sabemos um pouco mais; nós sabemos que, há no Youtube, estava em extrema instabilidade política. Nós vimos isso na
última aula. Lembro de tantos reis que eu falei em tão pouco tempo, aquele um que sucedeu ao outro, e o exílio, outro vinha e morria, o outro vinha, e fica nessa confusão. Foi um século de extrema instabilidade, só que por um curto período de tempo, no início do século 19, parece ter voltado a estabilidade para o túnel, só que não durou muito. Essa estabilidade, em 844, volta aquela instabilidade, aquela confusão toda. Eu falei quando os vi, quem chegaram, o Heider Tübera, ele era rei do Youtube, só que ele estava disputando o trono com outra pessoa.
Olha a instabilidade! Eles brigando pelo trono de novo. O Robert estava disputando o trono com ela. Quando vi que chegaram, mataram os dois. Se perguntarem, se reencontram a que as crônicas das águas escandinavas falam, relacionado a reinar no drop, é ele mesmo, tá? É isso aí mesmo. Embora nós não possamos confirmar a história da saga, sair tá, só que você, que talvez tenha um certo conhecimento do assunto, cabe dizer que é o mesmo rei, é o Rei Leão, que foi morto pelos vikings com o ritual da água de sangue em 867. Ele mesmo, ele disputava
o trono na época com Alberto II, que chegaram a matar um deles. Fica no Youtube. E tinha na época, antes da invasão, quem tinha uma economia fortemente monetizada, tinha dinheiro, tinha moedas circulando pelo Youtube, só que parece que essa economia estava em declínio quando os vikings invadiram. Ou seja, a economia da Noturna não caiu porque os geeks invadiram; ela já estava em declínio. Coisa dos hits bad! E ao que parece, nós temos essa impressão pelos locais de relatos, que os seus dois últimos reis, Robert e ele, estavam roubando terras de Lindisfarne. Eles estavam confiscando terras
da igreja porque não tinham muitas terras para si mesmos. Já os efeitos da Qilu, que a gente falou nas últimas aulas, e rezando, cada vez mais, as terras da igreja, imunidade e tudo mais, estavam afetando os meses. Então, parece que eles estavam roubando terras da igreja antes da invasão do Iraque. Resumo do que estava acontecendo no Youtube. Mércia estava acontecendo no reino de Mércia. Depois, saí do Ds3 do Off do Quero ver o que é Alvo. Parece ter vindo muita instabilidade política por disputas de ginástica no século 19. Depois desses três, dizem que é possível
também que, à semelhança da Notória, a economia de Mércia, que uma vez era forte, foi muito forte com o pequeno. Nós vimos as políticas monetárias deles, o que eles fizeram na última aula. Parece que essa economia estava agora em declínio, à semelhança do que estava acontecendo no Youtube. Nós também temos evidências em Mércia de que os últimos regimes, antes da invasão viking, estavam concedendo imunidade em troca de ter dinheiro, que nós falamos. Só que eles também estavam tirando terras da igreja antes das invasões vikings. Eles também estavam roubando terras da igreja; começaram a fazer isso.
Ok, então esse é um resumo do que estava acontecendo no Youtube. É muito parecido com o que estava acontecendo nos dois anos. A história é um pouco diferente. O senhor, na época da invasão, viu quem era o reino mais influente da Inglaterra. Era o reino bem forte. Aí, nessa época, em 829, o rei Érico conquistou sudoeste, conquistou Ésex, conquistou Mércia, marchou para o Youtube e lá, Noturna, eles ofereceram para ele sua missão e paz. Olha só! Então, ele era o que? Ele tomou tanto no saque. A crônica coloca ele como um brutal. Então, nós temos
outro lado aqui. Nós podemos citar Érico, de Wessex, sendo um bom futebol. Só que o triunfo dele em Mércia não durou muito, tá? Logo depois conseguiu se restabelecer, embora ele tivesse conseguido ser, por um curto período de tempo, também rei de Mércia. Os registros eram chamados de reis do sul da Inglaterra. Provavelmente, o SBT ficou mais longe de unificar a Inglaterra, embora ele conquistou tanto assim. Do que o FIFA esteve antes dele. Só que, embora ele estivesse mais longe que o FIFA, ele era o rei mais poderoso da época dele, tá? Então, no início do
século 19, o rei mais poderoso é o Redil, de Ésex, R. Hebert de Wessex. Outra coisa importante é que foi feliz em ver que conseguiu resolver o problema de Nazca de Westerns. A última vez que o filho de um rei tinha sucedido o pai em um ex foi no ano de 641. Então, quando Hebert morreu em 889, o filho dele assumiu o trono, Airton FIFA, o filho de D. Oeste e de Edson. Desculpa, o filho de Everton assumiu o trono de Wessex no ano de 839, com a morte do pai. Isso não acontecia desde 641,
quase 200 anos. Quase 200 anos! Eu não sou muito bom de contas, mas eu acertei nada contra 198 anos sem isso acontecer. Haja problema genético! Haja problema genético. Então, sucedeu o Everton. Perdeu o pai no ano de 839. Primeiro, depois de 198 anos. O Haiti teve quatro filhos, como já citei, e um cedeu o trono de forma aparentemente pacífica, certo? Eu já citei o nome dos quatro, sendo autor de mais novo, e um cedeu o trono. Então, nós não vemos um problema de Nazca em Wessex. Nós vimos esse problema aí na noite. Nós vimos os
problemas médicos, mas nós não estamos vendo esse problema. E o ex não que não existisse, mas não era um problema a ponto de atrapalhar a sucessão. Em causa toda aquela confusão que nós vimos na última aula. E, para completar, aparentemente, as regiões oeste fizeram mais ricos, tinham mais terras no período do que Mércia de Nortúmbria. Tá, os reis tinham mais tese do que os seus colegas de profissão, podemos dizer assim, porque os reis dos outros anos… Porque enquanto os reinos de Mércia e Nortúmbria estavam tirando as terras da Igreja, Airton se concedeu terras da Igreja.
Ele chegou à décima parte de suas terras para a Igreja, no Rio dele. Tá, ou seja, um para um. Só faltava tanta terra que eles tinham que tirar a Igreja para o Sr. Sobrava tanta terra na mão dos reis que ele estava dando as terras da Igreja. Ou seja, enquanto Nortúmbria e Mércia estavam instáveis na época da invasão, o ex estava estável. Essa é a diferença. Falar um pouco sobre os ricos agora. Algumas observações sobre os gays antes de nós falarmos sobre a oferta, sobre o qual fez os primeiros exércitos ricos. Antes, a grande razão:
eles eram exércitos pequenos, imóveis, e eles destruíram igrejas e criaram uma atmosfera de crise. Os primeiros ataques, embora poucos, foram sérios, só que foram relativamente isolados, foram esporádicos. Que provavelmente foi um feito de norueguês, não de dinamarqueses. Só que a partir da década de 830, que nós já vimos, a partir de 835, os ataques se intensificaram e parece ter sido realizado tanto por dinamarqueses como por noruegueses. Está aí, nós temos mais um povo da Escandinávia atacando. Até em alguns casos, os mesmos vikings atacavam as diferentes, por exemplo, o que os anais francos nos dizem: que
a força viking, que atacou Londres e Rocha, em 842, foi a mesma força que anteriormente tinha atacado o norte da França. Então, eles não atacaram um só lugar. Eles atacavam a terra, acabaram com os francos em outros lugares também. Eles eram ativos em várias áreas. Só que, nesse primeiro estágio, como baseado no que já foi falado, não é de se surpreender. Nós não temos evidências de assentamentos vikings nas regiões atacadas. Eles não atacavam para ficar; eles atacavam, roubavam. Portanto, qualquer que fosse o alvo deles era a riqueza, era riqueza móvel, informa de que de moedas
e objetos preciosos e também de pessoas, porque pessoas capturadas importantes poderiam ser cobradas em resgate. Em termos, ganhavam dinheiro através do pagamento do resgate dessas pessoas ou então vendiam as pessoas para a escravidão, lucrando com isso também. Tá, então eles atacavam por riquezas, eles não atacavam por terras. Tá, tanto é que uma proporção significativa dos ataques vikings era em locais de comércio importantes. Por exemplo, portos. Eles atacavam portos, que eram locais de comércio importante. Cobrar o que tinha lá e, embora monastérios sendo atacados também, monastérios tinham muitas riquezas. Tá, então, isso também acaba sendo uma
das explicações sobre por que eles atacavam as igrejas. Elas tinham riquezas. Eles queriam riquezas. Atacavam as riquezas. Embora, tá, e também lugares onde tinha uma grande concentração de pessoas. Era legal eles atacarem também, que esses locais não eram bem defendidos. Portos, monastérios não eram bem defendidos, o que facilitava o ataque. Só que a escala dos ataques vikings parece ter aumentado ainda mais depois de 850. Se intensifique em 135, parece ter aumentado ainda mais depois de 150. E fontes de toda a Europa falam de frotas entre 150 e 250 novos veículos. Quando eles chegavam para atacar,
eles chegavam de verdade, eles chegavam para valer. 150 a 250 navios. Lembrando que, se eu não estou enganado, cada navio deles que cruzava o mar poderia carregar 30 soldados. Ou seja, multiplica 150 e 250 por 30, dá um bom número de gente. Tá, embora nem sempre era um é 30 que estavam lá. Eles tinham que transportar cavalos e outras coisas, mas mesmo assim dava para ter um número significativo de vikings invadindo ali. Podemos citar assim, outra coisa: chegando em 865, dois líderes do exército invasor, "we can sim", nós podemos dizer, eram Inguar e Health. Ter
pelo menos, o Health dele é chamado de rei. Tá, só que os anais irlandeses nos dão outros dois nomes: Op Raehk, Alba. Parecem ser, se você fizer uma análise comparativa, as mesmas pessoas. Eles aparecem nos anais irlandeses também, em raro. Esse cara, Inguar, dito ser rei dos nórdicos em toda Bretanha e Irlanda. Nós podemos considerar que Inguar ou em Garda é o famoso Aiva. O senhor Sus Hayward Bombas, um dos grandes heróis das sagas escandinavas. Está nas águas escandinavas. Aiverti, bom exemplo. Um cara muito heroico, certo? E não para bem, bem forte! E filhos, eu
não estou enganado do Hardware ou do próprio Tac. É outro personagem grande nas águas escandinavas. E nós podemos inferir que o Inguar Hill inglês provavelmente é o Inguar, o senhor sair. A partir de 865, o que nós podemos dizer também é que a liderança real dessa qualidade dos reis invadindo sugere que o ataque de 865 foi uma ameaça realmente massiva, foi uma ameaça realmente séria. Por exemplo, a língua escandinava tem um impacto na língua inglesa. Então esse impacto da língua escandinava no inglês dá uma impressão de um assentamento escandinavo denso. Cá, mas esses efeitos aí
poderiam ser obtidos por um número relativamente pequeno de governantes, senhores dinamarqueses. Não necessariamente vários governantes e senhores tiveram que invadir para que houvesse esse assentamento denso. Poucos senhores importantes provavelmente poderiam conseguir esse tipo de assentamento denso. Esse tipo de impacto que houve na Inglaterra. É, as consequências da invasão viking para a cultura inglesa e para a Igreja inglesa parecem ter sido realmente sérias. Tá, só que os vikings não eram pagãos fanáticos. Muito se engana quem pensa que eles. Não eram pagãos fanáticos que, simplesmente por fazer, destruíam igrejas e matavam os sacerdotes. Não, eles eram saqueadores
procurando por riquezas que não estavam disponíveis, e nas igrejas havia riqueza disponível. Como eles eram pagãos, não pensavam que fosse errado atacar igrejas. Então, pode ter parecido um pouco mais feroz as invasões deles para os ingleses do que realmente foram. Não eram pagãos fanáticos, só que, provavelmente, o paganismo estava mais enraizado neles do que estava nos anglos-saxões. Quando os agentes chegaram, até o final já haviam se passado séculos, e ainda não pagãos nos locais das ocupações ricas; bispados desapareceram, o que faz sentido. Eles eram cristãos. Listas episcopais de todas as dioceses, exceto, e olha que
eles farão, foram interrompidas por décadas. Ou seja, se só vocês os trabalhos da igreja, ele, porém, sabemos de casos de aceitação de batismo, mesmo com uma aceitação cínica, por colonos escandinavos. Houveram colonos escandinavos que aceitaram se batizar no cristianismo. O próprio rei escandinavo, depois de perder Paulo, aceitou se batizar no cristianismo, mas pode ter sido uma coisa cínica. Afinal, batizou por batizar; podemos dizer assim. Só que isso é uma evidência de que eles não eram pagãos tão ferozes assim, porque, se fossem, por que aceitaria se batizar? Não faz muito sentido. Os vikings não só trouxeram
destruição, como foi citado, que a maior parte da destruição, só que eles trouxeram também resultados positivos para o crescimento comercial, o crescimento urbano. Novas cidades foram fundadas, outras cidades receberam uma nova vida. A própria York melhorou muito usando da dominação viking; uma nova moeda, viking, substituiu a esticar-se, que era uma moeda no YouTube. E as moedas foram também introduzidas cada vez mais, olhando pelos vikings. A Irlanda também, ok? Os sistemas de administração escandinavos também deixaram muitas marcas aonde os vikings dominaram, e, assim como os anglos-saxões, eles também produziram trabalhos de grande habilidade técnica e beleza
artística. Ou seja, os vikings não eram, podemos dizer, sem prestar esse termo, bárbaros. Não eram daqueles bárbaros destruidores que só sabiam destruir. Não, eles também sabiam desenvolver, também sabiam construir; também colaboraram muito positivamente para a cultura inglesa, deixando suas marcas positivas por onde passaram, embora tenham deixado as destrutivas. Não podemos negar que, quando eram confrontados com uma cultura que não compreendiam, eles poderiam, sim, ser extremamente destrutivos. Porém, não eram apenas destrutivos; tinham muito o lado construtivo. Quaisquer que tenham sido os efeitos benéficos a longo prazo das invasões vikings, é inegável que elas causaram uma crise
massiva na sociedade em bolsa. Então, basicamente, é isso que nós podemos falar sobre os vikings. Só que agora eu gostaria de focar em Alfredo, no real feito que Alfredo fez. Isso porque a oferta foi tão importante nesse contexto de invasão viking, nesse contexto instável. Os vikings chegaram, saíram dominando tudo e quase tomaram tudo. Só que o senhor se reergueu. E aí, o que Alfredo fez de importante? É por isso que, quando eles invadiram, a oferta era horrível. Essa é a primeira coisa que eu já sei. Inclusive, não sabemos por que Alfredo sobreviveu ao ataque de
Guthrum em 878. Nós não sabemos. A primeira década do reinado de Alfredo é obscura, exceto pela evidência das pressões dinamarquesas constantes. Quando Alfredo assumiu o trono, os vikings já haviam conquistado reinos, como por exemplo a... Então a pressão do dinamarquês, nenhum ex, isso não sabemos. Mas o que ele fez na primeira década, não sabendo o importante, é que, em poucos meses, ele conseguiu levantar forças suficientes para derrotar o exército, já que vimos que ele reuniu as pessoas, lutou e venceu. A dinastia de Alfredo, como já foi dita, pode ter tido um papel importante nessa erguida
dele. Ora, porque o povo se uniu ao ver que ele conseguiu reunir as pessoas de uma forma tão forte assim a ponto de derrotar os vikings, a dinastia dele pode explicar muito disso. Ela era estável. Nós já vimos que a dinastia dele tinha uma estabilidade; era mais rica do que as outras e tinha, muito provavelmente, bem mais prestígio. Eles eram vistos pelos seus próprios servos como bons senhores, o que era muito valorizado na sociedade germânica. Então, talvez tenha sido mais fácil para Alfredo conseguir unir as forças que ele reuniu para combater os vikings por conta
disso. Só que Alfredo tinha três problemas: problemas militares, políticos e religiosos. O problema mais óbvio é os problemas militares, porque os exércitos vikings eram extremamente móveis. Eles usavam navios para se locomoverem, assim, em rios. Tanto é que os navios vikings eram muito bem desenhados; poderiam navegar tanto no mar quanto nos rios. Raríssimos navios do executivo, caríssimos, amigos vikings, eram assim, navegavam tanto no mar quanto nos rios, e eles usavam esses navios para se locomoverem na água e, nos rios, rapidamente. E usavam cavalos para se locomoverem por terra. Então, quando os saxões chegavam no local onde
os vikings já tinham saído, os vikings estavam em outro lugar. Eles eram rápidos, embora o exército de 870 penetrasse no território de Wessex. Foi quando Guthrum entrou no território do oeste. Na década de 870, conseguiu penetrar o exército de 893. Lembro que vocês devem se lembrar disso; no início da aula, a terceira invasão que aconteceu nessa época foi essa terceira invasão. O exército viking, a terceira invasão, não conseguiu. Porque isso pode se dever muito às reformas militares que Alfredo promoveu. O que ele fez? Ele tinha navios, ele fez um design novo de navios: navios de
60 remos para se proteger dos ataques pela água. Agora os saxões não estariam mais vulneráveis, ou tão vulneráveis quanto antes, para ataques na água. Ele fez um design legal de naviraí com 60 anos para eles. Ele tinha um exército; tal exército é chamado de "pior que tá", esse é o nome do exército "Field". Quando eu citar aqui para frente "Field", eu estou me referindo a um exército. Ele foi dividido em dois. O exército dele foi dividido em dois. O que ele fazia? Isso: metade dos homens estavam em casa e metade no serviço; ou seja, enquanto
metade dos homens estava no exército, metade estava trabalhando. Qualquer esse motivo por que ele fazia isso era permitir que os camponeses alternassem assentos, deveres militares, que li Ching e os deveres da agricultura. Assim, o exército sempre tinha suprimentos garantidos, era uma coisa mais organizada. Ok, isso continuou também depois de Alfred. Então, o motivo era permitir que os camponeses alternassem deveres militares e deveres na agricultura: metade estava no serviço, metade estava trabalhando. Era assim que o exército de Wes Ex era organizado. Ele também criou um sistema de "bours" extremamente importante. O que eram "bours"? Eram cidades
fortificadas que surgiram com fins militares; mais tarde, virou um sistema importante, no início da nota, e também teve funções comerciais e tudo mais. Só que esse sistema de "bours" foi criado por Alfred. Ele criou o sistema de buscas locais fortificadas próximas umas às outras. No total, pode ter havido 27 mil homens da guarnição desses blocos. Então, veja só o local modificado próximo do outro, o trabalho para os vikings, se eles tentassem invadir novamente a oferta, instituiu o sistema importantíssimo inglês chamado "the buggles". O euro tinha a máquina nas próximas aulas como sistema de "bours". Estava
importantíssimo, criado por Alfred, cidades certificadas, bem guarnecidas. Olha só, 27 mil homens provavelmente podem ter havido em todos os bancos. Só que a oferta também tinha problemas políticos. Se essas reformas militares ajudaram muito, o exército também tinha problemas políticos. Olha só, não necessariamente ele teria apoio dos ingleses, pois, como já disse, não havia um espírito patriótico no século 19. Nós temos evidências de nobres, olha só, dizendo que se aliaram ou buscaram apoio dos vikings para conseguir seus próprios objetivos. Olha só, alguns nobres em duas seções sofreram a invasão, só que para seus objetivos pessoais, se
aliaram ou buscaram apoio dos vikings. Isso aconteceu. Então, veja só, não é de esperar que ele tivesse apoio só porque ele era inglês, só porque ele era saxão, ou só porque os ricos invadiram. O buraco é mais embaixo. Temos uma história interessante. Inclusive, estou com um livro, que é o livro que estou baseando grande parte dessas aulas. É uma história muito interessante de um garoto escravo que se tornou rei. Veja só o que o livro diz, a empresa, só e vovó lê. História aqui pra vocês rapidamente: a história de sangue Herbert mostra que os últimos
reis da Northumbrian estavam roubando a igreja, certo? Eu já disse, os últimos reis da Northumbrian estavam na igreja. O que nós temos para falar sobre essa comunidade de São Cuthbert? Veja só. Nesse sentido, a lealdade deixar aqui a comunidade de São Cuthbert foi instruída por uma visão do próprio santo. Olha só que a história nos diz, que acreditamos que podemos acreditar numa certa veracidade dessa história. Foi destruída pela visão do santo de ir para o exército dinamarquês e selecionar um certo garoto escravo como seu rei. Isso mesmo! Eles foram o exército dinamarquês e pegaram um
garoto escravo como rei deles. Já a condição é que o novo rei tinha que dar uma doação substancial entre os rios Time e Hertha. Entre esses dois rios, os monges fizeram como foram instruídos e o garoto foi feito rei. O bispo na época trouxe o garoto por exército e trouxe também o corpo do próprio São Cuthbert. Sobre o próprio corpo do santo, ele, Sérgio Júnior, jurou lealdade e se fez rei e tudo mais. Olha só que história estranha: um garoto escravo no exército dinamarquês. De acordo com essa história, o bispo recebeu uma visão. Ele era
bispo da comunidade de São Cuthbert e recebeu uma visão de que era pegar um certo garoto escravo nos gestos de Max e transformá-lo em rei, se ele fizesse uma doação substancial e trabalhasse em prol da comunidade de São Cuthbert. O garoto é dinamarquês. Você fala assim: "Eu vi uma série". A Ikea, não vou falar qual é, pra não dar spoiler pra você, tá? Mas eu vi uma série, uns tempos atrás, que conta essa história. Quer dizer, essa história aconteceu mesmo, provável que tenha acontecido, tá? Tem uma série — não vou dizer o nome porque, caso
você não tenha assistido, vou te dar um spoiler. Tem uma série que fala dos anos saxões, aí que os tintos, e bem recente, que mostra essa história do garoto escravo que se tornou rei. Qual é? Essa história nos diz que a lealdade de uma comunidade como a comunidade de São Cuthbert importava mais com seu santo patrono do que com o rei. Não havia objeção nenhuma em eleger o rei dinamarquês se isso significasse o enriquecimento do santo. Traçamos paralelos, você pode sair à vontade, tá? Não havia problema nenhum em você se aliar com o dinamarquês como
nobre, se isso beneficiar a si mesmo, até mesmo o povo, surge "mãe" que estivessem bem pra você. A primeira lealdade com o seu senhor. Na hora que você vê, então, você poderia ficar do lado do dinamarquês sem problema algum, tá? Isso era um problema gigante para Alfred. Isso pode explicar algumas razões. Essa história, pelas quais é importante que os reis das seções ocidentais fossem menos dúbios com a igreja, assim como por exemplo não roubar terras, é que eles tinham que querer o favor de São Cuthbert. Por exemplo, disso é um campo perto, se quisessem dominar
o norte, que era onde a comunidade dele estava presente. Ou então, eles poderiam sim ser trocados pelo tamanho que ele estava. Como essa história no mundo mostra um escravo, um garoto escravo no exército, já marquei a história real. Provavelmente, isso pode ser falso, pode só que sendo real ou falsa, tem uma lição por trás disso que cabe comentar, porque afinal não fomos nós que criamos essa história. A história daquela época havia também tensão em Nazca. Embora ele estivesse bem organizado, havia tensão. Ginástica, por exemplo, Haiti ou outro, subiu de Alfred. A filha de um dos
irmãos de Alfaiate, o outro, quando a filha morreu, ele se aliou hoje na Marquesa para se tornar rei após a morte do tio. Ou seja, ao fim, ele morreu. Aí o outro se uniu aos dinamarqueses para ele mesmo tentar se tornar rei e não teve problema nenhum. Como disse, em buscar onde a Marquesa para acontecer isso, para tentar se reerguer. Isso mostra também que outros nobres do norte preferiram os dinamarqueses à oferta, se o próprio parente de Alfie para alcançar seus objetivos pessoais fez isso. Quanto mais os outros nobres, isso mostra uma certa tensão em
Nazca também, ele era parente de Alfie. Ele tinha um objetivo para si mesmo, não tinha problema social, de amanhã, 15, para conseguir esse objetivo. A lição dessa história é que, se isso aconteceu depois da vitória de Alfred, pode ter acontecido antes. Alfredo teve que assegurar a lealdade do seu próprio reino e o apoio dos outros. Então, como uma tentativa de assegurar essa lealdade, ele instituiu, no seu código de leis, pena de morte para quem conspirasse contra o rei ou ajudasse seus inimigos. Ele tinha uma preocupação real em não deixar que ninguém debandasse para o lado
dos dinamarqueses, ele teve que construir o seu apoio. Ele também trabalhou diplomaticamente. Por exemplo, a filha dele e do Fei se casou com o ator que na internet era um, é o domingo de Mércia. Ele ficou, na prática, o hotel era subordinado de Alfie. A oferta era o senhor de Fred. Caso ele, com a sua filha, Aisha, foi, mas no fim do reinado dele, o autor já reclamava para si o título de Beato Alda, mesmo não tendo domínio de boa parte da Inglaterra. A maior parte, toda a Inglaterra, a nossa ação estava sob seu domínio
na época, que não. O resto estava com o domínio dos vikings, ele tinha o resto. Então, se ele indicou, reivindicou para si o título de The Black Power. Veja só, ele rendeu o que tinha sobrado da Inglaterra. A ação era uma parte de Mércia e o Haiti, Weldon na Indy, Mércia era subordinado dele, casado com sua filha. Então, ele pode fazer isso. Havia alguns problemas políticos que Alfre teve que enfrentar nessa época e nós temos algumas considerações religiosas também, problemas religiosos, se é que pode ser chamado de problemas. A oferta tinha a religiosidade como um
problema central na mente do rei. Foi pra ele que, sem a ajuda de Deus, nenhum de seus esforços administrativos dava um fruto, ou seja, não adiantava nada ele fazer tudo o que estava fazendo se ele não tivesse ajuda divina. Isso é importante para a oferta, para ele mesmo. Ele considerava que a ajuda divina vencia por aprender, ler e entender a sua palavra. Ou seja, como eu vou ganhar ajuda divina? Como é que eu vou fazer isso para que meus esforços tenham frutos? Eu tenho que ler, aprender e entender a palavra de Deus, da palavra dele,
os livros sagrados da Bíblia e os outros livros sagrados. Alfaiate tinha a intenção de colocar na língua vernácula dos ingleses para que todos pudessem entender os livros mais necessários, para que os homens conhecessem. Era revolucionário na época. Ele armou um programa pra colocar aí na língua vernácula os livros mais necessários para os homens entenderem. Porque o conhecimento é importante. Ele acreditava que o conhecimento leva você a mais perto de Deus e que isso faz com que seus esforços lhe deem frutos. Ele era um homem religioso. Alfre tinha intelectuais, vários intelectuais da corte dele. Ele traduziu
vários textos. O biógrafo de Alfre falou que disse que o próprio rei ordenou que os juízes dele aprendessem a ler ou deixassem seu cargo. "Não quero pessoas importantes que não busquem conhecimento, que não sejam alfabetizadas, porque isso é extremamente importante pra que nós cheguemos perto de Deus e consigamos ajuda divina e para que nossos esforços tenham frutos." Assim que funciona a mente dele, tá? Se é que eu posso dizer o que estava dentro da mente de Alfred, mas nós podemos pensar assim. Então, portanto, ele considerava que o conhecimento e a espiritualidade estavam intimamente ligados e
ele se esforçou muito para obter esse conhecimento. Alfre foi um rei culto, muito culto, tá? Muito inteligente. E isso é mostrado pelo que ele fez dentro da própria Wessex. Como é que ele armou a sede de uma forma tão bem que, naquele século, no restante daquele século e nos outros séculos subsequentes, pelo menos no próximo século, é que nós vamos ao parentes que ainda vão ser estudados. A Inglaterra agora ficou extremamente forte pra resistir ao ataque dos gays, mas nenhuma mudança dura pra sempre. Só segurei que a gente vai ver. É importante que ao fim
resolveu o problema na época dele, tá? Fez o que tinha que ser feito, conseguiu resolver. Considerações finais em que nós podemos dizer: a área de Alfre talvez ela pode não... Ser tão gloriosa como ele aparece, como ela parece. Ele não foi um rito único, assim porque ele deveu muito do que ele realizou à sua família. Afinal, se a dinastia de Wessex não fosse estável, hoje nós não teríamos o Reino da Inglaterra. Talvez ele tenha sido destruído com os vikings. Então, ele deveu muito à sua família a estabilidade que ela conseguiu, colocar essa riqueza que ela
tinha e tudo mais. E também ele emprestou muito dos carolíngios. Ele não é tão único assim, porque há outros reis, inclusive reis carolíngios do século IX, que também derrotaram invasores vikings. Os carolíngios também buscaram conhecimento, assim como Alfeu. Ou seja, o que ele fez não foi só ele, não foi só ele. Por métodos diferentes ou por métodos parecidos, outros reis fizeram também o que ele fez na época, conseguindo lidar com os problemas, como Carlos Magno e outras coisas também. Por exemplo, nós vimos que os carolíngios também buscavam conhecimento pela mesma razão que Alfeu. Porém, é
difícil pensar em outro rei medieval, exceto Carlos Magno, que fez tanto com o pouco que estava à sua disposição. Então, ao frio, o que ele tinha à disposição dele, que na época não era muito, ele conseguiu fazer muita coisa. Ele conseguiu fazer uma revolução. Foi uma revolução! O método de busca, por exemplo, foi um método revolucionário. Ele conseguiu mudar muita coisa e organizou muito bem o reino dele. Ele conseguiu lidar muito bem com os problemas políticos que tinha em mãos, com os problemas militares, e considerava muito essa parte da religiosidade. Carlos Magno foi o rei,
embora não tenhamos que exaltar ele a ponto de colocá-lo como um herói, como um místico e tudo mais. O mítico, você escolhe o tema que você quer usar. Ele fez muito com pouco que estava à sua disposição e merece, sim, consideração, porque a energia dele foi forte por muito e muito tempo depois dele, assim como era antes. Mas depois, ele ficou forte, e o Reino da Inglaterra foi um reino que se iniciou, posso dizer, com Alfeu e seus descendentes. Então, foi isso. Espero que vocês tenham entendido. O que fica é que os vikings começaram a
invadir os reinos da Inglaterra, que estavam com problemas dinásticos, com problemas econômicos, exceto Oeste, onde as coisas estavam estáveis. Aí, os vikings começaram a atacar de forma virulenta. Depois, o ataque foi intensificado. Eles vieram, tomaram todos os reinos, inclusive o ex-assaltante fugiu. Alfeu reuniu forças, ofendeu os vikings, estabeleceu um tratado com eles, revolucionou e fez sexos, fazendo reformas militares, lidando bem com a questão da política, e conseguiu aí estabelecer as bases para observar uma reconquista inglesa futura e também uma segurança para os ataques vikings que não obtiveram mais sucesso no século IX. Eles foram repelidos.
Então, essa é a lição do século IX. É uma das partes da história que eu mais gosto de falar. Essa é! Não sei se consegui passar toda a empolgação, tudo o que eu queria da forma que eu queria pra vocês. Espero que tenha conseguido, espero que vocês tenham gostado, e vejo vocês na próxima!