Então vamos agora entrar em tecido muscular esquelético e falar também um pouquinho de tecido conjuntivo daqui a pouco já vou eh explicar para vocês porque que o raciocínio na hora de construir a aula foi nesse sentido porque que a gente tá começando a falar de tecido muscular e tecido conjuntivo a gente tem que lembrar que todos os eh todas as divisões seja de uma divisão mais macro óp indo para uma divisão microscópica do meu músculo a gente tem revestimento de tecido conjuntivo então aqui é um desenho que tá representando um osso um tendão ligando o
meu grupo muscular ao osso e aqui nós estamos indo para uma visão mais microscópica então é como se a gente observasse um músculo fosse para um corte mais microscópico e observasse eh esse feixe de fibras musculares e fosse com um um zoom mais microscópico ainda e observasse uma fibra muscular a gente tem tecido conjuntivo Desde de revestindo uma fibra muscular até revestindo o músculo como um todo só para revisar então quando a gente olha para um grupo muscular até se a gente pegar a peça de carne a gente consegue ver aquela capa de tecido conjuntivo
que reveste Então essa capa mais externa que reveste o músculo comum todo a gente chama de epimísio é um tecido conjuntivo que reveste o músculo como um todo por fora na sua camada mais externo quando a gente vai indo pras camadas internas a gente tem o perimísio que reveste um conjunto de fibras musculares e quando a gente olha uma fibra muscular a gente tem o endomísio que reveste fibra por fibra Então por que que a gente tá falando disso Qual que é a importância da gente entender essa questão eh do tecido muscular esquelético e de
que ele é revestido por tecido conjuntivo porque hora que a gente tiver falando de tonos e a ideia da aula é a gente sempre pegar esse conhecimento e usar na prática senão ele é só um conhecimento engavetado a gente tem que lembrar que músculo músculos que são espásticos ou seja músculos que tem um aumento do seu grau de tonos eles TM alteração nas linhas de transmissão miofacial então o que que são as linhas de transmissão miofacial é tecido conjuntivo são essas fibras de tecido conjuntivo que a gente acabou de falar de ver no slide anterior
só que elas se organizam de forma for eh de forma a a estruturar determinadas linhas de transmissão ou seja quando a gente tem uma carga imposta sobre o corpo parte da carga ela é transmitida ao longo dessas linhas a gente se movimenta os nossos movimentos são direcionados nessas linhas por por isso que a gente tem movimentos anteriores posteriores em espiral porque as linhas e os trilhos miofacial funcionam dessa maneira então nessa imagem aqui do meio a gente consegue ver em amarelo justamente essas linhas então a linha lateral linha espiral posterior anterior então a gente consegue
ver que existe uma linha de transmissão de carga que acontece dentro da Fá Então a partir daí a gente precisa pensar o seguinte quando a gente tá falando de distribuição de carga de força muscular de peso a gente não pensa só em músculo a gente pensa em fcia também a gente pensa também em tecido conjuntivo E se a gente sabe que os nossos pacientes que têm eslasticidade eles têm alterações nessas linhas a gente precisa começar a pensar um pouquinho sobre elas também e entender que parte daquilo que a gente vê no nosso paciente ele também
pode est envolvido numa questão de fá não só numa questão muscular não só numa questão de tônus E por que que isso acontece a gente tem que lembrar que os nossos pacientes que T espasticidade eles têm uma alteração eh uma lesão ali né no sistema nervoso central no córtex uma lesão cortical que causa um aumento de tonos Então essa é a cadeia do raciocínio a causa da alteração de tonos é a lesão no sistema nervoso central a lesão no sistema nervoso central gerou a alteração de t que por sua vez gera uma alteração de posicionamento
corporal Então se a gente ver esse bonequinho aqui né ele tá mostrando um paciente que teve um acometimento num hemicorpo então um paciente hemiplégico um paciente di plégico espástico né que é o paciente que tem um acometimento maior em membros inferiores do que em comparação eh a membros superiores e o paciente quadriplégico que tem acometimento igual nos quatro membros Então vamos de novo recapitular a o raciocínio a gente tem a causa principal que é a lesão no sistema nervoso central que desencadeia uma alteração de tonos que desencadeia eh uma alteração de posicionamento dos segmentos corporais
então se eu tenho como por exemplo eh uma um posicionamento aqui em tesoura né Desse paciente que ele tem um um aumento de tonos aí das musculaturas adutoras a gente tem esse posicionamento de membro inferior se a gente pensar que o nosso paciente ele tem esses trilhos miof que deveriam estar nessa posição ótima de funcionamento como tá aqui na imagem Mas essa é o posicionamento do corpo dele a gente começa entender o por ele tem algumas alterações no sentido de alterações de capacidade de gerar força e capacidade de ter uma funcionalidade adequada por se eu
dependo de distribuição de carga e o meu paciente tá com um posicionamento corporal que não é o mais adequado as minhas os meus Trilhos miof desse paciente não vão conseguir distribuir carga de uma forma adequada E aí se a gente pensa isso a longo prazo o paciente fica durante anos dentro dessa posição essas esses trilhos miof Eles saem eles ficam desordenados Eles saem da sua posição natural se Eles saem da sua posição natural eles deixam de desempenhar a função que eles deveriam E aí o que que a gente tem dentro dos métodos intensivos para melhorar
isso para trabalhar isso no nosso paciente o exoesqueleto Então a gente tem que lembrar quem já assistiu eh as aulas da train que toda a estruturação a criação do exoesqueleto ele segue os trilhos miof então o posicionamento dessas tiras elásticas é justamente para ajudar meu trilho biofacial a ficar numa posição mais adequada distribuir carga de uma forma mais adequada com isso eu consigo melhorar distribuição de carga melhorar a funcionalidade do meu paciente então o recurso principal dentro do método intensivo que a gente tem para trabalhar essa questão de Trilhos miofacial distribuição de carga eh é
o uso do ex esqueleto depois a gente vai ver lá na frente em manejo Clínico Qual que é a fundamentação por trás do uso do ex eu coloquei um pouquinho lá na frente pra gente eh e aí eu faço uma primeira provocação para vocês pra gente sempre lembrar o seguinte quando a gente tiver avaliando o nosso paciente seja qual for o diagnóstico neurológico que ele apresenta a gente tem que pensar se realmente tudo aquilo que eu tô vendo É tonos então nós temos um um grupo grande aí de de pesquisadores de cientistas que estão avaliando
os pacientes indo muito sobre essa Ótica de ver a parte de Trilhos miofacial E fcias por quê se eu vou testar por exemplo o alongamento do meu bíceps eu vou testar o tonos do meu bíceps eh e eu encontro uma rigidez no meu paciente tem uma rigidez nessa musculatura será que tudo aquilo que eu tô vendo no Teste será que aquela rigidez que eu tô encontrando ela é tonos ou parte dela também é uma questão de face muscular por conta de um de um mal posicion por tempo prolongado Será que o teste que a gente
vai falar hoje a gente tem que usar ele porque ele é a referência Mundial para testar tonos será que esse teste ele tá propriamente avaliando tonos ou ele também tá pegando parte dessa rigidez que é de uma questão de faces então é uma coisa pra gente sempre se atentar ao nosso paciente sempre lembrar que existe sim um componente de alteração de tonos por conta da lesão no sistema nervoso central mas a gente pode também ter e parte dessa rigidez dessa alteração de tonos ser decorrente de uma questão miofacial de uma questão de tecido conjuntivo é
um ponto pra gente lembrar segundo segundo ponto que a gente que a gente precisa Recordar quando a gente fala de tecido conjuntivo é o tecido conjuntivo todos os dias o nosso tecido conjuntivo isso é um um funcionamento fisiológico do corpo de todo o ser humano todos os dias a gente de genera um pouquinho de tecido conjuntivo e constrói tecido conjuntivo novo então todos os dias nós estamos destruindo e construindo o tecido conjuntivo Se a gente fosse colocar um Marco Zero e pegasse todo o tecido conjuntivo do nosso corpo todas as Fas sejam elas mais microscópicas
até uma f mais macroscópica se a gente pegar toda essa Face eh os estudos mostram que a gente levaria em torno de 36 meses para remodelar todo tecido conjuntivo e isso acaba sendo bom pra gente que tá no dia a dia de tratamento por quê se eu sei que todos os dias o meu corpo tá destruindo parte dessa Face e construindo F nova se eu usar o exoesqueleto com o meu paciente de uma forma constante ele vai destruir uma Face que estava mal posicionada por um padrão de uso eh prolongado em má posicionamento né e
ele vai construir uma fá nova dentro de um alinhamento momento mais correto porque o meu exoesqueleto ele vai est distribuindo essa carga então é o novo tecido conjuntivo essas novas faas que vão sendo construídas elas são construídas na direção da distribuição de carga então quando o meu corpo constrói um tecido conjuntivo novo a direção das fibras do tecido conjuntivo ela segue a distribuição de carga se o meu paciente tá usando exoesqueleto e a carga tá melhor distribuída tá mais alinhada esse novo tecido conjuntivo vai ser construído numa nova formatação numa Nova Direção por isso se
vocês olharem o protocolo dos métodos intensivos eles citam que são métodos intensivos com duração de 36 meses Porque durante 36 meses a gente vai aplicar um tratamento intensivo com o uso do exoesqueleto para surgimento de novas fcias pra melhora funcional e assim de 36 em 36 meses a gente vai fazendo porque a gente sabe sabe que 36 meses não é tempo suficiente pra gente melhorar o nosso paciente de uma maneira Global mas aí é a chave do por é dito dentro dos métodos intensivos esse protocolo de 36 meses de duração porque é o tempo que
o nosso corpo levaria eh Teoricamente falando para regenerar Todas As Faces falando um pouquinho sobre contração agora então pra gente entender como que o músculo contrai ao invés de eu trazer uma coisa muito extensa uma uma explicação muito longa de como funciona uma contração muscular e e não realmente não é o intuito da aula é a gente chegar no raciocínio do tonos o mais rápido possível mas sem sem passar sem deixar de passar por esses Pontos importantes Eu trouxe um vídeo que tem na internet um vídeo de fácil acesso eh que ele mostra a contração
muscular então vocês vão ver ao longo do vídeo eu vou pausando pra gente vendo com mais calma mas ele pega um músculo com uma visão mais macroscópica ele vai ampliando até chegar a uma fibra muscular e depois ele amplia até chegar aos sarcômeros aí a gente consegue ver essa alteração das cadeias dos filamentos finos e grossos então Imaginem isso esse vídeo ele tá dando um zoom no músculo ele tá indo de uma visão macroscópica até uma visão microscópica de Como acontece uma contração muscular Então vou dar o play aqui pra gente assistir perdão eu vou
dando um pause aqui pra gente conversando um pouquinho sobre Então esse é o processo natural de contração eh eu vou só tirar do modo apresentação para eu conseguir pausar e a gente falar algumas algumas partes importantes