He. [música] [música] [música] Boa noite, pessoal. Tudo bem com vocês? Pessoal, eh quero dar um alguns recadinhos para vocês, tá? a respeito da de as atividades, mapa e outras atividades, chama lá no fale com mediador, tá bom? Eh, e também a respeito de prova, vocês têm que Observar no calendário de vocês, tá bom? Veja lá certinho, porque se não está disponível é porque ainda não está para agendar, tá bem? E eu vou est chamando já a professora Corina. Tudo bem, professora Corina? >> Tudo bem. Boa noite, Denise. E você? Tudo bem? Uma boa noite a
todos, sejam muito bem-vindos. >> Chegamos aí nossa quarta aula, né, professora? >> Isso. >> Isso. Vamos dar sequência aí. Boa aula e qualquer coisa estou nos bastidores aí que precisar, tá bom? >> Muito obrigada. Muito obrigada, Denise. >> Obrigada. Uma boa noite, pessoal. Tudo bem? Sejam bem-vindos. Já estamos no nosso quarto encontro, né? Então vamos lá, vamos começar nosso quarto encontro de saúde coletiva. E como a professora Denise comentou, qualquer dúvida, qualquer necessidade que vocês tenham, vocês podem entrar em Contato com o mediador, tá bom? Então, hoje a gente vai continuar na nossa aula. Estamos
no nosso quarto dia. Uma boa noite a todos. Vão colocando aqui da onde vocês estão falando, tá? os cursos de vocês e a gente vai conseguindo o nosso conteúdo de hoje. Vou colocar aqui para começar a nossa projeção. Então, nosso quarto dia de aula de saúde coletiva. Então, nós, eh, estamos estudando neste momento sobre o Sistema Único de Saúde Que funciona, né, aqui para nós, que foi uma resposta da reforma sanitária que aconteceu, né, aqui para nós e que foi baseada na reforma sanitária lá da Itália e que teve como principal objetivo, né, melhorar ali
a visão que a gente tinha de saúde. Então, a gente tinha uma visão mais assistencialista e que passou por várias fases de transição aqui no no país, né, principalmente falando no Brasil e a importância dessa construção desse Sistema que era que é único, né, e que seria uma resposta diante do cenário que a gente vivia, né? Então, muitas eh pessoas só procuravam os médicos quando eles precisavam do médico e a gente tinha essa baixa, eh, digamos ali eh evidência dentro da saúde preventiva, né? Então, uma boa noite a todo mundo. Hoje a gente vai seguir,
então, aqui, eu sempre gosto de trazer, né, essa linha do tempo aqui pra gente saberonde que a gente tá, o que é que a gente já teve de Aula. E hoje a gente começa, né, falando aqui sobre os antecedentes do SUS e o processo de construção do SUS. Então, hoje a gente vai falar na nossa aula sobre como que o SUS ele surgiu a partir da reforma sanitária. Então, para quem não sabe, né, ou quem ainda eh não tenha ouvido falar sobre como o SUS, né, ele foi construído. Então, a nossa aula vai ser sobre
esse conteúdo. Então, a gente vai falar sobre os antecedentes do SUS e o processo de construção do SUS, Iniciando aqui mais um módulo, né? Então, a gente conseguiu aqui concluir um módulo, já estamos indo pro nosso próximo módulo. Então, vamos seguir aqui no nosso conteúdo de hoje. A tela tá embaçada, pessoal, vão me falando aí, tá bom? De repente pode ser no, né, o computador ou ou o celular, tá bom? Então, eh, quais são os nossos objetivos de aprendizagem do dia de hoje? Então eu gostaria, né, que vocês participassem, como sempre, eu Recebi eh duas
perguntas, duas dúvidas que os mediadores compartilharam comigo. Então, quando vocês quiserem fazer alguma pergunta que talvez não tenha contemplado aqui ou que você ficou com alguma dúvida, vocês podem contactar o mediador que o mediador faz esse contato comigo, tá bom? Então eu tô vendo que vocês estão estudando, hein? Meus parabéns, né, pro pessoal aí que me procurou, né, que passou as suas dúvidas. Muito legal. Então, as nossas Metas de aprendizagem de hoje vão ser para conhecer brevemente a história que antecedeu o SUS, né? Então, até a gente poder hoje começar a falar do SUS, né,
do Sistema Único de Saúde, a gente vai falar um pouco sobre eh como os interesses eles foram traçados, os conflitos que tiveram e essas necessidades sociais que foram a razão, né, desse susto ter sido criado. Então, a gente relembrando, né, das aulas passadas, tudo isso aconteceu. Nós estamos ao vivo, tá bom, pessoal? A aula ela é síncrona ao vivo e a gente tá aqui eh interagindo de maneira simultânea, ok? Então, se alguém tiver algum alguma dúvida, vocês vão colocando aqui no chat, vão interagindo comigo, vão falando aí de onde vocês estão, ok? E a gente
então hoje vai estudar um pouco sobre esse passo a passo, essa construção, tá bom? E o que que nós vamos então estudar neste novo módulo, né? A gente tá começando um módulo novo E a gente então vai falar sobre a história e a evolução da saúde pública no Brasil. a gente vai falar sobre a criação do Sistema Único de Saúde, pelos pactos pela saúde, né, que foram criados pensando em eh colocar em prática eh os princípios do SUS, fazer com que eles fossem de fato ali acessíveis à população. E a gente também vai falar sobre
a implantação das redes de atenção à saúde. Então, esse módulo ele aborda esses temas e hoje a gente vai estudar Um pouco sobre esse passo a passo, tá bom? Então vamos lá, peguem o caderninho de vocês para fazer as as anotações. Vão interagindo aqui, vão colocando de onde vocês estão falando. E gente, olha só, eu, Corina, fiz essa figurinha para aula especialmente para vocês. Foi uma figurinha que eu fiz, é, peguei as informações, criei os tópicos de aprendizagem e aí eu peguei do livro nosso, tá? E eu fiz. Então aqui para vocês verem, foi a
Minha primeira figurinha, então espero que vocês gostem e e foi feita por mim mesma, tá bom? Então, eh, eu peguei os tópicos do nosso livro e dos temas, né, que eu vou abordar hoje com vocês da história do SUS, né, até chegar aqui a partir das greves, né, que que aconteceram. Achei que ficou bem legal. Então, só para ilustrar um pouquinho aqui a história. E aí, então, a gente começa, né, com os dados, né, para quem se lembra lá da aula da semana passada, Que o início da saúde ou do cuidado da saúde que a
gente teve, né, no Brasil, foi a partir dos portos, né, lá do sistema portuário. Então, naquela época a gente precisava ter uma visão de que era necessário evitar ou controlar quem entrava e saía do país e além disso, minimizar o adoecimento das pessoas por doenças infectontagiosas. Então, naquela época, né, as pessoas elas adoeciam porque transmitiam doença De uma pessoa para outra. Então, não tinha uma uma políticas, né, ali ou programas que fossem voltados, ó lá, o pessoal já se lembrou do porto, né, da saúde nos portos, no sistema portuário, tá bom? E aí a gente
precisava fazer o quê n lá nesses portos, pessoal? controlar as doenças infectocontagiosas e além de controlar as doenças infectocontagiosas, promover o saneamento Mínimo, né? O saneamento básico. Por quê? Porque as doenças que aconteciam naquela época eram doenças que passavam de pessoa para pessoa, que é diferente do que hoje a gente tem, não é? Hoje, qual que é a maior incidência das doenças crônicas? Então, naquela época, todo mundo colocando aqui. Muito bem, muito bom. Para quem tá chegando, eu sou a professora Corina Fernandes, eu sou a sua professora de saúde coletiva. Então, se hoje for seu
primeiro dia, seja muito Bem-vindo, que eu tô colocando aqui. E aí, tá todo mundo já lá? Vocês estão estudando, viu? Eu tô gostando de ver essa turma. Parabéns. Olha lá as doenças crônicas. Muito bem. Olha lá da peste. Ótimo. Vão colocando aqui que vocês estão estudando. Tô vendo. E aí, pessoal, nessa época as pessoas adoeciam muito e o problema da do adoecimento, né? Olha lá as campanhas sanitárias. Muito bem, parabéns, viu? Então, nessa Época, a ideia, a prioridade era prevenir as doenças infectocontagiosas e, além disso promover o saneamento, viu? O saneamento básico. Então, nessa primeira
figurinha aqui, a ideia lá era controlar as doenças. E aí até meados do século, né, ali pensando ali em 1850, né, a gente tem a saúde pública limitada aos municípios e aí a gente tinha um controle voltado para a população nativa e a saúde portuária, né? Então, olha lá Para vocês verem. Então, tipo, tinha as doenças infectocosas, ó, o povo colocando aí, né, a avaríula, várias doenças, né, transmissíveis da época, peste negra, tuberculose, sarampo. E isso era, gente, naquela época razões das pessoas muitas vezes virem até a óbito. E o pior de tudo era isso,
virar uma epidemia, né, de um, né, ali começar com um surto. Qual que é a diferença, pessoal, entre um surto e uma epidemia? O surto são casos específicos pontuais, que se a gente tivesse controlado na pandemia do COVID, não teria virado uma pandemia. Então, a gente inicia com um surto, um grupo de pessoas, um caso esporádico, aí depois aumenta esses casos e aí a gente tem esse surto, né, que é um período do ano que geralmente acontece, por exemplo, surto da gripe, né? E aí eh é uma época específica, né? que pode acontecer ali um
surto, ah, no em junho já estamos aí, epidemia da Dengue. Olha lá o pessoal colocando. Exato. Então, são épocas que a gente tem uma condição ou climática ou regional, onde a gente tem o favorecimento da ocorrência de determinadas doenças. Já a endemia ela é regional, né? acontece ali no, né, ou numa região específica, né, e a epidemia muitas vezes acomete, né, ali de uma maneira mais desproporcional. Pode ser no estado, pode ser num país e a pandemia é quando isso avança, Continentes, né, como foi o caso da pandemia do Covid. Então, a gente muitas vezes,
né, tem esses esses casos que se uma vez ele não é controlado, vira uma epidemia. Aí essa epidemia, se ela se torna desproporcional, ela acaba indo para onde? Para outros países, outros continentes. E aí tem o que aconteceu com a COVID, que é um exemplo clássico aqui nosso, né, que a gente teve, que poderia de repente, né, ter sido controlado e de fato não foi, né? Então, Pessoal, eh a ideia nesse período, né, de 1850 era ter esse cuidado pensando naquelas pessoas que frequentavam essas regiões, né, e fazer esse saneamento ou esse controle das doenças,
principalmente na transmissibilidade dos portos. Olha lá o H1N1, né? O pessoal colocando aqui. Muito bem, gente. Isso, aglomerou no mundo todo. Então, a gente teve, né, ali uma epidemia de grandes proporções, que é uma pandemia, que é quando ela Ultrapassa, né, ali, eh, um país, né, e aí isso a gente não consegue muitas vezes eh ter um controle. E isso é ruim, porque o ideal é controlar o quê, pessoal? um surto epidêmico. O pessoal colocando aqui a gripe espanhola, malária, a cólera, que mais eh que vocês estão colocando aqui, né? Então é isso, né? Então
tinha a varíula, né? A aides, então sífiles. Então assim, são várias doenças, pessoal, que muitas vezes naquela época até matavam. E aí então, Eh, em 1889, a gente teve aqui a proclamação da República e a adoção de uma organização capitalista. Então, com a organização da da República, né, a gente tem ali a primeira república aqui embaixo no quadrinho, no número quatro, né, as primeiras indústrias e o investimento estrangeiro. E aí o que que aconteceu? Bom, a gente teve uma transição, né, epidemiológica, Onde por conta desse quadrinho quatro aqui, entre 1889 com a Proclamação da República
e 1930, o que que acabou acontecendo ali, né? teve eh um aumento das pessoas migrando das regiões eh rurais para os centros urbanos, para cidades. E aí o que que aconteceu com isso? Eles começaram a trabalhar em indústrias. Só que com o trabalho das indústrias, houve uma mudança do perfil de Adoecimento aqui no país, onde a gente tinha antes um perfil das pessoas que adoeciam com doenças infecciosas transmissíveis. Para combater isso, criaram-se as vacinas, as imunizações, para poder diminuir a incidência das doenças infectocontagiosas. Aí que que aconteceu? Conseguiu controlar por meio das vacinações, por meio
do saneamento básico, melhorou esse Perfil de adoecimento aqui no país. Aí vieram, né, a eh os investimentos estrangeiros, começaram a construir as indústrias, né? E aí começou a ter essa migração das pessoas de outros países ou então de outras regiões ou então de áreas, né, de rurais mesmo para vir pra cidade. Aí o pessoal começou a trabalhar nas indústrias. Quando esse pessoal, esse pessoal migrou da área rural pra área urbana, aí as pessoas começaram a adoecer. de outras Causas, começaram a adoecer por conta eh de problemas eh ocupacionais, começaram a ter problemas mentais, eh problemas
relacionados ao trabalho, né, que é o que hoje a gente chama de doenças ocupacionais relacionadas ao trabalho. Sabe qual que é o nome dessa sigla? As dortes. As dortes, tá? Então essas dortes, que são as doenças ocupacionais relacionadas ao trabalho, começaram a disparar, começou a ter Muita acidentes ocupacionais, né, das pessoas, por exemplo, terem até amputações, gente, até amputações, né? E aí com as amputações e e muitos afastamentos, aumento do da incidência de afastamentos, as pessoas eh pegando o eh desenvolvendo problemas respiratórios por causa do quê, gente? Nas minerações, produtos químicos, produtos eh poluentes, riscos
físicos, riscos ergonômicos, aumentaram os circos ergonômicos. Muito bem, Luciano. Tô Vendo aqui, viu? Eh, e aí começou a ter esse aumento aí de doenças, eh, problemas de acidentes, eh lesões por esforços repetitivos. Então, as pessoas que faziam maquinários trabalhavam com muita máquina, risco psicológico e muito afastamento, mas muito afastamento. As pessoas se afastavam, muitos afastamentos. E aí, então, pessoal, começou a ter o que a gente Chamou em uma aula anterior minha de eh transição epidemiológica, onde a gente teve a diminuição das doenças eh infecto contagiosas e o aumento das doenças crônicas. Hoje, gente, até 2030,
existe uma perspectiva de que a ansiedade e a depressão sejam dentre todas as doenças, uma das maiores incidências até 2030, sabe? Tá todo mundo muito ansioso, tá todo mundo com problemas de saúde mental por conta da aceleração, por conta das tecnologias, Por conta do estilo de vida, né? O povo ficou muito mais sedentário hoje. Então, as pessoas hoje elas são mais sedentárias. Aumentou o risco cardíaco, aumentou eh problemas respiratórios, eh que mais, gente? Eh, depressão, ansiedade, eh por conta dos hábitos de vida que mudaram. E aí vieram o pessoal também de fora do país, né?
Os estrangeiros. Quem é aqui gosta de um hambúrguer, né? [suspirando] Quem que gosta de um hambúrguer aqui? E aí começaram a ter, olha lá, o João colocou burnout, né? Então a tecnologia ela nos nos tem no nos trouxe benefícios dessa conectividade, do acesso facilitado à informação, mas trouxe o fast food. Muito bem. Colocou aqui o fast food. Aí o fast food é comida industrializada que veio e aí mudou a nossa alimentação. Eh, com a tecnologia, é celular, eh, joguinho e tablet. E aí o que que Aconteceu? As pessoas começaram a se movimentar muito menos. começaram
as crianças a ter obesidade. Eu vi um artigo eh de obesidade infantil avaliado eh que foi um estudo que foi feito em escolares, tá? Em estudantes de nível escolar. E depois eu compartilho com vocês os dados de pessoas universitárias, de estudantes de ensino superior, que se eu não me engano foi até de uma outra instituição, né, que tem até ensino médio e ensino Universitário. E aí o que que aconteceu? As crianças hoje, gente, a maioria tem uma obesidade já infantil, aumentou demais a obesidade infantil e mudou por tem pontos positivos e pontos negativos na tecnologia.
Por que que aumentou? Porque as crianças não brincam mais, elas têm uma alimentação que já vai desde um ano, 2 anos com fast food, uma alimentação muito ruim. Além disso, elas têm eh sedentarismo, Eh fica só mexendo no celular e aí não tem, não brinca, não não demandam energia, sedentarismo aumentado e isso faz até com que eles desenvolvam problemas coronarianos, problemas eh cardíacos, excesso de tela, né? Então isso, pessoal, as crianças não brincam. naquela época do passado, eu falo até do passado, né? A minha coordenadora brincou, né? Ela fala como se fosse, né, quase que
um um século atrás, mas na minha época eu jogava Queimada, eu andava de bicicleta, eu brincava na rua de pega pega, eu corria muito e hoje não. Hoje as crianças e ainda às vezes moram em prédios com infraestrutura ou então eh na escola e ninguém brinca mais, né? Então isso é um fator. E um outro estudo que avaliou escolh ensino médio e universitários, gente, 50%, eu tô falando aqui de estudo científico, 50% dos alunos que foram avaliados nessa Instituição que é ensino médio e universitário, que tem as duas coisas, 50% das dos alunos tinham problemas
na columnã. tinham problema na coluna ou tinham eh escoliose, queixa de dor na coluna, a maioria tinha a coluna torta, tinha problema lá da na coluna. Vocês acreditam? 50% é muita coisa, pessoal. É uma instituição inteira que fez um estudo científico e metade dos alunos, 50% tinham alterações da coluna. é hiperlordose, hipercefose, tinha Problema de eh dor na coluna, desvio na coluna, escoliose, então é muito grande, gente, 50%. Pensa só, não tô brincando, não, é um estudo científico mesmo que avaliou, tá? Então, para vocês verem, imagina. E a gente aqui, quando eu brinco com vocês,
vocês já arrumaram a a postura, vocês estão bem sentados. Por quê? Porque vocês são profissional do futuro, né? Então vocês vão ter que fazer essa conscientização, né? Então aqui na segunda eh eh figurinha tem uma Lei, né, federal aqui que foi a lei número 1261 de 1904, que instituiu a vacina obrigatória antiavaríula, que foi justamente, né, para tentar eh combater, propor medidas preventivas. Por quê? Porque precisava diminuir a incidência das doenças efectocontagiosas. Só que com essa redução teve o controle por conta da vacinação. Só que o que que aconteceu? aumentou drasticamente os problemas posturais, ergonômicas,
eh, Perdão, ergonômicos, riscos de saúde, físicos, biológicos, eh químicos, perdão. E consequentemente a gente então eh tem esse essa esse aumento das doenças crônicas. E o pior de tudo, muitas vezes, né, a gente tem eh casos cada vez mais precoces, né, relacionados ao trabalho, relacionados à própria atividade, né, que os estudantes fazem, né, de aula, de ensino, né, com um Ambiente que precisa ser adequado para vocês, né? E aqui até arrumei a postura. Pois é, aqui eh no sexto quadrinho, né, tem a Primeira Guerra Mundial que levou a um aumento do desemprego, redução de salário,
péssimas condições, né, de vida, as faltas dos direitos, né, das pessoas, os trabalhadores e as greves gerais. Então, o que eu trouxe aqui para você é um histórico, né, dos antecedentes do SUS. Então esse quadrinho, essa Historinha aqui que a professora fez para vocês é do que aconteceu antes, de problemas que estavam acontecendo aqui sociais, de saúde, econômicos, que levou a falar assim: "Bom, o negócio tá sério, o que que a gente vai precisar fazer para poder mudar esse cenário?" E aí, então, eh, a ideia da criação do SUS nada mais é do que essa
essa projeção ao longo do tempo de tudo isso que aconteceu e que foi anteriormente e Perdão, anteriormente ao SUS, tá? Então, isso daqui é o retrato da condição de saúde naquela época, antes do SUS, tá bom? Aqui eu construí também, eu não sei se a Eli está aí, se você poderia fazer aquela mudança aqui da visualização para eles de projetar de uma outra forma o slide para mim, por favor. Melhorou um pouquinho. Pode ser do outro jeito. Eh, Denise, Se você puder. Isso, assim fica bem melhor, tá? Só um pouquinho, por favor. Aí depois a
gente altera. Eh, então aqui, pessoal, é uma outra figurinha que eu peguei do as informações, construí em tópicos para vocês e eu fiz a figurinha, tá bom? Então, essa figurinha também foi a minha segunda figurinha que eu fiz, que eu ainda não sabia mexer muito com figurinha, mas eu espero que vocês gostem, tá? E aí eu peguei os tópicos da minha aula de hoje e aí eu criei a Figurinha para vocês. E aqui tem o histórico, né? Eh, pensando num numa linha do tempo de tudo que tinha aqui no nosso país, tá? Então, para não
ficar passando slide assim, eu achei mais legal e eu também queria aprender um pouco como fazia, né, as figurinhas. Daí eu peguei do nosso livro, tá? Esse livro eh é um livro nosso, tá? Aqui da Unicesumar, então vocês têm acesso, não tem nada de diferente que eu peguei em nenhum outro Lugar, tá? Lá, você pode ir lá, vai tá a primeira palavrinha, criação da lei, Elisy Chaves. Então você pode ir, tá lá. E é um recurso que nós recebemos aqui da instituição, tá? que vocês podem eh O slide tá sem áudio. Vocês estão me ouvindo?
Vocês estão me ouvindo, gente? Tá, então esse aqui é um recurso que a Unissesumar ela disponibilizou para os professores, tá bom? Então, foi um aplicativo que eles nos eh deram de licença e aí a Gente eh foi um aplicativo disponibilizado pela instituição, tá? Então, foi bem legal, eu quis testar para ver como é que era e aí eu fiz essas duas figurinhas. Foi a primeira vez que eu tive acesso, então eh depois vocês podem ver de uma forma maior no material que eu encaminhei, tá bom? E aí, então aqui tem um um flashback. É um
flashback que a gente faz então ali, né, eh um Fluxograma das informações da história da previdência e da saúde no Brasil, tá bom? Então isso aqui a gente tem um marco, né, de 1923 com o marco inicial da previdência social no nosso país. Isso se deve a partir da criação da lei, né, Elis Chaves. E o que que teve, né, com a criação da lei Elois Chaves? A criação das caixas de aposentadoria e das pensões, que é esses CAPS. Então, o início daquilo que existiu em 1932, né, com aquelas mudanças que eu passei aqui, Ó,
tá vendo? Tem aqui, ó. Tá? Então, a gente tá num fluxo do tempo, tá bom? E aí, então, aqui em 1932, a gente tem a criação do Ministério de Educação e da Saúde Pública e o Ministério do Trabalho. Por que que isso foi importante, gente? Isso foi importante para responder esse cenário aqui, ó, dessa figurinha. Tava caótico o cenário. Tinha problema econômico, tinha um problema trabalhista, tinha problemas sérios de políticas públicas, tinha Problema, né, ali, eh, eles estão falando que a minha imagem tá na frente da da figurinha. Será que você pode adequar para mim,
Elis? Eh, Denise, perdão. Agora vocês conseguem ver, pessoal? Tá melhor assim? OK. Então, tá bom. Então aqui, né, a gente vê, né, a criação do Ministério da Educação, da Saúde Pública e do Ministério do Trabalho como uma resposta por conta de todos aqueles problemas. Estava com problema na saúde, estava com problema nas indústrias, tava com problema eh na saúde do trabalhador, que tava mudando o perfil, né, de trabalho aqui no país. E então, em relação a isso, foi criado esses ministérios. E a partir deles a gente tem a criação dos institutos de de aposentadoria e
pensões que eu dei na última aula, né? E aí a Gente tem um instituto de aposentadoria aí e pensão para as pessoas, né, ali dos portos, né, que trabalhavam ali na região, né, do dos portos, né, que a gente fala da região marítima, né, a gente tem, olha só, a criação do Instituto de Aposentadoria e Pensão dos Bancários por conta das queixas em relação às doenças ocupacionais, lesões por esforços repetitivos, eh, posturais, afastamentos e o instituto de aposentadoria e de pensão Dos comerciários. Por quê? Porque o povo saiu da roça, né, dali da área rural
e começou a ter essa industrialização, começou a ter um aumento do comércio nas cidades e aí teve a migração, né, das pessoas dos campos ou então, né, ali mudando o mesmo perfil, né, do país e aumentando as cidades e as populações urbanas, tá bom? Aí em 1966 a gente tem a unificação desses institutos de aposentadoria e de pensões e a criação do Instituto Nacional de Previdência Social para realmente tentar entender essas essas demandas, para tentar entender o perfil dos adoecimentos, tentar entender como estava eh essa eh esses trabalhadores no Brasil agora, né? E aí, em
1977 a gente tem a criação do Instituto Nacional de Assistência Médica e de Previdência eh Social, que é o INPS, né? E aí esse já é o instituto, já é esta união, já é uma ampliação dos serviços, o olhar paraa assistência médica, olhar paraa assistência eh da Previdência social, pensando no funcionário, pensando na saúde do trabalhador e em como que eles poderiam coordenar as ações e de maneira a atender essa população, tá bom? E aí, na década de 80 a gente teve a oitava conferência de saúde, que vocês já sabem, eu já dei essa aula,
eu vou até voltar aqui pro meu outro modo que eu tava e agora eu quero interagir com vocês, tá bom? O que que falou e tava conferência De saúde? Quem se lembra dela? Eu já dei essa aula. que eu falei da conferência de saúde, o que que mudou na conferência de saúde? Qual que era o conceito de saúde proposto pela Organização Mundial de Saúde? Qual que era o conceito de saúde lá proposto pela Organização Mundial de Saúde? Saúde, direito de todos. Muito bem. Dever do estado. Olha como meus alunos São aplicados. Isso mesmo. Então, o
conceito de saúde proposto pela Organização Mundial de Saúde é um estado completo de bem-estar físico, mental e social e não apenas a ausência de doença. Isso em 1948 não era suficiente. E aí todo mundo tá colocando aqui saúde, direito de todos, dever do Estado e o que mais que era o resultado dos determinantes sociais de saúde. Então é a ampliação do conceito. Então, a saúde é sim, né, o estado completo de bem-estar físico, mental e social, mas ela também é o resultado das condições de moradia, alimentação, transporte, lazer, atividade física, acesso aos serviços de saúde,
saneamento, alimentação, renda. Então, com a oitava conferência de Saúde, a gente tem o início da criação do SUS, do SUS, a partir da oitava conferência de saúde, tá bom? E aí a gente tem então a partir dessa conferência a determinação, né, da criação ali de maneira eh constitucional, né, ali, que seria a implantação desse sistema unificado e a descentralização da saúde, né, para que todos os governos estadual, municipal e federal, né, eh pudessem compartilhar ou ou compartilhar as ações Propostas em saúde, eh, para atender as demandas, né, de acordo com a sua regionalização e de
uma maneira compartilhada. Aí em 1988 a gente tem a promulgação da Constituição da República a partir da do estabelecimento do SUS. E como, professora que o SUS foi estabelecido a partir da Lei Orgânica de Saúde, que foram duas leis, a lei 80.080 e a lei 8142. Então, a regulamentação do SUS, ela acontece a partir de 1988 e em 1990 a gente tem as leis orgânicas de saúde, tá? Vocês estão comigo, gente? Deixa eu só sair daqui do modo que eu tava. OK? Tá todo mundo comigo? Ótimo. Então, eh aqui alguns aspectos, né, da era, eh,
pré-sus, né, que a gente fala eh até a década de 50, então o modelo era baseado no saneamento com as Campanhas de saneamento, tá? Na década de 60, o foco era o atendimento médico previdenciário. E aí a economia, como eu falei, né, lá na minha figurinha, ela sai do ambiente rural e a gente tem um crescimento grande, né, assim, eh, muito grande das cidades, né, por conta das indústrias, por conta do do comércio, as pessoas saindo da área rural e vindo trabalhar nas cidades, né? E aí Na década de 70 a gente tem um modelo
médico assistencial privatista que seria ali voltado paraa centralização da administração. a gente tinha nesse momento da década de 70 um modelo que tanto tentava eh enfatizar nas campanhas eh eh preventivas, né, ali de pensando em vacinações e nas ações curativas. Por quê? Porque a gente também tinha esse foco na assistência, né? ainda não tava eh completamente Com o olhar eh pensando na integralidade do cuidado em todas em todas as as frentes, né, de promoção, a de prevenção, de diagnóstico precoce, de tratamento, né? Então isso, eh, foi algo que eh aconteceu com a criação do SUS,
né? E aí, na segunda metade da década de 70 começa a expansão desses movimentos sociais e a reformulação dessas propostas que atendessem todas as pessoas. E aí, o que que foi isso? A reforma sanitária, né? Então, é a Reforma sanitária que aconteceu aí em meados da década de 70, tá? E aí, em 1980 a gente tem a sétima Conferência Nacional de Saúde com o Programa Nacional de Serviços Básicos de Saúde, o Preve Saúde, e que ele só existiu no papel, gente. Ele foi uma ideia que foi uma ideia até, digamos ali, vamos colocar como um
modelo inicial do que o Sul seria no futuro, mas ele não foi implantado, tá? Então o país nessa época ele ele tava passando por uma crise, né? E aí o prév em saúde ele não foi implantado, então foi um modelo ali que foi proposto, mas que não chegou ali por questões, né, ali de dificuldade mesmo do cenário do Brasil a ser implantado, tá? Eh, em 1983 a gente tem as ações integradas de saúde e aí a gente tem essas discussões, o início dessas discussões com os setores do INAMPS, né? E aí a ideia era buscar
resolver, Resolver esses problemas que estavam acontecendo dessa dicotomia, dessas ações, né, da do da segregação entre os governos, né, entre estado, município e o próprio governo federal, tá bom? E aí a gente tem a Lei Orgânica da Saúde, que na verdade ela é composta por duas leis, né? A gente tem a lei 8080 de 1990 e a gente também tem a lei 8142 De 1990. E aqui, pessoal, independente da sua área de atuação, independente de você, eh, da sua formação, né? Eh, se você um dia pensar aí aonde você mora em prestar um concurso público,
em em atuar no SUS, em atuar nas unidades básicas de saúde, em fazer um concurso para prestar uma especialização numa universidade pública, eh se você pensar em fazer uma prova de residência, se você quiser Trabalhar num hospital público, não importa o lugar, Isso é uma questão de prova, tá? De eu já já participei de processos seletivos, né, de editais, já construí editais para alunos que, né, prestariam concursos, né, sempre cai. Então essa aula de hoje eu sugiro para que, né, você veja, para que você reveja essa aula a da semana passada também, a da semana
que vem. né? Então, para que você tenha esse cuidado de você aprender porque vai cair, tá Bom? Na sua prova, eh, num futuro aí próximo, tá bom? E o que que fala essas leis, né? A lei 8080 do ano de 1990 é uma lei orgânica de saúde, tá? E essa lei 8080, ela vai eh trazer para nós as diretrizes, os princípios do SUS, da forma com que ele vai acontecer e a forma com que ele vai ser organizado. Então, 80.080 é como o SUS funciona. Muito bem, Estela, parabéns. Eu sempre explico desta forma. é o
funcionamento do SUS, é a forma com que é o que ele acredita, como se fosse uma uma filosofia do SUS, mas ao mesmo tempo é a forma com que ele também está organizado estruturalmente. E a lei 8142 é a lei que garante a participação coletiva, a participação popular. Vocês sabiam que a gente pode ir lá e falar: "Olha, não tá sendo feito nada aqui na Minha região". Vocês sabiam disso? Que a gente tem o direito de participar. E a gente participa de que jeito? Dos conselhos e das conferências, que é o nosso finalzinho da nossa
aula de hoje, tá? Então, existe e é uma forma da gente exigir sobre eh orçamento, o que que tá sendo gasto aí na sua cidade não tem a farmacinha popular, né? Então, existe a nossa eh participação e isso é feito. Você pode ir lá na prefeitura ver quais são as datas que acontecem essas Reuniões. Eh, você pode até procurar de repente ali o gerente da sua unidade, né, de saúde ali. E você pode. Como que isso de fato acontece? se nomeia, porque às vezes ninguém vai, não participa. Aí muitas vezes ali pelos bairros, né, ou
por uma unidade básica, por um pelos agentes comunitários de saúde, a gente tem os gestores, né, dessas unidades, mas é aberto à comunidade, né, e ou então nomeia alguém para participar, entende? Então, pessoal, a gente pode Muitas vezes exigir, né, essa esse posicionamento, viu? Então, a lei 8080, ela dispõe, né, aqui sobre as condições. Então, isso daqui é uma informação que você pode ter em qualquer acesso, né, ao Ministério da Saúde. Ela vai dispor sobre as condições para a promoção da saúde, que são as ações de cuidado, eh, que a gente fala, né, sobre, eh,
palestras. Muitas vezes eles colocam recados, eles colocam eh, como fala, Muralzinho, eles colocam eh mural de autocuidados, eles colocam cartazes, perdão, tinha me falhado aqui a memória, eles incluem cartazes, cartilhas de cuidado pessoal, eles colocam eh eh panfletos educativos, né? Isso pra área de promoção da saúde. Aí para proteção são as campanhas das vacinas, cuidado de saúde da mulher, cuidado da saúde do homem, cuidado da saúde da Criança, eh cuidado da saúde do idoso, tá? Então são as condições ali que a gente vai eh poder atuar, tá bom? Como professores eh profissionais da saúde, tá?
os folders educativos. Muito legal, muito bom. Eh, e a recuperação da saúde, a recuperação da saúde, aonde é que eu sou atendido, professora? Onde é que tá isso daí para eu se eu ficar doente? No centro especializado, né, de reabilitação, que é os famosos sers, né? Pode ser outro Nome aí na sua na sua região, tá? Aqui em São Paulo chama Centro Integrado de Reabilitação, tá? E aí de repente na sua na sua região pode ter algum outro nome, né? Unidade básica, as UPAs, né? Unidades básicas de saúde, eh os centros especializados ou então a
gente pode ter os hospitais, né? As clínicas da família, isso aí, tá bom? Eh, e aí a gente também tem a forma com que ele é organizado E o funcionamento dos serviços, né, correspondentes e das suas providências. Então aqui é a fonte da onde eu tirei, tá bom? Então a referência, ah, não foi a Corina que construiu isso, não. Eu só tô compartilhando a informação e essa informação ela é de eh de domínio público, tá bom, pessoal? Então, qualquer pessoa pode ter o acesso a essa informação. OK. Alguma dúvida até aqui? Alguém quer tirar alguma
dúvida? E aqui a gente tem a segunda lei, né? A segunda lei, então essa é uma das leis, né, eh, orgânicas da saúde. E essa lei 8142, ela é uma garantia de que você, a tua família, né, eh, pode participar da fiscalização do SUS, tá? Então essa lei ela dispõe sobre a participação da comunidade na gestão do Serviço Único de Saúde do SUS, OK? E sobre as transferências intergovernamentais De recursos financeiros, tá? Eh, da na área da saúde e das suas providências. Tá bom? Eu vou falar mais devagar. Tô falando muito acelerado, pessoal. Perdão, tá?
OK. Vou vou falar mais devagar, OK? Vou vou falar mais lento, tá? Mais lentamente. Tô acelerada, é porque eu gosto porque vocês participam, aí eu fico empolgada, tá bom? Bom, então vamos lá, recapitulando, né? A gente tem então duas leis, que é a lei eh 8080. Essa lei 8080, ela vai falar sobre a organização do SUS e o que ele acredita, tá bom? Ele vai falar sobre as diretrizes do SUS. A Lei 8142, ela vai falar sobre a nossa participação, a participação popular da comunidade, né, ali a participação coletiva na gestão do SUS. Então, a
gente Consegue a partir dos conselhos, das conferências, fazer uma participação de maneira a atuar, eh, eh, observando se tudo aquilo que tá sendo feito, proposto pelas reuniões, está sendo implantado, né? Então, a gente consegue ver e acompanhar se isso tá sendo de fato uma realidade e aonde que tá sendo feito os gastos, a parte financeira, né, os orçamentos. Ah, então fez um orçamento para uma determinada campanha ou então paraa Instalação de um determinado centro de diagnóstico. Foi feito, qual foi o gasto? E a gente consegue fazer esse acompanhamento, viu? Eh, e aqui, pessoal, né, como
que essa lei ela acontece? A lei é 8142, tá? A lei 8142, né, ela vai falar o quê? Ela acontece, né, a partir dos conselhos de saúde, que tem como objetivo principal controlar as iniciativas do nosso governo. Sabiam disso? E aí a nossa Aula, ela acaba eh 10:10, tá bom, pessoal? A aula vai até 10:10. No término da aula, eu sempre passo uma atividade, né, ali pros alunos testarem o conhecimento, mas se você precisar sair antes, não tem nenhum problema. A aula ela sempre fica gravada, tá bom? Então, se quem quiser se retirar, fica à
vontade, tá bom? A aula ela fica eh gravada para vocês poderem assistir posteriormente. Então, quem tiver firme aqui comigo, vão se interagindo, viu? Vamos interagindo aqui no no chat comigo, OK? para vocês participarem, eh, para me motivar também aqui na aula, tá bom? Então, esses conselhos eles acontecem, pessoal, eh, a, eh, pensando até mesmo para poder estabelecer faz políticas, né, para cumprir os princípios do SUS. Aí que jeito que a gente então faz o que acontece aqui na minha cidade, professora, através de programas de educação, de implantação de recursos, é academia da saúde, é centro
De diagnóstico, eh vamos pensar lá, eh ampliação de locais, tá bom? de eh acesso nas escolas públicas e campanhas e nas creches e ou então eh nos parques municipais. Tudo bem? E aí é a partir da política de saúde. E aí a gente tem a política nacional de atenção à saúde, que é uma política que vai em todo lugar aqui em São Paulo, Minas Gerais, é Rio de Janeiro. Eh, vamosão falando aí da onde vocês são, [risadas] porque eu não Sei de todo mundo, né? Mas assim, Rio Grande do Sul, Rio Grande do Norte, em
todo o Brasil, política nacional, o próprio nome diz, se é nacional, acontece em todo lugar, né? Só que a gente também tem as políticas que elas são eh municipais. E aí uma política municipal vai atender quem? Você aí de São Bernardo, de Ponta Grossa, do Rio de Janeiro, né? do lugar aonde você mora, da sua região. Porque, por exemplo, olha só, pessoal, uma pessoa que mora em Florianópolis não é ou não tem a mesma eh exigência até questões climáticas de uma pessoa que tá no Pará, no Maranhão, olha lá, Indaiatuba, Suzano, Nova Iguaçu, Santa Catarina,
Ceará, né? Então, de acordo com a nossa regionalidade, a gente precisa participar dessas desses conselhos aí, dessas reuniões para falar: "Olha só, o povo lá tem calor, Que nós temos frio, né? E aí para poder monitorar se faz sentido a qual política para nós, né? E que programa que pode ser feito aqui para atender as nossas exigências locais. E quem faz isso é o município. Município identifica suas necessidades, passa pro seu estado, que angaria fundos e orçamentos lá através do governo federal. Então, a gente tem uma política nacional que atende todo mundo independente do lugar,
mas nós temos um Estado que responde por nós tentando identificar as necessidades de cada lugarzinho. Não importa o ser minúsculo, pequenininho ou grandão, não importa. Ele precisa mapear e propor políticas de saúde para atender. Por exemplo, na mulher, saúde da mulher, a gente tava aí na época, né, do corde-rosa, das campanhas rosinhas. E aí, o que é que vai ser feito? O foco vai ser o quê? Quais são as necessidades das mulheres daqui? Depois dos homens, das crianças. Ah, tá tendo muita incidência de crianças com atraso desenvolvimento. Tá tendo por quê? Tá tendo um mapeamento
no pré-natal ou não? né? Essas essas gestantes estão sendo acompanhadas, tá fazendo acompanhamento. Então, pessoal, é tentar entender a realidade de cada lugar, né? E aí pode ser muito diversificado o que que cada um precisa e aí fortalecer as políticas de saúde para que esses para que essas pessoas possam ser atendidas de acordo Com as necessidades dela, tá bom? Eh, eu vou falar sobre o sistema complementar. a na aula da semana que vem, tá bom? Que a gente vai falar sobre os princípios do SUS na nossa próxima aula, OK? Eh, e aqui eu tenho as
conferências de saúde, né, que vão acontecer a partir, né, do governo federal, estadual e municipal. E que a gente pode, a partir desses espaços, né, que eles acontecem, ter o a Participação e o controle social. Então, a comunidade, não apenas o governo, deve participar das decisões, propor as ações, os programas para resolver os problemas de saúde e, principalmente controlar a qualidade e o modo como esta eh saúde está sendo implantada, como ela tá sendo gerenciada, como ela tá sendo ofertada para a população. e além disso fiscalizar a aplicação dos recursos públicos Destinados à saúde. Tá
bom, pessoal? E aqui a gente tem, né, os conselhos de saúde, eh, os usuários, né, eles vão acompanhar e fiscalizar a execução da política de saúde e participar da formulação das estratégias do SUS. Então essa participação ela é garantida por lei e a lei que garante isso é a lei 8142, não a lei 8080, tá? A lei 8080 ela é da Regulamentação do SUS, dos princípios do SUS, os princípios doutrinários e organizacionais do SUS, tá bom? E aí então esses conselhos eles instituem os conselhos e a perdão, né? Nós temos então duas formas, né, de
atuar, que é a partir dos conselhos e das conferências de saúde como instância de controle social do SUS nas três esferas, governo federal, governo estadual e governo municipal. Tá bom? Que bom, Andreia, que você tá gostando Da aula. [risadas] Mas ela acaba 10 horas pra gente dormir. Mas obrigada, viu, linda? Muito obrigada. Eh, aqui a gente tem a gestão do SUS. Como que é feita a gestão do SUS? OK. A gente tem eh essa instância de articulação, que é essa comunicação, né? e os pactos que são feitos em todas as esferas, né, eh, do SUS,
pensando nos no controle de gestão, né, nacional, pelo Ministério da Saúde, eh, pelos municípios e pelo estado. E Aí, que jeito que faz isso, professora? São indicadas cinco pessoas, tá bom? Então, nós temos 15 integrantes que compõem a comissão intergestores, que é a comissão intergestores tripartites. Por trpartites, professora da onde vem essa palavra? Três porções ou três repartições, né? Cinco indicadas pelo Ministério da Saúde, cinco indicadas pelo Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Saúde, que é o CONAS. E nós temos cinco pessoas indicadas pelo Conselho eh Nacional de Secretários Municipais de Saúde, que é o
CONAZENS, tá? Então, nós temos três partes, porque a gente tem três esferas de gestores integrando nessa comissão intergestores entre pessoas que vão atuar na gestão de maneira eh compartilhada em três partes: Nacional, Ministério da Saúde, Estadual, secretários e pelo município também. Tá bom? E a gente também tem a a comissão intergestores, né, bipartites. E como que é isso, professora, né? Então aqui a gente tem eh espaços. Olha só onde que a gente, né, articula aqui, né, a gente eh tem essa gestão e essa articulação que é feita, pessoal, eh, de maneira compartilhada, onde a gente
tem 50%, né, de uma atuação ali pensando no estado, né, nos Municípios. E aí esses espaços é aonde acontece a pactuação do tipo de eh política que vai ser implantada, do tipo de programa de saúde. Não é possível que aí na sua casa, na na sua casa, perdão, na sua cidade você nunca veio uma uma campanha ou um programa de saúde em uma época específica do ano. Tenta pesquisar e aí vocês me trazem na próxima aula, tá bom? um algum que teve aí ou se alguém já souber, eh, Coloca aqui no chat se você já
sabe de algum programa ou você sabe quem plantou, tá bom? Eh, e aí o objetivo disso foi descentralizar o poder. Então, para que que foi feito isso tudo, professora? para poder tirar do governo federal e segregar, compartilhar ele com o município e com o estado. Por que que isso é importante? Porque é o teu estado, é o teu município que sabe o que acontece nele. O governo Federal tá lá em Brasília, gente, muito longe. A menos que você more lá. A menos que você more lá. Porque qual que é a importância de você dar autonomia
pro seu município, pro seu estado? porque ele é que sabe a necessidade que tem nele, né? Então, a importância da gente capacitar os municípios e os estados é justamente para poder torná-lo autônomo, para a gente conseguir. Eh, eu moro em Brasília, olha aí que legal, tem alguém De Brasília. Muito bom. Eh, e aí, olha lá, setembro amarelo, maio amarelo, novembro azul. Isso aí. Muito bem. campanha da vacinação contra o HPV aqui em Brasília, vacinação das escolas contra dengue, saúde da mulher, campanha de saúde eh bucal, prevenção de suicídios. Ih, tem muita, tem muita campanha aí.
Muito bom. Saúde da criança, que legal. Doação de sangue, mães atípicas. Sensacional, Sensacional. Muito legal. E aí o pessoal vai interagindo aqui. Se na tua não tem, bora lá, escreve aí, escreve no seu caderninho. Olha, vou propor isso daqui na minha. Esse daqui não tá tendo aqui não. A importância de vocês interagirem e participarem é que às vezes tem uma ideia bacana de algo que você tá sabendo que tá precisando aí e que de repente você pode levar. Olha que legal, como um projeto de extensão, viu pessoal? Muito bacana. Excelente. Muito bom. E aí esses
essa comissão, né, intergestores, ela vai ser constituída de maneira eh dividida em duas partes. É isso que chama paridade ou bipartite. Duas partes, tá? por representantes do governo estadual, que vão ser indicados pelo secretário do estado, né, de saúde ali, e pelos secretários municipais de saúde e que vão ser então aí integrados, né, para eh participar desse conselho de secretários municipais de saúde. Tá bom, Pessoal? Alguma dúvida aqui desse conteúdo? Alguém quer tirar alguma dúvida? Que a gente ainda tem aí mais uns 15 minutinhos mais ou menos de aula? Não, alguém tá tá tudo bem
explicado. Sim. Então eu vou aproveitar esse tempo aqui que nós temos, tá? a gente tem um quiz hoje, OK? Pra gente poder eh abordá-lo, tá? E eu vou trazer novamente a nossa aula da semana passada, na Verdade, um exercício que eu compartilhei com vocês, que os alunos me questionaram e aí eu vi que vocês estudaram, tá? E aí, para explicar um pouquinho para vocês sobre a classificação dos níveis de prevenção em relação aos tipos de prevenção primária, secundária e terciária, que vocês ficaram, né, com essa dúvida. as provas e atividades. Vocês vão procurar o seu
mediador pedagógico. E se você tiver alguma dúvida, alguma Questão relacionada ao meu conteúdo, você vai entrar em contato via mediador pra gente poder ir sanando, tá bom? Eh, essa aula ela é online, tá bom? A aula é online. OK. Eh, sobre as leis do SUS, nós temos duas leis, né, que são as leis eh 80.080 e a lei 8000 eh 142. Sobre as provas, pessoal, chamem os seus eh mediadores, tá bom? Eles é que vão passar para vocês, OK? Eh, e as atividades também São todas com eles, OK? Eh, eu tenho 10 minutinhos aqui que
eu vou só eh revisar então aqui sobre as duas leis. OK. De eh do SUS, a Lei Orgânica de Saúde. Aí é importante você saber, eu não decorei, hoje eu sei falar. Então, se você conseguir eh memorizar ou então explicar aí na sua casa, começa a contar para alguém sobre as leis. Uma vez que você começa a contar no teu trabalho, para na tua família, você acaba sendo natural, entende? Eu não decoro nada, eu vou Explicando. Se eu se você l vê uma aula minha, às vezes amanhã eu já tô falando tudo diferente, porque eu
não decoro nada, eu procuro sempre abordar e aí a gente vai eh tirando as dúvidas, tá bom? Então, eh sobre as leis, OK? Eu vou revisar isso agora e aí eu vou lá pro meu slide do quiz da aula de hoje e aí a gente fica no finalzinho para falar sobre a dúvida relacionada à aula da semana passada. Eh, se tiver tempo a gente já eh sana hoje mesmo, OK? Nós Temos duas leis de saúde. Se você eh puder voltar para mim eh isso, obrigada aí aqui, olha só. Nós temos duas leis de saúde, tá?
E essas duas leis, elas estão dentro da lei orgânica da saúde, que é a LOS, a famosa LOS. Essas duas leis compõem a lei orgânica da saúde. Se a gente falar em leis, são duas, tá bom? Então, nós temos duas leis, a lei 8080, tá? E tem dica de filme, tá bom? Lá para vocês no livro, OK? Eu posso recomendar depois. A gente vai estudar SUSA semana que vem. Aí eu falo sobre filme, OK? Que eu gosto de indicar filme, vocês já estão acostumando comigo, né? Mas de repente assistindo um filme fica mais fácil. Aí
a gente tem a lei 8080 de 1990, tá? A lei 8080 ela fala sobre o quê? Ela fala sobre os princípios do SUS, a forma com que ele foi organizado, com que ele eh a forma com que ele acontece e o que ele acredita. Então, a Lei 8080 fala sobre os princípios doutrinários e organizacionais do SUS. Então essa lei 8080, ela vai abranger tudo aquilo que o SUS propõe sobre a equidade, a integralidade do cuidado, a universalidade, vai falar sobre a regionalização, sobre a descentralização para tornar o município um uma região ali, né, que consegue
responder as suas demandas. vai falar sobre o Princípio daqu hierarquização, sobre o princípio da resolubilidade. Então, vai falar sobre o funcionamento e as crenças do SUS, sobre os princípios ali da forma do que ele acredita, do que ele propõe para atender a população, entendeu? Então, o fala sobre isso. Já o 8142 vai falar sobre a participação da população na gestão, no cuidado ali no acompanhamento do SUS, eh, enquanto, Eh, participação popular e por lei, garantida por lei. Então, 18.080, 80, funcionamento do do SUS, né? A forma com com que o SUS ele funciona e o
que ele acredita. universalidade, equidade, integralidade, resolubilidade. Sabe um princípio do SUS que falhou na pandemia da resolubilidade. ele não conseguiu, ele não tinha uma eh uma um número de funcionários adequados, ele não tinha locais adequados para Atender as pessoas, teve que criar aqueles lugares lá, né, eh, em galpões ou então fazer as eh aquelas instalações para poder atender as pessoas. Então, foi um princípio que na pandemia não deu conta, que é o da resolubilidade. Ele não conseguiu resolver o problema da população por conta de mão de obra, eh eh insumos, quantidade de hospitais de campanha
que teve que fazer os os hospitais de campanha, entenderam? Então foi isso e Foi tudo pensando aqui na lei 8080, tá bom? >> [roncando] >> Já a lei 8142 é a nossa fiscalização daquilo que tá sendo feito no nosso no nosso eh na nossa participação. Na nossa participação, tá bom? Então agora eu vou pedir pr pra Denise ou para Cát estiver aqui finalizar essa aula para mim, tá? Aí eu Vou passar pro nosso quiz, vou compartilhar aqui com vocês, tá? Profe, pode colocar que daí eu apresento. >> Perfeito. Obrigada. Deixa eu ver aqui compartilhar a
tela. Não sei se tá aparecendo. Foi, foi, né? Ótimo. Então vamos lá, pessoal. Estão preparados? Vamos testar o nosso conhecimento. Vamos lá, então. Bora lá. Vou passar Aqui e vamos testar o nosso conhecimento. Então vamos lá, galerinha. Vamos lá testar o nosso conhecimento. Preparados? Preparados. Então vamos lá. As ações vou ler junto com vocês, tá bom? Então vamos lá testar o nosso conhecimento com o nosso quiz. As ações e serviços públicos de saúde e os serviços privados contratados ou conveniados que integram o Sistema Único De Saúde são desenvolvidos de acordo com as diretrizes previstas no
artigo 198. da Constituição Federal, obedecendo aos seguintes princípios. Primeiro, integralidade de assistência entendida como um conjunto articulado e contínuo das ações e serviços preventivos E curativos. individuais e coletivos exigidos para cada caso em todos os níveis de complexidade do sistema. Número dois, ênfase na centralização dos serviços no governo estadual. Número três, os conselhos de saúde municipais são formados por quatro classes de representantes: prestadores de serviços, gestores, profissionais de saúde e Representantes da comunidade. Então, vamos analisar as respostas. As afirmativas 1, 2 e 3 estão corretas. Quem acha que é a letra A, coloca aí para
mim. [roncando] Letra B. Somente as afirmativas um e dois estão corretas. Letra C. Somente as afirmativas um e três estão corretas. Quem acha que é a letra C? Somente as afirmativas, eh, letra D, né? Somente as afirmativas Dois e três estão corretas. Letra E, somente a afirmativa um está correta. E aí, que que vocês acham, gente? Vou dar um tempinho aí para vocês pensarem. Vão colocando aí letra A, letra C, letra E, uns, letra B, letra E, letra C, letra E, letra C. Mais um minutinho. Vamos lá. Letra E. C. Pessoal tá em dúvida. B
tá errado. Letra E. Que que vocês acham, gente? Que que tá certo aí? Letra C, letra E. Vamos corrigir, então. Posso corrigir? Os conselhos são as pessoas que podem participar, tá? Então, a gente tem os prestadores de serviço, né? os gestores que atuam, né, nas unidades sede corina, Muito bonitinho. Os profissionais de saúde, né, os representantes da comunidade que são eleitos, né, quando a gente não vai, aí às vezes elege uma pessoa, né, para poder participar, que são esses conselhos, né, que são formados pelas várias classes ali. Tá bom, pessoal? A letra correta aqui é
a letra C. Eu vou explicar porquê, tá bom? A, o item um ele tá correto, né? Então, o um dos principais princípios do SUS é A integralidade, tá? Que que significa integralidade? É promover a saúde, prevenir doenças, é propor ações que sejam de promoção, de tratamento para curar a pessoa que já precisa de alguma coisa. A gente tem que tratar a pessoa individualmente, mas a gente também precisa atender a população de maneira geral, independente do nível de complexidade. Que que é o nível de complexidade? Pessoas que não têm nada, pessoas que têm alguma coisa e
Pessoas que precisam ficar internadas, hospitalizadas. Baixa complexidade, unidade básica de saúde e num postinho, tá? Eh, ou então eh média complexidade, precisa eh ir num centro especializado de tratamento, passar por um pneumologista, um fisioterapeuta, terapeuta ocupacional, nutricionista, psiquiatra, né? Eu já falei isso na aula da semana passada, inclusive. E ã o que que é a parte da alta complexidade? Hospital precisar ser internado. Então, independente da onde você está nesses nesse checkup periódico, né? Ou então eh hospital, você precisa ter o direito da assistência, tá bom? O dois, ênfase na centralização, não, na descentralização. Eu acabei
de dar uma aula para você falando que é compartilhado entre governo federal, Estadual e municipal. Então não é centralizado, é descentralizado. Tá bom? Então não é centralizado, ele tem que ser em todos os níveis, OK? Governo estadual, municipal e estadual. E aqui a gente tem os conselhos de saúde, né, municipais, onde participa todo mundo, gente, é o prestador de serviço para o Conselho Municipal, as pessoas que não são contratadas direto ali, OK? Então, são prestadores serviço, prestadores de serviço, literalmente Mesmo, sabe? eh os gestores, que são as pessoas que administram, os professos os profissionais de
saúde que trabalham, né, ali prestando serviço, né, ali pro SUS e as pessoas que são a comunidade, participação popular. OK? Então, a resposta correta é a letra C de casa, C de Corina. OK, pessoal? E aqui nesses minutinhos finais, tá? Eu quero só tirar a as dúvidas de vocês quanto a minha atividade da semana Passada, tá bom? Eh, que eu passei para vocês, né, sobre os princípios, eh, os princípios, não, perdão, é, os níveis de atenção, tá bom? Então eu quero fazer aqui uma correção para vocês que o nível a gente tem assim prevenção, que
são os tipos de prevenção primária, secundária e terciária, tá? E além das prevenções primárias, secundária e terciária, eu tenho os níveis de prevenção, que é promoção da saúde, prevenção, Eh proteção específica, diagnóstico precoce, tratamento imediato e reabilitação. Então, naquele quiz que eu dei da semana passada, né, o nível secundário, que era a letra B, eu falei uma coisa e o aluno me falou: "Professora, você falou o prevenção primária secundária, mas na hora de falar a letrinha saiu eh ficou divergente." Então, para aquela aquele quiz semana passada que a gente tinha falado a letra B, é
a letra E. Mas a Letra B, se você levar em consideração que o nível nível, não tipo de prevenção, é o nível de proteção, a proteção também é uma prevenção, porque a proteção ela é dada por vacinação e a vacinação é para prevenir. Então também você eh pode ali pensar nesse sentido, tá bom? OK, pessoal. Então a resposta, se for para levar direitinho, é a letra E. OK? Então lá tava falando sobre promoção de saúde e os níveis preventivos. Refaçam lá e eh Revejam esse esse quiz da semana passada, ok? Tudo bem? Então, tá bom,
pessoal, uma ótima noite. Muito obrigada aí pela presença de todos. Vou passar agora pra professora Denise, né, ou pra Katiele que tiver aqui comigo. E uma boa noite a todos, um bom restinho aí de semana. >> Obrigada, professora Corina. E precisando de alguma coisa lá, pessoal, pode falar com a gente lá no Fale com mediador, tá bom? questão de provas, atividades, aí a gente fala lá com vocês. Boa noite, pessoal. Boa noite, professora. >> Boa noite, pessoal. A nossa próxima aula é sobre os princípios do SUS, tá bom? Aí a gente vai estudar um pouquinho
mais sobre os os princípios do SUS e os pactos de saúde. Vejo vocês até a semana que vem. Boa noite. >> Tchau. Tchau, pessoal. >> [música] [música]