Sabe aquele mecânico gente boa que sempre te recebe com um cafezinho, dá risada das histórias e vive dizendo que seu carro tá só o pó? Pois é, esses aqui fizeram ele chorar de tédio. Hoje a gente vai falar de cinco carros que todo mecânico odeia, mas não porque são ruins, viu?
Pelo contrário, eles odeiam porque esses carros não dão lucro. São os verdadeiros. Esse negócio não quebra nunca.
São modelos que rodam, rodam, rodam. E só aparecem na oficina para trocar óleo e pastilha. E olha lá o tipo de carro que o dono esquece até onde fica a oficina.
E para quem já passou raiva com carro quebrando na estrada, com luz de injeção piscando igual árvore de Natal, isso aqui é um alívio emocional e financeiro. Agora, claro, vou te perguntar uma coisa. Será que não tá na hora de você parar de dar presente pro mecânico e começar a investir em algo que te dê paz?
Fica comigo até o fim, porque além de conhecer esses cinco tanques disfarçados de carro, lá no final eu vou te soltar uma dica ninja para economizar ainda mais e fugir de cilada disfarçada de peixincha. Então já senta o dedo no like porque esse vídeo é quase um seguro contra dor de cabeça automotiva. Bora Toyota Etios.
O tanquinho japonês que não desiste num case e fosse uma pessoa, seria aquele tio caladão no churrasco que ninguém dá nada, mas que já correu 12 maratonas e nunca teve uma gripe. E o Étius é bem isso, discreto, sem firula, mas aguentando o tranco como poucos. Vamos ser sinceros, bonito ele nunca foi.
Tem gente que diz que o painel no meio é estranho, que o design parece de carro genérico de videogame, mas quem compra não tá nem aí para isso. Compra porque sabe que vai rodar 300. 000 km e ainda vai vender fácil depois.
Por dentro, o espaço é honesto, o acabamento é simples, mas funcional. Agora o segredo do EOS está no coração. Motor 1.
3 ou 1. 5 VVTI, aspirado que não quebra nem se você tentar. Ele aceita porrada no trânsito, estrada ruim, combustível ruim e continua lá, firme e forte.
O câmbio manual é justinho, gostoso de engatar. Já o automático de quatro marchas é aquele famoso faz o trabalho e não reclama. Pode não ser o mais moderno, mas é confiável igual receita da avó.
E o melhor, consumo digno de elogio. Faz média de 13 na gasolina com o 1. 3.
Com o 1. 5 ainda entrega bons números com mais disposição pra estrada. Peça é barata, manutenção é fácil e tem mecânico que até evita falar o nome dele para não atrair cliente que só vai lá para conversar.
Agora pensa comigo. Enquanto tem gente pagando 110. 000 em carro novo, 1.
0 pelado, você pode pegar um ETOS completinho com ar, direção elétrica, vidros, travas e até somos da metade. Tem étios hoje em dia custando a partir de R$ 35. 000 por aí.
E para quem quiser uma versão mais completinha, é só subir mais o orçamento. E o melhor, com zero dor de cabeça. Então já sabe, né?
Se ver umos bem cuidado, pode pegar. Segundo o inquebrável da lista, Rundai HB20, o coreano durão que muita gente subestimase. O Etios é o tio caladão no churrasco.
O HB20 é o primo descolado que chegou de mansinho, mas hoje todo mundo respeita. E olha, tem muito mecânico por aí que já se pegou reclamando. Esse carro não volta, não quebra, não rende.
Pois é, o HB20 tem versão com motor 1. 0 e 1. 6 aspirado, enquanto nos mais novos ganhou até 1.
0 turbo. É aquele tipo de carro que surpreende. Muita gente ainda torce o nariz por achar que Hyundai não tem a mesma robustez dos japoneses, mas é aí que o coreano dá risada.
O motor 1. 6 G Flex tem injeção eletrônica multiponto, comando variável CVVT, 128 cavalos na gasolina e uma fama que faz mecânico elogiar. Ele simplesmente não dá dor de cabeça.
Troca óleo certinho, faz as manutenções básicas e ele vai rodar igual reloginho suíço. O câmbio manual é ágil e confiável. Já o automático de seis marchas, não confundir com o velho de quatro, é bem acertado, entrega conforto e não dá piti.
E o melhor, diferente de muito 1. 0 turbo 3 cilindros por aí, esse 1. 6 entrega de verdade sem ficar manco carregado.
No dia a dia, o HB20 é gostoso de dirigir, tem um acerto de suspensão que segura bem o carro e ainda é econômico. Paz, média de 11 a 12 na cidade com gasolina. Tudo isso num carro compacto, ágil no trânsito e com um visual que agrada bastante, especialmente a partir do facelift de 2016.
Agora pensa comigo. Você pode pegar um HB20 1. 6 completinho, com ar digital, direção elétrica, central multimídia, volante multifuncional, por menos do que um popular zero que tá custando quase o preço de um apartamento.
Tem HB20, mais básico 2016, sendo anunciado por médias de R$ 38. 000 e as versões 1. 6 com câmbio automático a partir de 47.
000. Poto é, ainda vai ter um carro confiável, bonito e que não te faz íntimo do guincho. Então fica esperto, tem muito dono de HB20 por aí que só aparece na oficina para calibrar o pneu e tomar um café.
E quando aparece com problema, geralmente é só porque esqueceu de trocar a bateria. Há 4 anos, vamos ao terceiro carro da lista. Honda Fit, o mini monstro que desafia o Temple Fit, é o tipo de carro que parece pequeno por fora, mas surpreende por dentro.
E não só no espaço. Ele é um gigante em confiabilidade, principalmente nas gerações do New Fit 2009 a 2014 e a partir de 2015, quando voltou com o câmbio CVT. E aí virou uma lenda urbana entre os mecânicos.
Esse aí se quebrar é azar do dono, não culpa do carro. Começando pelos motores 1. 4 e 1.
5. IVtec aspirados, giradores, econômicos e absolutamente teimosos. Eles trabalham lisinho por centenas de milhares de quilômetros e o melhor, são fáceis de manter.
Peças abundantes, mecânicas simples e um consumo que agrada. Faz 11 a 14 na cidade com gasolina, fácil. Na geração com câmbio CVT, a Honda acertou a mão.
É um dos CVTs mais confiáveis da categoria, desde que o dono respeite a troca de fluído com óleo específico e quem cuida colhe. O carro entrega suavidade, economia e durabilidade absurda. O Fit também é um espetáculo em versatilidade.
Os bancos Magic Seats permitem transformar o interior de mil jeitos. Vira mini furgão, leva planta, bicicleta, marmita, mala de viagem, tudo ao mesmo tempo e sem reclamar. Agora vamos falar de valor emocional.
Ter um fit é sinônimo de paz. Você dorme tranquilo, sabendo que não vai acordar com a notícia de que o câmbio travou ou que o motor fundiu. O carro é discreto, mas entrega mais conforto, economia e confiança do que muito carro da moda por aí, que custa três vezes mais.
E claro, a comparação que dói, enquanto o povo se endivida em R$ 100. 000 R num carro zero popular com calota e vidro manual traseiro, você pode pegar um Fit 1. 5 AXL da última geração a partir de 2015 com câmbio automático CVT com couro multimídia câmera de ré, ar digital, LED, rodas de liga, por uns R$ 65.
000 ou até menos se garimpar direitinho. Rapaz, tu compra um Honda confiável, completo, estiloso, e ainda economiza quase 40. 000.
Me diz. É para pensar com carinho ou não? Renald Logan e Sandiro.
Os franceses ped boy que deram certo tem gente que torce o nariz só de ouvir carro francês. Já imagina peça cara, dificuldade na oficina e eletrônica de avião. Mas e se eu te dissesse que o Logan e o Sandero são mais brasileiros que muita feijoada de domingo?
Essa dupla da Renault pode até não ter o glamur dos japoneses ou a fama dos coreanos, mas entrega exatamente o que o brasileiro precisa: espaço, economia e robustez. Tudo isso num pacote simples, sem frescura, mas que aguenta o rojão como poucos, começando pelos motores, os valentes 1. 0 e 1.
6 da família High Power ou SC. No caso do 1. 0, é um dos poucos que realmente encara o dia a dia sem sofrer, principalmente em versões mais novas.
Já o 1. 6, principalmente o SCE concorrente de comando, é um tratorzinho disfarçado de carro popular e o melhor é econômico. Tem dono de Logan que faz 13 a 14 na gasolina sem esforço.
E se você tá achando que câmbio de francês dá dor de cabeça, calma. O manual desses dois é liso e resistente. Já o automatizado Easy Air foi um tropeço.
Fuja dele. Mas o CVT que veio emprestado da Nissan nas versões mais novas é confiável e entrega bom conforto. Só precisa daquela manutenção preventiva básica.
Agora o pulo do gato. Esses carros têm estrutura parruda. A suspensão foi feita pensando nas crateras do asfalto brasileiro.
Aguenta buraco, lombada, estrada de terra e segue firme, como se dissesse: "É só isso que você tem para mim? " E o espaço interno? Parece que o carro foi projetado para família de cinco com cachorro e mala.
O Logan então tem porta-malas de sedan médio. São mais de 500 L. E sabe o melhor de tudo, esses carros estão desvalorizados injustamente no mercado.
Isso mesmo, por pura implicância do povo com a Renault. Mas quem já teve sabe. Manutenção barata, peças acessíveis, seguro em conta, é economia na veia.
Tem Sandeiro e Logan da nova geração, aquela de 2015 em diante, com preços na casa dos R 31. 000 a R$ 37. 000.
É precinho baixo mesmo, ninguém acredita. Se você encontrar um Sandero 1. 6 Expression ou um Logan 1.
0, autentique bem cuidado, pode levar sem medo, porque enquanto muita gente corre deles, você tá rindo, ah, toa com um carro honesto, confiável e que passa longe da oficina. E aí, tá curtindo a lista? Já reparou que tem carro bom, confiável e barato dando sopa por aí?
Enquanto tem gente vendendo a alma para andar de zero pelado, né? Se esse vídeo já te fez repensar suas opções ou quem sabe até lembrar de um amigo que vive na oficina, faz o seguinte, manda para ele agora. Salva esse conteúdo, deixa o like maroto e se inscreve no canal, porque aqui a missão é clara, te ajudar a fazer negócio inteligente sem cair em silada.
E ó, ativa o sininho, porque no próximo vídeo pode ter aquele carro que vai te tirar do sufoco ou te poupar de um baita arrependimento. Para fechar essa lista com chave de ouro e motor girador, vamos de um carro que é tipo aquele aluno quietinho da sala, que tira nota 10 em tudo e ainda ajuda os outros na prova. O Honda City é isso, discreto, educado, mas com desempenho e confiabilidade que deixam muito carro metido no chinelo.
E se o Fit já é bom, o City é a versão engravatada, mais espaço, mais estilo e a mesma mecânica que faz mecânico coçar a cabeça por falta de serviço. Vamos falar aqui das duas gerações até 2021, que são as que ainda cabem no bolso de quem quer um carrão confiável pagando o preço de popular. A primeira geração vendida no Brasil 2009 a 2014 já chegou com o motor 1.
5 Ivtec aspirado, 116 cavalos na gasolina, câmbio manual de cinco marchas ou automático convencional com conversor de torque. E mesmo com o câmbio antigo, o carro já era ágil, econômico e muito robusto. Mas aí veio a segunda geração, 2015 a 2021 e o negócio ficou ainda mais refinado.
Além do visual mais moderno, o câmbio CVT entrou em cena e com ele suavidade no rodar e um consumo que faz muito dono de 1. 0 chorar no posto. Estamos falando de médias de até 15 km na estrada, com ar ligado e sem esforço.
O espaço interno, aqui o City se destaca. Mesmo sendo um compacto premium, ele oferece espaço de sedan médio. Quem anda no banco de trás elogia.
Quem dirige se surpreende com a ergonomia. É aquele carro que serve para tudo. Cidade, estrada, família, trabalho e até um rolezinho com estilo.
No pacote você encontra a direção elétrica. Apoia braço central com porta objetos, couro, ar digital, assinatura em LED, rodas em alumínio, central multimídia, principalmente nas versões AC e AL. E tudo isso num carro que adivinha não quebra.
Troca de óleo, filtro e fluido do câmbio CVT certinho. E ele vai longe, tipo muito longe. E aí vem a cereja do bolo.
Você pode pegar um sí da segunda geração, completíssimo, por 65 a 70. 000, ou menos se pesquisar com calma. Conclusão: O sí é o carro de quem quer viver em paz, de quem prefere gastar com viagem e churrasco e não com guincho e retífica.
mecânico olha para ele e já sabe. Esse só veio trocar óleo de novo. Tá aí, meu amigo.
Cinco carros que todo mecânico odeia, mas que todo dono ama. Carros que não são os mais chamativos não estão na capa das revistas, mas que entregam exatamente o que o brasileiro mais precisa: confiabilidade, economia e paz de espírito. E ó, se tem uma coisa que vale ouro hoje em dia, é carro que te devolve tranquilidade, que não vira um buraco negro de dinheiro e nenhum boletim de ocorrência ambulante.
Então, da próxima vez que te disserem que carro bom é só zero kim, mostra esse vídeo. E lembra, quem escolhe com inteligência anda melhor, gasta menos e ainda escapa da dor de cabeça que muito carro novo pelado traz. Até o próximo vídeo, onde a gente vai continuar mostrando que dá sim para ter carro bom de verdade, sem estourar o orçamento.
Tamamos junto.