Narrativas compartilhadas têm o prazer agora de ouvir Tathyana Veronese. Tatiana é aluna de Letras da Amanda também, com muito prazer. E hoje, a Lagoa está atuando constantemente nas ações que são desenvolvidas neste momento, nas semanas Letras e saraus.
Ela é apaixonada; vocês vão perceber rapidamente isso tudo. Então, ela faz um relato da história dela. Não tiver, né?
Você nem uma palavra pode começar a montar. Eu nem sei o que é encontrado, somente colégio! Você quiser falar que a bota é uma sessão de terapia: é isso mesmo!
Olha, cada pessoa faz revelar. Só recebi goza Roberto Ferreira. Quero agradecer o convite; que delícia estar aqui, fiquei muito feliz!
Só que eu gosto muito, admiro; a gente tem uma relação de afetividade, pouco vai pra frente. Pode ser? É, não sou uma pessoa linear; linearidade não faz parte da minha vida e seu pensamento de pensamento.
Eu estou lendo Virgínia Uffa. A gente. .
. eu tenho uma proximidade com os professores da Unisul. Influência: cada professor daqui me influenciou de alguma forma, né?
E aí, temos um grupo, não é bem um grupo de leitura, mas um grupo de leitoras que a gente troca muita coisa: mulheres! E quem, assim, a gente se inspira muito na Daniela Janela; já me inspirei muito na nossa coordenadora, é quando ela dá aulas de literatura inglesa e literatura norte-americana. Aí eu tive contato com a Copeve, com a literatura da Argentina.
Enfim, eu falei do fluxo de consciência porque eu terminei de ler "Amigos dela", e agora eu estou imersa na sua literatura. Um fio. .
. E daí você brinca muito bem entre nós, na dança. E aqui na casa mesmo, já a Daniela tem influenciado também outras mulheres, tanto que tem uma outra aluna aqui da Uniso que está desenvolvendo o TCC dela também.
Vizinho, Uff! E daí a gente fala pras sofianes que ganham tudo fluxo de consciência. Bem, é.
. . acho que assim a minha ligação com as letras, a agência, desde menina, Roberto.
Eu sempre fui ratinho de biblioteca; eu era uma menina muito fechadinha, a Fab Time dá uma chuva fina, zinha, saber de impulso, a magrela! Então, se não confessado assim, essa coisa se desvia. Se é uma coisa que veio depois, com a maturidade, quando a gente começa a aceitar.
E eu, com 40 anos, né? Então, isso é muito significativo para mim, pra eu iniciar uma nova. .
. uma. .
. dizer, não iniciando só uma nova graduação, finalizando agora. Mas é um novo direcionamento de vida, estudando uma nova direção para a minha vida com 42 anos.
Então, tudo isso tem as suas significações. E tem muita barreira, tem muita dificuldade; tem muita felicidade, tem muita realização. Então, tem muita coisa misturada, muitos sentimentos nisso.
Mas eu acho que a minha relação com as letras não começa agora, a partir da decisão do curso de Letras; é um reflexo de uma análise pessoal. Sabe? Porque começou, no entanto, eu sou ituana e eu estudei.
A minha primeira escola foi no Professor Doutor Cesário Mota, uma escola estadual de Tupi. E lá tinha uma biblioteca, Roberto, pequenininho, mas em linhas ao bem; mas tinham títulos maravilhosos, instou da sessão pagar os livros da Dada. Desculpe, da coleção.
Vale, alunos me levar! E sim, eu comecei a ler, por exemplo, Machado de Assis, é, novinha, já comecei assim. Não sou uma pessoa que tem um grande repertório de literatura brasileira, mas eu sempre me joguei nas coisas.
E sabe o que é uma coisa interessante? Eu gosto de ver o que eu não estou entendendo, isso é desde pequena. Porque, por exemplo, quando era novinha e eu li "O Caso Hugo", eu estava querendo nada.
Como é que acha que foi o queijo? Acha que é uma série de séries? Então, além de nada, quando ele.
. . as meninas, por exemplo, é uma literatura que marcou da Lygia Fagundes Telles.
Agora eu estou como estou, porque assim, está na minha lista de livros que eu quero reler, porque eu acho que a literatura, ela tem essa grande festa, grande; mas não tira vantagem, mas essa peculiaridade de se transformar de acordo com o leitor. Ontem até teórico que dizem isso, né? Na verdade, é o leitor que já significa a obra de acordo com o seu olhar, né?
Então, acho muito interessante o contato com as mesmas literaturas em diversas épocas da vida. Então, por exemplo, agora eu estou com uma aluna particular, uma linda, maravilhosa, e ela está lendo "Dom Casmurro". Ela é de Relações Públicas daqui da Unijuí e, Roberto, a família inteira, além de todo mundo, está interagindo, sabe?
Interagindo na literatura, e eles discutem em casa um livro que eu propus à família toda. Tá nem do! Então, sente felicidade!
Então, aí quando comecei a reler, é outro olhar. Sim, né? Porque a nossa visão de mundo se transforma.
Então, eu acho que a literatura se transforma também com o nosso olhar, né? Então, eu acho que a minha história com as letras na Unicef começou lá no Cesário Mota e tem uma lembrança muito marcante na minha vida que foi meu professor de Língua Portuguesa. O nome dele é Professor Cela, falecido, Professor Valdir José de Souza Lima, Cesário Mota.
De tudo depois do falecimento do ensino médio, já não… isso no primeiro grau, segundo. Então, ele era o meu professor do ginásio, o que também impulsionou pra quebrar, pra se entrar pra a leitura, foi o fato de que toda sexta-feira ele destinava às duas últimas aulas só para leitura. Cada um tinha que levar um livro à livre escolha, Roberto.
Não tinha nenhuma oposição, que não tinha nenhuma, sabe assim, nenhum álbum. Uma teoria: nenhuma organização, nenhum plano específico. Cada um leva o livro que gosta, que se identifica e só lê.
Era isso. Era cada um pegar um desvio em sala de aula, aí um aluno perguntar alguma coisa, uma dúvida, e não tinha Google, né? Foi um tempinho.
Este professor, ele era assim, um adicionar ambulante: Roberto Tullii, saber. Ele era assim; uma pessoa que me marcou. Então, eu acho que esse plano de aula tem plano, né?
O que não deixa de ser um projeto. Foi também o que me fez me apaixonar mesmo pelos livros e pelo hábito da leitura. E isso não vai ser só comigo; os meus colegas desse período são todos, mas eu sei que alguns continuam leitores.
Eu percebo, por exemplo, suas redes sociais, converso de vez em quando: eles são leitores. Eu acho que este professor plantou vários e limpinha vários leitores. Eu me lembro de algumas obras: disse Liu, ai, tem uma literatura que é assim; ela não é considerada uma literatura ao lar, mas eu me apaixonei pelo livro "Poliana".
Juliana, não esquece a autora… se lembra a cantora? Ele, ainda assim, quem é? É a escolha da menina, o pai da menina, e Poliana, moça.
Roberto Conference, livro. . .
quer aquele jogo do contente, tal do otimismo? Aquilo me marcou porque era uma menina muito tristinha, sabe? Muito assim.
Então, acho que de alguma forma aquilo, emocionalmente, assim, me ajudou: este livro, os dois, pela menina e pela família da moça. E disse-me alguma atividade diferente, além da literatura? Tinha algum outro tipo de atividade?
E sempre se ouviu na escola? Não, não só essa. Aí, depois que saiu do ensino médio, então daí, a minha vida.
. . eu não sou repórter e não linear.
Teve assim até eu chegar aqui, evitando tanto vaivém, né? Nem existe mais isso, né, o ensino médio. .
. Silva e nem se não. Então, aí que tá.
Eu comecei a Yoko, comecei a fazer contabilidade e pensava: isso não tem nada a ver comigo. Aí eu fui fazer magistério. Você vai começar aquele negócio: vestibular, regular vestibular.
E as disciplinas do magistério, na época, eram muito específicas para o que a gente chama hoje de ensino-aprendizagem na votação no vestibular, né? Então, eu fiz um período de magistério e eu finalizei com o que na época chamava de ensino normal. Então, não me formei no magistério, eu finalizei assim, continua normal.
Aí eu entrei na faculdade de Direito. Mas a minha mãe dizia. .
. minha mãe é falecida, minha mãe faleceu há seis anos. Ela dizia para mim: "Tu tinha que ir para a faculdade de Filosofia, Ciências e Letras".
Eu pensava: "Por que isso? Não vai fazer nem assim. Ah, não.
. . ninguém quer fazer Letras, Deus me livre!
" Só que a professora Roberta disse: "Olha como foi o último, a cana nessa água na boca. Porque você gosta tanto de ler, você gosta tanto escrever poesia". Eu me apaixonava pelos meninos.
Acho que depois. . .
imagina, né? A defender que não queria fazer com um ajuste, Roberto? Escrevia, estava sentindo, sei lá.
. . o calor, o frio.
. . eu escrevia.
Era rainha do diário, sabe? Minha mãe já flagrou desde a discreta. Então, eu escrevia muito.
E aí, pedindo o fio da meada. . .
Então, não, não. Daí, eu só que, de novo, minha mãe: eu poderia ter feito Letras atrás, mas acho que não seria. Imagina se eu tivesse feito Letras lá atrás?
Toda a minha trajetória seria outra. E eu não tenho aqui com você. Então, acho que a gente tem que valorizar.
A gente tem que parar de ficar olhando pra trás e pensar: "Se eu tivesse feito aquilo naquele tempo. . .
". Eu acho que a gente está aqui, a gente tem que valorizar o momento, esse ataque, porque, de alguma forma, era para estarmos aqui agora, nesse momento, fazendo exatamente isso que estamos fazendo agora, né? Então, eu fiz, comecei a faculdade de Direito, tive experiências legais, bacanas, professores interessantíssimos.
O que eu mais gostava, que se eu mais gostava, era de Filosofia do Direito. No total, o Senado nunca Direito Civil, Direito. .
. não falo de nada. Aí eu lembro de um autor.
. . foi minha relação com os livros.
Eu comprava livros, tipo P. Sol. .
. que irão ser oca. Na época, era permitido, né?
Mas eu comprei livros. E aí eu lembro de um livro de Direito que é de um júri. .
. Acho que ele é vivo, Paulo Nada. E era filho: era Introdução à Filosofia do Direito.
E ele falava da relação filosófica entre o fato, o valor do fato e as normas vigentes. O pano pra manga deu na minha cabeça, né? Assim.
. . gente gosta de filosofar, gosta de sair.
Depois Direito vai para o terceiro ano coberto e depois vai fazer Jornalismo. Eu gostava do Dop, que respeita à volta do Porto. CP, fazendo.
. . a cortar a história que nós estamos ouvindo e que vai ter coisa e bastante que falar.
Então, até daqui a pouco, quando nós vamos continuar correndo a Tati a respeito da vida nela dentro desse contexto.