O Deus Filho é a plenitude da revelação de Deus à humanidade. Entender a encarnação de Cristo entender o posicionamento de Cristo como Deus trinitário, mas também como Deus encarnado, a fim de se revelar ao ser humano, trazendo a salvação à humanidade. é muito importante para a nossa consciência cristã, para a nossa vida cotidiana na igreja e sobretudo para compreendermos o plano da salvação para a nossa vida.
O Deus Filho se manifestou trazendo aos homens a glória de Deus para salvar, redimir a humanidade e tornar o homem novamente um ser em comunhão intensa com Deus. >> [música] >> Queridos, sejam bem-vindos à Academia de Pregadores. Eu sou o pastor Anderson Silva.
Estamos nas nossas lições bíblicas de escola dominical, estudando o primeiro trimestre de 2026, tratando sobre a Santíssima Trindade, o Deus único revelado em três pessoas eternas. Estamos estudando com o pastor Douglas Batista. esse trimestre que tem sido muito importante, muito relevante para a nossa vida, tem trago, sem dúvida nenhuma, diversas perguntas, reflexões, discussões, pensamentos e isto é bom lá no nosso canal, né, lá na lá no canal da Academia de Pregadores também no canal do pastor Anderson Silva, onde está disposta, estão dispostas as aulas do trimestre.
Nós temos acompanhado vários alunos, têm feito muitas perguntas. Parabéns a você que tem interagido ali e como você sabe estamos na medida do possível prestando uma mentoria EBD a fim de trazer esclarecimento a estas perguntas principalmente que vocês têm feito lá. Então, continue nos acompanhando aqui na Academia de Pregadores.
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Na aula de hoje, estudaremos a lição de número cinco do dia 1eo de fevereiro de 2026. O Deus filho, como nós já tratamos aqui, como nós falamos desde a primeira aula, no início do trimestre, é muito importante que você, principalmente professor de escola dominical, todos nós enquanto alunos, mas principalmente você professor de escola dominical, é muito importante que você perceba a estrutura que o pastor Douglas Batista montou no trimestre. Então, a primeira lição foi uma lição introdutória.
Depois da lição 2, 3, na lição 2, 3 e 4 tratamos sobre a pessoa do pai. E a partir desta lição, 5, 6 e 7, vou conferir aqui se é isso mesmo. Exatamente.
5, 6 e sete são as lições que nós estamos tratando sobre a pessoa do filho. E a partir da lição de número oito, nós vamos tratar sobre a pessoa do Espírito Santo. O texto áurio da nossa lição está em Mateus, capítulo 17, versículo 5, a parte B, que nos diz o seguinte: "Este é o meu filho amado, em quem me comprazo.
Escutai-o. " Nós vamos perceber na aula de hoje que esta afirmação idêntica a, aliás, quase idêntica, né? a afirmação que o pai fez em relação ao filho no batismo, porque no batismo ele não disse escutaio.
Essa afirmação é uma afirmação que foi feita pelo Senhor, pelo pai em relação ao Filho na no monte da transfiguração, na situação da transfiguração. E aqui pastor Douglas Batista vai explorar muito bem o texto, deixando claro para nós que quando o Senhor diz escutai-o o Senhor está dizendo que ele está acima da lei. Ele está acima dos profetas porque ele é o cumprimento da lei e dos profetas.
A verdade prática da nossa lição nos diz o seguinte: Jesus Cristo, o Deus Filho, é a revelação plena do Pai, centro da revelação divina e único mediador entre Deus e os homens. Perceba que o nosso, a nossa lição na sua verdade prática deixa claro aquilo que falamos aqui nas palavras introdutórias. Jesus Cristo é a revelação plena do Pai e ele é o único mediador entre Deus e os homens, mas ele é o centro da revelação divina.
Por quê? Porque a lei, os profetas falam de Cristo e Jesus Cristo veio então como real cumprimento da lei e dos profetas, sendo desta forma o centro de toda a Bíblia, de toda a revelação de Deus. A palavra chave desta lição é Cristo.
Se você não sabe, a palavra Jesus aponta para a humanidade e a palavra Cristo, que quer dizer o Messias, né? aponta para esse para essa divindade do filho. É muito importante nós termos isto em mente, até porque o pastor Douglas vai fazer uma abordagem de forma breve aqui na lição de hoje sobre a questão da união hipostática, as duas naturezas de Cristo.
A leitura bíblica em classe está em Lucas, capítulo primeiro, versículos 31, 32, 34 e 35. E Mateus capítulo 17 do versículo primeiro ao versículo 8. O texto bíblico nos diz o seguinte: "E eis que em teu ventre conceberás e darás à luz um filho e por-lhe o nome de Jesus.
Este será grande e será chamado filho do Altíssimo, e o Senhor Deus lhe dará o trono de Davi, seu pai. E disse Maria ao anjo: "Como se fará isto, visto que não conheço varão? " E respondendo o anjo, disse-lhe: "Descerá sobre ti o Espírito Santo, e a virtude do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra, pelo que também o santo que de ti há de nascer será chamado filho de Deus".
Seis dias depois, tomou Jesus consigo a Pedro e a Tiago e a João, seu irmão, e os e os conduziu em particular a um alto monte, e transfigurou-se diante deles, e o seu rosto resplandeceu como sol, e as suas vestes se tornaram brancas como a luz. E eis que lhes apareceram Moisés e Elias falando com ele. E Pedro, tomando a palavra disse a Jesus: "Senhor, bom é estarmos aqui.
Se queres, façamos aqui três tabernáculos, um para ti, um para Moisés e outro para Elias". E estando eles ainda a falar, eis que uma nuvem luminosa os cobriu, e da nuvem saiu uma voz que dizia: "Este é o meu filho amado, em quem me comprazo. Escutai-o".
E os discípulos, ouvindo isto, caíram sobre o seu rosto e tiveram grande medo. E aproximando-se Jesus tocou-lhes e disse: "Levantai-vos e não tenhais medo. E erguendo eles os olhos, ninguém viram senão a Jesus".
Nesse texto bíblico da leitura bíblica em classe, eu quero destacar aqui no versículo de número cinco, quando a Bíblia diz que uma nuvem luminosa os cobriu. Aqui nesse nesta passagem bíblica, nós temos um dos textos que que é na Bíblia uma situação que merece, que exige de nós grande atenção, que é o texto da transfiguração. Porque discute-se muito, discute-se muito esta questão da transfiguração e a razão porque esta experiência espiritual aconteceu desta forma.
E o pastor Douglas Batista vai explicar algumas coisas muito interessantes em relação à transfiguração. O destaque que eu fiz para o versículo 5, quando o texto diz: "E uma nuvem luminosa os cobriu". Em Êxodo, capítulo 19 versículo 9, eu fiz esse destaque justamente por causa dessa referência.
Êxodo capítulo 19 versículo 9. A Bíblia diz que o Senhor falou a Moisés que iria aparecer numa nuvem escura diante do povo para que o povo cresse, visse a nuvem e cresse que Deus estava falando com ele, com Moisés, e temesse. E a gente vai perceber que algo semelhante está acontecendo com Cristo.
Só que não é mais a nuvem escura, é uma nuvem luminosa. Como se o Senhor estivesse dizendo: "Olha, em Êxodo a nuvem era escura porque aquilo era uma sombra do que aconteceria no futuro. Em Cristo, a nuvem já é clara, porque Cristo é verdadeiramente a a claridade, a clareza de toda a revelação de Deus à humanidade.
" Então isso me chamou atenção e por isso eu queria destacar aqui com vocês. Vamos lá. Primeiro ponto da nossa lição vai tratar sobre a divindade do filho.
Primeiro parágrafo, a concepção virginal de Jesus. Pastor Douglas Batista vai fazer algumas tratativas e eu quero destacar que a concepção do Senhor Jesus foi um ato miraculoso. Não há dúvida sobre isso, não é verdade?
Foi um ato miraculoso, foi uma ação de Deus. O Espírito Santo desceu sobre Maria e gerou no ventre dela o filho de Deus, o próprio Cristo. O pastor Douglas vai continuar dizendo o quê?
O texto afirma que Jesus seria concebido pela ação do Espírito Santo e pela sombra do poder de Deus. Agora, o que isto indica para nós? O pastor Douglas vai nos deixar claro que isso indica que a presença poderosa de Deus repousou sobre Maria, de modo que o menino concebido pelo Espírito Santo seria chamado de filho de Deus.
Queridos, nós, agora que eu coloquei na tela aqui, então vamos lá. Vamos lá, que eu não tinha colocado na tela o que eu tinha grifado. Então, vamos voltar.
Ó, a concepção do Senhor Jesus foi um ato miraculoso. O texto afirma que Jesus seria concebido pela ação do Espírito Santo e pela sombra do poder de Deus. Isso indica que a presença poderosa de Deus repousou sobre Maria, de modo que o menino concebido pelo Espírito Santo seria chamado de filho de Deus.
Queridos, é muito importante nós entendermos que foi o espírito que gerou Jesus no ventre de Maria. Foi uma ação de Deus. É claro que esse ente querido de Deus que estava sendo gerado no ventre de Maria era o próprio filho de Deus, o unigênito, o único da mesma Gênesis.
E é preciso deixar isto muito claro. Mas assim como o próprio Deus deu vida, eu escrevi isso aqui para não esquecer, ó, assim como o próprio Deus deu vida a Adão no Éden, ele mesmo gerou Jesus no ventre de Maria. Então, foi uma concepção virginal.
Jesus foi gerado no ventre de Maria por um ato do próprio Deus de forma sobrenatural, de forma miraculosa. Isto nunca mais aconteceu na história da humanidade. Segundo parágrafo do segundo ponto.
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>> Pastor Douglas vai tratar sobre a deidade absoluta do filho. E ele deixa claro pra gente que antes de nascer em Belém, o filho já existia eternamente com o pai. É o que João fala em no no capítulo primeiro do Evangelho escrito por João e no versículo primeiro.
No princípio era o verbo e o verbo era Deus e o verbo estava com Deus. Perceba que no princípio ele já era, ele já estava no passado e o verbo estava com Deus e todas as coisas que foram feitas foram feitas por ele. Esta essa geração de Jesus no ventre de Maria se deu na encarnação, mas Jesus já era existente desde a eternidade.
Pastor Douglas vai continuar dizendo que ele se fez carne sem deixar de ser Deus, possuindo duas naturezas. a divina e a humana, unidas em uma só pessoa. E isto é o que nós tratamos quando estudamos cristologia, nós tratamos sobre união hipostática.
Isto é, a união hipostática. Em Cristo habitava a natureza humana e a natureza divina, sem que uma interferisse na outra. Pastor Douglas continua dizendo que ele é verdadeiro Deus e verdadeiro homem, sendo Deus.
É Jesus. Sendo sendo Deus e homem, Jesus é o único mediador entre Deus e a humanidade. Por que isso?
Por que ser Deus e ser também homem? Eu escrevi para não esquecer. Jesus é o Deus que se fez homem para viver só como homem e ser um referencial de humanidade.
Jesus se tornou homem porque foi o homem que pecou e ele veio então para viver como o homem, como homem sem pecado. Se fez pecado por nós, mas ele viveu sem pecado e por isso ele é o nosso salvador. Ele precisava se tornar homem para salvar a humanidade.
Ele precisava verdadeiramente assumir toda a corporeidade humana. Ele precisava viver aqui só como homem para ser o segundo Adão, como o próprio Paulo fala em cristologia. Nós estudamos isto e o pastor Douglas, ele vai inclusive citar aqui o concílio de Calcedônia.
E foge a memória aqui agora. Qual foi o ponto que ele fez isso? Mas ele cita o concílio de Calcedônia, que foi um concílio que determinou a situação da divindade do filho.
Eu tô olhando aqui para ver se eu encontro, mas você que estudando a lição, eu não grifei aqui o concílio de Calcedônia, mas estudando a lição, a gente vai compreender totalmente que Jesus Cristo foi Deus que viveu a humanidade plena. Muito bem, terceiro parágrafo do primeiro ponto, os atributos divinos de Jesus. Perceba que quando o pastor Douglas cita os atributos divinos de Jesus, ele não vai dizer que ele usou esses atributos, porque conforme Filipenses capítulo 2, ele não usou.
Mas olha, o primeiro deles, a eternidade. Vamos mudar aqui a mudar a página nada. Tá aqui mesmo.
O segundo deles, a imutabilidade. O terceiro, a onipresença, a onisciência e a onipotência. São os atributos que o pastor Douglas vai citar aqui para nós da divindade de Cristo.
Perceba, repito, pastor Douglas cita esses atributos, porém ele não afirma que Jesus usou estes atributos. Porque conforme Filipenses capítulo 2, enquanto viveu encarnado, Jesus se deteve a aos limites da humanidade e não usou estes atributos, mas ele os tinha. Ele os tinha.
Ele não perdeu os atributos, ele não usou. É isso que Paulo fala em Filipenses capítulo 2. Mesmo sendo Deus, não teve por usurpação o ser igual a Deus.
Ele não deixou de ser Deus. Ele só não teve por usurpação o ser igual a Deus. Ele só não usou os atributos.
Mas ele tinha esses atributos humanos. E isto é é claro quando nós estudamos a divindade de Cristo. Segundo ponto da nossa lição, pastor Douglas vai tratar sobre a centralidade do Deus filho.
O que é isto? Jesus é o centro de toda a Bíblia. Aliás, é o centro de todas as coisas.
A Bíblia diz que todas as coisas foram feitas por ele e sem ele nada do que foi feito se fez. Primeiro parágrafo, a glória sobrenatural de Jesus. Pastor Douglas vai nos dizer que na ocasião Jesus revelou temporariamente a glória de sua natureza divina com aparência resplandescente.
E ele diz que isto aqui era um prólogo escatológico e que é um prólogo, é aquilo que é dito antes que aconteça. um prólogo escatológico, um vislumbre do Cristo pós ressurreto e glorificado. Ou seja, no monte da transfiguração, na situação da transfiguração, Jesus revela essa glória divina e ele está fazendo um prólogo escatológico, mostrando o que seria, o que aconteceria.
E e escatologicamente falando também, acredita-se, teologicamente falando, que este corpo glorificado de Jesus que ele que os discípulos viram, né, que ele apresentou e que os discípulos viram na transfiguração, é ao que tudo indica, o corpo que cada um de nós como salvos teremos na glorificação final, quando ressuscitarmos, né, para a vida eterna com o Senhor. Então, é uma indicação, é um pensamento bíblico, teológico em relação a isto. Segundo parágrafo, pastor Douglas vai tratar sobre o testemunho da lei e dos profetas.
E ele vai deixar claro pra gente que Moisés ali representa a lei, enquanto Elias representa os profetas. E eu disse aqui bem no comecinho da aula, pastor Douglas vai afirmar isso aí também. A lei é, deixa eu colocar na tela aqui para você ver, ó.
A lei deixa claro que ele é o mediador da antiga aliança, o legislador do povo hebreu. E através de Elias, Elias é considerado o símbolo da proclamação profética. Ele é considerado o símbolo da proclamação profética.
E a lei e os profetas apontam para Cristo, falam de Cristo. O próprio Jesus chegou a dizer isso: "De mim se cumpriu tudo o que está escrito na lei e nos profetas". Então, esses dois aparecem ali.
Os discípulos que estavam e participaram daquela experiência espiritual ali, daquele momento, eles ouviram a voz do Pai dizendo: "A ele ouvi ou escutai-o". como que dizendo, "Eu sei que vocês obedecem a lei, eu sei que vocês dão credibilidade a tudo que os profetas falaram, mas este é o meu filho e nele se resume toda a lei, todo o ofício profético do Antigo Testamento, tudo apontava para ele, tudo se resume nele e por isso vocês precisam ouvi-lo. " Pastor Douglas vai esclarecer um pouquinho mais isso pra gente quando ele deixa claro aqui no terceiro ponto que quando os discípulos levantaram os olhos, eles não viram nem Elias e nem Moisés, só viram somente Cristo, deixando claro que Elias e Moisés passaram, mas Cristo permanece para sempre.
Terceiro parágrafo do segundo ponto, a aprovação divina do Pai. Pastor Douglas vai nos dizer que a transfiguração atinge seu clímax com a voz audível do próprio pai. Eis que uma nuvem, o texto deixa claro que eis que uma nuvem luminosa os cobriu.
Como eu já disse, isto aponta lá para Êxodo, capítulo 19, versículo de número 9, quando o Senhor aparecia a Moisés numa nuvem escura. Agora aqui o Senhor aparece numa nuvem luminosa, ó. E então ea as palavras proferidas no batismo de Jesus.
Este é o meu filho amado em quem me comprazo. Qual a diferença? A diferença é que a diferença, deixa eu voltar aqui, né?
Aqui, ó, de novo. Eu grifei sem mostrar para vocês, gente. Ó, ecou as palavras já proferidas no batismo de Jesus.
Este é o meu filho amado em quem me comprazo. A diferença é que neste momento o pai também diz a ele ouvir. Pastor Douglas vai dizer que essa repetição é significativa.
O pai confirma que Jesus é o filho eterno, não apenas em missão redentora, mas em natureza divina. O que o pastor Douglas está nos ensinando é que com esta afirmação, o próprio Deus está dizendo, deixando claro que Cristo, o seu filho, é o filho amado, não só para a missão redentora, mas para o representar como o unigênito, como o único da mesma essência, porque ele diz: "Este é o meu filho amado, escutai-o. " Ou seja, a lei, os profetas passam, mas ele vocês precisam verdadeiramente escutar.
Então é uma declaração muito importante, porque a gente pode pensar, por que que Deus faz essa declaração novamente se lá no batismo ele já havia feito esta afirmação? Ele faz esta declaração porque nesta declaração ele deixa claro: "Ouvi-o, escutai-o, porque ele é superior à lei e aos profetas". Terceiro ponto da lição, a missão redentora do filho.
Você vai perceber, você que acompanha lá a revista dos jovens, que essa lição de número cinco, o pastor Marcelo Oliveira, ele vai tratar também desse desse mesmo aspecto da ação redentora. E aqui nesse terceiro parágrafo, o pastor Douglas Batista também trata sobre isso, a missão redentora do filho, o filho como revelação suprema. Já falamos um pouco disto aqui, mas o pastor Douglas vai nos dizer que a declaração reflete a profecia de Moisés.
O Senhor, teu Deus te despertar, despertará um profeta no meio de ti, de teus irmãos, como e a, aliás, não tenho a ele ouvireis. Perceba que Moisés tinha dito isto para o povo de Israel. Ele vai despertar um profeta como eu.
A Bíblia diz que não houve profeta maior do que Moisés no meio do povo de Israel. Não houve profeta maior do que Moisés. Agora, por que que Jesus ele não vem como o profeta?
A gente vai ler Lucas, capítulo 16, versículo 16. E lá está escrito: "A lei e os profetas duraram até João. João está aqui.
Jesus inicia o seu ministério depois. A lei, os profetas duraram até João, o Batista e após isto é anunciado o reino de Deus e o homem prega força para entrar nele. Por que que Jesus não é considerado como profeta de ofício profético?
Porque os profetas de ofício profético, eles eram representantes de Deus no meio do povo. Jesus não é representante de Deus no meio do povo. Jesus é o próprio Deus no meio do povo de Israel.
Ainda neste segundo parágrafo ou neste primeiro parágrafo do terceiro ponto, o pastor Douglas vai dizer que esse evento sinaliza a transição entre a antiga e a nova aliança centrada na pessoa do filho. Aqui o próprio Deus está agindo para inaugurar essa transição, para mostrar que em Cristo finaliza a lei e os profetas. e inicia um novo tempo, um tempo onde Deus está presente com o seu povo, literalmente falando.
Segundo parágrafo do terceiro ponto, a exclusividade de Cristo na redenção. Cristo é o nosso redentor. Pastor Douglas vai dizer que essa afirmação encerra uma verdade fundamental.
Cristo é absolutamente único e exclusivo na obra da redenção. Ele continua dizendo o quê? A presença de Moisés e Elias cessou.
resta apenas o Cristo. E ele vai continuar ainda dizendo que toda a escritura aponta para ele. Toda a escritura aponta para ele.
O texto vai seguir dizendo que os discípulos ficaram com medo. Jesus, eles caíram com o rosto em terra. Jesus se aproximou deles.
Ao se aproximar, tocou neles e disse para eles se levantarem. Quando eles se levantam, eles não viram outras outra pessoa, a não ser o próprio Cristo. Aqui é o pastor Douglas vai continuar dizendo: "Ele é o Deus revelado, o resplendor da glória divina.
Ele é o único mediador entre Deus e os homens. O único mediador entre Deus e os homens. Somente Cristo tem esse poder.
A Bíblia diz que não há nenhum nome dado entre nenhum outro nome dado entre os homens pelo qual devamos ser salvos. Então, nós aprendemos aqui sobre a exclusividade, a missão redentora do filho, a exclusividade de Cristo na redenção. Só ele pode verdadeiramente ser o nosso salvador.
Eu gosto de dizer que em Cristo repousa todas as características do Salvador da humanidade. Nenhum outro homem, ninguém foi como ele. Terceiro parágrafo do terceiro ponto, o aprendizado pela experiência.
Pastor Douglas vai nos dizer que a revelação da glória do Cristo ressurreto foi também um evento pedagógico para os discípulos. Eu tenho dito isto aqui desde o começo, desde o começo do nosso trimestre, eu tenho dito que tudo que estamos aprendendo sobre trindade aqui diz respeito à relação da trindade com o ser humano. Então, o que estava acontecendo ali não era para provar nada para Cristo, era para eh servir de instrumento pedagógico para os discípulos.
Ali estavam Pedro, Tiago e João. Pedro, o líder do colégio apostólico. Tiago, um homem muito influente.
João, o apóstolo amado. Então eles estavam passando também por um momento pedagógico. Pastor Douglas vai nos dizer ainda que a transfiguração, portanto, é o vislumbre do reino, prenúncio da ressurreição, antecipação da vitória final de Cristo e o anúncio de seu triunfo escatológico sobre a morte e todo o domínio.
Então aquilo ali serviu de um ensinamento não somente para os discípulos, mas para todos nós que estamos hoje estudando este texto. Então a transfiguração foi uma revelação, mostrou o filho como uma revelação suprema do pai. A transfiguração mostrou a exclusividade de Cristo na redenção.
E a transfiguração foi o aprendizado pela experiência. A experiência que os discípulos viveram fez com que eles aprendessem e trouxe até nós este aprendizado para que nós possamos compreender que em Cristo repousa toda a divindade, toda revelação do Pai e todo projeto salvífico. Esta é uma verdade que não pode ser esquecida.
Que Deus te abençoe, que a mão do Senhor esteja sobre sua vida, te guarde em tudo, que na semana que vem nós estejamos juntos novamente, pois nós iremos estudar sobre o filho como o verbo de Deus. Um grande abraço do pastor Anderson Silva da Academia de Pregadores e até a semana que vem em nome de Jesus.