Então a proposta que ficou para hoje foi a mariles né fazer a avaliação do Guilherme Pacheco um aluno da Escola Rio Branco e trazer pra gente as contribuições pra gente discutir vou passar o vídeo dele para todo mundo ver e depois a marilis compartilha com a gente a gente vai discutir é só para contextualizar né esse aluno é um aluno que a gente não tem o perfil dele os pais autorizaram Mas eles não não preencheram o perfil do aluno então a gente acabou ficando sem esse dado então também considerações sobre isso que a mariles quiser
fazer compartilhar com a gente pra gente ter um contexto acho que é bom eh e é isso basicamente aí a gente vai discutindo ver as dúvidas que ficaram e eu trouxe também para para depois pro final eu trouxe e alguns exemplos de narrativas de adultos que eu comentei no no encontro passado pra gente ver se o Instrumento funcionaria com os adultos como que é a narrativa dos adultos ter um pouquinho essa conversa tá bom então vou compartilhar a tela com o vídeo do Guilherme deixa eu me achar aqui nas em todas as Abas que tem
aberto tudo bem vocês estão vendo sim né Tá bom então vamos lá tudo bem Vocês querem ver de novo tudo tranquilo né vê de novo Sim eu não estava nesse dia da gravação do Guilherme eu tava em outra sala mas parece que tem que quem tá atrás na câmera tá falando algo com ele né tipo continua o que mais alguma coisa desse tipo eh Às vezes acontece isso com alguns alunos que são mais introvertidos que estão mais quietinhos a gente faz alguma coisa do tipo para incentivá-lo então parece que foi o caso do Guilherme mas
não tenho certeza que eu não estava Lá eh Vou compartilhar a tela do instrumento pode ser Amarilis podemos começar acho que pel então que é da dimensão da estrutura textual a história com coerência selecionar e organizar a informação em rede episódios tá então eh eu tive bastante dificuldade assim Apesar de dele o vídeo inteiro tem 1 minuto e 8 segundos sim ele só começa a contar a história aos 36 segundos mais ou menos 35 ou 36 segundos então assim ele conta a história em segundos assim em uns 40 segundos mais ou menos ele é bastante
displicente com a com as configurações de mão e então ficou difícil de entender eu peguei o vídeo coloquei num editor para poder assistir quadro a quadro eu assisti o Vídeo umas duas ou três vezes quadro a quadro eu fiz fotos assim da da da para porque a a mãozinha dele é toda parece que sem tônus muscular assim ele vai fazendo então ele tem um sinal que ele tá com uma configuração de mão meio sim e bate assim a mão eu não conheço esse sinal eu não sei o que ele quis dizer com isso não achei
um contexto para para algo assim de um alguma coisa batendo em alguma coisa não sei Eh então foi bem complicado o próprio nome dele ele esquece ele faz Jei e fica aí faz o resto o o r dele é um U praticamente ele tem uma ele é bastante displicente na nos sinais né ele faz um R que é muito discretinho assim então ass porque a gente sabe que não pode ser Guilherme Então porque senão realmente quase num erro [Música] Alium então o Guilherme ele tava no terceiro ano ano passado esse ano ele tá no quto
ano ele foi aprovado e ele é meu aluno agora por isso que eu quis eu achei que fosse interessante porque a gente estava entre dois guilhermes né entre o Guilherme eh Teixeira que era foi meu aluno ano passado e o Pacheco que é meu aluno esse ano então aí eu achei relevante fazer o do Pacheco porque Eh ele tá comigo agora então eu tive recentemente encontro com encontro individual né reunião individual com a mãe dele nessa oportunidade ela então Eh relatou as questões né do o Guilherme tem eh diagnóstico de TDAH e tem um diagnóstico
de um atraso psicomotor de por volta de uns 2 anos então há dois anos atrás ele tava com 7 anos e ele fez uma avaliação de que a idade psicomotora dele era de cinco então assim ele não Refez ainda essa avaliação mas eu ele ele por exemplo não escreve com letra cursiva então ele tem mesmo uma característica de 7 anos apesar de estar com né psicomotor Ele é um aluno muito esperto ele perde por conta de de ter dificuldade de manter atenção mas e de modo geral ele tem umais boa às vezes eh o que
que foi que aconteceu hoje Ah a gente em Geografia tava fazendo um trabalho sobre representação direta de um espaço então eles tinham que olhar e representar por meio de desenho a vista da janela da sala do quto ano então todos eles foram pra janela e tal e aí eu falei assim agora vocês vão escrever todos os elementos que compõem essa paisagem então ele começou a as árvores e na hora de fazer o sinal de escola ele fez assim ó assim intérprete Como que você viu Pela janela o intérprete Como assim ele passou você viu não
interprete não então porque a minha escola fica do lado de uma escola pública então da janela da minha casa da da minha sala a gente vê essa escola pública que fica que é vizinha e aí ele queria fazer o sinal de escola e fazer assim ó aí não o que o que aí ele tem um pouquinho de oralização aí ele meio que falou escola aí eu falei assim nossa Guilherme o sinal de Cola você faz assim quer dizer Ele mostra o tempo todo essa displicência Para sinalizar e por eu quero crer que na casa dele
ele só oraliza então a língua de sinais fica naquele reduto escolar e fica uma coisa que ele não investe sabe para melhorar Então esse esse vídeo que a gente assistiu é bem o reflexo do Guilherme e do e do investimento dele em língua de sinais e é por isso que no instrumento ele ficou com as notas zer e Um em quase todos os os quesitos Mas a gente pode discutir item por item então por exemplo quando ele vai ele tem um um sinal que ele faz alguma coisa assim ó que primeiro eu tava achando que
ele queria ele tava fazendo porquê depois eu achei que ele ele fez encontrou ele faz assim e faz assim sim mas faz tão rápido que eu só consegui identificar indo quadro a quadro eu eu eh eu pus o o vídeo num num aplicativo De edição e fui assistindo quadro a quadro para conseguir identificar os sinais então assim eu quero crer que ele disse o menino encontrou mas ele faz uma coisa meio assim bem mal feita ele faz o o sinal de veado depois ele faz assim veado Nossa abelha Nossa e fica nisso só não tem
enredo nenhum só tem fatos isolados então no primeiro item da estrutura textual né que é capacidade de compor uma história com coerência selecionar e organizar a Informação nesse primeiro item que é enredo e episódios clareza na introdução desenvolvimento e conclusão eu eu coloquei ele no nível zero né porque eles põem episódios desconectados eh confusos eh não há enredo ou não faz correspondência com a eh esse não faz correspondência com a história eu acho que não é o caso eu inclusive risquei eu acho que faz sim ele não tá tão Eh então assim Talvez possa colocar
no no Um a história apresenta Episódio mas ele não apresenta Episódio Claros por isso que eu não quis ir pro um né Eh como se a o o os nem os episódios que ele cita que é o encontro com o veado encontro com as abelhas não são claros né não não tem o cachorro o sapo aparece no final só ele Cita uma vez ele faz uma vez o sinal de sapo sola no final e se despede e fala fim Acabou então Eh eu achei que não não tava no um mas Achei que no item zero
ele eh dizer que não faz correspondência com a história não é uma verdade ele faz sim correspondência com a história Talvez ele estivesse no meio entre o zero e o um aí se vocês quiserem me ajudar a decidir e mas eu sinalizei eu eu eu tô fazendo pela segunda vez porque eu fiz a primeira vez e entreguei pra Soraia e eu queria que ela viesse pra reunião para compartilhar mas agora ela não vem então eu não não eu Eh eu mas eu quero crer que eu não coloquei o um na primeira vez eu é eu
não eu coloquei o zero e um em quase todos os itens eu queria propor da gente assistir mais uma vez porque a Duda entrou agora E a Débora também ISO então para todo mundo ficar melhor situado tá bom tá então V mas acho que você tá fazendo certinho amaril está ótimo a gente já volta a discutir tudo bem Vocês estão vendo sim Tá pode falar Duda eu a Simone tá com a mão levantada mas é só é uma consideração do vídeo tá do que a gente viu Agora se a gente puder ver ele um pouco
mais devagar eu acho que também ajuda todo mundo eu acho eu concordo para mim eu não sei se a minha conexão mas o vídeo tava bem pausado e borrando os sinais não sei se para vocês ó eu vou mandar o link do vídeo também no chat aí se você abre ele aí tá Bom pera aí para mim tava Claro não tinha esse borrado pode ser da internet né É É eu tô desconfiada ó eu enviei o link no chat aí vou transmitir mais uma vez aqui com a velocidade reduzida que eu comentei antes da Duda
e da Débora chegarem é que parecem que o interlocutor quem tá gravando eh Tá incentivando ele a falar algo né Então Continua o que mais alguma coisa assim eh Às vezes a gente faz isso com os alunos que são mais quietos que não estão falando nada vou voltar pro instrumento Mas qualquer coisa a gente volta pro vídeo se precisar Isa a Simone tinha levantado a mão antes de apresentar o vídeo não sei se ela quer falar agora não eu só eh eu eu eu queria apontar uma coisinha eh a apresentação Dele quando ele se apresenta
ok ok né tá tudo bem quando passa para o texto Apesar dele ele dá aquele tempinho quem tem TDH é mais Moroso mesmo né para poder entrar na no no trilho e ir eh o que a gente precisava identificar é se ele conseguiu pelo menos uns três elementos assim eh sinalizou ã uns três elementos de cada episódio do do texto ã eu não achei que foi tão ruim sincera ente eu não achei eh eu vi que assim ele sinalizou Bastante coisinha o as personagens mas a gente precisa tomar cuidado na hora de analisar porque ele
tem TDH e essa parte psicomotora dele vai comprometer mesmo os sinaizinhos dele quando ele coloca aqui eh Há um tempo atrás primeiro depois segundo agora terceiro eu não sei que sinal que ele fez antes mas deu para entender eu acho que a gente vai precisar ver várias vezes esse vídeo para é que nem a a marilis disse para poder identificar não achei que foi tão Ruim assim de um zero por exemplo né nem meio para ser sincera é isso pode falar Débora Então na verdade eu concordo com a mariles achei que ela fez colocações pertinentes
Apesar de eu não ter visto antes não ter participado a semana passada eu conheço bem o Guilherme Pacheco né Eh essa família é uma família difícil né ela não valoriza a língua de sinais a Mãe oraliza e muitas vezes quando oraliza vocês estão me ouvindo Porque para mim congelou todo mundo Sim estamos tá eh quando ela oraliza às vezes até oralizado ela oraliza de costas para ele então ele perde muita informação né Eh eu tenho tenho algumas dificuldades com o instrumento porque eu acho que ele levanta às vezes num tópico eu dividiria em três então
por exemplo expõe episódios conectados e alguns deles Confusos ele não usa eh na maioria dos momentos nemhum Episódio de conexão entre um fato e outro entre um um um um episódio e outro né Eh não fica claro um enredo né fica claro fato eh isolados né que tem repetem os personagens então eu não vejo um relato de enredo né e mas ao mesmo tempo ele faz correspondência com a história porque ele traz o veado ele traz a queda na Água ele traz a abelha e a fuga ele traz a despedida do sapo né então eu
acho que esses pontos que a Simone trou também da questão do TDH e a questão psicomotora do Guilherme são bastante importantes eh talvez se não tivesse esses contextos né esse quadro dele talvez a gente pudesse subi-lo para outros pontos mas esse é o Guilherme que temos então eu concordo com a mariles eu ainda ficaria no zero né eu não iria nem pro pro um Porque eu não sei se a gente chama quando ele fala ah abelha fugiu ele faz lá fuga né apareceu uma Abelha e houve uma fuga isso a gente considera um episódio né
Eh quando eles caem na água e não tem conexão a como se como se não houvesse uma linha de tempo Entre um episódio e outro né então são desconectados e eu acho que falta um enredo Claro mas Eh Eu ainda acho que ele não é um A não ser que assim eh levando em consideração talvez a fala da Simone eh mas aí eu acho que seria assim a gente eh colocar o Guilherme num café com leite colocá-lo num por conta de considerar o TDH e a questão psicomotora se o que que vocês acham a marilis
você que tá todo dia com ele então Eh eu eu fiquei também muito na dúvida eu fiquei a a a Isabela ainda se colocou à disposição para que eu se eu quisesse entrar em contato para discutir antes né do nosso encontro de hoje porque realmente eh a gente fica eh o apoio do grupo e e o apoio da Isabela como Nossa orientadora nesse sentido né de fazer de aprender a avaliar e de aprender a Olhar porque em que medida o TDH e o o atraso no desenvolvimento psicomotor são atenuantes em que né então por exemplo
aí eu falava assim Ok eh eu eu entendo que ele faz isso por causa do TDH eu entendo que a a o o atraso no desenvolvimento psicomotor dele provoca esses esses eh essa ineligibility sei lá que expressão usar mas incorretas e que tudo isso tem um motivo a gente conhece o motivo né que porque ele sinaliza assim porque ele tem um atraso No mas aí eu fale assim mas tudo bem mas o instrumento tá aqui eu tenho que numerar e eu não não sabe tipo eu vou passar pano para ele não então porque ele é
um assim no dia a dia a gentei o mesmo Amarilis acho que a sensação que eu tive é de passar um pano entendeu não fazer uma avaliação real de que a gente entende o por ele sinaliza assim mas que ele tá nesse nível mesmo né porque no dia a dia como eu tava falando no dia a dia ele é um menino Bastante comunicativo Ele fala muitas coisas que a gente entende e e e fala e aí assim às vezes ele sinaliza malfeito mas a gente entende e a comunicação continua e às vezes ele sinaliza malfeito
de modo que a gente não entende como naquele momento em que ele fazia assim paraa escola e aí a gente para tudo e fala não o que que você quer dizer não dá para entender o que que é o que que ah escola Nossa Guilherme mas tem que sinalizar com mais calma vamos Lá dar uma respirada né e você sabe como é que é o sinal de escola Então como que você faz uma coisa assim desse jeito assim na verdade eu não vou dizer dizer para ele Ah eu entendo que você faz isso porque você
tem um atraso não é assim né a gente vai falar com ele no sentido de você consegue fazer melhor né E a gente fala sempre jogando a para cima eh mas que que eh a compreensão do porquê ele tá ela perpassa a avaliação toda mas não Interfere na avaliação ela perpassa sem interferir não sei se antes de você se colocara eu queria fazer uma pergunta que me ocorreu quer falar também ah é só uma pergunta que acho que talvez Ass Simone possa até contribuir com isso quando eu olhei o Guilherme E voltei para instrumento a
minha questão é quando eu olho o instrumento eu tenho que imaginar que o interlocutor conhece a história ou não conhece por se ele não conhece a História mais fácil ainda de dizer episódios desconectados porque muitas vezes por eu ser conhecedora da história eu posso conectar os episódios sem o os conectores estarem presentes no discurso dele desculpa passar na frente mas eu tenho essa dúvida mas é isso mesmo é isso mesmo eu acho que ele não conhecia a história foi dada de surpresa Não é isso Isa isso Ó o Guilherme a minha pergunta É em relação
a mim como interlocutora por exemplo aqui nós estamos fazendo uma avaliação uma sondagem vamos dizer assim se ele tivesse contando essa história para um outro interlocutor eu tenho para avaliar esses tópicos eu considero que o interlocutor dele conhece a história ou não conhece se for um interlocutor ele tá contando para um colega a história os episódios são Desconectados porque a gente tá avaliando o uso da língua de sinais num contexto de vida não é isso ou se eu só considero os tópicos os descritores considerando sempre que o interlocutor conhece a história ó Então vamos lá
eh Então vamos relembrar o Guilherme ele viu a história do livro antes de fazer a gravação então ele tinha conhecimento da História apenas daquele momento ele não conhecia a história anteriormente a Gente apresentou o livro Ele leu sozinho quantas vezes ele queria e a gente levou ele paraa sala de gravação no momento da gravação Foi explicado para ele olha agora você vai contar essa história pro paraa pessoa que tá na câmera que tinha uma pessoa atrás da câmera você vai contar para ela que ela não conhece essa história Então essa frase ela não conhece a
história tá entre eh a instrução que dá paraa criança né então ela não conhece essa história então ele Narra como se o interlocutor não soubesse a história ele sabe dessa informação Lógico que quem tá lá somos nós então a gente sabe a história mas a gente não dá nenhum sinal disso como se a gente não não conhecesse e ele não também não tem o apoio do livro eh Então a gente tem que avaliar considerando isso né considerando que a gravação foi feita entre a criança sinalizadora e uma pessoa que tava na câmera que supostamente não
sabia a História e aí aproveitando aqui o momento de fala eu acho que esse passar pano que a gente comentou aqui né que a gente diz é uma coisa que surge nas quando a gente Analisa os vídeos com a professora Cristina Lacerda também e ela sempre diz assim ó olha apesar da criança ter um comprometimento associado ter uma outra deficiência ela ainda é surda e ela ainda precisa ser capaz de se comunicar Então o que a gente tá avaliando com o instrumento é será que Ela é capaz de se comunicar em Libras então Independente de
se ter uma deficiência ou não então é um pouco difícil né a gente a gente acaba considerando a Libras mas a gente tem que ter em mente isso ela precisa se comunicar e a gente até discute eh a possibilidade de criar um instrumento para crianças com deficiência mas são com outras deficiências com TDH enfim mas são pesquisas futuras né pode falar Débora acho que a Simone tava na minha Frente vai depois eu não não pode não pode falar Débora Sem problema desculpa que que para mim não apareceu a da Simone não tem problema pode não
na verdade assim eu vou voltar um pouco na na minha dúvida porque vamos imaginar que a gente tem o Guilherme contador de história né e um interlocutor eu sou avaliadora eu sou a terceira pessoa tá quando eu avalio o o discurso do Guilherme para o interlocutor eh eu espero que esse interlocutor já conheça a história Então não é que ele passa pano ele põe conectores de episódios do discurso do Guilherme é quase inerente ao ser humano num processo dialógico que a gente acaba eh o termo Não é esse mas a gente passa um pano na
hora dessa interlocução se o interlocutor dele conhece a história ele vai compreendendo a história Então minha meu julgamento em relação à língua de Sinais do Guilherme seria um se o interlocutor conhece se eu considerar que o interlocutor não conhece a história de fato eu acho que seria o zero Então qual é o o a premissa para todos os interlocutores de todas as crianças filmadas não sei se eu consegui me explicar não entendemos Deu para entender porque assim é diferente o interlocutor que conhece a história ele vai conectando os Episódios mesmo que falte um elemento ou
outro tal ele vai compreendendo porque ele conhece né Ele fala ah eu já vi essa história em algum lugar pensa né agora se eu como avaliadora tenho Claro que o Guilherme tá contando uma história inédita para o interlocutor eu vou ver que ele não eh ele contou episódios desconect foi confuso né porque inclusive ele conta em em ordem temporal diferente né que ele põe a cabeça na no jarro num outro Momento posterior né e e ele não não traz enredo ele traz fatos episódios episódios curtos entendeu não sei e eh eu tô muito mais preocupada
com a forma com que eu vou avaliar a língua de sinais dele diante de um interlocutor inexperiente com a história ou sempre eu olho a língua dele diante de um interlocutor que conhece a história previamente acho que isso é importante a gente dimensionar na hora de olhar todas as gravações Entendeu pra gente estabelecer uma uniformidade eh para todas as crianças que a gente for olhar perfeito Simone quer falar estava com a mãoa é isso meso essa questão interlocutor é importantíssima porque se for por exemplo nós eh interlocutores vendo o Guilherme fazer todas essas sinalizações é
isso que a da brua falou a gente vai ter o entendimento então a gente precisa Pontuar qual qual desses dois a gente vai vai avaliar de que que caminho que a gente vai avaliar o interor que sabe ou não Ó aí tem a lista das mãozinhas levantadas então é Adriana Duda e depois tá Lita bom eu tava aqui pensando também eh frente ao que nós vimos do vídeo do Guilherme eu acredito que ele se enquadra mesmo no zero minha opinião porque tendo em vista que o eh quem está vendo assistindo o Vídeo dele não conhece
a história você não ia entender do que ele tava falando você não ia você não ia saber que era uma contação de uma história né porque faltaram muitos elementos eh faltaram muitos fatos eh personagens o contexto o tempo né então assim não conhecendo a história você ia ficar perdido que que ele tá contando né então eu acho que nesse momento aí nesse indicador seria zero tá Duda bom eu concordo com na questão da avaliação aqui com com zero né com descritor zero porque ele não conta né a gente tem que levar em consideração que é
é em rede episódios mas ter uma clareza de introdução uma clareza de desenvolvimento e uma clareza de final da história né de conclusão Então ele pode poderia faltar elementos né dentro desse desses três dessas três partes que Que da história né que a história se divide aí né começo meio fim mas eh não tem ele não tem uma apresenta ele não tem uma introdução por exemplo questões da introdução da história ele não traz a eh ele ele traz vamos dizer que um elemento que tava na introdução da história que é a hora que o cachorro
enfia a cabeça no no pote quebra é ali da introdução né da história um pouco a gente poderia considerar né como como Uma introdução mas é muito bagunçado então ele não tem essa questão de estrutura de de ela ele não tem essa questão da estrutura da história que é o começo meio fim porque ele poderia ter contado só um pouquinho do começo um pouquinho do meio e um pouquinho do fim mas ele tem essa organização então por isso que eu acho que é zero tá porque ele vai contar ele fala algumas coisinhas ele vai traz
alguns elementos mas ele vai trazer isso isso bagunçado Que faz com que quem esteja assistindo ele não tenha noção de uma história né não ten a noção da história não tem uma noção de acontecimento né do que que tá que que tá acontecendo a gente não tem noção de de de que tá acontecendo nada que que a gente tem noção sei lá malemar a gente tem noção de que o cachorro cai a gente tem noção que alguma coisa enfia na cabeça e alguma coisa espatifa mas a gente não tem noção que é um cachorro a
gente não tem noção que é Um vidro até porque o modo de quebrar dele não é um modo de quebrar muito próprio de um vidro enfim São nesses sentidos eu acho que para esse para esse para esse indicador eu acho que ele é zero agora em relação a acho que a A questão aqui que ronda é eh em relação ag agora no momento é a questão do interlocutor conhecer ou não a história mas eu tenho que avaliar ele pensando que quem tá assistindo ele conhece a história ou não quem tá assistindo ele é A gente
Quem tá assistindo E aí ass tem que pensar Qual é a função do instrumento aí se eu tiver falando bobagem aa me corrige eh para quem é feito o instrumento para para o professor a intenção do instrumento é essa então ele é ele ele é nosso né de cada um aqui é nós enquanto grupo mas por exemplo sozinhas com a nossa turma o instrumento é nosso um instrumento avaliativo então a gente faz a história o a criança conta A história pra gente ele tá contando pra gente é claro que eu tenho que saber a história
para poder avaliar ele então o interlocutor nesse momento da avaliação quando a gente tá fazendo avaliação o interlocutor é a gente e só que assim é nós temos que saber da história só que ao mesmo tempo a gente tem que ter em mente assim dá para entender não não dá para entender se o Guilherme fosse contar essa história Aqui para uma pessoa que mas eu sei eu sei a história mas se ele fosse contar para outra pessoa a outra pessoa não entenderia eu acho que é mais ou menos nessa direção não que assim ele não
tá contando Eu Não Posso avaliar ele só achando que ele tá contando só para mim até porque a Amarilis que tá aqui a amariles pode ser a pessoa mais a mariles Talvez seja a pessoa mais qualificada a compreender o Guilherme porque ela convive com ele Diariamente né é a pessoa mais qualificada para entender ele por exemplo é que nem mãe quando a criança começa a falar é só a mãe que entende a criança a criança fala é só a mãe que tá entendendo a criança a gente perfeito Duda pensei nisso também a gente e a
gente quando é professora de aluno surdo o aluno fala tá todo mundo olhando com a maior cara de Ué e só a gente entendeu ele por quê Porque a gente convive com ele tem questões de contexto tem Questões de que a gente já conhece a gente sabe aquela mão a gente conhece aquela mãozinha mole que às vezes sinaliza uma coisa mais né que a gente fala Poxa que mão mole e isso tirando as questões assim de pensão de a gente pensar do Guilherme como um menino como com TDH da gente pensar o Guilherme com o
menino com com com com um atraso no desenvolvimento psicomotor mas assim de entender a mariles é a pessoa mais qualificada para Entender o aluno dela nesse momento e ela tem que conhecer a história para poder avaliar ele então ela conhecendo a história como que ela avalia ele zero por quê Porque Porque de fato é zero Porque de fato ele não contou a história Porque de fato Se eu colocar o Guilherme na frente da de uma galera que não conhece a história para contar história As pessoas não vão entender então É nesse sentido da avaliação é
a mesma coisa que qualquer outra avaliação A gente já conhece qual é o resultado que a gente esperado né vamos dizer assim a gente conhece o que foi aplicado Enfim então acho que tem esse tipo de noção não sei se se se eh Se eu falei alguma bobeira is aí você você fala mas a gente pensar isso a gente sempre vai ser a pessoa mais qualificada para entender o nosso né o nosso aluno né às vezes ele tem uma libras que tem a gente até sabe Mas e esse escola ele é muito próximo disso aqui
ó que parece Intérprete pra criança é muito próximo os meus alunos também fazem diversas vezes esse sinal pra escola porque é muito próximo é como se fosse é aquela aquela moleza para falar um falar Ah sabe é normal também né É lógico que a gente trabalha sempre com a criança no sentido Ó você tá falando para mim eu tô conseguindo entender se você falar paraa outra pessoa fala pro seu amigo eu falo às Vezes para ele fala pro seu amigo ele entendeu só que na hora que ele vai fazer pro amigo dele ele faz um
pouco melhor porque ele sabe que ele sempre vai oferecer aquela libras para mim e eu entendo agora o outro já tem que que tá uma trabalhada mais né então enfim são coisas pra gente pensar nesse sentido e para e pensar no instrumento e nesse sentido a gente conhece a história a gente viu a história até por isso até por isso que nós nós estamos no no papel De avaliar ele né então a gente tem um instrumento e a gente consegue avaliar ele e aí assim essa toda aquela história de passar um pano ou não para
ele por ele ter isso por ser de tal maneira eu acho que não a gente precisa olhar a língua dele e e questões relacionadas a a deficiências a outras questões outros atrasos nos desenvolvimento enfim isso são coisas que a gente considera depois no final de tudo eu acho Eh porque a gente quer saber como ele tá né até porque depois a gente vai olhar eh eu avalio ele e aí eu vou conseguir parar e olhar e falar assim o que que eu vou conseguir puxar com Guilherme que ele fique melhorzinho aqui aqui que ele fique
melhorzinho ali que ele e isso independe um aluno pode ter eficiência a gente vai pensar em estratégias às vezes mais adaptadas organizar de determinadas maneiras mas a gente faz sempre pro a gente vai sempre projetar algo pensar Algo para que ele melhore né Então nesse sentido acho que at ajuda a gente também a limpar um pouquinho dessa questão a gente Claro a gente tem que considerar que é uma criança que tem outras questões no desenvolvimento além da surdez mas a gente tá olhando a língua dele e a gente acredita que ele pode ser melhor né
E que ele que ele melhore essa questão de falar né porque é que nem Isa falou eh como a professora Cristina fala né Ele tem qual é a capacidade dele de se expressar a gente espera que ele seja melhor que ele consiga se expressar cada vez melhor né porque não é só porque ele na na vida ele não vai se deparar só com a gente né que entende ele mesmo falando falando falando fofo falando mole né com a mão mole falei bastante Obrigada Duda agora é a Talita posso ai Talita Você me desculpa posso só
fazer uma uma colocação Zinha porque Ah vocês falaram do momento em que ele faz assim né é que que ele faz o o eu assisti o vídeo quadro a quadro e eu acho que ele não se refere ao começo da história que o cachorro enfia a cabeça no vidro ele tá fazendo o ratinho que é um castorzinho que sai de um buraco no chão ele ele entende aquilo como um ratinho ele faz esse sinal aí ele faz o buraco Aí ele traz o buraco na cara ele nem abaixa com com a Cabeça no buraco ele
traz o buraco na cara então eu acho que ele tá fazendo referência aquele castorzinho que ele encontra no chão que aí ele procura o castorzinho ele volta pro buraco e some só para falar isso porque assim de fato ele não faz referência ao início da história não é na no meu entender ele não fez referência ao início da história ele de fato começa a narrar a história do Meio para o final pode falar Talita e depois é a Débora eh eu acho que agora ficou Claro pelo menos para mim que o instrumento ele vai avaliar
exatamente o que a Duda falou ele vai avaliar como está a situação da língua aonde o indivíduo se encontra na comunicação então eu nos primeiros encontros eu eu me deparava muito com essa situação que até a Simone levantou agora eh da situação de alguma outra deficiência faix etária que eu falei Muito da faix etária mas eu acho que agora ficou bem claro eu acho que agora vai fluir mais rápido porque a gente para de pegar assim ah mas ele não vai conseguir porque ele tem um limite ele tem ou limite da idade o limite da
deficiência então assim tudo bem independente do do do limite dele ele não consegue e é zero Então eu acho que cada vez tá ficando mais claro como a gente utiliza o instrumento eh na Questão do enredo quando a gente pega Principalmente as as a os elementos grifados aqui do indicador eh não há um enredo não há um enredo é zero quando a gente pula pro um a história apresenta episódios eu não acho que são episódios também como os colegas já falaram são algumas sinalizações soltas que no caso Intel interlocutor que não conhece a história ele
não vai Entender nada Talvez ele identifique um uma outra personagem mas ele não vai entender a história então na questão do enredo é zero e eu acho que vai ficando cada vez mais claro a gente conseguir avaliar o o estudante com instrumento depois que a gente coloca Eh vamos dizer assim eh certos limites na nossa avaliação era mais isso mas vocês resumiram bem aí o que eu tava pensando Que bom Talita Eu acho que é exatamente esse o objetivo Débora então eu eu gostei das colocações da Duda mas eu ainda tô intrigada gente perdão porque
na verdade eu fico imaginando e que o Guilherme fosse contar pros amigos dele essa história sem que os amigos conhecessem a nossa ideia é avaliar o quanto a língua de sinais do aluno comunica eh no descritor um a única coisa que eu Tiraria ele contando para um amigo que não conhece a história é Episódios Claros mas ele conta que é uma história com animais que tem o que tem abelha que que que alguém corre eh que o sapo vai embora que dá tchau eh esse episódio do Ratinho lá do castor que eu tinha entendido como
sendo vidro e e a maril tá coberta de razão então Sim falta o enredo Claro tem episódios mas não são claros e são desconectados entre eles então para uma criança que não conhece a história ela ia trocar a conversa com o Guilherme a Respeito da história mesmo sem conhecer o livro mesmo sem conhecer a história real né então eu ainda ainda fico em dúvida entre eh se ele comunica é que nem por exemplo a que o exemplo que a Duda trouxe também de filho que às vezes os filhos fazem isso com a gente eu me
lembro que os meus eram pequenos uma vez e um deles falou fiz uma pergunta e eu falei como porque na cabeça dele o contexto tava Inteirinho só que ele soltou só um pedacinho para mim aí eu virei para ele e falei filho não tô dentro da sua cabeça volta conta tudo para mim para eu entender o que você tá me trazendo né então aqui eh um interlocutor de mesma faixa etária enfim que não conhece a história não necessariamente perguntaria para ele mas onde aconteceu e quem caiu na água sabe eh aquelas perguntas de de complementar
a história de qualquer forma eu continuo achando que o Guilherme é zero Porque eu conheço a história mas se fosse avaliado por um interlocutor que não conheça e eu tô avaliando a língua dele em relação a contar algo ele poderia ser avaliado como um eu acho Entendeu essa a minha dúvida eu acho um pouco Débora que aí a gente entra quase em uma outra pesquisa porque avaliar a comunicação entre duas crianças teria que ser uma outra coleta de dados seria outro processo Então eu acho que isso não dá paraa gente inferir Aqui né como é
que seria a comunicação dele com o par linguístico não dá pra gente pensar nisso acho que o instrumento nem nem dá subsídios para que a gente faça isso porque depende muito de ser outro esquema de coleta de dados Então eu acho que sim eu acho eu concordo com o zero acho que todo mundo deu argumentos muito eh muito bem argumentados né sobre por ser zero eu acho que é zero e eu acho que talvez essas dúvidas da Débora a gente vai tirando conforme vai fazendo novas avaliações bom a mariles Você tem mais alguma coisa para
falar sobre esse esse indicador Eu acho que só para para para concluir eu acho que ele é zero porque a ele tá falando com um interlocutor que conhece a história eu acho que a gente pode do mesmo jeito que a Talita falou assim nossa Agora a coisa ficou Clara eu acho que a gente pode claria nesse sentido dentro da desta estrutura de projeto de Pesquisa esse interlocutor que conhece a história sabe reconhecer que falta muita coisa então Ele é zero não porque ele está conversando com alguém que não conhece a história mas ele é zero
Exatamente porque ele está conversando com alguém que sabe a história e sabe detectar que faltam episódios e que eles estão desconectados eu não sei se isso ajuda a organizar aí as coisas como não sei eh mas eu acho que para mim fez muito sentido isso que você colocou Amariles é esse o ponto para mim a então pode ir pro item dois do do dessa dimensão aqui estrutura textual pode ir podemos eu queria só fazer um comentário antes que acho que foi a mariles que disse né ele que ele de fato começa a contar a história
do meio e às vezes alguns alunos começam a foliar o livro do meio também e a gente não interfere nessa forma de leitura dos dos Estudantes então tem estudante que começa de trás para frente de frente Para trás do meio e aí também é uma uma certa avaliação que a gente tá tá fazendo naquele sentido né de onde a criança tá começando a ler o livro então isso talvez influencie na gravação então no no no segundo item né a eh informação proporcionada eh eh pela criança né então a quantidade e tipo de informação proporcionada o
eu fiquei também eh achando que é o zero porque eh Falta muita informação relevante com dimensões de eh com omissões de diversos Episódios tem um segundo parágrafo aqui nesse no no no nível zero que eu não acho que seja o caso dele porque eu não acho que ele use esse recurso de ficar repetindo eh eh repetindo a mesma informação desnecessariamente eu acho que ele não faz isso ele é sucin mas mesmo assim eu acho que ele ainda fica porque quando a gente lê o o nível um né falta alguma informação eu Acho que não é
o caso falta muita informação né ou e ou se detectam omissões de algum episódio NS se a gente for ver quase os três episódios ou quatro episódios iniciais são omitidos né Eh cena do do quarto a cena do vidro né da da saída deles de casa e do vidro que quebra e do cachorro eh que leva bronca e e depois a a a os o todo a primeira parte da Procura ele começa porque o o o veado aparece Eh é a última etapa da procura dele né quando ele ele ele se relaciona com o veado
ele já cai no Rio e já contra sav então ele e aí ele muda também a ordem ele fala primeiro do veado depois ele volta para trás e fala do da abelha depois ele ainda volta um pouco para trás fala do castorzinho que ele chama de ratinho né E aí ele vai pro aí ele volta pro veado e faz e finaliza a história Então eu acho que que é Zero nesse item também tudo bem todo mundo concorda sim pode pro próximo podemos então agora entra numa outra dimensão que é de fluxo de informação estrutura e
sentença capacidade de estruturar a informação a estrutura básica da sentença né declarativa interrogativo imperativo e componente não manual sobrancelha levantar franzir Ou posição neutra cabeça elevação avanço movimento tensão e velocidade Então se se a gente quiser voltar pro vídeo mas eh ele fica com uma carinha assim de assustado o tempo todo assim né ele vai balançando a mão e ele vai mantendo a sobrancelha assim e assim ela fica na narração inteira então ele tá com aquela carinha de perdido e com a sobrancelha levantada e ele vai e e e a expressão não muda ele tem
pouquíssima expressão faz Pouquíssima ele muda quando ele faz uma uma uma espécie de classificador do ratinho que ele faz uma cara de ratinho então ele faz um um uma ele chupa a bochecha né e faz um biquinho né porque eu acho que ele quer mostrar que o Ratinho PIS a carinha para fora do buraco Depois o menino enfia a cara do buraco então assim a essa mudança do Ratinho é a única mudança de expressão que eu detectei eu e olha que eu assisti o vídeo quadro a quadro é Muito pouca mudança ele permanece assim com
um olhinho arregalados mais para cima assim e e vai contando a história eh desse jeitinho então Eh bom aí eu avaliando tudo isso eu achei que ele se ele tá no nível um por quê Porque eh ah porque a gente esse item ainda não fala das expressões né fala mais da estrutura da frase assinar assinal as estruturas de sentença básica sem produzir componente manual de forma precisa acho que não é o caso dele ele a Os aquilo que ele escolheu contar ele contou fazendo sinais mais ou menos corretamente né que nem eu falei aquele o
sinal do encontro que é uma coisa meio assim mas eh foi o único que ele pecou mais e aquele sinal que ele faz uma coisa assim que também eu não consegui dar sentido para isso o resto quando ele faz veado ele faz corretamente o Ratinho a abelha ã cai na água ele ele sinaliza assim é compreensível e e e e e é Inteligível assim então eu achei que a a gente poderia dizer que ele segue a estrutura de sentença básica assim no sentido de pôr um sinal depois do outro né a sequência do do é
é porque ele sinaliza muito rápido é uma coisa sem expressão então é realmente difícil de avaliar gente então vocês me ajudem a ver se é o zero ou o um porque assim se se eu eu aí o que que eu pensei na hora de avaliar esse item Eu peguei uma das sequências dele então Por exemplo aquela sequência do do veado então ele faz assim ele faz E aí ele quer falar o chifre do então ele repete o sinal mas ele repete de um jeito diferente ele põe num lugar diferente da cabeça então ele faz chifre
aí ele faz chão ele põe ele olha assim para baixo faz chão cai água então eu pensei assim Olha isso é uma sequência né Porque não aparece o sinal de menino que segura no chifre ele não faz nada disso mas ele faz chão ele Aponta pro chão aí faz cai água então eu achei assim bom eu vou pegar essa sequência e pensar que ele ele é capaz de estruturar uma sequência ele não é muito feliz nos detalhes no enriquecimento da mas pensando assim em sequência porque é o que fala aqui né de você estruturar uma
uma frase né uma uma sentença nessa estrutura você precisa sei lá eh escolher sinais para fazer o que eu faço primeiro segundo terceiro até que essa sentença termine e olha Desculpa essa elocubrações não sei se vocês podem dizer a opinião de vocês e aí pessoal vocês acham que ele se encaixa mais no zero ou mais no um pode falar ai eu fico relutando de falar gente porque eu sou eu fico viajando na maionese como diz a a maril dizer Lou branco eh eu tenho dúvida em relação ao que o que que a gente pode considerar
como estrutura de sentença básica em libras E e produzir o componente manual de forma precisa considerando que o Guilherme tem uma questão psicomotora importante eu acho que tem momentos que ele não faz com precisão eh eu eu tenho dúvida eu ficaria no zero com o Guilherme aí porque eu tô imaginando que a sentença básica teria que ter o sujeito né da do fato o fato muitas vezes ele Traz o sujeito e o fato não aparece então não sei se se eu posso considerar uma sentença básica ele trazer um sujeito e uma ação desse sujeito isso
é básico que que a gente vai considerar porque ele põe o mas ele também não põe contexto Será que eu tenho que esperar que o básico seja trazer o sujeito à ação e onde ocorre como ocorre se é rápido se é devagar eu não sei quais elementos a gente eh considera como eh Sentença básica entendeu tem um momento que ele faz assim o menino viu Nossa abelha Nossa e só que ele faz tão rápido que é quase imperceptível mas ele faz então assim o me nesse eu quis enxergar gente talvez é de novo né a
gente quer ver eu quis enxergar eu quis Talvez seja Generosa com ele e procurar cavucar ali para enxergar Mas de fato sujeito verbo objeto né Eh essa estrutura básica mesmo que ela aparecesse numa estrutura Diferente né objeto sujeito ver ou mas assim eh é é bem raro aparecer eu acho que assim ó menino viu Nossa abelha nossa tem uma estrutur inha aí né Eh então eh eu quis marcar o um mas enfim eu entendo que de fato né quando você coloca nossa existe uma estrutura né sujeito verbo objeto o que que esse sujeito tá fazendo
o enfim é é capenga mesmo Pode falar Duda eu eu eu olhando a lendo a lendo a o nível que é a estrutura básica da Sentença aí é dois pontos declarativo interrogativo e imperativo então é nessa dentro dessas estruturas básicas então por exemplo que a gente tá considerando como estrutura básica seria se ele ao no momento que ele vai falar ele vai contar algo sei lá ele vai falar algo que é interrogativo eu consigo entender que ele tá produzindo uma uma sentença que é interrogativa através do que ele usa com com a sinalização dele né
com o Componente manual e também com a expressão dele eh no interrogativo no imperativo né então eu acho que seria essa eu não sei olha que a gente sempre faz a gente já vê bastante isso né mas enfim teria é porque a gente percebe assim quando a gente fica mais claro se a gente pega uma história que ela tá mais contada ela é mais estrutur então parece que fica mais claro e fica mais fácil porque a gente acaba não recaindo às vezes nessas Dúvidas porque eu acho que a gente a mariles por exemplo consegue ver
porque olha veja bem ela fala eh que ela avalia um um trecho vocês estão me escutando tá é que voltou agora para mim que ficou tudo escuro eu falei acho que min internet caiu então tipo assim a maril veja ela ela para avaliar ela pega um trecho ela recorta um trecho que de fato ele tá contando alguma coisa então por exemplo Nesse nesse quando ele fala o o menino ele faz o menino o nossa nossa então por exemplo ele faz isso e a expressão dele de fato acompanha né então por sinal ainha dele é a
mesma assim é a mesma Nossa abelha Então eu acho que nesse sentido pra gente pra gente olhar tipo sentença básica então porque assim você puxou uma sentença que é básica dele você a gente extraiu então do tipo assim ele fez o menino o então a Gente sabe que esse nesse momento da história seria o momento da história que ela tá Envolvida com um susto pô gente ele não sabia que era um e do nada é um e o joga ele lá pra frente né então de fato ele teria que tá ali fazendo toda essa expressão
e depois talvez projetar uma expressão que fosse ele pode fazer uma expressão de dúvida poderia sei lá na história ele poderia ter contando tipo assim que que tá meendo então ele teria Uma expressão de dúvida né ou sinão do tipo de susto porque aquilo mecheu e tava jogar ele pra frente então a gente teria então ele teria que ter por exemplo nesse caso né esse o sinal o manual do susto feito certo e a expressão também que acompanhasse eu entendo dessa forma esse esse esse essa dimensão tá eh Então eu acho que eh acho que
acho que é nesse sentido talvez pra gente olhar né então eu acho que se a gente olhar desse jeito Ele é zero porque ele faz porque quando a gente consegue recortar uma partezinha pô ele falou uma coisa aqui que a gente consegue entender que é mais ou menos inteiro ele não acompanha com com com com o manual no manual né ele não acompanha Então eu acho que ele é zero é eu tô achando também que é zero eu eu acho também é difícil pode continuar pode é muito legal quando a Gente olha em grupo né
e acho que muda Muitas percepções é eh eu queria só antes de você continuar tá porque já são 88:15 a gente colocou um um horário pra gente começar mas não colocamos um horário para terminar as nossas reuniões ainda fal ainda Faltam seis eh indicadores eu queria propor da gente terminar às 8:30 colocar de começar às 7 terminar às 8:30 todos os encontros Tudo bem por vocês tá bom aí a gente continua hoje e aí o que faltar a gente termina Na próxima certo Então pode continuar vou abaixar aqui então agora é a dimensão do vocabulário
capacidade de expressão precisa e variada utilizando o vocabulário comum o vocabulário comum e próprio da história aí o zero se observa uma predominância da expressão gestual e da ação construída sem vocabulário ou com imprecisões e o um utiliza o vocabulário comum com pouca variação com Alguma imprecisão ou com pouca fluidez repetição e dificuldade na Evocação e eu acho que é o um eu marquei um ã por ele ele ele usa o vocabulário que ele tem lá abelha eh né o Ratinho cai água sapo tchau mas o que é eu achei que não tem fluidez não
tem repetição mas também não tem fluidez não é preciso tem vários sinais que a gente não não identifica E enfim aí depois aqui nos predicados verbais a capacidade de referir-se a situações ações estados e processos construções com classificadores eh verbos de localização movimento verbo predicativo descritivo etc aí o zero se expressa gestualmente faz uso limitado ou impreciso de construções com classificadores de maneira não usual o um recorre a construções com classificadores mas com imprecisões e o Dois faz uso de construções com classificadores de forma precisa Então a gente tem que eh eu não acho que
é o três pode ser o dois ou um eh eu acho que a gente tem tem um uso de classificador que é o buraco do Ratinho Então a gente tem que se se debruçar sobre esse único evento e Verê se ele usou ele a única coisa que ele fez ele fez de forma precisa eu achei mas eu não sei também se a gente pode avaliá-lo de forma geral Por um uma ocorrência né uma história tão rica né que teria milhares de situações para serem eh narradas com uso de classificador ele faz um e já ganha
uma nota dois tipo ai né é suficiente para avaliar é um outro uma outra dúvida e não é nota dois porque é zero 1 do e TR né É É o nível dois sei lá como é que fala nível Dois então aí se vocês puderem dizer o que que vocês acham é importante pra gente porque assim deve ser alguma coisa bem comum nas nos vídeos de de muitas crianças de acontecer isso né da criança ter essa narração eh prec e e e que assim ah você precisa analisar Um item e esse item eh Acontece uma
vez na narração é suficiente para avaliar Porque de fato por exemplo a gente pode dizer que é impreciso um buraaco vir Para a cara e não o rosto que desce qualquer sentido que ele desce nem que ele pusesse o buraco bem pertinho para dizer que o menino pôs mas assim essa buraco que vem para cara é uma imprecisão então talvez a gente já não pudesse dar o o nível dois colocá-lo no nível um talvez fosse mais adequado que que vocês acham meus amores diguem diguem tudo eu acho que ele é zero no vocabulário Duda no
vocabulário Eu acho que ele é um porque ele faz uso uso é comum né com pouca variação com alguma imprecisão e com pouca fluidez ele não tem repetição ele tem alguma dificuldade na Evocação né mas repetição não mas no vocabulário eu acho que ele é um agora na capacidade de se referir a situações né na construção com classificador eu acho que ele é zero porque ele se expressa mais gestualmente né ele ele faz um uso limitado ou em preciso de construção de Com classificadores ele faz um né mas aqui a gente não tá contando quantidade
poderia ele poderia ter apresentado um e ter feito de um jeito tão fabuloso que a gente podia colocar ele em outro lugar né é que existe também assim onde onde ele poderia ter usado o classificador então a gente também às vezes tem um pouco isso ente né Por exemplo ele poderia ter usado o classificador no pote ele pode ter usado classificador no no buraco no chão um classificador na no Buraco da árvore o classificador da sei lá do do do veado mexendo e os os os personagens Cain indo enfim são várias aplicações a casa da
a colia São várias aplicações possíveis de de de classificadores né mas eu digo não possíveis né que eu acho que possível é é a existe uma gama de possibilidades aí mas que seriam mais lógicos que seria que ele poderia apresentar mas eu acho que é limitado até pela essa questão assim é limitado e Impreciso porque faz os limitado ou impreciso eu acho que é limitado porque é a única vez que ele usa e e e é impreciso porque ele faz aqui de fato porque se Se ainda fosse ele colocar o rosto ele poderia ter considerado
que isso também era colocar o o rosto na na árvore que foi o cachorro né que enfiou foi o cachorro que colocou o rostinho na na na na árvore no buraco foi o menino foi o menino também né que a hora que mas aí Sai a coruja né não sai o não sai o o Castor que mas é um roedor a gente pode falar que é um rato problema nenhum né mas ele faz aqui então eu acho que el é limitado assim é limitado no sentido de entender o classificador que não é só fazer uma
forma mas também tem a questão do movimento ali né dele enfim por isso que ele é zero eu acho então mas eu acho que ele usa alguns classificadores quando ele faz a queda a Queda o buraco porque ele dimensiona o buraco que cabe um rosto não é um classificador ele tá classificando o buraco que cabe o rosto só que ele não usa muitos mas ele usa Então como que a gente vai dimensionar e quantificar se ele tem que usar muitos classificadores o que que é muit O que são muitos mas eu acho mas aqui de
fato acho que não tem nada falando de quantidade né pra gente não então é Justamente Isso é o que a maril até comentou eu acho que é na questão da qualidade mesmo da da da produção mesmo do do do modo de dizer a qualidade no sentido né não não quantidade mas eu eu enfim Eu ainda acho que seria zero achei muito interessante porque essa questão de avaliar apenas um quadro ainda não tinha surgido nas nas nossas outras coletas como grupo maior e tal a gente sempre avalia a história inteira Então essa questão de olha mas
nesse por exemplo voltando né da estrutura básica da sentença nesse quadro do veado ele faz uma estrutura Então essa questão ainda nem a gente não tinha comentado sobre isso e eh denunci um pouco o que o instrumento é capaz né de fazer a gente pensar então assim o instrumento em si não diz pra gente como a gente deve avaliar se é a história inteira se é um pedaço ele não tem essa essa informação então parte um Pouco da escolha e dos combinados que a gente vai fazer aqui enquanto grupo e também da escolha do professor
avaliador né Olha eu vou partir desse princípio para avaliar o meu aluno ou de outro eu acho que é muito interessante essa discussão que vocês trouxeram é mais ou menos isso alguém mais tem alguma opinião sobre o vocabulário a construção com classificadores eu acho exatamente o que a Duda falou não é muito sobre Quantidade né é mais um pouco sobre a qualidade desses classificadores que aparecem Então mas pegando a questão da qualidade a qualidade ela é meio subjetiva né quantidade ela tem uma objetividade e a qualidade ela é uma questão subjetiva inclusive se a gente
voltar na questão que Guilherme Pacheco tem uma dificuldade psicomotora importante tem um tdha a gente eh não vai aceitar a qualidade do classificador que ele Usa Então eu acho que fica não objetivo aqui né Eh julgar o o Guilherme aqui ou qualquer outra criança que seja porque inclusive Me pare a sensação que eu eu tenho é que se a gente for eh usar Esse instrumento para sei lá 10 crianças tem que ser sempre o mesmo avaliador porque ele vai manter o mesmo parâmetro de julgamento cada uma de nós se pegar Esse instrumento vai julgar de
forma distinta tanto que a gente tá Em dúvida muitas vezes na opinião né Por exemplo para mim como ele usou alguns classificadores e eu acho que dentro do que o Guilherme pode oferecer eu acho que ele usou classificadores porém com imprecisões porque o buraco não vinha aqui o buraco tava no chão né então por exemplo poderia considerar isso como uma imprecisão no uso do classificador né porque quando ele dimensiona o tamanho do buraco em que cabe o rosto ele tá Usando um classificador se fosse um buraco de agulha a a gente poderia fazer assim é
um classificador tá passando a linha na agulha mas se é um buraco que cabe o rosto entendeu E é eu e para mim é é difícil mas e para mim ele contempla esse segundo Campo recorre a construções com classificadores mas com imprecisões porque não importa quantos ele fez ele usou o classificador eu acho acho que a gente Pode considerá-lo no nível um sim eh a gente sabe que ele tem imprecisões de diversas ordens imprecisões de de configuração de mão imprecisão de localização eh mas eh ele tem acho que essa experiência de narrar fazendo uso disso
e usa e tá no bem ele tá nesse processo ele não tá tá totalmente eh eh excluído desse desse conhecimento da língua né ele conhece Sim esses recursos e faz uso mesmo que [Música] imprecisamente vou pro próximo ou a gente gasta eu acho que podemos para fazer para dizer Feliz Páscoa P muita saúde para você acho que essa a segunda opção né muito chocolate então a gente termina na semana que vem tudo bem E aí eu também apresento os vídeos dos adultos que eu falei para vocês que ia apresentar a gente discute um pouco sobre
os adultos Também tem alguns outros materiais que eu gostaria de mostrar para vocês então continuamos No próximo dia que é dia 3 e aí queria só já falar um pouquinho com vocês sobre isso no dia 10 eu não vou poder fazer a a uma reunião aqui com vocês nem no dia 10 Nem na outra semana que é no dia 17 no dia 10 eu vou pro Rio Branco com outros pesquisadores pra gente fazer a segunda parte da coleta de dados e no dia 7 A gente vai no candid Dora no dia 17 16:17 então nesses
dois dias eu não vou poder participar E aí assim para vocês irem pensando a gente não precisa definir agora a gente pode definir na próxima reunião se vocês preferem que a gente fique essas duas semanas sem e volte então só no dia 24 ou se vocês preferem que a gente veja outro dia na semana do dia 10 e do dia 17 pra gente fazer a nossa reunião eh lógico se vocês tiverem algum dia Disponível né porque eu fico pensando um pouco que talvez voltar só no dia 17 24 esfria um pouco as nossas conversas né
É E eu acho que que que quem mais vai ditar isso aí é você porque você que vai estar deslocada aí que você decidir que você propor a gente vê se dá tá bom então só para já avisar aí na próxima reunião a gente define melhor como é que que a gente vai funcionar nesses dias Tudo bem pode ser também obrigada gente pelas Discussões foi muito bom a gente tá de volta na próxima semana Feliz Páscoa Feliz Páscoa semana que vem Tchau pessoal boa noite Feliz Páscoa tchau muita paz mu PR todo [Música] mundo