o Olá pessoal E mais uma vez bem vindos ao canal é eu peço que você se inscreva nele deixem a sua curtida se encostarem e faça algum comentário Se achava interessante enfim o vídeo de hoje nós vamos falar sobre o livro A bolsa EA vida economia e religião na idade média do Historiador francês Jacques le goff esse livro aquilo Oi e aí eu vou seguir roteiro que eu preparei certo bem É sobra a bolsa EA vida Jacques le goff ela foi publicado publicada pela primeira vez lá no ano de 1976 e tem como personagem principal
a figura do usurário medieval nós vamos ver mais à frente né O que significa isso usurário medieval Jacques le goff ao longo desses seis Capítulos que tem um livro ele se dedicou a estudar quem eram os horários o que é que era al-zur medieval e como e como Tais práticas econômicas eram percebidas pela maior instituição religiosa da idade média que era a Igreja Católica já que legal acho que muitos de vocês talvez conheçam ele né é um grande foi na verdade um grande medievalista francês escreveu livros que estão muito presentes nas aulas de História medieval
nas universidades hoje enfim e ele tem uma escrita bem agradável é uma narrativa bem simples pelo menos nesse nesse livro né e a usura nesta obra é mostrada pelo autor antes de tudo como algo extremamente proibido pela Igreja Católica na época da idade média né é a prática da usura significava de uma maneira bem geral é um empréstimo e cuja intenção era receber algum lucro de retorno algum juro que a palavra mais correta juros é a justificativa para a proibição dessa prática que respaldem vários textos bíblicos é bem como escritores de vários Santos e personagens
importantes do catolicismo medieval E aí ao longo do livro né é a bolsa EA vida Jacques le goff vai trazendo vários exemplos de textos bíblicos e textos de Santos que justificavam a proibição da igreja da prática da usura então por exemplo livro de Deuteronômio diz o seguinte ele proíbe expressamente a usura seja esse empréstimo cuja intenção é receber juros de retorno ao menos para aquelas pessoas mais próximas né ao tempo que libera entre aspas a prática da usura outras pessoas estrangeiras Ou seja você pode e vai ficar o juro para os estrangeiros mas para as
pessoas mais próximas a você o livro de Deuteronômio e uma parte proíbe já o livro de exôdo por exemplo é nele nós vemos que o empréstimo ele propriamente dito né não é proibido o que o livro por aí o livro de exôdo é isso sim é o recebimento de juros por aqui desde que a pessoa receber se o mesmo valor que emprestou tudo bem seja o júri não é um empréstimo Esse é você receber juros de retorno a figura dos horário passa a ser muito mal Vista sobretudo numa sociedade que passa cada vez mais a
valorizar a ideia de trabalho como se naquilo que dignifica o homem e só corre de acordo com Jacqueline goffi sobretudo a partir do século 13 Jaconé ó negócio caracteriza o século doze treze como sendo que ele chama de idade média Central e nesse sentido horário ou talvez antes de tudo um Ocioso uma pessoa que não trabalha porque quem trabalha para ele é o seu dinheiro OK a Bíblia em vários e vários de suas passagens proíbe a prática da usura Mas por que que a bíblia proíbe a prática da usura né e a gente pode encontrar
essa explicação no livro deixar playoff uma das explicações para a sua proibição trazida por Jacques le goff é a de que o usuário o que pratica a usura era visto como uma espécie de entre "ladrão do tempo é como se ele se apropriasse do tempo que existe entre o momento em que ele faz empréstimo e aquele em que ele recebe de volta o dinheiro com juros é uma questão de tempo mas o tempo né De acordo com a tradição Cristã não pertence ao usurário tempo pertence a Deus então de acordo com a crença da época
e isso era defendido pela igreja tá e é como se ele o usurário roubasse algo próprio de Deus que é o tempo ele vende um tempo ao devedor para que ele possa nesse espaço né temporal adquirir o dinheiro emprestado e o valor do tempo vendido que seria o juros né já que o negócio escreve sobretudo a respeito do usurário Cristão mas existiu também claro os horários judeus por exemplo e os horários judeu ele é ainda pior Vista certo além da sua condição de uso horário e todas as suas implicações é ele também era judeu logo
espécie de entre as dez cidades Jacques le goff do mesmo povo que teria entre essas matado Jesus Cristo então vocês Imaginem além de ser o horário Ele também era judeu e como a gente sabe de acordo com a tradição cristã ou judeus teriam sido os responsáveis entre as pela morte de Cristo enfim O hotel é bastante interessa de trazida pelo autor ao longo do livro é de que o usurário medieval foi um precursor do capitalismo por todas essas características do seu trabalho seja sobretudo empréstimo através de cobrança de juros e o maneira geral esse livro
é bem escrito Eu considero o recomendaria bastante se eu pudesse atribuir uma nota de 0 a 10 talvez eu atribui 9 acredito que eu não dou um 10 por algumas razões bem pontuais como por exemplo algumas repetições que chegam às vezes às vezes a ser serem exageradas a respeito do conceito de do que é seus horário mas é talvez tenha mais a ver com intenção de Jacques le goff de mostrar e isso seja conceito de O que é seus horários na Idade Média sob diferentes perspectivas sobre diferentes pontos de vista é esse foi o vídeo
de hoje espero que vocês tenham gostado se inscrevam no canal dê uma curtida e E aí