o Olá bom dia boa tarde boa noite pessoal Essa é a aula de número quatorze e o tema é processos fonológicos leituras indicadas calor e leite página 42 a página 44 e Michael Roberto fonologia fonética ensino de introdutório no capítulo 511 Capítulo bastante extenso sobre o processo fonológicos também indico a vocês os verbetes dos dicionários de linguística voltados para os processos em específico eu recorrer a muitos deles e eles estão citados ao longo dessa apresentação verbetes de dicionários como dicionário de linguística e gramática do Camara Junior dicionário de linguística e fonética do David Crystal dicionário
de linguística do jandiá e outros autores Então são itens bibliográficos é que se pode recorrer também sobre o tema a definição de processos fonológicos modificações sofridas pelos fonemas em sua emissão e decorrência da influência dos sonhos vizinhos em qualquer momento quando se combinam elementos para formar palavras ou frases ocorrem uma série de modificações determinadas por fatores fonéticos morfológicos e sintáticos os processos fonéticos e fonológicos são fenômenos de alteração que ocorrem com os fonemas e fones facilitando a realização de dados som ou grupo de sonhos seja pela criança em fase de aquisição da linguagem ou pelo
adulto em sua fala cotidiana os identificam seus processos fonológicos também pelo termo metaplasmos do grego meta mais plasmus mudança de forma câmara júnior conferir verbete então vá lá no repente metaplasmos né definir e aumentar plasma como indicador de uma forma que não é normal mas é admissível e os que a empregam ou encontro logo associam a forma normal vejam que está se falando aqui de normal no sentido de Norma de comum aquela forma mais comum para emissão do vocábulo o conceito de metaplasmo é um conceito sincrônico refere-se as formas e suas variantes de boa a
definir assim chama-se metaplasmo uma mudança fonética que consiste na alteração de uma palavra pela supressão adição ou permuta de forma então vejam que estamos aí diante de modificações fonéticas que as palavras podem é sofrer a emissão então saímos agora do bloco de estudo da fonologia do da descrição do sistema vocálico do sistema consonantal e entramos na descrição de processos que podem ocorrer com os vocábulos quando ele se realizam na fala né diante da Múltipla variação a que estamos expostos na fala eu diria inclusive o máximo de variação possível de de variação linguística que é a
camada fonética a camada mais externa da língua e os processos de fonético-fonológicos nos permitem observar essa grande variedade de realizações a ampliação do conceito metaplasmos né o termo porém acabou sendo empregado também para denominar as mudanças fonéticas situados no eixo diacrônico sob essa perspectiva consulta S entre outras câmara júnior no livro Princípios de linguística geral e cristão no verbete mudança de som uma série de mudanças fonéticas constitui na filologia comparado uma lei fisiologia comparada é a filologia os estudos linguísticos do século 19 né os neogramaticos Como ficou conhecido um grupo de estudiosos da língua de
século 19 acreditavam na hipótese de estas leis não terem exceções em outras palavras e uma determinada época todas as palavras contendo um som em um dado ambiente fonético mudariam da mesma forma uma lei explicaria os casos em que isso não acontecesse então na ideia do céu gramáticos quando estavam comparando línguas e observando a evolução ao longo do tempo de uma determinada ali E aí e o que ocorresse de processo fonético com um vocábulo na sua evolução ao longo da história da língua deveria ocorrer também com todos os vocábulos que tivessem aquele mesmo contexto aquele mesmo
som naquele mesmo contexto então assim eles observarão que Player passaram achei no galego-português galego-português que vai do século 18 o século 12 assim pleno passou a português arcaico G1 e ao português contemporâneo cheio plano de origem ação é interessante que temos ainda né o vocábulo pleno e o vocábulo plano vocábulos que mantiveram a sua forma oriunda do português clássico né e não do Alex perdão do latim clássico e não do latim vulgar a Clamar de origem a chamar então de se crê Aqui nós temos o fonema Xê aparecendo do Play o fonema achei aparecendo é
uma das origens né do fonema cheia em português flagar deu origem a cheira mais incerto os vocábulos apenas trocou se o ler pelo ar e lá querer não deu origem às fazer e sem a prazer lavo de origem a cravo flakel de origem a fraco então a ideia de que haveria leis fonéticas aquelas se aplicariam né é em todos os metaplasmos da língua é uma ideia que ficou restrita aquela época hoje nós sabemos que existe variação e mudança linguística então em algumas formas aquelas variantes podem aparecer e em outras formas não aparece em outros vocábulos
mais eruditos o grupo consonântico se conservou vocábulo pleno que seguiu sua evolução no latim vulgar mas também Manteve a forma do latim clássico clima sua alta bloco então nós mantivemos em alguns vocábulos esses encontros consonantais em outros vocábulos esses encontros deram origem ao fonema Z em português não houve uma só regra que atingisse a todas as palavras do idioma ao mesmo tempo em algumas discussões em torno do conceito embora câmara júnior afirme que a impropriedades no uso do termômetro atualistas para designar as mudanças fonéticas pode-se notar que existem mais semelhanças que diferenças entre as óticas
sincrônica e diacrônica o autor afirma que em relação as mudanças fonéticas o que interessa não é o processo em si mas as circunstâncias em que ele ocorre e elas extrapola a descrição que os metaplasmos oferece além das influências sintagmaticas acho que as paradigmáticos como analogia por exemplo pois a observação dos processos e das circunstâncias que os envolvem é produtiva e necessário tanto na diaconia quanto na sincronia uma vez que evidenciam as tendências evolutivas de variação e mudança latente no idioma por que que eu estou aqui discutindo conceito de metal plasma C levantando né o termo
metaplasmos como um termo e a processos fonológicos um termo que pode substituir o termo processos fonológicos né porque nós podemos observar seja os metaplasmos de processos fonológicos como quer que a gente no MEI esses processos tanto na diacronia ou seja na comparação entre várias sincronia de várias épocas de uma mesma língua como na língua do hoje e do agora na sincronia atual tanto em sincronia passadas comparadas entre si quanto na sincronia atual e tanto numa observação quanto na outra nós encontramos as tendências evolutivas do idioma às vezes já se manifestando francamente e às vezes latentes
ainda começando a se manifestar E hoje nós estudamos essas tendências evolutivas sob a ótica né da sócio linguística como eu já mostrei a vocês em outros vídeos falando de fenômenos variáveis ilustrando esses fenômenos a observação destes fenómenos os resultados do Atlas linguístico do Brasil seja com resultados de outras pesquisas nós vemos que essas tendências evolutivas são as tendências de variação e mudança né E é assim que nós as estudamos hoje é um processo ocorrido na passagem do latim para o português pode estar se verificando hoje no português atual e talvez as causas estejam relacionadas entre
si com esse tipo de abordagem pode se falar então intendências evolutivas do português do Brasil citando o calor e leite os processos Que produziram mudanças históricas são os mesmos que estamos testemunhando a cada momento então em geral coisas que parecem novidades troca de l por r de ler por e São coisas que já existiam no latim e já se manifestaram na passagem do latim para o português não fomos nós que inventamos por isso eu vou fazer um contraponto aqui o tempo inteiro de como esses processos atuaram na história da língua o que que nós sabemos
não é sobre eles na passagem do latim para o português e como eles estão atuando hoje sempre que eu encontrei aqui na bibliografia que estava a mão é e do passado e do presente sobre esses processos é uma discussão que eu acho necessário processos fonéticos diversos processos fonológicos Maria Helena Mira Mateus ET alho estou me referindo a gramática da Maria Helena Mira Mateus fazem uma distinção entre os dois tipos para as autores a fonologia pertence ao nível subjacente constituído de segmentos abstratos e hipotéticos que por meio de regras que se aplicam sistematicamente a eles geram
os elementos fonéticos da língua o nível fonológico e fonético da língua estão relacionados por regras que alteram os segmentos subjacentes mas também podem suprimir ou inserir outros então vejam a língua tem esses dois níveis ou fonológico e fonético e a gente transforma né É por meio de regras aqueles nosso conhecimento fonológico abstrato num conhecimento é concreto numa concretude não é mais conhecimento vai ser numa concretude pronta para uso né Então temos a Lang de 11 a fala de e a paródia do outro língua e fala né e é isso se aplica ao nível fonológico é
o nível fonético também né um nível bastante abstrato que é o fonológico o conjunto de regras o conjunto de fonemas que a língua tem e o nível fonético que é por esse nível fonológico em uso na foneticamente nós colocamos em uso e nós costumamos chamar esses processos né é uma coisa histórica esses processos que eu estou descrevendo aqui nessa aula de processos fonológicos quando na verdade eles são processos fonéticos porque segundo as autoras Maria Helena Matheus e outras autoras os processos fonológicos caracterizam-se por serem sistemáticos então ele se aplicam a todos os elementos da língua
indistintamente processos sistemáticos ou seja fonológicos né que precisam estar no nosso conhecimento o zoológico para poder estudar a língua são processo de como a neutralização por exemplo voltem aí uma duas aulas atrás quando eu mostrei a vocês o sistema vocálico e disse que é a vogal média anterior e sempre pode ser realizada como a vogal média baixa é na posição platônica podemos indistintamente para qualquer vocábulo do português fazer essa troca que o significado nunca muda Isso sim é uma regra que atinge a língua como um todo é uma regra que faz parte do sistema fonológico
do português né então nós podemos falar selada ou selada e é uma variação que atinge a todas as palavras do idioma não há para o positivo entre e é na posição platônica ou seja isso é sistemático isso se aplica a língua como um todo mas os processos fonéticos esses que eu estou descrevendo aqui nessa aula não funcionam assim por exemplo flamengo pode ser pronunciado como Flamengo Cláudia pode ser pronunciado como Cláudio não é uma regra sistemática não é uma regra que atinja a todas as palavras do idioma então regras de alteração supressão e inserção que
atuam sobre o segmento subjacentes são previsíveis suas condições de aplicação são determináveis e ao que se dá com a neutralização mas Podemos prever que vai acontecer e vai acontecer como um todo o idioma suas causas podem ser morfológicas fonéticas sim e já os processos fonéticos esses que erroneamente digamos assim nós chamamos de fonológicos Inclusive é o título desse vídeo processos fonológicos né da Verdade deveriam se chamar processos fonéticos eles são as sistemáticos são processos que atuam sobre o nível fonético segundo condições que não são exclusivas da componente fonológica frequentemente o trema sobrando aqui e eles
são uma extensão de certas regras fonológicas e as causas que os determinam são quase exclusivamente fonéticos como as de caráter articulatório um som influenciado articulação de outro ou então do caráter perceptivo quando se estruturam novas sílabas ou se modifica a sequência de modo a torná-la mais perceptível Olha aí o passado da nossa escrita se revelando e prosódicos né o acento da palavra da frase velocidade de fala etc Tais processos não fazem parte dos padrões irregulares da língua por isso eu estou falando deles aqui a parte quando eu já terminei o bloco de fonologia e no
bloco de fonologia no módulo de fonologia Discurso ou seja em todas as aulas em que o Descreva o sistema consonantal e descreva o sistema vocálico eu estou descrevendo processos sistemáticos processos que atingem a língua como um todo e agora eu vou mostrar a vocês processos assistematicos processos que tem a ver com a fala propriamente dito EA realização dos fonemas quando se tornam concretos não é na parole na fala e geral usa-se a denominação processos fonológicos para identificar tantas modificações de caráter sistemático quanto as as sistemáticas desprezando-se as distinções apresentadas Mas eu achei necessário trazer essa
discussão para cá vamos continuar chamando de processo de fonológicos Mas sabendo que na verdade eles são processos fonéticos e porque vamos continuar chamando de processos fonológicos por uma tradição né Pega aí os li o elogio os capítulos de processos fonéticos e ele sempre tem o título processo de fonológicos né vem trazendo Há muitas décadas no estudo da fonologia esse título ao invés do título processos fonéticos a tipologia dos processos fonológicos eles podem acarretar supressão de um segmento na palavra acréscimo de um segmento na palavra mudança de ordem do segmento na palavra não se ganha nem
se perde nada mas o segmento muda de ordem e mudança de qualidade do segmento na palavra os processos de supressão de seguimento quando a gente perde um segmento no início do vocábulo isso tem um nome nome aférese e segundo Câmara John a tendência a perder se a vogal Inicial que constitui sílabas simples se justifica pela força e expiratória que se dá a consoante que começa a sílaba seguinte a perda do ou e a perda do ar ainda se justifica com pela confusão com o artigo então na diacronia lembra vocês sempre que eu encontrei dados diacrônicos
eu trouxe para cá para a gente comparar com que acontece na língua hoje né Nós temos o latim Hinode you passando ao português arcaico e nojo e depois perdendo a vogal Inicial uma sílaba simples constituída unicamente de vogal chegamos ao português nojo Mais veja que temos o verbo enojar né ainda com a vogal Inicial e namorar evoluiu para Oi e depois perdeu o seu e Inicial e transformou-se em namorar mas veja que temos uma outra entrada lexical na língua que é o verbo enamorar então está namorando e está Enamorado têm significados distintos no português embora
a origem seja mesmo apenas são estágios diferentes da meio de uma palavra vinda do Latina e essa esse é o panorama histórico e hoje temos o processo atuando temos sim Amarelo ao invés de amarelo pera ao invés de espera Imagina ao invés de imagina note-se que pode haver a perda da sílaba Inicial seja ela formada por vogal ou por uma estrutura mais complexa vogal consoante no caso de espera e pode-se perder também um segmento no meio do vocábulo e chamamos isso de síncope perderam sistematicamente as vogais postônicas dos proparoxítonos Latinos apícola evoluiu para a pílula
e depois para abelha vejam que sempre que há três formas essas três formas se remetem a a forma no latim a forma no português arcaico EA forma no português contemporâneo 3 fases da evolução da língua portuguesa então apícola um proparoxítono apícola caiu eo postonico e de apícola Chegamos em abelha eu não resisto aqui a comentar o crê a esse grupo consonântico também deu origem a outro fonema funny é uma linha no português é uma das origens do fonema linha do português né cálidas de origem a caldo mais uma vez perde-se aqui uma vogal postônica aurícula
dá origem a orelha perde-se também a vogal postônica também não resisto a comentar que esse sufixo é pula era um sufixo diminutivo em latim né então a várias a vários processos né atuando aí a forma do diminutivo substituiu a forma do grau normal enfim aguardem o curso de história da língua que não será dado por mim mas tem excelente professores na casa que ministram essa curso e aí vocês vão ter mais informações desse passado do português né esse processo continua atuando sobre os e se tu nos restantes as proparoxítonas que nós temos hoje no português
também continuam perdendo vogal postônica tendo as cinco ou pedir uma Apostólica óculo evoluiu para o olho óculos a forma Latina de origem a palavra olho Mas hoje nós temos o vocábulo óculos e sobre ele incide se ocupe óculos óculos com duas sílabas só sem essa postônica aqui o mesmo acontece com abóbora passando a abóbora xícara passando a xícara com duas sílabas só fósforo passando a Foz fru com duas sílabas também diacronicamente ouvir no século 11 a queda do le intervocálico e no século 12 a queda do no mesmo contexto assim salire perde o leite e
deu origem a sair pópulo perde o Lê a minha pobo e depois a povo Corona coroa perde o nenê a nasalidade dele vem para vogal anterior e depois essa nas validade se perde lembrem aí da aula anterior era essa aula de número 13 em que eu falo das vogais nasais em português Olha que as vogais nasais em hiato né no português arcaico e deu origem a coroa no português contemporâneo mano perde esse nenê intervocálico que está aqui entre duas vogais e dá origem a palavra mão hoje é comum assim que eu pedi consoante líquida então
perderam uma consoante no meio da palavra estamos falando disso cinco perda de consoante no meio da palavra drible varia com dible bicicleta varia com bicicleta então estamos perdendo lê dos grupos consonantais né nessas realizações aqui barata um or e intervocálico se combata E aí vão pensando se você já ouviram essa forma você já ouviram outras parecidas né e o que tiverem de contribuição comentem aqui para mim que sempre é válido né a gente saber o que anda aí pelo brasilzão de meu Deus é em termos de processos fonológicos tá torcida pode variar com torcida a
perda do r e quando ocorre assim que eu pedi toda uma sílaba medial da seu processo o nome de apologia ela pode ser provocada pela existência no vocábulo ou no grupo de força de uma sílaba Idêntica ou então de conformação fonética semelhante dentro de um vocábulo paralelepípedo tem duas sílabas iguais é como apagar uma delas paralelepípedo dentro do contexto são um dois três vocábulos nós podemos chamar isso de um grupo de força falamos isso tudo juntos é tem muitas sílabas iniciadas com uma consoante alveolar é oclusiva alveolar de te depois de então uma dessas sílabas
se apaga tranquilamente sem que a gente se sinta falta dela dentro do contexto bem do contexto vendo contexto pode ser dito assim e nós não sentimos sequer falta dessa sílaba do lado de lá a mesma coisa e experimente aí dizer do lado de lá da rua ou então dizer do lado de lá da rua com a pagamento dessa sílaba né que evita aqui e repetições de fonemas com os mesmos traços ou fonemas iguais né são processo é um processo comum no português a pagamento de um segmento no fim do vocábulo então Vimos que podem se
perder no início no meio e agora no fim chamamos de apócope perderam-se do latim para o português as consoantes finais excluindo sibilantes e líquidas amo ti por exemplo essa oclusiva se perdeu e Chegamos na forma da terceira pessoa do presente é ama Oi e a vogal final e precedido de consoante líquida sibilante ou nasal dental a Mari do infinitivo perdeu o seu e final e passamos ao infinitivo amar mentir perder o e final passamos ao infinitivo terminando em consoantes medir salire perdeu também o e final saímos dessa sílaba consoante vogal e passamos a ter uma
sílaba travada por uma consoante sair hoje assistimos a perda da vibrante justamente Nesse contexto a né uma Franca perda um caso de mudança linguística voltem lá na aula dos róticos eu comento isso é então já podemos aqui colocar mais um estágio né e a Mari amar amar é o estágio atual do português perdeu-se o r do infinitivo né então assistimos a perda da vibrante e vai sibilantes enfim de vocábulo haver falamos vamos chama-se Elisão ou se na leva à perda da vogal final provocada pelo encontro com a vogal inicial do segmento seguinte é um caso
de Sandy né de encontro de duas vogais como se resolve o encontro de duas vogais cada uma pertence a um vocábulo né merenda escolar é como nos juntarmos né fazemos aqui o Sandy entre os dois vocábulos merenda escolar e o ar foi embora e ficou apenas a vogal da palavra seguinte isso chama-se Elisão ouvir a Elisão do ar da palavra merenda né a câmara júnior comenta ao contrário do que sucede em Portugal a língua portuguesa no Brasil não é propícia a Elisão fazendo ditongação quando as vogais são diversos nós costumamos fazer mais a divulgação merenda
escolar do que a Elisão se eu pegar esse mesmo exemplo tá é um hábito antigo indicar a eles vão pelo Apóstolo aí ele está falando de língua escrita mas atual ortografia procurou limitar esse emprego a certas palavras compostas ligadas pela preposição de como da água né de água da água e aí tem a Elisão do e da preposição em sentido lato usa-se o termo para qualquer supressão de fonema do vocábulo nós falamos de perda de seguimento as palavras se modificando por perda Vamos falar agora de palavras se modificando por acréscimo é interessante observar que nem
tudo na língua muda para as palavras ficarem menores para as palavras ficarem mais simples às vezes elas ficam mais complicadas Às vezes a gente insere segmentos né então Fiquem tranquilos olhando para os processos fonológicos Porque nós não vamos chegar numa língua universal formada apenas de um lá não é assim né às vezes é as pessoas que observam pessoas leigas nem em fonologia Que observam processos fonológicos pensam Nossa o que que vai sobrar das palavras nessas pessoas estão fazendo abóbora virar abóbora se estão dizendo espera ao invés de espera Estão dizendo Pera daqui a pouco vai
ter só o que é uma vogal é no verbo espero não não vai e inclusive no e acrescentamos coisas nas palavras né então elas mudam em vários sentidos o Ou seja a língua varia Fale a sua três vezes de manhã de tarde de noite a língua varia a língua varia a língua varia e aos poucos você vai se acostumar com isso a variação linguística é inerente às lindos não há como fugir disso toda e qualquer língua sobre a terra apresenta a variação e mudança em qualquer língua sobre a terra quero dizer línguas vivas línguas que
estão sendo faladas por uma população línguas que são línguas nativas não é que é a primeira língua línguas maternas A primeira língua aprendida é quando a pessoa nasce quando a pessoa cresce ela nasceu e aprendeu uma duas ou três línguas ao mesmo tempo ou uma só enfim é a língua materna não é uma língua que adquirida e passada de uma geração para outra são organismos vivos línguas vivas elas variam e mudam não há como fugir disso tá apenas aceitar a linguística como ciência já de escreveu Vamos confiar na ciência por favor o ministro do vocábulo
quando se acrescenta um segmento chama-se isso de prótese na diacronia Deus é exceção de e diante de um ser inicial em grupo consonântico então havia grupos consonânticos desse tipo no latim stare e aí desenvolveu-se um e de modo a gente ter aqui uma sílaba do tipo vogal consoante né a gente ter um centro de sílaba vocálico escuto escudo e aí temos uma sílaba plena aqui com desenvolvimento de uma vogal segundo câmara júnior esses e era o primeiro elemento de um grupo pré vocálico de atenção silábica crescente e separou-se da outra consoante para entrar numa nova
sílaba inicial em que figura como consoante pré vocálica decrescente e há outros exemplos na história da língua de inserção do segmento de prótese o latim mora de original português amora a palavra ficou maior ganhou uma temos hoje variantes mostrar a mostrar levantar a levantar voar a voar com exceção de prótese com exceção de próteses com exceção de um segmento ou com prótese e quando sincera um segmento no meio do vocábulo chama-se isso de epêntese diacronicamente ou reinserção de uma semivogal desfazendo os hiatos característicos do português arcaico e criando ditongos latim Vena caiozera português arcaico ver
e desenvolve-se uma semivogal aqui entram som na palavra que não existia veia um som que tem o intuito de amenizar a passagem né o choque de duas vogais núcleo de sílaba né os dois núcleos de sílaba entram em contato diretamente um com o outro e aí vem um elemento semivocalico fazendo as vezes de Coda silábica né então tem um elemento forte um fraco ou forte ao invés de dois elementos fortes dores no seu a bicos colocados diretamente lado a lado assim também é a ideia teve o desenvolvimento da semivogal ideia hoje também criam-se ditongos boa
Rio lembram na aula anterior aula de número 13 eu falei de fogazza silábicas e falei de ditongos É Que Nós criamos foneticamente na língua né de tombos Não fonológicos mais fonéticos convocas do mesma qualidade de tombo de ir com i né vez desenvolvimento de uma semivogal arroz 12 nascer é interessante o caso de nascer né a gente faz essa pronúncia nascer jurando que o que está falando é a letra s né assim não eu pronuncio oeste de nascer não nos estamos falando nenhum cê mesmo porque não é possível fazer a pronúncia desses e que está
em posição de corda se na posição de homcídio da sílaba seguinte nós temos um fonema da a qualidade Então os dois são pronunciados como fonemas só na se né esse SC aqui da escrita na verdade é pronunciado como únicos e mas nós inserimos aqui é semivogal E aí é comum vocês verem durante um ditado por exemplo né o professor ou a professora fazendo questão de fazer essa pronúncia Nice e para que os alunos lembrem que tem um SL as coisas doidas que nós desenvolvemos na nossa relação da Fala com a escrita né observa-se também a
epêntese de forma sistemática no processo de derivação café café para receber o sufixo diminutivo cafezinho para evitar mais uma vez o choque de assentos a vogal tônica do café EA vogal tônica de in tem a inserção de uma consoante aqui cafezinho esse Z faz o papel de é de ligação e faz o papel de tornar essa sílaba que uma sílaba do tipo consoante vogal de modo que as duas vogais os dois núcleos silábicos Não fiquem diretamente colocados em situação de hiato um ao lado do outro de forma assistemática no interior de alguns grupos de força
também para separar as vogais acentuadas ou vogal acentuada divulgar o átomo é comum o desenvolvimento de uma consoante esse exemplo aqui é um exemplo que eu trago da lá da minha graduação A de sempre nos dava exemplo nas aulas de fonologia de na calo café amargo prestem atenção por aí se vocês escutam dos seus interlocutores café amargo café amargo se escutam essa variação com o tempo e sem o tep e esse é um dado que eu mesma colhi na praia né É e havia um vendedor de picolé de vendedor de sorvete vendendo seus para o
colégio na areia e o pregão dele o que ele gritava para apregoar a sua mercadoria era essa frase e ele falava assim picolé é bom picolé é bom né e eu ouvi aquele tep abrir meus olhos e olhei para ele de dar muito bem recolher o dado está aí um desenvolvimento né aí pentase de um PEP entre os dois assentos aqui nesse grupo de força nessa frase né chama-se anaptixe ou suarabácti o desenvolvimento de uma vogal dentro de um grupo consonântico em que o segundo elemento é consoante oclusiva ou construtiva labial seguida de líquida esses
exemplos são da história da língua fibrario fevereiro então obr e foi separado o bebê foi separado do r e pela inserção de um e e depois o bebê virou ver tá prata tinha duas sílabas passou a ter três barata com a inserção de um ar aqui entre o bebê eo le desfazendo o grupo consonantal então vejam que essa tendência de desfazer grupos consonantais que continua hoje no português nós damos algum jeito ou apagando o segmento ou inserindo vogal é entre os dois segmentos as duas consoantes então é interessante é conhecer a história da língua né
Para a gente aliás interessante conhecer a história de tudo quando entendemos o passado ou entendemos o presente né Nós temos referências para interpretar o presente então conhecer o passado da língua também nos dá referências para interpretar o presente e a gente sabia que nem tudo ou quase tudo não é novidade São coisas que já existiam Então são tendências do próprio idioma né que são modificações que existem nos vocábulos devidas a pouca escolaridade a pouco conhecimento da língua portuguesa não essas tendências já existiram sempre desde o latim vulgar até o português contemporâneo E aí e quando
se insere um segmento no fim do vocábulo Isso se chama epitese ou para God na língua portuguesa verifica-se a epífise de um é neutro em Portugal e ato na pronúncia padrão do Brasil como vogal de apoio e vocábulos terminados em consoante que não forma sílaba com a vogal precedente vocábulos desse tipo são apenas alguns eruditos ou estrangeirismos além de onomatopéias pois os vocábulos populares sofrem apócope das consoantes finais em tal caso a princípio comumente a ortografia não representava Oi para agogico mas a ortografia atual registra então Judite né ganhou e no final Clube é a
palavra é de origem estrangeira entrou no português e quando entrou entrou com b o sozinho depois ela se dicionarii social português ou e entrou aqui nas normas fonológica do português quais sejam b não trava sílaba em português o besta abrindo uma sílaba novas está abrindo uma sílaba nova essa sílaba nova precisa ter um centro esse centro é a vogal Então vamos registrar na escrita a vogal que usamos na sala Clube porque nós brasileiros não temos como com o nosso sistema fonológico fazer essa pronúncia clube clube clube clube né terminando num b não temos B travando
sílaba em português não tem como a sílaba terminar não Bebê Chique né também ganhou aqui um Afinal desde que o vocábulo não seja mais considerado estrangeiro ele tem a sua ortografia atualizada do contrário com a minha antropónimos e topónimos a vogal existe embora não grafada e aí o câmara júnior cita Raul de Leoni por exemplo e a lilipute e lute nem dizendo ali em português lilliput uma lilliput é lilliput da mesma forma que lute né então termina aí e termina em e dá para Remar uma palavra com outro também houve a epitese de ser nos
advérbios pela analogia de outros assim terminados Então antes ganhou um s antes eu coloco aqui outros exemplos de epitese né sol pode aparecer em pronúncias em normas populares como só lhe se você já tiverem ouvido e digam aí pecador como o pecador I inclusive Esses foram dados que me foram trazidos por alunos né é durante as aulas e eu lembrei aqui de short olhando no dicionário eu não vi uma pronúncia portuguesa para short e é uma palavra do nosso cotidiano todos nós usamos short todos temos sorte em casa os homens mulheres crianças é é uma
peça de roupa Universal e ela está aqui grafada com s h que é um tipo de grafia para o fonema Axé que não pertence a relação grafema som fonema do português e continua sem grafada e também com o te sem uma vogal do lado sem um e assim como o clube já ganhou o seu e né Mas claro que nós só temos um jeito de falar essa palavra sorte né que na verdade quer dizer curto né em inglês né então é a calça curta a mudança de posição do segmento Então vamos lá até agora Vimos
que uma palavra pode perder segmentos ganhar segmentos e agora nem ganha nem perde mas os segmentos podem mudar de posição dentro da palavra chamamos isso de metátese Essa é a mudança de ordem de um segmento na palavra seja no interior da sílaba seja para além dos limites da sílaba um deslocamento no eixo sentar gmatico no vocábulo às vezes saindo de uma sílaba indo para outra segundo câmara júnior é a mudança fonética que consiste na transposição de um fonema dentro do vocábulo é comum também encontrar o termo transposição para esse tipo de processo fonológico os dois
tipos de metátese relevante na história da língua portuguesa continuam atuantes no idioma primeiro a transposição da semivogal o Latin ncap you tinha a semivogal aqui na segunda sílaba e passou para o português caibo a semivogal saiu da segunda sílaba foi a primeira a Tábua hoje nós vemos a variação entre tábua Itaúba a semivogal sai da segunda sílaba e vem para a primeira como na passagem do latim para o português deixa eu fazer uma observação esse símbolo Zinho aqui ele significa evolução né como que uma forma de uma dada sincronia evoluiu para uma forma em outra
sincronia né então é evolução ao longo do tempo esse outro símbolo que eu estou usando o tio entre as duas palavras significa variação é uma variação dentro da sincronia atual Então são duas formas variantes tá boa varia com tal baleia um assim toda vez que houver um tio entre as duas formas é para dizer que elas são variantes no português da mesma forma a águia varia com a iga e varia com a Gui também tá claro que nem todos nós já ouvimos todas essas variantes que eu estou colocando aqui né algumas Eu já ouvi outras
me foram ditas outras os livros e assim estou fazendo o elenco delas aqui para vocês transposição da vibrante latim fenestra português presta a fresta da janela então vejam que o tep estava na última sílaba e ele passou pela primeira e claro houve a queda aqui do nem te vocálico Então essas sílabas as duas sílabas se fundiram e depois o r pulou para sílaba anterior latim sem perder origem ao português sempre mesmo processo o r estava na posição pós-vocálica fechando a sílaba e ele veio para a posição provocar Lica para antes da vogal a mesma coisa
no português atual pergunta variando com pergunta procurar variando com percurar iogurte variando com iogurte lagarto avaliando com lagarta então vejam que o PEP é um segui o garoto né além dele trocar facilmente de posição dentro do vocábulo ele some ele aparece né como eu mostrei lá o picolé é bom café amargo o tep é como se fosse um coringa dos sonhos né ele se presta a várias coisas se a gente precisa separar sílabas o tep entre separa se ele pode sumir do vocábulo ele vai embora então se presta a vários processos diferentes a mudança de
posição de um segmento leva a reestruturação silábica do vocábulo na medida em que modifica o padrão anterior por exemplo vamos aqui para o 100 percent per né a gente tem aqui uma sílaba P que é uma sílaba do tipo consoante vogal consoante se o r sai daqui da corda e vem para 11 Nós deixamos de ter uma sílaba fechada ela se Rei o e passa a ser uma sílaba aberta então a reestruturação silábica aconteceu em todos esses exemplos aqui há ainda a possibilidade de transposição de um Supra segmento o acento Tônico e isso é chamado
de hiperbibasmo então rubrika varia na língua com rubricas Nobel varia com Nobel ruim eu marquei aqui as duas sílabas separadas para conseguir falar como oxítona varia com ruim como uma sílaba só né então vejam que aqui na verdade não é um segmento que está sendo modificado que está sendo aliás transposto né mudado de posição o que está sendo mudado de posição é o assento é um super segmento a mudança de qualidade do segmento Então vamos lá falamos de perda de seguimento inserção do segmento mudança de local do segmento no vocábulo e agora nesse último bloco
de processo de fonológicos não temos nem ganho nem perda nem mudança de posição temos mudança de qualidade os traços distintivos é que se modificam a assimilação é o primeiro tipo de mudança de qualidade do segmento tipo muito frequente de modificação sofrida por um fonema vizinho que se deve ao fato de as duas unidades em contato terem traços articulatórios em comum é o que se verifica nas mudanças abaixo deixa eu fazer uma observação anti assimilação na verdade e não é propriamente o processo né mas é a explicação de porque o processo ocorre porque a mudança de
qualidade nós vamos ver olha o segmento era baixo se tornou alto o segmento era anterior ou se tornou posterior mas porque ele mudou de altura de baixo passou para alto ou porque dia anterior mudou para posterior tá isso aí é se deve muitas vezes a assimilação então latim lacte evoluiu para light e depois para Leite nós temos aqui duas vogais que tem qualidades bastante distintas uma vogal baixo uma vogal alta e essa vogal baixo se transforma numa vogal média uma vogal mais próxima dessa semivogal ir ui influencia a altura do ar o a Deixa de
ser vogal baixo e passa a ser vogal média Fame evoluiu para fome a consoante bilabial me a cia a vogal a levando-a a levando a né influencia o a levando o bom posso falar dos do jeito a tornar-se uma vogal arredondada ou uma vez que me é uma consoante bilabial tem Joabe os envolvidos e faz com que esse traço de labialização se Estenda para a vogal anterior a vogal o Salsicha varia com salsicha eu tinha colocado aqui um Xê um fone cheio de tirar do alfabeto fonético internacional mas por algum motivo PowerPoint não quis manter
oxê então o vejam aqui na que eu não vou eu gravar esse vídeo todo de novo nem vou editar então faça uma edição aqui agora ao vivo com vocês Coloque aqui um Xê enxerga em aqui um cheiro né salsicha nós temos aqui um c O que é uma fricativa anterior produzida na parte da frente da boca e um chique é um aplicativo a posterior produzida na parte de trás da boca então houve a posteriorização por conta da assimilação os dois sons que eram diferentes se tornam iguais se torna acidente com achei e assimilando todos os
seus traços querendo e querendo me e de tem o mesmo ponto de articulação e nesse caso o primeiro fonema provoca a perda do segundo então é uma assimilação total de traços que leva né já que ela é total a perda de um dos segmentos Então ela é seguida do apagamento dos segmentos embora eu tenho colocado aqui na assimilação assimilação é explicação da queda desse de né a gente pode colocar isso aqui lá anteriormente no bloco de queda de segmentos tá e são também casos de assimilação harmonização vocálica já falamos dela volte lá na aula de
sistema vocálico influência da altura da vogal tônica sobre a altura da vogal pretônica perigo aqui é uma vogal Média a vogal pretônica e aqui na tônica uma vogal alta a vogal alta influencia a vogal mede e faz com que elas se harmonizem altura com a tônica consigo né então ela passa também a ser uma vogal e perigo passando a perigo metaphone a influência de Yu postonico sobre a altura da vogal tônica só que é menos comum mas se encontra na passagem do latim para o português é uma postônica ser capaz de influenciar altura da tônica
então latim fake após tônica era alta e a tônica era média passou a uma tônica alta Fish por influência dessa postônica que toto eu não me lembro qual é a pronúncia se é com o céu ó breve ao céu longo né do latim passou o português tudo né E aqui nós temos um o final que influencia o o único e ele passa a vogal u pal atualização processo muito conhecido por nós né no português e muito extenso no português brasileiro são muitos fonemas que sofrem a regra de palatalização né a presença da semivogal e pode
levar a modificação do ponto de articulação de algumas consoantes na história da língua veículo uma forma hipotética velho na numa forma não documentada chegando ao português velho Então temos aqui mais uma origem do fonema ali no português né o desenvolvi o crê é desenvolvido aliás é é a mesma origem que eu já tinha mostrado alguns slides atrás né O que lê é mais mostra-se aqui o estágio que se pensa que deve ter acontecido que não é documentado na escrita né esse estágio é o desenvolvimento de uma semivogal I aqui e essa semivogal elevaria o Lê
a se Paulo atualizar E aí nós teremos a origem da consoante palatal no português e é muito passando a muito a achei aqui apareceu direitinho Então temos aqui a semivogal i que dá o seu traço de altura divulgar o alta para a consoante seguinte que se torna uma consoante africada né palatalizado com a língua mais próxima do palato né então muito passando a muito ou variando com muito né nas alização é outro tipo de assimilação a presença de uma consoante nasal é capaz de estender o traço de nasalidade a fonemas vizinhos é o que explica
a variação de mortadela mortadela está aqui a consoante nasal e a nossa alização passa por essa sílaba também identidade identidade a nasalização se estendendo pela primeira sílaba sobrancelha sombrancelha Sem falar que sobrancelha ainda tem a motivação da analogia na a gente fazer analogia com sombra o que está a só o olhos né sombreando os olhos que a sobrancelha outros casos de assimilação bravo variando com brabo então nós temos aqui bebê diferente de ver e depois e se vê se transforma num B temos inclusive as duas variantes né na Norma culta mesmo né No Português vamos
vamos o a passando a o subsídio passando a subsídio né e ao contrário pode acontecer também dissimilação mudança fonética que tem como finalidade acentuar ou criar diferenças entre dois fonemas vizinhos mas não contigos trata-se de um fenômeno de diferenciação a distância na maioria das vezes o que se pretende a evitar uma repetição incômoda entre dois fonemas idênticos é o que acontece em borboleta variando com bar boleta hebra boleta as duas sílabas que eram bastante parecida se diferenciam o i o aí vejam que a primeira sílaba passou a ter um lá é uma vogal baixa e
a segunda sílaba passou a ter um uma vogal alta vogas que estão nos extremos de altura né a vogal aqui é a mais baixa possível e a vogal que a mais alta possível posterior a dissimulação pode acarretar por exemplo redução de ditongo o processo atua na história da língua Augustus vejam que tem vários luz e depois ou gustos modifica-se é esse esse ao Inicial Vira ou e depois de se ouvir a Augustus e agosto Então a primeira sílaba se modifica bastante em relação as outras isso continua atuando hoje me lembro de um amigo chamado Eugênio
que às vezes eram chamado de o gênio né então havia dissimilação com a modificação de um dos Reis aqui né um beijo para a atualização também é um processo de dissimilação se nós considerarmos né que primeiro houve a passagem na história da língua né de ler ao lado de a semivogal se tornar palatal então depois perder esse traço né mas também podemos encarar isso apenas como o perda de qualidade do segmento mudança de qualidade do segmento né mulher mulher né perdeu o traço de platao e se transformou em é é uma consoante ao violar tá
Inclusive eu separei aqui coloquei Deixa para lá atualização longe de dissimilação mas em alguns livros vocês vão encontrar a Deixa para lá atualização inserida nos processos de dissimilação né concordo se nós pensarmos assim na história da língua como um todo mas não há como procurar alguma coisa que na própria palavra mulher que nos deu indício de que esse li queria se modificar em relação a alguma coisa parecida no mesmo vocábulo né então se compararmos com a história da língua sim mas se olharmos apenas para língua hoje é apenas um processo de mudança de qualidade do
segmento e utilização mudança de uma vogal ou consoante para vogal alta aí ou para semivogal correspondente ao e Ódio Então são exemplos mulher passando a mulher palha passando a praia do rotacismo acho que é o processo fonético-fonológico é mais conhecido né assim mais comentado e mais conhecido transformação das sibilantes sonoras Z E isso se falamos em história da língua imtep apical por extensão desenho na transformação do tempo EA partir de outras consoantes como de e lê como exemplo do primeiro caso o z passando ar e tem-se a mudança de corpos para corpores né ao longo
da declinação da palavra corpos A gente tem esses e aqui sendo mudado por um Pepe e isso é regular no declamação Latina levando hoje a existência de dois radicais corpo e corporal né esse tempo se desenvolveu assim a mudança de outros problemas para teto e verifica se hoje em malvado marvado mesmo mesmo o lambda sismo troca de ir e por e chorona chorona cérebro cérebro então é e o processo contrário né Você já tem o tep e troca o tep por um Lê isso se explica né Essa troca tão comum no português que Inclusive a
uma troca que também é advém já da história da língua portuguesa a troca tão comum entre e lê no português é pelos traços distintivos que compõem o Lê e os traços que compõem o Lê a uma coincidência muito grande de traços entre os dois fones né Então vão lá no na aula de traços distintivos das consoantes e vocês vão ver como a uma coincidência grande né com a diferença de um único traço Entre esses dois sonhos aqui semivocalização ou vocalização eu coloquei que a gente pode pensar em termos de semivogal ou falar como se fala
mais comumente que é vocalização adquirir traço vocálico né passagem de uma consoante para semivogal ou o que tem traço vocálico soltar vejam que na minha própria pronúncia já vem assim né mas solta né não a pronúncia mais antigo uma pronúncia mais Regional variando consultar carne variando com carne já ouviram cair você já ouviram me digam Aí anteriorização churrasco se uma condições posterior passando a ser uma constante anterior churrasco posteriorização salsicha salsicha eu já tinha falado de posterior dos ação e trouxe para cá né analogia tendência niveladoras dos fenômenos linguísticos segundo Celso com Newton Cardoso estilística
e gramática histórica aplica-se o termo a mudanças fonéticas desencadeados pela comparação com a estrutura fonológica de outros vocábulos que por sua vez tenham afinidade sonora e ou semântica convocado que influenciam assim Estela e evoluiu para a estrela por analogia com Astro são hipóteses tá Eu estou aqui é trazendo as hipóteses para como que se explicam os estudiosos né da história da língua explicam o desenvolvimento desse tep né em em Estrela não é da onde veio esse RD estrela talvez por analogia com Astro tá lembra vocês que step é um som Maroto e aparece desaparece muda
de lugar brincar dentro das palavras né é o nosso Coringa em termos de som Pau para Toda obra verulo evoluiu para ferrolho então o ver passou a Fe talvez por analogia com ferro e em geral é essas situações aqui são situações mais restritas a determinados vocábulos Então o que sobra de explicação é analogia né Floresta evoluiu para a floresta talvez por analogia com flor é o que se lê a história da língua tá assimilação passagem de uma consoante oclusiva para sibilante vamos para a história da língua tento de origem a sem o que passou a
ser nesse exemplo reside uma das origens da não correspondência grafema-fonema quanto a sibilante as suas representações e por isso eu trouxe os exemplos pra cá a letra C representava em latim sempre o fonema que este fonema em alguns contextos evoluiu para ser mas a grafia anterior se Manteve a grafia de 100 como a de outras palavras de nossa língua é uma grafite uma lógica né outros exemplos de assimilação inertia passando a inércia paciência passando a paciência E então vejo que nós temos aí muitos processos fonéticos muitos processos fonológicos seja lá como nós queiramos chamar e
eles existem nas mais variadas naturezas né como são processos muito estudados historicamente eles também têm nomes né nesses nomes tradicionais para God etc etc né Mas o importante é que nós observamos os vocábulos e vejamos Que tipo de modificação está ocorrendo ali e escrevamos essas modificações e tem temos encontrar as motivações para elas né então no mais meus amigos muito obrigado Mais uma aula muito comprida né lembro que isso não curso presencial levaria pelo menos duas aulas mesmo porque teria interação vocês estariam me dando os exemplos e e sinto bastante falta dessa interação mas também
estou deixando aqui um documento para a geração de vou e os meus alunos de agora desse semestre e para os próximos que virão né então muito obrigado pela paciência mais uma vez e até a próxima aula E aí