é tarde pra falar de um de um tema que vem sendo o nosso é momento junto às nossas disciplinas de estomatologia 4 geral radiologia e cirurgia dois né nós essas disciplinas do curso de odontologia concorra no diagnóstico bucal da ufs e como você já sabe nós trabalhamos na promoção prevenção e diagnóstico precoce do câncer de coco e de outras doenças e no avançado os nossos trabalhos nós estamos agora tendo um novo enfoque no atendimento aos pacientes que após a o diagnóstico após o tratamento e apresentam algumas necessidades que o cirurgião dentista vem para atender a
esse paciente não foi oportuno é a possibilidade de falar com você sobre atendimento odontológico a paciente um com lógica é é uma experiência nós estamos trazendo as nossos primeiros passos é mediante estudos na literatura e nós vamos compartilhar aqui um trabalho de equipe do que nós estamos fazendo que nós estamos passando e o que vocês podem fazer aí em cada um na sua nas unidades de saúde no seu ambiente de trabalho é para atender a esse público bom é a primeira pergunta que que vem a nós e também acaba correspondendo a essa solicitação neve ainda
do de vocês que participam nem da telessaúde é qual a demanda tem sido desse paciente oncológico no consultório odontológico então do mesmo jeito que nós sentimos a necessidade de aprofundar nesse tema e de dar um atendimento melhor aos pacientes é é eu sinto que vocês aí cada um na sua di'anno cada um no seu ambiente de trabalho vem sentindo essa necessidade e daí essa demanda né e c é transformada numa numa orientação que nós estamos fazendo aqui aprimorando a cada dia com os nossos pacientes com os nossos trabalhos dos nossos alunos de iniciação científica principalmente
quem trabalha com esse tema e passar isso para vocês é vai ser passar essa essa experiência então nós temos visto há uma uma pergunta vem sendo trazida é a demanda desse paciente no nosso ambiente de trabalho com alta sendo essa demanda junto de vocês com o que nós podemos esperar nós podemos esperar uma demanda cada vez maior isso se baseia nas estatísticas do câncer e quando nós falamos de atendimento odontológico a paciente oncológico nós não estamos nos referindo apenas aos pacientes que tiveram câncer de boca nós fazemos esse atendimento a qualquer paciente que teve ou
tem ou está em acompanhamento de um câncer seja em qualquer área do do organismo que vem recebendo um tipo de tratamento que é que temos a quimioterapia à radioterapia associado e no caso dos pacientes que tiveram o câncer de boca também a cirurgia vem sendo o trabalho foi sendo é mais uma modalidade então na verdade nós temos um uma população que passa por vários tipos de câncer e vários tipos de tratamento onco terapia que nós é determinamos dessa forma e que requer um cuidado em função dos efeitos colaterais desse tratamento nós vimos a estatística é
trazida pelo inca de casos é nós podemos estimar é foi chamar para 2016 são os dados mais recentes do do inca que o total de neoplasias que nós vamos ter no brasil é de 300 quase 300 mil casos né é é que nós poder que vão receber um tipo de tratamento que vai gerar um efeito colateral em qualquer área do organismo mas a cavidade bucal é um sítio onde nós temos esses efeitos colaterais e nós como profissionais de saúde estamos te vemos está é preparados para esse tipo de atendimento então é quando nós olhamos as
estatísticas na nós vimos que esse essa demanda ela tende a aumentar bom esse paciente oncológico ele apresenta características que são desde características físicas trazidas pela própria doença como características e aspectos emocionais psicossomáticos psicológicos que acabam ééé condizendo com um momento de debilidade do paciente uma debilidade física mas é uma debilidade também emocional que acaba requerendo do profissional muito além do tratamento técnico exige nesse momento uma uma grande um grande é fator de humanidade ao tratar com esses pacientes devemos é de ter um controle nos nossos nas nossas emoções porque nós vamos ouvir todos os tipos
de de ééé relatos não só da dor física como outras dores que vem associado então essa demanda é cada vez maior e aí nós nós vamos é é colocar qual o papel de cirurgião dentista é diante desse paciente oncológico bom vimos que esse paciente seja em qual área ele tenha esse câncer ou está vivenciando está em tratamento ou já passou por um tratamento ele é tem a a possibilidade de ser tratado por três tipos de modalidades sejam elas isoladas sejam elas associa então nós temos as cirurgias as radioterapias e quimioterapias é isoladas ou compartilhados as
cirurgias para nós quando na região da cabeça e pescoço vai é trazer efeitos mas os efeitos na cavidade do carro pela radioterapia quimioterapia e vai advir de qualquer outro tipo de tumor e específico em especial para as os tumores de cabeça e pescoço onde a radioterapia é feita localmente na região de trabalho é do cirurgião dentista então quanto nós estamos é analisando o paciente oncológico nós precisamos primeiro determinar qual tipo de tratamento ele submeteu vai submeter para que a gente possa dar a nossa assistência então nós sabemos é que o tratamento ao qual terá que
ele traz sequelas dessas sequelas podem ser provisórias ou permanentes muitas vezes esses efeitos colaterais podem contribuir com uma é um momento de parada do próprio tratamento oncológico de vida as debilidades que gerou esse paciente gerando uma um retardo no tratamento que pode contribuir com o prognóstico pior do paciente por isso a necessidade dessa assistência para que ele possa dar continuidade ao seu tratamento é um tratamento longo que pode variar de 12 a 704 40 dias em média então o paciente passa por um longo tempo de tratamento e isso coloca os profissionais é próximo desse paciente
abordagem como todo mundo conhece ou já vivenciou em família amigos ou o próprios pacientes é uma abordagem multidisciplinar na e nesse nesse nessa equipe multidisciplinar o cirurgião dentista é fundamental e nesse nessas abordagens nós vimos a importância não só da inserção do cirurgião dentista no atendimento a esse paciente como é para que esse atendimento seja feito no início do tratamento então é o ideal nós vamos discutir isso ao longo da nossa da nossa palestra é essa inserção mais próxima e mais precoce junto ao tratamento quimioterápico e nós vamos ver o porquê de uma abordagem antes
durante e depois do tratamento desse paciente é isso responde nec momento que eu devo abordar o meu paciente em que momento o cirurgião dentista entra nessa equipe então como foi falado anteriormente é tanto o tratamento oncológico apresenta uma interferência é na cavidade bucal como a cavidade bucal pode interferir no tratamento oncológico então o ideal é que nós façamos essa abordagem antes do início do tratamento oncológico nós sabemos que isso não é uma realidade para nós são poucos os que podem ter essa oportunidade de atender o paciente antes preparar o paciente para que ele receba o
tratamento é onco terá pico é mas se nós tivermos noção e hehehehe noção de como podemos abordar esse paciente nós possamos nós podemos fazer e ciclos de planejamento junto à equipe que vai atender esse paciente de forma que nós possamos é antecipar o nosso papel e diminuiu os efeitos colaterais não só no paciente como na própria doença como na na qualidade de vida desse indivíduo karina eles perguntam ah ok bom é como que deve ser realizado o exame clínico desse paciente como nós vamos portar diante desse paciente inconsciente como nós dissemos que mas algumas debilidades
é é que vão ser geradas ao longo do tratamento para aqueles que não iniciaram o tratamento ele vai trazer muitas dúvidas para que o profissional possa dar suporte e como eu disse no começo é um uma uma paciente que também carrega uma carga emocional muito grande durante esse nosso atendimento então esse paciente deve ser avaliado de de preferência no início antes mesmo de ele iniciar o tratamento alterado é importante que o cirurgião dentista faça uma avaliação é da saúde geral do paciente essa avaliação da saúde geral ela diz respeito à condição do paciente a condição
da doença que ele tem o tipo de neoplasia o estadiamento clínico de se decidisse de seu plasma para isso uma comunicação constante com o profissional é que está a atender esse paciente ou e no na área oncológica deve ser é realizado então nós temos que estar conectados com os profissionais que até esse paciente para que eu tenho uma visão da saúde geral muitas vezes o paciente já traz outros tipos de doenças outros tipos de quatro que vão somar ao quadro da do da neoplasia no que diz respeita a nossa área de trabalho a história da
antológica é fundamental nós vamos ver que é nós vamos diante da história é obtida por esse paciente não saber se esse é um paciente que já tem uma um cuidado com a sua saúde bucal ah e pra que a gente possa avaliar quais os nossos é quais os passos nós vamos é crever para esse cuidado da do da região odontológico infelizmente a maioria dos pacientes em condições locais precárias demais dn oral é isso vocês vão ver ao longo da nossa discussão que ela ele vai ter uma repercussão negativa na condição bucal e por outro lado
também na condição da doença em tratamento é quando nós também é e checamos que a mais de energia ao e as condições bucais interfere nesse tratamento nós vimos que também abordagem vai direcionar principalmente a a higiene desse paciente e tentar é estabilizar o quadro das condições bucais do paciente não tem muitas fórmulas para que a gente possa atender esse paciente então isso também nos coloca e prontos para atendê-los que nós vamos dar um atendimento que é feito para os outros pacientes porque nós vamos atuar principalmente na higiene oral desse paciente bom com que vai ser
o objetivo do cirurgião dentista nesse atendimento né então é devemos atendê los previamente isso é uma um nós vamos tentar atingir esse objetivo liderando com o paciente sabendo que ele vai entrar no tratamento onco terá cua tendendo inicialmente bom diante disso que nós vamos fazer nós temos que eliminar ou estabilizar as condições bucais que esse paciente apresenta como eu disse anteriormente grande parte da nossa população e representa uma uma precariedade em graus diferentes e uma em geral também é com graus que podem ser trabalhados à medida que é identificado no paciente questão e um objetivo
que vai se aliar a esse a essa assistência a eliminar as condições locais que podem dar origem a infecções locais ou sistêmicas é aumentar a qualidade de vida do paciente nós pensamos muitas vezes um paciente com câncer de boca onde por uma cirurgia ele se tenha mutilação e tem uma dificuldade a ligação mas com a repercussão do do tratamento quimioterápico outras do outro seu plasma também vão gerar isso na na vida do paciente que vai dificultar algumas funções da cavidade bucal como há a ingestão de alimentos nem tão a nutrição vai se vai vir a
sofrer uma repercussão e aí vai desencadear outras outras morbidades nesse paciente então nosso objetivo diante dessa dessa assistência é também dá suporte a qualidade de vida do paciente durante antes durante e depois do seu tratamento bom como que nós vamos conduzir primeiro né quando nós levantamos a condição do paciente sabemos da história da saúde dele junto com o quadro é meu clássico então nós temos ferramentas para conduzir esse paciente já que nós vamos ter conhecimento do processo diagnóstico e o que ele vem sendo ééé papo que time vem passando durante esse tempo pra temos conhecimento
como disse anteriormente em que momento ele encontra o câncer em conta qual estadiamento ele está numa fase inicial média terminal para que a gente possa fazer esse planejamento tá e esse planejamento vem através de uma minuciosa avaliação dentária então é o nossa avaliação do paciente vai passar por essa é essa condição que vai ser levantada pelo cirurgião dentista e para auxiliar nessa avaliação dentária a avaliação radiográfica é fundamental uma radiografia panorâmica desse paciente se faz necessário quando nós vamos associar o achado clínico eo radiográfico ali na sua poder levantar quais aos o o o acondicionava
real do paciente então diante desse dessas e diretrizes né nós podemos então é começar o atendimento ao nosso paciente bom o atendimento odontológico ele passa por três fases então nós vamos estar diante desse paciente durante um tempo que como nós vimos um tratamento um conter a culpa pode variar de 12 a 740 dias então a gente pode ter esse paciente por mais de dois anos ou mais é porque ele cria uma uma confiança e uma resposta favorável com o profissional que você acaba acompanhando esse paciente e ao longo do seu da sua batalha de sobrevida
de após o tratamento oncológico então nós temos a abordagem eua coloca a o atendimento trans ecológico e o acompanhamento pós terapia né então nesses três momentos essas três fases o cirurgião dentista tem um papel fundamental então é o que nós trazemos em cada uma dessas fases são abordagens que nós podemos dizer simples pouco invasivas de possibilidade de execução e qualquer ambiente de trabalho o que nos torna mais responsáveis com esse paciente já que nós podemos fazer abordagens nela uma unidade de saúde no consultório no ambiente como o nosso dentro dos nossos ambulatórios então é mediante
a essas abordagens que nós vamos ver que acaba é coincidindo com o nosso dia a dia como cirurgião dentista bom então vamos ver o que nós fazemos quando conseguimos é é assistir esse paciente antes de iniciar o seu tratamento oncológico então é uma abordagem complexa eu não vou trabalhar sozinha nós vamos ter nesse grupo nós vamos ter um psicólogo um nutricionista um assistente social o oncologista o cabeça e pescoço tom é uma abordagem onde inclui cirurgião dentista e o que nós vamos fazer nós vamos é já que ele vai ter um longo tempo de tratamento
nós vamos ter que previne a possibilidade de uma intercorrência na cavidade bucal como eliminando possíveis focos o doutor gênios esse é um grande papel que ele e nina uma interferência local e uma interferência sistêmica já que nós sabemos que o nosso complexo maxilo mandibular ele está conectado ao restante do organismo então um foco é é o do gênio de orige periapical por exemplo ele pode né levar o microorganismo para outras áreas num momento de grande debilidade desse paciente principalmente se ele estiver em tratamento de quimioterapia ea radioterapia quando na região de cabeça e pescoço tá
se nós não estarmos o número de de neoplasias que utiliza a quimioterapia nós vamos ver o quanto essa possibilidade de é de termos um foco é o do genérico né interferindo e nessa nesse na evolução dessa doença com e aí vem o primeiro momento nós fizemos uma avaliação minuciosa do paciente a avaliação dentária associada a aal avaliação radiográfica e ali nós vamos ter que ter frieza no momento de avaliar são dentes que tem possibilidade de restaurar a tem que fazer um a um aumento de coroa pra fazer uma uma retoma um um núcleo para um
futuro é uma futura coroa é preciso fazer então é preciso fazer uma movimentação ortodôntica pra que haja espaço para essa colocação o paciente não tem tempo para essa esse tipo de tratamento longo e tão friamente nós temos que analisar quais os dentes o momento da avaliação são restaurar a weiss são restaurações fáceis com um eu nome com a má alguma com uma resina ou são restaurações que repasso recreio 11 uma abordagem protética nosso o tempo é um tempo e que é de grande valor pru o paciente oncológico então nós não podemos deixar ele esperando para
fazer tratamentos que requer tempo então nesse momento nós temos que realmente é identificar e dentes que não têm possibilidade de restaurar se ele pode ser extraído não e o momento de extrair também é namorador da dipro cológica nós já sabemos já isso é um fato que nós vamos mostrar mais adiante mas dentes que vão necessitar de uma extração posterior vão também ter que ser postergado já que uma vez que o paciente passa por uma radiação nessa região ele também vai está é não vai estar indicado uma extração então nesse momento é a um momento de
decisão o paciente deve tar está ciente de todos esses essa no momento durante e depois das possíveis sequelas para que ele possa ter uma aceitação do tratamento que é um confronto importante também a ele já passa por outras é é debilidades como nós dissemos e nós sabemos que os dentes e com bem como à saúde bucal já atua na estética na função do do paciente ele vai se sentir mais é uma mutilação muitas vezes mas ele no momento em que nós possamos esse conhecimento ele é tem uma aceitação melhor bom nessa avaliação nós vamos identificar
superfície cortantes as feiras fraturas de coroas restauração que estão com perda de integridade que podem ajudar na instalação de ficção então esses essas áreas devem ser trabalhadas então são atuações simples né numa uma sessão nós conseguimos identificar é é amenizar é fazer alisamentos para que ele possa diminuir a possibilidade de fatores é que vão é podem agravar e podem é ser fator é de corte e de acúmulo de biofilmes de possíveis instalações estão e se depois dodô que você decidiu entre que vai ser restaurado e restaurará viveu ou não essas outras é é ações devem
ser feitas junto ao paciente bom é nós temos as formas de adequação de menu meio bucal né como eu disse para vocês é por meio do uso de inúmeros de vidro e outros outras abordagens preventivas e rápidos para essa adequação do meio bucal seja dos dentes seja da condição periodontal então nós vamos falar da manutenção desse gene oral por meio de instrumentos que nós utilizamos escovação fio dental uso de enxaguatórios a inserção de alguns chegou atores antimicrobianos então nós fazemos isso antes é essa adequação do meio bucal e depois nós vamos dar continuidade como nós
não falar mais à frente é é depois essa remoção dessa é dessa adequação nós podemos é devemos fazer a profilaxia raspagem para que a gente possa dar uma condição melhor é periodontal a aplicação tópica de flúor que vai ser nesse momento e ao longo da do atendimento a esse paciente condições pré-existentes como nós dissemos alguns focos algumas outras focus o dos genéricos devem ser trabalhados e eliminados caso tenha o tempo hábil de tratamento e do don diego este tratamento tem que ser feito sob antes a terapia profilática já que o paciente encontra com a debilidade
do sistema imunológico diminuído então ele passa a necessitar desse suporte trevi profilático é caso faça tenha algum a dente para o tratamento endodôntico é uma forma de eliminação do foco depois da extração é então a gente fica muitas vezes nessa é nessa nesse momento de decisão extraímos o façamos o tratamento do doente o ideal que façamos faz e caso não tenha é tempo extração casa caso tenha ele deve ser feito com antibiótico terapia profilática e lembrando que o tratamento que nós planejamos para esse paciente nós estamos aqui fazendo um planejamento antes ele pode ser modificado
em função do pouco tempo que o paciente tem para começar a iniciar tratamento onco terá pico bom é conseguindo é dá essa essa condição melhorada né é é para a saúde bucal do paciente por meio de eliminação dos focos o tom dos genéricos a a a orientação de higiene bucal inserção de atitudes é para higiene bucal e e eliminação desses fox por mês diferentes como a adequação do meio bucal e e tratamento do dom de deus extração o paciente iniciou seu tratamento então ele inicia o tratamento onco terá pico ea resposta pra esse tratamento com
tronco terá pouco também é uma dúvida tanto para o oncologista quanto para os outros profissionais que estão acompanhando como que ele vai reagir a esse tratamento depende porque nós sabemos que há uma dosagem que é vai ter uma variação de de neoplasia para a neoplasia existe o o o fator cumulativo ele faz radioterapia hoje amanhã e faz o outro faz o outro o organismo ov essa essas é os efeitos da radioterapia nos ambientes celulares o que vai tornando mais tóxico para o paciente então a tendência ele aumentar essa essa debilidade e com isso a condição
dele também vai ficando mais comprometida tá então a gente nós esperamos esse paciente que ele tenha uma bebida idade mesmo que ele tenha condições é mais favoráveis de saúde o tratamento onco terá cup principalmente na radioterapia e quimioterapia ou associação como é feito com bastante freqüência a tendência ele ter uma durabilidade maior e essa repercussão vir imediata que nós vamos ter efeitos imediatos ao tratamento é é nós vamos ser feitos médios e tardios então nós vamos neste momento ao longo do tratamento dele atuar nos efeitos imediatos o que o cirurgião dentista deve fazer ao longo
desse processo ter cuidado principalmente de manutenção da condição periodontal dele porque nesse local existe um grande nicho é de bactérias e outros micro organismos que vão ter uma maior probabilidade de infecção e como o quadro hematológico tem uma um comprometimento por causa da própria quimioterapia a possibilidade sangramento nessa região ela vai ser aumentada então nós temos que manter esse paciente com profilaxia regulares ao nosso atendimento a esse paciente faz se muito é mais próximo com episódios mais curtos então nós vamos atender esses pacientes com uma regularidade algumas vezes de 15 quinze dias de um mês
de dois meses enquanto ele está em tratamento o que nós temos que evitar nós já lá no na abordagem inicial nós já estamos a sua manutenção de higiene oral que nós vamos ver que tem uma grande repercussão na saúde periodontal além disso o cirurgião dentista entra fazendo profilaxia para que ele possa eliminar essa possibilidade a mais de infecção lembrando é de que é se o produto estiver comprometido a possibilidade de sangramento é menor maior desculpa e por isso mais um mapa uma necessidade de avaliação regular periodontal bom é existe uma cartilha que é liberado está
liberada na internet né é damasq a masc é uma grupo de profissionais que estudam é o suporte é dos passes porte da cavidade bucal principal do esporte de pacientes desculpe pacientes oncológicos de qualquer área e especificamente para a equipe a antológica ele tem algumas orientações eu tô passando pra você sair na tela mas é vocês conseguem acessar é uma cartilha é maior ela já está em português para que vocês possam orientar os seus pacientes e quando vocês é é vão checar os cuidados que são recomendados e sugeridos são como eu disse anteriormente vão ser direcionados
principalmente ao cuidado da higiene do paciente então durante é na abordagem inicial nós já passamos essas esses esses cuidados para os pacientes e durante o tratamento nós vamos estar atento a alguns cuidados que esse pici paciente está tendo como o uso do fio dental a escovação dentária o uso de enxaguatórios que vão ser 11 adicional importante nesse momento tá e aí nessa mesma página vem uma receita caseira de de enxaguatórios paciente não precisa disso dispor de de é de um montante para comprar esses charlatões que muitas vezes são enriquecidos por outros tipos de de substâncias
e componentes que acabam sendo prejudiciais então existe uma receita é de um chador suave tac vai ser usado a hidratação do paciente é importante o cuidado com os flaps tá então esse é um papel que o cirurgião dentista deve fazer durante o tratamento o paciente cuidar está próximo do paciente recomendando cobrando esses cuidados orais que estão aí que é de estarão disponibilizados para que vocês possam adotar durante a assistência a esses pacientes a itália é como eu disse para vocês existe uma receita caseira de enxaguatórios que não leva álcool não leva é feito à base
de sal e de bicarbonato de sódio e que tem o papel antimicrobiano que é necessário neste momento ele vai ter o papel é de micro biano de hidratação também no momento das mucosas que vão proteger contra efeitos é que vão ter uma tendência maior a acontecer em função do que o tratamento como nós dissemos seja ele radio ou quimioterapia ou associado é um efeito cumulativo levando a uma possibilidade maior de instalar alguns tipos de infecções e e lesões na cavidade bucal para os pacientes usuários de prótese dentária também é são recomendados é a remoção a
limpeza e higiene mais uma vez em general ela é um foco é que nós devemos persistir junto dos pacientes nós vimos é na avaliação de alguns pacientes o quanto o a presença da placa dentária o biofilme atingir e agrava esse quadro a cavidade bucal tá então e se esses cuidados orais eles também estão disponibilizadas lá no site da soberba porque a sociedade brasileira estomatologia e patologia oral e podendo ter acesso a esses gasolines eles são vista em inglês mas aqui nós já temos e em português e aí vocês vão ver que outros outras recomendações vão
ser faladas também mas aqui nós vemos ênfase aos cuidados orais e como vocês viram não tem muita novidade é realmente né é acompanhar o seu paciente dando esses cuidados da higiene bucal bom e depois o que vai acontecer com o nosso paciente então nós vimos que o início no com início do tratamento nós já vamos ter repercussões bucais e gerais é que o paciente vai relatar muitas vezes ele não consegue ão a uma agendamento em função de uma um efeito adverso é como diarréia como é é a ânsia de vômitos então muitas vezes ele não
consegue ir ao seu atendimento então os efeitos adversos já iniciam com o tratamento seja principalmente quimioterápico mas é o que nós vamos fazer com esses e efeitos adversos na eles podem acontecer no primeiro dia há três dias são considerados imediatos aqueles que acontece uma semana depois do início de uma três semanas tardios né nós vimos esses efeitos é pra nós da cirurgiões dentistas nós vimos por exemplo quando ele recebeu radiação na cabeça pescoço a 1 fibrosado mento das f brotamento das glândulas o que torna é com menor condição de trabalho e alguns que vão perpetuar
meses ou anos bom esses são os principais efeitos colaterais no paciente nós temos abu cosit que traz um principal é repercussão na equipe e que é traz o profissional junto com mais freqüência a xerostomia principalmente pacientes que receberam radiação na cabeça pescoço a infecção secundária principalmente à cândido zi é ser vista e pacientes na radiação cabeça pescoço e em outros tratamentos quimioterápicos cara de radiação também é vista na região de cabeça e pescoço alteração do paladar ou perda deve sentar-se em israel rádio quimioterapia o triplista ele é visto em pacientes com rádio em reagir região
de cabeça e pescoço e é o seu rádio necrose também ela é uma um efeito colateral para aqueles pacientes com radiação em cabeça e pescoço quando eu falo de radiação de cabeça e pescoço não é só aquele que recebeu para a boca pode ser aquele paciente nós recebemos um paciente que esteve uma um tumor na região de lacre mal que recebeu a radiação na região com repercussão muito próxima é como uma reserva um efeito nos somente na região de boca por exemplo então é esse paciente ele pode chegar até vocês com a xerostomia vai ocorrer
principalmente nos pacientes da radioterapia da região de cabeça pessoas e quimioterapia como nós falamos isso acontecer 50% dos pacientes mesmo que nós façamos todos os nossos é nossas recomendações né não só vai alterar a quantidade quanto à qualidade então eles vêm se queixando de dificuldade da alimentação pela redução da saliva e também pela qualidade das argolas faz tornar mais espumosa mas é espessa e isso deve quando nós entendemos o a digestão iniciando ali ela vai ser comprometida pela quantidade e pela quantidade é nós podemos verificá isso através do teste de fluxo salivar também procedimento simples
que é feito no próprio e ambiente de consultório quando nós analisamos a dia redução e caracterizamos aí pôs a ligação ela é vocês é podem solicitar a mastigação de 1 a de um é objeto borracha short e pedir para que ele possa fazer a a a dispensar a saliva no ambiente para que a gente possa é avaliar e para que eu considere é diminuída na estimulada ela vai estar com menos com 1 ml - e por minuto e quando não estimulado de 01 a 03 então esse quadro pode ser identificado e caracterizado como xerostomia com
a xerostomia ela vai gerar uma degeneração glandular o paciente vai apresentar na cavidade bucal na uma a língua com as papilas atrofiados dando essa característica de destaque lamento é que vai também comprometer a a digestão e também vai torná lo mais sensível há vários tipos de alimentos alimentos mais condimentados mais cítricos então nas recomendações que nós vamos ver à frente para combater a xerostomia não adianta só é fazemos a reposição da saliva nós precisamos também orientar o paciente quanto ao tipo de alimento que ele vai é e vai passar no seu dia a dia sem
comprometer o seu aspecto nutricional então nós temos as línguas fissurados e nós vamos identificar isso junto no quadro do cheiro subir o que vai né como ele mesmo vai relatar uma dificuldade na mastigação deglutição o que vai fazer com que ele que nós tomamos algumas é providência junto esse paciente quais providências nesse momento é ele deve ser de ter identificado a xerostomia por meio da redução da saliva próprio do paciente com as características clínicas e essas os relatos de dificuldades genes de de mastigação a inserção de saliva artificiais a recomendação orientação de hidratação contínua seja
com meio de líquidos e é a água podemos estimular o paciente com os de como as de mascar sem açúcar para que a saliva seja estimulada e como nós mostramos anteriormente o uso de enxaguatórios é pode ser caseiros e alguns chegou atores têm algumas dessas esses componentes que são presentes na saliva que vão ser reduzido pela condição que o paciente se encontra mas alguns como thor you só podem ser inserido lembrando que deve ser sem álcool em função do álcool também ser um agressor a mucosa bucal então a xerostomia é combatida por essas por esses
é que essas recomendações é ao paciente pode ser associado eu posso vela code eu posso fazer é primeiro conseguir só com a hidratação ou como instigação mas eu posso fazer uma uma integração de recomendações são paciente pode usar saliva artificial pode usar o colutório vai fazer vai ficar a critério da condição que nós vamos encontrar esse paciente bom esse é um ponto crítico na no na saúde do paciente ele não atinge só a cavidade bucal a mucosite mas ele é atingir a condição geral do paciente porque os quadros de mozzi ti elas podem se agravava
comprometendo esse paciente nas suas funções é é principais e comprometendo também a sua condição nutricional é essa é uma resposta inflamatória imagina uma afta se imagina uma úlcera traumática só que agora em grande proporção podendo atingir outras áreas que é uma e é uma uma condição inflamatória devido a uma diminuição da produção de petróleo vindo dessa de uma resposta ao tratamento de william em plástico então o epitélio e não consegue acompanhar de forrar a mucosa gerando então qualquer repercussão é e qualquer agressão rompendo essas recipe tério né e isso vai aumentando as possibilidades porque é
esse esse comprometimento vai comprometer dose dependente é e vai aumentar a possibilidade de infecções nesse paciente bom essa no cosit ela pode ser leve ela é grande o ata mas pode atingir até a ao ponto de impossibilitar o paciente alimentação então é vocês vêem que pode agravar o quadro do paciente e também é levar a a parada do tratamento é o channel plástico então por isso que nós fazendo ou essas recomendações anteriores de higiene bucal cuidando do paciente durante o tratamento a possibilidade de mozzi ti ela cai porque nós estamos tendo um controle do é
é do da microbiota que também age sobre s epitélio que se encontra fragilizado então o que nós temos duas condições né consideradas aqui como grau dois né o paciente ainda consegue alimentar então a gente considera grau dois consegui é alimentar com alimentos sólidos bom o que nós fazemos como cosit oral nós vamos atuar de forma é paliativa o paciente precisa é alimentar ali é uma condição inflamatória então nós vamos usar é corticóides tópicos cação a difamatórios que nós utilizamos pra outros fins e que tem uma grande atuação sobre essas áreas inflamadas auxiliando na cicatrização tá
então nós temos aqui um exemplo dexametasona é depois eu posso passar a prescrição é adequada para esses pacientes está associada de fugir porque existe uma uma é a alteração da microbiota para esses quadros nós podemos indicar também a crioterapia interessante chamar esse tema de quimioterapia mas que essa criança terapia a gente pode pedir raça de gelo desse paciente usar é de forma é periódica ao longo do dia porque diminui o efeito inflamatório então você tem uma diminuição da da inflamação contribuído também por outro lado pra a cicatrização e hoje nós temos um grande parceiro o
laser de baixa intensidade que pode ser utilizado mas nem sempre nós temos e se esse instrumento no nosso dia a dia na nossa bancada então o corticóide tópico vai ter uma ação importante os anestésicos é para auxiliar o paciente durante a alimentação e os antifúngicos também pode ser associado e vejam que uma vez com possibilidade de utilizar o laser o ideal é que ele seja utilizado antes do início do tratamento radio quimioterápico então se a gente já tem uma motivação de encontrar o paciente antes para preparar e planejar e deixar uma condição bucal é gol
para o paciente se nós tivermos oportunidade depois disso o paciente vai dizer sim pra você e vou começar o meu de zero de zero que é o dia do início da sua rádio kimmel eu consegui fazer uma aplicação e 2 a 3 dias com o laser com é preventiva mente nós vamos ter uma redução importante da da possibilidade de instalação da mucosite oral isso vem já sendo orçado em estudos caso nós não temos essa oportunidade aaaah o laser pode ser usado já quando a condição está em si ao lado da então a gente vai usar
né profilaticamente levando é a aplicação que dependendo da demanda nós podemos fazer de três vezes por semana o ideal é uma vez qo teca todos os dias mas isso é impossível nos nossos ambulatorial mas nós vimos que 2 a 3 vezes já tem uma resposta favorável se a mesma paciente 15 dias depois da aplicação do laser associado a clorexidina ora como dente a região apresenta se melhorada o que tem uma repercussão importante porque mesmo que o aplique lazy e aqui tem uma uma capa de biofilme essa capa próxima da mucosa vai gerar uma agressão então
é deve ser feita associado é nesse momento com a música ela deve também se evitado uma série de alimentos paa que não agrave o quadro é do da mucosite mucosite instalada já então existe recomendações da equipe nutricional é de nutrição que nós podemos orientar tá pra que ele possa evitar agressores naquelas áreas expostas que são as mucosidades bom para cândido dose que é um outro efeito é uma infecção secundária que também é um estado dentro das prefeitas colaterais são efeitos colaterais imediatos que ocorre no paciente é ele tem a microbiota alterada ele tem uma redução
dessa livro que contribui para essa instalação nós vamos utilizar a aaa nós utilizamos os antifúngicos os antifúngicos do nosso dia a dia nós podemos usar uma estatina com a mesma posologia que é feita para qualquer outro tipo de cândido ze é mas é necessário que seja de quatro a seis vezes por dia por dez dias e que quando o paciente já tem uma série diz de bochechos nós podemos inserir hoje o o difundido sistêmico de preferência nós fazemos com mais familiaridade o uso do flu na sol 150 miligramas um compromido de 10 a 14 dias
então essa é uma paciente que apresentou no quadro anterior mostrado para vocês um grau de cerca de 12 por seu domínio da nossa generalizada e após o uso do fluxo nasal a redução drástica deste quadro de infecção que acaba comprometendo também escutando muitas vezes a alimentação e mais uma vez comprometido e comprometendo podendo debilitar a a a condição a qualidade de vida do paciente como nós vimos também dos custos mesmo cosit nós vamos ter aí a carga de radiação né um resultado mais é e longo mas que deve ser evitado com aquelas condições anteriores que
nós vimos a e para evitar prevenir nós também associamos além das da clorexidina que vai ter um efeito não só para os tecidos duros como para ser sido mole da cavidade bucal é uma forma de prevenir o uso do flu o flor neutro né e sendo também prescrito para esse paciente e são quadros mais graves mas nós conseguimos estacionar esses quadros e evitar esses quadros com essas medidas é que nós vamos a pé é e escrever para o nosso paciente além disso a de geologia e ageu zia que vem sendo relatado junto com as filhas
tome ela pode ser amenizada com o uso do da saliva artificial da do tipo de alimento que nós vamos e solicitar paciente como a hidratação é o que pode muitas vezes alterar essa de jesiel zia é que como há um raio maior de aplicação da radiação pode comprometer a mucosa o fator área que por sua vez compromete paladar nós começamos a nossa a nossa limitação pelo cheiro então às vezes a gente que tenta tratar a boca mas a mucosa também está em processo de perda e vai precisar de um tempo para que ela possa voltar
ao normal então o que nós podemos amenizar com a saliva artificial que é contribui para a redução dessa de geodesia quando transitor quando permanente aí nós temos atuar de outra fogo bom o turismo é ele é uma condição não tão frequente mas pode ocorrer nos pacientes que atingem a região de cabeça e pescoço pela radiação gerando a fibrose na região dificultando a abertura e soma se a esse quadro a outros quatro que o paciente apresenta ele tem dificuldade de abertura ele está gerando uma dificuldade de higienização que acaba comprometendo né um quadro da positivo e
começa a instalar então gera um acúmulo de de efeito então é como nós vimos a mucosite dificulta a higienização mas por outro lado a organização melhor esse quadro o 30º também só vez dificulta a abertura a organização que pode comprometer então é nós devemos tratar esse paciente por meio de fisioterapia fisioterapia feito né com qual se lhe dê um fisioterapeuta e nós podemos também é é ajudar o paciente a auxiliá-lo indicando compressas mornas na região de onde tem o financiamento e estimular a abertura de área de se da cura do paciente com o uso de
espátulas então nós medimos no paciente de que ele chega depois nós vamos contando com eles quando as espátulas eles conseguem colocar o que auxilia na abertura da pouca auxilia na higienização até no nosso tratamento essa essa conduta vai facilitar mas é importante a cobrança do profissional junto ao paciente para que ele faça isso na casa no dia a dia pelo menos três a quatro vezes então nós sabemos que às vezes nem sempre nós vamos ter uma resposta favorável e por fim nós temos ao nosso rádio necrose é um quadro mais grave que vai ocorrer é
em áreas de radiação onde é o as células ósseas células sanguíneas vão ser atingidas né diminuir a circulação nessa região a mandíbula é mais comprometida e à medida que a dosagem do tratamento vai aumentando isso vai gerando um comprometimento maior então o paciente o meu paciente de rádio está recebendo aqui me o que acaba gerando isso não é visto com freqüência nos quadros pacientes com quimioterapia em outras regiões mas devemos estar alertas daí toca a nós fazemos a avaliação é radiográfica do paciente nós devemos estar atento a focos a possibilidade para que mesmo que o
paciente não tenha radiação a gente possa eliminar esses focos para que a química também não tem um efeito mesmo que tardio nessa região e aí né a exit por meio da abordagem anterior antes de iniciar a eliminação desses fatores são a raiz residual o tratamento endodôntico deve ser feitas cara existências devem ser e tratadas como todas as áreas para que a gente não tenha possibilidade de uma invasão por essas soluções o tratamento e periodontal também para que não atinja a região ou se é bom se eu não conseguir atingir esse paciente antes a exxonmobil tia
ela deve ser postergada né então daí a dificuldade muitas vezes militar o que nós podemos fazer quando não há nesses não há possibilidade estudante ia fazer os sepultamentos radiculares o tratamento endodôntico né destas raízes para que ele possa num futuro fazer o tratamento é de reabilitação ou se essa raiz ainda não não tem mais como tratá ele fica lá sepultado tratada do antigamente para uma posterior ou extração então quando nós chegamos nesse quadro principal de alceu rádio necrose é que nós vamos ver da importância de atuar mas o paciente antes do início do tratamento então
tudo que nós vimos aqui a outra rádio necrose a mucosite tá elas como abordagem anterior elas vão gerar a a diminuição da possibilidade desses efeitos colaterais então aqui nós vemos né clinicamente uma raiz eo ea ua como ela é vista aqui no seu na já com quadro de o seu rádio necrose com é um tratamento que requer um arsenal caro porque é o seu rádio necrose é tratada mais eficaz com a hiper oxigena são dentro das câmaras hiperbáricas que aumenta a oxigenação nec vãos que circulante gerando manel formação que vai auxiliar na cicatrização e natividade
fibra plástica é o tem um custo caro tem uma dificuldade de d é principalmente na rede nós temos poucos locais mas então nós devemos evitar esse custo maior essa debilidade maior para o nosso paciente bom então nós podemos né é é e finalizar deixando né dentro daquelas recomendações como vocês viram que é com recomendações que nós fazemos no dia a dia pra quadros diferentes do paciente mas que vais a ser somado a essa a esse novo quadro de rádio e quimioterapia que o tratamento odontológico idealmente seja feito antes ou má o que conseguimos é agir
antes de iniciar o tratamento devemos priorizar os fatores que podem gerar essas complicações como nozinho superfície cortantes e e e ficções o doutor gênicas focus quando o quadro agudo está instalado nós temos que uma intervenção e isso é invenção de preferência esteja acompanhamento médico né porque não é uma repercussão local da boca uma repercussão do quadro geral do paciente e é o que o que nos motiva né inserir aprender que o tratamento odontológico ele vai ter uma repercussão grande na qualidade de vida do paciente e que vai permitir a continuidade do tratamento oncológico e depois
na superação é quando finalizo o tratamento oncológico e no acompanhamento para possíveis efeitos colaterais de a de modo a down a melhor qualidade de vida deles para esse paciente bom eu me coloco à disposição aqui efe [Música] [Música]