Tem três músculos chaves aqui que causam todo o problema da cintura escapular e por consequência do ombro, levando a lesões do ombro. É ele o levantador da escápula, músculo redondo maior e o peitoral menor. Por quê? Porque o peitoral menor mais o levantador da escápula faz a inclinação anterior da cintura escapular. Ou seja, a cintura escapular faz esse movimento aqui, ó. Isso faz com que diminua o espaço subacromial, fazendo com que aconteça muito o impacto. Além disso, a tensão do levantador da escápula faz com que o músculo redondo maior também seja tensionado pela posição da
escápula, o que vai gerar um slide anterior da cabeça do hômero. Então vai ser muito comum a pessoa ou seu aluno, sua aluna com a inclinação anterior da cintura escapular está com o slide anterior da cabeça do úmero. e por isso com as lesões na articulação do ombro. Então o que que a gente vai fazer? Manipular essas musculaturas para que essas musculaturas relaxem, faça com que a articulação do ombro volte um pouco mais pra sua posição correta e pare de inflamar esses tecidos moles que estão sendo pressionados por causa desse desvio postural e por causa
da má centralização da articulação. E o que que a gente precisa entender? A gente precisa entender que o músculo ele funciona da seguinte forma. A gente tem um tecido conjuntivo na musculatura. Esse tecido conjuntivo na musculatura, ele é como a gelatina. Imagina você pega para fazer uma gelatina. A gelatina você vai precisar fazer pegar o pó da gelatina, esquentar a água, ferver a água, adicionar o pó nessa água morna e logo depois, depois de misturar, colocar essa água morna na geladeira. Por que isso? Porque na água morna a o colágeno ele vai ficar muito mais
maleável. Ou seja, quando a temperatura sobe, o colágeno fica mais flexível, mais maleável, ele consegue esticar mais. Quando a temperatura baixa, começa a subir o frio, o que é que acontece? o colágeno começa a se ligar mais, então ele fica mais rígido, mais gelatinoso. O que é que acontece quando o seu aluno vai fazer um exercício que ele sente a dor no ombro e ele fala a seguinte frase: "Não, depois que esquentar passa". Por que que isso acontece? Porque depois que o músculo elevou a sua temperatura, ele ficou mais flexível e principalmente esses músculos chaves
estão um pouco mais flexíveis, permitindo que ele faça um movimento normal. Então, por isso que as dores começam a reduzir depois que a temperatura baixa. Mas isso não significa que a lesão passou. Então, o que que a gente vai precisar fazer? A gente vai precisar fazer manipulações nessa musculatura. Para quê? Qual que é a ideia da manipulação manual? fazer com que essa musculatura, mais especificamente o OTG, que são os órgãos tendinosos de gold, seja sensibilizados e estimulados pela pressão que a gente faz no músculo. Essa pressão que seja no músculo mande um estímulo neural pra
medula espinhal, a medula espinhal mande um feedback para os fusos musculares para que os fusos musculares eles relajem, eles se desliguem. Por quê? O grande problema dessas musculaturas aqui, lembra? Eles são músculos chaves e tem uma tendência ao encurtamento e à hiperatividade. E o que é a hiperatividade? Facilidade de impulsos neurais chegando nos fusos musculares. E por conta disso, os fusos musculares ficam pré-ativados. Eles pré-ativados, o músculo fica pré-contraídos. E aí o que acontece? O que que a gente precisa fazer? Tirar essa pré-contração. Para tirar essa pré-contração, a gente precisa estimular o OTG. E a
gente consegue fazer isso através da manipulação manual. Além disso, esses músculos, por estarem já contraídos, prendendo a circulação sanguínea, impedindo que a oxigenação aconteça normalmente na musculatura, o que é que acontece? Também tem muito lixo metabólico. E esse lixo metabólico é o que faz o seu aluno sentir dores nessas musculaturas específicas. Então você vai perceber ao final dessa aula e quando for fazer no seu aluno a manipulação, que ao fazer a manipulação em algum desses grupos musculares, o seu aluno vai sentir um desconforto muito grande. Por quê? O sangue preso junto com esses metabólitos presos
nas na musculatura faz com que gere uma certa inflamação e essa certa inflamação gera uma sensibilidade aumentada na musculatura, a pressão. Então, assim que você tocar na musculatura do seu aluno para poder pressionar, estimular o OTG, o seu aluno vai sentir um desconforto muito grande. Mas esse desconforto é necessário e é só enquanto você tá fazendo a manipulação. Logo depois, a musculatura vai est mais relaxada, a posição do ombro do seu aluno vai estar mais adequada e com isso ele vai parar de sentir dores. Presta bem no atenção no detalhe, por que acontece as dores.
Tensão excessiva nessas musculaturas vai fazer com que o ombro seja desalinhado. O ombro desalinhado, ele vai começar a trabalhar desalinhado, seja em qualquer atividade da vida diária do seu aluno. Então, toda vez que ele for tirar a camisa, pegar alguma coisa no alto, esticar o braço para pegar alguma coisa ou entregar alguma coisa, ele vai sentir desconforto no ombro. Por quê? A articulação do ombro vai estar desalinhada. Toda vez que ela estiver desalinhada, toda vez que acontecer o movimento, ela vai pinçar alguns tecidos moles. Isso vai depender muito da lesão que tem na articulação do
ombro do seu aluno. Depois que você fizer a manipulação, o que que acontece? Esses músculos vão relaxar, a articulação do seu do ombro do seu aluno vai voltar pra posição correta e quando ele fizer o movimento, ele não vai sentir mais dor. Por quê? Porque ele tirou mais aquela pressão da articulação, o que estava causando o descentramento articular. E agora ele consegue movimentar o ombro com mais facilidade. Além disso, principalmente esse músculo aqui, que é o redondo maior, o que que acontece? Ele impede o funcionamento, como a gente viu nas aulas anteriores, do ritmo escápulo
umeral da forma correta. Se ele impede o funcionamento do ritmo escapulumeral da forma correta, significa que toda vez que houver movimento na articulação do ombro, vai haver algum problema na articulação do ombro por forçar esses tecidos moles devido a essa a essa falta de rolamento, deslizamento e rotação que acontece na articulação do ombro. Então, a gente vai aprender a alongar essas musculaturas de uma forma assistida, ou seja, aonde você vai alongar a musculatura do seu aluno e de uma forma ele mesmo consiga alongar essa musculatura. Por quê? Primeiro, da forma assistida você consegue fazer isso
nos seus alunos presenciais de personal trader ou nos alunos de consultoria que você vai dar aulas avussas. De forma que ele consiga fazer os alongamentos sozinho, você consegue mandar esses alongamentos paraos seus alunos, alunos esse de consultoria online. Então, não necessariamente você só consegue corrigir os problemas dos seus alunos se eles estiverem presentes de você. Você consegue corrigir também o problema dos seus alunos através das consultorias onlines. Por qual que é a intenção do curso? Não é que você simplesmente saiba a teoria, é que você realmente resolva o problema dos seus alunos. E não só
dos alunos que conseguem ir até você, mas também dos alunos que não podem ir até você por causa da distância e você consiga também tratar essas lesões e domine o mercado não só da sua região, mas também do Brasil. Porque a gente sabe hoje que as pessoas ou os profissionais que sabem tratar as lesões, eles são muito raros. Então, por mais que as pessoas que treinem na sua academia tenha muitas lesões e por mais que você não consiga dar conta nem dessas pessoas da sua academia de forma direta, você vai conseguir tratar elas de forma
online. Isso vai fazer com que você ganhe muito mais dinheiro, ganhe muito mais prestígio e sejam autoridades no tratamento de lesões. Não só isso. A ideia não é você ser especialista no tratamento de lesões, é você pegar o seu aluno que não conseguia mais evoluir nos treinos ou tinha tem lesões que atrapalham na atividade de vida diária, trate as lesões dele e ainda por cima faça com que ele melhore a sua estética corporal, melhore a tua postura. É isso que eu quero que vocês façam nos seus alunos. E é por isso que a gente vai
aprender agora a alongar cada um desses grupos musculares. Começando então pelo músculo redondo maior. Seguinte, o vamos recapitular o que é que o redondo maior faz, tá? Ele tem a ação de fazer a extensão do ombro e a rotação interna do ombro. Então ele faz esses dois movimentos. Quando o músculo redondo maior, ele tensiona, o que é que vai acontecer? ele não vai fazer um ou outro movimento, ele vai fazer os dois movimentos. Então, quando eu tenho a tensão do músculo redondo maior, que a gente consegue perceber quando ele tá tensionado pela foto de costas
do nosso aluno, ele vai fazer o slide anterior da cabeça do úmero e vai fazer a rotação interna maioria dos casos. E aí o que acontece? O slide anterior da cabeça do úmero faz com que o músculo redondo menor, que tá logo aqui em cima do músculo redondo maior, e o músculo infraespinhal que tá logo aqui abaixo da espinha da escápula, ele seja enfraquecido ou inibido. Isso vai gerar uma tendinite nessas duas musculaturas. E o que que a gente vai precisar fazer então? O movimento contrário ao que o redondo maior faz. Se o redondo maior
faz a extensão do ombro e faz a rotação interna do ombro, para alongar esse músculo redondo maior, a gente vai precisar fazer o movimento contrário. O movimento contrário é flexão do ombro e rotação externa do ombro. Então você vai pedir pro seu aluno primeiro fica de lado, André, flexionar o ombro acima de 60º. O ideal é que seja 90º. E a partir desse ponto de flexão de 90º, você force a rotação externa do úmero do seu aluno. Fica de frente a câmera, por favor. Qual que é a tendência aqui? Dá um passinho ali pra frente.
Aí a tendência aqui do seu aluno, qual que é? Primeiro, faça bem a rotação externa, André. Faça a tendência o seu aluno inclinando o corpo para poder compensar. Não deixa o seu aluno inclinar o corpo. Mantém ele com peito estufado sempre. Não precisa retrair as escápulas, basta apenas manter o peito estufado. E perceba, a tendência é ele fazer uma abdução horizontal do ombro para poder facilitar, porque se eu faço a abdução do ombro, eu diminuo o alongamento, o estiramento do músculo redondo maior. Então eu preciso apontar o ombro pra frente, mantendo o cotovelo apontado pra
frente e fazendo a máxima rotação externa. Aqui a gente consegue ver que o músculo redondo maior do André tá meio tensionado e em uma pessoa flexível, o antebraço do André, ele vai começar a ficar quase que paralelo ao solo, sem haver nenhuma compensação. E uma pergunta que acontece muito, fica de costas, André, para mim, por favor, é: precisa fazer a retração escapular? Não precisa. Por que que não precisa fazer a retração escapular? simplesmente porque eu tenho uma flexão acima de 60º. Se eu tenho uma flexão acima de 60º, significa que eu preciso fazer uma rotação
superior da cintura escapular e uma abdução da cintura escapular. Isso é o ritmo escapa lumeral. Se eu tentar fazer a retração, ele vai sentir um desconforto aqui na articulação do ombro na parte anterior. Por quê? Porque eu vou est impedindo que aconteça esse ritmo escapo numeral. que se eu tô impedindo que aconteça o ritmo escapulumeral, alguma parte ali vai precisar compensar. E a parte que tenta compensar é justamente a articulação do ombro. Para que isso não aconteça, mantenha apenas o peito estufado, rodando ao máximo, externamente o úmero e a articulação do ombro. Detalhe, olha como
ele pega. Volta um pouco, André. O palma da mão é pra cima. Ele vai pegar bem na extremidade da barra. A barra vai passar aqui do lado do cotovelo, ele vem paralelo com o antebraço e ele faz a rotação externa fazendo a força com o outro braço. Então ele usa uma alavanca para facilitar esse alongamento. Se ele pega mais aqui, fica mais difícil. ele precisa fazer mais força nesse braço contrário que não tá sendo alongado. Se ele pega mais na extremidade, ele precisa fazer menos força. Então, usando essa estratégia de alavanca, ele consegue com mais
facilidade alongar o músculo redondo maior. E olha só, perceba aqui o estiramento do músculo redondo maior. Claro que aqui você não vai conseguir ver essa parte aonde é a inserção do músculo redondo maior, mas aqui você consegue ter uma ideia do alongamento. Vai relaxando de leve. Perceba aqui, ó, nos meus dedos, que ele vai encurtando. Alonga de novo, André. Perceba que meu dedo vai alongando, ele vai aumentando a distância. Relaxa. Vai relaxando. A distância vai diminuindo. Agora faz a Volta lá, André, faz a extensão do ombro. Solta a barra e faz a extensão, tá? Vai
descendo o ombro. E aqui eu encurtei de vez o músculo redondo maior. Então, perceba que nesse movimento aqui de flexão do ombro mais rotação externa, eu tô alongando o músculo redondo maior. E esse é um dos melhores exercícios paraos seus alunos fazerem sozinhos. Não precisa ser só de treinamento personalizado. Se você tem pouco tempo para treinar com seu aluno, qual que é o ideal? Você passa esse alongamento pro seu aluno para ele fazer antes do treino, antes de você começar com ele. Aí ele já vai estar preparado para poder fazer o treino. Segundo exercício para
um músculo, pode colocar a barra aí, tá? para o músculo redondo maior, dessa vez assistida é você vai pedir pro seu aluno sentar, sentar de frente com o espelho. André, perceba o seguinte, o músculo redondo maior, ele quando tá muito tensionado, à medida que você vai fazendo a abdução do ombro, ele vai puxando a rotação superior da cintura escapular. Que é que acontece depois de um certo ponto? Ele vai puxar em excesso a rotação superior da cintura escapular. E aí que eu vou eu vou pedir pro meu aluno fazer? Cruzar os dedos. Cruzando os dedos,
ele vai colocar a mão atrás da nuca. Isso. Pode descer mais. O que é que acontece aqui, ó? Eu tenho uma abdução do ombro acima de 90º. acima de 90º, mais ou menos ali uns 145º, ou seja, 145, 150º. A rotação superior da da minha cintura escapular já vai estar muito grande, principalmente pelo encurtamento do músculo redondo maior. Então o que que eu vou fazer aqui? Se eu sei que ele puxa a borda inferior da cintura escapular em direção ao úo, eu tenho que procurar a borda lateral da cintura escapular. E se eu apalpar aqui
no meu aluno, eu vou conseguir sentir. E aí, que que você vai fazer com essa região aqui da mão, depois que achar a borda medial da cintura escapular do seu aluno, você vai pressionar empurrando a borda inferior da cintura escapular do seu aluno em direção à coluna. Como ele tá segurando os dedos lá no pescoço, na nuca, ele não vai conseguir fazer a adução do úmero. Isso vai fazer com que o redondo maior seja estirado. Então, qual que é a ideia aqui? A ideia é forçar uma rotação inferior da cintura escapular, enquanto o braço tá
travado lá em abdução. Isso faz que aconteça um estiramento. Detalhe, eu preciso que o meu aluno esteja com o cotovelo rodado bem para fora. Por quê? Porque aqui, além da abdução, ele também tá fazendo uma rotação externa. Como assim uma rotação externa? Relaxa aqui, André. Relaxa. Pode relaxar. Se eu simplesmente fizer uma adução do ombro do André, olha só o que que acontece. Como o ombro dele vem parar, trago para cá, está em rotação externa. Se tivesse em rotação normal, ele desceria aqui, ó, nessa posição. Então, ele vai ter que fazer uma rotação externa. Essa
rotação externa já vai gerar um estiramento no músculo redondo maior e eu ainda faço uma abdução que vai gerar ainda mais um estiramento no músculo redondo maior. E aí procurei a borda lateral da escápula, a borda inferior. Empurro a borda lateral, borda inferior em direção ao meio das costas, como se fosse tentar colocar as escápulas numa posição normal. Qual que é o grande detalhe aqui? Por mais que eu tente, por mais que eu faça força, e você vai fazer força, porque esse músculo é muito forte, você não vai conseguir puxar a borda inferior da cintura
escapular para ela ficar na posição normal, porque toda a estrutura aqui não vai permitir isso, mas vai permitir que você alongue essa musculatura do seu aluno com a máxima eficiência. Então, se você conseguir alongar essa musculatura do seu aluno antes do treino de dossais, antes do treino de peitorais, antes do treino de daltoides, com toda certeza você vai perceber que o movimento nesses exercícios pro seu aluno vai ser muito mais limpo e ele também não vai reclamar de dores na articulação do ombro. Só que esse não é o único causador da dor no ombro. Lembra
disso? A gente ainda tem o levantador da escápula e a gente ainda tem o peitoral menor. E já aproveitando a posição aqui sentado dele, a gente começa já com o levantador da escápula. O músculo levantador da escápula, ele tem uma força para cima, tanto é que o nome é levantador da cintura escapular. E ele tem uma força também pra frente. Por quê? Porque ele vai pegar na parte lateral da coluna cervical. Então o que acontece? O vetor de força dele é assim. Perceba que se a gente for comparar aqui com a escápula, ele vai puxar
a parte de cima da escápula, puxando para cima e pra frente. Então, significa que ele vai fazer isso daqui, causando aqui então a inclinação anterior da cintura escapular ou o tilt escapular. Claro, isso vai favorecer também pro músculo peitoral menor entrar em encurtamento. E o peitoral menor, que já tem uma tendência ao encurtamento, vai auxiliar o músculo levantador da escápula a inclinar a escápula anteriormente. Então o que é que eu preciso fazer? Primeiro eu preciso saber qual que é ação do músculo levantador da escápula. O músculo levantador da escápula, se a gente partir aqui da
cervical, o que é que acontece? Ele tem a função de estender a cervical, tá? Olhando para cima. Se você olhar para cima, o que que vai acontecer? Você vai encurtar. Olha para cima, André. Mais isso. Perceba aqui o meu dedo, a distância entre os meus dedos. Olha para baixo. Perceba aqui que ele faz a extensão, ou seja, a hiperlordose da coluna cervical. Pode levantar a cabeça, tá? Olha pro seu lado esquerdo, André. Isso. Perceba que se ele olhar pro lado esquerdo, o levantador da escápula do lado direito, principalmente essa parte aqui mais distal, ela vai
se alongar. Só que paralelo a isso, o levantador da escápula também encolhe os ombros. Encolhe, pode encolher levando nas orelhas, tá? Isso. Perceba aqui o levantador da escápula deprime os ombros. Cintura escapular. Isso. Percebe que alongou? Encolhe. Percebe que encurtou? Então, o músculo levantador da escápula é o que faz esse movimento de encolhimento. Por isso que o encolhimento, uma observação, não é o ideal fazer puxando de baixo para cima. Então, o que acontece? Eu sei que ele faz a hiperextensão da coluna cervical, ele faz a rotação pro mesmo lado da coluna cervical e ele faz
a elevação da cintura escapular e também faz a inclinação anterior da cintura escapular. Então, o que que eu vou precisar fazer para poder alongar o músculo levantador da escápula? Ah, além disso, detalhe que nem um outro curso você vai aprender isso, tá? O levantador da escápula, muito tensionado também, ele vai fazer a rotação inferior, como a gente viu na aula passada. Por quê? Porque ele pega exatamente nessa borda aqui superior da cintura escapular. E se a cintura escapular tiver sendo sustentada por ele, olha só o que que acontece aqui. A posição normal, sem a força
do trapézio vai acontecer isso daqui. Trapézio ele vai pegar mais ou menos aqui, que vai ajudar o levantador da escápula a manter cintura escapular alinhado. Como a tendência é o trapézio superior está alongado devido às demandas de áreas que a gente tem de carregar peso e a postura de hipercifose, o que é que vai acontecer? trapézio superior em posição alongada. Quem segura, sustenta o peso do braço é o levantador da escápula, fazendo então uma rotação inferior da cintura escapular. Então, o que que eu vou precisar fazer para poder alongar o músculo levantador da escápula? Primeiro
alinho a postura do meu aluno, peço para ele colocar a mão que eu quero alongar do levantador, o outro, a outra aqui, ó, forçando ao máximo. Pode colocar por trás, tá? na coluna. Por quê? Se o levantador da escápula, levanta aqui o braço, faz a rotação inferior da cintura escapular, quando eu faço a máxima abdução da articulação do ombro, significa que eu tô fazendo uma rotação superior da cintura escapular. Se eu faço a rotação superior da cintura escapular, que é que acontece com o levantador da escápula? Baixa o braço, André. Se eu baixo o braço,
ele encolhe, ou seja, ele encurta. levanta o braço completamente. Então aqui, ó, eu já tô alongando o levantador da escápula, porque a escápula fez uma rotação superior e uma pequena abdução. Então, o que que eu vou precisar fazer ainda mais para estirar ainda mais o levantador da escápula, rodar a cabeça pro lado oposto. Ou seja, se eu quero alongar o levantador da escápula do lado direito, eu preciso pedir pro meu aluno olhar pro lado esquerdo. Terceiro detalhe, qual que é o movimento? que o levantador da escápula também faz além da rotação inferior, além da hiperextensão
da coluna torácica e, aliás, além da rotação lateral da coluna torácica, aliás, se for coluna cervical. >> Então, qual que é o terceiro? Então, qual que é o terceiro movimento que o levantador da escápula faz? Além da rotação inferior da cintura escapular, além da rotação da coluna cervical, o terceiro movimento é a hiperextensão da coluna cervical. Então, eu preciso fazer a flexão da coluna cervical. Eu vou juntar os três movimentos contrários que o músculo levantador da escápula vai fazer. E aí eu vou puxar. Além disso, a gente já tem um detalhe. Lembra que a cintura
escapular, ela vai fazer uma inclinação anterior devido à tensão do levantador da escápula. Quando eu puxar o cotovelo do meu aluno para trás, eu vou estar forçando uma inclinação posterior da cintura escapular, alongando ainda mais o levantador da escápula. Então, o que que eu vou fazer? Encostar meu corpo na coluna do meu aluno, puxar o cotovelo dele para trás ao máximo, fazendo ele hiperestender a coluna torácica e vou empurrar a cabeça dele para baixo e pro lado, enquanto ele tá com a cabeça na horizontal. E ele vai sentir alongar exatamente o levanto. Fica de frente
pra câmera, por favor, André. Numa visão de frente, o que que a gente vai fazer? Sobe o braço, bota aqui nas costas. Movimento que o levantador da escápula vai fazer, movimento contrário que o levantador da escápula vai fazer. Vou olhar pro lado oposto do levantador da escápula que eu quero alongar e vou fazer a flexão da coluna cervical junto com a rotação da coluna cervical. puxar o cotovelo do meu aluno para trás enquanto empurro a cabeça dele, empurrando o queixo dele contra o peitoral anterior. E aí ele vai sentir alongar exatamente o levantador da escápula.
Por que eu preciso fazer isso? Porque o trapézio superior ele é um músculo que já é sobrecarregado constantemente. Por que ele é sobrecarregado constantemente? Principalmente pra gente que é profissional, carrega peso para todo lado. Que é que acontece? uma força excêntrica no trapézio superior. Carrega a feira para um lado, pro outro, força excêntrica no trapézio superior. Carrega qualquer tipo de sobrecarga de um lado pro outro, força excêntrica no trapézio superior. Essa força excêntrica leva ao estiramento, ou seja, o alongamento do músculo trapézio superior. E por mais que você ache que o seu aluno tá com
dor no músculo trapézio pelo fato dele ser um dos músculos chaves que tende ao encurtamento, só que eles eles sofrem estímulos de alongamento constantemente. Então não tem como ele entrar em encurtamento, ele pode sim entrar em hiperatividade, tá? Mas o levantador da escápula, ele vai encurtar e hiperativar. Então o músculo que a gente vai precisar tratar é o levantador da escápula e não o trapézio superior. E qual que é o grande maior erro? Alongar o trapézio superior do aluno que sente dor na cervical ou nessa região do trapézio superior, achando que o problema é no
trapézio superior. E na verdade não é. Quando você alonga o trapézio superior do seu aluno, apesar de você conseguir um pequeno alongamento do levantador da escápula, você só vai agravar o problema do seu aluno com o passado dias, porque você vai alongar ainda mais o trapézio superior, colocando mais carga no levantador da escápula. Então, por isso você precisa fazer todo esse mecanismo, toda essa posição para conseguir alongar de forma efetiva o levantador da escápula, sem alongar o trapézio superior. É assim que você vai tratar as dores no ombro do seu aluno pelo fato desse músculo
desalinhar a cintura escapular e também as dores na cervical do seu aluno. Mas as dores na cervical do seu aluno e as dores de cabeça a gente vai ver na parte da coluna. Segundo exercício pra gente alongar o levantador da escápula, pode ficar em pé André. Se ele não estufar o peito, relaxa, André. Olha o que é que acontece com o trapézio superior. Ele alonga. Olha o que acontece com o levantador da escápula. Olha a distância aqui. Estufa o peito, puxa as escápulas para trás. Percebe que aqui alonguei? Se ele relaxa, faz uma hipercifose. Isso.
Encurtou. Agora olha o trapézio, tá? Trapézio superior dessa porção aqui. Puxa as escápulas para trás, estufando o peito. Encolheu, ou seja, trapézio superior tá tensionado enquanto o levantador da escápula tá alongando. Se ele faz uma hipercifose e deixa o ombro cair, o trapézio superior ele alonga enquanto o levantador da escápula encorta. Então o detalhe aqui é pede pro seu aluno estufar o peito, puxar as escápulas, manter as escápulas em posição neutra, não precisa retrair, só em posição neutra. peito estufado, porque peito estufado vai manter o alinhamento ideal ou mais próximo do ideal da coluna torácica
para poder dissipar as forças, fazer a depressão da cintura escapular sem perder a ativação dos músculos dsais para poder manter o alinhamento da coluna torácica e para poder também manter o alinhamento da cintura escapular. Olhar pro lado oposto que ele quer alongar. Esse fato de olhar pro lado oposto que ele quer alongar, já gera também um estiramento maior no levantador da escápula, que já está estirado pelo fato de sustentar o peso aqui. E com a outra mão, ele ele vai apoiar e puxar a cabeça na direção do peitoral oposto para aumentar o estiramento do músculo
levantador da escápula. Então assim você consegue alongar o músculo levantador da escápula do seu aluno de uma forma fácil e eficiente à distância, sem necessariamente precisar você tá alongando o seu aluno. Então você consegue mandar ele alongar assim, dessa forma, antes de iniciar o treino. Não precisa ser com você. Você pode passar esse exercício para ele, para ele alongar antes dele treinar levant o peitoral, antes dele treinar grande dorsal, antes dele treinar, pode relaxar, tá? Antes dele treinar, deltoides. E você vai perceber que o movimento vai ficar muito mais limpo. E quando a gente for
fazer os exercícios na próxima aula, você vai perceber qual que é a grande diferença de ter um músculo mais relaxado, esses músculos chaves, no caso, mais relaxado e sem força, tá? Por isso que o alongamento tira a força da musculatura. Por quê? Que ele mexe com os OTGs também e diminui a ativação dos fusos musculares. Então, por isso ele não vai conseguir ativar com tanta eficiência essas musculaturas durante o exercício e o movimento vai ser mais limpo, sem movimentos compensatórios. Alongamos o músculo redondo maior e o levantador da escápula. Falta agora o músculo do peitoral
menor. Músculo do peitoral menor. Pra gente alongar o seu aluno sozinho, que que você vai pedir fazer? O que é que o músculo peitoral menor faz de movimento? Ele faz a depressão da cintura escapular e ele faz a inclinação anterior da cintura escapular. Ou seja, relaxa, André. Ele faz essa inclinação aqui anterior da cintura escapular e também a depressão da cintura escapular. Então fica de frente um pouquinho só. Aqui deprimiu como a gente vê aqui as clavículas dele em depressão horizontalizadas. Então a gente tem aqui o encurtamento. Puxa os ombros para trás. Perceba como alongamos
o levantador da escápula. Aqui a posição correta da cintura escapular dele. O músculo peitoral menor mais alongado, peito estufado. Pra gente alongar o músculo peitoral menor, o que que a gente vai precisa fazer? Movimento contrário do peitoral menor. O movimento contrário do peitoral menor é inclinação posterior da cintura escapular e uma pequena elevação do gradio costal e da cintura escapular. Então o que que eu peço para ele fazer? segurar nas extremidades de um bastão e a distância vai depender muito da mobilidade do ombro do seu aluno. Fica de frente pra câmera, por favor. Baixa o
braço um pouco, André. Vai baixando o braço. Isso. Olha só. Peitoral. Eu quero que você observe a distância aqui da origem do peitoral até a inserção do peitoral. E perceba que vai dar uma grande diferença. Vai subindo o braço. Perceba que aqui já vai alongando. Já vai alongando. Quanto mais ele jogar para trás, joga lá atrás, lá atrás o braço, mais ele vai alongando o peitoral. Grande detalhe aqui é pedir pr ele soprar o máximo do ar. Por quê? Se eu sopro o máximo do ar, ele vai começar a contrair aqui os oblíquos internos, externos,
transversos do abdômen intercostais, que vai segurar a cintura escapular e vai evitar que ele faça uma hiperextensão da coluna. Se eu não faço a hiperxtensão da coluna, o que é que tem que acontecer? O ombro é que tem que rodar. E aí o que acontece? Eu aumento ainda mais o estiramento do peitoral. Se ele relaxa o abdômen, relaxa, ele vai começar a fazer uma hipertensão da coluna. Seu aluno vai achar que tá descendo para trás, mas na verdade ele tá alongando aqui o abdômen. Eu quero que ele alongue o peitoral. Então eu preciso prender aqui
as costelas, evitar que ele faça a hiperextensão da coluna, fazendo com que ele faça apenas a máxima flexão do ombro, somado com a máxima rotação externa do ombro. E aqui ele já vai conseguir alongar o músculo peitoral menor, desde que o abdômen esteja muito travado. Além disso, a força que ele faz para travar o abdômen aqui vai puxar as costelas para baixo. Enquanto ele tá fazendo força no abdômen, puxando as costelas para baixo, eu vou est fazendo força, jogando o ombro para trás, puxando o petoral menor para cima. Então, enquanto eu faço força no abdômen,
eu puxo a origem do peitoral menor para baixo. Enquanto eu jogo o braço para trás, eu puxo a inserção do peitoral menor lá para trás, alongando ainda mais o peitoral menor. Pode relaxar, André. E de forma assistida, vou trazer um alongamento inédito para você, tá? Mas que é o mais eficiente que você vai poder ver. Você vai precisar do step, de preferência de plástico, de um rolinho de liberação miofacial ou autoliberação miofacial. Você vai colocar aqui, ó, exatamente aqui, como se fosse montar um boneco. Imagina que aqui é a cabeça do boneco. Vai colocar o
colxonete para ficar mais confortável pro seu aluno. Só que nesse caso aí você não vai fazer pro coxonete não, viu? Pra galera ver. Você vai deitar, botar a cabeça ali, apoiar a cabeça ali. Isso. Sobe mais, André. Pode subir. Pode subir. Sobe isso. Qual que é a ideia aqui? Tá. Coluna do seu aluno estabilizada num rolinho de liberação. Cintura escapular vai ficar livre. O peitoral menor, além de fazer a inclinação anterior da cintura escapular, fazer depressão da cintura escapular, ele também faz a abdução da cintura escapular. Então o que acontece? O que é que eu
vou fazer aqui? Eu vou fazer puxar o máximo a adução da cintura escapular. Então eu vou pedir pro meu aluno cruzar os dedos, colocar lá na barriga. Cruza lá, André, com essa região aqui da mão, não é com essa mais dura, tá? Com a palma aqui, essa partezinha aqui, você vai dobrar levemente a mão fazendo isso aqui como se fosse uma concha. E fazendo a concha, você vai usar o seu peso, apoiando a sua mão em formato de concha no ombro do seu aluno, na articulação do ombro do seu aluno. Entenda, não é com a
mão estendida, senão você vai machucar e comprimir os tecidos moles que passam aqui na frente do ombro do seu aluno. É em formato concha, porque assim não machuca o ombro do seu aluno. E você vai colocar o peso na articulação do ombro do seu aluno. Sentindo alongar, André? Cheg fiz uma carinha de dor. E aqui o que que acontece? Eu quero que você observe aqui o músculo peitoral menor. Se eu empurro, perceba que ele vai alongando, ó. Por quê? Porque aqui eu tô forçando tanto a adução da cintura escapular quanto a inclinação posterior da cintura
escapular. Então eu faço o mesmo esquema que com bastão. Qual que é o detalhe aqui? Peço pro aluno soprar o máximo do ar, fechar as costelas para que eu puxe a parte proximal do peitoral menor para baixo, enquanto eu tô fazendo força aqui, colocando meu peso do corpo para poder puxar a inserção do peitoral para trás e para cima, fazendo a adução da cintura escapular e a inclinação posterior da cintura escapular. Esse é o alongamento mais eficiente para o peitoral menor. Esqueça. Por quê? Pode levantar. Se você for pedir pro seu aluno colocar a mão
para trás, puxar as escápulas para trás, fazer a depressão, dificilmente ele vai sentir alongar o músculo peitoral menor, porque primeiro a força vai depender muito dele, ou seja, ele já tem pode ter um limear de de dor muita muito aguçado e se ele fizer muita força, ele não vai obviamente fazer a máxima força, porque se limear vai inibir. Segundo, seu aluno, ele nunca vai colocar a força máxima pr poder fazer o alongamento dessa musculatura. Então, logo, o ideal é que você faça esse alongamento, porque você usa o peso do seu corpo e o músculo peitoral
menor, ele é muito forte. Então, por mais que você coloque o peso do seu corpo, seu aluno vai sentir alongar a musculatura, mas ele não vai estourar o músculo do seu aluno. Depois que a gente fez os alongamentos, a gente pode fazer também a liberação miofacial ou a liberação manual. Qual que é o grande detalhe? Pode deitar, André. A gente vai começar fazendo a liberação do músculo redondo maior. Que que acontece? O músculo redondo maior, o que que a gente, aonde que a gente tem que alongar? Pode deitar, André. Presta atenção no detalhe, tá? O
que é que você vai fazer para alongar o músculo redondo maior do seu aluno? Relaxa o braço. Seu aluno, ele vai deitar nessa posição aqui. Você vai pedir para o seu aluno fazer o seguinte. botou o braço, o cotovelo do lado do ombro, fez a rotação externa. Por quê? Porque aqui é a melhor posição para você conseguir acessar o músculo redondo maior do seu aluno. Então, o que que você vai fazer usando esses três dedos aqui? Você vai começar, presta bem atenção aqui, a a apertar mesmo essa musculatura aqui. Aqui vai tá passando o grande
dorsal e o músculo redondo maior. Quanto mais próximo do osso, do úmero você pegar, você vai conseguir ver a diferença entre tensões do grande dsal e do redondo maior. Então aqui, o que que você vai fazer com o teu polegar? Pressionar um redondo maior e empurrar na direção das fibras, empurrando exatamente o sangue pra o tendão, para que esse sangue comece a circular. Além disso, essa pressão, lembra? vai fazer com que o músculo ele relaxe e se tiver muito tenso, o seu aluno vai gritar na mesma hora e você vai perceber a tensão da musculatura.
Qual que é o ideal? Você ir colocando pressão e dependendo do estágio de tensão do seu aluno, você não vai colocar muita pressão. Por quê? porque senão vai gerar muita dor e essa dor vai fazer com que ele não suporte muito tempo. E o fato de não suportar muito tempo, você vai acabar ativando ainda mais essa musculatura, gerando um estress no seu aluno. Você precisa entender que essas musculaturas, esses músculos chaves, eles respondem muito ao estresse. Então, por exemplo, se o seu aluno trabalhou demais, aumentou o nível de estresse mental, significa que esses músculos vão
estar mais ativados. Se o seu aluno teve alguma preocupação, aumentou o estresse mental, esses músculos vão estar mais tensionados. Se o seu aluno trabalhou demais e tá cansado, aumentou o estress fisiológico, esses músculos aqui vão estar mais tensionados. Então, qualquer tipo de estress que o seu aluno venha ter a mais, vai aumentar ainda mais a tensão desses músculos, ou seja, dos músculos chaves. Se o seu aluno já é muito tensionado, não faz essa liberação miofacial e você vai apertar com muita força, você vai tensionar ainda mais essa musculatura. E além disso, que é que acontece
se você pressionar demais e não mensurar a tua força? Quando você pressiona, você vai acabar quebrando as pontes de actinimiosina, que vai gerar o mesmo efeito inflamatório de uma musculação pesada nos outros dias. Então, seu aluno vai ficar com dores tardias. Essas dores tardias vai fazer com que a tensão da musculatura também aumente. Então, qual que é a ideia? você ir começando sem muita pressão e ir sentindo quanto de tensão tem na musculatura do seu aluno. E à medida que seu aluno for aliviando as dores, porque à medida que o tempo for passando, você for
massageando, essa tensão vai diminuindo, a percepção de dor dele também vai diminuir, ou seja, você vai pressionar mais e ele não vai sentir tanto aquela dor do início. E aí você vai soltando mais. Nesse ponto, a musculatura vai est mais flexível, é o ideal para você fazer os exercícios. Qual que é a lógica da liberação? A lógica da vibração é que a gente consegue estimular a flexibilidade da musculatura quase que de imediato. E não só isso, a gente consegue tirar essa tensão da musculatura quase que de imediato. Se a gente tirar essa tensão dessa musculatura,
a gente favorece para os músculos antagonistas trabalharem de forma mais eficiente. Então imagina o músculo redondo maior aqui tem uma tendência a fazer a rotação interna do ombro, a extensão do ombro. Se a gente faz essa liberação miofacial manual e logo depois vai fazer a rotação externa, que é treinar os músculos que estão fracos e muitas vezes já com a tendnite por causa dessa tensão do músculo redondo maior, a está auxiliando a recuperação dessa tendinite do infraespinhal e do redondo menor. Por quê? Porque a gente tá tirando tensão, a gente tá estimulando o músculo que
está fraco e além disso, o músculo que tá roubando toda ação e que tá fazendo com que aquela lesão esteja acontecendo, ele tá mais desligado. Então não vai estar fazendo esse papel de atrapalhar a ativação do músculo redondo, menor e infraespinhal. Fica aí, corre. Não, além do músculo redondo maior, que a gente consegue fazer essa liberação manual com o dedo, a gente consegue também fazer com rolinho de liberação. Qual que é a ideia? A ideia é você vai colocar o rolinho de liberação exatamente aqui nessa parte lateral e o seu aluno ele vai deitar de
lado de lateral sobre esse rolinho de liberação. O peso do corpo dele sobre colocar aí, André. O peso do corpo dele sobre o músculo redondo maior vai fazer com que gere essa pressão. Essa pressão estimule o OTG. O OTG joga o braço lá para cima, André. Isso. Por que que o ideal é jogar o braço lá para cima? Por quê? Lembra, toda vez que eu vou fazer uma abdução, o músculo redondo maior, como ele tá menos flexível, ele vai puxar a borda superior da cintura escapular para poder fazer uma rotação superior. Se o peso todinho
está sobre a borda lateral da cintura escapular, ele não vai conseguir fazer essa rotação superior. Só que eu estou em uma abdução do ombro. Isso vai estimular também o alongamento do músculo redondo maior. Então você tem duas opções aqui, manter parado dependendo da tensão, tá? Só fazendo a pressão. E você pode fazer também o deslizamento. Além disso, além do deslizamento, você consegue fazer também é forçar ainda mais. Segura aí, André. Coloca um pouquinho mais na borda inferior da cintura escapular e você consegue flexionar o cotovelo. Agora força para subir e fazer a máxima abdução da
cintura escapular, rodando o cotovelo para trás. Não tira o apoio da cabeça, hein? É só para você fazer a máxima abdução, para você se sentir alongar bem essa região. Quanto mais ele tentar separar o cotovelo do chão, mais ele vai alongar aqui um músculo redondo maior, o que é ideal, porque a gente vai ganhando flexibilidade, já que um músculo redondo maior não consegue puxar a borda inferior da cintura escapular para poder fazer uma rotação superior. Então, toda vez que ele forçar aqui pr aumentar a abdução nessa rotação externa, ele vai est alongando o músculo redondo
maior. Pode relaxar. Depois que a gente fez a soltura, pode deitar, tá? Barriga para cima. Depois que a gente fez a soltura do músculo redondo maior, a gente vem para o músculo peitoral menor. O peitoral menor, ele fica embaixo do peitoral maior. Então o que que eu vou conseguir fazer? Coloco ele na mesma aquela posição, ombro a 90º em rotação externa. Eu vou acessar com polegar pela axila do meu aluno por baixo do peitoral maior. E aí eu vou ficar por baixo do peitoral maior e do peitoral menor. E aí eu vou procurar o peitoral
menor. E aí eu vou pressionar peitoral menor. Além de pressionar, pressionei e deslizo o peitoral menor. Então eu vou fazendo essa massagem aqui com o dedo polegar. Por quê? Porque essa massagem aqui é a pressão. Além de ser a pressão que vai ativar o OTG e desligar os fusos musculares, é também a massagem que vai fazer o sangue circular, porque eu vou empurrando o sangue para que chegue novo sangue com oxigênio. Então, além de eu diminuir a ativação da musculatura do peitoral menor, eu também aumento o fluxo sanguíneo, aumentando então a oxigenação dessa musculatura. Isso
vai fazer com que eu também diminua a inclinação anterior da cintura escapular do meu aluno. Detalhe, o músculo peitoral menor, ele vai passar por cima do plexo braquial, aliás, não só do plexo braquial, né, todo plexo nervoso que desce para o braço. Então, se o seu aluno sente dormência no braço, se o seu aluno sente algum desconforto no braço, boa parte desse desconforto no braço, ele vai estar ou aqui no músculo redondo maior ou no peitoral menor. Normalmente no peitoral, aliás, normalmente no músculo redondo maior, por exemplo, a síndrome do túnel UN, onde o seu
aluno vai ficar com dormência nesses dedos aqui ou então até mesmo no braço por completo. Se você liberar aqui um músculo redondo maior, o seu aluno vai diminuir essa durmência no braço e até zerar essa dormência no braço. Então esses músculos aqui, esses dois aqui são os principais com problemas no braço, seja no cotovelo, seja no punho. Grande problema normalmente tá aqui. E a gente vai ver quando a gente for estudar o módulo de cotovelo e punho. Então a gente liberou peitoral menor, redondo maior. Falta liberar o músculo levantador da escapa. Pode levantar, André. Que
que a gente vai precisar fazer? Pede pro nosso aluno sentar. Coluna alinhada, a gente vai procurar o músculo levantador da escápula. Levantador da escápula, lembra? Ele vai começar da borda superior da cintura escapular. Então, a gente vai procurar a borda superior da cintura escapular. E para achar a borda superior da cintura escapular é muito fácil. Basta ir aqui pela borda lateral. Borda lateral, borda superior. Exatamente. Na borda superior você vai encontrar o tendão do levantador da escápula. Esse tendão aqui. E muitas vezes seu aluno vai sentir dor nessa região aqui, ó, na borda medial da
escápula, é por causa do levantador da escápula. Então relaxa. Então o que acontece? Se você começar a pressionar aqui o tendão, que éonde mais OTG, você vai começar já a mandar um estímulo neural para que o OTG desligue os fusos musculares. E aqui você consegue ir empurrando o músculo na direção das fibras, que são de cima para baixo ou de baixo para cima. E aí você vai empurrando para poder soltar esse sangue preso e começar a colocar sangue novo oxigenado e limpo, sem metabólitos. Como é que você vai fazer para achar o levantador da escápula?
Se você fizer aqui, ó, sair deslizando trapézio, fechos horizontais, você vai encontrar um quebra-mola. Esse quebra-mola é o levantador da escápula. E aí o levantador da escápula, ele vem aqui e vem para cá. Como eu falei, levantador da escápula vai pressionar aqui as vértebras cervicais, diminuindo o espaço por onde passa o sangue para o cérebro. Então, muitas vezes que o seu aluno tiver ou a sua aluna tiver dor de cabeça, principalmente só de um lado, é exatamente por causa do músculo levantador da escápula, que vai tá pressionando as vértebras da cervical, diminuindo o espaço por
onde passa a artéria, onde leva sangue oxigenado e nutrientes para o cérebro. Então, o músculo levantador da escápula vai deixar o seu aluno com dor de cabeça e o seu aluno muito cansado. Então, esse sono em acesso do seu aluno pode ser exatamente por causa da tensão no músculo levantador da escápula. E você consegue correlacionar esse sono em excesso ou essa cefaleia com a inclinação anterior da cintura escapular do seu aluno, que a gente consegue entender por que acontece tanto a inclinação anterior, a inclinação anterior da cintura escapular, quanto a cefaleia, porque ambos são causados
pelo músculo levantador da escápula. Então, a gente consegue correlacionar uma informação com a outra e apenas fazendo a liberação manual, empurrando aqui o levantador da escápula. pressionando ele e massando, a gente consegue liberar essa tensão também. A gente consegue melhorar a dor no ombro. Você vai perceber também que nas próximas aulas de cotovelo e punho, problemas de dor no cotovelo, principalmente no tríceps testa, por exemplo, é por causa do músculo levantador da escápula. Então, assista essa aula de ombro, porque a gente vai começar agora nas próximas aulas os exercícios para que a gente consiga melhorar
essas lesões no ombro do seu aluno, a forma correta de executar esses exercícios para deltoides, dsais e peitorais, aumentando ainda mais a eficácia dos exercícios e dos estímulos e, claro, tratando as lesões no ombro do seu aluno. E no módulo de cotovelo, você vai entender esses segredos no cotovelo do seu aluno, que é causado pela pelo músculo levantador da escápula. Então, a gente se encontra nas próximas aulas. Yeah.