Compartilhar 10 continuou vindo para o pessoal do ano aqui e agora vem falar um pouquinho sobre a questão da coleta seletiva dentro da universidade e, em seguida, passa por um momento basicamente atual, de 2010 a 2019, dentro da Uniso. Com a palavra, o nosso querido nacional, é como estava falando: Aliso se interessou pela questão da coleta seletiva, que é fundamental para o Brasil inteiro hoje. Como foi esse interesse?
Nosso foi procurar alguns catadores da cidade, aqueles de carrocinha, e convidá-los para algumas reuniões. Fizemos várias reuniões lá no câmpus Trujillo. Eu me lembro que um professor que me ajudou muito nisso foi o professor Osvaldo Bazzo, e fizemos reuniões preparatórias com pessoas que, na realidade, não tinham prática nenhuma de reunião, algumas sem documentos, e reuniões que enfrentavam dificuldades enormes da parte deles.
O grande problema era que, com suas carroças, ajuntavam sucata e entregavam aquilo em ferro-velhos, onde o ferro-velho pagava o que queria. Aquilo era a subsistência dessas pessoas. Agora, reuniões para mostrar outro caminho eram uma insegurança absoluta para Edilson.
Quem éramos nós para fazer esse convite a eles, e quem garantiria a verdade de tudo aquilo que conversássemos? Então, tivemos muita dificuldade; foi coisa de mais de um ano e algumas reuniões nesse sentido, para mostrar esse outro caminho. Finalmente, foi criada a Catarse, que é a coleta seletiva de recursos recicláveis em Sorocaba.
"Catares" é a sigla que existe até hoje, por sinal, que é a coleta seletiva da cooperativa que a PM Igor Santa Rosália, onde eu moro, apoia. É com muito prazer que, toda quarta-feira, colocamos o saco amarelão da coleta seletiva, e a Catares passa com o caminhão recolhendo aquilo. Hoje, isso não é propriedade da União de jeito nenhum; a Uniso é simplesmente madrinha da casa da Catarse, ajudou a criá-la, e sempre que há algum problema de funcionamento, relacionamento e ligação com a prefeitura, a Catares tem alguém lá que representa e ajuda a resolver as questões.
Passando agora ao meu retorno, de 15 anos, dos quais destaco alguns pontos, eu gostaria de lembrar que a Universidade Comunitária de Sorocaba (Uniso) é também altamente democrática. Ou seja, ela tem dirigentes, mas vinha tendo um reitor sempre nomeado. E isso, de mim se tiver, eu vou usar.
Meu orgulho se satisfaz ao saber que sempre lutei por toda a verdadeira democracia. Eu sentia isso: nomeado, nomeado, nomeado; fui nomeado quatro vezes reitor, mas, de certo modo, eu entendia a situação. Era uma universidade recém-nascida, precisava, talvez, de um tempo de consolidação; acho que era isso que o Conselho Superior da Fundação Dom Aguirre, que é a entidade que tutela a Universidade de Sorocaba e o Colégio Dom Aguirre, pensava.
Mas chegou um momento em que a fundação e eu decidimos realmente fazer eleição democrática para reitor. Foi um grande momento, em outubro, novembro e dezembro de 2010, em 2009, aquele movimento todo de candidatos que se apresentaram. O resultado final dos candidatos foi apenas campanha eleitoral, uma campanha eleitoral legítima, aberta, clara e transparente.
Dois candidatos apenas chegaram ao final dessa campanha e chegou o momento da votação. Um candidato tinha que ser eleito, e foi eleito o professor Fernando de Sá Del Fiol, que tinha sido coordenador do curso de farmácia, é doutor e tinha todas as condições exigidas no pleito. Ele tomou posse no dia 10 de fevereiro de 2010.
Aí começa, então, uma nova reitoria, um trabalho diferente em alguns aspectos, mas igual nos pontos essenciais, numa transição serena e muito bem ordenada. E eu não fui descartado de todo, porque a fundação resolveu que eu deveria continuar na casa como assessor especial da reitoria. Logo depois de um ano, também fui nomeado ouvidor da universidade.
Na realidade, a minha assessoria era, na minha opinião, pouca. Não é porque, talvez, pela presença, pelos contatos assim de corredor e de cafezinho junto com a reitoria, mas não precisava muito assessoria; nunca precisou, nesses anos todos, de muita assessoria. Uma outra reunião com o reitor era proveitosa; porque não precisava, porque estava a diretoria muito bem capacitada.
E é isso o resultado da Uniso hoje. Eu apenas gostaria de seguir um pontinho; eu notei que, quando você me passou a palavra para esse último momento da nossa entrevista, você falou bondosamente da Bia, magnífica entrevista que eu estava dando. Esse adjetivo "magnífico", eu proibi; quando fui nomeado reitor, em setembro de 1994, a primeira portaria que eu fiz foi na Universidade de Sorocaba.
Internamente, porque pra fora não poderia, por mim, internamente é proibido chamar o reitor de "magnífico". Isso e essa portaria ficou valendo; não sei se está valendo na atual nova diretoria. Acredito que é isso.
É simplesmente um parêntese o que eu faço, mas muito obrigado pela magnífica entrevista. Continuemos, lembrando que, na atualidade, a reitoria é de magnífica atuação, muito boa. O reitor, professor dando reeleito, depois de 2014 e 2018, e agora o professor Rogério, em um mandato de quatro anos, porque eu acho que está sendo uma rede de lojas sobre reitoria muito boas, muito capazes.
Primeiro, porque são muito mais jovens; segundo, porque, mais jovens, eles têm mais facilidades e mais contatos. Eu me lembro que, quando fui reitor, como reitor, a gente tinha que participar de reuniões do país e Terran, da Associação Brasileira das Universidades Comunitárias, da qual aliás fui nomeado em 2006 a 2010, um cargo que me levava a Brasília todo mês, um cargo que me levava a promover, como o presidente da associação, reuniões. Da associação em Brasília, no Rio de Janeiro, em São Paulo, eu procurava promover até fora, para que a coisa não ficasse muito centralizada.
João Pessoa, Criciúma, é Santo Ângelo. Reuniões então das universidades comunitárias do Brasil em determinadas universidades. No meu tempo de presidente dessa Brooke, eram 38 universidades comunitárias; hoje já soma 50, se não me engano.
Outra coisa que aconteceu quando eu era reitora: fui nomeado membro do Conselho Nacional de Educação. Eu que tinha frequentado aquele conselho inúmeras vezes como ouvinte, paz impaciente, passivo, para ver como é que o nosso processo de criação da universidade, como é que os outros processos, ouvindo conselheiros, alguns breves, rápidos, eloquentes, outros lentos, mordazes, é infindável. Como a gente vê hoje no Supremo Tribunal Federal, os conselheiros que farão uma hora.
E a gente tem que ouvir, ouvir, ouvir. De repente, fui nomeado conselheiro nacional de educação. Outra coisa que me tirava muito da cidade e da reitoria, mas que também era um aprendizado e repercutia de maneira benéfica, acredito, no próprio seio da nossa universidade, isso para dizer que os docentes, os reitores, o professor Fernando, por sua proficiência como reitor, jovens podem fazer essas viagens com muito mais facilidade e mais frequência.
E eles estão fazendo, inclusive ao exterior, coisa que eu fiz uma vez só; participei de uma reunião em Santiago do Chile, a reunião de universidades da América Latina. Entre parênteses: essas participações são caras e a gente evitava isso. Hoje, os novos reitores, por convites ou por necessidade da própria universidade, porque a universidade aprende quando a gente entra em contato com outras ótimas universidades do Brasil e do exterior, é o que os atuais reitores fazem, e fizeram, e acredito que farão sempre, porque a gente não tem nada de ruim.
Há o que aprender com gente que sabe mais o que é uma universidade que está comemorando apenas 25 anos, com outros que têm séculos de história do Brasil, nenhuma com um século de história, mas fora do Brasil, em Lima, no Peru, no México, na Europa, nos Estados Unidos, e inúmeras na Ásia. Outra coisa magnífica das reitorias atuais é justamente essa ousadia de tomar alguns passos que não eram necessários ou não eram possíveis nas reitorias anteriores. Por exemplo, a própria criação da Universidade da Cidade Universitária.
Ah, eu ainda era reitor quando foi criada, mas foi criada e começou a funcionar em 1º de agosto de 1999; foi o último semestre de 1999. E não foi fazendo um belíssimo engano. Eu terminei em 2010, mas é o que eu quero dizer, me corrigindo: não é fácil ficar falando tanta coisa.
Eu quero dizer o seguinte: a reitoria do professor Fernando e a atual do professor Profeta estão fazendo muita coisa na parte estrutural da Uniso. Na própria Cidade Universitária, vários prédios foram construídos, o prédio E e F, e um Head EFE, em outros grandes melhoramentos dentro da Cidade Universitária. Melhoramentos também no câmpus Trujillo, do câmpus seminário.
Houve uma decisão das novas diretorias que foi a de manter o câmpus seminário reduzido apenas a uma parte; aquela parte baixa foi uma conjuntura difícil pela qual a universidade passou dentro de uma crise econômica nacional, né? Mas o câmpus seminário está mantido, tem muita vitalidade lá. Acontece toda a atividade da terceira idade.
São mais de 500, 600 alunos que estão lá todo dia, são cursos, outros que funcionam lá, e funciona lá também aquele núcleo de assistência jurídica, que é graças à Jucá, que é um núcleo que passou a existir desde 1996 e atende gratuitamente em problemas jurídicos, pessoas e famílias carentes. A atualidade mantém a terceira idade e os ajuramentos ali no câmpus seminário. A Cidade Universitária é o maior espaço com maiores exigências e com maiores possibilidades de crescimento.
Até no sentido de ampliar, eu distinguiria também na atualidade a coragem dos mestrados e doutorados. Foi nessa dupla reitoria do Fernando e do professor Profeta que aconteceram outros mestrados. Na minha reitoria, aconteceram Educação e depois Farmácia, e no finalzinho do meu mandato de reitor, novembro-dezembro de 2009, saiu a aprovação do doutorado em Farmácia.
Depois, então vem o mestrado em Comunicação, mestrado em Problemas Ambientais e Tecnológicos, doutorado em Educação, doutorado em Ciências Farmacêuticas e doutorado em Problemas Odontológicos e Ambientais. A criação e a manutenção de mestrado e doutorado são coisas caras para a universidade, por causa de todas as gerências de corpo docente e também pelas exigências do exercício prático dos doutorados, e equipamentos, e instrumentos, espaço. Inclusive, aquele grande ponto que eu estava esquecendo, mas é tempo de lembrar: nessas novas reitorias, nós conseguimos, a Uniso conseguiu estar presente no Parque Tecnológico de Sorocaba.
A Uniso está lá dentro já há bons anos com um laboratório especializado em nanotecnologia. Estão lá professores doutores, estão lá vários doutorandos da Uniso em pesquisas. É um setor do Parque Tecnológico que realmente funciona e portas abertas, com a presença de gente atuando lá dentro e fazendo aquilo que a Uniso tem que fazer: pesquisa lá e aqui dentro da Uniso, na cidade, na história, fazendo pesquisa por trabalho pessoal de cada pesquisador na sua casa e fazendo pesquisa também no Parque Tecnológico de Sorocaba.
Eu diria que fazemos pesquisa em público, porque qualquer cidadão pode ir lá visitar aquela maravilhosa estrutura, grande conquista de Sorocaba que é o Parque Tecnológico. O que diria eu mais sobre a atualidade? Tudo tem seu momento, não é de encerrar, né?
Então, nós tivemos em vários blocos, vários momentos, e falei magnífico, sem fios. Tudo isso para nós é de grande valor, né? Tudo isso, toda essa história é aquilo que temos partilhado e vemos aqui, então, conforme estamos vendo agora, nós estamos comentando a respeito de tudo aquilo que é isso.
Tem sido feito nos prédios as sugestões dos alunos. É uma maravilha ver a luz, conversando e estudando sentados nesses espaços que estão sendo criados. Então, vai se tornando uma vida verdadeiramente universitária.
E nós temos agora um treino da manhã à noite, é impressionante a beleza dele, quanto os carros que vão chegando: ônibus, vans, tudo em Sorocaba e toda a região, e depois indo embora no final da noite. Então, queria que você falasse um pouquinho da sua sensação, porque você é o principal responsável por tudo isso. Fala um pouquinho do que você sente neste contexto, vendo tudo isso acontecendo.
Sem dúvida nenhuma, Roberto, eu entro pela cidade universitária e já vejo uma placa dizendo meu nome, ou seja, não esperar que eu morresse. Depois, entrando, vejo os prédios, as rampas, o verde que nos envolve, muito verde, e pensar em anos atrás quando a gente começou a viver aqui dentro. Houve processo no judiciário contra nós, acusando-nos de fazer desmatamento em uma área de Sorocaba, onde, infelizmente, o processo não deu em nada.
Quem processou só teve o mal, teve que pagar as custas do processo, porque realmente o que houve aqui não foi desmatamento, não foi crime climático. Pelo contrário, foi valorização desse show maravilhoso aqui na zona leste de Sorocaba. Aproveito para dizer que Sorocaba precisa conhecer mais a cidade universitária.
É um campo aberto; aqui entram ônibus da cidade, aqui entra toda e qualquer pessoa que queira conhecer. Isso eu vejo quando chego de manhã, quantos estão fazendo caminhada, e não são alunos; alguns já entrando para caminhar, outros senhores saindo, caminhada feita. A minha impressão é realmente de muita emoção, é muita emoção.
Como disse antes, haja coração! Eu, que sou cardíaco, mas estou muito bem tutelado; não só por médico, não só por medicamentos, não só pela minha autocontenção e disciplina de caminhada diária, mas também pelo meu muito bem cuidado pela minha esposa. Realmente sinto no coração uma vibração enorme de alegria e agradecimento a Deus, nosso pai, né, por ter colaborado, trabalhado e conseguido essa grande realidade que realizo, que é a Uniso.
E é bom deixar claro que não é apenas a cidade universitária; o câmpus Trujillo também fervilha. Você sabe melhor que eu, à noite aquilo é praticamente intransitável: a General Osório, os estacionamentos, o estacionamento fechado interno dos professores e funcionários, qualquer outra pessoa não encontra vaga. E, dentre os cursos, todos os níveis do colégio maravilhoso, né, pegando desde crianças de 2 anos de idade — lá estão meus netinhos gêmeos — e até os cursos superiores da noite.
O câmpus Trujillo também tem uma história maravilhosa. Naquele jardim interno, quanto ao casamento, começou ali na verdade, quanto às atividades que aconteciam, professores maravilhosos; me lembro da professora Maria Lúcia, por exemplo, de Geografia, minha belíssima atitude, sempre muita criatividade. Os espaços que caminhavam para a Cia e organizavam coisas, que às vezes eu era apenas um diretor da faculdade, mas de repente ela já tinha organizado alguma coisa naqueles corredores.
Um exemplo de professor, um grande professor! Professor não é só aquele que dá aula dentro da sala de aula, mas é aquele que cria tanto dentro da sala quanto fora dela. Nem o mesmo se diga do seminário quando era tudo aquilo com aquele outro pátio composto também, né, como você mesmo fez, dando aula ali perto do poço, fora da sala de aula clássica.
Eu acho que isso mostra o que é a Uniso de ontem e, mais ainda, a Uniso de hoje. Professores criativos, professores que levam alunos aos bairros, professores que fazem as famílias viverem o câmpus. Tudo isso é a Uniso hoje.
Tudo isso, nem é muito emocionante e eu não digo que quero morrer aqui dentro. . .
que não quero, não, mas eu quero e sei que vou morrer levando dentro de mim essa grande alegria e felicidade de ter feito algum bem através da universidade, antes dela, através da faculdade de filosofia, ou seja, desde 1958, quando eu comecei a dar as primeiras aulas na faculdade, até o dia em que eu disser tchau, é como dizem os italianos: “O bella ciao! ” Sabe quanta coisa você pode nos contar, quantas histórias boas temos para um dia, né, da sua maneira de ser, de falar, e principalmente de sentir. Eu gostaria muito de expressar a minha gratidão.
Estou aqui porque você foi meu grande mediador. Lembra que um dia, ninguém, eu estava dando aula no Getúlio Vargas, eu liguei pra você dizendo que eu gostaria muito de fazer mestrado. Falei que gostaria muito de trabalhar e você disse: “Então comece pelo colégio aqui e fale com a dona Tita.
” E pode ligar, “daqui a pouco vou ligar para ela agora e conversar com ela, porque é um dos caminhos. ” Aí eu liguei para a dona Tita, ela me chamou na mesma hora, eu fui e me contratou, e depois automaticamente eu fui passando a trabalhar, substituindo na faculdade, na época. Depois fui trabalhar ao seu lado, doente, no rosto.
Minha gratidão é eterna, não tem preço tudo que aprendi ao seu lado e tudo o que nós aprendemos ao seu lado, porque todas as pessoas com as quais eu fui trabalhando e que estavam por perto de você, sempre tinham você como o grande exemplo, como você é hoje para todos nós. Então, é a minha gratidão. A minha gratidão no contexto todo é familiar também, mas é essa comunidade, essas pessoas que estão aqui agora fazendo a nossa gravação neste espaço fantástico.
Eu diria, e essas pessoas todas que estão trabalhando aqui, que dizem na portaria, na hora em que eu cheguei: “Viram esta Floripa? Pra que isso? ” Leva um serviço opcional.
Daí manda um beijo pra ele, porque ele foi meu professor, José. E assim vai, todo o espaço que a gente chega, a sua presença. Então, a presença de toda essa comunidade, essas pessoas, trabalha aqui dentro: mais ou menos 1.
100 pessoas, como você mesmo falou há pouco. E todos esses alunos, essas famílias, quer dizer, é o número de pessoas que atinge, né, as ações dessa universidade. É um ambiente não só possível, desde as publicações, e é esse contexto aqui desse dia a dia: tudo muito bonito.
Não punindo, a gente sabe que isso tudo foi muito difícil e foi a sua história, aquilo que você quis fazer, isso acontecendo. E agora, então, nesta minha gratidão e a gratidão de todos nós da universidade, da cidade de Sorocaba e da região, né, Sorocaba e região, mas deste Brasil. Porque você esteve atuando no contexto nacional durante muito tempo.
E agora, fechou? Queria que você falasse, então, a respeito desse livro. A gente estava esquecendo, Roberto, ainda bem que foi animada.
Faz seis dias que a história da universidade, dos seus primeiros 25 anos, foi publicada. Eu não sou historiador, mas eu sentia um compromisso de deixar escrito tudo aquilo que eu conseguisse lembrar, tudo aquilo que eu conseguisse captar da documentação existente na Unisa, dos três campos, dos 25 anos. Através de um livro, saiu o livro tanto massudo: 345 páginas.
Mas era necessário, como pilar de relance, alguns fatos, alguns feitos, alguns casos, alguns causos que mostrassem o que foi e o que é o Riso hoje, quando ela completa 25 anos de existência. Na realidade, seriam necessários 25 volumes: cada ano, um volume. Haveria assunto pra, em cada volume, o que eu fiz.
Cada ano é um capítulo; cada capítulo termina com o depoimento de um professor ou de uma funcionária. E isso está entregue agora à própria Uniso, na sua biblioteca, aos alunos, aos professores interessados. Ele é uma forma concretizada de perenizar o que o tempo levou.
Ronaldo, muito obrigado por todos esses momentos maravilhosos. Brincar, eu que agradeço; momentos de vida. Que Deus abençoe, e obrigado para vocês, né?
E até algum outro momento dentro das narrativas compartilhadas.