Oh. [música] เฮ [música] [música] [música] [música] >> [música] [música] [música] [música] >> He. >> [música] [música] >> Yeah. [música] [música] para [música] qual é a direção [canto] [música] por onde ir. [música] Salve atinado e atinada. Esse é o Tinocast, o podcast da indústria criativa de Pelotas e região. O Tino é um podcast parceiro do grupo DDD 53. Estamos gravando aqui no Alma Stúios, onde ideias ganham vida. O Tino vai ao ar toda quarta-feira às 20 horas. E se você tá no YouTube, tá nos assistindo ao vivo ou também se se tá assistindo em outro momento,
dá um like nesse vídeo e se inscreve no canal que a gente já tá quase batendo a Casé TV. Eu tô agora no na onda da CASETV agora. Então é muito Importante para que outras pessoas da nossa região e também que estejam ligadas a economia criativa façam parte dessa nossa iniciativa. E também aqui na tela tá aparecendo um QR code que vai para onde, Flavinha? >> Esse QR code leva vocês pro nosso Instagram. Lá no link da BIO vocês têm acesso a vários links, inclusive dos nossos apoiadores tem o link do Apoia-se, onde vocês podem
com contribuições a partir de R$ 15 Contribuir para que esse projeto siga e cresça e se expanda. >> Que mais que tem no link da B? link para todas as plataformas >> e também ali na no Instagram você vai ver um pouco dos recordes que já aconteceram de todos os programas que a gente já gravou aqui. Começar agradecendo os nossos apoiadores DIFCOF, Laborama Cultura Organizacional e Livraria Vanguarda. Usando cupom Tino nas compras da livraria vanguarda no Site, você ganha 10% de desconto e parte desse valor é revertido paraa nossa iniciativa. Também agradecer aos patrocinadores, em
comum, cuidadores de marca. [suspirando] Adoro. E o parqueuna. Imaginem vocês trabalhando em frente a um lago com gente caminhando, se exercitando, curtindo o dia. O lugar onde as pessoas se sentem bem, ele é aberto, te convida e te inspira. O parque Una é uma extensão do escritório. Você pode fazer Reuniões nos cafés, sair com a equipe para arejar a cabeça ao ar livre, interagir com milhares de outros negócios que já estão por lá. E se quiser morar, dá para morar também. Tem estúdio, tem apartamento de um, dois dormitórios, tem até casa. Parque Una, um bairro
para ser vivido agora. Muito obrigado, Parquuna. E o nosso episódio é muito especial porque no próximo domingo a gente tem o lançamento do documentário Arroio Pelotas, Margens, Vidas e Cores. Como nasce um documentário? Porque documentar um território? O arrozio é paisagem ou personagem? O que Pelotas esqueceu de olhar? Qual é o futuro das águas da nossa região? enfim, algum uns assuntos que vão nortear o nosso papo e temos dois convidados especiais. Como vou apresentar eles para vocês. Michele Ferreira, jornalista em Pelotas com 24 anos de atuação como repórter no Diário Popular, uma das um dos
principais veículos da zona sul do Estado. Ao longo da carreira, recebeu premiações importantes no jornalismo gaúcho, incluindo dois troféus da Associação Riograndense de Imprensa, onde foi finalista cinco vezes. Atualmente trabalha como jornalista freelancer e estreia na direção audiovisual com o documentário Arroio Pelotas, produzido ao lado de Paulo Ross e Leandro Vieira. Bem-vindo, >> bem-vinda. >> Tua frase >> aí. [risadas] Então, eu acho que podemos dizer que conhecer o Arroio Pelotas é conhecer a história da nossa cidade. >> Que sucesso. Teu @ Michele? Meu ém Micha Ferreira. Acho que é esse meu arroba. Quem dúvida? [risadas]
Mas eu acho que é Michael. >> Nosso outro convidado já veio aqui uma vez, tá vindo pela segunda. Olha que espetáculo. Paulo Ross, jornalista e fotojornalista, formado pela UCPEL, com Trajetória construída em Pelotas. Trabalhou por 19 anos no Diário Popular. colaborar colaborou com veículos como Correio do Povo Zero Hora e Folha de São Paulo e é autor do livro Retratista de Satolpe. Premiado em fotografia e jornalismo, também atuou como professor nafel. No documentário, assina a captação de imagens e a direção de fotografia. Se se aventurando aí, meu amigo >> é pois é. Então eu não
vou poder fugir Dessa frase, né? Uma câmera na mão e uma ideia na cabeça, né? >> Ah, que espetacular. >> O @pulofoto espetacular. Que isso? Hum. Maravilhosa musa. Flavinharos. [limpando a garganta] >> É preciso ter olhos de ver. @fláviaxros. >> Toma olhos de que isso? Chega em ondas a música da cidade, onde eu me transformo numa canção Áries de Milonga vão e me carregam por aí. Por aí. Não tinha como não trazer uma música do Víor Ramil aqui Para falar um pouco da nossa cidade. A gente tá gravando esse episódio no dia do aniversário da
cidade de Pelotas. Então é, tinha que trazer o Vitor Ramil @alanmiguelgonçalves@almo. Gente, que prazer receber vocês aqui e falar desse documentário que eu tenho certeza que vai ser um sucesso, já é um sucesso. E fala da nossa história, né? Me conta, Mich, eh, da onde veio esse desejo de vocês de falar sobre o arroio, sobre as águas da nossa região, né? É Mais Pelotas que é uma região banhada por águas. >> Sim. Então, olha só, na verdade, eh, o Arroio Pelotas, ele é patrimônio cultural do nosso estado desde 2003, né, quando ele, por lei, uma
lei estadual, eh, criada pelo deputado Bernardo de Souza, eh, ele se tornou patrimônio do Rio Grande do Sul em 2003. Na época, eu e o Ross já tínhamos uma caminhada, né, como repórters, parceiros de de matérias no Diário Popular. Aí lá em 2013, quando fechava 10 anos, né, que o Arroi tinha se tornado patrimônio, a gente fez uma série de reportagens no Diário Popular, eh, uma série de três episódios, eh, em que a gente falava um pouco disso, o que que tinha mudado naquele ciclo de 10 anos, né, contava um pouco desse arroio e o
que que ele traz, né? E aí agora os dois como eh jornalistas independentes, freelancers, a gente tinha o desejo de retomar esse projeto, de retomar essa Ideia. E aí a gente tava em dúvida sobre o formato de fazer isso. Na ideia original era retomar esse tema, mas trazer isso em forma de um livro. Aí o Ross acabou achando que por conta da linguagem atual que prevalece, que é o audiovisual, que é muito forte hoje, então a gente acabou por ideia do Ross a gente ousar e eu especialmente eh minha estreia, né, nessa linguagem, porque toda
a minha vida, toda a minha caminhada como jornalista é no impresso, Né? Então tô tô agora estreando nessa nessa nova linguagem. E a gente achou que era uma ideia então retomar esse assunto. Então surgiu o essa ideia de fazer o documentário. >> Legal. Vocês começaram a gravar quando ele ou são imagens de acervo? Como que começou, Ross? >> Pois então, ã, eu sou péssimo de datas, assim, eu te conto uma história de 5 anos de que foi esses dias, sabe? [risadas] Acho que eu vou perguntar pra Michele quando é que a gente começou a gravar.
Então assim, ó, é importante também dizer que o documentário ele foi ele é realizado, né, através dos editais, né, ele é viabilizado através da PENAB, desses editais públicos, né, com verba pública, eh, via SECUT, né, via secretaria de cultura aqui da nossa cidade. E ã a nossa primeira reunião de trabalho foi em julho do ano passado, final de julho do ano passado. Foi a nossa [risadas] Que rápido, né? Exatamente. Eh, final de julho do ano passado, a gente fez a primeira reunião de trabalho lá na Casa do Ross em que a gente começou a pensar,
né, para reunião de para trabalhar no documentário. Até então já a gente já tinha definido que seria um documentário. Enfim, >> não e vocês já tinham uma experiência sobre o arrozio gigantesca de anos, né? Desde 2003 lá, quando, por exemplo, né? Desde 2013. E aí já conhece já, né? Realidade eu, o meu avô materno, ele trabalhava nas lojas Mas ali. >> Uhum. >> E aquela charqueada ali da ponte do Laranjão >> era a colônia de férias da da do do Maa, né? >> Então eu frequentava muito aquela charqueada ali, né? Com final de semana as
lojas masas fazia campeonatos de futebol, os funcionários jogavam bola, aí o meu pai e meu tio jogavam e tal e Eu criança ia para lá brincar e tal. E sempre gostei daqu da daquela da água de estar próximo do arroz e tudo. Desde criança, 6, 7, 8 anos, né? E aí um pouquinho mais, sei lá, com 10, 12 já começamos a a sair de barco para pescar ali com os pescadores que tinham ali. Então eu tenho uma história bem antiga mesmo com o Arroio, né? E depois eh comecei a navegar ali e tudo e esse
tema sempre me chamou atenção. Daí surgiu a primeira ideia, eu acho, assim, né, do Do da reportagem assim, porque eu a Michele também já fez várias comigo, mas a gente, eu posso falar por mim, mas eu eu sempre gostei muito do tema ambiental, né? No jornalismo, eu sempre procurei propor pautas ambientais e tudo, só que o o Arroio Pelotas, ele extrapola um pouco a a pauta ambiental, né? Ele ele tem uma parte histórica, ele tem ele é responsável pelo nome da cidade, né? Ele tem toda uma parte cultural, até hoje tem pessoas que que Vivem
esse entorno do arroio, né? Então a gente pensou em explorar essa essa história toda, né? >> Uhum. Que legal. >> E a linguagem e a linguagem audiovisual hoje em dia é bem mais acessível do que era antes, né? Do que >> do que bom quando a gente fez a pauta lá em 2013, né? >> É. E e tu como dentro desse doc, né, como diretor de fotografia, é a tua primeira experiência de filmar? Como é Que qual foi que tu fizeste? >> Não, na verdade eu comecei a trabalhar lá em 99 na TV como cinegrafista.
Uhum. >> E e edição, editava, mas eu queria era foto. Eu entrei na faculdade para fazer foto, mas no momento não tinha vaga no laboratório e tal, como estagiário, nada. E tinha uma na TV. Eu fui pra TV e aí só que era fita, era a edição era linear, né, com manchezinho, outro outro tempo, né? E mas foi um período muito curto, tipo 8 meses, um ano, já abri uma Vaga na fotografia, eu fui e nunca mais fiz TV, né? Ã, depois eu fui como professor substituto na federal, eu dei aula de cinematografia, né? Ã,
e então eu comecei a trabalhar com esse colega que tá, que participa com a gente no documentário, Leandro Vieira. H, a gente começou, ele já fazia vídeo há muito tempo, já tava no digital fazendo vídeo há bastante tempo. E aí ele me convidou para pra gente fazer alguns trabalhos juntos e tudo e aí eu Comecei a me atualizar mais do vídeo, né? >> Que legal. >> É. E >> então eu achei que tinha sido não aproveitei a aproveitei a linguagem toda, né, da o equipamento mudou, o digital não, né? Enfim, mas a linguagem é a
linguagem do >> é técnica, né? apertar botão ali, se tu dominar a câmera, adaptar, o olhar, >> a questão é o olhar, né? O equipamento é >> como é que como é que funcionou assim a a a montagem, a criação, a estrutura desse desse documentário? >> Uhum. >> Então, o documentário ele tem quatro episódios, tá? Mais ou menos. Cada episódio tem em torno de 21 minutos, mais ou menos, né? A gente dividiu, então, o primeiro episódio, ele tem um olhar bem direcionado pra questão histórica e cultural, né, religiosa também, dessa coisa da água como algo
Sagrado, do arroio como um ser sagrado também, né? Então, o episódio um é isso, né, esse olhar histórico cultural. O episódio dois ele é bastante direcionado à questão ambiental, né, bem 100% ambiental. Aí o terceiro ele é um episódio de mais, daria para dizer de vivências, né? Ross do Arroio, né? personagens, as pessoas que estão por trás, pessoas que têm uma conexão com esse arroio. E o quarto episódio, ele é um episódio mais de ã tipo um um grande Balanço e também projetando, né, que arro quer ter e o que que a gente tá fazendo
de fato. >> Ele é lei, ele deve ser preservado, mas ele está sendo. E o que que a gente tá fazendo para cuidar, para que esse arroz possa estar sempre ali, né? Uhum. >> Então, por esses quatro episódios navegam assim para aproveitar o tema, né? Entre eles 27 entrevistados. Caraca, >> são, é, são muitos entrevistados assim, cada um com uma história, né? 20 horas de captação de muitas e muitas horas de edição. Uhum. >> Não. E a gente sabe que um documentário tu consegue te organizar minimamente para fazer um caminho que tá dentro do roteiro
inicial. Só que conforme as pessoas, principalmente as pessoas que fazem parte daquele local, né, e que se apropriam de diversas formas, elas vão montando cada vez mais ou mudando ou acrescentando dentro da história de vocês. surpresas que vocês tiveram assim Ao longo desse processo que o próprio pediu, >> é, o que histórias marcantes vocês tiveram assim, pra pessoa que tá nos escutando e e que tá nos assistindo já tem uma percepção do que vai encontrar, né? >> Uhum. Então assim, ó, são muitas histórias, né? Eh, >> difícil dizer uma história. [risadas] É, >> é difícil,
é difícil. E e também tem uma questão que alguns entrevistados eles Eles circulam, né? Alguns entrevistados eles estão em dois, três episódios, né? Ã, claro que eu mais até isso vale paraa questão ambiental. O ambiental, como ele tem um uma coisa mais técnica, eh, a maioria tá só ali, né? Mas muitos eles fazem esse >> olhaç >> esse caminho conosco, né? Importante dizer também que o Caio eh, aulalã historiador, ele tá na nossa equipe, né, paraa gente teve esse olhar bastante Cuidadoso paraa questão histórica, >> né, e ele é um dos além de de estar
conosco trazendo esse cuidado, mas ele também é um dos entrevistados que eh circula aí. Mas eh uma história que eu diria assim que me tocou especialmente, né? Eu acho que é a história da Noemi da Costa, ela é uma moradora da Vila da Palha, >> né? E eu já tinha conversado com ela durante a pandemia por uma outra matéria relacionada à Covid, né? E ela nem tinha sido me entrevistada naquele momento, mas ela tinha me sugerido fontes. E eu tenho mania, quem me conhece no jornalismo sabe que eu guardo tudo que é telefone, tudo eu
anoto sempre. Eu sempre tenho as pontes porque tem essa mania, guardo, salvo, tenho tudo em papel. >> Tem guarda, tem >> quem [risadas] guarda, tem. >> E aí eu tinha então esse contato da Noemi, né? E eu queria, a gente queria No documentário ter também as pessoas anônimas, né? Pessoas que estão ali comuns, né? que tem essa ligação com o Arroio. E aí, como eu sabia que ela morava lá, imaginei que ela ainda morasse lá, mandei um assim despretencioso, ai, né? Dei aquele oi, perguntei se ela podia, né? Se ela sabia, se ela podia me
indicar alguém, enfim, aí tá. E conversa daqui, conversa dali. Aí ela acabou nos contando que ela tinha tido um AVC e que a fisioterapia Dela tinha sido o arroz. Ela se recuperou do AVC nadando arroio. Só que aí ela me contou isso de uma forma despretenciosa, assim, totalmente despretenciosa, eh, no meio de eu tentando saber se ela ia me indicar alguém ou se podia ser ela. E aí ela me comentou aquilo, ela: "Ah, mas não sei, acho que não, né? Não sou eu a pessoa, só que aí ela me contou isso, porque a gente começou
a conversar, ela me contou isso. Eu disse: "Noemi, a pessoa é tua, Essa história é linda". [risadas] Já pensou uma pessoa ter um AVC? Não, mas se tu procurar alguém que teve uma história dessas, talvez tu não encontre, né? Ou tu demore muito para encontrar. >> Exatamente, né? >> Foi certeiro. >> Exatamente. Aí eu disse: "Não, a pessoa é tu, porque ela ai que aquela coisa, eu sou meio tímida, não sei se sou eu, porque é coisa para gravar com câmera. >> Eu disse: "Não, tu vai ficar à vontade, Vai dar tudo certo, a pessoa
é tu, né?" Enfim, aí uma das histórias bonitas assim que a gente traz, né? É uma história, acho que bonito, justamente pela simplicidade de ser uma pessoa comum que tá ali, que mora pertinho do arroio e que tem essa troca com ele, sabe? >> Perfeito. >> E Alan, no início da pergunta tu citou que a gente parte de um roteiro que a gente tem um certo controle, né? >> E depois as histórias vão, >> mas a gente não partiu desse roteiro, sabe? A gente saiu com a câmera na mão, realmente assim, >> porque >> a
gente trabalhou talvez 18 anos juntos ou mais, acho que 19 anos [risadas] juntos, né? A gente fez muita reportagem juntos, sabe? E o Leandro também eu estudei com ele na faculdade, né? A gente se conhecia bastante já. >> O Leandro é daqui de Pelotes? >> É daqui de Pelotes. >> E aí, mas ele atua aqui? Mora >> atua aqui. Atua aqui. É, ele atua bastante no agro, né? A Fernovi. Fernovi uma agência, né? E a gente estudou junto e a gente se pechava nas pautas e tal. Então a gente também se conhecia e a gente
partiu esse documentário, ele não surgiu. Isso, isso, isso, isso, isso, isso. E a gente não partiu, a gente não partiu propriamente com o roteiro para fazer um Documentário. A gente foi fazer uma grande reportagem, me parece isso, sabe? E pareceu isso. >> Então a gente não a gente não propôs nada para ninguém assim, sabe? Não tinha nada escrito. A gente foi ouvir as histórias das pessoas, né? Foi, foi e essa divisão em quatro momentos, ela veio antes ou ela veio depois? Conforme você >> ela veio antes, já na proposta, quando a gente quando a gente
propôs o quando a Gente propôs o projeto lá na época do edital, a gente já tinha esse desenho em quatro episódios e mais ou menos já dividido dessa maneira, né? Só que a gente não sabia exatamente que personagens seriam esses, essa coisa, se alguém ia tá presente em mais de um episódio. A gente não tinha essas certezas, né? A gente tinha algumas perguntas, né, para na cabeça, assim, até porque para depois esses entrevistados se costurarem, >> né? Algum as perguntas tinham que de certa forma se repetir, algumas perguntas tinham que estar presentes para todos para
que a gente pudesse fazer com que os entrevistados interagissem entre si. >> Sim, mas isso a própria experiência de vocês de repórter já trouxe de uma forma natural. Foi foi o jornalismo foi essencial. Então, a gente a gente ouviu muitas pessoas, claro que tem a parte técnica, ouvi os secretários, ouviram, Ouvimos Ministério Público, Patrã, enfim, mas vários outros personagens, né? E o o próprio Arroio foi interligando essas histórias deles assim, né? Foi porque apesar de cada um ter a sua história particular ou a história profissional, né, com arrozio todas as histórias são em relação ao
arrozo, né? >> Então ela se o arrogonista, entende? agonista, >> mesmo que tenham 27 pessoas falando, o Arroio tá ali. >> Uhum. >> As pessoas estão ali porque o arroio conecta essas histórias. >> É ele que faz essa ligação. Não teve o roteiro prévio, teve a ideia, né? Mas o jornalismo trouxe, né, essa veia do de como conduzir as entrevistas e as conversas e a partir disso foi montado. Isso é incrível. Uma coisa que a gente fala bastante é que pelotas têm um potencial muito grande a partir das Águas, né? Então é algo que muitas
pautas em várias reuniões, seja do turismo, seja do desenvolvimento, a gente escuta essa pauta, né? Na percepção de vocês caminhando e andando, navegando pelo arroz, vamos se assim dizer, que que vocês percebem que Pelotas perdeu por se desconectar um pouco, né, do arroio ou até mesmo não, ele tá bem conectado? que percepção vocês tiveram, né, nessa caminhada? Aí >> tem uma, vou te responder com um exemplo Prático assim, né? A gente entrevistou uma família, né, de quatro pessoas, ã, que são sul-africanos e estavam morando há um ano num barco aqui no Arroi. Então, essa ligação,
o Arroz tem uma ligação com o mundo, cara. >> O arroz tem uma ligação com o mundo, eh, né? Então, o potencial que é, né? essas águas de pelotas, né? Eu sou muito suspeito para falar porque eu sou apaixonado pela água, eu nado, eu navego, eu eu vivo, né, essa função da Água assim, mas o Pelotense tinha que conhecer uma das propostas do documentário é apresentar esse arroz, porque eu sempre disse pra Michele, o arroz Pelotes pro Pelotense é aquele rio que passa embaixo da ponte do Laranjão. É isso. E poucas pessoas sabem que aquele
é o Arroz Pelotas, né? Não são todas, >> não dá para generalizar nada. Algumas sabem, mas é só assim, aquele arroio que que tá ali e onde tinham as charqueadas E deu, né? Mas e o que mais tem, né? >> O que mais? As cara, as histórias para mim, >> então, nesse potencial que tu falou aí, a gente cobra ã do da dos dos governos função de acesso ao arroio, né? parques públicos. Ã, eh, não dá, não dá também para dizer que o Pelotense não se interessa pelo pelo tema, pelo arroio e sem sem tocar
no assunto que são pouquíssimos pontos de acesso que tem ao arroz públicos assim, né? >> Públicos, né? >> E é essa é uma reflexão, né? Que tanto no episódio ambiental como no nosso último episódio ele tá colocado, sabe? Que é isso? Para as pessoas cuidarem desse arrozio e valorizarem esse arroz, elas precisam conhecer. E para conhecer a gente precisa ter acesso, >> né? E que acesso as pessoas têm? >> Tu tem o do Recan de Portugal ali mais ou menos ali, né? Aquele aqu um trechinho ali na curva, né? Há muito Tempo atrás tinha a
ponte da Galateia, né? Que que caiu numa enchente e nunca mais foi erguida, né? >> Eu ia até falar mais, né? Trazer mais o arroio como parte do patrimônio, porque a gente vê muito, né? os casarões, os dois, tem coisas que se reforçam e se a gente não fica falando a gente esquece. E >> tudo isso, os casarões, os doces, tudo saiu do arroz lá, né, né? Tudo saiu daqueles trabalhadores escravizados que Estavam. >> Exatamente. E lá na nossa série, em 2013, naquele momento, já existia um projeto da instalação de um parque público, já tinha
até meio que um desenho, ah, vai ter um mirante, tinha tudo isso e a gente contava isso lá na série em 2013, no Diário Popular. Em que ponto seria esse? Vocês lembram? >> Era, acho que era meio ali. >> É, não, eu acho que não tinha um ponto fixo, tinha algumas, algumas >> sugestões, é, tipo, o que tem até hoje ali na Cháara da Brigada, tinha embaixo da ponte do do embaixo da ponte do Laranjal, tinha alguns locais que poderia, né, >> só que isso nunca se concretizou, né, enfim. E agora a gente foi novamente
só, claro, uma nova gestão, mas eh é a prefeitura que tá no momento, né? Nós conversamos com o governo e eles também têm projetos, né, diálogos com a União para tentar fazer uma desapropriação, Enfim, um, não sei exatamente o termo, mas uma negociação para que o município possa, né, eh, explorar aquela área, porque pertence à União, onde é a chácara da brigada, ali naquele acesso da estrada do engenho, sabe? Ali tem a chácara da brigada. Ah, >> exatamente. E é uma área enorme que as pessoas já vão, já >> já frequentam, né? Vão para pescar,
para passar o dia, né? E a prefeitura tem atualmente um projeto e tem essa Intenção de transformar aquele local ali e como um dos parques públicos, né, de acesso e contato, então, com esse arroz, porque ali é bem na Foz, onde o arrozio acaba e se conecta com o São Gonçalo. >> Uhum. Um outro agora Michele falou na palavra fo e lembrei de tocar nesse assunto. A gente percorreu o arroio desde a nascente, né? Um buraco no chão lá em Canguçu Velho, no alto do morro até a fosca o São Gonçalo, né? >> Então a
gente fez esse trajeto, a gente Fez várias vezes, na verdade, desde a desde a primeira reportagem até hoje a gente fez várias vezes, né? >> E tem ideia de tamanho de de distância do arroz? Acho que 60 km. Nossa, é super grande e a gente fica sempre limitado ali a embaixo da ponte, a charqueada, né? >> Por não ter acesso público, né? Tem e como a maioria dos rios assim, arroz ele é todo eh ele faz muitas curvas, dá voltas assim, um desenho lindo assim, Né? Do >> quando se olha de drone, né? Ali aquela
aquela área que tu falou ali do Recanto de Portugal ali. >> Uhum. Ali tinha uma ferradura. Porque a pessoa que tá olhando da da terra, né, da da margem, não percebe, só vê uma curva assim, só que ele ele faz exatamente uma ferradura. A a ele faz uma curva assim, ó, e se quase se encontra de novo, poucos metros entre ele ele se encontrar, sabe? Ele mesmo, É, >> que é aquele condomínio da marina ali na ferradura. E aí depois ele volta de novo e aí ele segue fazendo algumas curvas até e tem um uma
reta que vai sair no São Gonçalo, né, né? Aí o São Gonçalo sai na lagoa, Lagoa sai no mar e tá o mundo lá, né? >> E é justamente essa questão geográfica que fez que tudo acontecesse e ele ganhasse a importância que ele tem e Pelotas hoje existisse como ela existe, >> né? Por essa conexão dele com o São Gonçalo, com a Lagoa dos Patos e chegar até Rio Grande, Porto de Rio Grande, que fez com que essa área fosse um território estratégico. >> Que legal. >> E hoje a gente pudesse estar aqui nessa pelota.
Perfeito. A gente tem quatro capítulos e o segundo é o ambiental, né? Que que vocês perceberam de coisas que vocês não sabiam? Existe uma leis que protegem essa fauna, essa flora, né? Depois, eh, quais são as curiosidades que vocês têm para nos contar e compartilhar aqui? Porque é algo técnico, né? tem conhecimento. >> É, tem pode falar, >> não, acho que dois pontos assim, ã, um que ali tem eh navegando, né, na verdade, eh, subindo, né, Ross, >> subindo o arroio lá em direção à ponte da Galateia. Ali tem, naquela região ali tem o maior
banhado do arroio Pelotas, Que é uma área que ela ainda é ainda bem eh >> privada. ela é preservada, né? Não tem residenciais, enfim, não tem pessoas morando ali, tem propriedades, né? Mas que ainda a toda a mata ainda tá preservada, né? Então ali tem uma área de banhado que é a maior área de banhado do arrozio Pelotas. Ela tá ali. E tem também eh o professor Geovani Maurício, biólogo, que conversou conosco, que é a pessoa que Traz todas essas informações documentário. Tem uma área lá na região do retiro, né? >> Uhum. que também ele
ele chama de Amazônia Pelotense, >> que é uma área muito de vegetação assim, muito densa, muito preservada, nativa, >> né? Que é uma área que é mais ou menos, eu acho que ela coincide com o ponto em que ele deixa de ser navegável. >> Uhum. >> Porque aí a vegetação ela tá tão Preservada que ela vai se fechando assim, ó, e tu não consegue passar mais, entende? >> Uhum. Tem ilhas dentro do arrozio assim, tu tu vai claro pequenas, né? Mas tipo, tu tá navegando, aí tu passa pela direita ou pela esquerda e no centro
é uma ilhazinha com >> é, tem >> em seguida dessa região não tem mais como e curiosidade assim pro público, né, que que tá aqui tá aqui para Conhecer um pouco mais do arroz. O arroz [roncando] tem lontra, tem jacaré, tem colheiro, tem Martim Pescador, tem no quando salga entra tainha, entra tainha no arroz, entra camarão no arroz. Os entrevistados falam isso, né? Então é uma diversidade de fauna e flora >> gigantesca, né? Maravilhoso. É, né? >> Cara, eu tô encantado assim, eu fico [risadas] >> querendo saber mais assim, mas para mim uma coisa curiosa
que vocês falaram é Montar isso em um ano, né? começar com esse projeto e botar a execução assim, cara, porque, bom, sair a campo, eu acho que é uma parte super eh desbravadora, né, da navegação, vamos assim dizer, né, que tu vai conhecendo e depois organizar isso tudo. Cara, vocês fizeram muito rápido assim. E como que tá, vocês estão planejando o lançamento? Como que que tá sendo? Bom, a gente sabe que vai ser lançado no próximo domingo, mas quais são as ações que vocês estão Pensando de comunicação e distribuição desse projeto? >> Então, ã, quando
a gente começou, né, e o que diz no projeto, eh, era a gente conseguir realizar o projeto e disponibilizá-lo no YouTube, que é onde ele vai tá, né, à disposição da sociedade, né? Eh, não tinha exatamente assim, a gente não tinha, né, R pensado assim sobre isso. Proposta do projeto era criar um conteúdo didático, né, >> para educativo, para para tá no YouTube E até pros professores de escolas utilizarem para, né, era esse o >> sensal da nossa região utilizar para conhecer. >> É, exatamente, né? Era partiu daí, né? Partiu dessa ideia, né? Isso. E
e na verdade, >> mas foi tomando foi tomando uma proporção que a gente não esperava, por exemplo, lançamento. A gente não pensou no lançamento, não teria um lançamento, não teriam, >> mas as pessoas começaram a exigir um lançamento, entende? um projeto como esse maravilhoso, né? >> É. Aí a gente tem agora o lançamento no domingo, 19:30, né, no saguão da prefeitura. Num primeiro momento ia ser no Foi do Teatro 7 abril, mas ali conseguiria colocar poucas pessoas. a gente começou a ver que ia ficar apertadinho, aí a gente fez uma conversa novamente com o município,
então vai ser No saguão da prefeitura. E a nossa ideia é eh daqui para frente, né, estamos em busca de outros projetos para que a gente possa tornar esse documentário nessa ferramenta realmente pedagógica de ensino, de debate com os professores, não necessariamente com as crianças e com os adolescentes, mas com os professores mesmo, direcionado para os professores. é, e trazer um olhar, né, educativo de como o professor pode utilizar esse material nas salas de aula Para apresentar a nossa região. Por, bom, a gente sabe que, ah, tu vai falar da história de Pelotes, é uma
aula lá por cima, só que não tem a linguagem >> do jovem, do da criança que tá indo pra escola. E se a gente conseguir se aproveitar desse material e transformá-lo em mais peças, né, educativas, isso aí é >> e outra é ouvir a história, né, sendo contada por muitas vozes >> é muito rica porque geralmente a gente Tem uma visão, né, a visão da vai estudar, sei lá, hidrografia, >> né, tu tem só aquela visão. Eu me lembro da minha filha mais velha que hoje tem 17, ela tinha uns seis, eu acho, por aí.
E um dia ela me perguntou assim: "Mãe, qual é a diferença de história paraa geografia?" Eu minha filha, uma coisa Mas é que nas duas eu tô estudando pelotas, então, né? [risadas] E aí partiram pelotas em duas e ela disse: "Por que Que eu tô estudando duas vezes a mesma coisa?" Ela não entendia que era o olhar que era diferente. >> Claro, >> né? Então, tu olhar uma coisa só com vários olhares e múltiplos, né? da pessoa que mora, da pessoa que navega, da pessoa que que tá falando biologicamente daquilo, do cara que tá falando
sobre a história, né, da da pessoa que se curou da outra que vem de uma coisa que é religiosa, que é Sagrada, que a gente tá falando em muitos níveis da mesma coisa, né? Tem também no terceiro episódio também temos um senhor que tem um estaleiro ali que também confecciona barcos que estão espalhados por aí no Brasil e no mundo. >> Exatamente. É negócio, é morandinho, família. É, é isso, é cura. >> Uhum. >> E tem também e tem também uma história legal da nascente, né, Micha, da Marina. A primeira vez que a gente fez
a pauta, Ah, o cas o os proprietários daquela daquela propriedade ali, a gente fez a foto com um filho, né? >> Sim. >> Com um filho. E agora quando a gente voltou lá tinha uma filha já, [risadas] né? Então o ela não conhecia a primeira reportagem, né, >> mas ela é uma guardiã Marina, né? Isso. >> Ela é uma guardiã da nascente, participou com a gente, contou a História dela, enfim. Quer dizer que pra gente também teve várias surpresas assim no >> É porque a gente voltou na mesma família lá de 2013, mas agora a
Marina tá uma exatamente, a Marina tá com 17 anos, né, >> e nos recebeu e foi uma das pessoas que também falou, que contou, né, da importância que ela percebe, porque ela também, né, aquela coisa da daquele arroio lá que ela pesquisa na internet e que ela também estuda em sala sala de Aula, ela sabia que tá ali, que nasce nas terras dela, né? Então, muito, [roncando] foi muito bonito assim. >> Legal. Uma curiosidade minha agora para ti, né? Bom, eu sou fã do teu trabalho, né? A gente já teve um episódio juntos, eu e
o Ross sobre fotografia. Mas para ti, qual foi a maior a cena mais difícil de captar? Ã, ou até mesmo a situação ou algum momento que tu esperaste ou o inesperado também, né? O extraordinário apareceu? Eu esperava que sim. Foi na [risadas] exatamente assim. Não teve uma, talvez não seja bem nesse sentido que tu tá perguntando, mas aconteceu algo inesperado. Eu durante a durante a captação, o o a captação das imagens do documentário durante o projeto, eu sofri um acidente ã e sofri uma queimadura muito grande na mão. Tive que ficar 45 dias com corativos
e e sem poder trabalhar. Então, em duas captações eu não pude ir e em várias outras eu fui segurar o rebatedor ou dar Um palpite, mas não pude colocar a mão na câmera, né? >> Uhum. >> Então, inclusive o dia da navegada, que era o dia mais esperado, que é o dia que tu entra na natureza mesmo, né? Que é a parte que eu adoro, eu fui de espectador assim, e foi meio difícil. [risadas] Claro, obviamente o Leandro tava ali fazendo todo o trabalho maravilhosamente bem, mas é mais uma questão de do de frustração de
prazer de de tudo, Né? De tudo. A gente gosta de fazer o trabalho da gente, né? >> É, mas o olhar tava ali, né? Porque ele ficava todo o tempo assim, viu? Olha isso aqui. Olha isso aqui. >> Já fiz. [risadas] Diz: "Olha ali, olha aí". Já fiz a mesma coisa que acontece deve acontecer contigo também. Mas foi foi difícil de sair do lugar de quem tá atrás da câmera e ter um olhar do diretor, né, e de pedir para alguém, Porque geralmente é a gente que pega a câmera e faz. >> Não, a gente
trabalhou com duas câmeras sempre, né? Sempre era eu e ele, nós dois fazíamos câmera, mas o nesse momento eu não fazia. Aí, aí não era. >> E se faltar exatamente esse pedaço aqui? >> Não, mas [risadas] não era nem a questão de faltar, a questão era de querer fazer mesmo, né? É, >> não, eu já fiz, mas não não é o meu olhar. [risadas] >> Não, não, não, não é, não é essa questão. A questão é de tipo não, não, não gravei a a vontade de gravar, né? Não, >> não, isso não comprometeu em nada
o documento. >> Contra a tua natureza. A tua natureza [risadas] era tá com aquilo ali na mão e registrando. Não tem um pedaço de tiro. É, [risadas] >> isso acho que foi foi uma parte difícil assim da >> E uma pergunta agora, eh, o olhar de vocês mudou em relação ao arroio que vocês já tinham conhecido lá em 2003, na primeira reportagem que vocês fizeram juntos. Que que que percepção vocês tiveram a partir dessa montagem dessa história? Eu acho que de uma valorização ainda maior, né, de enxergar ainda mais a importância. Acho que a gente
não tinha dúvida disso, a gente sabia disso, né, por tudo que a gente conhece. >> Mas eu acho que é eh ter ainda mais noção disso e também do nosso papel como jornalistas de fomentar isso, sabe, de trazer esse produto que possa contribuir eh não só eh da valorização do arroio, mas também da história da própria cidade. Por que que Pelotas é quem ela é? Por que que os negros são tão importantes, né? Por que que a gente não deve falar só do sofrimento do período das charcadas, mas a gente deve falar da herança >>
do que acontecia lá, >> né, entre eles, eh, na questão da dança, da religiosidade, da gastronomia, né, e ligando esse passado com o presente, projetando pro futuro. Então, eu acho que é isso, sabe? conseguir enxergar a importância desse arroio com essa pelotas e saber que a gente tem esse papel de >> de propagar essa história, né? >> Propagar ser um catalisador, né, dessa História aí >> e um certo orgulho de ver. >> Opa, pera aí, pera aí, pera aí. Alô. >> Oi. Sim, sim, sim. Não, o pessoal é a gente claro, ó. O pessoal do
Parque Una tá ligando aqui. Pera aí. Sim. Não, vamos, vamos fazer uma exibição. Tá caindo meu microfone aqui. Vamos fazer uma exibição aí. Sim. Vamos. Tá. Deixa para mim. Vou propor aqui pro pessoal, tá? Tchau, Querido. O pessoal do Mar ligou aqui. >> Mas termina o que tu estava falando. >> Não, ele tava falando que um certo orgulho de ver pessoas, por exemplo, como esse casal e os filhos sul-africanos falando que o arroz é um paraíso, que na África do Sul não existem arroios navegáveis, que eles estavam vindo, eles vieram numa viagem de volta ao
mundo, né? E passaram muitos, tem tem >> passaram muitos Dificuldades atravessando o mar e quando chegaram aqui e entraram no arroio e aquilo ali era um paraíso, né? Água calma. Tanto que eles moraram mais de um ano no barco ali, né? No arroz, né? Que legal. >> É, eles ficaram um tempo, saíram, voltaram, tanto que eles foram embora levando dois filhos pelotens. [risadas] >> Nessas e vindas, né? Eles acabaram tendo dois filhos em Pelotas. Que legal, >> super bonito assim também tudo isso. >> Legal, tentar tirar essa música aí. Imagina, né? A gente não imagina
que tem essas histórias da música. Sim. [risadas] >> Aí, garoto. >> Aqui a gente tem um bloco do una pergunta pros nossos convidados. É una pergunta, né? E aí a gente, o Una tá fazendo uma pergunta para vocês que é: como o Arroz e Pelotas pode voltar a ocupar um lugar simbólico, afetivo e cultural na vida da cidade, não só como Paisagem, mas como parte da identidade de pelotas? Eu penso que a instalação desse parque público, ele é essencial para que isso aconteça, senão a gente vai continuar abanando para Rui e Pelotas quando a gente
tiver indo pro Laranjá ou olhando ou olhando só no YouTube. >> Exatamente, né? Ou de vez em quando indo roubar ali um espacinho apertadinho no recanto de Portugal, disputando com alguém a um espacinho, né? né? Eu acho Que enquanto a gente não tiver um parque que permita que as pessoas estejam ali com as suas famílias, né, isso não vai acontecer. A gente vai saber mais. E eu acho que o documentário ele pode contribuir nesse processo, mas de fato dessa conexão, né, de conhecimento, de respeito, de valorização, de cuidado com esse arrozo, ela não vai acontecer
enquanto esse parque não existir. >> Uhum. É isso aí. devolveru o arroio para ou entregar o arroio pra população, né, Pro Pelotense, pro Pelotense ã conhecer, entender e usufruir, né? >> Uhum. >> É uma área que tem pesca esportiva, né? Ã, um, imagina um parque com churrasqueiras para passar o final de sem uma tarde de domingo, né? Ã, com banheiro para poder, né? >> É isso aí. É devolver o entregar o arroio pro pro Pelotense, né? >> Uhum. >> É para viver o arro. >> Para viver o arroio. É. É. >> Exatamente. >> Bá, que
sucesso, hein? Eu vou pedir aqui, né, pro [roncando] Cuca, nosso editor maravilhoso, né, tentar ir inserindo alguns trechos desse documentário ao longo desse episódio, porque, é ficar falando e não ver, né? >> Então, a gente a gente tem um Instagram documentário, né? Então ali no Instagram Tem vários making offs, né, do do trabalho todo, tem apresentação dos entrevistados, né? H nada do que tá Alanda, para dizer que tu ia pedir eh, Micha, >> eu vou te dizer, >> tu ia pedir algumas imagens do documentário. Então tem todas essas imagens aí e nenhuma delas tá no
documentário. >> O documentário [risadas] é exclusivo. Tem 20 horas de todo esse Material não faz parte não não dá um também não usar, né? Eu acho que eu já sige. Eu já sigo de [risadas] sigo. >> É Pelotas. Devot entrevistado, né? Pelotas. >> Não, ele é o cara que navega para cima e para baixo. >> Ele é um dos nossos entrevistados também. >> Inclusive uma das uma das vezes que a gente navegou no Arro com ele. Ele que nos levou, foi nosso parceiro. >> Arroio Pelotas Doc. É, é, >> é. Ô Daniel Amar, >> então
pro pessoal que tá assistindo, Arroopelotasdoc, @arroopelotasdoc, tome então >> isso. Isso. E depois aproveitando também para divulgar aqui, gente, depois no YouTube, né, como é que as pessoas vão poder acompanhar, então vou também aproveitar para já divulgar aqui, tá? Já Vou dizer, tô só pegando aqui que eu ainda não decorei direitinho. Pera aí. >> Que demais. >> Opa. Tá. Eí, no YouTube já tem alguma coisa? >> Não, vai entrar no domingo junto ali no mesmo horário. A gente vai programar, vai entrar. >> Vai ter alguma coisa de making off assim também no YouTube. Você tem
alguma coisa? Em princípio vão ser os episódios Mesmo, tá? E o vai ser a ali no YouTube é @arroopelotasdoc, né? YouTube.com/@arroelotasdoc. E também vai tá disponível no canal da Fernovi, né, que o Leandro também vai disponibilizar, tá entrando como, né, um canal parceiro, enfim, é a mesma coisa, né, youtube.com/fernovplay. >> Só retomando um pouquinho ali, como a gente tava dizendo, aquele a gente não tinha planejado um lançamento, não, a proposta não não seria essa, mas aí o Público começou a pedir esse lançamento e a gente achou justo ã tentar fazer, né? E então começamos a
procurar meios e enfim, e aí conseguimos no final eh exibir lá na no Sagon da Prefeitura. Agradecer o Alexandre Matos e a Marcela que que colaboraram também porque foi muito em cima, né? Enfim. E e lá vai ser exibido os quatro episódios. Nós vamos exibir os quatro episódios de 20 21 minutos, 20 e poucos minutos, né? não passa disso. E ao e ao mesmo tempo que Vai tá sendo exibido lá, vai entrar no YouTube nesse nesse nesse canal que a Micha. né? Vai tá programado para >> E a equipe que trabalhou com vocês, ela já
tava convocada antes, ela foi se moldando e >> a equipe somos nós, somos [risadas] três, >> isso somos nós três, né? o cai lá na parte histórica e aí duas pessoas também que é Alessandra Ferreira, que é minha irmã, na parte de produção executiva, Mas na parte da questão de elaboração mesmo do projeto, né? >> E claro que nos dá um suporte de orientações assim, mas não nessa parte da do documentário em si, né? Mas nessa parte >> é a préu produção executiva. Executiv. Exatamente. E a Marina Fgueiras que trabalhou na parte das redes sociais
e também alguma questão de identidade visual. >> Ei é do Leandro. A edição é é na verdade O no no na bem da [risadas] verdade todo mundo fez, né? >> Todo mundo participou de tudo. Claro, todo mundo participou de tudo. A a parte técnica é do Leandro mesmo, sabe? Todos os dias, todas as sessões de edição, estávamos nós três sempre, né, trabalhando, mas a a técnica mesmo é ele que faz, ele entende muito disso e e toda a pós-produção, montagem, né? >> Sim. >> A gente sugeria montava e tal, mas a Parte técnica ali da
edição é com ele, som, áudio também, né, e tal. Mas nós fizemos tanto as captações de imagem, as entrevistas, nós fizemos os três, um n é uma equipe, como realmente foi uma equipe, como a gente sempre trabalhou no jornalismo, né? Ã, de vez em quando tá entrevistando uma pessoa e a o fotógrafo vê uma cena e aí faz uma pergunta que ligue, né, o e tal, e a mesma coisa o repórter diz: "Ó, quem sabe, né?" E foi assim que a gente trabalhou o tempo Inteiro entre nós três nas captações, né? Vocês estão pensando em
levar para algum eh festival esse doc? >> Não, na verdade a gente não pensou, já nos comentários curtir esse [risadas] aí. >> Não pensamos ainda assim sobre isso. Não, não sei não, não. >> Sim, ele tem mais uma proposta educacional do que artística. Assim, >> apesar de ser bem artístico. Apesar de ser bem artístico, né? Tem >> porque >> porque são cenas são são cenas maravilhosas, né? O arroio no pôr do sol, nascer do sol, as aves, os animais. Ah, barulho das folhas, né? >> Ele é bonito, esteticamente bonito assim. eu tô assim, eu também
[risadas] com muita informação, porque só imaginando tudo aqui >> com muita informação, porque 27 Entrevistados é um número considerável de, né? >> Muito, muito. Dá para contar muitas histórias. E a Michele fez a mágica de de interligar isso tudo. >> É porque o documentário, isso era uma ideia que eu tinha desde o início, né, de de viver esse desafio. O documentário ele não tem um off, então ele se interliga todo o tempo só com as falas dos entrevistados, >> né, que era uma proposta que eu tinha Assim, não sei, eu tinha vontade de >> É,
eu tinha, eu acho bonito quando eu tô, eu gosto muito de ver documentário, né? Eu vi, eu já vi várias assim, >> eu adoro ver documentário que não tenha off. Eu acho tão bonito quando fica só aquela conexão entre as falas e as imagens e as falas, né, das pessoas. Tão bonit, porque na verdade tu vai completando a história da mesma pessoa que tá aparecendo várias vezes e tu tá completando uma história só a partir Dessas várias histórias. E ninguém tá te dando a montagem, tu tá montando. >> Exatamente. E aí como a gente tinha
o arroio como esse protagonista, esse grande fio condutor entre tudo, né, que a gente conta ali, >> eu tinha esse desejo de não ter um off, né? E aí, claro que isso pra montagem do roteiro, pra edição também foi mais trabalhoso. >> Claro, >> né? Mas deu certo. >> Esse é o primeiro produto que a gente vê arroio em audiovisual ou já tem algum outro? Vocês t conhecimento? Ah, não se eu não conhecia, eu já tinha visto fotos, né? Realmente eu não saberia. Assim, >> o Nauro fez um livro, né, Laranjal, que também se conecta
um pouco com as águas, enfim, mas a gente tem um olhar mais fotográfico do arroz. Eu eu eu acredito que o Arroio passe por vários temas do audiovisual, né? Porque ele faz parte da História das charqueadas, história da cidade. Então, provavelmente, eu já vi inclusive algum alguns ã algumas produções audiovisuais que falam sobre pelotas e e citam o arroz, >> mas eu não sei dizer se tem algo específico sobre o arroz, né? Tá. Não, porque eu fico pensando, a gente, a gente quanto sociedade, nós como espectadores e vocês como criadores, a gente tá fazendo um
produto que é a temporal, né, que a gente dá Visibilidade para esse momento, para esse fragmento do que a gente tá vivenciando, né, com com o nosso arro, né, que que vocês ã daqui a 50 anos, né, que que sensações que a gente quer trazer paraas pessoas que vão assistir esse documentário, que que é dos problemas, que é da dos potenciais. E pensem comigo assim, tipo, vendo daqui a 50 anos esse material ou menos 20 anos, né? Que sensações vocês querem Trazer? >> Eu queria olhar o arroz e ver uma série de barcos ali dentro,
né? Barcações, as pessoas dentro navegando, conhecendo e >> né? Turismo ali, né? Turismo, fazer essa essa ligação, né? Imagina, tu sai do arroio, navega eh no São Gonçalo, navega na Lagoa dos Patos. Eu numa certa ocasião com um colega que também é fotógrafo, Patrick Rodrigues, nós viemos lá do Uruguai num veleirinho de 5 m, 19 Pés, ó, algo assim, e saímos do do rio do arroz, arroz chui, eh, arroz São Miguel, e fomos até o a charqueada, até lá do Uruguai. Saímos pela Lagoa Mirim, pelo São pelo São Gonçalo, pelo Arro Pelotas. Como isso não
é um potencial, né? Como que isso não é um passeio turístico? Como que não existe um barco que leve a pessoa? Existe um passeio da Charqueada, enfim, mas é um, né? >> Pelo potencial que tem Thaago de 60 km de extensão, óbvio que não é todo Navegável. >> É porque não é todo navegável, mas de qualquer maneira, >> sim. Mas que passe na charqueada, que saia no São Gonçalo, que vá até o quadrado >> e que tu tem essa percepção, ó, a gente tá chegando aqui na Amazônia Pelotens, >> a partir daqui a gente não
consegue passar, mas caraca, só eu tá aqui. Existe uma questão, Alan, que é o seguinte. Tu vai, eu, por exemplo, né, eu moro bem perto do quadrado ali, né, eu frequento muito ali, eu ando de bicicleta, eu passo ali e tal e eu conheço bem aquele lugar ali, mas quando chega de barco, parece que tu nunca foi ali, sabe? É outra visão, é outro experiência, >> é outra experiência, é outra percepção, sabe? E aí tu imagina a pessoa que conhece uma área de, sei lá, 50 m, talvez ali no, né? Tu apresenta um arroz de
60 km, como disse A Michele. >> E já te encanta quando tu vai a primeira vez no quadrado, fica: "Caraca, olha a ponte, olha a água aqui, olha o pô do sol aqui, que lindo." >> É, exatamente. É. E nenhuma nenhum pensamento de livro, Paulo?Então esse esse o projeto, a primeira ideia do projeto que a gente tinha tido muito antes dos editais assim, seria um livro, né? >> Uhum. Uhum. >> Mas não sei, ficou substituímos assim, acho, na meu ponto de vista acertadamente, né? Não, não, mas eu digo não não de substituir de de de
usar, né, esse material para mais uma gente nesse nesse meio assim independente, a gente depende muito dos editais, né? É praticamente impossível tu fazer um livro sem aprovar em algum edital, né? É um material caro e, infelizmente Tem pouco apoio das empresas privadas, né? Pouquíssimo apoio, posso dizer. Eu lancei um livro agora a pouco e foi muito difícil, não tivesse sido aprovado no edital também seria inviável, né? Então é, a gente gosta de trabalhar, né, Michele? A gente gosta de trabalhar e gosta de mostrar o trabalho também. Dia que terminou, né, que a gente acabou
ali, a gente ficou se olhando, tá? E agora, qual vai ser a próxima? [risadas] A gente ficou rindo dos três, né? a Gente tem algumas ideias, a gente tá começando a amadurecer algumas possibilidades aí, porque agora depois de um ano, né, embora a gente nenhum de nós três conseguiu parar a agenda, né, para este projeto, a gente conciliou com todos os outros trabalhos e frilas e coisas que a gente, [risadas] >> né, a gente não conseguiu porque, enfim, óbvio que é uma verba importante que permite que o produto exista, mas não é um valor que
tu consiga estacionar toda A tua produção, né? não dá para fazer isso, né? Então, a gente precisou conciliar com as nossas agendas e agora a gente tá começando a pensar outras possibilidades. Você tem um diário de campo assim do >> desse período? Não, >> eu tenho algumas anotações assim, não ex não tão tão tão detalhado, mas tenho tenho tudo organizadinho, >> porque é mais um conteúdo muito interessante. >> A gente tentou fazer [risadas] nem sempre deu por essa questão de da gente não conseguir parar exclusivamente para fazer só isso, né? Cada um continua com a
sua agenda e a gente conciliava os dias para fazer o documentário, mas a gente tentou a maioria das vezes, fazer um making off, né, de cada dia de captação, né? Acho que não conseguiu fazer em todos, mas >> quantos dias captando essas 27? >> Ah, não saberia assim agora de cabeça Assim, eu não saberia [limpando a garganta] te dizer, >> mas conseguia fazer duas, três por dia. >> É, em geral, eu acho que é, a gente sempre procurava conciliar mais de uma, né? Dependendo da locação, assim, às vezes tu fazia duas pessoas no mesmo lugar,
>> é porque tem apoio também, né? A entrevista em si vai lá 30, 40 minutos, mas aí tu tem que fazer o as imagens de apoio que leva um pouco mais de tempo. Então até é um turno. Bastante. >> Isso é outra coisa interessante, Alon que a gente, tu me perguntou lá no início se era a primeira experiência. Falei que no documentário sim, né? De vídeo não, mas no documentário sim. >> E a gente não partiu, como eu te falei, com esse roteiro, né? Pré-estabelecido de temos que fazer essas imagens, né? As coisas foram acontecendo
assim, né? >> Então depois do documentário já praticamente montado, né? editado. A Gente teve que sair um dia para capturar uma tarde, né? Para capturar pouquísimas imagens assim os complementos que a gente percebe, mas foi pouquíssima coisa assim porque era mais ou menos assim conforme a entrevista >> a gente já percebia o que que precisava para cobrir aquela entrevista, sabe? Então a gente já saía com um material quase >> quase completo já, né? >> Maioria das vezes quase completo já, né? Ah, que espetáculo. Que espetáculo. Na verdade, o roteiro existia na cabeça de vocês, né?
>> Ele ia não, o roteiro ia acontecendo instantaneamente ali. E acontecendo no momento não era no papel, era na cabeça de vocês existia. É, a gente montava ele ali. >> E eu acho que todos esses anos, né, que a gente já tinha acumulado de vivências anteriores das nossas parcerias, né, de Reportagem juntos, >> facilitou muito assim a coisa também de tu saber, de tu confiar, né, tipo, eu não ficava dizendo ai Rossa, faz assim ou eu preciso de tal coisa. A gente conversava ali, combinava, eu sabia que ele tinha entendido, ele sabia que eu tinha
entendido e tu vai, entendeu? É legal que eu e a a gente [risadas] tem isso, né, com com os clientes que a gente trabalha junto, né? A Flávia disse uma vez isso e a gente já trabalhou Vários clientes, que é eu se pessoa tá comigo, eu entrego e confio, né? Porque se tu vai ficar dirigindo o tempo inteiro e ficar em cima, cara, tu não consegu faça o melhor que sabe fazer. A gente fez uma câmera principal, né, que o Leandro operava com a entrevista, né, com a entrevista, com a luz da, né, montada e
a captação de áudio e tal. E eu ficava com uma outra câmera fazendo o entorno da entrevista assim, né, o Ambiental, o detalhe e tal. Então, ao mesmo tempo que a gente tinha aquela entrevista toda captada ali, a gente tinha já, eu já ia fazendo alguns insertes da do que [limpando a garganta] a pessoa dizia na hora ali, sabe? Do >> Ah, entendi. Esse as imagens de apoio já na hora >> já ia fazendo ali. É. >> E não te dava vontade de fotografar também, >> cara. O que, se tu me, se tu me perguntar
assim, ó, o que que faltou nesse projeto, eu vou dizer, faltou foto, cara. [risadas] foto porque é impressionante. É impressionante. É uma, eu parece que é uma chavezinha na cabeça que tu vira e bota vídeo. >> Vídeo não é [risadas] só câmera aqui, ó. >> É, a foto não aparece para ti, pelo menos para mim assim, sabe? Eu tô tão concentrado na luz daquilo ali, no que Que ela tá falando, no movimento, tal, que eu não não vejo a foto, sabe? E normalmente é o contrário. Eu tô aqui, eu tô vendo a foto, eu tô,
né? Eu olho para vocês, eu sei a luz, a lente que eu vou usar, tudo. Uhum. >> Mas naquele naquele momento que vira a chavezinha ali pro vídeo, >> é que quando tu tá no modo foto, tu tá vendo o movimento para pegar ele estático, >> né? E quando tu tá no modo vídeo, tu tá Explorando o próprio movimento. Se tu deixar ele estático, >> são são são, apesar de terem partido do mesmo ponto lá do início da fotografia, os quadros em movimento para virar cinema e tal, eh, são linguagens diferentes, né? São linguagens diferentes,
a fotografia e o e o a cinematografia ou a videografia também são linguagens diferentes, né? Estabelece outra percepção com quem olha, né? >> A gente tem um bloco aqui que a inteligência artificial faz um faz uma pergunta pros nossos convidados. Então eu vou colocar a pergunta aqui. >> Sabe nadar? Inteligência [risadas] poder levar ela. >> Vou colocar aqui. Vamos lá. Se o Arroi Pelotas pudesse responder ao documentário, ele agradeceria, reclamaria ou pediria direito de resposta? [risadas] E aí, Ross? Eu acho que não querendo, né, ser, [suspirando] mas eu acho que ele agradeceria. Eu acho que
ele agradeceria, porque eu penso que a gente tá, né, produziu um conteúdo que ele é o centro, ele é o protagonista, ele que brilha >> e ele precisa urgentemente ser valorizado. Então eu acho que ele agradeceria, >> né? A gente a gente pensou em produzir Um material que reconhecesse o que ele é, né? >> Uhum. >> Isso aí. Então, acho que o reconhecimento é >> eu acho que ele ficaria exibido, né? >> [risadas] >> E acho que ele ia querer mais. >> É, exatamente. Eu quero temporada dois. >> Fala mais de mim. Gente, quero que
vocês convidem então lá naquela câmera de vocês as pessoas a a irem no lançamento, Né? Ã, para quem tá assistindo ou para quem tá tá nos escutando, >> tá bem? Então é isso, eh, convidar, né, a todos que estão nos acompanhando a estarem conosco no domingo, 19:30, dia 12, no saguão da prefeitura. Ã, não precisa retirar ingressos, né? É só chegar e estar conosco. E é isso. Tô com friozinho na barriga, admito, mas tô muito feliz e vou est muito contente de estar com todos vocês lá conosco. >> Aproveitar eh essa programação da semana Do
aniversário da cidade, né? e lá conhecer um pouco do que a cidade tem para oferecer, né? >> Que legal. Gente, quero agradecer demais a presença de vocês. A gente tá muito empolgado para ver esse doc. Estaremos lá, né? [risadas] Estaremos lá também. E obrigado pela disponibilidade de você, a gente que agradece o espaço aí, a oportunidade, né? >> E vamos lá. Nos encontramos domingo, então. >> Isso aí. Coisa boa. >> Esse foi o Tinocast, o podcast da indústria criativa de Pelotes região e até a próxima com muito mais Tinocast. Tchau, tchau. Até domingo. [música] [música]