02 semanas do ensaio e a gente viu que deu para desenvolver um lance legal para caramba uma coisa diferente do que a gente tava fazendo mantendo o estilo de sepultura mas ao mesmo tempo criando uma coisa nova tem 1996 Max Cavalera deixou Sepultura e nós nunca mais vimos novamente a formação clássica da banda reunida no palco novamente os caras estavam simplesmente voando na época quando esse racha simplesmente parou a banda para difícil missão de substituir Max cavaleiro à frente daquele momento Colossal nem passou pela cabeça dos caras em recorrer alguém com estilo parecido muito pelo
contrário eles trouxeram Derek Green na época o público reagiu de forma dividida a mudança de vocalista de sepultura Enquanto alguns fãs antigos apoiaram a mudança e permaneceram fiéis ao lado da banda Outras ficaram decepcionados com a saída de Marcos Cavalera assumindo que a banda tinha acabado ali mesmo sendo bem honesto até hoje Existem muitos fãs que ainda partiram nessa opinião e a bem da verdade que Green está à frente do Sepultura há mais tempo do que Max Cavalera jamais esteve e os fãs que permanecem consumindo são da banda perceberam que o sol evoluiu para algo
mais técnico e depois de um tempo sem futuro conseguiu amadurecer e Inovar e se reencontrar novamente trazendo muitos álbuns extremamente bons em sua carreira Vamos ser sincero se os padrões para você considerar que o Sepultura está fazendo um som bom ou não foi a qualidade de vocal e o estilo de Max cavaleira você com certeza vai se decepcionar quando for escutar Derick Green cantando na frente da banda Max e Derek tem estilos completamente diferente desde que eles trocaram seu vocal o Sepultura buscou incessantemente uma nova identidade para si muito disso também se deve ao fato
de que conter Grimm as possibilidades eram maiores do que quando era com o Max Cavaleiro então sabendo disso de um componente a mais dentro da banda havia um infinitas possibilidades e vamos dizer que o seu futuro Demorou a conseguir engrenar na velocidade certa para essa composição da formação quando Derick Grimm e para ser bem sincero parece que não foi há muito tempo que o Sepultura finalmente conseguiu encontrar o melhor de si com essa formação parece que essa jornada que começou lá em 1998 só bem a pouco tempo finalmente encontrar um equilíbrio agradável para todo mundo
e para fazer justiça tantos anos da frente do Derick Green nós vamos aqui fazer uma viagem hoje aos discos da fase com ele e vamos aqui mostrar algumas músicas que podem ou não fazer você mudar de ideia sobre o Derek Green a frente do Sepultura então enquanto a gente fala desses discos da passagem do dere que a gente também vai pegar e falar de algumas faixas que são destaques dos mesmos [Música] saudações a todos sejam todos muito bem vindos se você está chegando aqui meu canal pela primeira vez já vai se inscrever nesse botão bem
Aqui de baixo enquanto esse vídeo terminar deixa o seu comentário aí dizendo o que que você achou desse vídeo Espero que Green tem uma voz mais melódica e grave enquanto o Max Cavalera tem uma voz mais agressiva e cultural uma boa abordagem para entender a diferença entre os dois pode principalmente girar em torno de que Derek Green tem uma bagagem musical mais Ampla enquanto o Max Cavaleiro por toda sua carreira sempre foi mais do filho e aprendeu muita coisa de forma mais visceral tudo pautado principalmente no metal a mão de ideia que era professor de
música e isso fez ele ser aberta muitos Estilos diferentes ela cantava igreja era Regente de coral tocava piano e estudavamos que é clássica então em casa ele havia muita música clássica e música gospel E logo depois ele entrou de cabeça no jazz e aos poucos foi para o rock e depois para o underground do hardcore do punks [Música] isso Acabou trazendo ao Sepultura possibilidades que quando se encontrar com as ideias principalmente de André esquisse forçar uma mudança natural na Banda quando Derick entrou para banda existiu uma missão bem difícil para todo mundo eles realmente precisavam
mudar como banda como músicos e crescerem juntos em uma turnê bem como estarem em estúdio gravando com diferentes produtores isso sem contar que eles estariam à frente de um público que iria cobrar algo com gigantismo de Roots e com desconfiança desgravadoras quando você fala para pensar nisso as mudanças ao longo dos anos no Sepultura foram graduais e lentas no início talvez errando mais do que acertando mas definitivamente buscando um aspecto para a banda realmente criar algo que não soaram iguais quando Derick entrou para o Sepultura Eles já tinha uma história muito forte e ele precisava
de um tempo para se encontrar nela só deu mais certeza do que o dela que era o cara aí a gente pediu para para gravadora sabe não perder mais tempo que eles estavam insistindo para que a gente quiser escutasse mais fitas não sei o que mas a certeza já estava dentro da gente sacou então a gente tá aqui meio nessa expectativa mas a gente tem mais do que certeza que é essa que o seu dinheiro não gostar a gente parte para outra gravadora porque é isso que a gente quer fazer mas só quero trocar trocar
de gravadora quer trocar de vocalista Com certeza já fazem mais de 20 anos que Derick está à frente do Sepultura e é bem na verdade é que a sua entrada gerou muita desconfiança e também preconceito o Sepultura na época bancou a decisão de manter ele na Banda e Aos Trancos e Barrancos Eles foram disco após disco tentando vencer esse preconceito e principalmente ganhar espaço e provar que eles ainda eram os Sepultura E é claro que nesse tema aqui que a gente está tratando falava de discografia com o Max Cavaleiro encerra qualquer tipo de assunto quando
a gente vai falar do auge do Sepultura mas esse vídeo aqui não se trata exatamente sobre isso aqui a gente está falando sobre como uma banda consegue ter uma longevidade bem grande como Sepultura conseguiu manter uma autenticidade sem perder a essência e principalmente ainda se manter relevante depois de tudo o que aconteceu a resistência Com certeza são duas características que fazem da fase de Derek Green algo surpreendente logo depois o Roots veio o disco a guinstein esse foi o primeiro lançamento do Sepultura com Derek Green e foi Uma Prova de Fogo porque esse disco não
foi muito bem aceito o Sepultura ainda parecia meio perdido e fazia muita força para provar que eles ainda eram Sepultura desde que aqui passou por uma prova de fogo de imprimir sua personalidade em um álbum que tinha difícil missão de dar sequência Roots uma missão que já começava vamos combinar bem derrotada desde o início por causa do enorme sucesso que o álbum fez na época apesar de ser um disco bem distante do Ápice de sepultura ele tem uma dinâmica forte no Hardcore no punk um disco bem direto e mais simples com 15 músicas em apenas
45 minutos uma característica bem punk grande volume em pouco tempo [Música] é bem mais pesado que esse disco principalmente porque ele tava num contexto da época do new metal mas ainda assim esse disco tem uma essência bem Tribalista presente e talvez um ponto de destaque desse disco seja faixa showk Sepultura sempre foi assim tentar trazer uma influência nova para não ficar na na mesma tocando a mesma tecla que tocando com os mesmos cara já mais de 15 anos e sem mudar a música não ia dar para aguentar entendeu aqui antes foi um período muito conturbado
na carreira foi muito difícil colocar música colocar esse disco para fora e agora está bem mais entrosado com a banda já fizemos vários shows pelo mundo já em 2001 veio o álbum Nation o Sepultura aqui parecia tentar provar que o conceito em torno da banda de unidade ainda era forte se Max gostava de dizer que o universo tinha envolvido Sepultura era o sepultural aqui o termo sempre Nation vem com tudo esse disco ainda mostra o Sepultura tentando se reencontrar e talvez ainda longe do melhor que podia ser extraído com Derek à frente da banda esse
disco já mostra um lado mais ousado de sepultura que buscou experimentar principalmente no talento e vocal de Derek Green Esse é um disco bem progressivo para os padrões de sepultura longe do peso do Roots ou da agressividade de quem o Zedge definitivamente esse disco Aqui tem bastante dificuldade de engrenar ele luta o tempo todo com uma crise de identidade sem saber muito bem para onde ir e é bem para dizer é bem louvável que o Derek Green tenta fazer com sua voz aqui as interpretações passam bastante emoção mas ainda assim o Sepultura não soube exatamente
como encontrar o equilíbrio para isso dentro dessas composições aqui o seu futuro da sua meio perdido E no fim das contas esse disco ainda não era o que os fãs estavam esperando deles a parte que Talvez consiga encontrar essa identidade é a seplanation porque começa com tribal ali que remete bastante ao risco keios e di e tem uma levada bem envolvente que lembra bem Aquele estilo que está presente inteiro e Tower ou atitude [Música] [Aplausos] [Música] [Aplausos] dois anos depois em 2003 veio robeck esse disco tem músicas com potencial e aqui o Sepultura parece Começar
a se encontrar novamente dentro da Fórmula contando com Derek as pessoas podiam achar que como alguém chinnation foram tentativas de novas formas para o sepultura que não tiveram êxito que talvez agora eles partissem para tentar repetir o sucesso do passado mas ao invés disso eles peitar as impressões de todos e mais uma vez se distanciaram totalmente do período com o Max mas mais uma vez o disco não impactou com o esperado a produção do disco também não é um destaque e não auditor destacar o que tinha de bom no álbum Como back life ou Mind
War que são a liga que faz E você entender para onde o Sepultura estava tentando ir São músicas com pesos onde der quem imprime essa personalidade e agressividade Vale lembrar também que em 2003 o new metal estava no auge e o Sepultura não estava com a minha nova vontade de seguir tendência apesar de ter ajudado a criar uma e nessa época Max Cavaleiro teve um destaque muito maior que o Sepultura vamos dizer assim que o Max estava engolindo Sepultura no mercado ele vende lançamentos bem agressivos pra época conversava muito bem com a cena em um
método também me ajuda para Jennifer então a gente pode dizer que esse foi um período Sepultura bem apagado vamos dizer assim o que os caras não conseguiram se encontrar tão pouco se destacar e muito pelo contrário como ainda havia muita conversa sobre Max cavaleiro à frente do Sepultura e Derek Green cantando lá quando o Max apareceu ali com softly as comparações foram inevitáveis e nessa corrida aí o Max Cavaleiro Saiu em vantagem Mas apesar disso Roberta tem seus destaques [Música] apesar de em 2013 teve futuro ter passado bem despercebido nos anos seguintes o Sepultura não
só continua Desafiando os mais descrentes da banda como também dobrou a aposta além de manter a busca constante pelo novo som de sepultura em 2006 o Sepultura usou para valer ao fazer um disco conceitual o disco Dante One foi baseado na Divina Comédia de Dante que trata sobre os nove ciclos do inferno onde cada um representa um pecado diferente foi aqui que o Sepultura finalmente encontrou um estilo contemporâneo que vinha buscando e finalmente ocupou sua devido lugar de respeito aqui o Sepultura buscou o teste agressividade e os grupos que consagraram eles novamente Em alguns momentos
de peso no disco você consegue perceber que eles estão bem inspirados e existem aqui alguns lampejos bem inspirados que lembram um trecho de discos como quem Sepultura resolveu usar tanto nesse disco aqui que nem aquela pegada tribal que veio surgindo desde a Rise em que os Edi eles não usaram aqui deixaram toda aquela brasilidade de lado e entrar de cabeça em um conceito totalmente diferente esse é um disco que parece que a banda realmente conseguiu encontrar um equilíbrio entre os membros que fizeram essa formação existem vários bons exemplos de música nesse disco aqui como hóstia
e falso mas com certeza se eu tiver que dar um destaque para uma música desse disco com certeza eu deixo para converter em live Essa é sem dúvida uma das melhores faixas dos Sepultura fez nessa formação com Derek Green e com certeza até esse ponto do lançamento desse álbum foi a faixa que melhor representou o potencial máximo que o Sepultura tinha com Derek Green a frente da banda mas apesar de ser um disco incrível esse disco não é muito lembrado pela mídia especializada O que é uma pena porque é um ótimo disco fora que ele
abriu portas por Sepultura Renascer e o pior dessa fase foi que bem nesse período que parece que quando a banda finalmente conseguiu engrenar e se encontrar novamente para uma química boa na hora de criar músicas e compor e qualquer Cavaleiro acabou deixando a banda bem depois do lançamento do álbum [Música] Igor Cavaleiro saiu ainda em 2006 e foi logo depois em 2009 depois do susto de sua saída que o tempo dura pela primeira vez em sua história foi para o estúdio gravar um alvo sem nenhum dos Cavaleiros envolvidos dentro desse contexto eles sentiram que encontrar
o caminho e pela primeira vez desde a entrada de débito eles decidiram repetir uma fórmula o Alex foi composto sobre o conceito da Laranja Mecânica o disco foi dividido em quatro capítulos e tem uma tonalidade crua bem característica aqui o Sepultura também decidiu usar um pouco do conceito da música clássica que já tinha sido um pouquinho abordado em Dante durante o ano e os caras simplesmente fizeram uma releitura da Nona Sinfonia de Beethoven que ficou sensacional esse disco com certeza é um exemplo de um outro acerto na fase de Derek Green e se por acaso
você ainda não escutou esse disco fique sabendo que vale muito a sua atenção esse disco tem músicas grandiosas e com grande potencial carros de 2011 foi outro álbum forte bem direto o que acabou dando um ar um pouco triste para quem esperava uma continuação delex aqui Sepultura não buscou sua tão época como nas obras anteriores Carlos fala sobre um determinado tipo de intervalo de tempo é uma tradução livre da palavra grega cairos que se refere a oportunidades que se apresenta nos momentos certos em todos os lugares certos O Curioso desse disco que ele tem um
tipo de flash com as obras bem mais antigas do Sepultura em termos de estrutura das músicas algumas composições aqui conseguem devagarinho relembrar a gente dos tempos de queijos e quanto mais o tempo passa e mais esse disco envelhece mais essa sensação aumenta esse disco já foi lançado pela núclear Blast e aqui definitivamente o Sepultura finalmente conseguiu voltar para uma stream de onde nunca deveria ter saído e a música de destaque desse disco fica pra faixa título kyles que tem uma levada bem arrastada que lembra os tempos clássicos Sepultura [Música] já usamos de 2016 e quadras
são definitivamente onde a Banda finalmente conseguiu se estabelecer como um novo Sepultura nesses alvos da banda aparece já saber bem o que tá fazendo diminuir nem muito a margem de erro e acertando muito mais do que errando mesmo que ainda haja um tom mais progressivo e algumas músicas o peso dos riffs e a pegada Trash é inegável [Música] Sem falar que Derick por explorar a amplitude de sua voz sem que isso ficasse estranho de forma harmoniosa esses dois discos apresentam Sepultura bem mais confiante o sepultura que sabe domina o que está fazendo que sabe que
não precisa Temer a crítica de desconfiança à sua volta que superou isso e deixou tudo no passado demorou bastante tempo praticamente 20 anos para que depois de tanto experimentar Sepultura finalmente se encontrasse a ponto de lançar um álbum para ser considerado tão bom quanto o que os Edi ou a Rise o álbum quadro foi ovacionado pela crítica e depois de tantos anos tentando ser cultura conseguiu sintetizar o melhor que havia entre eles pra lançar algo que fosse da altura do peso do nome da banda masolation é uma música que mostra todo o potencial que Sepultura
consegue com essa formação essa música é uma combinação perfeita de todos os elementos que transformaram Sepultura em Sepultura ao longo dos anos existem algumas passagens essa música que são tão rápidas com rifle tão agressivos que lembram até a fase Death metas do Sepultura isso sem contar nas brilhantes de bateria de herói Casagrande que não só deram um novo gás por Sepultura como Com certeza elevar o nível técnico da banda para um nível onde a Banda jamais esteve tudo bem É claro que a gente espera que quando a gente vá ao show do Sepultura a gente
fica ali esperando que eles vão tocar músicas clássicas a gente quer ouvir as músicas do Keys e dia e do arise do groots mas é inegável o esforço que esses caras fizeram ao longo de mais de 20 anos para manter a banda viva e principalmente se reinventando e se mantendo vivos dentro da cena é incrível coragem que eles tiveram de ficar tentando arriscar algo após algo mesmo sofrendo todo tipo de pressão e crítica ao longo desses anos todos o fato é que a gente precisa respeitar o passado e entender o que foi construído lá mas
também precisa abraçar o presente entendendo que ele tá em constante mudança o tempo todo e precisa se adaptar em seu próprio estilo e Sepultura apostou e nunca mais olhar para trás mas sim Sempre pro futuro então toda vez que a gente for Comparar as duas fases entre Max Cavaleiro e Derek Green é importante entender que cada um fez um trabalho bem oposto ao outro na verdade essa cultura passou anos tentando se reencontrar de mostrar algo novo algo que você além do seu potencial Sepultura apresentou até o ponto onde Max Cavaleiros saiu e se você for
parar para pensar bandas que ousaram bandas que tentaram mudar ou lançaram coisas diferentes ao longo dos anos mesmo sofrendo pressão e crítica conseguiram se manter vivas e relevantes a prova disso é metálica que mesmo Aos Trancos e Barrancos toda vez que decidiu mudar de alguma forma fez com que ele se mantivessem quentes na cena tá e o Sepultura depois de tantos anos tentou várias vezes errou Muitas delas Mas conseguiu chegar a um ponto onde a gente olha pra banda e consegue louvar um trabalho como o quadro por exemplo mas isso na minha opinião eu espero
que você tenha a sua deixa aqui embaixo cara qual é a sua fase preferida de sepultura é com o Max escavadeira na fase clássica ou com Derek Green nessa fase mais contemporânea que já é a maior fase da banda estamos juntão muito obrigado pela sua audiência até a próxima valeu [Música] [Música]