Oi britos e bonitos, tudo bom com vocês? Começando mais uma quinta misteriosa aqui no canal. Antes de mais nada, se você é novo por aqui, ainda não tá inscrito, já se inscreve aqui embaixo que tem vídeo novo para vocês toda segunda e toda quinta.
Então a gente completa com quase 500 vídeos para vocês maratonarem. Vai estar aqui na descrição, então tem muito conteúdo aqui no canal. que tá misteriosa também, é podcast para você ouvir quando e onde quiser.
E não esquece de me acompanhar nas redes sociais que eu vou deixar aqui na tela para vocês. Me sigam por lá que tem conteúdo extra de séries, filmes, livros e, óbvio, tr crime. Antes de começar, eu queria falar com vocês sobre uma experiência que eu tive há alguns meses e que tá me ajudando muito na minha carreira.
Como a maioria sabe, eu sou jornalista, então eu sou formada em jornalismo. E uma das minhas partes favoritas no jornalismo sempre foi reportagem investigativa, né? Essa parte de investigação sempre me chamou atenção.
Quando eu li a reportagem sobre crimes, eu sempre tinha mais interesse ainda para tentar entender como era feito, o que eles usavam. Eu sempre tive muita curiosidade na área, mas eu achava que eu nunca poderia estudar e aprender sobre, porque eu achava que era só com concurso público e hoje no meu trabalho, na minha vida, seria impossível. E aí uma amiga minha me indicou em Pati Forense.
Ela tinha se formado e me indicou. Então eu decidi fazer o formação avançada, que é o mais completo que eles têm, assim, e eu decidi começar por dois motivos. O primeiro, porque eu poderia estudar em casa, é tudo online.
Então isso para mim faz toda a diferença. Eu consegui colocar na minha rotina que é muito doida e nunca é igual. Fora que eles tm lives online gratuitas também, que é super legal e logo que eu comecei a estudar, eu percebi o quanto me ajudaria no meu trabalho hoje aqui na internet.
Eu falo isso porque eu sou jornalista, né? Eu não sou detetive, eu não sou policial, então muitas vezes quando eu tô estudando um caso, eu fico com dúvidas em muitas coisas. Então durante o curso eu aprendi sobre química forense, balística, papiloscopia, documentoscopia, preservação de cena de crime, além de muitos outros conhecimentos que eu tenho certeza que vão me ajudar muito nas pesquisas que eu faço aqui pro canal.
Quem dá o curso é o professor Danilo Pelege. Ele também é perito judicial, reconhecido pelo Tribunal de Justiça de São Paulo e pelo Tribunal de Justiça Militar, fora que a forma como ele ensina para mim é muito legal, porque ele é muito direto, não fica enrolando. E o curso também é reconhecido pelo MEC.
No meu caso, entrou como uma pós-graduação, já que eu sou formada em jornalismo, mas se você não tem curso superior, não tem problema, você também pode fazer. E para fazer o curso de perícia forense, você não precisa prestar concurso. O concurso é para quem faz perícia criminal e são duas coisas diferentes.
Então eu fiz o curso, me formei e depois disso eu contei para vocês, né, que agora eu sou perita forense também contei lá no meu Instagram e surgiram muitas dúvidas sobre. Então eu vou deixar um link para vocês porque eu tenho certeza que muitos também se interessam muito pela área e gostariam de estudar e trabalhar nessa área. Então o link vai est aqui na descrição para vocês.
Lá vocês conseguem tirar as dúvidas e entender como funciona o curso e tudo mais. Então vai est tudo certinho para vocês na descrição. Eu amei, acho que vai me ajudar muito e tenho certeza que vocês também vão amar.
E agora bora começar o caso de [Música] [Aplausos] hoje. Megan Huntsman nasceu no dia 26 de fevereiro de 1975 e cresceu em Pleasant Grove, cidade localizada no estado norte-americano de Uta. Ela era a filha mais velha e seu pai trabalhava como pintor industrial, enquanto sua mãe trabalhou em diversos empregos, incluindo o emprego em supermercado.
De acordo com o tio de Megan chamado Larry Huntsman, a família frequentava a igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. E a Megan ainda era membro da igreja quando o caso aconteceu. Durante o ensino médio, a Megan estudou na Pleasant Grove High School, onde ela conheceu seu futuro marido, Daren Brad West.
Eles se casaram em 3 de abril de 1993 e ela tinha acabado de completar 18 anos e ainda estava no último ano do ensino médio. Uma notícia do jornal da época que eles se casaram revelou que o Daren já estava formado no ensino médio. Ele estava estudando na Uta Valley Community College e tinha um emprego em Oren, outra cidade do Uta.
Na notícia dizia também que o casal moraria em Pleasant Grove. De acordo com vizinhos, o Daren trabalhava na construção civil e a Megan ocasionalmente trabalhava como babá e limpava casas para conseguir um dinheiro extra. O casal parecia ter um bom casamento, apesar de alguns problemas que eles enfrentavam.
Juntos tiveram três filhas: Darian, Jcy e Sawyer, as quais todos tinham conhecimento da existência. Parentes e pessoas próximas percebiam que de vez em quando a Megan tinha uma oscilação de peso. Ela é uma mulher pequena de 1,62 e 48 kg.
Então essa oscilação acontecia de tempos em tempos. Apesar das pessoas repararem nessa oscilação de peso, a Mega nunca tinha dito estar grávida. Então, como eu falei, ela tinha três filhas que era de conhecimento das pessoas.
E além delas, ela nunca mais tinha dito estar grávida. O casamento da Megan e do Daren foi decaindo por conta do abuso de substâncias e episódios de violência, segundo o que a Megan relataria para pessoas próximas. A Megan dizia que apanhava em casa, que ela ficava com o olho roxo, mas que ela tinha vergonha de contar para alguém ou de denunciar.
A Megan relatou ter sido vítima de violência doméstica, mas ela nunca prestou queixa e a polícia nunca encontrou evidências de que ela tenha prestado queixa em algum momento. O pai da Megan tava doente e ele acabou tirando a própria vida, o que fez com que ela decaísse ainda mais. Então, por conta disso, ela recorreu ao alcoolismo e a abuso de substâncias, que era uma coisa que ela já fazia, então agora estava ainda pior.
A doença acabou afetando muito a sua família e ela perdeu o emprego que ela tinha na época em uma padaria. Em 2005, agentes federais de combate às drogas começaram a investigar o Daren, o marido dela, que foi acusado de encomendar ingredientes de metanfetamina pelo correio. Registros judiciais apontam que a Megan permitiu que os policiais se revistassem sua casa.
Os agentes procuraram por toda a casa e eles encontraram no lixo da garagem algumas evidências de drogas. De acordo com a polícia de Pleasant Grove, eles não tinham o mandado de busca para revistar a casa, mas como a Megan permitiu, eles puderam fazer a revista. No ano seguinte, em 2006, o Daren se declarou culpado de duas acusações de posse de drogas e foi condenado a 9 anos de prisão.
E aí, apenas duas semanas depois do Daren ser indiciado, a divisão de serviços infantis e familiares recebeu uma denúncia anônima, dizendo que a Megan estava usando metanfetamina em casa na presença das filhas. Sobre essa parte, especificamente, a polícia decidiu não revelar mais informações pros veículos de mídia. Então eles não revelaram se os assistentes sociais responderam a esse chamado na época, porque era um caso que tava em andamento.
Então eles disseram que era tudo confidencial. Depois da prisão do Dary, os seus pais deixaram que a Megan e as três filhas morassem em uma casa que eles tinham. A casa tinha três quartos e eles disseram que a condição para ela morar lá com as três filhas é que ela permanecesse fiel ao seu marido, esperasse por ele e que ela não tivesse relacionamento com nenhum outro homem.
O Aon Hawker era um vizinho da Megan nessa casa que ela foi morar com as filhas. E ele disse que ele sempre viu ela e as filhas tendo comportamentos normais. Depois que o Daren foi preso, a Megan começou um relacionamento com um homem que ela conheceu no trabalho chamado Jimmy Brady.
E aí em 2011 os sogros descobrem, né, que ela estava em um relacionamento e expulsam ela da casa deles e ela vai morar com ele, com o Jimmy. As filhas decidiram continuar morando na casa dos avós, né, dos pais do Daren. Então, a mais velha na época, ela tinha 18 anos.
Ela tinha nascido logo depois do casamento dos pais. A do meio tinha 17 e a mais nova tinha 11. Então as três continuam morando na casa.
A Mary West, que é tia delas, resolveu se mudar para casa para cuidar delas. E aí a Megan tinha ido morar com o namorado, como eu disse para vocês. E o Aon, que era vizinho das meninas, disse que depois que ela se mudou, ela visitou as meninas pouquíssimas vezes.
O Jimmy, que era o novo namorado da Megan, disse que a vida deles como casal no começo era normal. Parecia tudo muito estável, ela era amorosa, ela era bem maternal. Então, o pai do Jimmy disse que se lembra que eles foram jantar num restaurante e que a esposa dele caiu e a Megan foi a primeira pessoa a ajudá-la.
Então, o Jimmy não tinha coisas ruins para falar sobre ela e a família dele também parecia gostar dela. De acordo com ele, em 2012, a Megan engravidou e aí os dois conversaram sobre como seria a vida dele se ela tivesse aquele filho. De acordo com ele, a Mega acabou sofrendo um aborto espontâneo em agosto e que depois disso ela ficou extremamente abalada.
Depois de cumprir 8 anos de prisão em 2014, o Daren é liberado. Então ele vai morar na casa dos seus pais. Aqui as filhas mais novas estavam morando.
Na época duas estavam morando lá, porque a mais velha, que já era maior de idade, já tinha saído. O vizinho Aaron disse que ele sempre achou a condenação do Daren muito dura pro crime que ele cometeu, que segundo ele era levar drogas para um amigo dele. E aí ele ganharia $200 se fizesse isso.
Enquanto o Daren estava preso, ele trocava cartas com o AON. Então eles sempre conversavam por cartas. E segundo pessoas que conheciam ele, ele era um ótimo pai para as meninas.
Quando ele foi liberado da prisão, ele tava muito animado, então ele decidiu fazer uma faxina enorme na casa. Ele queria arrumar algumas coisas na casa. Ele estava muito animado, né, para essa nova fase da vida dele.
Ele já sabia que a Megan tava namorando um outro homem, né, apesar dos dois ainda estarem casados legalmente. Então, dessa forma, eles continuaram vivendo separados. E aí, no dia 12 de abril de 2014, alguns familiares do Daren foram visitar ele na casa e ele tava fazendo essa grande faxina.
Ele queria deixar a casa mais confortável para ele e pras meninas. E aí ele tava na garagem e na garagem tinham muitas coisas, muitas coisas que eram da Megan. E aí esses familiares começaram a ajudar ele.
Durante essa faxina ele encontrou uma caixa de papelão que estava ao lado de uma árvore de Natal artificial. E aí ele não reconheceu aquela caixa, não sabia o que tinha dentro e decidiu abrir. Dentro da caixa de papelão embalado por plástico e por um cobertor havia o corpo de um bebê recém-nascido em estado avançado de decomposição.
Tanto a caixa quanto o plástico que estava em volta do bebê estavam presos por fita adesiva, muita fita adesiva. Então parecia que a pessoa que fechou aquela caixa não queria que ninguém abrisse. Os vizinhos comentaram com a polícia posteriormente que às vezes eles sentiam um cheiro estranho vindo da garagem.
E aí o Daren ligou pra Megan para dizer o que ele tinha encontrado e a resposta dela foi: "Ah, você encontrou". A Megan pediu várias vezes para ele não chamar a polícia dizendo que ela iria até lá para buscar a caixa, mas obviamente ele ligou pro nano. Na ligação que foi gravada era perceptível o quanto ele tinha ficado chocado e abalado com o que ele tinha encontrado.
Nisso a polícia consegue um mandado de busca pra casa, porque eles queriam se certificar que aquele era o único corpo que tinha lá porque eles acharam que talvez tivessem mais. A polícia entrou em contato com a Megan para entender o que tinha acontecido ali. Ela respondeu que ela tava grávida de 7 meses e aí ela teve um aborto e que isso tinha acontecido muitos anos antes.
Essa foi a mesma história que ela disse pro Daren. Enquanto a polícia estava vasculhando a casa, eles levaram a Megan para interrogatório porque eles queriam entender o porquê dela ter colocado aquele corpo em uma caixa fechada, né, uma caixa de papelão. Eles queriam entender porque ela não tinha avisado ninguém, porque ela não tinha chamado as autoridades ou então a emergência médica.
A Megan relatou que ela e o Daren usavam muitas drogas e que quando ele foi preso ela estava grávida, mas ela não sabia. Ela achou que ela tava só passando por estresse. Ela relatou que quando ele foi preso, ela estava com mais ou menos dois meses de gestação.
A Megan contou que no dia do aborto ela começou a sentir muitas dores e que ela estava sozinha em casa porque as filhas estavam na escola. Então ela foi no banheiro e teve o parto. Ela disse que o bebê estava com aproximadamente 7 meses, que quando ele nasceu ele tava bem azul, ele não estava respirando e que ela entrou em choque, não sabia o que fazer.
Ela diz que simplesmente embalou o corpo da criança e ela fala que nesse momento ela não estava pensando direito, que ela nem se lembra direito do que ela fez e que depois colocou dentro de uma caixa. Quando ela estava fazendo esse interrogatório, conversando com o detetive, ela disse: "Hoje eu faria diferente, eu teria chamado uma ambulância, ajuda médica ou até mesmo as autoridades". Ela repetiu a mesma história que ela já tinha contado pro Daren, pros investigadores.
E aí ela disse que ela tentou fazer com que o bebê respirasse, mas que nada funcionava. Ela relata mais uma vez que ela não se lembra direito daquele dia, não se lembra direito do que aconteceu. Ela acredita até que ela tenha desmaiado e tenha acordado quando as filhas chegaram em casa e aí ela embalou, o bebê colocou na caixa e deixou lá por vários anos.
A Megan confirma que a caixa estava lá na garagem desde 2006 e que sempre que eles iam limpar a garagem, ela escondia aquela caixa para que ninguém encontrasse. E todas as perguntas que eram feitas para Megan parecia que ela sempre tinha uma justificativa. Então, quanto mais o detetive conversava com ela, mais ele achava que tinham coisas faltando, que tinham muitas lacunas sem serem preenchidas e ele achava que ela tava escondendo alguma coisa.
Durante a entrevista, ela expressou um medo de ser presa, o que o detetive achou muito suspeito. A princípio, todo mundo ali tinha entendido que se tratava de um caso, de um aborto que não foi comunicado, mas se a Megan tava com medo de ir pra cadeia e eles sabiam que ela tinha feito algo errado. Com o mandado de busca, eles podiam revirar toda a casa.
A garagem tinha muitas, muitas, muitas caixas. Então eles decidiram chamar por ajuda de um médico legista para que eles pudessem abrir todas aquelas caixas. E assim eles encontraram mais seis corpos de bebês recém-nascidos.
O capitão da polícia Michael Roberts disse que o caso foi chocante para todos os policiais que estavam lá. Então no total eram sete corpos. Eles eram enrolados em toalhas ou camisas e depois colocado dentro de sacos plásticos e aí dentro de uma caixa de papelão que era fechada com fita.
Cada um deles estava em uma caixa diferente, então em caixas separadas. E cada um deles estava em um estágio diferente de composição, mas dava para perceber que estavam ali já há um bom tempo. Inclusive, eles foram encontrados com certo espaço de tempo entre eles, como eram muitas coisas naquela garagem.
Tinham cerca de 20 ou 30 policiais lá procurando. Então, pouco a pouco eles iam encontrando porque tinha muita coisa. Assim que eles encontraram o segundo corpo, eles informaram o detetive que estava interrogando a Megan.
Quando ele fala com ela sobre isso, ele falou no objetivo de conseguir respostas, né? E é esse momento que ela admite que tinham mais corpos lá e que ela não sabia no total quantos eram. A Megan fala pro detetive que ela achava que o Daren tinha conhecimento na maioria das suas gestações.
Ela disse que nunca contou para ele que estava grávida, mas eles dormiam juntos todos os dias, então ele deveria saber. Mas segundo o que ela também disse em interrogatório, ela teria contado para ele sobre um dos abortos. De acordo com ela, o Darwin não perguntou o que ela fez com o corpo do bebê depois do aborto.
Em um primeiro momento, ela disse pros investigadores que todos os bebês tinham nascido prematuros ou eram na mortos. Ela disse também que nunca tinha tirado as caixas da garagem desde o momento em que os bebês nasceram. Ela colocou dentro da caixa e nunca mais mexeu.
Ao longo dos anos, a Megan teve um grande histórico de abuso de substâncias, principalmente o uso de metanfetamina e o consumo exacerbado de álcool. Ela colocou toda a culpa por não ter pedido ajuda nas drogas, dizendo que elas mexem muito com a cabeça das pessoas e fizeram ela tomar uma série de decisões erradas. Ela dizia que provavelmente estava fora de si a maior parte do tempo, mas isso não era justificativa para que ela matasse seus filhos.
Conforme o interrogatório dela foi avançando, o detetive Danny Backstrom fazia mais e mais perguntas sobre o momento dos nascimentos e sobre como ela tentou fazer esses bebês respirarem novamente, já que ela alegou que eram natortos. Ela dizia que chacoalhava eles ou tentava limpar a boca deles com os dedos e conforme ela falava, ela começou a admitir que talvez alguns tivessem nascido vivos. Conforme o Den questionava, a Megan, ela começou a admitir que os bebês nasciam sim vivos, mas dizia que eles não choravam e ela percebia que estavam vivos porque o peito deles mexia.
Então o detetive começou a perceber que ela tava mentindo e que possivelmente ela matava esses bebês. Ele perguntou para ela se ela matou algum bebê depois do nascimento e ela disse que sim, mas não lembrava qual. Ela disse que matou a criança por estrangulamento.
Pouco depois ela começou a admitir que apenas um nasceu morto e os outros foram assassinados por ela da mesma maneira. chegou num ponto na entrevista em que ela disse que poderiam existir oito ou nove corpos, mas ela sabia que não havia mais do que isso. A polícia fez extensas buscas depois da descoberta do sexto e do sétimo, mas não encontraram mais nenhum corpo.
Durante a busca, eles também encontraram Zenix, maconha e material para uso de drogas na casa. O Deno saiu da sala de interrogatório e precisou de alguns minutos para se recompor, porque esse foi o interrogatório mais difícil da sua vida. Nesse dia, antes da Megan ter sido levada paraa delegacia para ser interrogada, ela teve uma última conversa com seu namorado, o Jimmy.
Ela explicou que anos antes ela abortou um bebê, que ela entrou em pânico e escondeu o corpo dele em uma caixa. A polícia também conseguiu um mandado de busca pra casa em que ela estava morando com o Jimmy, mas lá eles não encontraram nada. Ela não tinha revelado pro Jimmy o fato de serem vários corpos, ela tinha falado como se fosse só um.
Ela sabia que o Der tinha ligado pra polícia isso antes dela ser levada e ela tinha pedido pro Jim por uma arma. A Megan foi levada sob custódia no mesmo dia em que foi feita a ligação e depois do interrogatório ela foi mandada pra cadeia do condado de uta. Quando Daren ficou sabendo sobre toda a história, ele entrou em choque e disse pra polícia que ele nunca soube de nenhuma dessas vezes em que ela teria ficado grávida.
Ele disse que só sabia das três filhas que nasceram e de um que ela teria dito que teve um aborto e que quando ele encontrou aquele bebê dentro da caixa, né, o primeiro, os outros foram encontrados pelos policiais, ele achava que não era dela, que não era da família dele, que podia ser de outra pessoa que tinha colocado lá. Então ele foi levado para interrogatório e contou pra polícia isso, que ele não fazia ideia e que ela só tinha contado para ele sobre um aborto. O Darwin também contou pro detetive que nas três gestações da Megan, né, das três filhas que nasceram, ele só ficou sabendo que ela tava grávida no quarto ou quinto mês de gestação.
Ele tava completamente chocado com tudo isso ao descobrir que tinham sete corpos de bebês lá, mas ele disse que ele abusava muito das drogas, então tinha muita coisa que ele não lembrava. Mas ele jurou pro detetive que ele não sabia da existência desses bebês. Mesmo depois de ser muito pressionado, ele continuou negando e disse que ele não sabia dos partos e nem de que ela tinha ficado grávida.
Como eles estavam no interrogatório há muito tempo, ele falou que queria parar e pediu para um advogado. Por mais que o detetive acreditasse que o Daren estava envolvido de alguma forma, ele não tinha nenhuma evidência contra ele. Além disso, eles não tinham encontrado nenhuma impressão digital nas caixas ou nos sacos plásticos, em absolutamente nada.
Então eles não tinham nenhuma evidência física que realmente o ligasse ao caso. Com isso, a polícia tira o foco do Daren e volta ao foco 100% na Megan. Conforme eles iam abrindo as caixas, encontrando mais e mais corpos, o capitão da polícia ficava cada vez mais chocado.
E depois de um tempo eles passaram a acreditar que realmente o Daren não sabia, não tinha conhecimento sobre as outras vezes em que a Megan ficou grávida. Groet coletivo, capitão de polícia foi questionado sobre isso, como que o Dery não sabia e ele disse que ele não fazia ideia que era a pergunta de milhão de dólares. Na cadeia a Mega estava em vigilância 24 horas para que ela não tentasse tirar a própria vida.
Ela tinha 39 anos e posteriormente, em outra conversa com a polícia, ela admitiu ter matado seis bebês entre 1996 e 2006. E ela disse que o sétimo bebê teria nascido morto. Nesse período da vida da Megan, ela estava casada, né, e morando com o Daren.
Então, por mais que ele acreditasse que ele não era o pai daquelas crianças, provavelmente era ele. Mesmo alegando não ter percebido que ela estava grávida, não ter visto nada, ele viveu com ela essas sete gestações. As duas filhas mais velhas da Megan, a Darian e a Jace tinham nascido antes dela cometer todos esses assassinatos.
Mas a mais nova, a Soyer, teria nascido em 2000. Então, foi no meio disso tudo. Não se sabe qual o motivo paraa Megan ter escolhido poupar a vida da Swyer.
Posteriormente, ela disse que ela estava soboito de metanfetamina quando cometeu os crimes e que ela fez isso porque ela acreditava que não conseguiria cuidar desses bebês de forma adequada. Ela conta que os seis bebês que nasceram vivos morreram quase que imediatamente depois do parto ela usava uma ligadura para enforcá-los. Como ela confessou o assassinato de seis bebês, ela recebeu seis acusações de homicídio e foi estabelecida uma fiança de 6 milhões de dólares para ela, 1 milhão por cada bebê.
Durante a sua breve apareceu no tribunal, ela manteve a cabeça abaixada, olhando pro chão enquanto ela ouvia as acusações. O seu advogado de defesa era Doug Thompson, que conversou com a sua cliente após a audiência da acusação, mas não revelou a repórteres muitos detalhes, dizendo apenas que ela parecia bem. De acordo com a polícia, familiares, amigos e vizinhos relataram que não tinham percebido que ela tinha ficado grávida tantas vezes.
No caso das suas filhas mais velhas, inclusive os familiares só souberam que a Megan estava grávida quando ela estava muito perto de entrar em trabalho de parto. Até o próprio tio dela, Larry, se questiona sobre como ela conseguia fazer isso, como ela conseguia esconder suas gestações tão bem a ponto de ninguém sequer desconfiar que ela estava grávida. Todos acreditavam que eram apenas oscilações de peso.
Porém, uma das vizinhas da Mega, uma senhora chamada Sandy Wall, de 70 anos, revelou ao Dy Meil que suspeitava das gestações. Ela disse que muitas vezes reparavam que a Megan tinha uma bolinha na barriga. Ela relata que pensou várias vezes em falar com a Megan, em perguntar se ela tava grávida, mas que a Megan era muito tímida e não era o tipo de pessoa que se envolvia muito ali em conversas com vizinhos.
Ainda de acordo com a Send, depois da prisão do Daren, ela frequentemente via a Megan exausta por causa da bebida. Ela também sempre sentia muito cheiro de maconha e em muitas ocasiões ela viu a Megan bêbada. Ela acredita que esses podem ter sido alguns dos motivos para que os sogros da Megan tenham pedido para ela sair da casa deles além da traição com o Jimmy.
Os vizinhos também ficaram intrigados em como Dar não soube das gestações. Eles dizem que apesar dele trabalhar em uma indústria de construção, ele passava todas as noites em casa e raramente ficava longe da esposa e da família. Querendo dizer que ele sempre via a sua esposa, então ele deveria ter percebido alguma coisa.
Também foi um choque pros vizinhos e conhecidos saberem que as filhas da Megan, que moravam com ela durante todo o período dos crimes não tinham qualquer conhecimento de que ela estivesse grávida. Os pais do Daren se recusaram a comentar o caso na época, mas emitiram uma declaração demonstrando seu choque com a morte dos bebês. A família Wes pediu privacidade e na declaração eles disseram: "Estamos em luto por essa trágica perda de vidas e estamos tentando permanecer fortes e ajudar uns aos outros durante esse evento terrível.
Os corpos dos sete bebês foram enviados para o Instituto Médico Legal e os legistas coletaram amostras de DNA que foram enviadas ao FBI para testes. Eles queriam confirmar se os bebês eram todos filhos da Megan e do Daren, que era o seu companheiro na época. Nenhum laboratório em Uta conseguiu analisar as amostras DNA que foram retiradas dos corpos das crianças e por isso a FBI teve que ajudar.
Os legistas não conseguiram determinar qual foi a ordem de nascimento e morte daqueles bebês devido ao estado de decomposição dos corpos. Com isso, foi impossível determinar as datas de nascimento dessas crianças. Exames de DNA confirmaram que todos os bebês eram filhos da Megan e do Daren.
O Dary não foi acusado em conexão com o caso. Quando o namorado dela na época, o Jimmy, viu pela TV que ela tinha sido presa e que ela tinha assassinado seis bebês, ele disse que ele entrou em estado de choque porque aquela pessoa que ele estava vendo na TV era completamente diferente da pessoa que ele conhecia. Ele também disse que não sabe como ela conseguiu esconder os seus demônios por tanto tempo.
De acordo com o procurador, os crimes que a Megan cometeu aconteceram antes que uma lei fosse alterada em 2007, quando o assassinato de pessoas menores de 14 anos se tornou um crime capital, ou seja, ela teria sido condenada à morte. Até a lei ser aprovada, matar uma criança não era considerado um fator agravante para pessoa ser elegível à pena de morte. É muito doido porque a Megan poderia ter sido descoberta muitos anos antes, lá em 2005, porque lembra que eu falei para vocês que ela deixou que os policiais fizessem uma busca na casa dela mesmo sem ter mandado.
Então ela sabia que as caixas estavam lá e ela permitiu que eles vasculhassem a casa. Só que na época esses policiais que estavam fazendo a busca tinham entrado na garagem, mas não tinham aberto nenhuma das caixas, então eles não encontraram nada. Em 12 de fevereiro de 2015, a Megan se declarou culpada das seis acusações.
Os promotores do caso disseram que na época a Megan não tinha dinheiro suficiente para sustentar o vício em drogas e para cuidar de todos aqueles bebês. Então ela escolheu as drogas. Em uma declaração lida por seu advogado, Mega atribuiu suas ações aos vícios ela disse entre aspas.
A depressão e o álcool me dominaram da mesma forma que as drogas. Não consigo dar uma resposta razoável sobre por fui capaz de cometer um crime tão doentil e ediondo. Guardei meu segredo por 18 anos.
Em abril de 2015, ela foi condenada a seis penas de prisão perpétua com pena mínima de 5 anos. Três dessas penas eram consecutivas e três delas cumulativas. Isso significa que o tempo mínimo que ela precisa cumprir de prisão para ser elegível paraa liberdade condicional é de 15 anos.
Porém, a sua primeira audiência de liberdade condicional não está agendada para 2030, que seria a data correta, e sim para abril de 2064, 49 anos depois da condenação. Nessa ocasião, se ela ainda estiver viva, ela terá 89 anos de idade. Sua audiência inicial de liberdade condicional foi agendada pelo Conselho de Perdão e Liberdade Constitucional de Uta.
E mesmo com o agendamento dessa audiência, não existe qualquer garantia que ela consiga de fato a sua liberdade. Bom, gente, esse foi o caso de hoje. É um caso muito, muito chocante.
Eu acho que o mais chocante de tudo, além do dos crimes, óbvio, que foram horríveis, foi o fato de que as filhas e o marido, principalmente não sabiam que ela tava grávida. Eu só fiquei imaginando que talvez a barriga dela fosse muito pequena e ela usasse roupas largas para ninguém perceber, mas mesmo assim é quase impossível quando a gente para para pensar, né, que uma pessoa que tá convivendo com você todos os dias esteja grávida e você não consiga ver. Então, para mim, essa é uma das partes mais loucas, que ela teve sete gestações que ninguém percebeu.
Me contem aqui o que vocês acharam desse caso. Quero muito saber opinião de vocês. Para quem ficou interessado sobre o curso da Empate, o link vai est aqui na descrição para vocês.
Felist completa com todos os casos que eu já contei para maratonar vai est aqui na descrição. Então corre lá. Misteriosa também é podcast para ouvir quando e onde quiser.
E não esquece de me acompanhar nas redes sociais que eu vou deixar aqui na tela para vocês. Me sigam por lá que tem muito conteúdo extra. E é isso, eu vejo vocês no próximo vídeo.
Что?