O Moisés do êxodo é pura ficção, mas Moisés pode ter existido uma tradição completamente divergente dado êodo, mas o êxodo nada. Israel não foi pro Egito, Israel não saiu do Egito, Israel não conquista Canaã, tudo isso é mitologia. não tem evidências arqueológicas, his históricas de nada disso.
Osvaldo, eh, uma questão que você tocou em vários pontos que eu acho que a gente vai ainda abordar ao longo desse papo nosso, mas uma questão que eu não trouxe ainda aqui pro canal, eu já conversei com o André Chevitares, por exemplo, a Juliana Cavalcante, vários, o Jonathan Matis, grandes entendedores do assunto, mas esse ponto ainda não foi abordado. já deu uma palinha aí sobre o Pentateuco, por exemplo, que ele não foi escrito por Moisés, apesar de as pessoas acreditarem nisso, nem que aquelas pessoas que recebem, ou melhor dizendo, né, os textos lá do Novo Testamento que recebem nomes de pessoas, não eram os apóstolos que viveram com Jesus e escreveram aquilo lá. Então, minha pergunta para você é, quem escreveu o Pentateuco, por exemplo, né?
Como é que é esse processo de escrever esses textos e eles serem sacralizados e reunidos aí num compêndio que é a Bíblia? Se você puder dar uma palhinha com exemplos assim, tipo Pentateuco e algumas coisas do Novo Testamento, acho que pode ser legal, porque tá aí uma coisa que o senso comum acredita, né, que é Moisés e os apóstolos escrevendo esses textos lá. Não é bem assim, não.
E como é que eles juntam, né? Qual que é o critério? Afinal de contas, esse texto aqui vai entrar, é sagrado, é a palavra de Deus.
Esse aqui não, ó. Isso aqui tá muito envzado. Como é que é esse negócio aí, Osvaldo?
Não é novidade. Está resolvido há 300 anos. Que Moisés não escreveu Pentateuco.
Está resolvido há 300 anos. Espinoza já tinha escrito no Tratado eh político teológico dele três capítulos para dizer isso. Tá certo que ele só trocou Moisés por Esdras e Neemias.
Então ele ele estava errado. O Pentateuco não foi escrito por Esas e Neemias. Ele só tirou de Moisés, que é óbvio que Moisés não pode ter escrito, e jogou aqui no século V.
Mas era tão perigoso a época que ele, por exemplo, foi escomungado pela pelo judaísmo, teve que fugir paraa Holanda. E tinha muita gente, tanto da Igreja Católica quanto da Igreja Protestante, que escreviam com um pseudônimo. E um dos principais, Richard Simon, um dos principais pesquisadores da época, escreveu um livro dizendo assim: "Eh, das fontes que Moisés usou para escrever o Pentateu, porque não podia dizer que Moisés tinha escrito.
" Então eles ficavam arrumando um jeito, porque naquela época você seria queimado na fogueira, né? Então, o que por que que eles chegaram a essa conclusão? Tem mais de 100 versículos na Torá.
que quando você lê, você percebe que Moisés não pode ter escrito. Vou citar dois, por exemplo. Num deles diz assim: "Naquele tempo habitavam os cananeus da terra".
Silogismo básico de ensino médio, quem está escrevendo, está escrevendo numa época que não tem mais cananeu na terra, porque então ele pode, naquele tempo existiam os canus da terra, mas na época de Moisés tinha cananeu. Então Moisés não pode estar escrevendo. Aquele processo que eu falei da desconstrução dos pastores.
É nesse nível. Eles não tinham método história. Mas é só você ler a professora do ensino médio.
Você abre o Deuteronômio, já começa assim: "Estas palavras, Moisés as disse do outro lado do Jordão. Ué, quem tá escrevendo tá do lado de cá. Moisés tá do lado de lá.
Moisés tá na Jordânia, vamos dizer assim, Moabe, que é a Jordânia hoje. O próprio livro de Deuteronômio diz: "Alguém tá escrevendo, fazendo referência a Moisés como um terceiro. E quem tá escrevendo tá de um lado do rio e Moisés tá do outro.
" não pode ter sido Moisés. Fora isso, há há mais de 100 versículos nesse nível assim técnico. Agora, tem outros versículos que você percebe que a teologia que tá sendo defendida não é uma teologia pré-esílica.
O mundo que tá refletindo na narrativa reflete uma teologia pós exílica. Por exemplo, ah, sacrifício expiatório. Não tinha sacrifício expiatório no período préílico.
Então, se tem alguém falando de matar um animal para pagar o pecado de alguém, isso tá sendo, tá refletindo quando os sacerdotes tomaram o poder. Você vai somando esse momento, depois da morte de Moisés lá pra frente, né? Aham.
É, se você historicizar o êxodo, Moisés tá no século XI. Se você historicizar, o êxodo é mito. O êxo, não, o livro do êxodo é fantasia pura, mas se você historicizar é século XI.
O a Torá foi escrita no século V. É uma história e meia do Brasil, não é? tem 100 anos de distância.
E é mito em que aspecto que não rolou essa qual que é a palavra aí? A não sei se é a fuga, né? Não sei se é o tempo mais correto, né?
Da galera lá atravessando o Mar Vermelho. Tudo bem, né? Abrir abrir esse o Mar Vermelho a gente, né?
Que é cético, a gente não vai engolir essa assim de bobeira. Mas não existiu nem Moisés, talvez. Ou você admite?
Não, Moisés provavelmente existia. Moisés, o Moisés do êxodo, não. O Moisés do êxodo é uma invenção.
O Moisés do êxodo foi inventado do nada ou se ele é inventado a partir de uma tradição, isso está em discussão. A teoria mais aceita é de que Moisés é um personagem tradicional de tradição de ferreiros, que a Bíblia chama de raras. A maçonaria inclusive usa eles, que é o maçom, né?
é o ferreiro da deriva daí a a palavra maçom que era um metalúrgico e são os responsáveis por fazer arma, ídolos, imagem. Quando você procura na Bíblia, você encontra referências a Moisés fazendo imagens de Deus e neto de Moisés fazendo imagem de Deus. Então, os pesquisadores, e eu os acompanho nisso, advogam a tese de que há uma memória traditiva, não um personagem, uma memória tradicional de um Moisés quena, chama hipótese quena, de um Moisés quena, que era de uma um grupo de ferreiros, talvez.
E daí que deriva Caim, por exemplo. Caim deriva dos Kenito. Mas o Moisés do êxodo é pura ficção.
Mas Moisés pode ter existido com uma tradição completamente divergente dado êxodo. Mas o êxodo nada. Israel não foi pro Egito.
Israel não saiu do Egito, Israel não conquista Canaã. Tudo isso é mitologia. Não tem evidências arqueológicas, históricas de nada disso.
É, mas não é porque não tem evidência, é porque já se sabe, Israel é o cananeu. Israel não é um povo. A historiografia moderna hoje, historiografia construída com arqueologia e com história, diz o seguinte: "Só tem dois povos na Palestina, os israelitas no norte, que são cananeus, e os abrahamitas no sul, que são cananeus.
Não tem judaíta, não tem mais ninguém, é só israelita no norte. dos povos bíblicos e os abraamitas no sul. Há uma tradição em Amós com referência a um grupo que que constitui Israel.
O livro de Amó é escrito no século VI, então é um material pré-esílico. E lá há uma referência ao êxodo. Mas o que que diz no livro?
Primeiro, a o texto de Amós é muito engraçado, porque ele fala assim: "Eh, vocês não são para mim, ó israelitas, como os cuchitas? A divindade falando pro israelita: você e um coxita para mim é a mesma coisa". Eu não trouxe vocês do Egito.
Eu não trouxe os filisteus de Cftor e eu não trouxe os arameus de Kir. Ou seja, o que que o profeta tá falando? Grande porcaria o êxodo de vocês.
O êxodo de vocês não serve para nada. Porque vocês estão aqui? Sim, porque eu trouxe.
Mas por que tá o filisteu aqui? Porque eu trouxe. Por que tá o arameu aqui?
Porque eu trouxe. Porque tá? Isso tá no livro do profeta.
E aí depois, no capítulo 5, ele vai dizer assim: "E além do mais, vocês me ofereceram alguma coisa no deserto? " Não. Vocês adoravam Caivã e o vosso deus estrela.
Então, quando você pega essas informações que são 300 anos antes da redação do livro do Êxodo e você faz uma aposta historiográfica sobre isso, a que conclusão se que que que se chega? Há um contingente populacional em Israel, um grupo que tem uma tradição de ter vindo do Egito, mas eles não eram israelitas, não adoravam Yahé. Eles saem do Egito politeístas e aí eles podem ter encontrado Yahé no sul de Canaã.
Porque você vai me perguntar isso daqui a pouco, então não vou dizer agora, mas Israel não é sequer um deus judeu. Eles encontram Yahé ali no território dos edomitas e pode ter levado Yahé para lá para Israel. É a tese que se usa hoje.
Mas Israel foi destruído. Essa tradição não serve para nada. Provavelmente os refugiados trouxeram essa tradição, ficou lá em Judá durante um tempo, mas não tem utilidade, porque as mitologias da Bíblia não são contos e lendas dos irmãos Green.
Eles usam as mitologias para representar a circunstância história do que tá acontecendo. Tipo Apocalipse. O livro de Apocalipse é uma leitura de circunstância histórica.
A besta que diz que a Babilônia é Roma. Os mitos têm essa funcionalidade histórica de controle social. escreve uma peça como se tivesse acontecido há 1000 anos atrás, mas na verdade tá representando o conflito que tá sendo resolvido naquele momento.
Esse Judá vai receber a mitologia do êxodo, a tradição do êxodo, não vai ter o que fazer com isso. Mas 200 anos depois, quando o pessoal voltar do cativeiro, eles vão pegar a tradição do êxodo e ler a volta da elite, porque quem foi pro cativeiro não foi o povo, foi a classe dominante. A classe dominante vai pegar a mitologia do dilúvio da Babilônia para dizer que quando eles foram pro cativeiro, na verdade não era castigo, eles estavam sendo preservados.
E explicar com a a mitologia do êxo, que quando eles voltaram, eles não estavam voltando com o rabo entre as pernas, era Yahvé trazendo eles para tomar a conquistar a terra. Aí eles escreveram o livro do Êxodo. E um dado curioso, o sumo sacerdote que fez isso chama Josué, que é o nome do general do de Moisés.
Quer dizer, quem toma a terra na tradição do êxodo é Josué. E quem tá tomando a terra de verdade aqui no século V, tomando a terra dos camponeses, é Josué, o sumo sacerdote. Aí você imagina o impacto psicológico da leitura disso.
Então, você tá tá dizendo que quem escreveu o Êxodo eh se colocou ali, botou o seu nome ali, eu não sei se eu entendi bem o que você quis dizer, colocou ali. Eu vou me botar aqui nessa história aqui para ficar bem na fita. Mas isso é generalizado.
A esmagadora maioria da Torá são narrativas míticoliterárias. Os personagens representam pessoas que estão envolvidas no conflito histórico. O conflito é resolvido pela classe que vai vencer e a classe dominante.
E aí as narrativas bíblicas são como que atas daquele conflito. Por exemplo, vou dar só um exemplo porque não não dá pra gente gastar, precisaria de muito tempo para entrar em detalhes, mas um exemplo só. Tem uma passagem em Números que é: "Miriã e Arão estão reclamando que Moisés está dizendo que Deus só fala através dele quando até aquele dia Deus tinha falado através de Miriã e através de Arão.
" Números 12. O que que o escritor da narrativa faz? Faz Deus aparecer na narrativa.
Chama os três. Que história é essa de vocês estava estarem falando mal do meu servo Moisés? Aí já tem uma frase enigmática.
Quando tem um profeta no meio de vó, ué, mas Miriã, Arão não é profeta? Que que tá fazendo a palavra profeta ali? Quando tem um profeta no meio de voz, é verdade.
Eu falo com ele em sonho. Ele Moisés não. Com Moisés eu falo boca a boca.
Ele vê a minha forma. Ele tá escrito. Ele vê a minha forma.
Hoje a gente ensina que Deus não tem forma, é espírito. E o pessoal se diz bíblico lá. Ele vê a minha temunar a minha forma.
Agora, porque você falou isso? Vai ser leprosa. Aí jogam a praga em Miriã, ela é leprosa, fica fora do do acampamento.
Mas olha que coisa interessante. Miriã e Arão reclamaram. Mas porque só Miriã foi castigada?
Aí Arão chega perto de Moisés, ainda implora: "Oh, perdoa ela aí se um uma filha cuspir na cara do pai não vai ser perdoada, por que que eu vou perdoar essazinho aí? " Vou perdoar não. Leitura errada desse texto.
Você fica achando que é um episódio lá da época de Moisés. Não é nada disso. Isso é uma ata de um conflito resolvido.
São três grupos em conflito. Tem os profetas e o que interessa interessante é que quem representa profeta é a mulher que é a miriã, que eram profetizas. Tem o o sacerdote dos altos, o sacerdote popular, que é representado por Arão, e tem o sacerdote, o sumo sacerdote do templo de Jerusalém, que é representado por Moisés.
O conflito histórico que se deu é o seguinte: os sacerdotes que vieram da Babilônia disseram: "Agora, a partir de agora acabou. Não tem mais profeta, não tem mais levita, só pode cultuar no templo de Jerusalém. Quem não aceitar é morte, como tá lá em Zacarias 13.
Quem se levantar como profeta, pai e mãe tem que matar. Aí os profetas e as profetizas e os levitas independentes vieram brigar com o templo de Jerusalém. Isso tá na narrativa.
Os dois estão como assim Deus falou com a gente? Como é que agora só fala com Moisés? Aí só que como é que termina a narrativa?
Um lado apanha e o outro não. Como é que você vai saber o que aconteceu? É só para você ler crônicas.
Os levitas são comprados. O templo de Jesus além faz assim: "Olha só, com o profeta não dá para negociar não, mas com vocês eu negocio. Você não quer trabalhar para mim?
" Aí eles pegam aqueles sacerdote todo que fazia o sacrifício do independente, traz pro templo de Jerusalém. Aí fica o sacerdote da tradição sadoquita, os levitas e vai sobrar para quem? Vai sobrar paraos profetas.
Essas narrativas da Bíblia são todas assim. É Gênesis 1 é assim, Gênesis 2 e 3 é assim, o texto de Caim e e Abel é assim, o texto do dilúvio é assim. A Torá inteira é a representação teológico-política de conflito.
O conflito não é resolvido pela narrativa. O conflito é resolvido a bala. A narrativa é apenas a operação simbólica da manutenção catequética da resolução violenta do conflito.
E a galera acaba interpretando de forma literal, como se tivesse que liberal. É pior do que literal. Conjo, eles vão pro mundo da narrativa.
O mundo da narrativa é falso, não existe. Mas mas por isso que eu falo, não adianta dizer que é mito, porque aí você não entendeu nada, porque é mito, mas é profunda realidade histórica, porque aquilo representa acontecimento que está acontecendo de verdade no momento em que o texto tá sendo produzido. Não é mito no Oi.
Nunca tinha ouvido esse tipo de perspectiva de análise. Então, não é que é mito, que alguém inventou, tirou da cachola ou delirou ali, né? Colocou aquilo no papel, uma invencionista qualquer.
Eh, foi criada ali uma, não sei qual que é a palavra melhor, uma alegoria ou uma descrição de de personagens, de acontecimentos que retratam ou refletem de alguma maneira alguns acontecimentos ali. Então, tem como se houvesse uma historicidade por trás do mito, algo assim, posso dizer assim? Sim.
Eh, não tem historicidade atrás do mito. O mito inteiro é invenção, é ficção, tá? Mas se você reduzir os personagens do enredo mítico aos personagens que de fato estavam no conflito histórico, que gerou aquele mito, você entende o que tá acontecendo.
Eu indicaria um autor argentino que tem um capítulo num livro. O livro deveria ser recolhido, corrigido e vendido de novo, porque ele tem um erro grave. Mas o capítulo sobre mito é extraordinário, que é o livro do José Severino Proato, As linguagens da experiência religiosa, o manual de fenomenologia da religião.
Por que que o livro tá errado? Porque trata divino e sagrado como a mesma coisa. Aliás, a vozes acabou de publicar um manual de fenomenologia da ciências da religião do, eu acho que é Giles o nome do autor, que ele faz o mesmo erro gravíssimo.
Ele diz que Eliade fala que o divino é o transcendente. Isso é uma loucura. Isso é uma loucura completa.
Eliad nunca falou de divino. Eliad fala de sagrado. E sagrado pro Eliad, a definição de sagrado para Eliade é um elemento da estrutura da consciência.
Isso dá em origens ou na versão inglês decquest. Olha a definição de sagrado do Eliade. O sagrado é o elemento da estrutura da consciência.
Tem nada de divino. O sagrado não é o divino. Então o pessoal transformou o Eliade num teólogo e num mau teólogo.
Mas aí o que que o Severino Cot faz nesse capítulo? O capítulo de mito é extraordinário. A minha compreensão da Torá, porque isso que eu falei para você, a minha compreensão dos textos da Torá é baseado nele e num outro autor é o James, que tem também um livro sobre mitologia, que é o seguinte: o mito projeta no mundo das origens as circunstâncias históricas no momento da construção do mito.
Não é um marquete, não é um conto da carochinha, é uma peça de intervenção política na comunidade. Você quer entender o texto, isso só vale paraa Torá, porque é uma operação dos sacerdotes de Jerusalém. São sacerdotes que fazem assim: "Eu aconselharia ler a república e ler as leis de Platão, mas ler o livro do Marcel de Tienen, a invenção da mitologia".
Porque ele descreve exatamente esse procedimento. Como é que você controla uma uma sociedade, você produz mitos e controla essas pessoas? E como é que esses mitos foram fabricados?
O tijolo são os os personagens em conflito. Eles isolam os personagens, recobrem esse personagem com figuras da tradição. Então fazem a encenação teatral, mas a encenação teatral representa exatamente o que aconteceu na história.
Então se você souber ler, você tem uma fotografia do acontecimento histórico. Mas por que que o pessoal não faz? Porque mesmo quem lida com Bíblia fora da igreja tem tudo cabeça de igreja.
Um monte de monte de acadêmico. Eles ficam olhando a narrativa como se a narrativa existisse. Não se dão conta.
Mataram o autor, né? Eu morro de rir. O pessoal da Bíblia, o autor tá morto.
Aí eu fico vendo elá brincar com a narrativa. Eu falo: "Eles estão tudo perdido, não vão entender nada nunca. Porque o que que faz?
" Pega a narrativa e aí joga Yung na narrativa, fica procurando uma verdade embaixo da narrativa. Não tem verdade embaixo da narrativa. É uma ficção política.
São textos de controle social. E aí, bom ou não? Aqui é o Daniel Gonigo.
Espero que você tenha curtido esse corte. Clica aqui para ver a live completa lá no meu canal principal. E para ver mais vídeos nessa pegada, não deixa de se inscrever por lá.
E por aqui também. Um abraço.