as mulheres que correm com os lobos clarissa pinkola estes o capítulo 2 a tocaia ao intruso o princípio da iniciação o barba azul e no único ser humano existem muitos outros seres todos com seus próprios valores motivos e projetos algumas tecnologias psicológicas sugerem que prendamos esses seres que os numeramos que os classificamos que os forçamos a aceitar o comando até que nos acompanhem como escravos vencidos a agir assim equivale no entanto impedir a dança das luzes seu várias nos olhos de uma mulher a proibir os relâmpagos e reprimir toda emissão de centelhas em vez de
deturpar sua beleza natural nossa tarefa consiste em criar para todos esses seres uma paisagem selvagem na qual os artistas entre eles possam criaram os amantes amar os curandeiros curaram é mas o que devemos fazer com esses seres interiores que são completamente loucos e com aqueles que destroem sem pensar mesmo eles esses deve ser atribuído um lugar não tem embora seja um lugar que os possa conter uma entidade em especial o fugitivo mais trás ouviram e mais poderoso na psique exige nossa conscientização e contenção imediatas e esse é o predador natural e embora a causa de
grande parte do sofrimento humano possa ser atribuído a uma criação negligente existe também dentro da psique um aspecto contra-natura renato uma força voltada contra a natureza o aspecto contra-natura opõe-se só o que for positivo ele é contra o desenvolvimento contra harmonia e contra o que for selvagem trata-se de um antagonista debochado e assassino que nasce dentro de nós e mesmo com a viação parental mais cuidadosa sua única função é de tentar transformar todas as encruzilhadas em rua sem saída e esse potentado predatório aparece de vez em quando nota de rodapé nº 1 ano os sonhos
das mulheres irem rompe no meio dos planos da alma mais significativas e profundas eles vão a mulher da sua natureza intuitiva quando termina seu trabalho destrutivo ele deixa a mulher com sentimentos entorpecidos sentindo-se frágil para seguir adiante na vida suas ideias e seus sonhos jazem os seus pés esgotados de qualquer animação e a história do barba azul trata dessa questão da américa do norte as versões mais conhecidas do barba azul são a francesa e alemã nota de rodapé dois e o porém prefiro as antiga versão na qual a francesa e as larvas estão fundidas e
era parecida com que me foi passado por minha tia kate que vivia em si branca perto de dom var na hungria há entre aquele grupo de contadores rurais a história do barba azul começa com uma piada cerca de alguém que conhece alguém que conhecia alguém que havia visto a prova medonha da derrocada do barco azul e assim começamos não existe uma mecha de barba que fica guardada no convento das freiras brancas nas montanhas distantes como chegou até o convento ninguém sabe uns dias em que foram as freiras que enterraram que sobrou do seu corpo já
que ninguém mais se dispunha nele tocar desconhece seu motivo pelo qual as freiras iriam guardar uma relíquia dessa natureza mas é verdade uma amiga de uma amiga minha viu com seus próprios olhos ela disse que a barba é azul da cor do indico para ser exata é tão azul quanto gelo escuro no lago tão azul quanto à sombra de um buraco a noite essa barba pertence um dia alguém de quem se dizia ser um mágico fracassado e um homem gigantesco com a queda pelas mulheres um homem conhecido pelo nome de barba azul é dizia-se que
ele cortejava três irmãs ao mesmo tempo as moças tinham porém pavor de sua barba com aquele estranho reflexo azul e por isso se escondiam quando ele chamava no esforço para convencê-las a sua cordialidade e as convidou por um passeio na floresta chegou conduzindo cavalos enfeitados com sinos e fitas cor de carmim acumulou as irmãs e a mãe dos cavalos e partiram amil galope e floresta dentro lá passar um dia maravilhoso cavalgando e seus cães corriam a seu lado e a sua frente mais tarde pararam debaixo de uma árvore gigantesca no bairro azul as regalou com
histórias ele serviu closeira mas é é bem talvez esse barba azul não seja um homem tão mal assim começaram a pensar as irmãs voltaram para casa tagarelando sobre sobre como o dia havia sido interessante e como haviam se divertido mesmo assim a suspeitas e temores das duas irmãs mais velhas voltaram e anos e oraram que não veriam o barba-azul de novo a irmã mais nova entanto achou que se um homem podia ser tão encantador talvez ele não fosse tão mal quanto mais ela falava consigo mesma - assustador ele lhe parecia e sua barba também parecia
ser - azul e portanto quando o barba azul pediu sua mão em casamento ela aceitou ela via refletido muito sobre a sua proposta e concluído que ia se casar com um homem muito distinto foi assim que se casaram em seguida partiram para se o castelo no bosque eu vou precisar viajar por um tempo desse ele um dia mulher convide sua família para vir aqui se quiser você pode cavalgar nos bosques mandar os cozinheiros prepararem um banquete pode fazer o que quiser qualquer desejo que seu coração tenha e para você ver como minhas chaves pode abrir
toda e qualquer posta das dispensas dos cofres qualquer porta do castelo mas essa chavinha que tem no alto dos arabescos você não deve usar oi tá bem vou fazer o que você pediu parece que está tudo certo portanto pode ir meu querido não se preocupe volte logo e assim ele partiu e ela ficou e suas irmãs vieram visitá-la e ela sentiu como todo mundo muita curiosidade a respeito das instruções do dono da casa conta o que deveria ser feito enquanto ele estivesse fora a jovem esposa falou alegremente ele disse que podemos fazer o que quisermos
entrar em qualquer aposento que desejávamos com exceção de um só que eu não sei qual é esse aposento só tem uma chave e não sei que porta ela abre as irmãs resolveram fazer um jogo para ver que chave servir que porta o castelo tinha três andares com sem portas em cada aula como havia muitas chaves no chaveiro elas iam de porta em porta divertindo-se imensamente ao abrir cada uma delas e atrás de uma porta vi uma dispensa para mantimentos atrás de outra depósito de dinheiro todos os tipos de bem estavam atrás das portas e tudo
parecia maravilhoso o tempo todo afinal depois de verem todas as aquelas maravilhas elas acabaram chegando ao porão e ao final do corredor a uma parede fechada ficaram intrigados com a última chave aqui tinha o pequeno arabesco e talvez essa chave não sirva para abrir nada enquanto diziam isso ouvir um ruído estranho deram uma espiada na esquina do corredor e que surpresa havia uma pequena porta que acabaram acabava de se fechar quando tentaram abri-la ela estava trancada a irmã a irmã traga sua chave gritou uma delas sem dúvida é essa porta para aquela chavinha misteriosa sem
pestanejar uma das irmãs pois a chave na fechadura ea girou o trinco rangel ea porta abriu-se passa lá dentro estava tão escuro que nada se via irmã irmã traga uma vela a vela foi acesa e mantida no alto de um pouco para dentro do aposento e as três irmãs gritaram ao mesmo tempo porque no quarto havia uma enorme poça de sangue ossos humanos enegrecidos estavam jogados por toda a parte e crânios estavam empilhados nos cantos como pirâmide de maçãs e elas fecharam a porta com violência arrancaram a chave da fechadura e se apoiaram uma das
outras acho que jantes com o pesto a o peito arfando meu deus meu deus a esposa olhou para a chave viu que ela estava manchada de sangue horrorizados o a saia para limpá-la mas o sangue prevaleceu a não exclamou cada uma das irmãs apanhou a chave minúsculo nas mãos e tentou fazer com que voltasse ao que era antes mas o sangue não saía a esposa escondeu a chave no bolso e correu para a cozinha quando lá chegou o seu vestido branco estava manchado de vermelho do bolso até a bainha pois a chave ver tia lentamente
lágrimas de sangue vermelho escuro e rápido rápido de mil esfregão de crina ordenou ela a cozinheira esfregou a chave com vigor mas nada conseguia deter seu sangramento da chave minúscula transpirava uma gota após a outra de sangue vermelho e ela levou a chave para fora tirou cinzas do fogão a lenha cobriu a chave de cinzas e esfregou mais colocou um ano calor do fogo para caracterizá-la eu postei de aranha nela para estancar o fluxo mas nada conseguia deter as lágrimas de sangue aí o que eu vou fazer lamentou-se ela já sei vou guardar a chave
vou colocar lá no guarda-roupa e fechar a porta ser um pesadelo tudo vai dar certo e foi o que fez o marido chegou de volta exatamente na manhã do dia seguinte entrou no castelo já procurando pela esposa e então como foram as coisas enquanto eu estiver fora tudo correu bem senhor como estão minhas dispensas trovejou o marido muito bem senhor e começou o meu depósito de dinheiro rose não ele os depósitos de dinheiro também estão bem senhor então tudo está certo esposa é tudo está certo bem sussurrou ele então melhor devolver minhas chaves é um
ansiar de óleo ele percebeu a falta de uma chave onde está melhorzinha eu eu a perdi aí eu a perdi estava passando a cavalo chaveiro caiu eu devo ter pedido a chave e o que você fez com ela mulher não não me lembro não minta para mim diga-me o que você fez com aquela chave ele tocou seu rosto como se fosse de fazer o carinho mas em vez disso a segurou pelos cabelos sua traidora rosnou jogando no chão você entrou naquele quarto não entrou e abri o guarda-roupa com brutalidade é pequena chave na prateleira de
cima havia sangrado manchado de vermelho todos os belos vestidos de seda que estavam pendurados já chegou sua vez minha querida mesmo ele arrastando-a pelo corredor e pelo porão adentro até parar em diante da terrível porta o barba azul apenas olhou para a porta com seus olhos enfurecidos e ela se abriu para ele que ali jaziam os esqueletos de todas as suas esposas anteriores vai ser agora que fugiu ele mas ela se agarrou o batente da porta sem largar implorando por clemência e por favor permita que eu me acalmo e me prepare para a morte conceda-me
15 minutos antes de me tirar a vida para que eu possa me reconciliar com deus já está bem rosnou ele você tem seus 15 minutos mas prepare-se e a esposa correu escada acima até seus aposentos e determinou que suas irmãs fossem para as muralhas do castelo ajoelhou-se para rezar mas em vez de rezar gritou com as irmãs irmãs irmãs vocês estão vendo a chegada dos nossos irmãos não vemos nada nada na planície nua a cada instante ela gritava para as muralhas irmãs irmãs estão vendo nossos irmãos chegando vemos um redemoinho talvez um redemoinho de areia
bem longe enquanto isso barba azul esbravejar para que sua esposa descerem até o porão para ser decapitada as irmãs irmãs estão vindo nossos irmãos chegando gritou ela mais uma vez o barba azul o erro novamente pela esposa e veio subindo a escada de pedra com passos pesados estamos estamos vivendo nossos irmãos exclamaram as irmãs eles estão aqui e acabaram de entrar no castelo e o barba azul vinha pelo corredor na direção dos aposentos da esposa vim apanhar o que eu estou ele suas passadas eram pesadas as pedras no piso se soltavam areia da argamassa cair
esfarinhada no chão no instante em que o barba azul entrou nos aposentos com as mãos esticadas para agarrá-la seus irmãos chegaram chegaram galopando pelo corredor do castelo ainda montados entrando assim no quarto ali eles encurralaram barba azul fazendo com que saísse até a balaustrada e ali mesmo com suas espadas avançaram contra ele copiando e postando fustigando e retalhando até derrubá-la o chão matando o afinal e deixando para os abutres o que sobrou dele