o olá nós vamos dar início ao estudo do sistema digestório meu nome é paulo e eu vou iniciar esses tudo bom o sistema digestório né você é muito importante que vai fazer adaptação né o preparo do alimento para que ele seja então do seu filho e ele tem isso então na cavidade bucal é importante nós sabemos o prestarmos atenção no início da cavidade bucal né o limite anterior né legado pelos lados certo então é importante observar os detalhes anatômicos para as inicialmente antes de adentrarmos a cavidade bucal propriamente dita então nós temos de lábio superior
lábio inferior aqui a rima bucal últimos a canto da boca né só não é muito popular é teu amigo local a e então nós podemos observar né é que o limite né ou seja o contorno entre as larissa e o ângulo da boca é é a gente chama de sulco nasolabial tá certo ele é marcado dos dois lados e algumas pessoas mais documento de outras está relacionado com a pele duvido que são aspecto importante né para quem tem intenção de trabalhar com estética facial são pontos são marcas a fase que se exacerbam com o passar
do tempo nós temos também um suco labiomarginal que não está marcado aqui né mas ele parte do ângulo da boca e magia ea nela região do mento mento terminar tudo que a gente usa para você quer pegar o queixo da mesma maneira que a gente tem um suco vectra marcado dependendo do volume do lado e dependendo do mundo e do momento que é um suco labiomentoniano esse sucos então ele se delimitam né essa essa parte externa da cavidade bucal como eu já falei que o limite anterior que são os lados e que são livres né
é importante lembrar que o lado inferior ele movimenta muito mais coloco superior em é importante lembrar porque porque se o paciente apresenta hoje chega ao seu contato né a consulta é uma alguma a fazia alguma movimentação atípica deve os lábios isso deve ser chamado deve ser prestado atenção então a 20 é abre né a língua local para observar e a gente pode dividir didaticamente entre o vestido um bucal neste mundo cão é o nome que se dá em anatomia alguns espaços existentes entre o processo alveolar da maxila e da mandíbula como surgiram né é um
processo uma projeção óssea onde dentes estão implantados quando o indivíduo não tem dentes ele ainda tem processo alveolar mesmo tendo perdido os dentes e o lábio então o espaço compreendido né eu estou apontando aqui nessa colocando aqui com a pinça né que a gente volta a o processo alveolar que o lábio e aqui então eu vesti bucal e ele pode chamar esse vestido vamos toda essa região tanto superior quanto inferior quanto superior e esse é chamado de leite bucal não testei bucal nós encontramos os três labiais como a gente pode observar nessa peça aqui o
toque do bicho é de ouro e também nós temos aqui o freio lado eu pedi outro esse freio nada mais é do que a ancoragem da dos lábios junto ao professor levaremos coragem óssea uma vez que nós vamos observar uma peça é melhor você cada os músculos peribucais no caso nos particular da boca ele então tem poucas ancoragem sócias uma delas são esses pontos aqui tem coragem de tecido mole ao processo alveolar como já demonstrado a vocês então esse mais uma vez um vestido um bocal a cavidade bucal nós vamos dar entrada ela né é
passando então a esse essa abertura né entre os lábios entre os dentes verão e nós vamos então observar a cavidade bucal propriamente dita e nessa peça na túnica é possível observar né mais uma vez o vestíbulo cal né que eu já havia mostrado vocês aqui o processo alveolar da maxila né ou das max são duas maxilas né deixa eu ver tipo local certo para parte superior obviamente também da na parte inferior no arco inferior nesse caso processo alveolar da mandíbula e então nunca este bucal é o que que nós aqui é o forma se deixar
de forma esse do vestibular que a porção mais profunda mas escavada do vestido um bucal compreendido como já falei entre o lado e o processo são jeová nesse force é possível encontrar abertura de glândula leva todo mundo lar que a gente vai observar em detalhes né a glândula parótida certo então nós vamos observar com mais cuidado depois futuramente e nós temos então podemos sair do vestido bocal e partir para a cavidade bucal propriamente dita é o bucal ela é determinada pelo processo alveolar né da maxila e da mandíbula não tá nossa superior mente da mandíbula
inferior mente onde nós encontramos delimitada pelos dentes quando presentes na ausência deles pelo processo alveolar como já havia dito né é tanto no limite anterior contra o limite lateral já decidido como limite posterior com palato mole né é que a gente observar quando ela só só musculatura e determinou delimita o ritmo das falsas ou estímulo da garganta ritmo quer dizer o limite é o ponto final né que vai delimitar a cavidade bucal propriamente dita e a gente já da entrada já dá acesso lá na faringe que nós vamos observar na sequência então o limite superior
da cavidade bucal ele é delimitado por quatro ossos tá e o processo mata nativa da mata da maxila ou das maxilas né dos dois lados e as lâminas horizontais dos ossos palatinos isso nós vamos o grêmio e vocês vão observar direitinho a sutura para tirar medianas que já platina travessas que vão nortiago o entendimento a compreensão de vocês e a em algumas situações entendido tem uma fratura outra eu preciso fazer uma disfunção em uma atividade uma abordagem cirúrgica o pré-cirúrgica é então nós temos a esses elementos aqui que são importantes para que a gente possa
observar na cavidade bucal é importante mencionar é a vascularização desses desses olhos é essa dessas estruturas então vejamos aqui nessa peça aqui nós temos a observação né dá essa aqui artéria facial então vamos lembrar inicialmente né artéria facial no ramo direto da artéria carótida a ester vamos lembrar que artéria carótida externa ela emite ramos para o pescoço e kapha e enquanto que aquela aquela te dar interna era só emitir vamos intracranianos então é um segundo ramo é o terceiro terceiro ramo vai ter aquela administrativa de superior lingual né facial essa artéria ela é bastante estilosa
né em todo seu trajeto é importante lembrar uma abordagem uma consciência cirúrgica de que a terra está sempre anteriormente a veia passear né pela via fácil tá aqui ó a descoberta ela vai saltar aqui e aveia traz tá e lembrando sempre do plano mediano para lateral realmente tem a sinuosidade da terra facial vocês vão nós vamos retomar só que observar aquela açúcar aquela marca profundamente essa glândula que a glândula submandibular e sobe sinuosamente né mundo em direção ao ângulo do olho né e algum medial ea 20 nota a emergência né a sua suas ramificações uma
delas é essa daqui ó que até labial inferior da mesma madeira e ela deu subir onde está a fim de ser cada é importante mencionar aqui em torno de 3 a 4 milímetros de profundidade é a as artérias e as veias nesse caso em específico a senha é a mesma superficialidade não é mais profunda do que outra porém porém porém destacar que a artéria facial ela por ter por ser mais sinuosa ela passa abaixo de muitos músculos então se torna mais protegida e é só sinuosidade se dá pela necessidade de entendimento de movimentações ou de
abscesso de origem dentária um local impedirem a sua a sua passagem por isso ela terá toda a sinuosa e ela abre ela ganha né vem até a região do ângulo do olho nesse trajeto como acredito é emitindo ramos e na o lábio ele tem cinco camadas né então a gente tem aqui a pele propriamente dita né então vejam cutânea depois a gente tem a tela subcutânea que é um é um envoltório né uma lâmina de tecido conjuntivo no caso tecido adiposo não era um tipo de tecido conjuntivo adiposo logo abaixo do tecido adiposo né que
a gente chama de tela subcutânea logo abaixo disso a mente tem a presença dos vasos sanguíneos né e veja aqui a gente consegue ao vermelha do lado né a gente consegue tocar a gente consegue sentir a publicação da artéria labial a isso é importante para vocês em algumas situações um quinto paciente chega ao pronto-socorro com uma laceração labial eu preciso de um ponto então é preciso fazer o pensamento das extremidades para depois a ligadura para depois que você fazer a correta síntese desse procedimento não dessa dessa da seleção e a sua profundidade em relação à
e essa esse aspecto têm uma resistência do tecido do do epitélio da pele depois a 20 tem como já falei já falei a tela subcutânea a região da 3ª região que são os vasos sanguíneos a 4ª região ea submucosa e por fim a região mucosa que ela quer é mais brilhante né viscosa porque ela tem no seu na sua intimidade né a saída das glândulas salivares menores que são submucosos né então no caso das glândulas labiais estas são características é com relação a vascularização desses elementos é um dos lábios certo é vasos menores e podem
percorrer mas são menos significantes numa situação de algum acidente que possa acontecer com essas indivíduos a observar os novamente é a cavidade bucal agora assim num plano sagital no a vista medial né que foi feito um corte sagital oi lidiana não pode ser top e a gente está observando a cavidade bucal uma vista é legal então nós estamos aqui o processo alveolar né no caso com os dispersão solar da mandíbula e aqui da maxila aqui nós vamos nós podemos observar o lado superior e o vestíbulo bucal como já havia dito né que ela é a
cavidade bucal é nessa região é mais anterior e a 20 tem a virgem da então a início a cavidade bucal propriamente dita onde o alimento ele é introduzido né no interior da cavidade bucal propriamente dita e com o auxílio da língua que nós vamos observar a sequência ele então ele já começa a ser o primeiro movimento que a língua executa é comprimir e levar o alimento de encontrou fala tudo fala que nós temos uma vista medial do falar tudo nós já vimos que são formados por quatro ossos né então é a gente não até que
eu falar tudo ele tem uma espessura óssea maior na região anterior e vai ser a é a região mais posterior e essa situação ela é apropriada como nós vamos observar para o próprio mecanismo de deglutição então anatomia ela se apropria né dessa condição para que ao se adelgaça alto ao diminui o seu espaço o palato mole então ele fica ancorado na na margem livre da borda posterior da lâmina horizontal do osso palatino pela poderosa palatina então forma com que esse palato mole ele ele vai imitar vai definir determinar o limite posterior da cavidade bucal pode
apenas uma consideração nessas segmento aumente nós nunca o periósteo não há uma mucosa propriamente dita essa mucosa a uma conta uma mentira mas ela está intimamente ligada ao periósteo o quê que isso quer dizer seu ponto de vista clínico a necessidade de remoção né de afastamento disso por alguma intervenção cirúrgica esse mucoperiósteo ele está mundial o tecido ósseo tu não a quantidade de tecido conjuntivo de preenchimento de sustentação no caso de ser adiposo nesse segmento ele vai ganhar volume mas na região posterior mas aí nós então já de entramos né a musculatura da região posterior
é importante é só lembrar que no teto da cavidade bucal nós temos as pregas fátima transversos né a pena incisiva essas pregas palatinas transferências tem função de dicção e diz pagamento do alimento como já havia dito a vocês o alimento ao ser posicionado no interior da cavidade bucal a língua comprime o alimento de encontrar os dentes e assim tão na escoado lateralmente como a gente pode observado nessa mesma figura que dessa vez uma peça aqui ela pega se espalham o alimento para só vê lá e ainda é um alimento começa a ser triturado pelos dentes
e sucessivamente ele é jogado fora deste local e ver esse por sua vez para a cavidade bucal em que a língua então ela empurra o alimento e aí novamente eu promovi esse processo né isso vai ser abordado com mais detalhes é só para vocês entenderem a importância da o atômicas para as características morfológicas para a sua finalidade que a manteiga então o alimento é depois ele vai ser ao ser demitido ele vai fazer com que o palato mole que é o limite posterior da cavidade bucal exercer uma função fundamental primordial que é impedir que o
alimento ele atinja um segmento né que nós já observamos o que nós vamos observar novamente que a nasofaringe que é um segmento da faringe né que o limite posterior da cavidade bucal para que o alimento então não vá para o interior da cavidade nasal e sim permaneça nesse segmento que é chamado de hora o duplo faringe e agora já vimos o vestido local vai consulados agora a gente viu uau limite lateral é importante mencionar limite lateral da cavidade bucal dessa festa a gente não consigo observar muito bem vamos utilizar novamente essa essa essa peça para
destacar que nós temos então aqui né a mucosa jugal ou a mucosa da bochecha essa mucosa jugal mucosa da bochecha e ela reveste né internamente vocês podem observar as fibras musculares estão aqui ó e essa fibra do músculo bucal ou bucinador esse músculo bucal do senador ele almoço para o responsável pela constituição pela determinação pela definição da parede ou das paredes né medial e lateral das paredes da cavidade bucal são os limites superiores são dados pela maxila e pelo músculos ossos palatinos certo é inferior mente nós temos a língua e aí o fórum bucal a
língua ocupa a cavidade bucal né e lateralmente então nós temos a mucosa jugal e é que reveste internamente um músculo bucal o músculo bucinador e eu tenho aqui também uma material didático que nós utilizamos em aulas práticas para melhor entendimento para que vocês possam compreender né esse limite lateral da cavidade bucal é dado pelo músculo bucal do senador que cuja suas fibras são esses sobremaneira horizontais porém num certo segmento ao chegar próximo do ano local e inferiores cruzam e vão pro lado superior né se vão se entrelaçar as tiras orbicular da boca assim como as
fibras superiores também vão se entrelaçar com a sigla do guarda-roupa porém no seu segmento inferior formando como se fosse uma cinta bucal para justamente remover a função de o alimento de encontro a cavidade bucal é uma das funções do músculo bocal do senador ele comprime o alimento de encontrar os dentes ele faz ele todo desloca o alimento que fica no vestíbulo bucal para a cavidade bucal propriamente dita para que então ela seja retomado o processo de mastigação trituração né que é dada pelos dentes e a para que o alimento esteja em condições de ser melhor
de contido na em um tamanho menor para quem então seja é e conduzido para uma cavidade bucal então nós temos essas recapitulando né ninguém superior palato duro não alimente lateral a bochecha né com o músculo bucinador ou valente revestido internamente pela pelo pelo pela mucosa que o garoto era por causa da bochecha inferiormente nós temos o assoalho bucal ea língua ocupando a cavidade bucal que a 10 limitada também obviamente pela e pela prestação do celular da da mandíbula e possivelmente nós temos um ritmo das falsas ou estímulo da garganta vamos observado nessa peça aqui como
eu não tiver pode botar a gente tem aqui né a gente consegue observar algumas pregas essas pregas na naturalmente ela assim que ela se informa horas delimitam elas são reflexão é o revestimento mucoso das pragas musculares né então a gente consegue matar muito bem aqui ó esse aqui é o palato mole né então ele é formado por dois músculos é um músculo tensor do véu palatino músculo levantador do véu palatino que nós vamos observar numa peça um corte diferente uma vista posterior mas dessa vista medial vamos aproveitar essa peça para observar aqui aqui nós temos
o palato mole certo se observamos com calma com cuidado aqui nós temos que fibras horizontais parte daquele segmento e aí é um segmento são as fibras horizontais do músculo tensor do véu palatino que ela fazer nenhum corte tem essa vista a forma nem me fala de ponta porém é um outro segmento né do músculo que é o músculo é para tu grosso né falar tu é relacionado aparato ao palato e grosso relacionado a língua né que é o prefixo sufixo de lula nós voltamos aqui então a prega palatoglosso não essa prega nada mais é do
que o musculo palatoglosso que mantém o a ligação entre o palato mole ea língua é caminhamos um pouquinho mais para trás né pra observar aqui ó aqui no mesmo desse dos dois das duas pregas essa aqui é uma outra colega né que não fica muito bem clara nessa peça a gente consegue principal numa outra peça essa outra prega é prega para para outro faringe ou seja ela parte do palato e vai até faringe então ela nada mais é do que essa prega muscular é que representa um músculo para transparente e cristalina no meio delas nós
temos uma estrutura bastante importante são ponto de vista médico que é a fila platina essa tonsilas palatina é conhecida popularmente como amiga lá então as pessoas né tava tão geralmente dessa da informação o da mesma afecção é da contaminação dessa dessa glândula dessa tonsilas desse órgão linfóide me chamando de amigdalite né mas a gente não porque é mais comum chamado dessa forma essa esse alguns pode vamos estudar pelo fundo da o sistema linfático ele é um órgão responsável pela limitação ou seja pela entendimento de propagação de infecções da cavidade bucal é por isso que as
crianças durante a fase oral né da do seu desenvolvimento em que levam a mão sucessivamente a cavidade bucal elas acabam desenvolvendo afecções ou inflamações do mesmo infecções né não é um processo inflamatório mas você pode ser um processo infeccioso de uma desses desses elementos o impede que a criança ela então ela tem uma alimentação saudável sob o ponto de vista da quantidade né ela diminui a sua ingesta alimentar e isso de acaba influenciá-lo determinando a sua o seu fraco desenvolvimento isso geralmente nas regiões mais longe línguas e mais desprovidos de atenção à saúde e alimentar
então é preciso observar a sanidade né as condições dessa dessa tranquila essa torcida palatina assim junto com a dulce da farinha e já que fica aqui e a torcida de igual que a gente está observando nessa peça nessa posição porém observamos a língua com mais detalhes nós vamos notar que era fazer terminam lembrando que só metade né da faço é determinam que a gente chama de anel de waldeyer anel porque ó então a gente tem a parte inferior a parte lateral é a parte superior da cavidade bucal a observar aqui ó só para mim ter
uma ideia disso né as tonsilas palatinas estariam aqui ela tonsilas faríngea lá em cima é igual aqui ó formando um anel por isso que a gente chama de anel de waldeyer né que é o nome da pessoa que fez a descrição é relacionado ao sistema linfático aonde é um empate com anel de proteção e como já falei tem a função de impedir a propagação de microorganismos neodi processos infecciosos para o interior do organismo né uma então fica retido no interior da cavidade bucal vale a pena mencionar que a tonsilas faríngeas ela é conhecida popularmente com
uma de noite e as pessoas vão utilizar tava tendo um pouco mais popular mas absolutamente inapropriado né que se chama de carne esponjosa do nariz então ela linguajar popular e inapropriado porque ele não se refere a esse órgão linfóide o seu joão tecido de proteção e fica disposto aqui no teto né da nossa frente levando o pt cavidade nasal palato duro na casa da direção então na parte posterior e superior da nossa faringe nós bom então a o tranquila faringe o aumento patrocina faríngea acaba definindo ou levando o indivíduo a dificuldades né de fazer a
inspiração natural do ar então ele passa a ser respirador bucal por justamente por essa ideia para você for assim capacidade coleção de instrução eo desenvolvimento tecido linfoide pura infecções sucessivas e isso acaba de acaba impactando dependendo do grau de deformação como já falei em geralmente da criança a partir da meninice né depois da idade média né do infantuna da criança pela então acaba tendo dificuldade para desenvolvimento do terço superior da face e só acaba acarretando no desvio de septo nasal e o desenvolvimento da face e fica comprometida porque ele faz a respiração bucal ea pressão
atmosférica na boca para passar no maior do que aquela que passa pela cavidade nasal comprometer o desenvolvimento como já falei do texto superior da face é um dos anéis linfáticos são bastante importantes poxa vez em quando vai ser feito a remoção quando necessário feita a remoção da torcida palatina nessa vida sou da torcida da faringe e algumas situações é necessário em função das suas infecções sucessivas do seu aumento que impede como já havia dito desenvolvimento natural da criança né é o do infanto é com relação a cavidade bucal e obviamente com relação à alimentação normal
em relação a cavidade nasal para sua respiração e isso pode ser removido fica comprometido de certa forma fica mais nada relevante para a sua desenvolvimento é melhor remoção do que a permanência dessa com a sua sucessivas afecções vamos que então só mencionar mais uma coisa né o palato duro então eu pus os dois terços da região da falar enquanto o palato mole é só o terço posterior uh é importante mencionar como já das suas funções coração bate coração e esse serve para posicionar o alimento na cavidade bucal e o véu palatino travessia um muscular e
uma prega de musculatura lisa ela pega mucosa um uma musculatura lisa aqui a poderosa platina que âncora esses músculos a borda posterior do palato duro então serve de composição para essa arma para sempre limite superior da cavidade bucal ela ainda a gente pode observar né a úvula também conhecida popularmente como campainha mas não tem uma apropriado para isso algum ela é importante porque ela faz às o selamento né da lu estimo da garganta ou seja o limite posterior da cavidade bucal uma faringe na deglutição em algumas afecções patológicas ou algum tumor de cavidade bucal em
que é necessária a remoção do palato mole e consequentemente da mula do palato mole e digo do tanto do conteúdo epitelial com conteúdo e muscular é o selamento fica comprometido e a definição é também fica em relação a passagem do alimento para o interior da cavidade nasal ao invés da cavidade bucal então nós temos é esses músculos é que acabam determinando o arco palatoglosso e o arco palatofaríngeo no limite do estímulo das falsas mais uma vez falando estima limite posterior é como se fosse o contorno ou uma moldura de um quadro que seria o limite
da cavidade bucal é e o início ao presente da faringe da da parte posterior da cavidade nasal bem retomando o estudo do sistema digestório agora a gente tem um material na uma peça anatômica observando pela região posterior né uma vista local da cavidade bucal em que foi desenvolvida a coluna vertebral e aí a gente já dá acesso a parede posterior da faringe e também foi removida para que a gente possa observar o limite posterior da cavidade bucal então a gente pode observar aqui a língua tá nessa versão torcedor e esse contorno aqui o que não
tinham de ritmo das falso estimular garganta eu já havia dito né palato mole oi e aí nós temos aqui ó os arcos para grosso tá aqui dentro dela tipo podemos deslocar aqui um pouquinho de você fazer melhor a prega aqui ó tudo que eu falo tá gosto e a prega do mundo estamos cultura parafaringea aqui ó tá aqui em cima exatamente voltou assegura uma pinça a gente vê a tonsila palatina e aqui a prega falta faríngea lembrando que isso então é recoberto dessa forma não deslocando nós temos então os pilares os arcos para tão grosso
e palato faríngeo no meio né que fica contornando né a torcida paratinga a observar nos essa peça então nós temos o que a mula como já havia dito a vocês tem a função de selamento né ela tem a musculatura propriamente dita é até uma estrutura da outra e nós temos aqui então a observar os coreanos que são as aventuras posteriores da cavidade nasal nós observamos aqui ó ela sai nada da espinha estilo da e essa noite vem verticalmente esse busco nem se prende na com neurose para latinha levando que a poderosa temos que a gente
utiliza para não tem não modificavam tendão alargada tão amplo e aí então nós temos que essa fibra muscular ela vem diretamente em direção ao falatório ea sua contração desloca para tu mora para cima pois se chamar de músculo levantador do véu palatino eu estou mostrando um lado mas ele lateral ó então nessa vista aqui embora seja um pouquinho comprido é a gente vê as fibras musculares expostas nessa região dos dois lados lateralmente a esse músculos nós temos um músculo forma de leve formato de l né uma ou seja fibras verticais e depois fibras horizontais dos
dois lados que é um músculo que passa nel sua o seu tempo dos entendeu fica próximo né a emergência o próximo a embocadura do flamengo do mundo a sua segurança e descem verticalmente e passam no segmento tem de ir junto vamo pterigóide amo pterigóide o processo duplas até uma projeção do processo pterigóide do ofício android e tem o formato de um gancho que a gente pode observar depois com detalhes quando formos olhar o que ele novamente e então esse tendão intermediário ele depois vai se ligar ao segmento horizontal das fibras horizontais esse músculo tensor do
véu palatino é que ao puxar né como se fosse uma leve nesse mecanismo assim direto né assim mas o levantar exposição próximas consequentemente as horizontais deixam essa peça ter uma salada de músculo tensor do véu palatino lembrando que esse músculo tensor do véu palatino ele fica lateral em relação ao levantador pallet tá véu palatino é uma se dá a poderosa platina e a ancoragem de essa planta a poderosa e dá para esses músculos levantadores intenção do coletivo assim como o próprio músculo da ula ula é a uva ela viva não tem essa função da não
tem nada a ver como a oralidade mas ela então como já falei que a função mecânica em funcionamento da nasofaringe que estaria nessa região aqui em relação a boca faringe já mostrei as pregas daqui da moça vale usar com salto grosso palato faríngeo é importante destacar que ela vai atualização dessa dessa área apelidada por ramos da artéria esfenopalatina né e também que por sua vez ao perfurar o forame esfenopalatino ela ela dá rangos né para a região faríngea né telefone de ascendente também que é ramo da artéria carótida externa e ela responsável por apenas a
atualização desses três segmentos né dos três músculos da faringe que nós vamos observar na sequência tão dando continuidade ao estudo da cavidade bucal o limite inferior da cavidade bucal ele é muscular a língua ocupa a cavidade bucal os e de outros músculos que define o limite inferior da cavidade bucal é um músculo que ele está preso no osso hióide e na mandíbula é chamada de músculos é gênio hióide e ele chama de genioide porque ele está preso nas espinhas de lignanas a mandíbula e se ancora então a sua inserção é no corpo do osso hióide
são duas tiras musculares paralelas umas às outras que na situação e trace o no olho para cima levantando o assoalho bucal nessa condição da mesma maneira logo abaixo nós temos um outro músculo que definir definir o limite inferior da cavidade bucal tem um músculo mylohyoid é assim denominado porque a sua origem na linha milo-hióidea uma diva né no corpo da mandíbula e as suas fibras de forma oblíqua de lá se dirigem para rafa e william boyd para o corpo do osso hióide delimitando como já havia dito a ao assoalho bucal e essa essa fibra muscular
vamos corretamente fino mas essa essa disposição muscular é bastante importante os senhores que a gente observar agora sim uma vista lateral né aqui as suas fibras nessa disposição aqui então nós temos que é que delimita o assoalho bucal aqui nós temos a gente observado uma imagem melhor o espaço ocupado pela glândula submandibular mas é importante para os senhores é porque às vezes é necessário fazer uma uma abertura externa bucal né é de fora de fora para dentro para colocar algumas onda quando o paciente tem tá com impossibilidade de acesso pela cavidade bucal então essas são
deve ter furado ou músculo milo-hióideo então é importante lembrar que aqui né a situação topográfica com a glândula submandibular é grande e essa glândula submandibular esso cada pela artéria facial então cuidado para o acesso também a colocação desse desse dessa sonda onde essa comunicação é para o interior da cavidade bucal deve respeitar e deve chamar atenção para o acesso para essa região então esse seria o limite posterior da cavidade vulcão vamos observar agora nessa mesma nessa mesma peça para 20 pode voltar talvez nessa uma uma condição um pouquinho melhor que é a fase da deglutição
podem ver como já verde para vocês ele é colocado no interior da cavidade bucal nessa situação já são estimulados é terminações nervosas a superfície da cavidade bucal é da língua brasileira que é que é estimular né um centro da deglutição que chega aqui na região do mundo o cérebro tá não vem direto por aqui ele passa pela outra em relação a língua tablet lá o que é uma elevação específica são poderes da sensibilidade tá na outra cidade né única então esse alimento começa assistir ao ser estimulado a língua naturalmente ela leva o alimento para o
palato duro tô fazendo com que ocorra o relaxamento dos músculos elevadores a mandíbula que algumas até o que te ligou e deu medial com pterigóide tá pode ser feito da mesma maneira e o temporal e a contração ou seja a ação dos músculos é mercadão a contração dos músculos elevadores a mandíbula o que é uma certa é atemporal pterigóideo medial e o relaxamento dos músculos abaixadores é uma diva que não causam de gástrico e aquele dois anteriores que eu mostrei pra vocês um vídeo e áudio genioide são os principais músculos abaixadores a mandíbula então a
esse alimento então ele é comprimido e obviamente ele vai em direção à superfície dentária dos dentes dos pré-molares e molares de fiz esse que nós vamos observar no outro vídeo então alimento ele começa a ser é triturado pelos dentes da mastigação elevação da mandíbula dada por basicamente por esses três músculos mastigatórios repetindo masseter te ligou te ligou e deu pterigóide medial e o músculo temporal principalmente as suas vidas anteriores e depois esses três músculos ele se ele relaxa e os músculos abaixadores a mandíbula daqui é tudo tão de gástrico né como a gente vai observar
no outra vista o genioide que a gente pode observar no segmento aqui que ele fica logo abaixo do consumo gêneros que são músculos da língua e o melhor di que podia suas filhas estão aqui dispostas né que eu já falei e forma oblíqua né dessa forma assim trás e levam eles eles abaixo a mandíbula e ele leva umas óleo bocal para que a língua então cumprir uma o alimento novamente de encontro ao palato esse esse ciclo de compressão dada pelos dentes escoamento nós vamos observar que os dentes em superfícies com rampas que permitem que o
alimento eles correm para novamente para o interior da da língua né dentro da cavidade bucal a superfície da língua e que também escolhe para o vestíbulo bucal porém observamos novamente aqui o vestíbulo local o músculo boca observadores mitugu alimento novamente para a superfície e esse então ela volta a ser triturado é apregoado né se a gente tem como intenção né o que se orienta é que a pessoa faça de 2014 ciclos mastigatórios para que o alimento esteja em condições de disso o número restrito o diminuto dessas siglas mastigatórios faz com que o alimento seja nenhum
tipo de uma maneira muito mais volumosa isso não é adequado para o dízimo para o ação das enzimas gástricas e consequentemente da sua própria absorção então isso compromete a qualidade de absorção do alimento ingerido então na sequência né depois dessa primeira parte da da mastigação a deglutição então ela se dá pela quando a língua ela toma uma posição mais superior e posterior da cavidade bucal lembre-se que eu falei que o palato ele tem uma formação bem adequada para que o bolo alimentar eu pude já adequadamente preparado né com ação da amilase salivar da pitty alina
né que são as enzimas que são presentes na saliva ela então já nesse início de gestão mecânica e química né que é o que ocorre na cavidade bucal é o início digestão mecânica e química ela então a língua empurra o bolo alimentar de encontrar o palato mole e assim tão desloca a o palato mole vedando a o limite super de ouro é da nasofaringe impedindo que o alimento vai falar nasofaringe em uma situação que isso ocorra a 20 conhece como um engasgo isso pode acontecer às vezes quando ocorre a inter quando a gente de boot
ocorre a interrupção da respiração então quando nós estamos falando vamos respirar durante a deglutição o alimento então um lar para que a gente esteja frente fale o óleo ele vem dos pulmões e sobem né pela traqueia o seguinte passa a corrigir pela orofaringe mas se o alimento está aqui empurra jogo alimento lá para cima da cavidade nasal então é isso que leva a um açaí do alimento pela cavidade nasal quando o indivíduo não está falando mas ele de glúteo o alimento de forma rápida né que pedir não fazendo com que o convés e selamento e
consequentemente a musculatura provoca um relaxamento dessa musculatura que está ligada a essa cartilagem epiglótica ela evita que eu corro vedamento no fechamento da língua vai para cima e para trás e aí para trás ela em tua a cartilagem epiglótica me pedindo que o alimento o venha a para o interior da laringe é uma informação e que dá obviamente ele é prévio a a traqueia então essa passagem do alimento pode virar adentrar à região da laringe e pode levar o individual em casa certo então admin e a preparação mecânica e química né então abominação e depois
o deslocamento da da língua em relação ao palato mole ea condução do bolo alimentar para a região posterior da orofaringe laringofaringe lembrando que esse segmento da faringe a laringe a hora faringe a laringe é um órgão com junto ao sistema respiratório e ao sistema digestório porém não simultaneamente né então enquanto de continuam se respira enquanto você respira não se deguste para evitar que o indivíduo engasgo e alimento obviamente vai ser conduzido para a para o esôfago como complemento ao estudo da cavidade bucal é importante nossa relembrarmos alguns elementos que constituem né acabou alimentam uma só
do ponto de vista óssea então aqui no a vista inferior do crânio e nós não temos como já havia dito a vocês os próprios ossos que constituem o palato duro então o processo palatino da maxila do direito e lado esquerdo e as duas lâminas horizontais duas partes esses quatro ossos estão unidos por uma articulação fibrosa articulação é essa que é chamada de sutura palatina e a sutura palatina transversa sutura palatina mediana ea sutura palatina atravessa essa sutura palatina e ela então segue de ancoragem né para essas dois segmentos e durante e ela é coração contornada
de limitadas antes anterolateralmente pelo processo alveolar da maxila ou das maxilas como quiserem o palato mole que ele fica preso aqui na borda posterior né do da minha horizontal do osso palatino que aqui está foi fragmentada então essa prendi aqui e falou que a gente mude véu palatino ou véu do palato mole e e nessa vista ainda é possível observar esses forames só sabe aquele circulares aqui que dão passagem um feixe vasculonervoso você já terá veias e nervos fala assim os maiores então artéria palatina maior que é ramo da artéria maxilar e também segmento da
artéria esfenopalatina ela desce pelo canal e se você não palitinho e vem aparecer aqui na no palato duro e abdominal então como artéria palatina maior mas é responsável pela irrigação do palato duro até a região do caminho e aqui na vejam até de ouro né no forame nasopalatino não é então emerge a artéria é incisiva mas agora incisiva é responsável pela irrigação levar a atualização da região anterior do palato do do agravante de todo mundo periósteo assim como as duas palatinas maiores drenagem venosa os dias um ônibus ou seja tem o mesmo nome elevação também
dado pelo nervo palatino maior e aqui mesmo nossa parte 1 é importante nós destacamos apenas para critério é de informação e não de caracteres formativos para que o médico consiga ter minha mente a o conhecimento para poder diferenciar os dentes pré-molares e os molares então nós lembramos que a dentição o homem tem duas edições né é bife odont então eu atenção decido que tem início entre os 4 e 6 meses de vida e ela passa pela atenção ela começa né a termina atenção decida em todos esses anos de vida com a erupção do primeiro molar
permanente e aí então dá início a segunda dentição humana que a dentição permanente a gente são decídua é formada por 20 dentes de leite ou gente desses de leite a maneira popular de chamar e então só apenas 20 dentes constituídos por incisivos caninos velho decisivos são quatro incisivos 2 a entender e vamo lá primeiro e segundo molar decíduo ou seja da dentição decídua não há para imobiliárias e os dentes os molares decíduos vão dar espaço para a erupção dos pré-molares permanentes então uma criança tem 22 em a partir dos seis anos ela começa a ter
mais de 20 dentes com a erupção dos primeiros molares inferiores a dentição permanente era constituído por 32 dentes ah mas eu não tenho segundo não tem o terceiro molar não importa a pessoa geralmente tem 32 dentes ao agenesia que seja falta da erupção da presença dos terceiros molares e assim presente uma variação anatômica então o ser humano tem duas edições a decisão de 2010 ea permanente com 32 dentes é o que diferencia as duas edições além do número né obviamente a presença desses dentes aqui são os pré-molares e número de 2d em cada arco dentário
nós temos quatro aposentar os dois superiores e dois inferiores então aqui nós temos os pré-molares superiores e os molares superiores o que como diferenciar um pré-molar deambular pelo tamanho é os dentes pré-molares tem duas cúspides o que é cúspide é o nome que se dá a essa projeção piramidal presente do esmalte dos dentes são os dentes pré-molares em duas partes tá em quantos molares tem quatro custos de uma maneira bem no linguajar bem mais simplificado é contas uma duas uma duas uma duas três quatro pontos então quem tem mais de três pontas esse é o
pato geralmente são os molares são dentes cujo tamanho maior porque ele tem essa super disse que serpa triturar o alimento então é só um componente tem 3 molar expor arco dentário próximos 12 dentes molares a agenesia no terceiro goulart reduzir isso número menor que no caso de oito andares a observamos o arco inferior nós temos as mesmas características né os incisivos é aqui que são importantes os pré-molares como já verde tem uma ou duas tem duas curto distração com formato mais arredondado e os molares tem quatro clubes a importância disso pro médico é num um
acidente o paciente chega com os elementos dentários avulsionados não sou dentista não tem como resolver isso sem apenas a posição esse pode ser reimplantado o indivíduo pode ter uma restabelecimento da sua mastigação vamos dizer assim dentro do padrão de normalidade é o mesmo em situações é de aspecto médico-legal em que o vocês podem observar essa essa presença desses dentes nessa situação então só para concluir é mais uma vez ó é a gente tá deixa que eu vou lá lá tem quatro e aqui a gente nota que são pra enrolar só tem duas acho isso