saudações a todos neste vídeo vamos conversar um pouco a respeito da avaliação da radiografia de cotovelo da criança no pronto socorro frequentemente essa avaliação fica sob a responsabilidade do clínico ou do cirurgião ou do pediatra que atende a criança com trauma de cotovelo e às vezes pode haver alguma dificuldade na interpretação do raio X em alguns casos vamos ver aqui alguns sinais que são extremamente úteis nessa avaliação algumas fraturas são muito óbvias como essa aqui né a fratura supracondilar completa deslocada e angulada do úmero né aqui o úmero aqui o rádio aqui a una já
isso aqui não é uma fratura aqui é um centro de dosificação normal do olécrano olécrano que ainda não se consolidou que ainda não fundiu aqui a placa de crescimento veja que há córtex dos dois lados dessa fenda Então não é fratura é placa de crescimento aqui duas radiografias de perfil de cotovelo de criança de duas pacientes diferentes nem sempre é fácil visualizar as alterações as duas T alterações que são diferentes em cada caso no final do vídeo H nós veremos como vai ficar um pouco mais fácil para visualizar e encontrar essas [Música] alterações primeiro alguma
coisa sobre a técnica para quem faz o exame de cotovelo da Criança é fundamental mas fundamental mesmo que o perfil fique perfeito que o perfil seja caprichado que o perfil fique num posicionamento adequado veja esta é uma posição errada o braço tem que estar horizontal eles tem que estar desse jeito aqui ele tem que estar apoiado sobre o filme né na posição horizontal completamente distendido aqui o ângulo aqui tem que ser mais ou menos de 90º pode ser um pouco mais um pouco menos e o dedão o Polegar tem que ficar apontado para cima né
então esta é a posição correta veja aqui né o Polegar apontado para cima dessa maneira está errado o correto é o Polegar apontado para cima nem sempre você vai poder mobilizar o cotovelo de uma criança com uma suspeita de fratura Então é bom você ou mobilizar com muito cuidado na presença do médico ou não mobilizar mais a criança com ah trauma do cotovelo normalmente ela já adquire a posição aí em 90º ela já fica com o braço e o antebraço nessa posição com o cotovelo mais ou menos nessa posição o que é frequente ter que
fazer é girar um pouquinho a mão dela para que o o o Polegar fique apontado para cima e aí você pode colocar um um anteparo para ajudar nisso e a questão de manter o o o braço apoiado aqui é uma questão de altura né se você coloca um assento muito alto não vai dar paraa criança apoiar o braço então você vai ter que alterar a altura do assento que a criança vai ficar até que o braço fique nessa posição isso é extremamente importante para ter uma radiografia de qualidade um perfil de qualidade logicamente que no
AP Você não vai es tirar né esticar o cotovelo da criança que esteja com trauma n você pode piorar a fratura piorar a lesão Então você vai fazer mais ou menos e como for possível mas o perfil é fundamental que ele esteja na posição correta aqui um pouquinho da anatomia nós temos então o úmero na na na visualização em ap né na projeção em AP Você tem o número o o rádio e a una e os centros de ossificação os centros de ossificação eles têm uma sequência correta que eles acontecem na criança então primeiro é
o capítulo depois é a cabeça do rádio depois é o epicôndilo Medial depois a troca depois o olécrano o olécrano é muito melhor de ver nesta posição né no perfil Então veja aqui úmero rádio né a cabeça do rádio una olécrano esta posição está perfeita esse posicionamento está perfeito aqui 90º e você vê essa imagem aqui que parece um oito então quando você vê essa imagem parecendo um oito tá significa aí que o posicionamento está perfeito e para avaliação aqui no perfil nós vamos prestar atenção em algumas coisas primeiro acompanhar o córtex de todas as
estruturas ósseas Então você acompanha o córtex passando o dedo por cima do córtex para ver se há alguma solução de continuidade para ver se há alguma falha no córtex a falha a solução de continuidade no córtex indica fratura no caso aqui não tem depois você vai passar uma linha na parte anterior do córtex do terço distal aí do úmero então aqui o úmero terço distal do úmero córtex anterior você passa uma linha e essa linha se continua aqui para baixo ela deve cruzar o capítulo que é esse osso aqui esse centro deificação essa linha deve
cruzar o capítulo no centro no terço médio nunca no terço anterior sempre no terço médio no centro você também tem que traçar uma outra linha aqui pelo rádio aqui seguindo e não é bom seguir a diáfise do rádio é melhor seguir o colo do rádio Então passa uma linha pelo colo do rádio passando aqui pelo meio do rádio e ele também essa linha também tem que atingir aqui o terço médio do capítulo então essas duas linhas são fundamentais a gente já tem que traçar elas no Imaginário essa aqui tá normal e aqui vamos ver então
os núcleos de ossificação né eles variam muito com a idade eh eles variam com o sexo é masculino feminino mas a sequência de aparecimento e de fusão deles é sempre a mesma então primeiro aqui o capítulo depois a cabeça do rádio daí aqui O epicôndilo interno ou Medial daí a tró depois o olécrano o olécrano que é melhor visto no perfil e por último o epicôndilo externo ou lateral Então existe várias formas de se memorizar essa sequência né uma delas é memorizando esse nome que são as iniciais aí ah Existem várias outras mas você deve
memorizar você deve escolher uma forma então primeiro este depois este depois aquele aqui aqui e aqui então vamos ver aqui alguns cotovelos em idades diferentes neste caso aqui o úmero o rádio a una e o único centro de ossificação aqui presente é o capítulo então uma criança por volta aí de 1 ou 2 anos de idade então aqui uma criança já mais velha nós temos então o úmero o rádio e a una né o capítulo a cabeça do rádio e o epicôndilo Medial ou interno né Nós não temos ainda da tró nós não temos ainda
do olécrano nem do epicôndilo lateral então aí uma criança por volta de 6 7 8 anos por aí nesse outro caso uma criança mais velha nós temos então o capítulo a cabeça do rádio O epicôndilo interno ou Medial a troca o o tá ali que tá aqui e o epicôndilo lateral ou externo e agora vamos às linhas então a linha do córtex anterior do úmero ela tem que cruzar aqui no meio do capítulo E aí depois você vai passar a linha do rádio que também tem que cruzar no meio do capítulo aqui a linha do
rádio cruzando no meio do capítulo logicamente que você olhando nessa radiografia você já vê que se passar a linha aqui do córtex anterior ela não tá cruzando no meio do capítulo ela tá cruzando aqui na região anterior do capítulo então já é uma radiografia patológica né E você seguindo o córtex você vê que o córtex está interrompido aqui então já temos aqui uma fratura supr L do úmero Mas esta linha a congruência do rádio com o capítulo está normal porque a cabeça do rádio ela é articulada com o capítulo em qualquer posição que que o
antebraço ou o braço esteja essa articulação deve ser congruente Então essa linha exatamente mostra a congruência da articulação do rádio com o capítulo né frequentemente o rádio desloca do capítulo ocorre um deslocamento dessa articulação mas nesse caso não está normal mas há uma fratura aqui demonstrada pela interrupção do córtex e pelo ah deslocamento posterior da Porção distal do úmero desloca posteriormente você passa a linha a linha tá passando aqui na porção anterior do capítulo deveria passar no terço médio e aqui então a linha passando no no rádio aqui né bem na porção média aqui você
pega essa porção distal do rádio Aqui passa a linha pelo colo no terço médio chegando passando no terço médio aqui do capítulo está normal Capítulo cabeça do rádio epicôndilo Medial aqui então Então os três núcleos de dosificação já presentes aí nessa criança além das Linhas além das duas linhas nós temos que procurar dois coxinhos adiposos este que tá aqui na seta essa imagem triangular Mais Escura lembrar que cordura fica escura fica esse cinza escuro no Raio X E esse é o coxinha de posa anterior e aqui posteriormente vejo essa área mais bem nítida né tem
que ser bem nítido o limite bem definido aqui que é o coxinha de Poso posterior o coxinha de Poso posterior nunca deve estar presente em condições normais porque ele fica aqui dentro essa região aqui é a região da fossa do olécrano quando você estende o cotovelo o olécrano aqui essa projeção ósea ele entra para dentro dessa fossa e tem uma gordura aqui quando há derrame articular essa gordura é jogada para fora e forma esse coxinha de pouso posterior então condições normais ele nunca está presente aqui ele está aqui e a gente não consegue vê-lo mas
em condições de derrame articular ele é deslocado posteriormente e você acaba por vê-lo aqui posteriormente e o coxinha de Poso anterior em condições normais ele é paralelo ao córtex ósseo normalmente ele fica aqui assim ou você não consegue vê-lo ou vê ele aqui paralelo ao quarto queesse ócio quando ele faz essa imagem triangular no formato de um uma vela de barco aqui é patológico significa que ele foi deslocado anteriormente por um derrame articular que no contexto do trauma de cotovelo na criança pode indicar uma fratura geralmente supracondilar então o mecanismo aqui na a criança cai
com o braço estendido faz uma hiperextensão uma hiperextensão e acaba fraturando a região supracondilar aí vai acontecer duas coisas pelo próprio mecanismo da fratura as forças mecânicas envolvidas a porção distal do úmero e portanto o centro deificação do capítulo vai ser deslocado posteriormente então a linha que passava no meio do capítulo vai passar aqui anteriormente e outra coisa que vai acontecer ser a hemorragia intraarticular vai distender distender a cápsula articular vai jogar esse coxinha de pouso que em condições normais ficava aqui anteriormente vai jogar ele pra frente formando o barco de vela e o coxinha
de pouso posterior que ficava escondido aqui dentro da fossa do olécrano vai ser jogado para fora lá para fora e vai aparecer no Raio X então aqui temos um caso veja aqui você passando a linha aqui anterior ela está passando anteriormente na porção no terço anterior do capítulo não está passando no terço médio veja que ela desenhada tá passando no terço anterior significa que esse capítulo tá deslocado posteriormente ou essa porção aqui do toda essa porção do do úmero tá deslocado posteriormente a linha do rádio com o capítulo tá normal significa que não há um
deslocamento desta articulação entre o rádio e o Capítulo e observe aqui a imagem nítida do coxinha de pouso posterior essa imagem escura com o contorno externo bem nítido né tem que ficar nítido não pode haver dúvida então ele não deve aparecer em condições normais significa que tem derrame articular então provavelmente uma em artrose e você acompanhando o córtex aqui na frente não dá para ver nada mas posteriormente você acompanha esse córtex tá aqui a fratura a fratura supracondilar do úmero veja como está ficando fácil a coisa uma outra situação n a criança é tracionada abruptamente
aqui tá e acaba ocorrendo aí a subluxação ou luxação o deslocamento da cabeça do do rádio aqui o capítulo aqui é a cabeça do rádio ele é jogado para fora lá né desloque perde a congruência entre a cabeça do rádio e o capítulo essa congruência a gente viu que em condições normais aqui você traçando a linha entre o rádio e o capítulo aqui né ela está congruente tá no mesmo eixo não é da diáfise do rádio OK é do o colo do rádio é o colo do rádio a parte média aqui não é a parte
média do núcleo de ossificação porque o núcleo deificação pode ser assimétrico ele não começa no meio bem bonitinho ele começa um pouquinho mais lateral depois ele vai crescer eh e e ficar bem simétrico mas no início ele não é simétrico Então não é dele é dessa linha aqui dessa porção então eu colo do rádio com essa porção aqui do rádio você passa essa linha e ela cruza no centro aí do Capítulo e quando você tem aí o deslocamento da cabeça do rádio Então você tem aqui o úmero o capítulo a una e o rádio e
aqui a cabeça do rádio você passando a linha aqui veja que o capítulo tá aqui e a linha tá passando aqui em cima então não há como né nem nem se você tentar forçar a barra aí não tem como você passar uma linha que seja paralelo aqui e que atinja aí a a cabeça e o centro do capítulo não tem jeito então há um Claro deslocamento do rádio em relação ao capítulo Se você passar a linha aqui anterior você vê que ela tá cruzando aqui o terço médio até quase o terço posterior do do capítulo
O que é normal não pode cruzar o terço anterior então no caso aqui um deslocamento do rádio então aqui a figura ilustrando quando você tem um derrame articular aqui tem uma fratura supracondilar Você tem uma hemartrose um derrame articular você desloca o coxinha de Poso anterior para cima ele era aqui paralelo ele fica com esse aspecto em barco de vela e o posterior coxinha de pouso que ele ficava aqui dentro ele é deslocado para trás e você consegue ver no na radiografia veja aqui o coxinha de Poso posterior você vê nessa área mais escura o
contorno deve ser nítido e aqui o coxinho de posa anterior parecendo um barquinho de Vel uma vela de barco aliás aqui significa que há derrame articular havendo derrame articular no contexto de trauma da criança aí você suspeita fortemente de uma fratura geralmente supracondilar pode ser fratura em outra região aí do cotovelo mas geralmente é supracondilar do úmero agora vamos a alguns casos usando esse esse método então aqui radiografia de cotovelo de uma criança então rádio una cabeça do rádio olécrano e o úmero olhei aqui o oito tá perfeitao a a radiografia passei a linha passei
a linha aqui anterior cruzou aqui no meio do capítulo tá ótimo passei a linha aqui pelo rádio Opa tá fora do meio o meio do capítulo tá aqui o centro do capítulo tá aqui a linha passou fora então deslocamento do rádio em relação ao capítulo vamos a esse outro caso aqui então úmero rádio I unaa cabeça do rádio Capítulo passei a linha aqui veio cruzou na região anterior essa linha é imaginária né cruzou aqui na região anterior do capítulo então já é patológico passei a linha aqui do rádio cruzou no no na porção média do
capítulo aqui passei a linha aqui no rádio chegou na porção média do capítulo então a articulação entre o rádio e o capítulo tá preservada mas a porção distal do úmero tá deslocada posteriormente porque essa linha anterior tá passando na porção anterior do Capítulo e a gente acompanhando o córtex aqui olha a fratura supracondilar aqui olhando aqui olha o coxinha de Poso posterior aqui sinal do coxinha de Poso posterior então significa derr articular a fratura tá aqui e isso essa toda essa região tá deslocada posteriormente olhando aqui no AP fica nítida a fratura aqui né Vamos
a um outro caso então húmero rádio e unaa passamos a linha aqui anteriormente passamos a linha aqui passando no terço médio do capítulo Tá ok passo a linha no rádio Opa totalmente fora do Capítulo Capítulo centro do capítulo tá ali ou Capelo né muita gente chama de Capelo outros capítulos ã o centro do capítulo tá aqui e a linha do rádio tá aqui então luxação da cabeça do rádio luxação do rádio a luxação rádio capitel e aqui o coxim de Poso anterior na forma de barco de vela demonstrando a presença então de derr articular Vamos
a um outro caso aqui húmero Ráo una passo a linha anteriormente aqui tá passando no terço anterior do capítulo o terço médio está aqui passo a linha no rádio tá indo no na porção média do capítulo né passei a linha no rádio aqui tá indo na porção média do capítulo mais a linha do córtex anterior do úmero tá passando anteriormente aqui vou acompanhar no córtex quando eu acompanho esse córtex Olha a fratura aqui então fratura supracondilar do úmero e essa porção foi deslocada posteriormente um uma leve inclinação posterior aqui no AP a gente não consegue
ver a [Música] fratura aqui um outro caso um caso de uma interpretação já um pouco mais difícil não foi um caso de trauma Então você tem um encurvamento aqui da una que já é patológico o rádio também tá encurvado E aqui seria aqui é o capítulo que já consolidou já UCI ficou aqui é a troc aqui o capítulo Então veja que o rádio tá apontando para cá e o Capítulo tá aqui então uma luxação completa aí do rádio no caso é uma luxação congênita do rádio não era por trauma era congênito ISS aí este caso
aqui a gente passando a linha aqui no córtex eh fica ruim porque a gente não sabe se segue esta linha ou esta linha isso por quê Porque essa radiografia não foi feita de maneira adequada Então tá aí a importância técnica a ância do técnico na hora de fazer o perf né porque se ele faz um perfil inadequado fica muito difícil da gente traar a linha noex anterior você não sabe se segue essa linha ou se segue cá fica bastante complicado de qualquer forma tem sinal aqui do coxinha de pouso anterior né O Barquinho de vela
e você acompanhando no córtex você vê que tem uma fratura aqui tá você acompanhando no córtex aqui essa cabeça do rá tá um pouco diferente como a morfologia alterada aqui no AP você vê que o córtex se interrompe aqui então tem uma fratura da cabeça do rádio e aqui uma fratura do olécrano aqui acompanhando o córtex aqui é núcleo dosificação ainda núcleo dosificação aqui núcleo dosificação aqui e aqui no olc ainda ainda não tem o núcleo dosificação aqui do hipic lateral mas tem todos os outros então temos fratura da cabeça do rado e fratura aqui
do olécrano Este um outro caso que é importante lembrar que às vezes quando você tem a lua do rádio é importante você radiografar o antebraço inteiro porque você pode ter luxação do rádio e fratura da una Então você fratura a una ele cavalga né ele encurta e o rádio luxa Então essa Associação é É frequente Então temos que tomar esse Cuidado se tem luxação aqui do rádio você tem que radiografar o o antebraço todo justamente para procurar aí a fratura da una Vamos a um outro caso aqui um caso o raio x tá bem feitinho
um caso difícil você passa a linha aqui lá no ctex anterior ela tá passando aqui não tá passando bem no terço médio tá passando diretamente no terço anterior mas pouca coisa né mas tá passando no terço anterior o que já é patológico você olha aqui tem um sinalzinho do coxinha de pousa anterior o barquinho de vela Nós não vemos o posterior nós não achamos traço de fratura nem no ap nem no perfil a linha aqui do rádio com o com o capítulo tá normal tá congruente e a criança Então tinha um trauma uma história de
trauma o cotovelo tava aí demasiado e havia realmente uma fratura ah supracondilar do úmero pequena não deslocada Que que foi demonstrado posteriormente na tomografia Então você veja que sinais sutis você deve valorizar no contexto do trauma né logicamente que todos esses exames que nós estamos mostrando aqui é no contexto do trauma e aqui aqueles dois casos que nós colocamos inicialmente lá né no início do vídeo que aparentemente pareciam difíceis agora fica bem mais fácil né passamos a linha aqui anterior Ele tá cortando né interseccion aqui a porção anterior o terço anterior do capítulo então já
é patológico deveria estar interseccional o terço médio passamos essa linha aqui do O rádio está normal então a articulação do rádio com Capítulo está preservada congruente veja que há aqui o sinal do coxinha de Poso posterior e você acompanhando o córtex você identifica aqui o traço de fratura aí no na região supracondilar do úmero então fratura supracondilar do úmero com derrame articular né artrose esse outro caso você traça a linha anterior tá cruzando aqui o terço médio para posterior do do capítulo você traça aí a linha do rádio tá passando longe do capítulo então luxação
da articulação do rádio com o capítulo né luxação da cabeça do rádio luxação do rádio Espero que tenha ficado bem mais fácil do que no início do vídeo aí para quem teve dificuldade no início do vídeo né então era isso eu acho esse tema relevante porque na verdade nem sempre você vai ter o ortopedista ou ortopedista Pediátrico de de plantão aí no pronto atendimento no pronto socorro ou na Policlínica e é relativamente frequente a procura nesses locais de atendimento de urgência e emergência por eh crianças né pessoas que levam crianças com trauma de de cotovelo
com cotovelo que que está inchado dolorido e você tem aí à disposição a radiografia lembrando sempre principalmente aos técnicos a quem faz as radiografias por favor caprichem no perfil do cotovelo Se ficar alguma dúvida em relação aos centros de ossificação Ainda Há a possibilidade de você radiografar o cotovelo normal contra lateral na mesma posição e comparar um com o outro eles devem ser a princípi simétricos os centros de deificação lembrar de memorizar a sequência dos centros de deificação né ou ter uma tabelinha com isso e Lembrar de passar mentalmente a linha do rádio no capítulo
a linha no córtex anterior do ã do úmero essas duas linhas elas devem cruzar bem no centro do Capítulo e lembrar de procurar o sinal do coxinha de Poso anterior o barco de vela e e a presença do coxinha de pouso posterior que indicam aí derrame articular e acompanhar o córtex de todos os ossos acompanhar o córtex de todos os ossos é fundamental paraa procura de fratura não só no cotovelo mas em qualquer parte eh do esqueleto Ok então espero espero ter ajudado em alguma coisa por hoje é isso e obrigado até o próximo