Olá, queridos. Graça e paz. Aqui é o professor Márci Pereira.
Vamos iniciar agora a segunda unidade da disciplina espiritualidade e a formação do educador cristão. Na unidade anterior falamos sobre os fundamentos, né, bíblicos e teológicos da espiritualidade do educador cristão. Nesse segundo bloco, né, segundo momento, vamos estudar as dimensões práticas da espiritualidade no contexto educacional, falarmos de oração e de tantos outros elementos.
Bom, então vamos seguir aí para essa aula, né, que vamos abordar aí a prática da oração do docente e sua dependência do espírito na dinâmica do ministério educacional, né? veremos que eh nessa aula que a oração é um dos pilares, né, fundamentais da conexão, né, entre eh ele e Deus, né, então compõe ali a dimensão da espiritualidade cristã, da questão devocional e sua importância transcende a dimensão devocional, ou seja, não fica restrito ao particular individualismo, mas ele se estende A dinâmica de oração se estende à vida cotidiana, o que temos tratado de maneira coerente todo o nosso estudo, né? Se estende ao exercício ministerial também do educador cristão, se externa através da palavra que conhecemos como dependência do Espírito Santo, né?
O homem que ora é o homem que depende de Deus, né? A semelhança então de um alicerce, por isso que aí a imagem é um como um alicerce, né, robusto, né, que sustenta toda a construção. A prática de orar, né, ou seja, um relacionamento profundo com Deus, revela-se então indispensável para a formação integral do indivíduo, a ponto de reorientar as prioridades, por isso a dependência do espírito, né, de renovar forças, de promover comunhão de fato íntima com o Senhor.
Então, nesse sentido, a dependência do Espírito Santo vai ajudar ao educador cristão, né, afastar qualquer noção de autonomia, né, ou evidencia para o educador eh o poder de educar com excelência, mas que nasce a partir da sua entrega confiante a Deus, da sua confiança incondicional a Deus, a direção do espírito paraa sua vida. Então é fundamental esse pilar do relacionamento com Deus a partir da oração. A oração, então, como esse alicerce ou fundamento da vida do educador.
A a oração entendida, ela pode ser entendida como esse canal, né, permanente de permanente diálogo. Muitas vezes reduzimos a oração a um monólogo, né, ou uma lista de desejos. Muitas vezes eh colocamos Deus como um gênio da lâmpada, né, onde a gente esprega e pede três desejos, né, mas não.
A oração é essa relação de intimidade, de diálogo. Eu gosto muito daquele texto de João, capítulo 15, versículo 15, quando Jesus disse pros discípulos: "Já não tenho chamado vocês de servos, mas de amigos, porquanto tudo quanto tem ouvido do meu pai tenho tornado conhecido a vocês. Ou seja, uma relação de intimidade, amizade, e que o que Jesus está dizendo, olha, eu vou revelar os segredos do coração do Pai, que amizade é isso, é confissão, é é colocar eh os segredos, né, e abrir abrir-se, né?
Então Jesus está dizendo: "Olha, tudo que eu tenho ouvido do meu pai, eu tenho tornado conhecidos, porque a nossa relação é de amizade, de diálogo, é de interação. Então, oração é esse canal aberto através de Cristo, em que podemos dialogar com Deus, ouvir, a gente vai ver mais à frente, de perceber, de ter a sensibilidade e poder também conversar, né? Então, expressa essa consciência eh também nossa, do ser humano, acerca de nossas limitações e uma busca então perseverante para discernir os propósitos de Deus, a vontade de Deus.
E claro, isso se aplica à dinâmica educacional que precisamos da direção do espírito também. Então, tal perspectiva, ela vai ganhar ainda mais relevância nesse contexto da nossa vocação, né? Porque eh no ato de orar eh o ato de orar não apenas vai nutrir a a vida devocional, mas ela vai também determinar a prática pedagógica e a prática da relação eh com os alunos, né, na vida educacional, né, o zelo, o discernimento, a aplicabilidade dessa relação que temos visto até aqui em nossas aulas.
Em primeira Tessalonicenses fala desse orar sem cessar, né, que a Bíblia diz que nós devemos orar sem cessar. Isso reflete então a oração quase que um estilo de vida, né, ininterrupta, uma postura constante, ininterrupta e um hábito constante de entrega total das nossas preocupações, das nossas vontades. E tudo isso com súplica e ação de graça, como Paulo também vai falar lá em Filipenses capítulo 4, no versículo 6, quando ele diz que devemos eh não estar inquiet coisa alguma, mas antes as nossas petições sejam todas conhecidas diante de Deus pela oração, súplica e com a e súplica e com ações de graça.
Então, longe de implicar uma passividade, né, na oração, essa disposição revela um coração atento quando oramos e as direções do espírito, o discernimento. Isso vai moldar o nosso comportamento e as nossas atitudes no ambiente acadêmico, no ambiente educacional. Então veja, a oração não só como uma questão passiva, mas a oração ela potencializa as decisões porque é a direção do espírito, é a dependência que o educador revela no criador.
Dependência do espírito e oração estão entrelaçadas, né? Como nessa citação, a vida de oração, ela sustenta a missão do educador cristão porque reconhece que o poder de transformar vidas não provém de habilidades meramente humanas, mas de uma graça que opera além do princípio. Se o educador não tem essa consciência, né, e a vida de oração vai sustentar, porque já dizia um um outro autor, um teólogo, que a oração, à medida que ah você ora, isso revela dependência.
Então, um ministério regado à vida de oração é um ministério que revela a dependência do espírito, né, buscando o discernimento e a direção para cada atitude, para cada ato. Então, isso é muito importante na vida da do educador cristão. Nessa outra citação aqui do Pter, eh, no livro celebração disciplina, ele vai dizer que a oração profunda não é um exercício de técnicas espirituais como em religiões, mas um encontro, um relacionamento autêntico, né, do coração, do nosso coração pro coração de Deus.
Então, não é apenas um um método religioso, uma técnica religiosa de meditação, mas sim um um relacionamento. Deus é relacional, né? E ele então se relaciona conosco, ele se revela na palavra e podemos através de Jesus Cristo orar e termos encontro com Deus, uma experiência com Deus.
Eh, então, em outras palavras, que eu quero dizer que não basta encarar eh a oração ou a prática devocional como uma fórmula mágica, né? Antes ela necessita ser um um diálogo que procede do mais profundo do nosso ser, né? por meio dela que o educador adquire essa sensibilidade, esse discernimento, essa dependência para perceber até as suas carências, até as suas limitações, né, individuais, mas também para perceber, por exemplo, no ambiente educacional, ter esse discernimento eh sobre as deficiências dos seus alunos, eh direção para imprimir, né, um uma metodologia que possa de fato eh imprimir a palavra de Deus nos corações e levá-la à transformação, ou seja, a oração, a dependência de Deus, né, estão entrelaçadas e ligado a esse processo do educador cristão.
A esse respeito, um outro teórico vai dizer que a oração então é o caminho para conhecermos cada vez mais profundamente quem Deus é. Ou seja, o conhecimento de Deus, né, não é apenas conhecer a teologia, mas eh como vimos na aula passada, conhecer a doutrina certa envolve também o coração, né, a questão da transformação do caráter, eh, ou seja, envolve as nossas experiências e a nossa vivência, né? Então, esse conjunto de coisas revela se de fato conhecemos a Deus, né?
o caso que eu dei do episódio de Jacó, que teve uma experiência com Deus e a experiência que ele teve com o irmão se reconciliando, né, pedindo perdão ao seu irmão, se curvando no capítulo 33 de Gênesis, isso revela que, de fato, eh, Jacó teve uma experiência, conheceu a Deus, porque Deus é um Deus de misericórdia, né? Então, ele expressou misericórdia pro seu irmão, né? ele expressou eh compaixão, amor e ali houve um um impacto, né, da fé, da experiência eh no cotidiano, nas suas relações, na realidade do ambiente acadêmico, educacional, essa interação, essa proximidade com Deus vai revestir, né, o docente eh eh também do coração de Deus.
Deus, né? Ou usando essa expressão, eh, de elementos do caráter, né, da da paciência, da compaixão, né, do compromisso, do amor, virtudes que são indispensáveis, porque a prática das disciplinas espirituais, da oração, ela não tem a finalidade eh de nos tornar mais poderosos, de mais ricos. Mas o propósito fundamental da prática das disciplinas espirituais é nos tornar semelhantes a Jesus.
Esse é o propósito fundamental. Você ora não apenas para obter alguma coisa, mas você ora para ser conformado com a vontade de Deus e ser mais parecido com Jesus. Então esse um dos propósitos e vou estar sempre repetindo isso.
Então essa eh vertente que leva para prática a oração que deságua em lição, que deságua em caráter transformado. Então, trazendo essa dimensão adicional aqui, temos outra citação que diz que a verdadeira educação cristã, ela nasce de um coração que foi confrontado e transformado pela graça divina. Ou seja, sem relação não há transformação.
Então, um coração teve um encontro, foi o caso de Jacó que eu dei, ele teve um encontro com Deus e a sua vida foi transformada, sua identidade foi transformada. Então, é a educação também acontece, a verdadeira educação quando o educador tem uma vida, uma vida com Deus, né? E ele então é confrontado e transformado pela graça divina.
Então, acontece educação eh transformadora, porque o educador eh encontra Deus em oração e na sua vida devocional. Isso significa que a base sólida, né, que falamos no início do fundamento dos alic, né, do ensino cristão, eh, ele não está ancorado na nas técnicas pedagógicas, né, na na prática ou na oferta dos conteúdos, né, mas envolve a formação de um caráter que é dependente e submisso ao espírito de Deus, né? ele está dirigido.
Então, veja bem o equilíbrio, né? Muitas vezes, eh, nós temos pessoas extremamente habilidosas, tecnicamente falando, eh, com a sua didática, com seu planejamento de aula, mas muitas vezes falta a dependência do espírito, a vida de oração, tá? Então, a pessoa foi para um outro extremo, ficou muito nas questões técnicas.
Por outro lado, tem muitas pessoas que espiritualiza tudo, fala: "Não, eu não preciso de técnicas. Eu não preciso de didática, eu não preciso de estudo, o que eu preciso é ser dependente e orar mais e ser dependente do espírito. Eu vejo isso como extremos.
O que precisamos desse equilíbrio entre eh técnicas pedagógicas, né, um o conhecimento, um domínio disso, da didática, né, dentro da educação cristã. Porém, eh, tudo isso sendo feito na direção, na sensibilidade, na orientação do espírito através da vida de oração e discernimento, esse educador, ele vai submeter todos esses esses recursos, né, diante de Deus. Então, eh, é necessário entender a oração como fundamento, né, da vida do educador, mas reconhecer que todo o labor pedagógico, eh, ele é importante, mas por mais qualificado que seja, ele perde seu sentido se for desconectado dessa fonte, né, da da experiência da oração, da devoção e da dependência de Deus.
ele perde em sabedoria, perde em poder, né, em autoridade. Então, o ato de orar, portanto, não apenas abastece a alma, mas também direciona cada passo da didática, das técnicas pedagógicas na prática docente, garantindo então essa formação que a gente chama de formação integral, quem vai ser beneficiado é uma formação integral dos alunos, né, tanto intelectual, emocional, espiritual, conduzindo ali aos cuidados do bom pastor. que é Jesus Cristo.
Então, a oração cristã não se limita a uma atitude de súplica constante, mas envolve também uma disposição de diálogo. A gente falou que aqui é comunhão com Deus, é diálogo, é interação. Então, é uma disposição também não só de falar, mas de ouvir e discernir, acolher a voz do espírito do interior, né?
E aplicar isso à vida. Como já citei, Filipenses 4:6, Paulo vai exortar, né, apresentar os nossos pedidos a Deus com ação de graças, ressaltando que o diálogo com o Pai inclui tanto o falar, eh, expressar, fazer petições, como também silenciar em reverência, né? Esse aspecto tão contemplativo tem por finalidade o alinhamento.
Porque veja bem, como disse L certa vez, que a nossa oração não muda Deus, porque Deus é imutável. Logicamente a frase está correta. Então, a nossa oração não muda Deus, mas muda a nós mesmos.
Por quê? No processo de intimidade, de relação e no silenciar a nossa alma para ouvirmos, nós começamos a nos alinhar. Há um alinhamento alinhando o coração à vontade divina, porque o nosso coração é enganoso, tornando-se, tornandoosnos mais sensíveis às necessidades da educação, tanto do aluno quanto da dinâmica pedagógica.
Então, eh, esse silenciar da alma, né, e essa mudança provocada pelo espírito. Então, a minha oração não muda a Deus, mas muda a mim mesmo. O próprio Richard Foster, no seu livro de celebração da disciplina, eu gosto dessa definição dele de oração, quando ele diz que orar é mudar, né?
Então essa mudança de pensamento e de ideia quando nos conectamos com Deus através da oração. O próprio FA, essa outra situação diz que a oração de escuta requer uma disposição de alma que se faça vulnerável, ou seja, permitindo que Deus intervenha nos nossos pensamentos e intenções do coração e sempre com a finalidade de quê? de alinhamento, de percepção da vontade do Senhor, para que possamos ter uma prática eficaz e que essa prática vai revelar a dependência que temos do espírito.
Vão ser práticas pedagógicas, entre aspas, aqui azeitadas, né, porque estão debaixo de muita oração, de consagração e de vida aos pés de Cristo. Sim, mais do que um método, eh, trata-se de uma atitude que se concretiza mediante exercícios, né, práticos na rotina do educador cristão. A vida de oração, a vida de silêncio intencional, né, momentos de silêncio, preservar minutos ali de para ouvir mais a Deus, né, longe das distrações, dos ruídos.
o educador, né, o servo de Deus, se apresenta diante de Deus e reconhece a sua disposição, a sua dependência ao ouvir o que o espírito tem a revelar. tão diante de um mundo tão apressado, de tanta correria, de tanto ruído, de tanto barulho, a gente precisa silenciar a nossa alma para ouvir a direção do espírito e aliado a a oração, né, ter uma meditação das escrituras em oração ainda, né, ouvindo da parte da palavra de Deus, eh, a os direcionamentos, né, através da comunhão com os irmãos, através de grupo grupo de oração através do diário, talvez as suas a anotações, né, sobre os seus momentos de orações, ou seja, esse toda a prática da vida de oração que corresponde à sua vida eclesiástica também, dinâmica de oração na igreja, né? Ou seja, eh é uma vida marcada pelo seu comprometimento, não só individual, mas também um comprometimento comunitário, né?
E o posse, ele é interessante, ele fala que a nossa vida individual, devocional, ela precisa ser complementada com a nossa vida eclesiástica, a nossa vida comunitária, né? Precisamos também da direção do espírito que vem através do corpo de Cristo e não somente a direção do espírito de maneira individual na nossa devoção. É muito interessante.
Ele traz esse equilíbrio importante na dinâmica da prática das disciplinas espirituais. Então essa essas disciplinas que Paulo inclusive vai chamar atenção para Timóteo dizendo que é exercício para piedade, disciplinas espirituais de exercício para piedade. E piedade é um termo sinônimo, eh, similar a semelhança a Cris, ou seja, aquilo que temos falado até aqui que praticar as disciplinas espirituais da oração, jejum, meditação e tantos outros, eh, tem a finalidade de nos conduzir a Cristo, de sermos semelhantes a Cristo, né?
transformar o nosso coração alinhando, tornando-nos mais dependentes dele, né? Então, desenvolver eh na prática do exercício espiritual vai permitir a o educador a desenvolver eh essa intimidade e discernimento necessário para enfrentar os desafios, eh, tanto os desafios eclesiásticos, comunitários ou também no ambiente de educação. Então, por meio dessa intimidade, eh, e unindo a ação pedagógica, né, e essa ação pedagógica vai deixar de ser uma técnica, mas vai ser uma potência, né?
vai expressar ali uma nas mãos de Deus, consagradas a Deus, essas técnicas pedagógicas que vão conduzir a um processo de transformação pleno, né, revelando ali a presença do espírito em cada aspecto do processo de ensino aprendizagem, né? É a técnica azeitada, né, a técnica ah abençoada ali na consagrada diante de Deus, né? em última análise, ouvir a voz de Deus aprofunda, então a convicção do educador de que sua vocação transcende a a dizer, né, ou transmitir conteúdo, mas constituindoos assim como um agente de cuidado e de reconciliação, porque como diz Paulo, segunda Coríntios 5, 18, 19, né, somos os ministros da reconciliação, né, para que os que estão sobre seus cuidados sejam direcionados a Deus.
Ao longo da história bíblica, ah, o coração ele representa o âmago das intenções e de desejos humanos. A razão pela qual Provérbios 4:23 exorta cada um de nós a cuidar do coração, a proteger o coração diligentemente, porque ali são as sede das motivações, né? Então, os equívocos acontecem a gente precisa guardar o coração em meio às tensões diárias, o trabalho pedagógico, eh, através das práticas, das devoções, né, das dos das dos exercícios espirituais, da oração, do jejum, o cristão, ele precisa cuidar do coração nas contradições e conflitos.
É por isso que ele precisa estar sempre dependente, porque o coração é enganoso e ele precisa vigiar e ele precisa sempre submeter o seu coração para que seja modelado por Cristo. E as disciplinas espirituais nos conduzem a isso, né? A dependência.
Por isso, a manutenção dessa, nesse processo de exercício espiritual, manter a vigilância, né, em um contato permanente com Cristo, vai ser crucial, garantindo então essa coerência. entre a fé profess, né, da prática docente. A nossa batalha é essa, né?
A batalha mais intensa pro cristão é a de guardar o coração, permanecendo então ele alicerçado em Cristo e na comunhão com o Espírito Santo. Disciplinas espirituais, como eu disse e finalizando aqui, devem conduzir à dependência e a semelhança a Cristo. Nós praticamos a oração, como está aqui, o jejum, a meditação, não para ficar mais poderosos ou ricos, embora eh são meios que vão te dar mais sensibilidade espiritual, como temos falando, vai te dar mais autoridade.
Tudo isso são coisas que vão acontecer quando você pratica a oração, jejum, a meditação, mas o propósito primário é que você seja semelhante a Cristo. Ou seja, eu oro, eu jejuo, eu medito para que eu seja mais parecido com Jesus, Jesus de Nazaré. Esse o objetivo da nossa existência.
A prática então frequente das disciplinas espirituais vai eliminar distrações que sufocam a voz de Deus. Então, vão facilitar um discernimento da vontade divina para cada situação. De fato, vão promover discernimento e poder, autoridade ao educador.
Mas nunca fuja do propósito primário, que é a semelhança a Cristo. Quando Paulo diz a Timóteo, o exercício para a piedade, precisa praticar disciplinas para alcançar a piedade. e alcançar a piedade é alcançar a semelhança com Cristo.
E aí então essa vigilância, né, terá um impacto que vai reverberar os nossos relacionamentos interpessoais, sem na área pessoal, nos relacionamentos educacionais, na igreja, na comunidade, vai reverberar para tudo isso. E então teremos aí um um impacto daquele que vive diante de Deus independência e todas as relações fundamentais serão impactadas por alguém encontra Deus. E certamente esse encontro e experiência com Deus, ele dinamiza, potencializa e transforma as demais relações.
Que Deus abençoe a todos em nome de Jesus.