Quer saber quem realmente tá do seu lado? Começa, começa um negócio, muda de carreira, tenta vender alguma coisa, decide levar a sério aquele projeto que até hoje só existe na sua cabeça. Então, observa.
Você vai descobrir em menos de 24 horas quem torce por você, quem some e quem aparece só para assistir esperando a sua queda. Só que nesse vídeo eu não vou falar só as pessoas ao seu redor, vou falar sobre o inimigo que aparece quando você decide começar e que é muito mais perigoso do que qualquer crítico externo que aparece. E no final eu vou te mostrar algo que a maioria das pessoas chama de sorte, mas que na verdade é uma construção, um framework com quatro estágios.
E só um deles você não controla. Se você tá num momento em que sabe que precisa começar alguma coisa, mas ainda tá travado, esse vídeo é para você. Então fica comigo até o final, porque isso vai mudar a forma como você vê o progresso.
Quando você decide se mover, as pessoas ao seu redor se dividem em dois grupos. O primeiro aparece, manda mensagem, compartilha, torce em silêncio ou em voz alta. O segundo grupo some, ou pior, aparece só para questionar.
Você tem certeza? E se não der certo? Não acha que tá arriscando demais?
Na maioria dos casos, não é maldade, é só um espelho. Porque quando você se mexe, você expõe a paralisia de quem tá parado e isso incomoda. O que você precisa entender é que esses dois grupos sempre existiram ao seu redor.
Você só não sabia quem era quem. Começar é um dos filtros mais honestos que existem. Agora eu quero que você pense sobre isso com honestidade.
Quantas vezes você já disse: "Eu vou começar quando quando tiver mais dinheiro, quando aprender mais, quando o momento certo aparecer? Conta mentalmente quantas vezes. " Eu fiz isso por muito tempo.
Quando eu decidi criar conteúdo nas redes sociais, eu não sabia nada. Eu não tinha câmera profissional, não tinha audiência, não tinha certeza se aquilo fazia sentido. Eu gravei os primeiros vídeos no orquidário da minha mãe enquanto eu esperava meu green card lá no Brasil e as pessoas riam.
Eu virei piada em grupo do WhatsApp. Teve gente dizendo que meu pai devia est chorando no chuveiro, que eu tinha saído das forças especiais para virar coach. Um amigo uma vez me mandou uma mensagem perguntando por que eu tava gravando um podcast sozinho, falando com a parede.
E aí eu respondi para ele assim: "Cara, certeza da vitória. Eu faço as perguntas e eu mesmo respondo, não tem como dar errado. " E simplesmente eu continuei.
Pouco menos de um ano depois, eu tava sentado em algum dos podcasts mais ouvidos do Brasil. Primo C, Bruno Perini nos sócios, Marcelo Toledo. Só que ninguém vê esse caminho.
Ninguém vê as noites em que você grava sem vontade, os vídeos que você apaga porque você acha ruim, o desconforto de se expor sem saber se aquilo ali vai dar certo. As pessoas só vem quando já parece natural. Mas isso não foi natural, foi repetição, foi insistência, foi continuar quando dava vontade de parar.
O tédio sempre precede a excelência. Eu costumo dizer que o sucesso da noite pro dia tá escondido atrás de milhares de noites silenciosas. A prontidão, pessoal, não é um pré-requisito para começar.
Estar pronto é o resultado de ter começado. Antes de pedir demissão do exército, eu usava rede social uma vez por semana. Nunca tinha comprado um curso online, não sabia o que era uma mentoria, nunca tinha estudado marketing digital, muito menos eu sabia como produzir conteúdo pra rede social.
O que eu tinha era um desejo genuíno de compartilhar, de ser útil pro mundo. Passei 18 anos dentro do exército, fiz curso de guerra na selva, paraquedista, comandos, forças especiais, mergulho, salto livre, caçador. Vocês acham que eu tava pronto para ser criador de conteúdo, para gravar conteúdo com cara de menino cagado, oratória péssima e ainda por cima ter saído do topo dentro do exército para alguém com menos de 1000 seguidores falando sobre mindset?
É óbvio que não, mas os anos em operação me ensinaram uma coisa. Em combate você nunca tem todos os dados, nunca. A inteligência sempre incompleta.
O terreno sempre surpreende, sempre tem uma variável que ninguém previu. E aí você tem duas opções. Espera a situação perfeita que nunca vai chegar ou executa com o que tem.
Observa, muda, adapta no meio do caminho. Foi exatamente assim que eu encarei o conteúdo. Não tinha certeza de nada.
Eu tinha obsessão, tinha crença de que eu faria isso funcionar e acima de tudo eu tinha disposição de pagar o preço. Fosse ridículo, fosse o erro, fosse recomeçar do zero quando precisasse. Essa é a mentalidade.
Não é esperar estar pronto é executar, observar e adaptar. Aceite ser ruim no começo, porque o único jeito de ficar bom é passar por essa fase e não tem atalho. Eu preciso te fazer uma pergunta que pode incomodar.
A última crítica que você recebeu, ela te doeu pelo que disseram ou por causa do que despertou em você? Pensa com calma, não responde rápido. Quando eu comecei a ter um pouco mais de visibilidade, as críticas aumentaram e por muito tempo eu acreditei que se eu simplesmente ignorasse mais, pararia de doer, mas isso não funcionou.
Até que eu aprendi algo que ninguém nunca tinha me ensinado. O que me incomodava não era o que diziam, era a parte de mim que concordava com aquilo. Quando alguém dizia que eu não tinha credibilidade, aquilo doía porque uma voz dentro de mim sussurrava.
E se for verdade, quando diziam que o conteúdo era fraco, doía porque eu mesmo não tinha certeza. A crítica que não tem nenhuma raiz em você passa. A crítica que te paralisa é aquela que toca numa insegurança real sua.
Eu vou te contar duas lições que mudaram como eu lido com isso. Primeira, você nunca vai ver alguém que construiu algo relevante fazendo piada de quem tá começando. Nunca.
As críticas destrutivas quase sempre vem de quem não construiu nada. Mas com que autoridade? Com qual resultado?
Um homem que nunca entrou numa luta não sabe o que é ser nocouteada? A segunda lição, Eleonor Roosevelt disse que ninguém pode te ferir sem a sua permissão. Ela tava certa, mas eu acrescento, você dá essa permissão quando você ainda não resolveu suas próprias dúvidas sobre si mesmo.
E a resposta não é endurecer para não sentir. É trabalhar a insegurança que dá abertura pra crítica entrar. É se perdoar, abraçar o seu lado humano com todas as qualidades, todos os defeitos.
Quando você para de concordar com o ataque, ele perde a força e a sua paz volta para você. Você entende que aquela crítica que antes te machucava vira uma oportunidade. É uma chance de você identificar exatamente onde você ainda precisa se fortalecer.
Agora vem o que eu prometi no começo. Quando você começa a ter resultado, as pessoas vão aparecer com uma frase que vai te irritar muito. Caramba, que sorte a sua.
Como se os bastidores não existissem. como se o seu esforço fosse invisível. Mas aqui tá o que a maioria das pessoas não sabe.
Sorte não é uma só coisa. Ela tem quatro formas e três delas você constrói. A sorte um é a sorte do esforço.
Você tá em campo, tá fazendo, tá aparecendo. As oportunidades te encontram porque você tá em movimento. A pessoa parada nunca encontra essa sorte porque ela não existe no lugar onde você tá parado.
Quando eu gravava vídeo sem audiência, sem retorno, sem certeza, cada vídeo era uma colisão potencial com alguém que precisava ouvir aquilo. A sorte dois é a sorte da habilidade. Você errou, aprendeu, melhorou e quando a oportunidade aparece, você tá preparado para capturar ela.
Essa sorte não vem de talento, ela vem de repetição. É o preço que você paga antes de parecer sortudo pros outros. A sorte três é a sorte da reputação.
As pessoas começam a falar de você em lugares que você nunca entrou. O seu nome começa a chegar antes de você. Isso não acontece do nada.
acontece quando o trabalho acumulado fala por si só, quando a sua consistência vira a sua identidade. E a sorte quatro é a sorte cega, estar no lugar certo, na hora certa, a única que você realmente não controla. Dessas quatro, só uma você não controla.
As outras três você constrói. Cada vez que você aparece, cada vez que você tenta, cada vez que você continua mesmo sem vontade, você tá empilhando probabilidade ao seu favor. Então, deixa seu amarem de sorte.
E eu quero que você comente aqui aqui embaixo desse vídeo. Me diz em qual dessas quatro sortes você tá agora. Eu leio todos os comentários e respondo o máximo que eu consigo aqui no canal.
Eu vivi isso na prática quando minha visibilidade começou a aumentar, a sorte batendo na minha porta. Durante muito tempo eu recusei parcerias porque não fazia sentido com a mensagem que eu transmito aqui. Até que algumas começaram a aparecer e a fazer sentido.
E se você me acompanha aqui há um tempo, talvez já tenha percebido uma coisa que é muito comum, né? Eu tô sempre usando camiseta preta, virou o meu uniforme da vida civil. Eu tenho um guarda-roupa cheio de camiseta preta da Minimal Club.
E não é só pela qualidade da camiseta, é pelo que isso representa. O preto é a cor do invisível, de quem não precisa gritar para aparecer, de quem faz o que precisa ser feito, sem esperar reconhecimento, recompensa. Se isso faz sentido para você, eu vou deixar o link da Mim aqui na descrição desse vídeo.
E se você for lá, usa o cupom Ernesto Reis para você ganhar um desconto extra. Agora volta aqui comigo, porque tem mais uma coisa que você precisa entender quando começa a construir a sua própria sorte. É algo que ninguém gosta de ouvir, mas que é libertador.
Ninguém vai vir te salvar. Não existe resgate, não existe momento em que alguém aparece, enxerga o seu esforço e estende a mão. E eu sei que isso é difícil de aceitar porque a gente foi criado numa cultura que associa o mérito a reconhecimento, que acredita que esforço suficiente, visível e consistente eventualmente vai ser recompensado com algum tipo de apoio.
Mas na maioria das vezes não é assim que acontece. Você vai caminhar sozinho e às vezes quem tá mais perto vai ser o primeiro a duvidar de você, a criticar, a ironizar. Isso não vai dar em nada.
Para com essa besteira e volta pra realidade. Isso não é maldade, é medo. Porque quem vive na mentalidade de escassez acredita que se você vence, ele perde.
Por isso competem com você em vez de construir junto. Por isso tentam te derrubar em vez de te elevar. Mas existe uma virada que acontece quando você para de esperar esse resgate.
Você começa a fazer uma pergunta diferente para si mesmo. Não mais quem vai me ajudar? Mas sim quem eu posso ajudar.
Eu sempre repito essa frase: ninguém vai vir te salvar, mas você pode salvar alguém. Essa mudança ela não é pequena. É a diferença entre viver esperando e viver entrecando, entre construir para ser reconhecido e construir porque você tem algo de valor para dar pro mundo.
Quem entende isso? Para de competir e começa a construir. Para de guardar e começa a compartilhar.
Porque a escassez existe na cabeça de quem acredita que o mundo é finito. Mas valor entregado não diminui quem entrega, ele expande. Então seja a pessoa que constrói, que apoia, que estende a mão sem esperar nada em troca.
Porque você não vai ser lembrado pelo quanto você esperou. Você vai ser lembrado pelo quanto você entregou ao mundo. Lembra da pergunta que eu fiz no começo?
Quer saber quem realmente tá do seu lado? Começa agora. Você tem a resposta completa.
Quando você começa, os apoiadores aparecem, os críticos também. Mas o que importa mesmo é que você aparece para si mesmo. Você descobre o que aguenta, o que acredita, o que tá disposto a sacrificar.
Nenhum planejamento, nenhuma preparação, nenhuma conversa te dá isso. Só o ato de começar. A pergunta que eu deixo para você não é se você está pronto.
Você já sabe a resposta para essa. A pergunta é: o que você ainda tá esperando? Se você quer continuar esse processo, assiste o vídeo que tá aparecendo aqui na tela.
Nele eu falo sobre como construir autoconfiança de verdade, aquela que não vem antes da ação, vem depois. Clica nele, continue em movimento comigo e pense como forças especiais.